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SATA estabelece acordo com a Alaska Airlines

Acordo permite a emissão de bilhetes para voos de ambas as transportadoras, via Boston.

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A SATA e a Alaska Airlines estabeleceram um acordo que permite à companhia açoriana vender voos da transportadora norte-americana, o mesmo sucedendo com a Alaska Airlines, segundo nota informativa da SATA.

“O acordo estabelecido entre a SATA e a Alaska Airlines permite à transportadora aérea açoriana emitir bilhetes para voos operados pela companhia aérea norte-americana, ao mesmo tempo que a Alaska Airlines pode vender os destinos operados pela SATA”, lê-se na informação divulgada.

Segundo a SATA, “todas as ligações são feitas através de Boston, cidade a partir da qual a SATA opera as suas viagens para os Açores e Lisboa”.

A Alaska Airlines adquiriu, em Dezembro de 2016, a Virgin America e tornou-se na principal companhia aérea da costa oeste dos EUA, com voos para mais de 118 destinos, em cinco países.

O novo acordo entre a SATA e a Alaska Airlines surge numa altura em que a companhia açoriana e a TAP suspenderam o acordo de codeshare nos voos entre Ponta Delgada, Terceira e Lisboa, bem como nas ligações Ponta Delgada-Porto-Ponta Delgada.

“Tratou-se de uma decisão meramente comercial, passando as duas companhias a concentrarem os seus esforços de vendas nos voos operadores por cada uma delas”, disse à Lusa fonte oficial da TAP. Já o codeshare para todas as outras rotas mantém-se.

 

 

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Sevenair quer voar em Portugal com aviões elétricos a partir de 2030

A Sevenair conta adquirir três aviões elétricos, com opção de mais três, da startup sueca Heart Aerospace, aparelhos que podem voar até 200 quilómetros com carga elétrica e têm capacidade para 30 pessoas.

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A Sevenair quer ser a primeira companhia aérea a nível mundial a voar com aeronaves totalmente elétricas, num objetivo apontado para 2030, avança a Lusa, que cita o administrados da companhia aérea regional portuguesa.

“Esperamos que, de acordo com a expectativa, em 2027 ou 2028, a aeronave esteja certificada e em 2030 sejamos a primeira companhia aérea mundial a voar 100% elétrica”, indicou Alexandre Alves à Lusa, explicando que o objetivo é usar o avião ES-30, que é totalmente elétrico e tem capacidade para 30 pessoas.

O aparelho vai ter capacidade para voar até 200 quilómetros com carga elétrica e conta ainda com uma pequena turbina alimentada por combustível sustentável que abastece essas baterias e permite “duplicar a autonomia até 400 quilómetros”.

Segundo Alexandre Alves, trata-se de um projeto “com muita sustentabilidade” e a Sevenair conta adquirir três destes aparelhos projetados pela startup sueca Heart Aerospace, com “opção de mais três”, estimando-se que cada avião possa custar cerca de 10 milhões de euros.

A aeronave ainda está em fase de projeto, de testes, mas o ‘target’ é andar à volta de pouco acima de uma dezena de milhões de euros [cada aeronave]”, revelou o responsável à Lusa, à margem da Portugal Air Summit, em Ponte de Sor.

Alexandre Alves revelou ainda que já existem no mundo outras empresas interessadas na aquisição da aeronave, existindo nesta altura cerca de “400 encomendas”.

“Sendo Portugal um país pequeno e sendo nós operadores de voos muito curtos, a nossa operação e o nosso país são perfeitos para este tipo de aeronave e, por isso, estamos a tentar ser o país lançador e a companhia lançadora”, acrescentou.

Alexandre Alves acredita ainda que esta aeronave “vai mudar o paradigma” do mercado, uma vez que os custos vão “baixar brutalmente”, o que vai permitir reduzir também as tarifas aos passageiros.

“Com uma aeronave que hoje operamos, com 19 lugares e combustível tradicional, estamos a falar de um voo de ida e volta (Lisboa/Évora) que pode custar quatro mil euros e com esta aeronave talvez metade”, exemplificou.

A Sevenair opera em linha aérea regional com voos diários ´charter` para vários destinos em Portugal, como Bragança, Vila Real, Viseu, Cascais ou Portimão.

 

 

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Autarquias de localizações em estudo integram Comissão de Acompanhamento do aeroporto

Segundo uma resolução do Conselho de Ministros, a comissão vai integrar os autarcas de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém, assim como de localizações que venham a ser propostas.

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A Comissão de Acompanhamento da Comissão Técnica Independente que vai estudar as soluções para o novo aeroporto, presidida por Carlos Mineiro Aires, vai integrar também os presidentes das Câmaras Municipais de localizações em estudo, segundo uma resolução do Conselho de Ministros, publicada esta sexta-feira, 14 de outubro, em Diário da República.

De acordo com a Lusa, esta resolução, que tinha sido aprovada em Conselho de Ministro no final de setembro, estabelece que, além do respetivo presidente, a comissão integra também “os presidentes das câmaras municipais de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém, bem como os presidentes de câmara de localizações que venham a ser propostas pela comissão técnica, se tal acontecer”.

Recorde-se que, no final de setembro, o Governo aprovou uma proposta de lei para alterar o poder dos municípios de vetar obras de interesse nacional, como aconteceu com o projeto para o Montijo, que não obteve parecer favorável de todas as autarquias envolvidas e, por isso, foi ‘chumbado’ pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Além dos autarcas, a comissão vai integrar ainda o Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS), o presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, a presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e um magistrado judicial jubilado designado pelo presidente do Supremo Tribunal Administrativo.

O bastonário da Ordem dos Economistas e o bastonário da Ordem dos Engenheiros também participam nesta comissão, que integra ainda sete personalidades indicadas pela Academia das Ciências de Lisboa, uma personalidade indicada pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente, uma personalidade indicada pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e o presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa.

Já a Comissão Técnica será dirigida por um coordenador-geral, designado pelo primeiro-ministro, sob proposta conjunta do presidente do CSOP, do CNADS e do CRUP, “no prazo de 30 dias contados da data de publicação da presente resolução”.

A Comissão Técnica terá ainda de integrar seis coordenadores de projeto para as equipas de “estudos de procura aeroportuários e de acessibilidades de infraestruturas e transportes”, “planificação aeroportuária, incluindo análise de capacidade e planos de desenvolvimento aeroportuário compatíveis com a evolução de um hub intercontinental”, “acessibilidades rodoviárias e ferroviárias”, “ambiente e AAE [Avaliação Ambiental Estratégica]”, “análise e modelagem económico-financeira” e “jurídica”.

A partir desta publicação em Diário da República, a Comissão Técnica tem agora 60 dias para definir o cronograma dos trabalhos.

Esta comissão vai estudar cinco soluções para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, podendo ainda propor mais, caso entenda, adiantou o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, no final do Conselho de Ministros de 29 de setembro.

Em causa, está a solução em que o aeroporto Humberto Delgado fica como aeroporto principal e Montijo como complementar, uma segunda em que o Montijo adquire progressivamente o estatuto de principal e Humberto Delgado de complementar, uma terceira em que Alcochete substitui integralmente o aeroporto Humberto Delgado, uma quarta em que será este aeroporto o principal e Santarém o complementar, e ainda uma quinta hipótese em que Santarém substitui integralmente o aeroporto Humberto Delgado.

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Air Canada abre três novas rotas na Europa no verão de 2023

As novas rotas para Toulouse, Copenhaga e Bruxelas são os principais destaques da Air Canada para o próximo verão na Europa.

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A Air Canada anunciou que, no próximo verão, vai abrir três novas rotas para a Europa, passando a ligar Montreal a Toulouse e Copenhaga, em França e na Dinamarca, assim como Toronto a Bruxelas, na Bélgica.

Além das novas rotas para a Europa, a companhia aérea canadiana vai também retomar as rotas para o Japão, nomeadamente entre Vancouver e Osaka, assim como entre Toronto e Toquio/Haneda, o que é possível graças à reabertura do Japão às viagens internacionais depois da pandemia.

A companhia aérea canadiana está ainda a repor o número de frequências que existia antes da pandemia na região do Atlântico, Pacífico e América do Sul, cujos bilhetes estão já disponíveis para aquisição.

“Continuamos a perseguir a nossa abordagem disciplinada de expandir a nossa rede global em resposta à procura antecipada. Estamos especialmente satisfeitos por adicionar três novas rotas estratégicas para a Europa, retomando os serviços importantes para o Japão e aumentando as frequências para os principais destinos internacionais para o verão de 2023”, disse Mark Galardo, vice-presidente sénior de planeamento de rede e gestão de receita da Air Canada.

No caso da nova rota de Bruxelas, os voos arrancam a 1 de junho e contam com cinco frequências semanais, em aviões B787 Dreamliner, o mesmo número de ligações semanais que a companhia aérea vai disponibilizar também para Toulouse, rota que também começa no mesmo dia e que vai ser operada em aviões A330-300. Em ambos os casos, a rota vai manter-se ao longo de todo o ano.

Já os voos para Copenhaga, que também começam a ser operados a 1 de junho, decorrem apenas durante o período do verão e contam igualmente com cinco ligações aéreas por semana, em aviões B787 Dreamliner.

No caso do Japão, os voos da Air Canada para Osaka são retomados a 2 de junho, com quatro frequências semanais, numa operação que vai decorrer apenas no verão, enquanto para Tóquio/Haneda os voos são diários e decorrem ao longo de todo o ano, a partir de 1 de maio.

Na Europa, a companhia aérea canadiana vai também reforçar várias rotas à partida de Toronto, nomeadamente para Londres/Heathrow, que passa para quatro voos por semana; Edimburgo, que passa a voos diários; Copenhaga, que passa a cinco voos semanais; Barcelona, que passa a voos diários; e Madrid, que passa a contar com seis voos por semana.

Além das rotas europeias desde Toronto, a Air Canada vai também reforçar as rotas desde Montreal para Frankfurt, que passa de 19 voos por semana para dois voos diários (em parceria com a Lufthansa); Genebra, que passa a voos diários; e Nice, cuja operação é aumentada para quatro voos por semana.

A Air Canada conta ainda reforçar os voos para o Dubai, Telavive e Algiers, no Médio Oriente, assim como para São Paulo, na América do Sul, e para Brisbane, no Pacífico Sul. Na Ásia, há ainda reforço de operação para Hong Kong, Seul e Tóqui/Narita desde Toronto e Montreal.

 

 

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Qatar Airways contrata 10 mil funcionários para dar resposta à procura para o Mundial’22

Apesar de admitir a contratação de funcionários para dar resposta ao aumento da procura para o Mundial, a Qatar Airways não revelou quantos destes postos de trabalho serão definitivos.

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A Qatar Airways está a contratar 10 mil colaboradores para dar resposta ao aumento da procura expectável para o Mundial de Futebol de 2022, que decorre no Qatar, entre novembro e dezembro.

De acordo com a Reuters, que cita uma fonte anónima da companhia aérea de bandeira do Qatar, esta campanha de recrutamento vai aumentar de cerca de 45 mil para mais de 55 mil o número de funcionários da Qatar Airways.

“A Qatar Airways está numa trajetória de crescimento após a Covid-19 e, com os preparativos do Mundial de Futebol em pleno andamento, está a aumentar o recrutamento em toda a companhia aérea”, admitiu a companhia aérea, num comunicado enviado à Reuters esta semana.

Apesar de admitir a contratação de funcionários para dar resposta ao aumento da procura para o Mundial, a Qatar Airways não revelou quantos destes postos de trabalho serão definitivos.

Recorde-se que, devido à pandemia e à paragem da aviação ditada pela situação epidemiológica, a Qatar Airways reduziu significativamente o número de colaboradores, que terá chegado perto dos 37 mil funcionários.

Com a melhoria da situação pandémica, a companhia aérea voltou a aumentar o número de destinos para onde voa, o que levou também à abertura de processos de recrutamento nas Filipinas, Índia e outros países no final de setembro.

Além do reforço de pessoal, a Qatar Airways está também a ajustar 70% da sua programação, de forma a permitir a realização de voos especiais que levem todos os adeptos do futebol até ao Qatar durante a competição.

“Será um grande desafio ser capaz de gerir essa procura muito rápida para um grande número de espectadores”, disse o CEO da Qatar Airways, Akbar al-Baker, no início do ano.

 

 

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Ministro admite que integração num grande grupo pode ser única maneira de “assegurar a viabilidade” da TAP

Num debate na Assembleia da República, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

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O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, admitiu esta quinta-feira, 13 de outubro, que a integração da TAP num grande grupo de aviação  “pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”.

Durante um debate na Assembleia da República sobre a privatização da TAP, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado tão fortemente globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

“A integração da TAP num grupo criaria sinergias importantes e traria resiliência para enfrentar a volatilidade tão característica da aviação. Esta pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”, acrescentou o governante, citado pela Lusa.

No entanto, Pedro Nuno Santos defende que a abertura do capital da TAP “será decidida no tempo e no modo que melhor defenda o interesse nacional”.

Depois de criticas à anterior privatização da TAP, feita pelo Governo de Pedro Passos Coelho, o ministro das Infraestruturas e da Habitação garantiu que, com o atual Governo, a privatização da TAP terá de assegurar condições para que a empresa seja mais competitiva, sustentável e que permita a expansão do ‘hub’ de Lisboa, que classificou como “o maior ativo da aviação nacional”.

Pedro Nuno Santos criticou ainda o maior partido da oposição por continuar a ser “incapaz de assumir uma posição clara” em relação à intervenção na TAP, sem dizer qual seria a sua solução para resolver a emergência que a companhia aérea enfrentou durante a pandemia.

“A nacionalização da empresa em 2020 teria de ser feita mesmo que a TAP fosse, à altura, totalmente privada. A intervenção pública não foi feita para a empresa ficar do lado do Estado, ela foi feita para garantir que a empresa não fechava. O que estava em causa não era ter uma TAP pública ou uma TAP privada, o que estava em causa era a sobrevivência ou a falência da TAP”, reiterou.

 

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Emirates premiada pelo papel no crescimento do turismo das Maldivas

O prémio entregue à Emirates visou distinguir o “papel fundamental” da companhia aérea para o desenvolvimento socioeconómico e crescimento do turismo nas Maldivas.

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A Emirates foi distinguida nas Maldivas pelo seu papel no crescimento da indústria de turismo no país, que atribuiu à companhia aérea o “Prémio de Ouro do Presidente para o Turismo”.

“Emirates recebeu o prestigioso reconhecimento por “Contribuições Excecionais para o Desenvolvimento do Turismo nas Maldivas”, destacando os seus 35 anos de serviço ao país, com voos de e para Malé desde 1987″, indica a companhia aérea, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 13 de outubro.

O prémio entregue à Emirates visou distinguir o “papel fundamental” da Emirates para o desenvolvimento socioeconómico das Maldivas nos últimos 35 anos, ao longo dos quais a companhia aérea tem contribuído para o crescimento da indústria do turismo, que é um pilar da economia das Maldivas.

Na informação divulgada, a Emirates lembra que, desde 1984, operou já mais de 29.000 voos de ida e volta para as Maldivas, tendo efetuado cerca de 135 milhões de quilómetros nesta rota e transportado 8,5 milhões de passageiros de e para o destino.

Atualmente, a Emirates opera 28 voos por semana entre o Dubai e as Maldivas, sendo que, além destas ligações aéreas, a companhia aérea oferece ainda um serviço diário entre Malé e Colombo.

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TAP acaba com tarifa Basic nos voos de Portugal, Europa e Norte de África

A nova estrutura tarifária da TAP entrou em vigor esta terça-feira, 11 de outubro, e abrange os bilhetes que não incluam percursos intercontinentais, nomeadamente em território nacional, Europa e Norte de África.

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TAP anunciou que, a partir desta terça-feira, 11 de outubro, procedeu a uma  simplificação tarifária, que prevê o fim da tarifa Basic nos bilhetes que não incluam percursos intercontinentais, nomeadamente em território nacional, Europa e Norte de África.

“Desta forma, nas vendas a partir de 11 de outubro e para voos em Portugal, restante Europa e norte de África, a iniciar a partir de 11 de novembro, os Clientes da TAP vão poder continuar a adquirir os produtos Discount, Classic e Plus em classe económica e Executive e TOP Executive em classe executiva”, indica a companhia aérea de bandeira nacional em comunicado.

Segunda a TAP, apesar da alteração, os tarifários mantêm “as características anteriores”, passando a existir apenas três tarifas de classe económica, “com vista a proporcionar uma oferta flexível e personalizável, com mais transparência, clareza e simplicidade”.

“Assim, nas viagens em Portugal, restante Europa e Norte de África, os passageiros passam a ter três opções para viajar em classe económica e duas em classe executiva, às quais correspondem cinco tarifas com serviços e ofertas diferentes e à medida das necessidades de cada passageiro”, acrescenta a companhia.

Para quem viaja apenas com bagagem de mão, a tarifa Discount é ideal, enquanto quem quiser transportar, pelo menos, uma peça de bagagem de porão e que deseje reservar o seu lugar a bordo pode fazê-lo com a tarifa Classic. Já a tarifa Plus permite mais conforto e flexibilidade, assim como a possibilidade de reservar lugar nas filas da frente, além de check-in prioritário e flexibilidade na alteração de bilhetes.

“Independentemente da tarifa escolhida, os Clientes podem também, a qualquer momento, adquirir serviços extra ou o upgrade para a tarifa seguinte”, refere ainda a TAP.

Todas as informações sobre a nova estrutura de tarifas da TAP estão disponíveis no site da companhia aérea.

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OE 2023: Valor inscrito para rotas não liberalizadas é “insuficiente”, segundo Governo dos Açores

O presidente do Governo Regional dos Açores diz que o valor inscrito na proposta de Orçamento de Estado (OE) 2023 para as rotas não liberalizadas é “absolutamente insuficiente”.

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José Manuel Bolieiro disse, no início desta semana, que o valor na proposta de Orçamento do Estado (OE) para o financiamento das obrigações de serviço público nas rotas não liberalizadas, 3,5 milhões de euros, é “absolutamente insuficiente”, devendo este nunca ser inferior ao triplo deste montante.

Falando no Conselho de Ilha no Pico, e posteriormente aos jornalistas, e conforme citado na página oficial do Governo Regional, o governante mostrou deceção pelo valor inscrito para tal, acrescentando esperar que haja uma evolução nesta “proposta”, seja por via de alertas do Governo dos Açores seja na própria negociação na Assembleia da República.

A “solidariedade do Estado” e a noção de continuidade territorial foram sublinhadas por José Manuel Bolieiro a propósito desta matéria.

A mesma fonte indica que, em causa, estão as ligações aéreas diretas entre Lisboa e o Pico, Faial e Santa Maria, e ainda a ligação entre Ponta Delgada e o Funchal.

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Tráfego aéreo nacional recupera pelo 19.º mês consecutivo, diz NAV Portugal

Apesar de ainda ter quebras face a 2019, que foi um ano de referência para a aviação, o tráfego aéreo nacional continua a recuperar e, em setembro, voltou a aproximar-se dos níveis pré-pandemia, avança a NAV Portugal.

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Apesar de ainda apresentar quebras face a 2019, que tinha sido um ano de referência para a aviação, o tráfego aéreo nacional continua a recuperar e, em setembro, voltou a aproximar-se dos níveis pré-pandemia, de acordo com a NAV Portugal, que assinala a trajetória de crescimento que se mantém desde março de 2021.

“Se excetuarmos os meses de junho e julho deste ano, onde a quebra verificada foi
respetivamente de 5,4 e de 6,2% face aos mesmos meses de 2019, ano de referência para a aviação, a trajetória de crescimento ocorre desde março de 2021”, indica a NAV Portugal, num comunicado divulgado esta terça-feira, 11 de outubro.

Na região de informação de voo de Lisboa, a NAV Portugal diz que, em setembro, foram registados 54.554 movimentos, o que representa uma diminuição de 4,6% face aos 57.210 voos registados no mês de setembro de 2019.

“Em termos médios, neste mês foram controlados 1.818 voos IFR (Instruments Flight Rules) diários, registando-se uma perda de 88 voos diários face a setembro de 2019”, acrescenta a empresa que gere o tráfego aéreo nacional.

Já na zona de voo de Santa Maria, houve 13.918 movimentos em setembro, traduzindo-se num decréscimo de 6,6% face aos 14.894 voos controlados no mesmo mês de 2019.

“Em termos médios foram controlados este mês 464 voos IFR por dia, tendo-se registado uma perda de 33 voos diários face a setembro de 2019”, refere ainda a NAV na informação divulgada.

No acumulado desde janeiro até setembro, a NAV Portugal diz que foram registados 450.494 voos em Lisboa, o que corresponde a uma quebra de 42.605 voos face a igual período de 2019. Já na região de voo de Santa Maria, foram controlados 121.620 voos até setembro, menos 4.847 que em período homólogo de 2019.

 

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O mundo está finalmente de acordo com a meta de zero emissões até 2050 na aviação

O mundo finalmente concordou com um plano de longo prazo para reduzir as emissões de carbono dos voos, acordo que encerrou a 41ª Assembleia da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), reunida em Montreal.

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Os 193 países membros da ICAO adotaram uma meta de zero emissões líquidas até 2050, apesar das reclamações da China e da Rússia.

A notícia foi muito bem recebida pelos aeroportos e companhias aéreas, apesar de grupos ambientalistas afirmarem que é um acordo fraco e não juridicamente vinculativo.

Refira-se que, quando o mundo se reuniu em Paris em 2015 para concordar com um plano de longo prazo para combater as mudanças climáticas, faltavam dois setores principais: aviação e transporte. e sistema de compensação.

No entanto, acaba de ser dado o primeiro passo, já que a ICAO concordou que as companhias aéreas usarão o Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation (CORSIA).

Após discussões em Montreal, o limite foi estabelecido em 85% das emissões de carbono de 2019, permitindo um nível mais alto de poluição por dióxido de carbono antes que as companhias aéreas precisem comprar compensações.

“Agora que os governos e a indústria estão focados em zero líquido até 2050, esperamos iniciativas políticas muito mais fortes nas principais áreas de descarbonização, como incentivar a capacidade de produção de combustível de aviação sustentável (SAF). E a determinação global de descarbonizar a aviação que sustenta este acordo deve seguir os delegados e levar a uma ação política prática que permita que todos os Estados apoiem a indústria no rápido progresso que está determinado a fazer”, disse Willie Walsh, CEO da IATA.

Por sua vez, Luís Felipe de Oliveira, diretor geral do Conselho Geral de Aeroportos (ACI World), afirmou que o acordo é o ponto de partida para acelerar a colaboração entre a indústria e os governos. “Agora precisamos de reguladores para apoiar o trabalho dos aeroportos para desenvolver e implementar os seus planos de ação de descarbonização, bem como apoiar uma maior colaboração entre todas as partes interessadas para aumentar a disponibilidade de energia renovável, financiamento, novas tecnologias, apoiar as capacidades de desenvolvimento e abordar as questões operacionais. problemas e adaptações das infraestruturas”.

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