Miguel Quintas: “A APAVT é um assunto sério”

Por a 7 de Setembro de 2017 as 15:36

Miguel Quintas, líder da candidatura “A APAVT é de Todos” para a direcção da APAVT no triénio 2018-2020, vai apresentar no início do próximo mês de Outubro os elementos que compõem a sua lista.
Depois de apresentar o programa eleitoral com 26 medidas, que descreve como “ambicioso”, Miguel Quintas adiantou, esta quinta-feira, em conferência de imprensa, que a lista será composta por “gente trabalhadora”. “Não tenho interesse que figure alguém apenas para figurar, tenho interesse em ter ao meu lado gente que trabalhe, que é capaz de fazer, que já deu provas que é capaz de fazer”, sublinhou.
No entanto, revelou estar mais preocupado em garantir que as medidas do programa sejam implementadas. “Julgo que a APAVT é um assunto sério. O anúncio de pessoas não é para mim o mais importante, o mais importante é a APAVT”, salientou, referindo que considera ser o normal desenrolar do processo apresentar primeiramente o programa do que os apoios. “As pessoas  têm que ler o programa, identificar-se com ele e apoiar ou não. Se não teria um grupo de amigos a apoiar a candidatura sem saber o que é o programa”, frisou.
Miguel Quintas revelou-se “surpreendido pela positiva” neste primeiro mês e meio de anúncio da sua candidatura. “O número de apoios e  de pessoas que comungam e desejam participar numa mudança é alto”, referiu. O candidato adiantou ainda que “entre apoios oficiais e não oficiais, a nossa lista triplica esse número [30 elementos que são necessários para compor uma lista candidata à APAVT]”.
“Temos recolhidos imensos [apoios], uns oficiais, outros não oficiais, outros pessoais, mas que vão estar envolvidos na processamento destes objectivos “, concluiu.
O empresário não deixou de tecer críticas à outra candidatura e actual direcção da associação, realçando que  “contrariamente à outra lista, todos os meus directores, toda a minha equipa vai estar a trabalhar nos capítulos e na implementação das medidas”.
“Poderemos, e gosto de deixar um senão,  eventualmente não conseguirmos as 26 medidas, que duvido, porque são exequíveis”, admitiu, acrescentando que “no mínimo deixamos a semente no final dos três anos para poder ser  continuada a implementação das medidas”.

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