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OMT: Chegadas internacionais com crescimento de 7% até Outubro

A Europa foi a região que liderou o crescimento das chegadas internacionais, até Outubro.

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Os destinos turísticos de todo o mundo receberam um total de 1.127 milhões de turistas internacionais até Outubro, número que representa uma subida de 7% face a igual período de 2016 e que traduz mais 70 milhões de chegadas, segundo o último barómetro da Organização Mundial do Turismo (OMT), divulgado esta sexta-feira, 15 de Dezembro.

“A forte procura turística dos primeiros meses de 2017, incluindo o Verão, que é temporada alta no hemisfério Norte, manteve-se até Outubro”, destaca a OMT, explicando que “os resultados foram impulsionados por um crescimento sustentado em muitos destinos e por uma firme recuperação daqueles que tiveram descidas no ano passado”.

Por regiões, a OMT destaca a Europa, que liderou o crescimento em termos de chegadas internacionais nos primeiros 10 meses do ano, registando uma subida de 8% neste indicador face a igual período de 2016.

Crescimento de 8% foi também o apresentado pelo continente africano, que foi a região que apresentou o crescimento mais rápido até Outubro, o que se deveu à recuperação do Norte de África, que registou um crescimento de 13% nas chegadas internacionais até Outubro.

Já a região Ásia-Pacifico obteve um crescimento de 5% nas chegadas internacionais até Outubro, enquanto a América subiu 3%, com destaque para a América do Sul, onde este indicador avançou 7% até ao décimo mês do ano. No Médio Oriente, o crescimento foi de 5%.

Relativamente a mercados emissores, a OMT destaca o Brasil e a Rússia, com subidas de 33% e 27%, respectivamente. Já a China cresceu 19% na emissão de turistas, seguindo-se a Coreia do Sul, que subiu 11%, os EUA e o Canadá, onde o crescimento foi de 9%, bem como a Itália, com um acréscimo de 7%.

“Estes bons resultados, dos melhores que temos visto há anos, reflectem uma procura sustentável de viagens em todo o mundo, em sintonia com uma economia global em melhor estado e com a recuperação de destinos que sofreram descidas nos anos anteriores”, refere Taleb Rifai, secretário-geral da OMT.

 

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Civitatis recomenda oito destinos para viajar em 2022

Com a reabertura de diversos países graças ao avanço da vacinação contra a covid-19, a Civitatis sugere um conjunto de destinos a não perder no próximo ano.

Com a reabertura de diversos países graças ao avanço da vacinação contra a covid-19, a Civitatis preparou uma lista de destinos imperdíveis para descobrir em 2022.

A empresa de venda de visitas guiadas e excursões nos principais pontos turísticos do mundo propõe, assim, destinos de praias, montanhas, desertos ou históricos, de Dublin a Vancouver, passando por Borgonha e Mérida.

O Cairo, Friburgo em Brisgóvia, Katmandu no Reino do Nepal e San Pedro de Atacama, no Chile, são outros destinos recomendados pela Civitatis para o próximo ano.

 

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1ª fase do Algarve + Sustentável termina com balanço positivo

A primeira fase do Algarve + Sustentável terminou com um debate que juntou especialistas, operadores e instituições, por um desígnio comum.

A primeira fase do Algarve + Sustentável terminou com um debate que juntou especialistas, operadores e instituições, por um desígnio comum. O maior evento de turismo de natureza sustentável da região está de regresso de março a abril de 2022 para a sua segunda fase.

Conforme referido no debate, a primeira fase deste projeto contou com um conjunto de contributos de especialistas sobre diversos temas em torno da estruturação de uma oferta cada vez mais sustentável e sobre a necessária capacitação dos seus agentes, fundamentais para um compromisso regional com a sustentabilidade do setor nas vertentes económica, social e ambiental.

O presidente da RTA, João Fernandes prometeu um novo conjunto de ações em 2022 “sempre alinhadas com a Estratégia

de Turismo 2027, com o Plano Turismo + Sustentável para Portugal e também focadas no plano de ação Reativar o Turismo. Há no fundo uma estratégia europeia, uma estratégia nacional e ainda o foco regional na aposta da sustentabilidade”.

“A palavra que sai assim desta primeira etapa é mobilização. Temos a melhor região e os melhores agentes. E estamos todos mobilizados para a ação, através do planeamento e desenvolvimento sustentável das atividades turísticas no Algarve”, disse ainda João Fernandes.

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Nova edição: FITUR, dossier Destinos de Inverno e Istambul

A nova edição do Publituris, a única do mês de dezembro, faz capa com uma entrevista a Maria Valcarce, diretora da FITUR, a feira de turismo de Madrid, que regressa entre 19 e 23 de janeiro e que, segundo a responsável, já se deverá equiparar às “feiras pré-pandémicas”.

A nova edição do Publituris, a única do mês de dezembro e última de 2021, faz capa com uma entrevista a Maria Valcarce, diretora da FITUR, a feira de turismo de Madrid, que regressa entre 19 e 23 de janeiro de 2022 e que, segundo a responsável, já se deverá equiparar às “feiras pré-pandémicas”.

Na entrevista ao Publituris, Maria Valcarce fala também de como está a ser preparado o certame, que deverá voltar a contar com várias seções temáticas e com uma forte presença portuguesa.

Nesta edição, leia também a reportagem sobre Istambul, que fomos visitar a convite do operador turístico Viagens Tempo e da Turkish Airlines, numa viagem de familiarização que contou com a participação de sete agentes de viagens e que pretendeu mostrar que a maior cidade da Turquia é “um destino seguro”, mesmo em tempos de pandemia, e que já voltou a receber turistas de todo o mundo.

Conheça também quais os destinos que os operadores turísticos portugueses estão a programar para esta época festiva e para os próximos meses, e como está a procura, num dossier sobre Destinos de Inverno, que, ao contrário do que acontecia no passado, passam mais pelo calor do que propriamente pela neve.

Neste dossier, publicamos ainda uma entrevista a Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e Cultura da Madeira, região que vai voltar a contar com uma forte programação para o final do ano e que tem sido um dos destinos mais procurados pelos portugueses para férias de inverno.

Destaque ainda para um entrevista com Duarte Moreira, novo responsável comercial da Lisbon Helicopters, empresa de animação turística que realiza passeios de helicóptero em Lisboa e arredores, e que conta com uma nova estratégia comercial. Depois do regresso à operação em outubro, a Lisbon Helicopters já está de volta aos bons resultados e espera avançar, em breve, para vários dos projetos que tem em carteira.

Nesta edição, leia ainda as opiniões de Vicente Rodrigues (coordenador da Pós-Graduação em Top Management in Hospitality and Tourism do ISCTE Executive Education), Amaro Correia (docente da Atlântico Business School), José Varela Gomes (co-coordenador da Licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG) e Luiz S. Marques (investigador do Dreams da Universidade Lusófona).

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20 milhões para o Programa Transformar o Turismo

O Programa Transformar o Turismo, que acaba de ser lançado pelo Governo com uma dotação de 20 milhões de euros, visa dar resposta as novas necessidades do setor e reforçar a sua dinâmica competitiva, com vista à superação dos objetivos e metas de sustentabilidade.

Com dotação de 20 milhões de euros, o Programa Transformar o Turismo, que acaba de ser anunciado pelo Governo, visa apoiar a criação de um setor mais sustentável, responsável e inteligente.

Dar resposta as novas necessidades do setor e interesses do consumidor, e reforçar a sua dinâmica competitiva, com vista à superação dos objetivos e das metas de sustentabilidade económica, ambiental e social definidas na Estratégia Turismo 2027, são outros objetivos a atingir.

O programa materializa-se no desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores que qualifiquem o território e comportem, para além de vantagens competitivas para as organizações, benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

Destina-se às entidades públicas e privadas do setor e irá consistir, numa primeira fase, em linhas específicas de financiamento que têm como pano de fundo a valorização turística dos territórios através de projetos que estimulem o trabalho em rede, foquem em produtos ou serviços de maior valor acrescentado e deem resposta às necessidades do consumidor atual.

O regulamento de acesso será publicado até final do ano e as candidaturas poderão ser apresentadas na plataforma SGPI do Turismo de Portugal a partir do dia 10 de janeiro.

O Transformar o Turismo sucede assim ao Programa Valorizar, criado em 2016, conforme previsto no Plano Reativar o Turismo | Construir o Futuro, que estabelece uma segunda edição do programa Valorizar que teve como objetivo apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico, que ao longo de quatro anos recebeu mais de duas mil candidaturas traduzindo um investimento de mais de 500 milhões de euros e um apoio financeiro de 115 milhões de euros.

“Os efeitos da atual conjuntura, marcada pelo impacto da pandemia e as oportunidades que a sustentabilidade e a transformação digital representam para o desempenho e para a competitividade das empresas e dos destinos, justificam que se incremente o incentivo ao desenvolvimento de iniciativas que promovam uma oferta cada vez mais sustentável, mais responsável e distintiva, moldando o futuro do setor em alinhamento com o Plano Reativar o Turismo | Construir o Futuro”, realçou a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, no âmbito do lançamento desta nova medida de apoio.

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visitazores.com vai ficar mais apelativo em 2022

A ATA – Associação Turismo dos Açores anunciou que vai renovar, em 2022, o site visitazores.com, para marcar uma nova etapa ao nível da promoção do destino.

Em 2022  “vai haver um novo visitazores.com, um site renovado, com imagem moderna, muito mais inspiracional, muito rico em conteúdos”, anunciou Luís Botelho, diretor executivo da ATA – Associação Turismo dos Açores.

O executivo, que usava da palavra no recente VisitAzores Tourism Forum, que decorreu no Teatro Micaelense, Em Ponta Delgada, realçou que, assim “vamos marcar uma nova etapa ao nível da promoção.”

No mesmo fórum, Luís Botelho colocou a questão: “Qual o caminho a seguir?”  para realçar que “na clarificação da marca e da estratégia do turismo é essencial envolver os atores locais de todas as ilhas na definição dos valores da Marca”.

“Temos de definir um posicionamento de marca claro, diferenciado, que seja utilizado e partilhado por todos”, para lembrar da necessidade da criação de um plano de ação que ao ser implementado construa uma marca Açores “eficaz, de alta notoriedade, mas sustentável”.

Segundo Luís Botelho a região precisa “de criar notoriedade e definição do turismo. A notoriedade do destino Açores, que ainda é limitada, é essencial para um estímulo relevante da procura turística pelo arquipélago”. Mas, no entanto, “é necessário garantir o correto posicionamento para uma perceção clara dos atributos do destino Açores”, disse.

Segundo o diretor executivo da ATA, outro aspeto importante é o acesso à informação para suporte à decisão, fundamental para implementar um processo de decisão baseado em informação e dados concretos e não em expectativas baseadas em perceções não quantificadas. Neste contexto, revelou que está a ser realizado um trabalho de automatização no tratamento de um conjunto de informação de onde se destaca: estatísticas SREA, ANA Aeroportos, SIBS, ForwardKeys, Google Analytics, Digital Demand, Digital Supply, entre outros.

Por último, em relação às acessibilidades aéreas, Luís Botelho afirmou que tem sido feito um trabalho contínuo de captação de novos operadores aéreos e de novas rotas com operadores existentes. “A disponibilização de capacidade aérea é essencial atendendo à situação contextual dos Açores”, concluiu.

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VisitAzores Tourism Forum conclui: futuro está na não massificação e sustentabilidade

Os Açores recusam ser um destino massificado e, em contrapartida apostam no reforço da sustentabilidade. Algumas das conclusões do VisitAzores Tourism Forum, que refletiu sobre o futuro do setor na região.

Os Açores não podem tornar-se num destino turístico massificado. O número de visitantes a locais estratégicos tem de ser controlado, pois só assim será possível garantir ou mesmo reforçar a sustentabilidade do território. Estas foram algumas das conclusões do VisitAzores Tourism Forum, que refletiu sobre o futuro do setor na região.

A iniciativa, que contou com a participação de especialistas ligados ao turismo e não só, mas também de diversas entidades regionais, destacou também que a região tem de ser comunicada como um produto de experiências singulares, e que é decisivo reforçar a aposta na digitalização e na formação.

“Precisamos no país e, também na região, de dar um passo muito significativo e qualitativo na matéria do inquérito e do conhecimento dos que nos visitam e das experiências que valorizam aqui nos Açores”, afirmou o presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, que encerrou a edição de estreia do VisitAzores Tourism Forum, acrescentando que “isto bem esclarecido, bem informado, bem explicado, nos permitirá ter a adesão e a empatia desta gestão e controlo da nossa oferta turística, sobretudo aquela mais relacionada com a natureza frágil que temos para oferecer aos nossos visitantes.”

No evento, foram ainda identificados os desafios que a região enfrenta ao nível do setor do turismo. Neste sentido, a ATA – Associação Turismo dos Açores está determinada em desenvolver, como sublinhou Luís Botelho,  o seu diretor executivo, ações que contrariem a massificação dos principais pontos de interesse turístico.

“Os Açores podem começar a pensar em limitar a entrada de não residentes, impondo o pagamento de uma taxa de emissão de visto, que varie de acordo com a duração da estada (quanto maior a duração menor o valor), que pode ser investida na melhoria da rede de transportes públicos, da rede de abastecimento de energia elétrica e na conservação dos locais de interesse turístico” , afirmou o responsável, indicando ainda que “estas e outras medidas são de extrema relevância para os Açores, que se desejam ainda mais sustentáveis, tanto a nível social, como económico e ambiental.”

Já o secretário Regional do Turismo, Mário Mota Borges, destacou que “fomos a região do país que mais cresceu em número de dormidas nos nove primeiros meses do ano” para garantir que “em 2022, teremos uma diversidade inédita de companhias aéreas a voar para os Açores, consolidando a região como um destino de natureza e experiencial, que se diferencia por um modelo de turismo sustentável. Um destino singular, cuja proposta de valor assenta na sustentabilidade, nas suas qualidades naturais, nas pessoas e nas tradições das diferentes ilhas.”

Investir na digitalização do sector é o caminho

Quanto ao futuro, Mário Mota Borges, realçou que “teremos de investir na digitalização do setor. É fundamental caminharmos para um modelo de turismo inteligente, em que as decisões sejam suportadas por dados fidedignos e atualizados”

O responsável pela pasta do Turismo nos Açores acredita, conforme revelou, “na importância desses dados para prosseguirmos uma estratégia de diversificação e de valorização do destino, com dispersão dos fluxos turísticos por todas as ilhas e, tendencialmente, ao longo de todo o ano.”

Carolina Leñero viajou até aos Açores para apresentar a estratégia de turismo que a Costa Rica tem desenvolvido nos últimos anos e que até permitiu ao território da América Central receber o prémio de Melhor Marca País do Mundo. Para a Diretora da Marca País da Costa Rica, “o país perfeito não existe. Temos de construí-lo através dos nossos valores, das políticas públicas, da nossa cultura, da nossa identidade. Costa Rica é muito mais do que a natureza camufla e estou convencida que os Açores são iguais.”

Para além de outras intervenções, como José Filipe Torres, CEO da Bloom Consulting, ou de Carolina Leñero, diretora da Marca País da Costa Rica, Sérgio Carvalho, diretor de marketing da Fidelidade, Óscar García-Cosuegra, Audience & Data Director da CAETSU TWO, Paulo Humanes, diretor da Unidade Automóvel, Mobilidade e Cidades do CEiia, Gonçalo Trindade, da Direção Regional da Ciência e Transição Digital dos Açores, também Filipe Silva, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, sublinhou que “é importante ter a perceção do que as pessoas que nos visitam procuram, para perceber se estamos a ir ao encontro do que são as suas expetativas.”

O dirigente do Turismo de Portugal fez ainda questão de recordar que “90 e muitos por cento do que é o tecido empresarial do setor do turismo é composto por micro e pequenas empresas, com importantes desafios ao nível da capacitação e recursos disponíveis, para fazer face aos desafios. Por isso, se não fizermos bem o trabalho de casa em termos de intervenção do território, com preparação e capacitação, e se não promovermos uma boa articulação entre todos os atores que nele intervêm, não estamos a preparar-nos para receber da melhor forma os turistas que nos visitam.”

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Turismo do Centro mostra o que tem de melhor em gastronomia e vinhos

“Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal”, do chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, em Viseu, deu origem a um livro e documentário, que mostra o que há de melhor nestes dois produtos turísticos naquele território,

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O Turismo Centro de Portugal apresentou em Aveiro, esta terça-feira, em livro e documentário, o que melhor oferece em gastronomia e vinhos.

Em “Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal”, o chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, em Viseu, distinguido com uma Estrela Michelin, é o protagonista um percurso pelo melhor que a região Centro de Portugal tem para oferecer a nível da gastronomia e dos vinhos, num percurso de mais de 1.600 km, em que foram realizadas 25 entrevistas, e 44 visitas em 85 páginas.

O livro e o documentário estão disponíveis no site em https://bit.ly/320o4N5, e inserem-se no projeto de comunicação e promoção turística “Experiências By”, uma iniciativa do Turismo Centro de Portugal que visa promover as caraterísticas distintivas do território, através de uma rede de curadores de experiências em diversas áreas.

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Evolução da pandemia faz encerrar Museu do Holocausto do Porto

O Museu do Holocausto do Porto encerra as portas esta quarta-feira, 15 de Dezembro, pelo menos até fevereiro ou março do próximo ano, devido à evolução da pandemia da Covid-19 no país.

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Devido à atual situação pandémica, o Museu do Holocausto do Porto encerra as portas esta quarta-feira, 15 de Dezembro, pelo menos até fevereiro ou março do próximo ano, se as circunstâncias o permitirem.

O diretor do primeiro Museu do Holocausto na Península Ibérica, Michael Rothwell explica que “são frequentes os ajuntamentos de escolas e outros visitantes”, assim, com a situação de saúde pública a agravar-se, “não desejamos manter o museu aberto até à reabertura da sociedade.”

O museu está aberto desde abril do corrente ano e recebeu, até à data, mais de 35 mil pessoas. Foi criado pela comunidade judaica do Porto (CIP/CJP) e retrata a vida judaica antes do holocausto, o nazismo, a expansão nazi na Europa, os guetos, os refugiados, os campos de concentração, de trabalho e de extermínio, a solução final, as marchas da morte, a libertação, a população judaica no pós-guerra, a fundação do estado de Israel, vencer ou morrer de fome, e os justos entre as nações.

Neste novo museu é possível aonda visitar a reprodução dos dormitórios de Auschwitz, assim como uma sala de nomes, um memorial da chama, cinema, sala de conferências, centro de estudos, corredores com a narrativa completa e, à imagem do Museu de Washington, fotografias e ecrãs exibindo filmes reais sobre o antes, o durante e o depois da tragédia.

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Número de camas no Norte de Portugal pode aumentar depois de terem duplicado em 20 anos

Número de camas, hóspedes e dormidas registaram crescimentos assinaláveis no Norte de Portugal nas últimas duas décadas. Para o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, “ainda há espaço para crescer”.

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De acordo com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), o número de camas em hotelaria, turismo rural ou alojamento local praticamente ainda pode crescer, depois de ter duplicado no Douro em duas décadas. “Ainda há espaço para crescer”, admitiu Luís Pedro Martins à agência Lusa, adiantando, contudo, que a aposta terá de passar pela “qualidade”.

Certo é que a classificação do Douro pela UNESCO, há 20 anos, “trouxe mais valias para a região” e ajudou a “despertar algumas consciências” para questões como a sustentabilidade ambiental e a preservação da paisagem”, disse Luís Pedro Martins.

O presidente do TPNP considera, de resto, que estas questões são importantes para que “esta pérola possa existir por muitas gerações”. “É um trabalho contínuo, que não se esgota”, referiu, à margem da inauguração de uma exposição no Museu do Douro, no Peso da Régua, integrada nas comemorações dos 20 anos do Alto Douro Vinhateiro (ADV).

Entre 2002 e 2020, os 19 concelhos da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Douro território passaram, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), de 2.308 para 4.582 camas de hotelaria, de turismo no espaço rural e de turismo de habitação e alojamento local.

Relativamente à evolução dos hóspedes, a TPNP refere que a hotelaria da CIM Douro registou entre 2002 e 2020 cerca de 3,4 milhões de hóspedes e destacou um crescimento a “dois dígitos nos anos 2013, 2015, 2016, 2018 e 2019”.

A entidade regional referiu ainda que a hotelaria da CIM Douro acolheu entre 2002 e 2020 cerca de 5,3 milhões de dormidas, passando o território de 234.877 dormidas, em 2002, para 501.573, em 2019. Em 2020 houve um decréscimo de 44% para as 278.864 dormidas.

“Temos, no entanto, espaço para crescer (…). O Douro é um território grande e ainda pode receber mais quartos, mas queremos que sejam de um segmento elevado para ter uma oferta de qualidade que deixe valor na economia local”, salientou Luís Pedro Martins.

Este ano foi lançada a Rota dos Vinhos e do Enoturismo do Porto e Norte e, segundo o responsável, foram já apresentadas cerca de 100 candidaturas de toda a região Norte.

“Acreditamos que o Douro pode ser uma referência a nível europeia e até mundial de enoturismo”, salientou.

Para além da aposta nos conteúdos, para que os turistas permaneçam mais tempo no território, é preciso também, na sua opinião, “resolver questões como a mobilidade”.

Nesse sentido, o responsável apontou a eletrificação e a reativação da Linha do Douro até Barca d’Alva e, posterior, ligação a Espanha.

“É importantíssimo ter esta questão tratada e até é estranho não a termos já tratada”, concluiu o presidente do TPNP.

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África poderá não conseguir vacinar 70% da sua população contra a COVID-19 até meados de 2024

O surgimento de novas variantes da COVID-19 sempre foi uma das grandes ameaças ao regresso da “normalidade” nas viagens. Agora, a OMS admite que ainda demorará dois anos até que o continente africano veja 70% da população vacinada.

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Depois da variante da COVID-19 Ómnicron ter sido detetada na África do Sul e ter feito muitos países voltar atrás no levantamento das restrições, a Organização Mundial de Saúde (OMS) veio dizer que o continente africano poderá não atingir o objetivo de vacinar 70% da sua população de 1,3 mil milhões de habitantes contra a COVID-19 até à segunda metade de 2024.

A advertência surge quando o mundo enfrenta um novo aumento de casos impulsionados pela nova variante, que é mais contagiosa, a Ómicron.

Os funcionários da área da saúde na África do Sul, que anunciaram a nova variante, dizem que os dados iniciais indicam que esta causa doenças menos graves e estadias hospitalares mais curtas e menos intensivas.

Todavia, alguns países mais ricos, motivados pelo aparecimento desta nova variante, decidiram permitir doses de reforço da vacina como resposta.

Em contraste, menos de 8% da população africana recebeu as duas doses da vacina contra a COVID-19.

“Nunca conseguiremos sair disto se não trabalharmos juntos como um só mundo”, declarou a presidente das Faculdades de Medicina da África do Sul, Flavia Senkubuge, durante o briefing da OMS.

Apenas 20 dos 54 países africanos vacinaram completamente pelo menos 10% da sua população contra a COVID-19, e 10 países vacinaram completamente menos de 2% da sua população.

O diretor da OMS para África, Matshidiso Moeti, recuou contra qualquer sugestão de que as nações africanas estão a permitir que um grande número de doses de vacinas seja desperdiçado devido a infraestruturas deficientes e à hesitação face à vacinação.

O continente africano recebeu cerca de 434 milhões de doses de vacina, e cerca de 910.000 delas expiraram em 20 países, representando menos de um quarto de 1%, explicou Moeti.

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