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Aberturas, aquisições e encerramentos em 2016

A dinâmica do sector turístico é inquestionável. Uma dinâmica que se reflecte nas novidades que o Turismo tem ao longo do ano, seja de abertura de novos negócios, aquisições e, até mesmo, encerramento de algumas actividades. Agentes e Operadores O ano na área dos operadores turísticos e agências de viagens começou com notícias do mercado… Continue reading Aberturas, aquisições e encerramentos em 2016

Raquel Relvas Neto
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Aberturas, aquisições e encerramentos em 2016

A dinâmica do sector turístico é inquestionável. Uma dinâmica que se reflecte nas novidades que o Turismo tem ao longo do ano, seja de abertura de novos negócios, aquisições e, até mesmo, encerramento de algumas actividades. Agentes e Operadores O ano na área dos operadores turísticos e agências de viagens começou com notícias do mercado… Continue reading Aberturas, aquisições e encerramentos em 2016

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Raquel Relvas Neto
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A dinâmica do sector turístico é inquestionável. Uma dinâmica que se reflecte nas novidades que o Turismo tem ao longo do ano, seja de abertura de novos negócios, aquisições e, até mesmo, encerramento de algumas actividades.

Agentes e Operadores
O ano na área dos operadores turísticos e agências de viagens começou com notícias do mercado vizinho que acabaram por ter influência em Portugal. Em Espanha, a Viajes Barceló comunicava que ia lançar uma agência de viagens online (OTA) dentro de dois anos. Antes desta concretização e meses depois, o grupo espanhol anunciava a aquisição do operador turístico Catai Tours, também com presença em Portugal, que passou a designar-se apenas por Catai. Os planos de expansão do Grupo Barceló não se ficam por aqui e, no início do ano, em exclusivo no Publituris, Constantino Pinto anunciava que a rede de agências do grupo – a B the Travel Brand – ia abrir as duas primeiras lojas em Lisboa e no Porto.

As empresas espanholas voltaram a olhar para Portugal com outros olhos. Fruto disso é também a aposta do Grupo Star Viajes que iniciou a sua expansão internacional por Portugal. O objectivo para o mercado português era chegar às 50 agências dentro de um ano.

Também o Grupo Globalia continua a apostar em Portugal. Em Maio, Fernando Bandres, na altura delegado do operador do grupo espanhol no País, revelava que o grupo tinha aberto uma nova empresa – a Welcome Incoming Services, uma empresa de ‘incoming’ que se dedica a receber clientes que têm Portugal como destino de férias.

Mas não foram apenas os grupos espanhóis que agitaram o mercado da distribuição. Em Fevereiro, foi divulgada ao mercado a MIX2Travel Soluções Turísticas, uma empresa liderada por Catarina Lopes e João Barbosa, e com o aconselhamento de Paulo Martins. Esta apresentou soluções que pretendiam alterar a forma de vender produtos turísticos online com soluções de e-commerce.

O antigo director da Ultratur durante 25 anos anuncia, em Abril, a abertura de uma agência de viagens própria, a Pelicano Navegador Travel.

Em Maio, o Grupo Emviagem adquiriu recentemente 100% da YOU Tour Operator, uma oportunidade de negócio que se enquadrou dentro da nova estratégia do grupo.

Aumentar a rentabilidade das agências de viagens é o objectivo da mais recente empresa de Miguel Quintas. Apresentada em Julho, a ‘Parcela Já’ oferece às agências de viagens a possibilidade de venderem produtos turísticos aos seus clientes através de pagamentos parcelados, nos seus cartões de crédito.

Às portas da época alta começam a surgir notícias menos positivas. A primeira chegou do Reino Unido, com o anúncio do encerramento de operações do LowcostTravelGroup, um dos primeiros bancos de camas na Europa e agência online que se converteu em grupo de gestão. A cessação de actividade deste ‘player’ teve impacto em várias unidades hoteleiras portuguesas.

Em Portugal, o Turismo de Portugal alertava para a situação de incumprimento da agência Pacote Glamour Viagens e Turismo, sediada no Montijo e que tinha burlado vários clientes que ali tinham comprado as suas férias de Verão.

Quase no final da época alta, a GTA, operador que pertence ao grupo Kuoni, adquiriu o negócio da MTS Globe, que tem sede em Maiorca, e que é a maior agência de incoming independente da Europa, com presença em 15 países, entre os quais se inclui Portugal.

Em Outubro, nova dinâmica no mercado. A exploração da marca Travelers foi adquirida por uma nova empresa, a Travelers Operador Turístico, SA, uma nova empresa que tem em comum com a Ego Travel um dos administradores – Gonçalo Palma – e alguns dos accionistas que constituem ambas as sociedades anónimas. Um negócio que ainda está a dar muito que falar.

Hotelaria

O grupo Minor oficializou a compra dos Hotéis Tivoli em Fevereiro deste ano
O grupo Minor oficializou a compra dos Hotéis Tivoli em Fevereiro deste ano

Na actividade hoteleira, o destaque vai para a concretização da aquisição dos hotéis Tivoli pelo Minor Hotel Group, uma operação que começou a ser desenvolvida ainda em 2015. O grupo anunciou a intenção de expandir a marca Tivoli para fora de Portugal e do Brasil, concretamente para África, Ásia e Médio Oriente. O Minor Hotel Group declarou ainda que o Tivoli Victoria, em Vilamoura, vai envergar a marca Anantara, da Minor Hotels, e o Tivoli Jardim, em Lisboa, irá igualmente sofrer um rebranding e integrar a marca AVANI do grupo no próximo ano. Desde Fevereiro, que o Vivamarinha Hotel & Suites passou a integrar o portfólio do Grupo Starwood e denominar-se Sheraton Cascais Resort. A unidade foi adquirida à ECS Capital pela UIP – United Investments Portugal, que detém também o Pine Cliffs Resort, no Algarve.

Depois de abrir o Furnas Boutique Hotel em Março de 2015 e de ter adquirido o Hotel Azor, antigo Hotel Príncipe do Mónaco, ambos na ilha de São Miguel, o Fundo Discovery complementa a sua oferta hoteleira no arquipélago açoriano com a aquisição do Hotel da Serretinha, na ilha Terceira.

O grupo hoteleiro inglês Macdonald Hotels & Resorts passou a deter a gestão de três unidades hoteleiras no Algarve. Além do Vale d’Oliveiras Quinta Resort & SPA, no Carvoeiro, a cadeia internacional passou a deter o Macdonald Monchique Resort & Spa, antes denominado Longevity Wellness Resort Hotel & SPA, e também o Vale da Ribeira, localizado em Portimão. Ainda no Algarve, e no ano em que celebra o seu 50º aniversário, o Hotel Eva, em Faro, foi adquirido pelo Grupo AP Hotels & Resorts.

Mais a Norte, a Fladgate Partnership, holding que se dedica à produção e distribuição de Vinho do Porto e proprietária dos hotéis The Yeatman e The Vintage House, comprou o hotel Infante Sagres, unidade localizada no Porto, que até aqui pertencia ao portfólio do grupo Thema Hotels. A empresa ficou ainda com a concessão do Hotel da Estrela, em Lisboa, e a gestão passou para a recém criada Unlock Boutique Hotels. Esta empresa de gestão de activos hoteleiros passou também a gerir, a partir de Novembro, o Monverde Wine Experience Hotel, em Amarante.

IMG_2387Os Dom Pedro Hotels anunciaram uma nova área de negócio, em parceria com Keith Cousins, criando a empresa KAY CC Portugal, que adquiriu os interesses no negócio Oceânico Golf, que opera cinco campos de golfe em Vilamoura.

No Centro, concretamente na Serra da Estrela, as unidades hoteleiras detidas pela Turistrela passaram a ser geridas pela Luna Hotéis & Resorts.

Ainda no campo hoteleiro, a empresa portuguesa GuestCentric anunciou a aquisição da divisão de negócios do Great Hotels of the World, o seu código associado GDS e o sistema de reservas central da Evolution, implementados em unidades de 42 países.

A nível internacional, outras tantas movimentações. A mais relevante foi, sem dúvida, a aquisição da Starwood Hotels & Resorts pela Marriott International, num negócio de cerca de 12 mil milhões de euros, tendo-se, assim, tornado no gigante do sector hoteleiro. No que diz respeito à Marriott International, destaque ainda para o anúncio da entrada da sua marca W Hotels Worldwide em Portugal, com a abertura do W Algarve, em 2018.

Também a Accor andou a ampliar a sua importância no sector hoteleiro, com a compra do FRHI Hotels & Resorts (FRHI) e as suas três marcas de hotéis de luxo: Fairmont, Raffles e Swissôtel.

Mas o ano não foi feito apenas de novas parcerias ou aquisições. A planta hoteleira de Portugal renovou-se uma vez mais e apresenta várias novidades.

Em Lisboa, o ano começou com a abertura do Vincci Liberdade, quatro estrelas do grupo espanhol junto à Avenida da Liberdade. Em Julho, abriu uma nova unidade dos Lux Hotels, o Lisboa Pessoa Hotel. Seguiu-se o Portobay Marquês, a 12ª unidade do Grupo PortoBay que resulta do hotel Aviz, que pertencia à Fundação Oriente.

Em ‘soft opening’ em Setembro e abertura oficial em Outubro, a Memmo Hotels apresentou a sua segunda unidade na capital portuguesa: o Memmo Príncipe Real. Em Setembro, abriu também o Hotel White Lisboa, um três estrelas do Grupo José Cristóvão localizado na Avenida da República.

Recentemente, Lisboa contou com um novo três estrelas, o Fenicius Charme Hotel, localizado junto à Avenida Almirante Reis.

A Hoti Hotéis anuncia o início da exploração do Hotel Costa da Caparica e Manuel Proença, presidente do grupo, desvenda os planos de mais três novos hotéis: um em Aveiro e dois em Lisboa. Também na região da Grande Lisboa, abre o primeiro hotel de cinco estrelas de Setúbal, o Hotel Casa Palmela com 20 quartos.

Ainda em Lisboa, destaque para a abertura do Pestana CR7 Lisboa, o segundo da marca que junta o Grupo Pestana e o jogador de futebol português Cristiano Ronaldo, depois de ter aberto a primeira unidade em Julho no Funchal. O Grupo Pestana verificou várias movimentações ao longo do ano, seja a nível nacional como internacional. 2016 ficou marcado pela abertura da primeira unidade do grupo nos Açores, o Pestana Bahia Praia, em Vila Franca do Campo. No Algarve, o grupo abre o Pestana Algarve Race Hotel & Resort, um hotel junto ao autódromo internacional. No Porto Santo, o grupo anunciou a gestão da sua terceira unidade na ilha, o antigo hotel Libervita sob a marca Pestana Ilha Dourada – Hotel & Villas. Lá fora, concretamente no Brasil, o grupo vendeu o Pestana São Luís Resort Hotel e o Pestana Natal All Inclusive.

A Norte, destaque para a abertura do quarto hotel da marca espanhola Eurostars Hotels em Portugal, com o Eurostars Porto Douro, mas também para a terceira unidade hoteleira da Sonae Turismo no destino: o The House Ribeira Hotel, com 56 quartos. Em Vila Real, abriu o Pena Aventura Park Hotel, um investimento de oito milhões de euros que vai funcionar em parceria com o Pena Aventura Park.

No Algarve, a NAU Hotels & Resorts passou a gerir o Salema Beach Village, em Vila do Bispo. Por sua vez, a ECS Capital anunciou a abertura do Vilamoura Garden Hotel, com 59 quartos.

Na Madeira, devido aos incêndios que flagraram este Verão, a oferta hoteleira do destino foi reduzida, com a destruição completa do emblemático Choupana Hills.

Destinos

No que aos Destinos diz respeito, verificaram-se poucas aberturas e encerramentos. Mas a região Centro de Portugal destacou-se com a reabertura do Convento de São Francisco, em Coimbra, mas desta vez como centro de convenções e espaço cultural. O espaço conta com uma capacidade, em simultâneo, para receber cinco mil pessoas nas suas diferentes salas e auditórios.
28 de Junho marca uma nova era no jogo em Portugal – a publicação do decreto-lei que visa a liberalização do jogo online. O Serviço de Regulação e Inspecção de Jogos atribuiu a primeira licença portuguesa de jogo online para operar jogos de fortuna ou azar à Estoril Sol Digital S.A, uma empresa do Grupo Estoril Sol, detentor do Casino Estoril, Casino Lisboa e Casino da Póvoa.

Transportes

2016 foi um ano cheio de novidades no que à área de Transportes diz respeito. Comecemos pela Springwater Capital, bem conhecida do mercado português por ter adquirido a Espírito Santo Viagens. O fundo anunciava em Maio um acordo com a Royal Caribbean Cruises Ltd para a criação de uma ‘joint venture’ que vai gerir as marcas Pullmantur e Croisières de France. Como parte deste acordo a RCL vai vender 51% da sua participação na Pullmantur e na CDF à Springwater.
Em Maio, a United Airlines inaugurava o voo diário sem escalas entre Lisboa e o hub de Washington D.C., Aeroporto Internacional de Dulles, ligando assim, pela primeira vez, as duas capitais. Em Junho, a Azul iniciava a primeira operação em solo europeu e a única ligação directa entre Brasil e Portugal operada por uma empresa brasileira, ligando São Paulo (Campinas) a Lisboa.

O ano ficou também marcado pela abertura da ilha Terceira, nos Açores, às operações ‘low cost’. A 2 de Dezembro, a Ryanair inaugurou o seu primeiro voo para o destino açorianos.

A nível de negócios, o Grupo Air France/KLM divulgou o lançamento de uma nova companhia aérea em 2020, que pretende dar resposta à concorrência existente por parte das empresas de aviação do Golfo Pérsico.

Quase no final do ano, a Ryanair mostra um novo sinal da sua inovação. O seu novo serviço “Ryanair Holidays ” vai oferecer pacotes de férias com voos, alojamento e transfers aos seus 119 milhões de clientes através da sua página web, Ryanair.com. A empresa assinou um acordo com o grupo turístico Logitravel e com o fornecedor global de alojamento e serviços turísticos W2M (World2Meet) para criar a “Ryanair Holidays”.

MI

No segmento da Meeting Industry algumas novidades este ano. Uma delas foi a empresa portuguesa events by tlc, que anunciou a fusão com uma das principais agências brasileiras, a Case Imagine, criando um dos mais importantes grupos a operar no bloco económico Ibero-Americano, nos sectores de eventos corporativos e de activação de marca.

No Algarve, surgiu uma nova DMC, a TopTeam Travel liderada por Fátima Mil-Homens. Criar memórias únicas aos seus clientes é um dos objectivos da Destination Management Company.

Nota de editor: artigo publicado na edição nr. 1332, de 9 Dezembro de 2016.

Sobre o autorRaquel Relvas Neto

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Turismo de Lisboa aumenta promoção e investe 6,1M€ em conjunto com privados

A ATL e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros em cinco programas de promoção para este ano, montante que representa uma atualização face ao período pré-pandemia.

A Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros na promoção turística da capital com a expetativa de que seja possível retomar, este ano, cerca de 85% dos níveis turísticos de 2019, segundo Vitor Costa, diretor-geral da ATL.

“A expetativa é que possamos chegar ao fim deste ano com cerca de 85% dos níveis de 2019. Para já, a expetativa é otimista, conseguimos que viessem clientes, a hotelaria consegue ter boas taxas de ocupação e não se confirmou o receio de que houvesse uma degradação dos preços da hotelaria. Por isso, estamos otimistas mas também temos de ser realistas”, afirmou o responsável, durante a apresentação, esta quinta-feira, 23 de junho, dos programas de promoção para este ano.

Segundo Vitor Costa, a verba destinada a estes programas de promoção – cinco no total, incluindo os planos de comercialização e vendas das empresas nos mercados externos, plano de comercialização e vendas do mercado interno, apoio à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais, e outras ações organizadas diretamente pela ATL – traz “alguma atualização” face ao investimento em promoção dos últimos anos, inclusive face a 2019.

“Há um reforço de uma candidatura ao Fundo de Desenvolvimento Turístico. Agora, não consigo dar exatamente a comparação, mas há um aumento, há um reforço da promoção”, afirmou Vitor Costa, revelando que, no caso dos planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, a verba de cerca de três milhões de euros que está orçamentada “é muito superior a 2020 e 2021, em que não houve essa intervenção, e também é superior em relação a 2019”.

A verba de 6,1 milhões de euros é financiada pela própria ATL e pelas empresas associadas, sendo que, deste montante, cerca de três milhões de euros são para planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, que contam já com a participação de 101 empresas, onde se inclui a participação em feiras internacionais e o lançamento de campanhas de promoção e vendas.

Já o plano de comercialização e vendas do mercado interno tem um financiamento de 392 milhões de euros e é dedicado ao polos turísticos a potenciar na capital e que estão definidos no plano estratégico da ATL, assim como de outros produtos transversais, contando já com a participação de 18 empresas, num total de 14 candidaturas aprovadas.

No que diz respeito à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, o montante disponível para promoção é de 510 mil euros e visa apoiar o aluguer de salas, espaços e venues para reuniões e congressos, registando-se 78 candidaturas aprovadas.

O programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais conta ainda com uma verba de 250 mil euros, neste caso, explicou Vitor Costa, para apoiar a captação de turistas internacionais para eventos e festivais como o Rock in Rio, NOS Alive, Kalorama e Jazz em Agosto.

Por último, há ainda cerca de dois milhões de euros para investir em ações diretamente organizadas pela ATL e onde se incluem eventos como feiras internacionais, workshops e webinares internacionais, roadshows, materiais promocionais e ainda na dinamização do portal visitlisboa.com.

“Em termos de promoção, estes programas são bastante eficazes porque estamos a trabalhar diretamente para as empresas e, consequentemente, para o destino”, considerou ainda Vitor Costa, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa para este ano.

Presente na apresentação esteve também o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que é também o presidente da Direção da ATL, que afirmou a importância do turismo para a capital portuguesa.

“O Turismo é central para a nossa cidade e é central como prioridade para a Câmara Municipal de Lisboa e para todos aqui presentes, público e privado. Só todos juntos é que conseguiremos ter, realmente, o turismo que queremos”, afirmou Carlos Moedas.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que o turismo deve contribuir para os lisboetas e para atrair talento para a cidade, motivo pelo qual a promoção deve ser “sólida e consistente” que aquilo que se quer que venha a ser o turismo na capital.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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Moedas alerta para “efeito devastador” que filas no aeroporto de Lisboa podem ter no turismo

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que as longas filas nos aeroporto de Lisboa dão uma “má impressão” aos turistas que visitam a capital, o que pode ter “um efeito devastador” no turismo em Lisboa.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, alertou esta quinta-feira, 23 de junho, para o “efeito devastador” que as filas no aeroporto de Lisboa podem vir a ter no turismo e instou o governo a resolver “de uma vez por todas” a situação que se vive na infraestrutura.

“Se não resolvermos esta situação, todas estas apresentações, toda a promoção e conteúdos, quando as pessoas têm uma má impressão, isso tem um efeito devastador”, afirmou o autarca, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa.

De acordo com Carlos Moedas, “Lisboa está cada vez mais na moda”, como provam os recentes rakings que têm vindo a apontar a capital portuguesa como um dos melhores destinos para visitar, mas tudo por ir por água abaixo devido à “má imagem” com que os passageiros ficam quando têm de esperar horas para sair do aeroporto.

“Temos aqui uma oportunidade única nos próximos tempos, Lisboa está cada vez mais na moda, vemos isso pelos ranking internacionais e agora não podemos desalavancar e, por isso, não podemos, de uma vez por todas, dar esta má imagem que está a acontecer no aeroporto de Lisboa, em que aqueles que chegam de fora da europa ficam à espera durante horas”, acrescentou.

Carlos Moedas diz, contudo, saber que o Governo está a “trabalhar para resolver a situação”, mas pede rapidez, sob pena da situação no aeroporto se tornar comprometedora do trabalho que a autarquia, Turismo de Lisboa e empresas associadas têm vindo a fazer.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa não quis, no entanto, comentar as palavras do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, que recentemente reconheceu que o aeroporto de Lisboa poderá vir a ter de recusar voos já no próximo ano, e passou a palavra a José Luís Arnaut, presidente-adjunto da Associação de Turismo de Lisboa, que apesar de reconhecer as limitações do aeroporto, defendeu que a infraestrutura ainda tem capacidade de crescimento, apesar das perturbações que têm existido.

“Acreditamos que Lisboa teria capacidade de crescer dentro das limitações objetivas que o aeroporto Humberto Delgado tem. Vamos ver como é que as coisas vão funcionar, o governo tem as suas ideias”, afirmou, considerando que, por enquanto, “é extemporâneo” tecer outras considerações sobre os problemas a que o aeroporto de Lisboa tem assistido.

José Luís Arnaut lembrou, contudo, que os problemas aeroportuários não são exclusivos de Portugal e que também grandes aeroportos na Europa, como o “de Amesterdão, Gatwick, Bruxelas e outros franceses”, têm vindo a sentir perturbações, em virtude dos “condicionamentos que resultam de toda a gestão do espaço aéreo europeu”.

“Os números do turismo são, de mês a mês, bastante positivos, vamos ver como vai continuar porque há contingências internacionais também, há um conjunto de limitações que podemos sofrer”, afirmou ainda o presidente-adjunto da ATL.

 

 

 

Sobre o autorInês de Matos

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47º Congresso da APAVT já tem data: 08/11 de dezembro de 2022

O 47º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vai acontecer de 08 a 11 de dezembro deste ano. O local da sua realização é que ainda não foi anunciado.

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) comunicou ao trade turístico, na noite de quinta-feira, que a realização do seu 47º Congresso, já tem data marcada: será de 08 a 11 de dezembro de 2022.

O local da realização deste, que é considerado o maior congresso do Turismo nacional, e que abrange a discussão de todas as áreas do setor, e não só da distribuição, é que continua no segredo dos deuses.

A nota da APAVT que nos chegou diz apenas ao trade para “salvar” esta data na sua agenda, remetendo para breve novas informações.

Refira-se que, para além de uma realização em Macau, todos os congressos da APAVT, com a liderança de Pedro Costa Ferreira, tiveram como palco o território português. A última edição decorreu em Aveiro, no início de dezembro de 2021.

 

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Turismo Religioso e Fátima têm os olhos postos na Jornada Mundial da Juventude 2023 em Lisboa

Sem avançar números de potenciais participantes de jovens de todo o mundo, católicos ou anão, a Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em 2023 em Lisboa, e a “quase” certeza da visita do Papa Francisco a Fátima “antes”, ou “durante”, ou depois do evento, são vistos com entusiasmo.

O Bispo D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada Mundial da Juventude apresentou, na Conferência dos X Workshops Internacionais de Turismo Religioso, que decorre até esta sexta-feira em Fátima alguns pormenores sobre este evento, que decorrerá, em 2023, em Lisboa.

O hoteleiro Alexandre Marto Pereira fala em acima de 1,5 milhões de participantes, com impacto nacional e ibérico. O Reitor do Santuário de Fátima diz que é “uma oportunidade única” para o turismo religioso e para Fátima, uma vez que os que visitarem o local nessa ocasião, sentirão “o desejo de regressar a Fátima”, em outras ocasiões.

Se o Bispo D. Américo Aguiar, não se compromete com números de participantes, até porque as inscrições só abrem no final do verão deste ano, mas sempre dizendo que se espera que será o de maior dimensão realizado no país, deixa alguns recados ao setor do turismo.

A maioria, revelou, ficará alojada em Lisboa, Setúbal e Santarém, mas acredita que deverão espalhar-se um pouco por todo o país, em prés e pós tours, pela Península ibérica, e até por outros países europeus, pensando-se dos que chegam de “mercados mais improváveis”, ou seja, dos mais longínquos.

Uma boa oportunidade para todas as agências de viagens portuguesas e as DMC, uma vez que a organização da Jornada Mundial da Juventude, não celebrou nenhum contrato específico com estes profissionais e nem criou agências de viagens oficiais. Portanto, disse, “esses profissionais têm toda a abertura para fazer os seus negócios e organizar os seus grupos”.

As notícias não serão tão boas para a hotelaria tradicional, segundo o responsável, uma vez que grande parte utilizará casas de familiares, retiros, escolas ou pavilhões durante a jornada e estada no país. O que apela aos municípios é que proporcionem experiências únicas a estes jovens, futuros turistas para Portugal.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Há otimismo, mas “Fátima ainda não recuperou”, alertou a Turismo Centro de Portugal

O otimismo em relação à retoma do fluxo de turistas para Fátima, é generalizado, mas Alexandre Marto Pereira, que discursou na sessão solene de abertura dos X Workshops Internacionais do Turismo Religioso, na qualidade de representantes doa Turismo Centro de Portugal, alertou que o destino Fátima não recuperará tão depressa para os resultados antes da pandemia.

O também vice-presidente da AHP, e representante desta Associação no Centro de Portugal, grande conhecedor do destino Fátima, realçou que o turismo está a recuperar em força, em Portugal, e até abril, a região Centro teve um aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2019, mas a recuperação não é homogênea, e Fátima ainda não recuperou”, estando com 19% do número de noites abaixo dos verificados antes da pandemia. Lembrou que existe ou polo importante na região Centro – Coimbra com o número de noites 8% abaixo do 2019.

Alexandre Marto destacou que o turismo religioso, para Fátima, tem as suas especificidades, baseando-se muito em grupos, pessoas de maior idade, e mercados intercontinentais. O Brasil, disse, em abril estava ainda 20% abaixo da pré-pandemia, vários mercados asiáticos ainda estão por abrir, para lembrar que só a Coreia do Sul era responsável por quais de 100 mil noites em Fátima, e “está parado”. O que está a crescer, na opinião de Alexandre Marto, é o mercado polaco, tendo atingido em abril, um aumento de 16% face a 2019.

Por sua vez, o padre Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima, deixou também alguns números que têm a ver com o de peregrinos àquele que é considerado o “Altar do Mundo”.

O reitor realçou que, em 2017 o Santuário acolheu 9,5 milhões de peregrinos, passando a 7 milhõs em 2018, 6,5 milhões em 2019. No primeiro ano da Pandemia, Fátima recebeu 1,4 milhões de pessoas em peregrinação, 2,5 milhões em 2021, e este ano, até maio “superou já os números do total 2020. “Estamos a sentir o regresso de peregrinos”, disse, para sublinhar a presença do mercado espanhol.

Na sua intervenção, o padre Carlos Cabecinhas reconheceu que “a retoma do Turismo Religioso será mais lenta, dada a sua especificidade”.

Os dois intervenientes têm, no entanto, esperança que as Jornadas Mundiais da Juventude, no próximo ano, em Lisboa, vão catapultar Fátima e o Turismo Religioso em Portugal.

A sessão solene de abertura, que decorreu esta quinta-feira no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, contou ainda com intervenções de Purificação Reis, presidente da Direção da ACISO, entidade que promove o evento, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP),Jorge Brandão, vogal Executivo do Centro 2020, Sérgio Costa, presidente do Município da Guarda, Natálio Reis, vice-presidente da Câmara Municipal de Ourém, e Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços. Sobre as restantes intervenções e as restantes palestras que incluíram a conferência durante toda a manhã de quinta-feira. daremos conta em pormenor na próxima edição do Publituris.

Participam nestes X Workshops Internacionais do Turismo Religioso, que termina esta sexta-feira, em Fátima, com reuniões B2B, 122 hosted buyers de 47 países, 123 suppliers e 41 expositores. Só a conferência inaugural contou com a presença de aproximadamente 500 pessoas.

 

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Revive lança novo concurso para concessão de imóvel histórico em Pinhel

A “Casa Grande” de Pinhel é o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa e vai ser concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57.

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O Programa Revive vai lançar um novo concurso para concessão de uma casa nobre em Pinhel com vista à sua recuperação e utilização para fins turísticos, naquele que será o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa.

“O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57”, adianta o Ministério da Economia e do Mar, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 22 de junho, onde explica que este é um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE.

Este imóvel histórico, localizado junto à muralha de Pinhel, é conhecido como “Casa Grande” e pertenceu à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila, também sido ocupado pelas tropas francesas, durante as Invasões Francesas.

Mais tarde, já no século XX, a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel, altura em que o imóvel foi alvo de algumas obras de restauração, tornando-se na sede da autarquia. Atualmente, encontra-se desocupado e sem qualquer utilização.

Os interessados na concessão do imóvel têm um prazo de 120 dias para apresentação de propostas, sendo que, além da recuperação do imóvel, as propostas devem também promover a sua valorização turística, de forma a atrair turistas e gerar novas dinâmicas para a região.

Recorde-se que o Programa Revive foi lançado em 2016, com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e, já em 2021, foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote que será anunciado até ao final do ano corrente. O programa integra, atualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Até ao momento, já foi adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

 

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Vila Galé abre novo resort no Brasil, o maior do Estado de Alagoas

O Vila Galé Alagoas conta com 513 quartos, é o “maior empreendimento do género neste estado brasileiro” e fica localizado a cerca de 40 minutos de Maceió, capital do Estado de Alagoas.

Publituris

A Vila Galé abriu um novo resort tudo incluído no Brasil, o Vila Galé Alagoas, que se encontra localizado a cerca de 40 minutos de Maceió e se apresenta como o “maior empreendimento do género neste estado brasileiro”.

Segundo um comunicado do grupo hoteleiro português, o Vila Galé Alagoas conta com 513 quartos, quatro piscinas, sete restaurantes, cinco bares, Clube Nep para crianças com parque aquático, Satsanga Spa & Wellness, discoteca, centro de convenções com 2.000 m2 e várias zonas de lazer e desportivas.

“Conseguimos superar todas as dificuldades e cumprimos a nossa meta de abertura, graças ao gigantesco esforço das equipas Vila Galé e de todo o pessoal em obra. Estamos muito orgulhosos do novo resort e de termos uma unidade em Alagoas”, afirma o presidente e fundador da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida.

O novo resort da Vila Galé no Brasil conta também com uma vasta oferta de restauração, com destaque para a pizzaria Massa Fina e para a Cervejaria Portuguesa, sem esquecer o restaurante Inevitável e os buffets do Versátil. Além destes, o Vila Galé Alagoas conta também com o ‘Museu Do Sertão’, onde são servidos pratos típicos do estado de Alagoas, assim como com o restaurante NEP, com alimentação infantil e pensado para as crianças.

A nova unidade segue também a estratégia da Vila Galé, que tem vindo a dar um tema aos seus hotéis, sendo que, no caso do Vila Galé Alagoas, o tema escolhido foram os escritores de língua portuguesa de Portugal e do Brasil, aos quais o resort presta homenagem.

“Os quartos têm sempre uma referência a um escritor. Na receção, os mais célebres escritores mundiais foram homenageados com estátuas realistas. As escritoras também têm uma exposição própria e há uma galeria dos 54 prémios Nobel da Literatura”, indica a Vila Galé.

Este é o 10º empreendimento da Vila Galé no Brasil e vem reforçar a posição do grupo de hotelaria português como a maior rede de resorts no país.

 

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Sintra volta a cobrar taxa turística a partir de julho

Autarquia justifica a decisão com “o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

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As dormidas em estabelecimentos de alojamento no concelho de Sintra vão voltar a pagar uma taxa turística de um euro a partir de julho, avançou a autarquia, que revogou a isenção de taxa na última reunião do executivo municipal de Sintra, presidido por Basílio Horta (PS).

De acordo com a Lusa, a autarquia emitiu uma nota informativa, que é assinada por Basílio Horta e que explica que a revogação desta medida, que tem efeitos a partir de 01 de julho, “teve como fundamento o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

Recorde-se que a taxa turística cobrada em Sintra tinha sido suspensa em novembro de 2020, devido à pandemia da COVID-19, que levou a autarquia a decretar a isenção desta taxa, que foi criada em 2019 e é cobrada pelos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local aos respetivos hóspedes com estadia máxima de três noites seguidas.

As receitas desta taxa revertem para o “crescimento sustentável do turismo, qualidade ambiental e manutenção do património cultural do município”.

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Portugal é o 3.º destino mais seguro da Europa para visitar este verão

A qualidade das águas balneares e dos cuidados de saúde, bem como a reduzida taxa de criminalidade violenta foram os principais fatores que ditaram a classificação do país, segundo um estudo da Forbes Advisor.

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Portugal apresenta-se como o 3.º destino mais seguro da Europa para visitar no verão deste ano, de acordo com um estudo da Forbes Advisor, que aponta a qualidade das águas balneares e dos cuidados de saúde, bem como a reduzida taxa de criminalidade violenta como os principais fatores que ditam a classificação do país.

“A segurança pode ser um fator decisivo quando as pessoas pensam onde vão passar as suas férias e estes números mostram que existem diferenças consideráveis por toda a Europa quando medimos fatores como a qualidade das águas balneares ou os níveis de criminalidade”, sublinha a Forbes Advisor no comunicado divulgado.

Neste ranking, Portugal obteve uma classificação de 82,1 pontos entre 100 possíveis, sendo um dos países que ficaram classificados em sétimo lugar no que diz respeito à qualidade das águas balneares, enquanto ao nível da poluição atmosférica o país ficou em quarto lugar, com uma das mais baixas taxas de poluição entre os países analisados. Já a qualidade dos cuidados de saúde foi o parâmetro que mereceu menor classificação, ficando no 10.º lugar.

O ranking de países mais seguros da Forbes Advisor é, no entanto, liderado pela Suíça, que obteve uma classificação de 88,3 pontos, uma vez que, apurou o estudo, este é o país que tem os melhores cuidados de saúde entre os 29 países europeus analisados, seguido dos Países Baixos e da Dinamarca.

A Suíça tem também uma das menores poluições atmosféricas e uma baixa taxa de criminalidade, fatores que garantem ao país uma boa classificação neste ranking, ainda que a qualidade das águas balneares da Suíça tenha ficado em sexto lugar.

Já o segundo lugar foi atribuído à Eslovénia, que alcançou uma pontuação de 82,3 pontos, uma vez que o país apresenta uma das mais baixas taxas de criminalidade violenta, enquanto a poluição atmosférica, qualidade das águas balneares e cuidados de saúde também apresentaram um “bom desempenho”.

Além da Suíça, Eslovénia e Portugal, o ranking dos países mais seguros para férias neste verão é ainda composto pela Áustria (81,4 pontos), Alemanha (81,2 pontos), Espanha (78,8 pontos) e República Checa (76,6 pontos).

 

 

 

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Barcelona limita capacidade de grupos de turistas

Um máximo de 30 pessoas por grupo de turistas, 15 no distrito de Cidade Velha, é o que Barcelona vai passar a aceitar em locais públicos, como forma de minimizar o incómodo aos moradores. Há ainda locais em que não poderá haver mais de oito grupos em simultâneo.

A decisão do município contempla que seja evitado o uso de megafones para reduzir ruídos e estabelece que sejam utilizados sistemas de radio-guia. Estabelece a vontade dos guias de manterem atualizados os seus conhecimentos sobre os recursos turísticos. Em até treze espaços e monumentos na “Ciutat Vella”, a capacidade máxima para grupos turísticos é reduzida para 15 pessoas.

O acordo assinado entre a Câmara Municipal de Barcelona e as associações oficiais de guias turísticos – a ‘Declaração de boas práticas no guia de grupos nas vias públicas de Barcelona’, define os princípios de atuação no exercício da atividade do grupo, informou o município de Barcelona, citado pelo jornal Hosteltur.

Desta forma, na cidade como um todo, o código estabelece a preparação de grupos turísticos com dimensão inferior a 30 pessoas e a adaptação dessa dimensão aos espaços que visitam. Também marca o compromisso de não usar megafones para reduzir o ruído e a poluição sonora.

O acordo estabelece que se a atividade de guia for realizada em transporte público coletivo, terá sempre que ser com o uso de um rádio guia. Também aponta critérios para garantir a segurança da viagem, como a escolha adequada dos pontos de partida, parada e chegada dos passeios, a previsão de roteiros e áreas de descanso.

As boas práticas incluem o compromisso de não atrair turistas na via pública, a promoção de visitas agendadas e a compra antecipada de bilhetes para melhorar a acessibilidade da rua.

Juntamente com essas medidas, na “Ciutat Vella”, nos bairros Gótico, San Pedro, Santa Catalina, La Ribera e Barceloneta, de maior densidade turística, são adotadas outras específicas, como limitar o tamanho dos grupos a um máximo de 15 pessoas, a obrigatoriedade do uso de rádio guias e o estabelecimento de um sentido único de circulação num total de 24 ruas e praças para grupos turísticos e pontos de entrada e saída dos autocarros.

As recomendações, conforme notícia veicula pelo jornal espanhol, também incluem encontrar locais espaçosos para dar explicações e evitar que o grupo pare em frente a monumentos e espaços sobrecarregados, além de evitar a coincidência de vários grupos.

 

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