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Há 10M€ para promover Sustentabilidade no Turismo

Anúncio é feito no Dia Mundial do Turismo que é dedicado este ano à Sustentabilidade do sector.

Carina Monteiro
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Há 10M€ para promover Sustentabilidade no Turismo

Anúncio é feito no Dia Mundial do Turismo que é dedicado este ano à Sustentabilidade do sector.

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A Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, anunciou esta quarta-feira, dia 27 de Setembro, a abertura de uma nova linha de financiamento destinada a apoiar projectos de sustentabilidade no turismo.

Este novo instrumento financeiro tem uma dotação de 10 milhões de euros e destina-se “a empresas, entidades públicas e associações de comércio ou de moradores, assim como de entidades de natureza e fins análogos que apresentem projectos de investimento que promovam a sustentabilidade social e ambiental no turismo, contribuindo, deste modo, para o reforço da competitividade de Portugal enquanto destino turístico”, informa o comunicado da Secretaria de Estado do Turismo.

Segundo Ana Mendes Godinho, esta linha “visa atingir os objectivos e metas traçados no âmbito da ET27 no que à sustentabilidade social e ambiental diz respeito”. “Pretendemos – adianta – que mais de 90% da população residente considere positivos os efeitos do turismo na sua comunidade. Isto só é possível com o envolvimento de todos. Esta é uma forma de chamar a sociedade civil a pensar, a desenvolver projectos que as beneficiem directamente, que promovam a sua qualidade de vida e a sã convivência entre turistas e residentes”.

Esta linha estará disponível a partir do próximo mês de Outubro até Dezembro de 2018. Os apoios financeiros ascendem a 80% do valor das despesas elegíveis dos projectos, com o limite máximo respectivamente de 300 mil ou 100 mil euros por projecto, caso o promotor seja uma entidade pública ou uma empresa. Cinquenta por cento do financiamento pode ser convertido em não reembolsável no caso das empresas e, se se tratar de uma entidade pública ou associação, esse valor sobe para os 80%.

São elegíveis:
a) Iniciativas e projetos que contribuam para promover um maior e melhor integração entre os residentes e os turistas, melhorar a qualidade de vida dos residentes e promover uma maior retenção de valor para a comunidade em resultado da atividade turística, nomeadamente nas áreas da higiene urbana, da mobilidade, da acessibilidade, da sinalética ou de inovação social.
b) Iniciativas e projetos que visem a dinamização económica dos espaços urbanos, através do apoio à valorização e requalificação das lojas com história, incluindo a qualificação dos respetivos recursos humanos.
c) Promoção do consumo de produtos locais por parte dos visitantes;
d) Projetos e ações de educação/sensibilização ambiental e social no turismo, numa ótica colaborativa, visando, designadamente, a proteção do património natural e histórico e cultural;
e) Iniciativas e projetos que fomentam a valorização dos territórios e das comunidades nas suas várias dimensões, permitindo, a valorização da identidade do País, das comunidades locais e que facilitem o diálogo intergeracional;
2. Entende-se por lojas com história as que, como tal, venham a ser classificadas pelas respetivas Câmaras Municipais, de acordo com os respetivos regulamentos editados para o efeito.

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Sindicatos desconvocam greve depois de acordo com a ANA

Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

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Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

“Após várias horas de negociações, numa reunião que teve ontem [terça-feira] início nas instalações da DGERT e culminou hoje, 10 de agosto, o SINTAC [Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil] e SQAC [Sindicato dos Quadros da Aviação Comercial] chegaram a acordo com a ANA/VINCI”, lê-se num comunicado do SINTAC, que é citado pela Lusa.

De acordo com o sindicato, o acordo permitiu desconvocar a greve, depois de ter sido “possível encontrar uma posição de consenso entre as partes”, que concordaram quanto à necessidade de haver um reforço dos recursos humanos nas áreas operacionais das infraestruturas  aeroportuárias.

“Do acordo resultou uma clara abertura para fazer face à escassez de RH nas áreas operacionais, um aumento salarial intercalar e a negociação de um AE (acordo de empresa), os dois últimos a concretizar através de mediação da DGERT”, explica o sindicato, que revela que, nesse sentido, vão decorrer, a 14 de setembro, reuniões para fazer um levantamento dos trabalhadores necessários e iniciar o processo de recrutamento.

Apesar do entendimento, os sindicatos dizem que este foi o “acordo possível”, até porque, acrescenta o comunicado enviado à Lusa, vêm aí “tempos difíceis”, pelo que a “empresa – ANA/VINCI – terá de que fazer repercutir nos salários dos trabalhadores a inflação galopante e os seus próprios resultados, que se adivinham muito bons”.

Entretanto, o SINTAC lançou um novo pré-aviso de greve, desta vez abrangendo os trabalhadores da Portway (detida pela ANA) dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, para 26, 27 e 28 de agosto.

“Em causa está a política de RH [recursos humanos] assumida ao longo dos últimos anos pela Portway, empresa detida pelo Grupo VINCI, de confronto e desvalorização dos trabalhadores por via de consecutivos incumprimentos do Acordo de Empresa, confrontação disciplinar, ausência de atualizações salariais, deturpação das avaliações de desempenho que evitam as progressões salariais e má-fé nas negociações”, indicou o sindicato, em comunicado.

 

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Sindicato dos Pilotos denuncia “milhões de erros” na TAP

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) diz que os erros na gestão da TAP “desperdiçam as receitas geradas este verão, fruto de uma elevada atividade operacional” e “comprometem a recuperação e o futuro da empresa”.

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O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), que representa os pilotos da TAP, veio esta quarta-feira, 10 de agosto, chamar a atenção para os erros na gestão da companhia aérea de bandeira nacional que, segundo o sindicato, “desperdiçam as receitas geradas este verão, fruto de uma elevada atividade operacional” e “comprometem a recuperação e o futuro da empresa”.

De acordo com o SPAC, este ano, a TAP praticamente “triplicou a contratação externa com contratos de ACMI a várias companhias aéreas”, à semelhança do que já tinha acontecido em 2018, quando a TAP se deparava com o problema da falta de aviões.

“As contas deste ano vão refletir a profundidade desta ação com bastante mais que os 200 milhões de euros pagos em 2018”, denuncia o SPAC, que fala também num aumento do valor a pagar em indemnizações aos passageiros.

O sindicato lembra que, em 2018, “a TAP pagou cerca de 55 milhões de euros em indemnizações a passageiros” e alerta que, este ano, devido ao caos nos aeroportos nacionais, a TAP já cancelou quase 500 voos, pelo que “o valor de 55 milhões de 2018 irá seguramente ser superado em 2022”.

Além disso, acrescenta o SPAC, continuam parados os dois aviões A330 que tinham sido convertidos em ‘cargueiros’, o que, segundo o sindicato, só serve para “acumular prejuízo a um ritmo alucinante de um milhão de euros por mês”.

“Um prejuízo acumulado a ultrapassar os 21 milhões de euros. Assumido o falhanço da conversão, serão agora reconvertidos para aviões de passageiros, com o inerente custo adicional de material, mão de obra especializada e homologações, com custos que representam mais alguns milhões de euros perdidos, neste processo inútil de converte/desconverte”, explica o SPAC.

Aos custos já referidos, o sindicato junta ainda os “gastos com os trabalhos de Manutenção, pagos agora a empresas que contrataram os Técnicos despedidos pela TAP em 2020”, assim como “os gastos desnecessários com a mudança da sede da Empresa do Aeroporto de Lisboa para o Parque das Nações”.

“Tudo isto são valores que a gestão não divulga, a tutela não vigia e os contribuintes portugueses pagam.  Valores que podem somar centenas de milhões de euros, apenas em 2022, enquanto a TAP afunda”, conclui o SPAC.

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Azul lança primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico

A tecnologia de biometria já está a ser instalada nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e deverá começar a ser usada ainda este mês de agosto.

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A Azul vai passar a disponibilizar, ao longo deste mês, a primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico no embarque, uma novidade que surge depois dos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, terem implementado “de forma definitiva o embarque facial biométrico 100% digital para passageiros e tripulantes”.

“Combinando análise de dados e validação por biometria, a tecnologia dispensa a apresentação de cartões de embarque e documentos de identificação dos viajantes de voos domésticos partindo desses terminais. Serão beneficiados especialmente os usuários da ponte aérea São Paulo/Rio de Janeiro. Com o procedimento instalado nos aeroportos que formam a rota de maior movimento do país, o Brasil tem agora a primeira ponte área biométrica de ponta a ponta do mundo”, sublinha a companhia aérea, num comunicado enviado à imprensa.  

De acordo com a Azul, a tecnologia de biometria está já a ser instalada nos dois aeroportos brasileiros e, quando estiver totalmente disponível, vai permitir que os passageiros dos voos entre São Paulo-Congonha e Rio de Janeiro-Santos Dumont, façam o check-in e embarque sem necessidade de apresentação de qualquer documento, uma vez que a identificação é realizada por reconhecimento facial.

Além dos passageiros, esta tecnologia vai estar também disponível para tripulantes, permitindo “o acesso às áreas restritas dos dois terminais aéreos”, acrescenta a Azul, na informação divulgada.

A tecnologia de biometria vai ser instalada de forma gradual e, segundo a companhia aérea, tem o objetivo de “tornar mais eficiente, ágil e seguro o processamento de passageiros e tripulantes, tendo por premissa a segurança no tratamento e a proteção dos dados pessoais dos usuários contra uso indevido ou não autorizado”.  

A companhia aérea explica ainda que o sistema de biometria já foi testado com sucesso durante o projeto piloto do programa federal Embarque+Seguro, que chegou a sete aeroportos brasileiros e processou mais de 6,2 mil passageiros.

“A participação da Azul neste projeto reforça o investimento constante da companhia em inovação, segurança e comodidade no setor aéreo brasileiro, que incrementam a experiência dos clientes da empresa durante toda a jornada de viagem. Não medimos esforços para apresentar novas soluções que possibilitem uma experiência de voo segura e eficiente aos nossos clientes”, refere Jason Ward, ice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

Segundo a companhia aérea, para terem acesso ao check-in biométrico, os passageiros devem dispor de um documento biométrico válido, assim como de uma passagem aérea e acesso ao canal de registo e validação biométrica da companhia aérea. Depois, é necessário aceitar os termos da Lei Geral de Proteção de Dados de forma digital para obter a validação do registo e poder usar a tecnologia instalada nos aeroportos.

No aeroporto, a biometria facial é usada em duas etapas, primeiro no acesso à sala de embarque e, depois, no embarque para o avião, devendo os passageiros usar as máquinas de reconhecimento facial que vão estar disponíveis.

Para passar a ser usada nos dois aeroportos brasileiros, esta tecnologia tem vindo a ser instalada de forma gradual em todas as áreas de check-in e portões de embarque dos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, existindo já 12 portas de embarque com esta tecnologia e 10 máquinas de reconhecimento facial no aeroporto de Congonhas, bem como oito portas e cinco máquinas na infraestrutura aeroportuária do Rio de Janeiro.

“Após realizados os devidos testes, cada equipamento torna-se imediatamente operacional, disponibilizando a solução tecnológica para uso de todas as companhias aéreas que operam nos dois terminais e que tenham formalizado a sua adesão à iniciativa”, acrescenta a Azul.

 

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Preços hoteleiros nos principais destinos europeus estão abaixo de 2019

Mesmo tendo em conta a inflação, os preços das unidades hoteleiras ainda são mais baixos que os de 2019. A conclusão é da empresa de dados turísticos Mabrian.

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Os preços das unidades hoteleiras deste ano são mais baixos que os verificados em 2019 na maioria dos destinos turísticos europeus, mesmo tendo em conta a inflação.

A conclusão é da empresa de dados turísticos Mabrian, que analisou os preços hoteleiros dos principais destinos europeus em agosto e comparou-os com as taxas de inflação locais. Os dados de 2022 foram depois confrontados com os de 2019.

Em comunicado de imprensa, a Mabrian afirma que um dos principais dados do estudo conclui que, apesar de os preços dos hotéis terem verificado subidas em 2022, e mesmo tendo em conta a inflação, estes continuam a ser mais baixos que os registados em 2019 nos principais destinos turísticos europeus.

Mabrian

A recente subida de preços nos hotéis de três e quatro estrelas em Espanha, Portugal, França e no Reino Unido, bem como nos hotéis de quatro e cinco estrelas em Itália, estão abaixo dos níveis de inflação, “o que demonstra uma descida no preço real dos hotéis”.

Tanto em Itália como no Reino Unido, o aumento de preços mais significativo é verificado na categoria dos hotéis de três estrelas, enquanto na Grécia, França, Espanha e Alemanha a tendência de aumento mais evidente ocorre nas unidades de cinco estrelas.

Em Itália, os hotéis de três, quatro e cinco estrelas aumentaram os preços numa percentagem de 27%, 7% e 4%, respetivamente, numa taxa de inflação de 9.12%.

No Reino Unido, os hotéis de três estrelas aumentaram os preços numa percentagem de 7%, enquanto os hotéis de quatro e cinco estrelas desceram os preços quando comparados com os de 2019, numa percentagem de 1% e 12%, respetivamente. A taxa de inflação é de 11,57%.

Comparados com os valores de 2019, os preços dos hotéis de três, quatro e cinco estrelas em França este ano aumentaram numa percentagem de 2%, 5% e 20%, respetivamente, com uma inflação de 7.83%.

Por fim, em Espanha, é detetado uma subida semelhante à de França, com o preço dos hotéis de três estrelas a aumentar 4% em relação a 2019, os de quatro estrelas a 6% e os de cinco estrelas a 13%, com a inflação a registar 13,55%.

Hotéis de cinco estrelas na Grécia marcam exceção à regra

No caso da Grécia, o cenário é diferente, visto que a subida de preços é muito mais significativa – neste caso, a subida de preço nos hotéis de cinco estrelas regista uma percentagem de até 134% quando comparada com 2019, enquanto a taxa de inflação é de 6.87%.

A empresa de dados turísticos associa o aumento de preços nesta tipologia de hotéis às aberturas recentes de unidades de luxo neste destino, que levaram ao aumento do preço médio de estadia no país. Apesar da tendência, os hotéis gregos de três e quatro estrelas mantiveram o aumento de preços numa percentagem de 31% e 82%, respetivamente, quando comparado com 2019.

Na Alemanha, a empresa verificou uma percentagem de aumento de preços diferente consoante as categorias dos hotéis: 12% no caso dos hotéis de três estrelas; 18% nos hotéis de quatro estrelas e 25% nos hotéis cinco estrelas. A inflação marca os 10,55%.

“Através desta análise podemos verificar que a comparação de preços entre anos pode ser ilusória no atual contexto de instabilidade. Na Europa não estamos habituados a lidar com estas taxas de inflação. Neste momento, é importante que a indústria do turismo se foque em métricas de lucro como o RevPar e GrossPar, em detrimento do preço e ocupação. A taxa média diária (ADR) é altamente comprometida pela evolução da inflação e outros fatores macroeconómicos, como as taxas de câmbio”, declara Carlos Cendra, diretor de marketing e vendas na Mabrian em comunicado.

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Emirates abre recrutamento de pilotos

As candidaturas podem ser realizadas online, através do site https://www.emiratesgroupcareers.com/pilots/, onde é também possível consultar os critérios de elegibilidade.

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A Emirates abriu um processo de recrutamento para contratar pilotos que tenham experiência em aeronaves com vários motores e várias tripulações, que se podem candidatar online às vagas disponíveis na companhia aérea de bandeira do Dubai.

De acordo com a Emirates, as candidaturas podem ser realizadas online, através do site https://www.emiratesgroupcareers.com/pilots/, onde é também possível consultar os critérios de elegibilidade.

Além de terem experiência em aeronaves com vários motores e várias tripulações, os candidatos devem também possuir Licença de Piloto de Linha Aérea da OACI válida, e uma experiência mínima de 2,000 horas de voo em aeronaves de 20 toneladas MTOW (peso máximo de descolagem).

Além de terem a possibilidade de trabalhar numa companhia aérea que tem uma das frotas mais modernas do mundo, os pilotos que forem escolhidos para trabalhar na Emirates gozam também de um conjunto de benefícios que é alagado às suas famílias, assim como de um salário competitivo isento de impostos, um subsídio de alojamento e educação generoso e uma excelente cobertura médica e dentária.

Os colaboradores da Emirates podem ainda usufruir de “transporte de carga em condições preferenciais e de benefícios em viagens para toda a família e até de bilhetes para amigos, em toda a rede de destinos da companhia aérea”.

Paralelamente, há ainda formação com “instrutores altamente qualificados e em ambientes especialmente concebidos para o efeito”, assim como a oportunidade de progressão na carreira, permitindo que os pilotos se tornem comandantes, pilotos técnicos, standards’ captains, examinadores e instrutores.

 

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Número de turistas internacionais no Dubai cresce 183% no 1.º semestre

De acordo com o Departamento de Economia e Turismo do Dubai (DET), “o número de turistas verificado no primeiro semestre de 2022 ficou muito próximo dos números do período homólogo de 2019”.

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Entre janeiro e junho, o Dubai recebeu 7,12 milhões de turistas internacionais, número que traduz um aumento de 183% face a igual período de 2021, quando o emirado tinha contabilizado 2,52  milhões de turistas internacionais, avança o Departamento de Economia e Turismo do Dubai (DET), em comunicado.

“O número de turistas verificado no primeiro semestre de 2022 ficou muito próximo dos números do período homólogo de 2019, no qual se registou 8,36 milhões de turistas internacionais no Dubai”, destaca o DET, acrescentando que esta “tendência positiva coloca a cidade no caminho certo para atingir as metas de turismo delineadas para este ano”.

Grande parte dos turistas internacionais que visitaram o Dubai no primeiro semestre era proveniente da Europa Ocidental, que representou uma quota de 22% dos turistas internacionais contabilizados, assim como do Médio Oriente e Norte de África, que em conjunto representaram 34% dos turistas que visitaram o Dubai entre janeiro e junho. A estas regiões, junta-se ainda a Ásia, com uma quota de 16%, assim como a Rússia, CEI e Europa Oriental, com 11% do total de visitantes no primeiro semestre de 2022.

“A ampla distribuição geográfica dos mercados emissores do emirado reflete a estratégia de diversificação do Dubai destinada a direcionar o tráfego por um amplo espectro de países e segmentos de visitantes, mitigando assim os riscos associados à dependência excessiva de uma só região, e destaca ainda o sucesso das campanhas de marketing personalizadas do destino em plataformas especializadas específicas e diferenciadas”, justifica o DET.

Nos primeiros seis meses do ano, destaque ainda para a atividade hoteleira no Dubai, que “apresentou resultados consideráveis, com um desempenho recorde na maioria dos indicadores durante o primeiro semestre de 2022”.

Entre janeiro e junho, a hotelaria do Dubai registou uma taxa de ocupação média de 74%, “uma das mais altas do mundo” e 12 pontos percentuais do registado em igual período do ano passado, quando este indicador se ficava pelos 62%.

Em comparação com o período pré-pandemia, a taxa de ocupação da hotelaria do Dubai continua, no entanto, ligeiramente abaixo, uma vez que no primeiro semestre de 2019 este indicador tinha sido de 76%.

Os resultados foram também positivos ao nível do rendimento médio por quarto ocupado (ADR) e o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR), que já superaram os níveis pré-pandémicos, com o ADR a chegar aos AED567, num aumento de 48,5% e 28% face ao mesmo período de 2021 e 2019, respetivamente.

Já o RevPAR subiu 76% em relação aos primeiros seis meses de 2021, fixando-se nos AED417, enquanto em comparação com o período pré-pandemia houve um aumento de 24%, para AED336.

“De acordo com a empresa de análise hoteleira STR, o Dubai ocupa o terceiro lugar a nível global no RevPAR (US$ 147), depois de Paris (US$ 195) e Nova York (US$ 172)”, refere ainda o DET na informação divulgada.

O DET revela ainda que estes resultados foram alcançados mesmo depois de se ter registado um aumento de 19% da capacidade hoteleira em relação ao período homólogo de 2019, uma vez que, em final de junho, o portefólio de hotéis do Dubai era composto por 140.778 quartos em 773 estabelecimentos hoteleiros, em comparação com 118.345 quartos disponíveis no final de junho de 2019 em 714 estabelecimentos.

Já o número total de hotéis no primeiro semestre de 2022 teve um crescimento de 8% em relação ao primeiro semestre de 2021, “reforçando a confiança dos investidores em continuar a apostar no setor turístico no Dubai”, refere ainda o DET.

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Transportes e Alojamento e Restauração entre os setores que mais novas empresas constituíram até julho

Os setores dos Transportes e do Alojamento e Restauração registaram aumento de 124% e 25%, respetivamente, na constituição de novas empresas até julho, segundo o mais recente relatório da consultora Informa D&B.

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O setores dos Transportes e Alojamento e Restauração foram dois dos que registaram maior subida na constituição de novas empresas nos primeiros sete meses do ano, avança a Informa D&B, cujo mais recente relatório aponta crescimentos de 124% e 25%, respetivamente.

“No acumulado desde janeiro até julho de 2022, a maioria dos setores regista um aumento na constituição de empresas face a 2021”, indica a consultora num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de agosto.

Os Transportes foi um dos setores que mais se destacou na constituição de novas empresas até julho, com mais 1.228 novas empresas que em igual período do ano passado, o que corresponde a um aumento de 124%.

Já no setor do Alojamento e Restauração foram constituídas, nos primeiros sete meses do ano, mais 551 empresas, o que traduz um aumento de 25% em comparação com período homólogo de 2021.

Além destes, também os setores dos Serviços Gerais (+936 constituições, +30%) e dos Serviços Empresariais (+582 constituições, +13%) se destacaram na constituição de novas empresas nos primeiros sete meses de 2022.

No total, entre janeiro e julho, foram criadas em Portugal 28.989 novas empresas, o que representa um crescimento de 17% face ao mesmo período de 2021, ainda que a Informa D&B alerte que, em julho, houve menos 236 constituições, o que corresponde a uma descida de 7% face a julho de 2021.

Segundo a consultora, este decréscimo registado em julho veio quebrar “um ciclo de crescimento que vinha desde outubro passado e que só tinha sido interrompido em abril”, tendo esta descida sido mais “concentrada nas regiões do Norte e Centro, influenciando significativamente o decréscimo total”.

Já o Retalho e a Agricultura e outros recursos naturais foram os setores que assistiram a uma descida na constituição de novas empresas, apresentando quebras de 13% e 1,6%, respetivamente, com a Informa D&B a explicar que, no caso do Retalho, a descida “ocorre há já cinco meses e é transversal a quase todos os seus subsetores”, sobretudo o Retalho de Têxtil e Moda, Generalista e outros.

Apesar da melhoria face a 2021, em comparação com 2019, os dados da Informa D&B mostram que “a criação de novas empresas mantém-se abaixo em quase todos os setores de atividade”, com exceção das Tecnologias de Informação e Comunicação (+27%) e das Atividades Imobiliárias (+18%).

“A subida das constituições no período de janeiro a julho deste ano é também transversal a todas as regiões, com destaque para a Área Metropolitana de Lisboa (+2 700 constituições, +31%)”, indica ainda a consultora.

A descer continuam também as insolvências e encerramentos, uma vez que, nos primeiros sete meses do ano, encerraram 6.815 empresas, menos 2,5% que no período homólogo, e 962 empresas iniciaram um processo de insolvência, valor que representa uma descida de 21% face a 2021.

No caso dos encerramentos, “a maioria dos setores de atividade registam valores de encerramento inferiores a 2021”, sendo que apenas o Retalho (+89 encerramentos, +8,9%), Atividades Imobiliárias (+24 encerramentos, +5,2%) e Indústrias (+13 encerramentos, +2%) registaram mais encerramentos que no ano passado.

Nas insolvências, o setor do Alojamento e Restauração encontra-se, no entanto, entre os setores que maior número de processos de insolvência iniciaram, assim como o dos Transportes, que foi mesmo “o único setor que regista um aumento no número de processos de insolência neste período (+16 processos; +31%)”.

 

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Iberia estabelece acordo de codeshare com a Viva Aerobus

Acordo de codeshare permite combinar os voos operados pelas duas transportadoras e os bilhetes estão à venda a partir desta segunda-feira, 8 de agosto.

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A Iberia estabeleceu um acordo de codeshare com a Viva Aerobus para oferecer um maior número de opções aos passageiros que viajam entre Espanha e o México, numa parceria que, segundo a companhia aérea espanhola, permite combinar os voos operados pelas duas transportadoras e cujos bilhetes estão à venda a partir desta segunda-feira, 8 de agosto.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pela Iberia, o acordo de codeshare abrange os voos da Viva Aerobus no México para os passageiros que viajam na rota Madrid-Cidade do México, enquanto os passageiros que viajam para a capital espanhola podem ter acesso a qualquer um dos 25 destinos da Viva Aerobus com destino ao aeroporto da capital mexicana, seguindo, depois, para Madrid.

Atualmente, a Iberia conta com 19 voos semanais entre Madrid e a Cidade do México, enquanto a Viva Aerobus disponibiliza voos para 19 cidades mexicanas à partida da capital do país, concretamente Guadalajara, Cancun, Monterrey , Veracruz, Mérida, Tampico, Puerto Vallarta, Los Cabos, Tuxtla Gutiérrez, Tijuana, Hermosillo, Oaxaca, Huatulco, Torreon, Puerto Escondido, Ciudad Juarez, La Paz, Chetumal e Mazatlán.

Com este acordo, os passageiros da Iberia necessitam apenas de realizar uma única reserva, sendo também possível despachar a bagagem diretamente até ao destino final.

Os bilhetes com este acordo de codeshare começaram a ser vendidos esta segunda-feira, 8 de agosto, e os voos começam a ser operados neste sistema a partir de 30 de agosto.

Os voos da Iberia para a Cidade do México são operados num avião A-350/900, que tem capacidade para 348 passageiros e é 35% mais eficiente no consumo de combustível que os anteriores modelos de avião.

A Viva Aerobus é uma companhia aérea mexicana que conta com a frota mais moderna do México e a terceira mais jovem de toda a América do Norte, na qual se contam 62 aviões Airbus, incluindo 40 Airbus A320 e 22 Airbus A321 com idade média de cinco anos.

“Na Iberia, sempre optámos pelo México como um dos nossos mercados estratégicos, tanto do ponto de vista do turismo como do tráfego de negócios. Com o crescimento da procura, atendemos essa recuperação com um aumento de capacidade muito próximo dos níveis pré-pandemia. Com 19 voos por semana, a Cidade do México é a cidade com maior número de frequências em todo o continente americano. Agora, graças ao acordo de codeshare com a Viva Aerobus, poderemos oferecer um melhor serviço aos nossos clientes”, afirma M.ª Jesús López Solás, Chief Commercial, Network Development and Alliances Oficial da Ibéria.

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1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída com cinco projetos aprovados

A 1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída no passado mês de julho e conta com cinco projetos aprovados nas linhas Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, que totalizam um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

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A 1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída no passado mês de julho e conta com cinco projetos aprovados nas linhas Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, que totalizam um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

De acordo com um comunicado do Ministério da Economia e Mar, estes projetos, que vão ser apoiados em 775 mil euros, visam a concretização de um marketplace multicanal na região Norte, aplicação de redes inteligentes no contexto do turismo de saúde e bem-estar, assim como a concretização de novas infraestruturas para o turismo náutico.

Os projetos, acrescenta a informação divulgada, “assentam em estratégias sólidas de sustentabilidade nas dimensões económica, social e ambiental com impactos relevantes e mensuráveis na região onde se inserem, contribuindo deste modo para a concretização dos objetivos definidos no Plano “Reativar o Turismo. Construir o Futuro” (PRT) e na Estratégia Turismo 2027 (ET2027)”.

Nesta primeira fase do Programa Transformar Turismo foram analisadas 47 candidaturas, o que, segundo o comunicado do Ministério da Economia e Mar, permitiu perceber que existia a “necessidade e oportunidade de se proceder a alguns ajustes nos Despachos Normativos que regulamentam o Programa e as Linhas que lhe estão subjacentes”.

“Assim, passará a ser possível a abertura de avisos específicos para a apresentação de candidaturas por concurso ou por convite, no contexto da valorização de produtos turísticos que, pela sua qualidade, singularidade e alinhamento com os desafios, objetivos e metas definidos nos referenciais estratégicos do setor, promovam o potencial turístico e o desenvolvimento sustentável do território. Passará também a ser possível, em situações excecionais e devidamente justificadas, a elegibilidade de promotores que, à data da candidatura, possuam mais de um projeto aprovado e ainda não concluído no âmbito do Programa Valorizar ou Programa Transformar Turismo”, acrescenta a informação.

Recorde-se que o Programa Transformar Turismo, cuja primeira fase de candidaturas abriu no início do ano, destina-se a apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico e conta com duas linhas de apoio, que se destinam a entidades públicas e privadas do setor.

“Estes projetos, agora apoiados, ajudarão à qualificação do destino turístico Portugal, promovendo não só a regeneração e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo, mas também a desconcentração da procura, a redução da sazonalidade e maiores índices de criação de valor – justamente o que queremos para esta indústria”, considera Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

 

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Solférias, Sonhando e ExóticoOnline lançam quatro charters para o Funchal no réveillon

No total, os três operadores turísticos vão disponibilizar quatro voos charters para o Funchal no réveillon, dois à partida do Porto e outros dois desde Lisboa.

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Os operadores turísticos Solférias, Sonhando e ExóticoOnline vão promover quatro charters para o Funchal, na Madeira, no réveillon, dois dos quais com partida do Porto e outros dois com saída de Lisboa, de acordo com um comunicado conjunto dos operadores turísticos.

“O Funchal – um dos destinos favoritos dos viajantes portugueses ao longo de todo o ano – não poderia faltar à chamada para o Fim do Ano 2022/2023”, destacam os operadores turísticos, num comunicado conjunto enviado à imprensa.

No caso do Porto, os voos têm partida a 28 e 29 de dezembro, em aviões da Air Horizont, com os regressos a acontecerem a 1 e 2 de janeiro, respetivamente enquanto os voos desde Lisboa são operados pela SATA e também pela Air Horizont e igualmente com partida a 28 e 29 de dezembro, e regresso a 1 e 2 de janeiro, respetivamente.

“Estas operações especiais conjuntas são a confirmação não só do sucesso da operação similar do ano passado, mas também da importância da colaboração entre Operadores e Parceiros para disponibilizar atempadamente aos Agentes de Viagem e viajantes portugueses as melhores e mais competitivas propostas de viagem”, acrescenta a informação divulgada.

As estadias no Funchal têm a duração de quatro noites.

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