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Moçambique quer apoio português para investigar acidentes aéreos

Além da cooperação na segurança aérea, estão também previstas acções de formação de pessoal técnico em diversas áreas da aviação civil moçambicana.

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Moçambique quer apoio português para investigar acidentes aéreos

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O ministro dos Transportes e Comunicações moçambicano, Carlos Mesquita, anunciou esta quinta-feira, 13 de Julho, que Moçambique está a estudar a criação de uma unidade de investigação de acidentes aéreos com o apoio da Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) de Portugal.

De acordo com um comunicado do governante, citado pela Lusa, além da cooperação na área da segurança aérea, “estão igualmente em perspectiva acções de formação de pessoal técnico em diversas áreas da aviação civil moçambicana com o apoio português”.

Os trabalhos estão a ser preparados através de encontros mantidos em Portugal com o presidente da ANAC, Luís Miguel Ribeiro, tendo as últimas reuniões ocorrido no final de Junho, numa cooperação que também “resultou na retirada das companhias aéreas moçambicanas da lista negra da União Europeia”.

Por ocasião da última reunião, foi ainda assinado um acordo de cooperação no domínio dos transportes marítimos e portos, entre Moçambique e o Governo português, “que abre espaço para uma maior aproximação entre os dois países nesta área”, destaca ainda Carlos Mesquita.

Além da cooperação ao nível da segurança aérea, Moçambique tem discutido ainda com o secretário de Estado das Infraestruturas de Portugal, Guilherme d’Oliveira Martins, mecanismos de reforço de cooperação na área ferroviária, aeroportuária e da expansão da rede de telecomunicações no país

Carlos Mesquita  diz ainda que existem também “perspetivas da contribuição de Portugal no programa em curso para a ampliação e modernização das infraestruturas ferroviárias, como a linha férrea de Ressano Garcia e o projeto da construção da linha e do Porto de Macuse”, cujo concurso para construção foi ganho pela empresa portuguesa Mota-Engil.

Para atrair investimento para Moçambique, o governante moçambicano diz ter mantido também encontros com representantes da NAV, Grupo Sousa-Cabotagem Marítima, Visabeira, Grupo Rangel-Pharma, Porto de Leixões, Sevenair e Escola Náutica Infante Dom Henrique.

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Foto: Aeroportos de Moçambique

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Américo Muchanga é o novo presidente da LAM

Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous, que liderava a companhia aérea moçambicana de forma interina desde fevereiro.

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A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique passou a ser liderada por Américo Muchanga, que foi escolhido pelo Conselho de Administração para novo presidente da companhia aérea moçambicana.

Segundo a Lusa, que cita um comunicado da transportadora aérea de Moçambique, Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique, cargo que ocupava desde fevereiro de 2022, e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous.

A Lusa recorda que Theunis Christian de Klerk Crous ocupava as funções de presidente da LAM de forma interina desde fevereiro passado, no seguimento do afastamento de João Carlos Pó Jorge e do processo de reestruturação da empresa, que está a cargo da Fly Modern Ark (FMA), empresa sul-africana contratada para recuperar a LAM.

Com a chegada da FMA à LAM, o que acontece desde abril do ano passado, a transportadora moçambicana tem vindo a passar por um processo de reestruturação, que se segue a vários anos de problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos.

Desde a entrada da FMA na companhia aérea, foram descobertos esquemas de desvio de dinheiro, que estão a ser investigados pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) de Moçambique.

A LAM opera 12 destinos no mercado doméstico, a nível regional voa regularmente para Joanesburgo, Dar-Es-Salaam, Harare, Lusaca, e Cidade do Cabo, sendo Lisboa o único destino intercontinental da companhia aérea moçambicana.

 

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Consórcio estuda criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha

Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol uniram esforços para estudar a criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha.

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Seis empresas – Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol – uniram forças para enfrentar os principais desafios da implantação da aviação movida a hidrogénio em Espanha.

Esta é a primeira vez que uma colaboração reúne toda a cadeia de valor, desde a produção de energia primária até às operações em terra com hidrogénio, com duas companhias aéreas a bordo e numa rede completa de aeroportos ao mesmo tempo.

Esta colaboração proporcionará aos parceiros uma visão holística da aeronave movida a hidrogénio e da forma como esta pode ser integrada no ecossistema aeroportuário.

Em comunicado, o consórcio informa que “não se centrará apenas no abastecimento e nas infraestruturas de hidrogénio, mas também nos requisitos específicos das operações em terra nos aeroportos”. O objetivo final é promover e apoiar o crescimento do ecossistema da aviação a hidrogénio em Espanha.

“Na Airbus, a descarbonização da aviação é um dos nossos objetivos mais importantes e a implantação de aeronaves comerciais movidas a hidrogénio com o seu ecossistema é uma dessas alavancas fundamentais. Dado o grande potencial da Espanha em termos de energias renováveis e produção de hidrogénio com baixo teor de carbono, é essencial que a indústria da aviação como um todo colabore para garantir uma futura cadeia de abastecimento de hidrogénio de ponta a ponta até aos aeroportos”, afirma Karine Guenan, vice-presidente do Ecossistema ZEROe da Airbus.

Do lado da Aena, a diretora de Sustentabilidade, Ana Salazar, acrescenta que “a descarbonização do setor do transporte aéreo é uma prioridade para a Aena”, considerando ainda que esta colaboração “permitir-nos-á compreender melhor como se poderá materializar no futuro o processo de fornecimento de hidrogénio aos aeroportos espanhóis, a fim de estabelecer um roteiro para enfrentar os principais desafios apresentados pela introdução deste novo vetor energético em ambiente aeroportuário”.

María José Sanz, diretora de Qualidade e Ambiente da Air Nostrum, explica, por sua vez, que o compromisso é de “estar ao lado dos criadores de novas tecnologias destinadas a descarbonizar o transporte aéreo. Como companhia aérea regional, podemos ser relevantes no projeto porque temos as condições necessárias para nos tornarmos os primeiros implementadores da tecnologia do hidrogénio, graças à dimensão dos nossos aviões e à distância média que voamos”.

Teresa Parejo, diretora de Sustentabilidade da Iberia, destaca que “a colaboração entre os diferentes atores é necessária para avançar na descarbonização do setor”, admitindo que “o hidrogénio fará previsivelmente parte do futuro da aviação, que virá mais tarde e complementará o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis; para alcançar esse futuro, temos de começar a dar os primeiros passos agora”.

Andrés Suárez, Global Strategy & Innovation Lead da Exolum, refere que a empresa está “comprometida com o desenvolvimento e operação de infraestruturas que contribuam para impulsionar a transição energética e a descarbonização da mobilidade aérea em todas as suas áreas e, especialmente, com a implantação do hidrogénio como uma solução energética futura para o sector”.

Luis de Oyarzabal, diretor sénior de Novos Negócios da Repsol, termina assinalando que o hidrogénio renovável é “fundamental na nossa estratégia de descarbonização. Não só o utilizaremos nas nossas aplicações industriais, como também prevemos o seu potencial no domínio da mobilidade. Para promover este mercado, consideramos essencial colaborar com os melhores parceiros, reunidos neste centro, para tirar o máximo partido da oportunidade que temos”.

Refira-se que a Airbus lançou o programa “Hydrogen Hub at Airports” para promover a expansão da infraestrutura de hidrogénio na aviação. Até à data, foram assinados acordos com parceiros e aeroportos em 13 países, incluindo Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Singapura, Espanha, Coreia do Sul, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

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Ryanair abre quarta base em Marrocos com rotas para Lisboa e Porto

A nova base da Ryanair em Tanger, Marrocos, começou a operar ainda em maio, conta com duas aeronaves baseadas e um total de 25 rotas, incluindo 13 novas ligações aéreas, uma das quais para Lisboa e outra para o Porto.

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A Ryanair  abriu esta terça-feira, 9 de julho, uma nova base em Marrocos, localizada em Tanger e que é a quarta da companhia aérea low cost naquele país do Norte de África, informou a transportadora, em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, a base de Tanger, que começou a operar ainda em maio, conta com duas aeronaves baseadas e um total de 25 rotas, incluindo 13 novas ligações aéreas, uma das quais para Lisboa e outra para o Porto.

O comunicado divulgado pela Ryanair destaca que a nova base de Tanger motivou um investimento de cerca de 200 milhões de euros e vai disponibilizar voos para oito novas cidades europeias e cinco novos destinos marroquinos, já neste verão de 2024.

A Ryanair sublinha também que a nova base de Tanger vai permitir criar 600 novos empregos locais, incluindo 60 para pilotos e tripulantes de cabine, aumentando ainda em 70% a capacidade na cidade marroquina.

“O investimento da Ryanair em Marrocos ultrapassa agora mais de 1,4 mil milhões de dólares em aeronaves – apoiando mais de 5.000 empregos diretos e indiretos e proporcionando crescimento económico em 12 cidades, incluindo Rabat, Marraquexe, Fez, Agadir, Tetouan, Essaouira e Nador”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea.

Segundo Eddie Wilson, CEO da Ryanair, com a abertura da nova base em Tanger, a Ryanair vai operar mais de 170 rotas em Marrocos, numa oferta que conta com tarifas baixas e que, espera o responsável, deverá contribuir para impulsionar o “turismo e a conectividade” aérea no país.

“Esperamos continuar a apoiar a economia de Marrocos, bem como a conectividade regional e internacional, posicionando Tânger como um destino líder de verão com os seus museus, medina, souq e, claro, as suas belas praias”, acrescenta o responsável.

Baden Baden, Barcelona, Carcassonne, Eindhoven, Lisboa, Manchester, Memmingen e Porto são as novas rotas internacionais que a Ryanair abriu na base de Tanger, às quais se juntam ainda rotas domésticas para Agadir, Essaouira, Marrakesh, Ouarzazate e Oujda.

Para assinalar a abertura da base, a Ryanair lançou uma promoção cujos preços começam nos 159 dirham (cerca de 15 euros) e que é válida para viagens que decorram até outubro de 2024. As vendas decorrem aqui.

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TAAG aumenta frequências para São Tomé a partir de setembro

A partir de setembro, a TAAG aumenta de dois para três o número de voos semanais para São Tomé, que passa a contar com ligações às terças, quintas e domingos.

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A TAAG vai aumentar o número de voos semanais entre Lisboa e São Tomé, via Luanda, a partir de setembro, passando de duas para três frequências por semana, segundo informação divulgada pela companhia aérea angolana esta terça-feira, 9 de julho.

“A partir de setembro teremos um aumento de frequências na rota de São Tomé a partir de Lisboa: passaremos de 2 para 3 frequências semanais às terças-feiras, quintas-feiras e domingos”, lê-se numa nota divulgada pela companhia aérea.

Segundo a TAAG, o aumento de frequências proporciona “mais conectividade dentro do continente Africano”, com a companhia aérea a destacar ainda que “a duração da escala para estes voos de longa duração será mais curta”.

Os novos voos já  estão disponíveis para compra e as reservas podem ser realizadas aqui, bem como nos outros canais oficiais da TAAG e nas agências de viagens.

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Bruxelas abre investigação a ajuda estatal alemã de 6 MM€ à Lufthansa na pandemia

A Comissão Europeia anunciou uma investigação à ajuda estatal alemã de seis mil milhões de euros para recapitalizar a Lufthansa no contexto da pandemia de Covid-19, visando averiguar conformidade com as regras da União Europeia (UE).

Victor Jorge

“A Comissão Europeia deu início a uma investigação aprofundada para avaliar se uma medida de recapitalização alemã de seis mil milhões de euros a favor da Deutsche Lufthansa AG está em conformidade com as regras da UE em matéria de auxílios estatais”, divulga a instituição em comunicado hoje publicado.

Em causa estava um apoio público (dos mais elevados dados a companhias aéreas durante a pandemia) da Alemanha para “restabelecer a posição do balanço e a liquidez da Lufthansa na situação excecional causada pelo coronavírus”, medida que foi aprovada pelo executivo comunitário em 25 de junho de 2020 ao abrigo do quadro temporário relativo aos auxílios estatais.

Porém, esta ajuda estatal foi posteriormente anulada pelo Tribunal Geral da UE em 10 de maio de 2023, por se considerar que “a Comissão cometeu vários erros” aquando da aprovação e que não estava em conformidade com as regras da UE, tendo sido depois interposto um recurso.

Foi aliás devido ao acórdão que Bruxelas decidiu avançar com a investigação aprofundada agora anunciada, que visa “avaliar melhor a medida de recapitalização” no que toca à elegibilidade da Lufthansa para o auxílio, à necessidade de um mecanismo para saída do Estado do capital da empresa, ao preço das ações, à existência de um peso ainda significativo no mercado e ao cumprimento dos compromissos impostos à Lufthansa (em questões como a alienação de faixas horárias e à proibição de distribuição de dividendos).

Em meados de maio, o Tribunal Geral da UE, primeira instância, anulou então a decisão da Comissão Europeia que aprovou uma ajuda estatal de seis mil milhões de euros da Alemanha para recapitalização da Lufthansa durante a pandemia de covid-19.

O tribunal alegou que “a Comissão cometeu vários erros, nomeadamente quando considerou que não era possível à Lufthansa encontrar financiamento nos mercados para cobrir todas as suas necessidades”.

Ao mesmo, o executivo comunitário “não exigiu um mecanismo que incentivasse a Lufthansa a voltar a adquirir a participação da Alemanha o mais rapidamente possível, quando negou que existia um poder de mercado significativo da Lufthansa em certos aeroportos e quando aceitou determinados compromissos que não garantiam a preservação de uma concorrência efetiva no mercado”.

A decisão preliminar do tribunal, entretanto alvo de recurso, surgiu após uma ação interposta pela companhia aérea de baixo custo Ryanair, que contestou várias ajudas estatais dadas ao setor aéreo durante a pandemia, nomeadamente relativa à TAP.

Em junho de 2020, devido às consequências da covid-19 na aviação, a Alemanha pediu autorização a Bruxelas para avançar com um auxílio estatal sob a forma de uma recapitalização no montante de seis mil milhões de euros à Lufthansa AG, empresa mãe do grupo, medida que integrava um conjunto de apoios públicos para restabelecer a liquidez (de um total de nove mil milhões de euros).

Este auxílio consistia numa participação no capital de cerca de 306 milhões de euros, numa participação passiva não convertível em ações de cerca de 4,7 mil milhões de euros e numa participação passiva de mil milhões de euros como obrigação convertível.

Por norma, este tipo de apoios públicos são vedados pelas regras europeias para concorrência equitativa, mas tais normas foram aliviadas durante a pandemia para facilitar a recuperação de importantes empresas da UE, como as companhias aéreas comunitárias, que ficaram paradas durante algum tempo.

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TAP lança promoção para assinalar 60.º aniversário de voos para a Madeira

Com esta oferta da TAP, há bilhetes só de ida para a Madeira com preços a partir de 25 euros, enquanto os voos de ida e volta apresentam preços a partir de 49 euros. A oferta é válida até 16 de julho.

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A TAP lançou esta segunda-feira, 8 de julho, uma nova promoção com preços especiais em viagens para a Madeira, oferta que visa assinalar o 60.º aniversário da abertura dos voos da companhia aérea de bandeira nacional entre Lisboa e a Madeira.

“Hoje, a TAP realiza sete voos por dia entre Lisboa e o Aeroporto Cristiano Ronaldo e dois voos por dia que ligam o Porto e a Madeira, reforçando o impulso decisivo que deu desde o início à afirmação e consolidação da Madeira como destino turístico com forte reputação e procura nacional e internacional”, lê-se num comunicado da TAP.

A companhia aérea de bandeira nacional indica que, com esta oferta, há bilhetes só de ida para a Madeira com preços a partir de 25 euros, enquanto os voos de ida e volta apresentam preços a partir de 49 euros.

A promoção da TAP está em vigor até 16 de julho e é válida para partidas de Lisboa e do Funchal, entre 15 de setembro de 2024 e 30 de abril de 2025, com exceção do período de Natal, Ano Novo e Páscoa, e os preços apresentados já incluem todas as taxas aeroportuárias.

“Adicionalmente, o programa TAP Miles&Go oferece ainda 60 por cento de Milhas Bónus em todas as reservas de e para a Madeira”, acrescenta a informação divulgada pela TAP.

Os bilhetes podem ser adquiridos aqui, onde é também possível consultar mais informações sobre a oferta da TAP, assim como nas agências de viagens.

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CEO da Iberia mostra interesse na TAP e espera aprovação da compra da Air Europa

O CEO da Iberia, Luis Gallego, está confiante de que Bruxelas vai aprovar a compra da Air Europa pelo grupo IAG e não descarta o interesse na TAP pelas oportunidades de crescimento em África e no Brasil.

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O CEO da Iberia, Luis Gallego, está confiante de que a Comissão Europeia vai aprovar a compra da Air Europa pelo grupo IAG, depois de Bruxelas ter dado luz verde à aquisição da ITA Airways pela Lufthansa, e mostra-se também interessado na TAP, não descartando uma possível oferta pela companhia aérea de bandeira portuguesa.

De acordo com o Hosteltur, Luis Gallego, manifestou a sua satisfação com a aprovação pela Comissão Europeia, ainda que com condições, da aquisição pela Lufthansa de 41% da ITA Airways.

O responsável diz esperar que a luz verde de Bruxelas ao negócio entre a Lufthansa e a ITA Airways seja um “sinal” de que também a compra da Air Europa pelo grupo IAG poderá avançar, uma vez que tem seguido o mesmo caminho e praticamente em simultâneo.

Luis Gallego considera que a aprovação mostra que a Comissão Europeia consegue ver o “valor da consolidação, para ter um setor aéreo mais forte na Europa” e admitiu que o grupo que detém a Iberia tem interesse em expandir-se para a América Latina, o que poderá levar à aquisição de uma companhia aérea sul-americana para aumentar a oferta de voos entre a América Latina e a Europa.

Nesse sentido, o CEO da Iberia não descartou que o grupo IAG possa avançar com uma proposta para aquisição de uma participação na TAP, até porque, explicou, o grupo “tem sempre outras opções no radar”, caso o acordo sobre a Air Europa seja bloqueado em Bruxelas.

O HostelTur recorda que esta não é a primeira vez que o CEO da Iberia demonstra interesse na TAP, o que é justificado pela oportunidades de crescimento no Brasil e África que a transportadora portuguesa oferece, ainda que este negócio esteja sujeito ao que poderá acontecer com a Air Europa.

 

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Anneaux JO Troca

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Air France estima perda de 180M€ devido a Jogos Olímpicos de Paris

A existência de multidões em Paris, assim como um expectável aumento de preços nos hotéis e restaurantes da capital francesa durante os Jogos Olímpicos de 2024, estão a afastar os turistas da cidade e a ditar uma perda de receita para a Air France.

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A Air France estima uma perda de 180 milhões de euros devido aos Jogos Olímpicos de Paris 2024, competição desportiva que arranca a 26 de julho na capital francesa e que está a afastar os turistas da cidade de Paris e do país.

Segundo a EuroNews, a Air France está a assistir a uma diminuição das reservas aéreas para o período dos Jogos Olímpicos de 2024, uma vez que os turistas estão a adiar as suas viagens, já que se espera que, durante o decorrer da competição, além de grandes multidões, também os hotéis e restaurantes da capital francesa aumentem os preços.

A EuroNews diz que as reservas da Air France para Paris estão “significativamente mais baixas do que outras principais cidades europeias”, chegando mesmo a serem “decepcionantes” durante o decorrer dos Jogos Olímpicos.

Por isso, entre junho e agosto, a Air France estima que as vendas do grupo caiam entre 160 e 180 milhões de euros, uma vez que os mercados internacionais, assim como os turistas franceses, estão a evitar as viagens para Paris.

“Os mercados internacionais estão a evitar significativamente Paris. As viagens entre a cidade e outros destinos também estão abaixo da média habitual de junho-agosto, já que os residentes em França parecem estar a adiar as suas férias para depois dos Jogos Olímpicos ou a considerar planos de viagem alternativos”, indica a Air France, num comunicado divulgado pela EuroNews.

A Air France diz, no entanto, esperar que “as viagens de e para França se normalizem após os Jogos Olímpicos, com níveis encorajadores de procura projetados para o final de agosto e o mês de setembro”.

Recorde-se que as previsões da Air France têm vindo a ser alteradas à medida que a data de arranque dos Jogos Olímpicos de Paris se aproxima, uma vez que, no início de junho, a companhia aérea ainda se mostrava otimista quanto ao número de reservas para esse período, esperando mesmo que a procura de verão de 2024 regressasse aos níveis pré-pandemia.

Além dos Jogos Olímpicos de Paris, também as eleições em França parecem estar a ter impacto na procura por viagens aéreas, com a EuroNews a revelar que a turbulência causada pelo ato eleitoral também está a ser apontada como uma das razões pelas quais os visitantes planeiam manter-se afastados de Paris.

Recorde-se que a segunda volta das eleições francesas está marcada para este domingo, 7 de julho, o que poderá voltar a ditar novos protestos e motins após os resultados finais das eleições, o que também tem diminuído as esperanças de um bom desempenho turístico da capital francesa.

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Emirates oferece duas noites em hotel de luxo na compra de viagens em Primeira Classe ou Executiva

A Emirates vai oferecer, entre 1 de julho de 2024 e até 21 de julho de 2024, uma estadia de duas noites no hotel de luxo de 5 estrelas JW Marriott Marquis Hotel Dubai aos passageiros que comprarem uma viagem com a companhia aérea, em Primeira Classe ou Executiva. Em Premium Economy, a oferta inclui apenas uma noite no mesmo hotel.

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A Emirates vai oferecer, entre 1 de julho de 2024 e até 21 de julho de 2024, uma estadia de duas noites no hotel de luxo de 5 estrelas JW Marriott Marquis Hotel Dubai aos passageiros que comprarem um bilhete de viagem com a companhia aérea, em Primeira Classe ou Executiva.

“Esta oferta especial é válida para todos os bilhetes de ida e volta para o Dubai ou com escala no Dubai por mais de 24 horas, para passageiros que viajem entre 4 de julho de 2024 e 15 de setembro de 2024″, indica a Emirares, explicando que os passageiros da Premium Economy ganham uma noite de alojamento no mesmo hotel.

“Os passageiros que chegam ao Dubai são realmente surpreendidos no verão. Com o festival anual de entretenimento e compras da cidade a decorrer, o Dubai Summer Surprises, os turistas poderão experimentar um conjunto interminável de atrações e de atividades. Como incentivo adicional, a Emirates está a oferecer estadias gratuitas em hotéis aos passageiros que viajam para e através do Dubai”, refere Adnan Kazim, vice-presidente e diretor Comercial da Emirates Airline.

A oferta da Emirates está em vigor para aquisições através do website da companhia aérea, na Emirates App, através dos balcões e call centers da Emirates ou ainda dos agentes de viagens participantes, desde que as reservas sejam efetuadas com pelo menos 96 horas de antecedência em relação à chegada dos passageiros.

Composto por duas torres icónicas com 355 metros de altura, o JW Marriott Marquis Hotel Dubai é o hotel de 5 estrelas mais alto do mundo, proporcionando aos visitantes algumas das vistas mais deslumbrantes sobre a cidade.

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Aerolineas Argentinas passa a voar entre Buenos Aires e Porto Seguro

A companhia aérea Aerolineas Argentinas começa este sábado, 6 de julho, a voar entre Buenos Aires e Porto Seguro, disponibilizando um voo por semana, num avião B737.

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A Aerolineas Argentinas vai abrir uma nova rota para o Brasil, passando a ligar a capital argentina à cidade brasileira de Porto Seguro, na Bahia, numa operação que deverá arrancar no sábado, 6 de julho, com um voo por semana.

De acordo com a imprensa brasileira, os voos para Porto Seguro vão ser operados num aparelho B737 e visam responder à crescente procura por viagens aéreas entre a Argentina e o Brasil, seja por motivos de lazer ou negócios.

Os bilhetes para os voos entre Buenos Aires e Porto Seguro já se encontram disponíveis para aquisição através dos canais oficiais da companhia aérea, que dá assim continuidade à sua estratégia de expansão na América do Sul.

Recorde-se que Porto Seguro é um conhecido destino turístico localizado na Bahia, famoso pelas praias, assim como pela animação noturna e importância histórica.

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