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Gustavo Serrano, director comercial da Ávoris, e Diamantino Pereira, director para Portugal da Ávoris

Distribuição

“Há uma aposta muito forte no mercado português“

Diamantino Pereira, director para Portugal da Ávoris Reinventing Travel, divisão de viagens do Grupo Barceló, num encontro com parceiros, sublinha que a empresa vai conquistar a sua quota de mercado, seja pelos voos charters como voos regulares com a TAP para os mais diversos destinos.

Raquel Relvas Neto

Gustavo Serrano, director comercial da Ávoris, e Diamantino Pereira, director para Portugal da Ávoris

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“Há uma aposta muito forte no mercado português“

Diamantino Pereira, director para Portugal da Ávoris Reinventing Travel, divisão de viagens do Grupo Barceló, num encontro com parceiros, sublinha que a empresa vai conquistar a sua quota de mercado, seja pelos voos charters como voos regulares com a TAP para os mais diversos destinos.

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“Acreditamos e há uma aposta muito forte no mercado português. A Ávoris não está aqui para fazer experiências de laboratório, isto é para dar”, sublinhou Diamantino Pereira, director para Portugal da Ávoris Reinventing Travel, divisão de viagens do Grupo Barceló. O profissional falava um encontro com a imprensa e parceiros, maioritariamente agentes de viagens, no qual aproveitou para saudar o apoio recebido ao longo das operações decorridas em 2017, mas também para levantar o véu sobre as apostas que a empresa vai efectuar no mercado português no próximo ano.

Os sete voos charter semanais para as Caraíbas, que já estiveram em operação este ano, vão manter-se em 2018. No total, a empresa vai disponibilizar ao mercado três voos para Punta Cana, dois para Cancun, um para Varadero e outro para a Jamaica. Acresce ainda a operação estreia para a Costa Rica, à saída de Lisboa, em voos directos da Orbest. A operação vai realizar-se de 4 de Maio a 13 de Julho e está disponível desde 1350 euros. “Acreditamos bastante neste destino”, sublinhou.

No próximo ano, a Ávoris vai contar também com dez voos semanais para as Canárias e as Baleares, numa operação que não será partilhada com outro operador turístico e será operada em voos Evelop. “Não vamos inovar absolutamente nada ao destino Canárias, nem acrescentar, mas temos excelentes relações com a cadeia Iberostar, RIU, Meliá. O nosso grande argumento é a companhia aérea, temos toda a garantia de uma companhia aérea certificada”, referiu.

Recentemente, a Ávoris conseguiu a exclusividade de venda da cadeia hoteleira RIU para Portugal, adiantou, concretamente para as unidades da cadeia espanhola para o México e República Dominicana.

Também a formação é uma das apostas-chave da Ávoris para o próximo ano, desde formações físicas a webinars. Já em Janeiro, a Ávoris vai lançar o primeiro webinar para os agentes de viagens portugueses sobre a Costa Rica em parceria com o Publituris.

A entrada no mercado da SpecialTours, um dos principais operadores de circuitos europeus em autocarros, ou a entrada de um responsável por contratação para o mercado português – Diogo Santos – na Jotelclick foram outras das novidades apresentadas.

Diamantino Pereira deixou claro que a Ávoris é “um operador generalista, não queremos conquistar Portugal inteiro, mas queremos conquistar uma determinada quota de mercado, de uma maneira séria, transparente sem agredir ninguém, respeitando as regras de mercado”. Com voos charters ou com voos regulares, o responsável frisou que a aposta em Portugal é forte para o próximo ano: “Por muito que as pessoas não gostem, nós vamos ter Brasil, Madeira, Cabo Verde, Açores com a TAP, é uma honra trabalhar com a TAP”.

Diamantino Pereira destacou também que as futuras instalações da Ávoris vão estar localizadas junto ao Marriott Lisboa Hotel e à Clinica Maló, para as quais deverão mudar no final de Fevereiro. As novas instalações vão servir sobretudo para “desenvolver o backoffice que será muito profissionalizado para apoiar as agências de viagens”.

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Alojamento

AL: GuestReady registou mais de 65 mil reservas nas propriedades que gere em Portugal

Em 2022, a GuestReady registou mais de 65 mil reservas, nas 1.100 propriedades de alojamento local que gere em Portugal. A maioria da procura chegou dos franceses, espanhóis e portugueses, mas o interesse dos norte-americanos continua a crescer e já representam quase 10% do total de reservas recebidas pela empresa no ano passado.

A GuestReady fechou o ano de 2022 com 65 mil reservas feitas em Portugal nas mais de 1.100 propriedades de alojamento local que que gere de norte a sul do país e também no arquipélago da Madeira.

A nível global, e no período em análise, nos sete países onde está presente, a GuestReady recebeu quase meio milhão de hóspedes e gerou mais de 90 milhões de dólares para os seus proprietários.

Entretanto, os objetivos para Portugal em 2023 já estão definidos destaca a empresa em nota de imprensa, e passam pelo aumento do portefólio de propriedades geridas em território nacional em 70% e, em paralelo, continuar a apostar na melhoria dos serviços para os hóspedes e na formação da equipa.

“Este foi um ano com ótimos resultados e atingimos grandes objetivos, incluindo a nossa a chegada ao arquipélago da Madeira,” explica Rui Silva, diretor geral da GuestReady em Portugal. “Em 2023 queremos consolidar ainda mais a nossa presença no mercado nacional com um crescimento sustentável do nosso portefólio”, disse.

Para a GuestReady, o verão foi o período de maior procura, com a taxa de ocupação mais alta a registar-se em agosto – mês com uma média de ocupação superior a 94%. Ao longo do ano, a empresa refere ainda que a maioria dos hóspedes escolhe viajar ao fim-de-semana, com chegada à sexta-feira e partida ao domingo ou segunda. Em 2022, a estadia média foi de 3,8 dias, com mais de 90% dos viajantes a optar por viajar sem crianças (menores de 12 anos).

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IPDAL assinala 17º aniversário e promete continuar a fazer “pontes” entre Portugal, América Latina e Caraíbas

O IPDAL – Instituto para a Promoção da América Latina e Caraíbas assinalou o seu 17º aniversário esta quarta-feira, em Lisboa, em ambiente de festa. Na ocasião, o seu presidente, Paulo Neves, garantiu que a organização vai continuar a fazer “pontes” entre Portugal, América Latina e Caraíbas.

Na sua intervenção, Paulo Neves sublinhou a atenção que o Ministério português dos Negócios Estrangeiros tem dado àquelas duas regiões do mundo que o IPDAL representa no sentido de fomentar a cooperação.

O IPDAL, segundo o responsável, também colabora numa reflexão sobre a estratégia da política externa portuguesa, dando como exemplo uma reunião realizada no passado mês de setembro em Cascais, cujo documento das sugestões, sobre esta matéria, será entregue ao Governo.

O presidente do IPDAL lembrou que o objetivo desta organização é fazer a promoção da América Latina e das Caraíbas em Portugal, nos mais diversos setores, incluindo o turismo, mas também vice-versa. Assegurou que “vamos continuar a trabalhar muito para promover essas regiões e os países individualmente, aqui em Portugal”, recordando, nomeadamente, a realização do Fórum Empresarial Iberoamericano com vista a aproximar as empresas portuguesas à América Latina, bem como o Fórum do Turismo, a reunião da América Latina com a CPLP, a presença na BTL, e a organização de visitas a regiões do país e a instituições com os embaixadores, sempre com o objetivo de “fazer ‘pontes’ entre Portugal, a América Latina e as Caraíbas”, disse.

Paulo Neves prometeu que “vamos continuar a ter muita ambição e vamos fazer aquilo que, exatamente, aquilo que sabemos fazer e gostamos, fazer ‘pontes’ e pôr Portugal no mapa e o mapa em Portugal”.

A cerimónia de celebração dos 17 anos do IPDAL contou com presenças do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Francisco André, membros do corpo diplomático acreditado em Portugal, com destaque para os da América Latina e Caraíbas, responsáveis do setor do turismo, outras entidades portuguesas, parceiros e amigos do Instituto.

 

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Gastos com cartões estrangeiros em Portugal aumentam 69% face a 2019. No alojamento crescem 30%

Os números avançados pela SIBS relativamente aos gastos com cartões de pagamento estrangeiros em Portugal, em 2022, indicam uma clara subida em valor e volume. A subida no alojamento foi superior a 30% e na restauração de 74%.

De acordo com a SIBS, o número de transações anuais com cartões estrangeiros em Portugal mais do que duplicou, em 2022, em comparação com 2021, totalizando quase 126 milhões de transações, correspondendo a +106,5% face a 2021 e mais 68,9% em comparação com 2019.

Já quanto ao volume total de compras que se cifrou nos 5.598 milhões de euros, a SIBS indica que ficou 92,9% acima do registado em 2021 e mais 36,1% face ao ano de 2019.

Contudo, valor médio de transação baixou relativamente aos outros dois anos em análise, com a comparação com 2021 a indicar uma quebra de 6,6%, enquanto face a 2019 essa descida foi de 8,8%.

As transações em compras com cartões bancários estrangeiros, em 2022, ficaram marcadas por dois aspetos, já que, com exceção de janeiro, em todos os outros meses foram registados máximos absolutos. Em comparação com os meses homólogos de 2019, janeiro foi o que registou menores ganhos. Um segundo aspeto apontado pela SIBS refere que, a partir do 2.º trimestre a utilização de cartões bancários para compras aumentou mais de 70% relativamente ao meses homólogos de 2019.

No global, a distribuição regional das transações não foi equitativa, indicando a SIBS que a Área Metropolitana de Lisboa concentrou mais de 40% do total de transações; o Algarve e a Região Norte ficaram numa posição intermédia, cada uma com cerca de 20% do valor total; e os Açores e o Alentejo foram as regiões com menor número de transações, ambas abaixo dos 3%.

Globalmente, a distribuição das transações por mercado de origem assume uma evidente hierarquização, com a liderança a ser partilhada pelo Reino Unido e pela França com quotas próximas dos 15%. Espanha ocupa a posição seguinte, com uma quota de 11%; os EUA ultrapassaram, ainda que muito ligeiramente, a Alemanha, ocupando respetivamente o 4.º e 5.º lugares entre os principais mercados emissores.

Tal como nas transações, a distribuição regional dos consumos não foi equitativa, tendo a Área Metropolitana de Lisboa concentrado perto de 40% dos gastos totais; o Algarve, com 24%, e a Região Norte, com 19%, ficaram em posições intermédias. Já os Açores e o Alentejo foram as regiões com menores valores gastos, ficando ambas as regiões entre os 2,5% e os 3,5%.

A distribuição dos consumos, por mercado de origem, também evidencia uma clara hierarquização com o Reino Unido e a França ocupam as posições cimeiras, com quotas a rondar os 15%; os EUA posicionaram-se em 3.º lugar, como líderes destacados entre os mercados intercontinentais, com 11%. Alemanha e Espanha, apesar de aumentarem as suas quotas face a anos anteriores, são ultrapassadas pelos EUA.

O gasto médio em compras com cartões bancários estrangeiros em 2022 reforçou a tendência de “diminuição já verificada em anos anteriores”, sendo o valor mais reduzido desde 2019. “Na origem desta tendência e do crescimento significativo do número de operações está a generalização do uso do cartão bancário como meio de pagamento mais utilizado, mesmo para despesas mais correntes e de baixo valor”, refere a SIBS.

A distribuição regional dos gastos médios, tal como os outros indicadores, também mostrou diferenças. Os Açores e o Algarve apresentam o valor médio por compra mais elevado, superior a 50€; o Alentejo, a Região Centro e a Madeira ficaram em posições intermédias, com montantes entre 45 e 50€; a Área Metropolitana de Lisboa registou o valor médio por compra mais baixo, pouco acima dos 40€.

A distribuição dos gastos médios, por mercado de origem, ao contrário dos outros indicadores, mostra um relativo equilíbrio, com os EUA a posicionaram-se como líderes absolutos, com um gasto médio próximo dos 60€; seguem-se França, Reino Unido e Alemanha, com valores pouco acima de 40€.

Gastos em alojamento a crescer a partir do 2.º trimestre
Em 2022, os gastos em compras com cartões bancários estrangeiros no alojamento foram sempre crescentes até agosto, mês em que foi atingido o valor máximo.

Os dados da SIBS mostram um valor acumulado, em 2022, de 1,526 milhões de euros, comparando com os 1.166 milhões de 2019, representando, assim, uma evolução de mais de 30%, enquanto com o ano de 2022 (580 milhões de euros), esse crescimento cifra-se acima dos 160%.

Comparando com os meses homólogos de 2019, registaram-se ganhos relativos a partir do início do 2.º trimestre. Os meses de julho e agosto apresentaram ganhos relativos quase 50% superiores face aos meses homólogos de 2019.

A distribuição relativa dos gastos em alojamento, por região, evidencia, mais uma vez, uma marcada hierarquia entre regiões, com a Área Metropolitana de Lisboa a representar quase 40% dos gastos; o Algarve conquistou a 2.ª posição, com uma quota de 27%; os Açores (4%) e o Alentejo (2%) foram as regiões com menores gastos relativos em serviços de alojamento.

A distribuição dos consumos em alojamento, por mercado emissor, evidencia uma liderança partilhada pelos EUA e Reino Unido que superam claramente os maiores mercados europeus.

Neste ponto, tal como na globalidade da análise da SIBS, o valor médio gasto desce face a 2019, passando de 172,8 euros para 153,6 euros.

Já na restauração, os gastos em compras com cartões bancários estrangeiros foram, em 2022, sempre crescentes até ao mês de agosto, altura em que foi atingido o valor máximo.

No acumulado do ano 2022, a SIBS indica um valor de 1.685 milhões de euros, o que compara com os 688,5 milhões de 2021 e com os 965,5 milhões de 2019.

Comparando com os meses homólogos de 2019, registaram-se ganhos relativos logo desde o início do ano. Em todos os meses do 2.º semestre, os ganhos relativos tiveram aumentos pelo menos 75% superiores face aos meses homólogos de 2019.

Quanto ao valor médio por compra, esta cifrou-se nos 30,3 euros, enquanto em 2021 estava nos 32,3 euros e, em 2019, nos 36,6 euros.

A distribuição relativa dos gastos em restauração, por região, evidencia uma forte hierarquia entre regiões, com a Área Metropolitana de Lisboa representou cerca de 44% dos gastos; o Algarve ocupou a 2.ª posição, com 26%; os Açores (2,5%) e o Alentejo (2%) foram as regiões com menores gastos relativos em serviços de restauração.

Quanto à distribuição dos consumos por mercado emissor evidencia uma liderança destacada do Reino Unido, secundado pela França e pelos Estados Unidos da América que superam Espanha e Alemanha.

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Marina de Vilamoura recebe certificação 5 Gold Anchor Platinum da TYHA

A Marina de Vilamoura acaba de receber a certificação 5 Gold Anchor Platinum acreditada pela The Yacht Harbour Association (TIHA).

Torna-se, assim, na primeira marina em Portugal a ostentar a mais alta distinção desta mais antiga associação da indústria, e permite que o nosso país entre para o Top 10 mundial.

São apenas 10 as marinas/portos de recreio, a nível mundial, a hastear a certificação e, agora, Portugal faz parte deste ranking de marinas que se distinguem por receber clientes de elevada exigência e que esperam os mais altos níveis de instalações, infraestruturas e serviço ao cliente.

Para alcançar a distinção foi necessário garantir alguns princípios diferenciadores onde se inclui uma avaliação da ambiência da marina baseada em design de construção, instalações, acessórios e outras características de primeira classe; atendimento ao cliente através de uma equipa de concierge dedicada que atende a todas as necessidades dos proprietários, convidados e tripulação; e instalações de qualidade, proporcionando uma experiência de luxo para os clientes.

Isolete Correia, administradora da Vilamoura World, entidade master developer que tem por objetivo liderar e promover Vilamoura, comenta que “esta certificação reflete o nível de oferta e a qualidade das infraestruturas, bem como o trabalho constante e dedicação de toda a equipa envolvida, cujo esforço está inteiramente focado na prestação de serviços de excelência”.

Refira-se que, entre 2015 e 2017, a Marina de Vilamoura foi eleita, entre todas as marinas classificadas com 5 Âncoras, a melhor marina internacional do ano e, por ser galardoada em três anos consecutivos, em 2017 foi-lhe atribuída a respetiva distinção: prémio “International Marina of Distinction 2015-2017”. Em 2019 foi novamente distinguida com prémio de melhor marina internacional do ano e nomeada como a Melhor do Mundo em 2021 e mais recentemente, em setembro de 2022, foi eleita a Melhor Marina Internacional, no Southampton International Boat Show.

 

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Investimento em programas de gestão ambiental em unidades de alojamento traz benefícios económicos e de satisfação do cliente

77,9% dos gestores consideram que um alojamento ambientalmente sustentável é importante ou muito importante, no âmbito do desenvolvimento da sua atividade.

Um estudo realizado pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH) em parceria com a Divisão de Consultoria Estratégica em Turismo da Portugal Green Travel e com o apoio do Serviço de Saúde Ocupacional do Instituto Politécnico de Coimbra, revelou que o investimento em programas de gestão ambiental por parte de gestores de Unidades de Alojamento tem benefícios económicos e aumenta a satisfação global do cliente.

Este estudo sugere também que o investimento “é rentável a vários níveis, como na melhoria da imagem e reputação do alojamento, melhoria da experiência do cliente e aumento da procura”.

Para a realização deste estudo, foi considera uma amostra de 109 gestores de Unidades de Alojamento, através de um questionário online. Variáveis como a perceção sobre programas ambientais e práticas de gestão ambiental aplicadas a Unidades de Alojamento, intenção comportamental dos colaboradores e comportamento ecológico foram consideradas para o desenvolvimento desta pesquisa.

Os resultados deste estudo indicam que os gestores valorizam e reconhecem a importância da adoção de práticas ambientalmente sustentáveis para a sustentabilidade financeira. 77,9% dos gestores consideram que um alojamento ambientalmente sustentável é importante ou muito importante, no âmbito do desenvolvimento da sua atividade.

Segundo Ana Beatriz Sousa, aluna da ESTGOH e uma das autoras do estudo, “este estudo confirma o que já sabíamos: que o investimento em programas de gestão ambiental é rentável a vários níveis e que é importante que as Unidades de Alojamento continuem a investir nestas práticas para garantir um futuro mais sustentável.”

Hugo Teixeira Francisco, co-fundador e Chief Marketing Officer da Portugal Green Travel afirma que “há ainda falta de análise de mercado no que toca ao resultado operacional da aplicação de estratégia de sustentabilidade nas unidades de alojamento em Portugal. A recente parceria com a ESTGOH permite criar intelligence no sector, criando métricas e KPI´s fácies de interpretar pelos empresários, que em complemento com o Travel BI do Turismo de Portugal e o Observatório do Turismo Sustentável do Centro de Portugal permitem uma análise mais profunda do resultado do setor.”

Os resultados deste estudo são uma chamada de atenção para as Unidades de Alojamento a investir em práticas ambientalmente sustentáveis e a sensibilizar os clientes para esta questão. A indústria deve liderar o caminho e lançar tendências na luta contra as mudanças climáticas e preservação do meio ambiente, devendo abraçar o investimento em programas de gestão ambiental.

A Portugal Green Travel enquanto agente de operação turística que prioriza a sustentabilidade ambiental no desenvolvimento das suas atividades, tem vindo a apostar na estreita relação com a academia e, em particular, com o Instituto Politécnico de Coimbra e com a ESTGOH. Estas três entidades acreditam que esta é uma parceria win-win que potencia a troca e desenvolvimento de conhecimentos imperativos para o desenvolvimento do setor turístico.

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Sustentabilidade como elemento-chave na agenda de viagens dos turistas

Um recente relatório do WTTC, em conjunto com o Grupo Trip.com e Deloitte, revela que 69% dos viajantes procuram ativamente opções de viagens sustentáveis. Além disso, três quartos dos viajantes de luxo estão dispostos a pagar mais para tornar as suas viagens mais sustentáveis.

Victor Jorge

Um novo e importante relatório do World Travel & Tourism Council (WTTC) e do Grupo Trip.com, juntamente com a Deloitte, revela um interesse elevado por turismo sustentável entre os consumidores, com 69% dos viajantes a procurarem ativamente opções de viagens sustentáveis.

O relatório “A world in motion: shifting consumer travel trends in 2022 and beyond”, mostra que a sustentabilidade é um elemento-chave da agenda de viagens, com viajantes interessados em reduzir a sua pegada de carbono e apoiar o turismo sustentável.

De acordo com uma pesquisa incluída no relatório, três quartos dos viajantes estão a considerar viajar de forma mais sustentável no futuro e quase 60% escolheram opções de viagem mais sustentáveis nos últimos dois anos. Outra pesquisa também descobriu que cerca de três quartos dos viajantes de luxo estão dispostos a pagar mais para tornar as suas viagens mais sustentáveis.

No ano passado, após mais de dois anos de interrupções nas viagens, os viajantes deixaram claro que o seu desejo de viajar está muito vivo, com um aumento de 109% nas chegadas internacionais durante a noite, em relação a 2021.

De acordo com o relatório, no ano passado, os consumidores estavam dispostos a esticar o seu orçamento para os planos de férias, com 86% dos viajantes a planear gastar a mesma quantia ou mais em viagens internacionais do que em 2019, com os turistas dos EUA a liderarem a lista como grandes gastadores.

Mas 2023 parece ainda melhor em termos de gastos dos viajantes. Apesar das preocupações com a inflação e a crise do custo de vida em todo o mundo, o relatório do WTTC revela que “quase um terço (31%) dos viajantes pretende gastar mais em viagens internacionais este ano do que em 2022”.

Além disso, de acordo com o ‘Global State of the Consumer Tracker’ da Deloitte, no ano passado, mais da metade (53%) dos consumidores globais entrevistados durante o verão afirmaram que planeiam ficar num hotel nos três meses seguintes.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, frisa que a “procura por viagens está mais forte do que nunca e este relatório mostra que este ano veremos uma recuperação significativa. 2023 está definido para ser um ano muito forte para as viagens e turismo”.

A responsável pelo WTTC destaca ainda que “a sustentabilidade está no topo da agenda dos viajantes, e os consumidores destacam o valor que atribuem à proteção da natureza e ao viajar com responsabilidade.”

Jane Sun, CEO do Trip.com Group, refere, por sua vez, que “as viagens e turismo são uma força poderosa para impulsionar a economia global, criar empregos, estimular o crescimento económico e tirar as comunidades da pobreza”.

Além disso, salienta que “a região da Ásia-Pacífico, com suas economias dinâmicas e de classe média em rápido crescimento, está bem posicionada para capitalizar o crescimento da indústria e ocupar o seu lugar como líder na economia global do turismo”, admitindo-se “otimista com o momento positivo para a retomada global e o crescimento das viagens em 2023, impulsionado principalmente pelos consumidores da China continental, o que ajudará a acelerar a recuperação e o desenvolvimento mundial”.

Já Scott Rosenberger, líder do setor de transporte global, hospitalidade e serviços da frisa que “as viagens estão a recuperar da pandemia, inovando e atendendo às procuras de tipos de viagens alternativas mais modernas, viagens sustentáveis, viagens de luxo e muito mais”.

Mesmo o aumento das preocupações financeiras causadas pela inflação “não está a diminuir o ritmo”, salientando o responsável da Deloitte que “incrivelmente, as viagens estão no topo das prioridades e os acordos de trabalho remoto/flexível estão a criar novas oportunidades”.

Outras descobertas reveladas no relatório revelam que as vendas de pacotes de férias de sol e mar para 2022 aumentem 75% em comparação com o ano anterior; que no ano passado, durante o verão, as chegadas internacionais a destinos europeus de sol e praia ficaram apenas 15% abaixo dos níveis de 2019; que, em 2022, se espera que as visitas às principais cidades tenham um aumento de 58% em relação ao ano anterior, menos de 14% abaixo dos níveis de 2019; que as férias de luxo serão particularmente populares, com vendas de hotéis de luxo estimadas em 92 mil milhões de dólares (cerca de 85 mil milhões de euros) até 2025, em comparação com 76 mil milhões de dólares (cerca de 70 mil milhões de euros) em 2019); e que quase 60% dos viajantes admitiram já estarem a pagar para compensar as suas emissões de carbono ou a considerar esse aspeto se o preço for justo.

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Conselho Regional do Centro defende novo aeroporto a norte do rio Tejo

O Conselho Regional do Centro entende que é a localização a norte do Tejo é a que “melhor serve” os interesses do país e da região, além de ser “uma solução mais sustentável”.

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O Conselho Regional do Centro (CRC) defendeu a localização de um novo aeroporto “a norte do rio Tejo” por ser a que “melhor serve” os interesses do país e da região. “Tudo indica que a localização a norte do rio Tejo é aquela que melhor serve os interesses nacionais e regionais, evidenciando vantagens comparativas face às restantes soluções em estudo”, afirmou o CRC, numa moção aprovada por unanimidade numa reunião realizada em Coimbra, na sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

O organismo regional liderado por João Paulo Fernandes, presidente da Câmara Municipal do Fundão, destacou a importância de “uma localização de excelência face à proximidade a acessibilidades rodoviárias”, como a A1, a A23, a A13 e a A15, bem como ferroviárias.

Neste ponto o autarca realçou “as concordâncias com o novo traçado de alta velocidade, Linha do Norte, Linha da Beira Alta e Linha da Beira Baixa”, além de que a localização recomendada “pode colocar o novo aeroporto próximo de um maior número de sedes de municípios, sem com isso se afastar mais de 30 minutos de Lisboa, podendo alcançar cerca de 4,5 milhões de pessoas num raio de 75 minutos”.

Por outro lado, a solução preconizada pelo Conselho Regional do Centro contribui “decisivamente para elevar os índices de coesão territorial do país”, ao permitir a construção do aeroporto “mais próximo, em termos relativos, das NUT III de mais baixa densidade” demográfica.

O CRC entende ainda que a localização a norte do Tejo é “uma solução mais sustentável”, constituindo-se o novo aeroporto como “investimento que pode minimizar o impacto financeiro para o país”, beneficiando de “uma visão de longo prazo”.

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Selo “Confiança Porto” vai certificar passeios turísticos pedestres

A Câmara do Porto alargou o âmbito do programa municipal de reconhecimento “Confiança Porto”, inicialmente destinado ao alojamento turístico, e que passa a abranger os passeios turísticos pedestres. O objetivo é contribuir para que quem visita a cidade veja “mais Porto.”

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Este instrumento, anunciou a vereadora do Turismo e da Internacionalização, Catarina Santos Cunha, vai passar a reconhecer os passeios turísticos pedestres e pretende impulsionar a certificação das designadas “free walking tours”, através de um conjunto de formações gratuitas asseguradas pelo município.

“É nossa vontade descentralizar o turismo do Centro Histórico e mostrar outras rotas”, reconheceu Catarina Santos Cunha, constatando que os passeios turísticos pedestres contêm por vezes “algumas narrativas sobre a nossa cidade com alguns erros.”

Assim, “sentimos necessidade de criar um programa voluntário para ajudarmos as pessoas que fazem estas visitas a passarem uma mensagem de verdade às pessoas que nos visitam. Temos dois objetivos: corrigir essas narrativas e ajudar a construir as narrativas corretas, e fazer formação a quem dela necessite, de uma forma gratuita. Ao mesmo tempo que recebemos essas pessoas, vamos ensinar-lhes outro Porto”, sublinhou a autarca.

O foco vai estar na qualificação dos recursos humanos e privilegiando a interação dos visitantes com a cultura, o ambiente e a população local, bem como na difusão de narrativas sobre a história da cidade que respeitem a sua autenticidade e singularidade.

“O turismo é um grande motor económico da região”, vincou a vereadora do Turismo e da Internacionalização, daí este esforço em “termos uma cidade mais preparada, mais profissional”, acrescentou: “Queremos que quem nos visita perceba que este selo de qualidade é um reconhecimento do município. Faz todo o sentido trazermos mais pessoas para aderirem a esta plataforma.”

O programa “Confiança Porto” visa distinguir a excelência da prestação de serviços, através da validação e reconhecimento de boas práticas implementadas pelo setor do turismo. Inicialmente destinado ao alojamento turístico (já distinguiu 21 unidades), o programa está alinhado com a nova visão de sustentabilidade do destino.

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Turismo

SETCS admite que próximo ciclo de fundos europeus “será o maior de sempre” e anuncia 3.ª edição do REVIVE

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, admitiu que, somando os apoios do Portugal 2020 com o PRR e do Portugal 2030, “são mais 90% de apoios para as empresas”. Para 2023, e segundo o Banco de Portugal, as estimativas apontam para que “as exportações do turismo português cresçam 8,3%”.

Victor Jorge

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, revelou esta terça-feira, 24 de janeiro, que o próximo ciclo de fundos europeus “será o maior de sempre”. Se no Portugal 2020, existe uma exigência de execução anual de dois a três mil milhões de euros, para o próximo ciclo, “esse valor passa para seis mil milhões de euros por ano, revelou o SETCS, o que, segundo o mesmo, “somando os apoios do Portugal 2020 com o PRR e o Portugal 2030, são mais 90% de apoios para as empresas”.

Mas ainda existe mais dinheiro, já que no PRR, “temos 151 milhões de euros para apoio ao turismo”, existindo ainda apoios transversais que incluem o setor do turismo: transição digital no valor de 600 milhões de euros.

No domínio da eficiência energética também existem apoios significativos, com o “Repower EU” a disponibilizar mais de 700 milhões de euros”, o que levou Nuno Fazenda a destacar que, quer no curto prazo, quer no médio e longo prazo as empresas terão instrumentos que garantem o seu crescimento e competitividade”.

Falando no almoço promovido pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), o SETCS começou por frisar a importância económica e social do turismo em Portugal que, sendo a maior atividade exportadora do país, representa 20% das exportações de bens e serviços”.

Nuno Fazendo reconheceu, no entanto, que o setor do turismo “não está com força agora”, relembrando que nos últimos 10 anos, ou melhor, na década anterior a 2019, o turismo cresceu acima dos 10% ao ano nas receitas, mas que, em 2022, “o turismo deu a volta”.

No discurso dirigido aos associados da AHP, o SETCS salientou que “temos de ter a ambição de fazer mais e melhor. Temos de ter a ambição de liderar o turismo do futuro e isso significa ter um turismo mais sustentável, mais inclusivo, mais tecnológico e mais coeso”.

Para tal, Nuno Fazendo apontou cinco prioridades: “pessoas, empresas, investimento, território e reforço da notoriedade de Portugal e das suas regiões enquanto destino turístico”.

O secretário de Estado admitiu a necessidade de “atrair recursos humanos para o setor com mais qualificações”, destacando o que dissera na sua primeira intervenção pública, depois de assumir o cargo, e que passa pela apresentação de uma “agenda para a qualificação e atração de talento para o setor do turismo”.

Mas além do ‘matching” que deverá ser feito entre a procura e oferta de emprego, Nuno Fazenda frisou, igualmente, a importância da “valorização dos salários”, focando o acordo alcançado na Concertação social, salientando que, no turismo, “existem empresas que vão, inclusivamente, além do acordo com proposta salariais mais altas”.

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços revelou, também, que será lançada uma 3.ª edição do programa REVIVE que contemplará entre 15 a 20 imóveis, salientando que esta iniciativa “promoverá o investimento”.

No que diz respeito às empresas, Nuno Fazendo destacou o programa Apoiar.pt que dotou com mais 70 milhões de euros o apoio, revelando que as empresas dos transportes turísticos serão enquadradas para receber esses apoios. O SETCS evidenciou, também, o “Consolidar +Turismo”, destinado às Micro e Pequenas Empresas, linha que é de crédito, mas que admitiu “não será para criar mais dívida”.

“Trata-se de uma linha de apoio sem juros para aquelas empresas que tenham contraído empréstimos ao longo da pandemia” e que, a partir de 1 de fevereiro, podem apresentar candidaturas para, cada uma, aceder a 40.000 euros sem juros.

O governante deixou bem claro que, “para desenvolvermos o nosso turismo, teremos de assegurar a preservação e valorizar a matéria-prima. E a matéria-prima do turismo são os nossos recursos naturais e culturais”. Por isso, Nuno Fazenda referiu que “temos de apostar no território interior”.

Finalmente, no que diz respeito ao reforço da notoriedade de Portugal e das suas regiões enquanto destino turístico, o secretário de Estado afirmou que “queremos continuar a afirmar Portugal como um dos principais destinos turísticos do mundo e, por isso mesmo, teremos a promoção da marca Portugal, mas também das suas regiões e dos seus territórios”.

Para tal, Nuno Fazendo destacou o protocola assinada no final de 2022, com mais de 20 milhões de euros para a promoção externa das diversas regiões, tendo revelado a realização do pagamento de 50% desse protocolo para dar “estabilidade às agências de promoção externa para fazer o seu trabalho”.

Para concluir, o SETCS destacou ainda a necessidade de “restabelecer e reforçar a conectividade aérea”, que segundo o mesmo ainda está a 6% do que tínhamos em 2019.

“O propósito é concretizar e as perspectivas são boas, já que, segundo o Banco de Portugal, em 2023, as exportações do turismo português deverão crescer 8,3%”, terminou Nuno Fazenda.

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Tunísia é o destino internacional convidado da edição 2023 da BTL

A Tunísia é o destino internacional convidado da 33ª edição da BTL– Bolsa de Turismo de Lisboa, que irá decorrer de 1 a 5 de março de 2023, na FIL – Parque das Nações. Considerado um dos destinos de eleição dos viajantes portugueses, a Tunísia promete apresentar-se com uma programação cultural criada especialmente para o evento.

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O destino internacional convidado da edição 2023 da BTL tem vindo a reforçar a sua posição enquanto destino de eleição para um público que pretende aliar natureza e praia a cultura e tradição.

Um dos locais de eleição é Djerba.  Com voos diretos frequentes desde 2016, a ilha localizada no Golfo de Gabes, a cinco quilómetros da costa sul da Tunísia, ideal para quem quer aproveitar o sol, mas também para quem tem interesse em atrações históricas e culturais, local paradisíaco com águas cristalinas e quilómetros de praia, tem-se afirmado como um dos destinos prediletos dos viajantes nacionais na região, contribuindo decisivamente para o impacto crescente do mercado português nas estatísticas do turismo tunisino.

Além de Djerba, a Tunísia vai ter a oportunidade de apresentar na feira outros destinos turísticos do país como Monastir, Sousse Port, El Kantaoui e Mahdia, que terão novas rotas.

Refira-se que no final de 2022, o turismo da Tunísia recuperou 95% dos níveis pré-pandémicos, tendo ultrapassado os números associados à recuperação global e europeia, que apontam para os 60%.

Leila Tekaia, diretora do Turismo da Tunísia para Portugal e Espanha promete para esta edição da BTL encontros estratégicos com operadores e agências de viagens, mas também as apresentações dedicadas ao público final, focadas na oferta cultural tunisina.

“A Tunísia tem mantido uma excelente relação com o mercado português e a BTL tem representado um momento fulcral neste elo entre os dois países”, realça a responsável, para acrescentar que ao “longo dos anos, temos recebido cada vez mais viajantes de Portugal, atraídos pela proximidade, mas também por tudo aquilo que a Tunísia tem para oferecer como destino”.

Assim, esta edição “será uma oportunidade única para mostrarmos aos portugueses um pouco do que podem encontrar no nosso território, desde beleza natural a património histórico classificado pela UNESCO, passando por novas rotas culinárias, que os deixará certamente com uma grande vontade de conhecer o nosso país”, sublinha Leila Tekaia.

Para Dália Palma, gestora da Bolsa de Turismo de Lisboa “a presença reforçada da oferta turística tunisina em Portugal vai contribuir para uma BTL mais diversa, mais forte e mais alinhada com os desejos de consumo dos portugueses, num ano que se antevê de novas aventuras em países com tanto por descobrir como a Tunísia”.

 

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