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TAP promove Cyber Weekend

Campanha da TAP oferece vantagens no Miles&Go.

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Durante o próximo fim-de-semana, a TAP vai duplicar os descontos associados ao Miles&Go, oferta que se insere no Cyber Weekend, campanha lançada a propósito da Black Friday, mas que se estende até segunda-feira, 27 de Novembro.

Em nota à imprensa, a TAP explica que esta campanha entra em vigor esta sexta-feira, 24 de Novembro, mantendo-se até segunda, dia 27, e inclui também vantagens para os clientes da companhia que ainda não tenham realizado a sua adesão ao programa de fidelização, mas que decidam fazê-lo durante o fim-de-semana.

“Com o Miles&Go, o passageiro já usufruía de um conjunto de descontos efectivos no preço dos bilhetes, em troca de milhas acumuladas, mas durante este fim-de-semana – Cyber Weekend – pode beneficiar em dobro de todas as vantagens oferecidas”, destaca a TAP na informação enviada à imprensa.

Em troca de 200 milhas, os clientes do programa de fidelização Victoria podem usufruir de um desconto de 20 euros numa viagem de ida e volta ou, caso utilizem apenas um percurso, 100 milhas dão direito a um desconto de 10 euros. A oferta aplica-se também a famílias.

Além dos descontos em troca de milhas, a TAP vai permitir também que os clientes que ainda não tenham crédito suficiente acumulado usufruam de um adiantamento das milhas que serão acumuladas na viagem que for reservada, sendo o saldo de milhas acertado após a realização da viagem.

O Miles&Go é o produto do programa de fidelização Victoria que permite aos clientes da companhia aérea de bandeira nacional descontar milhas para reduzir o valor pago pelas viagens. A opção de descontos Miles&GO está disponível exclusivamente na compra de bilhetes online, através do site www.flytap.com, para os clientes Victoria com registo activo no momento da reserva.

Todas as informações sobre as vantagens do programa Victoria e da campanha Miles&Go encontram-se disponibilizadas no website da TAP Air Portugal e podem ser consultadas em www.flytap.com/pt-pt/victoria/miles-go.

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IATA: Procura internacional acelera recuperação das viagens aéreas em abril

Em abril, a procura global por viagens aéreas aumentou 78,7%, apesar da guerra na Ucrânia e das restrições às viagens que continuam a existir na China, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Inês de Matos

Em abril, a procura global por viagens aéreas aumentou 78,7% em relação a abril de 2021, principalmente devido à procura internacional, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que diz que a procura retomou, no quarto mês do ano, a tendência de recuperação, apesar da guerra na Ucrânia e das restrições às viagens que continuam a existir na China.

Apesar da recuperação da procura internacional, a procura por viagens domésticas caiu 1,0% em abril, contrariando o aumento de 10,6% que tinha sido apurado no mês anterior, o que, explica a IATA, foi impulsionado “pelas contínuas restrições de viagens na China, onde o tráfego doméstico caiu 80,8%”.

Face a igual mês de 2019, o último ano antes da pandemia da COVID-19, o tráfego doméstico apresentou uma descida de 25,8%, acrescenta a IATA, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 9 de junho.

Já a procura internacional aumentou 331,9% em abril, existindo várias regiões no mundo onde este indicador já ultrapassou os valores de 2019, como a Europa, Médio Oriente, América do Norte e América Central.

Apesar da forte subida registada na procura internacional em abril, a IATA diz que, em comparação com igual mês de 2019, continua a existir uma descida de 43,4%.

“Com o levantamento de muitas restrições nas fronteiras, estamos a assistir a um aumento há muito esperado nas reservas, à medida que as pessoas procuram compensar dois anos de oportunidades de viagem perdidas. Os dados de abril são motivo de otimismo em quase todos os mercados, exceto na China, que continua a restringir severamente as viagens”, congratula-se Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Por regiões, o destaque vai para a Europa, que foi a região do mundo onde o tráfego internacional mais cresceu em abril, com uma subida de 480,0% face a abril de 2021, acima do crescimento de 434,3% que tinha sido apurado em março. Na Europa, a capacidade subiu 233,5%, enquanto o load factor aumentou 33,7 pontos percentuais, para 79,4%.

Na Ásia-Pacífico o crescimento foi igualmente assinalável, uma vez que, nesta região, o tráfego internacional aumentou 290,8% em abril, também acima do crescimento de 197,2% que tinha sido contabilizado em março. Já a capacidade subiu 88,6% e o load factor cresceu 34,6 pontos percentuais, chegando aos 66,8%, mantendo-se, contudo, como o mais baixo entre todas as regiões.

No Médio Oriente, abril também trouxe um forte crescimento do tráfego internacional, que subiu 265,0%, igualmente acima da subida de 252,7% que tinha sido registada em março. A capacidade aumentou ainda 101,0%, enquanto o load factor cresceu 32,2 pontos percentuais, para 71,7%.

Na América Latina, o tráfego internacional de abril subiu 263,2%, mais uma vez acima do crescimento de 241,2% apurado em março. Já a capacidade aumentou 189,1% e o load factor subiu 16,8 pontos percentuais, fixando-se nos 82,3%, o mais alto entre todas as regiões pelo 19.º mês consecutivo.

Na América do Norte, o aumento do tráfego internacional foi de 230,2% em abril, ligeiramente acima do crescimento de 227,9% que tinha sido apurado em março. Já a capacidade aumentou 98,5% e o load factor cresceu 31,6 pontos percentuais, para 79,3%.

Já África foi a região onde o tráfego internacional menos cresceu, subindo 116.2%, ainda assim acima do aumento de  93,3% que tinha sido contabilizado em março. Já a capacidade cresceu 65,7% e o load factor aumentou 15,7 pontos percentuais, para 67,3%.

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Qatar Airways abre nova rota para Santorini e retoma voos para Mykonos

Companhia aérea do Qatar inaugurou terça-feira, 7 de junho, uma nova rota com três voos por semana para Santorini, retomou os voos para Mykonos e passou Atenas para dois voos diários.

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A Qatar Airways  iniciou esta terça-feira, 7 de junho, uma nova rota para Santorini e retomou os voos para Mykonos, operações que, segundo a companhia aérea, pretendem tornar mais fáceis as viagens dos turistas que pretendem viajar para as ilhas gregas.

De acordo com um comunicado da Qatar Airways, a rota para Santorini é operada três vezes por semana num avião A320, com 12 lugares em classe executiva e 132 em económica, e a inauguração dos voos foi assinalada com um menu especial a bordo, dedicado à gastronomia grega.

“O destino insular une-se a Atenas e Mykonos para se tornar na terceira porta de entrada grega a ser servida pela transportadora nacional do Estado do Qatar”, sublinha a companhia aérea no comunicado divulgado esta terça-feira.

Além da nova rota para Santorini, a Qatar Airways retomou ainda, a 3 de junho, os voos para Mykonos, outra das mais conhecidas ilhas gregas, que passa a contar com quatro voos por semana da Qatar Airways, enquanto os voos para Atenas passam a contar com duas frequências diárias.

“As ilhas gregas são um destino turístico líder e um mercado importante para a Qatar Airways. Há um grande interesse de toda a nossa rede por voos para Santorini, especificamente no segmento de lazer. Temos o compromisso de oferecer aos nossos passageiros o maior número possível de opções de conexão únicas e perfeitas”, explica Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

 

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Governo dos Açores diz que privatização da Azores Airlines “pode ser uma virtude”

Presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, confirma que a Comissão Europeia exigiu a privatização de até 51% do capital da Azores Airlines para aprovar o plano de reestruturação da transportadora e as ajudas estatais.

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O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, considera que a privatização da Azores Airlines, a companhia internacional do grupo SATA, “pode ser uma virtude” e afirmou que a abertura de 51% da companhia aérea ao capital social privado “não é um problema”.

“A região pode sempre manter os 49%. Nessa matéria, até por razões doutrinárias, o nosso entendimento é que o capital social privado não é um problema. Pode ser uma virtude”, declarou José Manuel Bolieiro, numa conferência de imprensa em que esteve acompanhado pelos secretários regionais da Mobilidade e Finanças e pelo presidente do grupo SATA, Luís Rodrigues.

Segundo a Lusa, o presidente do executivo açoriano confirmou nesta conferência de imprensa que a Comissão Europeia colocou como “exigência” a privatização até 51% do capital social da Azores Airlines para aprovar o plano de reestruturação da transportadora e as ajudas conferidas à SATA pelo Estado português.

Sobre a exigência de alienação de 51% do capital social da companhia aérea, José Manuel Bolieiro afirmou ainda que, por enquanto, está “tudo em aberto e em progresso” e que o processo vai agora ser estudado.

“Vamos estudá-lo [o processo de privatização] e vamos fazê-lo com diálogo, com concertação e na melhor defesa dos interesses da SATA, da região, dos Açores e dos açorianos”, garantiu o presidente do Governo Regional dos Açores, considerando que, nesta fase, as questões sobre a alienação são “eventualmente intempestivas”.

José Manuel Bolieiro reiterou que “em caso algum vai existir um processo de despedimento coletivo”, lembrando que tal foi definido pela administração da empresa “desde a primeira hora” da elaboração do Plano de Reestruturação.

O governante regional falou ainda sobre a “paz social” que tem existido nas negociações internas no grupo SATA para a redução de despesas e lembrou que a “SATA está proibida de envolver-se em negócios ruinosos”, assim como a “região está proibida de entrar com dinheiro dos contribuintes para pagar negócios ruinosos”.

José Manuel Bolieiro rejeitou ainda que as ligações entre os Açores a diáspora na América do Norte sejam afetadas pela proibição da companhia aérea realizar rotas deficitárias, garantindo que “o negócio é que vai fundamentar a opção das rotas”.

“Parece que estamos a tomar decisões por via administrativa. É o negócio é que vai fundamentar a opção das rotas. O negócio tem de ser rentável. E o nosso compromisso, e o conhecimento que temos, é que na ligação com a diáspora o negócio é sustentável”, garantiu.

Recorde-se que a Comissão Europeia aprovou esta terça-feira, 7 de junho, a ajuda estatal portuguesa para apoio à reestruturação da companhia aérea SATA, de 453,25 milhões de euros em empréstimos e garantias estatais, prevendo ‘remédios’ como uma reorganização da estrutura empresarial.

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Custos de combustível e valorização do dólar dificultam reestruturação da TAP

Apesar de admitir que existem obstáculos à reestruturação da TAP, Christine Ourmières-Widener mostra-se “cuidadosamente otimista” em relação ao futuro da companhia aérea nacional.

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A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, admitiu esta terça-feira, 7 de junho, que o custo mais elevado do combustível e a valorização do dólar americano (USD) são obstáculos que tornam mais difícil a realização do plano de reestruturação da companhia aérea de bandeira nacional.

De acordo com a responsável, que foi ouvida na tarde desta terça-feira, 7 de junho, na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação da Assembleia da República, “os custos de combustível mais elevados e a valorização do USD são obstáculos que tornam mais difícil a realização do plano”.

Christine Ourmières-Widener especificou que os custos estimados com combustível são cerca de 300 milhões de euros superiores ao anteriormente previsto e 200 milhões superiores a 2019.

No entanto, a CEO da TAP reiterou que, apesar dos desafios, a sustentabilidade e sobrevivência da companhia aérea nacional são “absolutamente possíveis”, considerando que aquilo que a transportadora não pode fazer é “comprometer o futuro a longo prazo para resultados a curto prazo”.

“Estamos cuidadosamente otimistas”, acrescentou Christine Ourmières-Widener.

Recorde-se que, âmbito do plano de reestruturação de que a TAP está a ser alvo, a Comissão Europeia impôs, entre outras medidas, que a companhia aérea não pode pedir apoio financeiro adicional ao Governo durante os próximos 10 anos, fique limitada a uma frota de 99 aviões, liberte 18 faixas horárias (‘slots’) no aeroporto de Lisboa e que aliene ou feche ativos não essenciais.

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Azul passa a permitir uso de equipamentos tecnológicos na frota de aviões ATR

Para permitir a utilização de dispositivos eletrónicos como telemóveis e tablets nos seus voos em aviões ATR, a Azul realizou um teste de interferência eletromagnética na aeronave com resultado positivo.

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A Azul anunciou que, desde a segunda quinzena de maio, passou a ser permitida a utilização de aparelhos eletrónicos em modo de avião na sua frota de aparelhos ATR, nos quais, devido a motivos regulatórios, não era até essa data possível a utilização de telemóveis, tablets ou outros aparelhos, que deveriam permanecer desligados ao longo de todo o voo.

Para permitir a utilização destes dispositivos eletrónicos nos seus voos em aviões ATR, a Azul realizou um teste de interferência eletromagnética na aeronave com resultado positivo, o que levou a ANAC a emitir a autorização para estes aviões da companhia aérea brasileira.

“A autorização foi emitida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) após a realização de um teste de interferência eletromagnética na aeronave que aferiu que a frota ATR está apta a operar com os dispositivos eletrônicos ligados”, indica a companhia aérea brasileira, revelando que o teste foi realizado em agosto de 2021, em conformidade com as normas e padrões internacionais.

No comunicado divulgado esta terça-feira, 7 de junho, a Azul lembra que possui a maior frota de aviões ATR do Brasil, na qual conta com 36 aparelhos, onde passa agora a ser permitido o uso destes dispositivos, o que, segundo a transportadora, vai permitir “tornar a experiência de voo dos seus clientes ainda melhor”.

Recorde-se que o ATR é um avião de origem francesa, que tem capacidade para transportar cerca de 70 passageiros e que, no caso da Azul, é utilizado em voos regionais.

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Comissão Europeia aprova ajuda estatal de 453,25 M€ à SATA

A Comissão Europeia considera que esta ajuda estatal vai “permitir à empresa financiar o seu plano de reestruturação e restaurar a sua viabilidade a longo prazo”.

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A Comissão Europeia aprovou esta terça-feira, 7 de junho, a ajuda estatal de 453,25 milhões de euros para apoio à reestruturação da SATA, avança a Lusa, que cita um comunicado divulgado por Bruxelas.

“A Comissão Europeia aprovou, ao abrigo das regras da União Europeia em matéria de auxílios estatais, os planos de Portugal para conceder à transportadora aérea SATA Air Açores uma ajuda à reestruturação num montante total de 453,25 milhões de euros”, indica a Comissão Europeia, no comunicado citado pela Lusa.

De acordo com a instituição europeia, esta ajuda estatal vai “permitir à empresa financiar o seu plano de reestruturação e restaurar a sua viabilidade a longo prazo”, sendo a verba atribuída dividida entre empréstimos diretos de 144,5 milhões de euros e assunção de dívida de 173,8 milhões , num total de 318,25 milhões de euros a converter em capital próprio, e em garantias estatais de 135 milhões de euros concedidas até 2028 para financiamento bancário.

Recorde-se que a ‘luz verde’ anunciada por Bruxelas surge depois de, em abril de 2021, Portugal ter notificado a Comissão Europeia sobre a sua intenção de conceder uma ajuda estatal para apoiar o plano de reestruturação da SATA para o período 2021-2025.

“O plano de reestruturação estabelece um pacote de medidas destinadas a melhorar as operações e os horários da SATA, bem como a reduzir os custos”, destaca Bruxelas na informação à imprensa.

Segundo a Lusa, em causa estão compromissos “para assegurar uma implementação eficaz”, como o desinvestimento de uma participação de controlo (51%) na Azores Airlines, o desdobramento da atividade de assistência em terra e a reorganização da estrutura empresarial da SATA, através da criação de uma ‘holding’ que substitui a SATA Air Açores no controlo das suas operações subsidiárias.

Prevista está também a obrigação da SATA ter um limite máximo na sua frota até ao final do plano de reestruturação, assim como a proibição de, também até esse prazo, fazer qualquer aquisição de aviões.

“A Comissão concluiu que a ajuda à reestruturação está em conformidade com as regras europeias em matéria de auxílios estatais”, nomeadamente as referentes a apoios de emergência e concedidos a empresas em dificuldade, adianta a instituição.

No comunicado divulgado, a Comissão Europeia diz ter verificado que “a ajuda é necessária e adequada para assegurar que a SATA, sendo uma empresa em dificuldade, irá ser viável a longo prazo sem a necessidade de apoio público contínuo” e realça que “os efeitos negativos da ajuda à reestruturação no setor dos transportes aéreos são limitados”.

Por outro lado, acrescenta a informação da Comissão Europeia, esta ajuda estatal “facilita o desenvolvimento do transporte aéreo regional e atividades conexas, em particular no setor do turismo, nos Açores, e não distorce a concorrência”.

Esta medida “garantirá a continuidade territorial das ilhas dos Açores com Portugal continental e a União Europeia, permitindo ao mesmo tempo o regresso à viabilidade” da SATA e confere as “salvaguardas para garantir que as possíveis distorções da concorrência sejam limitadas”.

A Lusa lembra que as dificuldades financeiras da SATA perduram desde pelo menos 2014, altura em que a companhia aérea detida na totalidade pelo Governo Regional dos Açores começou a registar prejuízos, que foram agravados pelos efeitos da pandemia de Covid-19, que teve um enorme impacto no setor da aviação.

Também esta terça-feira, a Comissão Europeia anunciou ter encerrado a investigação aberta em agosto de 2020 à transportadora açoriana SATA sobre os apoios públicos de Portugal, após a empresa ter reembolsado ao Estado português as verbas facultadas para aumentos de capital.

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Emirates lança nova classe Premium Economy a 1 de agosto

A Emirates vai lançar, a 1 de agosto, a nova classe Economy Premium, que passa a estar disponível nos voos para Londres Heathrow, Paris Charles de Gaulle, Sydney e Christchurch operados no A380, o maior avião comercial do mundo.

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A Emirates anunciou a criação de uma nova classe de bordo, a Economy Premium, que passa a estar disponível a partir de 1 de agosto, nos voos para Londres Heathrow, Paris Charles de Gaulle, Sydney e Christchurch operados no A380, o maior avião comercial do mundo.

“Esta é uma novidade exclusiva, já que a Emirates é a única companhia aérea da região a oferecer este tipo de experiência a bordo”, refere a companhia aérea do Dubai, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 6 de junho.

As vendas para a nova classe de bordo arrancaram a 1 de junho e, segundo a Emirates, a Premium Economy garante “lugares luxuosos, mais espaço e conforto para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta comercial das melhores companhias aéreas mundiais”.

A experiência começa ainda em terra, uma vez que os passageiros têm acesso a uma área de check-in dedicada à Premium Economy no aeroporto internacional do Dubai, enquanto a bordo viajam numa cabine luxuosa, com um “painel de madeira com acabamento semelhante ao da Business Class, onde cada assento é concebido para proporcionar conforto e apoio melhorado”.

“Os assentos de couro de cor creme têm um espaço generoso de até 40 polegadas, 19,5 polegadas de largura e reclinam-se 8 polegadas numa posição confortável de berço com amplo espaço para os passageiros se esticarem. Os assentos oferecem ainda descansos e apoios para os pés para um conforto adicional a bordo, além de muitos outros detalhes – como é o caso dos pontos de carregamento facilmente acessíveis nos assentos e uma mesa de cocktail lateral”, indica a Emirates.

A Premium Economy da Emirates incorpora “elementos inspirados pela Business Class”, motivo pelo qual os passageiro são recebidos com uma bebida de boas-vindas e dispõem de refeições “confecionadas com ingredientes sazonais e influências regionais”, servidas em loiça acompanhada por talheres de aço inoxidável embrulhados em guardanapo de linho.

“O menu de bebidas incluirá uma seleção de bebidas, incluindo vinhos premium e um espumante. Há também licores disponíveis após as refeições, com chocolates”, acrescenta a companhia aérea.

Cada assento tem ainda um ecrã de 13,3 polegadas, um dos maiores da sua classe, para desfrutar da inigualável variedade de até 5.000 canais de música, filmes, TV, notícias e outros conteúdos exclusivos da Emirates.

A nova classe de bordo da Emirates vai estar disponível nas rotas operadas pelo avião A380 para Londres, Paris, Sydney a partir de 1 de agosto, e Christchurch a partir de dezembro.

A Emirates indica ainda que, no A380, a classe Premium Economy vai contar com 56 lugares e fica localizada na frente do convés principal, com uma disposição 2-4-2. Já no Boeing 777, a Emirates vai instalar até 24 lugares Premium Economy, que vão ficar lovalizados entre as classes de Business e Economy.

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Transporte aéreo de passageiros continuou a subir no primeiro trimestre mas ainda abaixo de 2019

Dados do INE indicam que, nos primeiros três meses do ano, os aeroportos nacionais movimentaram 8,3 milhões de passageiros e cresceram 465,7% face a igual período de 2021, ainda que, em comparação com trimestre homólogo de 2019, continue a existir uma quebra de 25,4%.

Inês de Matos

No primeiro trimestre do ano, o transporte aéreo de passageiros manteve a tendência de crescimento que já se vinha a registar, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), que indica que, nos primeiros três meses do ano, os aeroportos nacionais movimentaram 8,3 milhões de passageiros, num crescimento de 465,7% face a igual período de 2021, ainda que, em comparação com trimestre homólogo de 2019 continue a existir uma quebra de 25,4%.

De acordo com o INE, nos três primeiros meses de 2022, aterraram nos aeroportos nacionais cerca de 38 mil aeronaves em voos comerciais, o que corresponde a uma subida de 184,5% face ao trimestre homólogo de 2021, enquanto o movimento de passageiros chegou a 8,3 milhões, entre embarques, desembarques e trânsitos diretos, o que traduz um crescimento homólogo de 465,7%.

Apesar da subida animadora, em comparação com o primeiro trimestre de 2019, antes da chegada da pandemia, os números continuam a traduzir descidas, que chegaram aos 16,4% no número de aeronaves aterradas e aos 25,4% no total de passageiros movimentados.

“Analisando o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente no 1º trimestre de 2022, e comparando com os períodos homólogos de 2019, 2020 e 2021, pode observar-se que os níveis destas variáveis se aproximam dos níveis anteriores à pandemia”, indica o INE no comunicado divulgado.

Por aeroportos, o INE destaca a infraestrutura de Lisboa, que concentrou 54,2% do movimento total de passageiros, o que corresponde a 4,5 milhões de passageiros, ainda assim com um decréscimo de 27,8% face a trimestre homólogo de 2019.

Já o aeroporto do Porto foi o segundo com maior volume de passageiros no primeiro trimestre do ano e concentrou 23,4% dos passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, o que corresponde a cerca de dois milhões de passageiros e traduz uma diminuição de 25,2% face ao mesmo período de 2019.

Já o aeroporto de Faro registou um movimento de 761,9 mil passageiros, o que correspondeu a 9,1% do total e que se traduz um decréscimo de 24,8% face ao primeiro trimestre de 2019.

Nas ilhas, volume de passageiros movimentados nos aeroportos do Funchal e de Ponta Delgada corresponderam, respetivamente, a 7,2% e 3,3%, sendo estes, segundo o INE, os dois aeroportos nacionais que apresentaram menores decréscimos face a 2019, com quebras de 15,0% e 18,6%, respetivamente.

O INE diz ainda que, no três primeiros meses de 2022, o tráfego internacional somou 6,8 milhões de passageiros e correspondeu a 80,9% do tráfego total, com destaque para Faro, onde o tráfego internacional concentrou 90,6% dos passageiros, seguindo-se Lisboa com 88,7% e o Porto com 86,7%.

 

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Portway realizou operações de assistência a voos 100% sustentável

Aconteceu no Aeroporto Internacional da Madeira e pela primeira vez em Portugal. No âmbito da iniciativa “Green Days”, nos dias 30 e 31 de maio, a Portway realizou operações de assistência aeronáutica 100% sustentáveis.

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Várias das operações levadas a cabo pela empresa de handling nestes dias foram feitas com 0% de emissões de CO2, constituindo-se mais um passo a caminho dos objetivos de reduzir 50% das emissões de CO2 até 2030 e de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

Nos dois dias, foram sete as companhias aéreas que a Portway assistiu com operações totalmente ecológicas: Easyjet; Edelweiss; Finnair; Jet2.com; Luxair; Transavia e Wizzair.

Tendo em conta as características do Aeroporto Internacional da Madeira, cujas curtas distâncias percorridas permitem a utilização de equipamentos elétricos e manuais com ganhos de eficiência, minimizando o impacto ambiental, a Portway revela, em nota de imprensa, que decidiu acelerar os investimentos na região, tendo recentemente adquirido um “Ground Power Unit (GPU)” elétrico, que permite fornecer energia aos aviões quando estacionados, sem recurso a combustíveis fósseis.

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APG assinala o seu dia em Portugal com um “obrigado” às agências de viagens

No dia em que a APG, a nível mundial, assinala a data da sua formação, 27 de Maio, o momento foi também celebrado pela APG Portugal, num “obrigado” aos seus clientes, agentes de viagens, por reconhecerem este GSA como seu parceiro preferencial.

Presente com 93 escritórios, este GSA com sede em França, assinalou o seu dia em todo o mundo, mas também em Portugal. Em Lisboa, numa ação informal, Rute Rapaz, diretora, e Rita Cascada, diretora de operações juntaram os agentes de viagens que operam no país, para lhes dizer “obrigado, que continuamos cá, apesar destes dois anos de pandemia, e este também não está fácil, que podem contar connosco no que precisarem, porque tentaremos inventar se for preciso, no sentido de começarmos o 2023 com os dois pés direitos, e continuar o negócio, disseram ao Publituris.

Este ano, a celebração teve como mote “Let’s Reconnect” porque, segundo as duas responsáveis, foram dois anos em que não se passou nada, com todas as companhias em terra, “por isso, queremos celebrar esta nova normalidade”.

Em Portugal, atualmente a APG representa nove companhias aéreas, sendo que neste momento, online, apenas uma, a Finnair, que voa de Lisboa e do Porto, ao mesmo tempo que comercializa comboios por essa Europa fora. No entanto é possível a chegada de novas transportadora aéreas para o seio da APG, pelo menos os trabalhos estão a ser realizados nesse sentido.

Apesar de terem sido dois anos difíceis, em que o processo dos reembolsos foi “um pesadelo, em que as companhias aéreas não respondiam, depois disso “podemos dizer que o balanço foi positivo. Trabalhámos muito, mas sem vendas”, referiu Rute Rapaz.

Já Rita Cascada destacou que “o facto de trabalharmos neste mercado há muitos anos e conhecermos bem as pessoas, permite-nos ter uma  ótima relação com os agentes de viagens em Portugal. Apesar de representarmos companhias aéreas, tentamos ao máximo pôr-nos do lado do agente de viagens. O essencial é prestarmos um bom serviço ao agente de viagens e temos uma afinidade, uma proximidade”.

Mais informação sobre esta conversa com Rute Rapaz e Rita Cascada para ler na próxima edição do Publituris.

 

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