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Costa Cruzeiros com novo ‘pricing’ para Portugal

A Costa Cruzeiros passa a disponibilizar quatro tarifas distintas, nomeadamente Deluxe, Confort Premium, Confort Classic e Basic.

Inês de Matos
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Costa Cruzeiros com novo ‘pricing’ para Portugal

A Costa Cruzeiros passa a disponibilizar quatro tarifas distintas, nomeadamente Deluxe, Confort Premium, Confort Classic e Basic.

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A Costa Cruzeiros apresentou esta quarta-feira, 17 de Maio, o novo sistema de tarifas que passa a vigorar no mercado português, através do qual a companhia pretende chegar aos vários tipos de público, oferecendo aos passageiros a possibilidade de viajarem “com preços controlados logo à partida”, segundo Jorge Carreiras, director-geral da Line C, representante da Costa Cruzeiros em Portugal.

“É um pricing que já foi ensaiado por outros mercados e que vai ao encontro de uma necessidade do próprio público-alvo, que é, por um lado, ter à partida os custos controlados e, aqui, os preços têm uma evolução em crescendo”, explicou o responsável, durante a apresentação das novas tarifas, que decorreu no Hotel Mundial, em Lisboa.

Com este novo sistema de preços, a Costa Cruzeiros passa a disponibilizar quatro tarifas distintas, nomeadamente Deluxe, Confort Premium, Confort Classic e Basic, cujas diferenças se prendem essencialmente com o pacote de bebidas incluído, ainda que existam também diferenças ao nível dos camarotes.

“Temos vários patamares, entre o que não tem qualquer tipo de bebidas, que é o Basic, depois temos o Confort Classic que tem bebidas às refeições, o Confort Premium que tem o pacote de bebidas incluídas, não só às refeições, mas durante todo o cruzeiro e, depois, ainda temos a tarifa Deluxe, em que temos um pacote de bebidas Premium. Este pacote destina-se às categorias mais altas, nomeadamente às suites”, resumiu Jorge Carreira.

O novo sistema de preços já se encontra disponível desde o início deste mês de Maio e aplica-se a todos os cruzeiros da Costa para a temporada 2018, com excepção dos itinerários de Volta ao Mundo.

Com as novas tarifas, a Costa Cruzeiros espera incentivar as reservas antecipadas, uma vez que também a política de cancelamentos é alterada, passando a ser oferecida ao cliente a possibilidade de cancelar a reserva até 45 antes da partida, pagando uma penalização de apenas 50 euros, com excepção apenas da tarifa Basic.

“Essencialmente é isto, queremos reforçar os benefícios da reserva antecipada. O facto de penalizarmos pouco o cancelamento até 45 dias antes da partida, acaba por ser um conforto maior para essas pessoas”, acrescentou Jorge Carreiras.

 

 

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Meeting Industry

47º Congresso da APAVT aposta mais uma vez em sessão exclusiva para agentes de viagens

O 47º Congresso da APAVT, que terá lugar de 8 a 11 de dezembro deste ano, em Ponta Delgada (Açores) vai apostar mais uma vez numa sessão exclusiva para os agentes de viagens, disse aos jornalistas o presidente da Associação, Pedro Costa Ferreira, num encontro sexta-feira, em Lisboa.

“Estamos muito focados na construção de um edifício diferenciador para os agentes de viagens associados da APAVT, portanto, temas como os nossos processos de certificação na área da sustentabilidade e na área do serviço ao cliente serão, certamente, centrais desta reunião”, defendeu o presidente da APAVT.

Além disso, explicou que “fazemos sempre um ponto de situação político, no fundo, um prestar de contas da direção, sobre o que fez no último ano, e uma troca de opiniões que para nós é muito importante, sobre as áreas de intervenção, e as principais dificuldades sentidas pelos agentes de viagens para o próximo ano, não deixaremos de acompanhar os processos de recuperação económico-financeira, até porque sempre tivemos consciência que as necessidades de tesouraria iriam acontecer sobretudo na altura da retoma, e não nos enganámos”, sublinhou.

Sobre este assunto, Pedro Costa Ferreira evidenciou que “não há atualmente apoios significativos no mercado, há é pagamentos significativos dos apoios que nos foram dados, em sede de créditos”, para adiantar que “as agências de viagens já começaram a pagar ao Turismo de Portugal, começarão em breve a pagar os empréstimos concedidos para pagamento dos vales dos clientes, portanto toda esta área relacionada com a recuperação económico-financeira, manteremos ativa na nossa análise, porque sentimos que é um diálogo que não deve ser esgotado”.

O dirigente apontou ainda que “os processos de apoios parecem estar muito centralizados em crédito, o que nós não queremos porque endividados já estamos, e parecem muito centralizados no Banco do Fomento, entidade que está demasiado afastada de nós do ponto de vista institucional, das práticas concretas e das oportunidades concretas dos agentes de viagens”.

É com satisfação que o presidente da APAVT tem assistido à participação nos congressos da Associação de um número cada vez maior de agentes de viagens. Acredita, assim, que “a sessão exclusiva com os agentes de viagens aparece porque cada vez há mais agentes de viagens a participar nos nossos congressos, e admito que cada vez há mais agentes de viagens, não apenas pela sessão, mas pela versatilidade de todo o congresso”.

Para o congresso dos Açores, Pedro Costa Ferreira deu conta que um hotel reservado exclusivamente para agentes de viagens já está esgotado, e a APAVT já está a reservar uma segunda unidade hoteleira, tudo indicando que “vamos ultrapassar os números do ano passado, em termos de agentes de viagens”.

 

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AHRESP
Alojamento

OE2023: AHRESP apresenta 25 propostas ao Governo para “salvaguardar as empresas”

A aplicação temporária da taxa reduzida do IVA nos serviços de alimentação e bebidas é uma das medidas apresentada pela associação.

Dada a aproximação da apresentação do Orçamento de Estado para 2023 (OE2023), a 10 de outubro, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) propôs ao Governo 25 medidas “para salvaguardar as empresas e contribuir para o fortalecimento da economia portuguesa”, conforme se pode ler em comunicado enviado às redações.

As medidas propostas incidem em cinco eixos estratégicos: fiscalidade, capitalização das empresas, incentivo ao consumo, apoio ao investimento e qualificação e dignificação do emprego, sendo que o documento com a enumeração de todas as propostas encontra-se disponível para consulta no website da AHRESP.

Destas, a associação destaca quatro medidas que considera prioritárias: a aplicação temporária da taxa reduzida do IVA nos serviços de alimentação e bebidas; instrumentos de apoio à capitalização das empresas; apoios ao investimento na eficiência energética e na transição digital e mecanismos/plataformas que apoiem e facilitem a contratação de trabalhadores, nomeadamente a contratação organizada de imigrantes.

“A AHRESP considera que é essencial a inclusão de medidas ambiciosas e significativas para as empresas e para as famílias, de forma a minimizar o impacto da inflação e do aumento dos custos da energia e dos combustíveis”.

Como prosseguem em comunicado, a associação aponta que apesar “do pico da atividade dos meses de verão, as margens de negócios estão completamente esmagadas – os custos energéticos aumentaram 24% e os produtos alimentares 15,4%, enquanto na restauração e similares os preços aumentaram 4.5%”. Apoiando-se nestes dados do INE, a AHRESP conclui que “a grande maioria das empresas optou por absorver uma parte desse aumento de custos para não lesar em demasia os seus clientes, pelo que as margens estão no seu limite”.

Neste contexto, a associação alega que é “imperioso” proteger “o poder de compra dos consumidores, mas também a tesouraria das empresas, que ainda não retomaram os níveis pré-pandemia e são agora sujeitas a um novo contexto de adversidade económica e financeira”.

Numa nota final, a AHRESP defende que “o OE2023 deverá ser um instrumento determinante na defesa das atividades económicas do Canal HORECA, pois só assim será possível garantir que o contributo dado pelo Turismo para a recuperação económica pós-pandemia não tenha sido em vão, assegurando-se a sustentabilidade dos negócios e a manutenção dos postos de trabalho”.

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Distribuição

W2M reorganiza estrutura diretiva em Espanha

A divisão de viagens do Grupo Iberostar reformulou a sua estrutura diretiva em Espanha, numa reorganização que afeta tanto a distribuição como a gestão hoteleira e que visa contribuir para o “reforço do projeto”.

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A World2Meet (W2M), a divisão de viagens do Grupo Iberostar, reformulou a sua estrutura diretiva em Espanha, reorganização que afeta tanto a distribuição como a gestão hoteleira e que visa contribuir para o “reforço do projeto”.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur,  na distribuição, Enric Riera, que liderou a distribuição da W2M nos últimos dois anos, passa a ter funções mais abrangentes, enquanto diretor-geral da W2M Clients.

Segundo a informação divulgada pela W2M, Enric Riera passa a ser responsável pela estratégia de relacionamento com os clientes, bem como pela redefinição do papel da rede de retalho do grupo e ainda pelo desenvolvimento de novos canais de venda.

Já Guillermo González Vallina passa a director-geral de Distribuição da W2M, substituindo Enric Riera no cargo que este desempenhava até à indicação para as novas funções.

Guillermo González Vallina conta com uma carreira de quase 20 anos em cargos de máxima responsabilidade em grandes empresas do setor do turismo e anteriormente desempenhava funções de diretor de Vendas para Espanha, Portugal e Norte de África na W2M.

A reestruturação levada a cabo abrange também a Azul Marino, a marca de agências de viagens da W2M, que passa a contar com Inma Fernández na administração, profissional que transita do grupo Ávoris.

Inma Fernández é acompanhada por Ana Sáinz, que vai assumir a direção de Desenvolvimento de Negócios para Grupos Estratégicos, assim como por Alicia Blanes, que passa a ser responsável pela direção Comercial da rede de agências.

 

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Agenda

Guestcentric prevê resultados positivos para hotéis no inverno 2022/23, mas…

Apesar de existirem fatores, como a inflação, que poderão alterar a situação, razão pela qual foram elaborados três cenários potenciais, de um modo geral, a GuestCentric prevê resultados positivos para os hotéis no final de 2022 e início de 2023.

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A empresa de soluções de e-commerce hoteleiro, que trabalha com hotéis de mais de 50 países, elaborou uma previsão de negócio sob o mote “7 Razões para os Hoteleiros estarem otimistas em 2022”. Após este verão de resultados recordes e extraordinários, será interessante verificar quais as previsões que se realizaram em 2022.

Chegado o mês de setembro de 2022, os hotéis olham para o futuro com bastante antecipação, mas também, com alguma preocupação, diz a empresa, que destaca a guerra na Ucrânia, os aumentos nos preços da energia e a elevada taxa de inflação como os principais fatores que impactam negativamente as previsões dos hoteleiros para o inverno 2022/23.

Analisando 2022, até à data, conclui-se que seis das sete previsões partilhadas em fevereiro deste ano se concretizaram. E, apesar da taxa de ocupação não ter superado os níveis de 2019, o preço médio recorde que os hotéis atingiram, aliado ao forte crescimento das vendas diretas, resultaram num aumento significativo das receitas totais dos hotéis, comparativamente a esse ano, também ele um ano “recorde”, indica a GuestCentric.

Neste quadro, a empresa estima que 2022 poderá ser o melhor ano de sempre para as reservas diretas, ano em que a procura está de volta, os preços atingem valores históricos, os cancelamentos de reservas voltaram a níveis normais, o Turismo de Negócios poderá recuperar em 2022, os hoteleiros voltaram a viajar em trabalho no ano 2022, e no inverno 2022/23, embora seja impossível uma previsão do futuro 100% exata, “podemos e devemos trabalhar com cenários, baseados na informação de mercado disponível, que nos ajudarão a preparar o ano que vem”, sublinha a análise.

Para ajudar a delinear a estratégia dos hotéis para o inverno 2022/23, a GuestCentric elaborou três cenários possíveis: Inverno igual a 2019; Elevada procura no inverno, com preços mais baixos; Disrupções no mercado este inverno, gerando uma quebra na procura.

 

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Transportes

Presidente da ANA acredita em autorização de Medina para avançar com obras na Portela

O presidente do Conselho de Administração da ANA Aeroportos está confiante na autorização do Ministério das Finanças, e agora com o novo ministro, Fernando Medina, para poder avançar com as obras no Aeroporto Humberto Delgado, depois do que apelidou de “força de bloqueio” do ex-ministro João Leão

José Luís Arnaut, que falava na VI Cimeira do Turismo Português que teve lugar em Lisboa, promovida pela CTP para celebrar o Dia Mundial do Turismo, disse que o ex-ministro das Finanças rejeitou seis pedidos da ANA para avançar com obras de melhoria no aeroporto de Lisboa, apesar de ter notado sempre “empenho” do ministro das Infraestruturas.

Por outro lado, e porque qualquer obra de infraestruturas precisa da aprovação da Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos (UTAP), que está sob a tutela do Ministério das Finanças, o presidente da ANA está mais otimista para a concessionária, com Fernando Medina à frente da pasta das Finanças. “Temos um novo ministro das Finanças e acreditamos que estão reunidas as condições para que a UTAP se sente connosco à mesa” para discutir formas de melhorar a eficiência do aeroporto Humberto Delgado, que está neste momento congestionado em termos de tráfego.

No painel dedicado ao novo paradigma da mobilidade, José Luís Arnaut afirma que “são precisas obras urgentíssimas” naquele aeroporto, para que seja possível receber mais passageiros, e diz não ter “dúvidas nenhumas” de que estas obras “vão ser feitas”.

Explicou que este projeto de investimento está nas mãos do Governo desde 2020, e hoje “acredito que estão criadas condições para nos deixarem avançar, deixar o concessionário e os operadores fazerem o seu trabalho”.

Em relação ao dossier “Novo aeroporto de Lisboa”, o responsável observou que só deverá haver uma decisão final sobre a localização da nova infraestrutura aeroportuária “no segundo semestre de 2024”. Isto porque, conforme explicou, o processo não termina com a avaliação ambiental estratégica.

No entanto, mostrou-se satisfeito com o calendário definido pelo Governo para a concretização do novo aeroporto, mas pediu comissão que vai ser criada para acompanhamento da avaliação ambiental estratégica das propostas de localização, que estão em cima da mesa “equitativa, neutra e independente”.

Isto porque, acrescentou: É muito importante para o país haver uma solução sem dúvidas, serena, tranquila e com qualidade”.

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Análise

IPDT: Inflação é o grande desafio que se vai colocar ao Turismo no próximo ano

A 67ª edição do Barómetro do Turismo do IPDT- Turismo e Consultoria prevê que, apesar da rápida recuperação do setor do turismo em Portugal, a inflação poderá comprometer esta tendência de crescimento em 2023.

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Esta é a opinião de 45% dos membros que responderam ao inquérito. Por sua vez, para 33%, ainda é difícil prever que impactos poderá ter a subida de preços no desempenho do setor.

A análise indica ainda que o nível de confiança médio no desempenho do turismo atingiu, em setembro de 2022, os 82,4 pontos: um aumento de 1,3 pontos face ao último registo de maio de 2022.

Segundo alguns membros do painel, Portugal continua a ser um destino com boa imagem internacional e muito procurado, beneficiando da conjuntura geopolítica internacional, que desvia procura do leste da Europa para o destino. Subsistem, no entanto, algumas dúvidas relacionadas com o contexto económico internacional e o possível impacto da inflação sobre a procura.

​Comparando com o período homólogo do ano anterior, a atividade do turismo, o número de pessoas empregadas no setor, a procura turística a nível externo e o endividamento das empresas são os indicadores que deverão aumentar nos próximos meses. De acordo com os membros do painel, o investimento público e a carga fiscal devem manter-se próximos da dinâmica do primeiro semestre de 2022.

​No que se refere aos mercados interno e externo, é expectável que se mantenha a tendência de crescimento em todos os indicadores (turistas, dormidas, receitas e RevPar).

O Barómetro do IPDT revela, por outro lado, que anunciado aumento das tarifas das companhias aéreas poderá conduzir a uma diminuição do número de pessoas a viajar, com 63% das respostas, enquanto cerca de metade dos inquiridos acreditam que o aumento das tarifas da aviação vai afetar o desempenho do turismo e 45% apostam num aumento da procura por transportes alternativos, nomeadamente a ferrovia.

​Sendo a falta de mão de obra no turismo uma das principais dificuldades assumidas pelos empresários do setor, o Barómetro inquiriu o painel no sentido de compreender quais as principais medidas que podem ajudar a colmatar o défice de mão de obra no turismo em Portugal. Melhorar as condições de trabalho (35%), desenvolver uma estratégia de captação de RH externos (18%), apostar e reforçar a formação e qualificação profissional (17%) e reconhecimento dos colaboradores, através de políticas de retenção de talentos (9%), foram as principais ações propostas pelos membros que participaram no Barómetro.

 

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Transportes

Governo apresenta projeto de alta velocidade que traz “revolução” à ferrovia

Nova linha ferroviária de alta velocidade vai permitir ligar Lisboa e Porto em apenas uma hora e 15 minutos, num serviço direto e sem paragens, que será construído em três fases.

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O Governo apresentou esta quarta-feira, 28 de setembro, o projeto de alta velocidade que vai ligar Lisboa, Porto e Vigo, uma nova linha ferroviária que vai ser construída em três fases e que, segundo o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, representa uma “revolução” para a ferrovia.

“Depois de décadas de desinvestimento na ferrovia, de encerramento de linhas e de prioridade na rodovia e transporte individual, não consigo usar outra palavra para descrever o que estamos a fazer: revolução”, afirmou o governante, citado pela Lusa, durante a apresentação do projeto, no terminal ferroviário de Campanhã, no Porto.

De acordo com o governante, o país não pode “adiar mais, nem hesitar mais” na questão da alta velocidade, que vai permitir ligar Lisboa e Porto em apenas uma hora e 15 minutos, num serviço direto e sem paragens.

Presente na apresentação esteve também o primeiro-ministro, António Costa, que garantiu que Portugal “tem hoje condições financeiras para poder assumir este projeto”, sem “sobressaltos que o ponham em causa”.

O líder do executivo nacional destacou a importância do projeto e admitiu que a ligação entre o Porto e Vigo é o “primeiro passo” para a integração da ferrovia portuguesa na rede ibérica de alta velocidade.

A construção desta linha de alta velocidade vai ser dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028 e cujo percurso deverá ser feito em uma hora e 59 minutos.

Já o segundo troço, entre Soure e o Carregado, que deve estar concluído até 2030, deverá diminuir o tempo de percurso para uma hora e 19 minutos, enquanto a terceira fase, entre o Carregado e Lisboa, será  construída mais tarde e permitirá atingir a duração final de uma hora e 15 minutos de toda a ligação.

A nova linha Lisboa-Porto vai permitir “triplicar” a oferta, disponibilizando 60 serviços diários, com a Infraestruturas de Portugal (IP) a estimar que também a procura dispare e que o número de passageiros passe de seis para 16 milhões.

Dos 60 serviços diários previstos, 17 devem ser diretos, nove vão ter paragens em estações intermédias e 34 serão serviços mistos, usando, em parte, a linha de alta velocidade e noutra a linha convencional.

“Esperamos no futuro manter na linha do Norte quase seis milhões de passageiros e crescer no conjunto com alta velocidade para 16 milhões de passageiros com a inauguração da segunda fase”, afirmou Carlos Fernandes, do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal (IP).

Quanto ao plano de concretização dos projetos de alta velocidade, Carlos Fernandes adiantou que os objetivos passam por “finalizar os estudos prévios e de impacto ambiental” e “fechar” os documentos para lançar os concursos públicos.

Os estudos prévios e o Estudo de Impacto Ambiental relativos ao primeiro troço serão submetidos à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) “até ao final de outubro” e os documentos relacionados com o segundo troço “até ao final de novembro”.

“Com estas entregas nestes prazos, esperamos ter as declarações de Impacte Ambiental até ao final do primeiro semestre do próximo ano”, disse, lembrando que estes instrumentos são fundamentais para o lançamento dos concursos públicos.

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Indústria de cruzeiros vai recrutar na 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio

Feira de emprego dedicada à indústria marítima decorre em Lisboa, a 20 de outubro, e vai contar com a participação de várias companhias de cruzeiros que pretendem recrutar colaboradores durante o certame.

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A 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio, que decorre no Parque das Nações, em Lisboa, a 20 de outubro, vai contar com a participação de várias companhias de cruzeiros que pretendem recrutar colaboradores durante o certame.

Na edição deste ano, uma das principais novidades é a participação da Mystic Invest, detentora das marcas de cruzeiros DouroAzul, Nicko Cruises, Mystic Cruises, Atlas Ocean Voyages e Mystic Ocean, que vai recrutar durante o evento.

Além da Mystic Invest, está também confirmada a participação da Viking Cruises; Seabourn; Disney Cruise Line; OneSpaWorld; Costa Crociere; MSC Cruises; Uniworld; PeopleConquest; Amplia Talents; e Bluewater Yachting.

Em destaque vai estar também a formação, motivo pelo qual o evento conta ainda com a participação do FOR-MAR (Portugal); da LearnMarine (EUA); da MaritimeMT (Malta); e do Instituto Portuário Marítimo (Angola), que “procura contratar formadores e consultores na área marítima”.

O evento conta ainda com o apoio do secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, que vai visitar a feira no dia 20 de outubro.
A 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio é uma iniciativa de promoção de emprego em cruzeiros, iates, ferries e carga, e tem como objetivo promover o trabalho em navios e transmitir informação sobre carreiras marítimas.
Todas as informações sobre a feira estão disponíveis aqui.
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VI Cimeira do Turismo Português: CTP pede ao Governo “apoios estruturais” para o setor

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros, pede ao Governo “apoios estruturais e não paliativos pontuais” para o setor, o mesmo Governo que disse, “esqueceu” o Turismo.

Reconhece que “se o Governo esteve bem no início da pandemia, com medidas rápidas, eficazes e fundamentais para assegurar a sobrevivência das empresas, atualmente poderia e deveria ir muito mais longe” para sublinhar que, “infelizmente, uma boa parte das medidas anunciadas pelo Governo para apoiar as empresas portuguesas – e não só as do Turismo – ou ainda não se concretizaram e não chegaram efetivamente à economia ou são insuficientes, como os apoios extraordinários anunciados este mês para combater a inflação”.

O presidente da CTP disse que “as empresas esperam apoios estruturais, medidas que prevaleçam no tempo e não apenas paliativos pontuais”, enumerando que “são necessárias medidas de âmbito fiscal, por exemplo, e não apenas apoios, que no geral, passam pela concessão de crédito que ainda endividam as empresas”.

Francisco Calheiros, que falava na abertura da VI Cimeira do Turismo Português, que decorreu esta terça-feira, em Lisboa, para assinalar o Dia Mundial do Turismo, reafirmou a disponibilidade deste setor para ajudar: “O Turismo quer dar ainda mais a Portugal e a toda a sociedade; O Turismo quer: Ajudar a Economia; Ajudar a governação; Ajudar as famílias; Ajudar as empresas. O Turismo quer, além da nossa cadeia de valor, proporcionar mais receitas ao País, através do que devolve em impostos e contribuir para o crescimento de outras atividades económicas”.

E alertou que “se preservarmos, desenvolvermos e promovermos cada vez mais e melhor a diversidade turística do nosso País, estamos também a contribuir para o desenvolvimento de todo o território, para a descentralização e para o equilíbrio regional, ajudando assim ao crescimento económico das nossas regiões e à criação de emprego”.

O presidente da CTP destacou ainda no seu discurso que os empresários do setor continuam “com o empenho de sempre para voltar a robustecer a atividade económica que mais gerou riqueza e postos de trabalho nos últimos anos”.

Mas, “sem um apoio muito claro do Governo para enfrentar a tempestade perfeita por que passámos e que ainda mantem as suas marcas será tudo muito mais difícil, para prejuízo de Portugal e dos portugueses”.

Nesta VI Cimeira do Turismo cujo debate foi centrado no tema “O Turismo e o novo Mundo”, Francisco Calheiros deixou bem claro que “mais do que apoios, e para que não sejamos acusados de estarmos sempre de mão estendida, o que o Turismo quer é que sejam criadas as condições necessárias para que esta atividade seja cada vez mais forte”.

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Air France abre cinco novos destinos no inverno e aumenta capacidade em Portugal

A Air France vai voar para 171 destinos no inverno, incluindo 86 no longo curso e 85 no curto e no médio curso, numa capacidade que já se aproxima do inverno de 2019 e que cresce também 18% em Portugal.

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A Air France vai voar, durante o próximo inverno, para 171 destinos, incluindo 86 no longo curso e 85 no curto e no médio curso, numa oferta cuja capacidade já se aproxima do inverno de 2019 e que prevê também um aumento de 18% na capacidade oferecida pela companhia aérea francesa em Portugal.

“A oferta da Air France cresce 18% este Inverno em Portugal face a período homólogo de 2021”, indica a Air France, revelando que esta oferta é “idêntica à oferecida e operada em 2019” e tem por base um maior número de frequências de/para o Porto a partir de Paris-CDG, que passam a sete em vez das seis disponibilizadas no inverno de 2021.

Além do aumento de frequências no Porto, a Air France vai também aumentar a capacidade na rota de Lisboa para Paris, que passa a ser operada por “aviões de maior capacidade”, mantendo-se as quatro frequências que a companhia aérea já oferecia no inverno passado.

As rotas de Lisboa e Porto podem, no entanto, ser utilizadas para chegar a Paris e viajar para um dos cinco novos destinos que a Air France vai abrir este inverno e vão passar a ligar Paris-CDG a Nova Iorque-Newark (EUA), Tromsø (Noruega), Kittilä (Finlândia), Innsbruck e Salzburg (Áustria).

No caso de Nova Iorque-Newark, os voos arrancam a 12 de dezembro de 2022 e contam com uma ligação diária e direta, marcando o regresso da Air France ao segundo maior aeroporto de Nova Iorque.

“Este voo será adicionado ao produto do tipo “Shuttle” oferecido entre Paris-CDG e Nova Iorque-JFK, com 6 voos diários operados pela Air France e 2 pela sua parceira na aliança Skyteam, a Delta Air Lines”, indica a Air France em comunicado.

Este inverno, a Air France decidiu também manter a rota de verão que liga Paris-CDG – Dallas e que vai contar com três voos por semana, operados em aviões 777-200 ER.

Também no longo curso, destaque ainda para o regresso dos voos da Air France entre Paris-CDG e a Cidade do Cabo, na África do Sul, operação que estava suspensa desde o início da COVID-19 e que vai regressar a 30 de outubro, com três voos por semana, em avião Boeing 787-9.

Além da Cidade do Cabo, a Air France vai também voar para Joanesburgo este inverno, disponibilizando um total de sete voos por semana entre a capital francesa e a cidade sul-africana.

De assinalar é ainda o regresso dos voos da Air France para o Japão, numa retoma que é permitida pela reabertura gradual de fronteiras no país depois da COVID-19 e que, segundo a Air France, conta com cinco voos por semana para Tóquio-Haneda, em aviões Boeing 787-9.

“A Air France passa, assim, a ligar Paris aos dois aeroportos de Tóquio neste inverno, com o aeroporto de Tóquio-Narita a ser servido até 5 vezes por semana a partir de Paris-Charles de Gaulle”, refere ainda a transportadora gaulesa.

As novidades da Air France para este inverno incluem ainda quatro novas rotas de curta distância e médio curso, que vão passar a ligar Paris às cidades de Tromsø (Noruega), Kittilä (Finlândia), Innsbruck e Salzburg (Áustria), além de outras novidades nomeadamente no Norte de África.

A partir de 30 de outubro, a Air France passa a voar entre Paris-Orly e Casablanca, em Marrocos, com um voo diário operado em Airbus A320, data em que as ligações entre Nice e Londres Heathrow passam a ser anuais, contando com um voo por dia, uma vez que atualmente apenas decorriam no verão.

Já o serviço sazonal Paris-CDG – Rovaniemi (Finlândia), que tinha sido inaugurado em 2021, vai ser retomado este ano a partir de 27 de novembro, com até um voo diário operado em Airbus A320 durante os feriados de fim de ano.

O dia 10 de dezembro marca a inauguração das quatro novas rotas da Air France de curta distância e médio curso, já que a partir deste dia a companhia aérea francesa passa a voar para Kittilä (Finlândia) e Tromsø (Noruega), com um voo por semana, realizado em aviões A320 e Airbus A319, respetivamente.

Já Innsbruck e Salzburg (Áustria) vão contar com dois e um voo por semana, respetivamente, que vão ser operados em aviões Embraer 190, também com início a partir de 10 de dezembro de 2022.

Além destas novidades, a Air France vai ainda estender ao longo de todo o ano os voos Paris-Orly – Tunes (Tunísia), Marselha – Argel (Argélia), Toulouse – Argel (Argélia) e Toulouse – Oran (Argélia), que até aqui eram apenas realizados na temporada de verão.

Todos os destalhes sobre os novos destinos, programas de voo e tarifas podem já ser consultados em airfrance.pt.

A companhia aérea francesa alerta, no entanto, que “este programa de voos é suscetível de mudanças e mantém-se sujeito à obtenção das necessárias autorizações governamentais”.

 

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