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Turismo do Alentejo e Ribatejo desafia público a participar em filmes promocionais

Entidade regional de turismo vai promover uma campanha de marketing directo nas cidades de Lisboa, Porto e Braga, até 8 de Junho.

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O Turismo do Alentejo e Ribatejo está a convidar o público a ser protagonista dos próximos filmes promocionais do destino, iniciativa que surge alavancada na campanha “Desligue” e que vai ter inicio nesta quarta-feira, 24 de Maio.

Segundo comunicado à imprensa, a entidade regional de turismo vai promover uma campanha de marketing directo nas cidades de Lisboa, Porto e Braga, até 8 de Junho, lançando o repto “Seja Protagonista da Campanha Alentejo e Ribatejo”.

O Turismo do Alentejo explica que esta acção de marketing directo tem “por objectivo convidar anónimos a passar um fim-de-semana numa das duas Regiões e a registar, na primeira pessoa, num pequeno “homevídeo” as experiências emocionais vivenciadas no território”.

Neste sentido, o Turismo do Alentejo e Ribatejo vai promover diversas acções de rua, que serão acompanhadas por um grupo de Cantares Alentejanos e durante as quais o público vai ser convidado a participar num passatempo que oferece um fim-de-semana numa unidade de alojamento na região, incluindo experiências gastronomias e actividades turísticas promovidas pelas empresas do território.

“Convidar os residentes ou visitantes das grandes cidades a descobrir a singularidade e diversidade do território e torna-los embaixadores de dois destinos que se afirmam pela excelência e identidade é o objetivo desta iniciativa cujo resultado final, será publicado nas redes socias”, conclui a entidade regional de turismo.

 

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Discotecas e bares encerram já no sábado

Governo antecipou o encerramento de discotecas, bares, creches e ATL para o próximo sábado, 25 de dezembro, bem como o regresso do teletrabalho obrigatório, devido ao aumento do número de casos de COVID-19 no país.

Inês de Matos

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou esta terça-feira, 21 de dezembro, que o encerramento de discotecas e bares, previsto para a primeira semana de janeiro, vai afinal acontecer já a partir do próximo sábado, 25 de dezembro, dia em que também o teletrabalho volta a ser obrigatório.

De acordo com o líder do executivo, que anunciou as novas medidas para conter a COVID-19 após a reunião do Conselho de Ministros, o encerramento de discotecas e bares acontece a partir das 00h00 de sábado, estando previstos apoios no âmbito do ‘lay-off’ simplificado e do programa Apoiar, para ajudar a suportar os custos fixos destes estabelecimentos.

Além da antecipação das discotecas e bares, que deveria acontecer apenas entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, também o teletrabalho volta a ser obrigatório já a partir deste sábado, numa medida que também começa a vigorar a partir das 00h00 de 25 de dezembro.

Segundo António Costa, o governo decidiu “antecipar já para o início da próxima semana, para as 00:00 do dia 25 de dezembro, um conjunto de medidas” que estava previsto para a primeira semana de janeiro, mas que vão, afinal, ser implementadas mais cedo devido ao aumento de casos de COVID-19 no país.

Além das discotecas e bares, também as creches e ATL vão encerrar já no sábado, ao contrário do que estava previsto, uma vez que também estes estabelecimentos deviam encerrar na ‘semana de contenção’, entre 2 e 9 de janeiro.

O Governo espera ainda que a testagem à COVID-19 aumente e se torne “massiva”, motivo pelo qual passar a comparticipar seis testes por pessoa por mês, em vez dos atuais quatro, até porque o teste negativo passa a ser obrigatório em todos os eventos desportivos e culturais.

“Passámos também a introduzir o teste negativo obrigatório para o acesso a todos os espetáculos culturais e alargámos a obrigatoriedade de teste para entrar em todo os recintos desportivos, independentemente da sua taxa de ocupação, salvo indicação em contrário da Direção-Geral da Saúde (DGS), como poderá ser, por exemplo, para os escalões de formação”, disse António Costa.

Já na passagem do ano, vão ser proibidos os ajuntamentos na via pública de mais de 10 pessoas, assim como o consumo de bebidas alcoólicas na rua.

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Certificado Digital COVID da UE válido por nove meses

De acordo com Bruxelas, já foram emitidos 807 milhões de Certificados Digitais COVID da UE. 60 países e territórios, em cinco continentes, aderiram ao sistema.

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A Comissão Europeia (CE) adotou esta terça-feira, 21 de dezembro, regras relativas ao Certificado Digital COVID da UE, que estabelecem um período de aceitação vinculativo de nove meses (exatamente 270 dias) para os certificados de vacinação, para efeitos de viagem no interior da UE. Um período de aceitação claro e uniforme para os certificados de vacinação garantirá que as medidas em matéria de viagens continuam a ser coordenadas, tal como foi solicitado pelo Conselho Europeu após a sua última reunião de 16 de dezembro de 2021. As novas regras assegurarão que as restrições assentam nos melhores dados científicos disponíveis, bem como em critérios objetivos. A coordenação permanente é essencial para o funcionamento do mercado interno e irá proporcionar clareza aos cidadãos da UE no exercício do seu direito de livre circulação.

Bruxelas avança que já foram emitidos 807 milhões de Certificados Digitais COVID da UE, tendo estabelecido uma norma mundial: são já 60 os países e territórios, em cinco continentes, que aderiram ao sistema.

“As novas regras aplicáveis às viagens dentro da UE vieram harmonizar as diferentes regras dos Estados-Membros”, diz a CE, salientando que “este período de validade tem em consideração as orientações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, nas quais se recomenda que as doses de reforço sejam administradas, o mais tardar, seis meses após a conclusão do primeiro ciclo de vacinação primária”.

Na comunicação da CE lê-se que “o Certificado permanecerá válido durante um período de tolerância adicional de três meses, para além dos referidos seis meses, a fim de assegurar a adaptação das campanhas nacionais de vacinação e o acesso dos cidadãos às doses de reforço”.

As novas regras relativas ao período de aceitação dos certificados de vacinação aplicam-se para efeitos de viagem. Ao introduzir diferentes regras para a utilização dos certificados de vacinação a nível nacional, os Estados-Membros são incentivados a alinhá-las com estas novas regras, a fim de proporcionar segurança aos viajantes e reduzir as perturbações.

Além disso, a Comissão adaptou, também, as regras para a codificação dos certificados de vacinação. Tal é necessário para garantir que é possível sempre distinguir os certificados de vacinação que comprovam a conclusão da série de vacinação primária dos certificados de vacinação emitidos na sequência de uma dose de reforço.

As doses de reforço serão registadas da seguinte forma:

  • 3/3 para uma dose de reforço após uma série de vacinação primária de duas doses;
  • 2/1 para uma dose de reforço após uma vacinação de dose única ou uma dose de uma vacina de duas doses administrada a uma pessoa recuperada.
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    Dubai posiciona-se como local de férias neste final de ano

    O Dubai recuperou totalmente a sua vitalidade, continua a ser um dos destinos mais seguros do mundo, e mantém a liderança na recuperação do turismo global. Prova disso é a diversidade de eventos e atividades festivas que o destino oferece ao longo deste mês.

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    O Dubai recuperou totalmente a sua vitalidade, continua a ser um dos destinos mais seguros do mundo, e mantém a liderança na recuperação do turismo global.

    Prova disso é a diversidade de eventos e atividades festivas que o destino oferece ao longo deste mês, para todos os gostos, com uma variedade de experiências gastronómicas típicas desta época festiva, atrações e atividades, bem como os eventos de fim-de-ano e fogos-de-artifício em diferentes pontos.

    O clima de festa ganhou um novo ênfase com o acender, no sábado passado, da iluminação da árvore de Natal na Expo Dubai, acompanhada por queda de neve (verdadeira) e um espetáculo de vídeo mapping alusivo ao período, projetado na cúpula da Al Wasl Plaza.

    A animação tem sido uma constante na Expo Dubai, mas este mês a maior exposição mundial ganha outra dimensão com os desfiles natalícios, os espetáculos, o fogo-de-artifício, a neve, e a oferta variada de restaurantes, mercados tradicionais, e uma celebração cultural única na época mais mágica do ano. Tudo acessível com a aquisição do passe festivo criado propositadamente para o efeito. Quando o relógio marcar as 12 badaladas, a certame vai-se transformar num grande espetáculo de luz, som e fogo-de-artifício.

    Para os que procuram adrenalina, o parque temático IMG Worlds of Adventure promete deslumbrar com as suas ofertas de inverno.

    Para celebrar o ano novo, as opções também são diversas. Uma das propostas mais atrativas passa por assistir ao espetáculo de pirotecnia no emblemático Burj Khalifa.

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    Turquia espera recuperar números pré-pandemia já em 2022

    De acordo com o presidente da Associação de Agências de Viagens da Turquia (TÜRSAB), Firuz Bağlıkaya, as expectativas apontam para que 2022 fique muito próximo dos números alcançados em 2019.

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    Alguns dos principais representantes da indústria do turismo turco estão otimistas com relação ao próximo 2022, para o qual estimam que terão números semelhantes de visitas a 2019, quando o país recebeu 45 milhões de visitantes estrangeiros.

    Firuz Bağlıkaya, presidente da Associação de Agências de Viagens da Turquia (TÜRSAB), revelou ao “Daily Sabah” que já existem cerca de “10 milhões de reservas antecipadas para o próximo ano”, indicando que como principais mercados emissores o Reino Unido, Alemanha, Ucrânia e Rússia.

    “Acho que teremos boas temporadas nos próximos anos, que serão recheados de recordes nos próximos”, disse, destacando que, as expectativas apontam para que, em 2022, se possa chegar “muito perto” dos números de 2019. “A próxima temporada parece boa, muito melhor do que este ano”. Bağlıkaya concluiu que “as expectativas em relação às reservas do exterior são altas”.

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    Chaves abre Museu das Termas Romanas esta terça-feira

    Autarquia de Chaves espera que o novo espaço, que conta 2000 anos de história, se torne na “joia da coroa” e num dos principais polos de atração turística para o território.

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    As Termas de Chaves passam esta terça-feira, 21 de dezembro, a incluir também o Museu das Termas Romanas, espaço que, segundo Nuno Vaz, presidente da Câmara Municipal de Chaves, vai ser a “joia da coroa” e um dos principais polos de atração turística para este território.

    De acordo com informação avançada pela Lusa, o Museu das Termas Romanas conta uma história de 2000 anos, que ficou “congelada” no tempo após um sismo e que foi descoberta nas escavações para a construção de um parque de estacionamento.

    “Aqui temos o maior balneário da Península Ibérica e um dos maiores da Europa e do Império Romano”, afirmou à agência Lusa Rui Lopes, arqueólogo corresponsável pela escavação e que acompanhou o projeto.

    Rui Lopes explicou que se trata de um balneário terapêutico, o que o diferencia de outras termas que existem praticamente em todos os sítios romanizados, nomeadamente as termas higiénicas, onde se iria tomar banho.

    “Estas são terapêuticas, quase uma equivalência a um hospital. Estas termas teriam uma grande importância dentro do império, porque era um espaço onde vinham tratar as maleitas de guerra, doenças de pele ou de estômago”, indicou o arqueólogo.

    Foi durante a realizações de prospeções arqueológicas em 2005, no largo do Arrabalde, no centro da cidade, para a construção de um parque de estacionamento que se identificou este “património magnífico preservado no tempo”.

    O projeto do parque de estacionamento foi de imediato abandonado e as escavações arqueológicas acabariam por revelar a existência de duas grandes piscinas, mais sete de pequenas dimensões e ainda um complexo sistema hidráulico de abastecimento às estruturas e que ainda hoje funciona.

    O complexo acabou por ficar “congelado” no tempo, uma vez que um sismo no século IV viria a provocar a derrocada do edifício, contribuindo para “selar um período cronológico” que vai estar agora em destaque no novo Museu das Termas Romanas, cuja visita é gratuita.

    Segundo Nuno Vaz, autarca de Chaves, o novo museu deverá funcionar ainda como um novo polo de atração turística no município, através do qual deverá ser possível potenciar turisticamente o território, recuperar as “perdas acumuladas em tempos de pandemia” de COVID-19 e dar “um salto ainda maior” aproveitando os “recursos excecionais” ali existentes.

    Além das ruinas, o espaço conta também com uma exposição de artefactos, além de painéis explicativos, ecrãs e mesa tátil interativa que revelam também os vestígios da muralha seiscentista, bem como as imagens da prospeção e após a escavação que colocou a descoberto o achado arqueológico.

    As termas medicinais romanas foram classificadas como monumento nacional em 2012 por serem o “mais importante complexo termal português”, de dimensões apenas comparáveis, em termos provinciais, às de Bath (Inglaterra).

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    Turismo de Lisboa quer mais apoios para empresa se situação epidemiológica se agravar

    Diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa considera que, se a situação epidemiológica se agravar por um período prolongado, deve regressar o lay-off, assim como outras medidas de apoio à tesouraria.

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    O diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa, Vitor Costa, defendeu esta segunda-feira, 20 de dezembro, novos apoios para as empresas caso a situação epidemiológica se venha a agravar e revelou que o aparecimento da variante Ómicron, que está a levar a novas restrições um pouco por todo o mundo, veio gorar as expetativas “favoráveis” que existiam para o Natal e Ano Novo.

    “Com esta última evolução da pandemia que não tem tanto a ver com as nossas medidas em Portugal, mas com a questão geral dos nossos mercados, com as restrições que estão a existir na Alemanha, Inglaterra e Holanda, nossos mercados decisivos, a situação agravou-se”, afirmou o responsável à Lusa, depois de revelar que o verão já trouxe alguma retoma, mesmo que longe dos números pré-pandemia.

    Com a nova variante e o regresso das restrições em vários países, Vitor Costa diz que há já uma quebra face às previsões que existiam para este ano, apesar de ainda não a conseguir quantificar.

    “Verificámos que a região de Lisboa foi a região que teve mais quebra devido à questão das ligações aéreas e de termos uma componente mais internacional. Lisboa foi a que mais sofreu. A partir de meados do verão, e não foi como no Algarve ou na Madeira, começámos a sentir uma melhoria, mas agora registámos um recuo com cancelamentos de noites em hotéis, na restauração devido a esta quinta vaga”, explicou o diretor-geral do Turismo de Lisboa.

    Devido a essa quebra, que pode vir a piorar caso a situação epidemiológica também se venha a agravar, Vitor Costa fala mesmo na renovação dos apoios para as empresas, que permitiram a sobrevivência do tecido empresarial durante as primeiras fases da pandemia.

    “Durante um período alargado, as empresas sobreviveram em parte com as medidas tomadas ao nível do ‘lay-off’, das moratórias, de vários apoios, mas as medidas estão a chegar ao fim e impõe-se a revisão de algumas e manutenção de outras”, considerou.

    Segundo o responsável, se a quebra se mantiver e for prolongada devido à nova variante, “vão ter de ser encaradas outras medidas, prorrogar o ‘lay-off’ e outras de apoio à tesouraria”, uma vez que muitas empresas já não têm reservas e as que as tinham ganho, podem agora esgotá-las.

    Devido à incerteza que a nova variante veio agravar, o diretor-geral do Turismo de Lisboa diz que as perspetivas para 2022 estão dependentes da evolução epidemiológica, uma vez que de “cada vez que a pandemia melhora verifica-se uma reação imediata de procura”

    “Entre o verão e agora houve um ‘suplemento de alma’ com a vinda de mais clientes, que deu algum ânimo, oxigénio, às empresas. Precisamos que a pandemia fique controlada”, concluiu Vitor Costa.

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    Reservas antecipadas de britânicos para o verão mal chegam a metade de um ano normal

    Apenas 27% dos britânicos que contam viajar para fora do Reino Unido no verão vai reservar as férias até final de março, o que representa cerca de metade da percentagem de um ano normal.

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    Com a COVID-19 a provocar novamente incerteza quanto ao futuro, os consumidores britânico continuam hesitantes e preferem esperar para ver como evolui a situação epidemiológica antes de reservarem as férias para o verão, apurou um estudo da Mintel, empresa de estudos de opinião e de mercado, que conclui que as reservas antecipadas por parte dos britânicos mal chegam a metade do que seria expectável num ano normal.

    De acordo com o estudo, que foi realizado em novembro e cujos resultados foram agora publicados pela imprensa britânica, apenas 11% dos turistas que planeiam ficar no Reino Unido no próximo verão conta realizar reservas até ao final do ano, enquanto 17% diz que o vai fazer logo no início de 2022, concretamente entre janeiro e final de março.

    Dos britânicos que contam viajar para fora do Reino Unido no próximo verão, 27% também diz que vai realizar a reserva até ao final de março, número que, no entanto, “mal chega a metade do nível esperado num ano normal”, segundo Marloes de Vries, diretora da Mintel para a área das viagens.

    Segundo a responsável, no total, a percentagem de britânicos que vai fazer férias no Reino Unido mas que diz não saber quando vai fazer a reserva chega a 34%, sendo que, entre os que pretendem viajar para fora do país, 23% também diz que ainda não sabe quando vai fazer a reserva para o verão.

    Para Marloes de Vries, além da incerteza quanto à COVID-19, também o aumento dos preços pode ser um problema, uma vez que a subida dos custos pode tornar “alguns consumidores mais sensíveis aos preços”, o que deverá levar a um aumento da procura por produtos mais económicos, como as férias em tudo incluído ou o campismo.

    Ainda assim, nem tudo são más notícias, uma vez que, apurou ainda a pesquisa da Mintel, apesar da subida dos preços, muitos turistas pouparam dinheiro por não terem conseguido viajar desde o início da pandemia e, por isso, vão querer aproveitar o tempo perdido já este verão.

    “Ainda existem muitas quarentenas e restrições mas as férias são vistas como uma prioridade. Mais de metade dos viajantes que pouparam dinheiro desde o início da pandemia de coronavírus estão interessados em fazer um upgrade às férias no próximo ano”, acrescenta Marloes de Vries.

    O estudo da Mintel foi realizado entre 25 de novembro e 1 de dezembro, e incluiu entrevistas online realizadas a cerca de mil adultos britânicos.

     

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    Foto: Vasco Célio/Stills
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    Diversificação de mercados, sustentabilidade e transição digital são prioridades da ATA

    Diversificação de mercados, crescimento sustentável, aposta na transição digital e qualificação de recursos humanos no setor são as linhas de atuação definidas para a promoção externa do Algarve.

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    Diversificação de mercados, crescimento sustentável, aposta na transição digital e qualificação de recursos humanos no setor são as prioridades na promoção do turismo do Algarve, defendeu João Fernandes, presidente da RTA, que acaba de ser reconduzido para um segundo mandato à frente da ATA.

    Na cerimónia de tomada de posse da nova Direção da Associação Turismo do Algarve (ATA), a entidade responsável pela promoção deste destino junto dos mercados internacionais, João Fernandes, explicou que, não se tratando de objetivos novos, a pandemia veio acentuar a necessidade de reforçar estas linhas de ação que já vinham a orientar os planos de promoção e de desenvolvimento turístico da região.

    Definindo a retoma do tráfego aéreo no espaço europeu como primeira meta a alcançar, a estratégia da nova Direção passa por continuar a apostar na diversificação de mercados, de modo a assegurar um crescimento do turismo da região mais sustentável e menos dependente do Reino Unido – o seu principal mercado. Ainda assim, o Algarve não pretende abrir mão da ligação privilegiada que tem com este mercado, razão pela qual irá ser trabalhada uma requalificação dessa relação, para que a região continue a ser vista pelos turistas britânicos como um destino competitivo e diferenciador no contexto pós-Brexit e pós-pandemia.

    Outro dos propósitos da nova direção da ATA é o de continuar a promover um crescimento turístico do destino, em qualidade e de forma sustentável, com uma melhoria de desempenho que não se traduza apenas em termos económicos, mas também sociais, ambientais e territoriais. Neste contexto, foram apresentados como principais desafios a necessidade de estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, de qualificar os agentes do setor neste âmbito e de promover uma maior divulgação deste tipo de atividade turística.

    A qualificação de profissionais no setor do turismo é mais um dos desafios que serão tidos em conta no novo mandato.

    Em linha com as principais tendências de mercado e com os novos comportamentos dos viajantes, a nova estratégia vai também refletir a necessidade de uma forte aposta na transição digital, que será materializada numa presença ainda mais robusta do destino em diversas plataformas digitais.

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    “Stakeholders” do turismo e viagens apelam aos governos europeus para evitar o ‘caos’ com “restrições erráticas”

    As viagens na Europa estão, novamente, a ser impactadas devido às “decisões erráticas e imprudentes dos governos de reintroduzir as restrições de viagens aos viajantes vacinados”, referem ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC.

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    Os “stakeholders” do universo do turismo e viagens – ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC – reagiram, recentemente, às restrições introduzidas por vários Estados-Membros da União Europeia (UE) a viajantes totalmente vacinados em resposta à nova variante Ómicron, admitindo que estas decisões “destroem os planos de milhares de pessoas que esperavam cruzar as fronteiras para ver amigos e familiares durante as férias”, refere o comunicado conjunto. Além disso, lê-se que estas novas restrições tomadas por diversos Estados da UE, colocam, mais uma vez, os agentes e operadoras “em perigo financeiro”.

    No comunicado pode ler-se ainda que “alterar as restrições de viagem num prazo muito curto enfraquece a confiança nas viagens e prejudica todos os esforços que foram feitos até agora, incluindo o Certificado Digital Covid da UE”, salienta o texto enviado às redações.

    Assim, ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC instam os governos a seguir as conclusões do Conselho Europeu de 16 de dezembro para “continuar os esforços coordenados para responder aos desenvolvimentos com base nas melhores evidências científicas disponíveis”.

    Numa nova orientação publicada recentemente, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (European Centre for Disease Prevention and Control – ECDC) indica que a variante Ómicron está agora presente em toda a Europa e que as infeções causadas são predominantemente por transmissões da comunidade, em vez de casos relacionados com viagens.

    O ECDC recomenda, por isso, o fortalecimento das “Intervenções Não Farmacêuticas” (INF), como evitar grandes reuniões públicas ou privadas, encorajar o uso de máscaras, teletrabalho, entre outros, salientando que “não existe recomendação para reintroduzir restrições às viagens”, encontrando-se esta constatação em linha com a avaliação anterior de que “as restrições a viagens são ineficazes na redução da transmissão do vírus, hospitalizações ou mortes”.

    De acordo com este conjunto de “stakeholders” do universo do turismo e viagens, as férias de esqui no Natal e no inverno representam “uma importante estação turística”, avançando com os números do Eurostat de 2018/19 que indicam que 33,7% do total de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na UE27 foram durante o inverno (novembro a abril incluídos).

    Os números da entidade estatística da Europa mostram que as dormidas na UE27, no inverno 2020-2021, diminuíram 71% em comparação com o inverno 2018-2019, salientando o comunicado que “este também é um período importante para o planeamento das próximas férias de verão”, concluindo-se que, “com as restrições erráticas às viagens, a Europa perderá, mais uma vez, uma importante temporada de turismo”.

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    Venezuela alarga restrições às viagens aéreas até 18 de janeiro

    Autoridades venezuelanas estão mesmo a apelar às companhias aéreas e agentes de viagens para que não vendam bilhetes de avião durante este período.

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    As autoridades venezuelanas voltaram a restringir as ligações aéreas comerciais de passageiros até 18 de janeiro de 2022, devido ao agravamento da COVID-19, e estão mesmo a apelar às companhias aéreas e agentes de viagens para que não vendam bilhetes para este período.

    “O Instituto Nacional de Aeronáutica Civil  (…) informa ao público em geral, aos exploradores aéreos e agencias de viagem que continuam as restrições nas operações da aviação comercial, aviação geral e privada, desde e para a República da Venezuela”, explica um comunicado divulgado em Caracas e citado pela Lusa.

    Segundo o Instituto Nacional de Aeronáutica Civil (INAC), as restrições resultam das diretrizes do Governo venezuelano “a fim de garantir a saúde os cidadãos que residem no país, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia gerada pela covid-19”.

    “De maneira excecional, unicamente se encontram autorizadas as operações comerciais aéreas para o transporte de passageiros entre a República Bolivariana da Venezuela e os países irmãos da Turquia, México, Panamá, República Dominicana, Bolívia, Rússia e Cuba”, explica o INAC.

    No comunicado o INAC apela “aos exploradores aéreas e agências de viagem a não comercializar bilhetes em rotas distintas às aprovadas pelo Executivo” e pede “aos cidadãos em geral a que não adquiram passagens aérea em rotas distintas às autorizadas”.

    A Lusa recorda que, a 12 de dezembro, o embaixador de Portugal em Caracas, Carlos de Sousa Amaro, já se tinha queixado que a Venezuela não tem respondido aos pedidos de autorização para que a TAP realize voos humanitários entre Caracas e Lisboa, apesar de ter autorizado outras companhias.

    Carlos Sousa Amaro revelou que o primeiro destes voos humanitários deveria ter decorrido a 12 de dezembro, mas não se realizou devido à ausência de resposta por parte das autoridades venezuelanas, com o embaixador a explicar que não faz “a mínima ideia” do motivo para a ausência de resposta.

    O embaixador de Portugal em Caracas estranhou, no entanto, que as autoridades venezuelanas tenham autorizado a realização de vários voos entre Caracas e Madrid, em Espanha, que estão a decorrer este mês de dezembro e que se vão manter também em janeiro.

    A Lusa recorda ainda que a Venezuela está, desde 13 de março de 2020, em estado de alerta, o que permite ao executivo decretar “decisões drásticas” para combater a pandemia.

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