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Publituris hoje: “Ao lado das empresas”

O Publituris desta semana faz capa com a entrevista ao presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo. A abertura da ligação aérea para a China, já no próximo ano, foi o mote da conversa. Mas não só. O responsável falou também sobre os mercados de aposta em 2017, do Fundo de Captação de Congressos, assim como do papel do Instituto no financiamento das empresas e na obtenção de conhecimento sobre o sector.

Carina Monteiro
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Publituris hoje: “Ao lado das empresas”

O Publituris desta semana faz capa com a entrevista ao presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo. A abertura da ligação aérea para a China, já no próximo ano, foi o mote da conversa. Mas não só. O responsável falou também sobre os mercados de aposta em 2017, do Fundo de Captação de Congressos, assim como do papel do Instituto no financiamento das empresas e na obtenção de conhecimento sobre o sector.

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O Publituris desta semana faz capa com a entrevista ao presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo. A abertura da ligação aérea para a China, já no próximo ano, foi o mote da conversa. Mas não só. O responsável falou também sobre os mercados de aposta em 2017, do Fundo de Captação de Congressos, assim como do papel do Instituto no financiamento das empresas e na obtenção de conhecimento sobre o sector.

Nesta edição, publicamos um artigo sobre a importância do Surf no Turismo em Portugal, com as opiniões de quem já trabalha há muito este segmento.

Na secção de TO’s, o destaque vai para a reportagem da Expo Abreu – Mercado das Viagens de Inverno que se realizou nos dias 22 e 23 de Outubro. O evento voltou a registar um crescimento no volume de reservas efectuadas. Leia a opinião dos participantes.

As novidades do Inverno IATA abre a secção de Transportes. O Publituris contactou diversas companhias aéreas que revelam as novidades para este período.

Para ler, ainda, a entrevista ao director regional de vendas para o Sul da Europa da Delta Airlines, Rafael Ruiz, onde este explica as razões da aposta no mercado português, depois de terem anunciado uma ligação entre Lisboa e Nova Iorque para 2017.

Fique a conhecer melhor o presidente da Entidade Regional do Turismo do Algarve, Desidério Silva, convidado do Conversas à Mesa desta edição.

O Publituris é o Media Partner Oficial do Word Travel Market, que se realiza entre os dias 7 e 9 de Novembro. Como tal, nesta edição publicamos um dossier em inglês sobre City Breaks, que será distribuído no decorrer da feira.

Como habitualmente, contamos com os espaços de opinião assinados por Pedro Machado, Humberto Ferreira, Antónia Correia (Universidade Europeia) e Joaquim Robalo de Almeida (ARAC).

Para ler a versão completa desta edição do Publituris – em papel ou digital –  subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 210 994 551

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Turismo

Nova Edição: Turismo Náutico, Vê Portugal, Insider, Indaba e ainda Portugal Travel Awards

Turismo Náutico, o debate dos cinco presidentes das ERT durante o Vê Portugal, os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards 2024”, e a Africa´s Travel Indaba 2024 são temas da nova edição do Publituris.

Publituris

A última edição de junho do jornal Publituris faz capa com o Turismo Náutico. A extensa costa portuguesa é propícia a qualquer que seja a atividade náutica que possa ser pensada. Contudo, o Turismo Náutico não se faz só no litoral, mas também no interior e cada vez são mais as ofertas disponibilizadas aos amantes do ambiente aquático. Falta agora diversificar, inovar, apostar na qualidade e promover.

Para conhecer melhor a oferta existente, o jornal Publituris falou, igualmente, com André Gomes, presidente do Turismo do Algarve, e Raul Almeida, presidente da Turismo do Centro de Portugal.

Na “Distribuição”, damos a conhecer a Insider. A operar há dois anos na Madeira, esta jovem DMC oferece programas exclusivos e experiências únicas para clientes que procuram uma abordagem personalizada para explorar a verdadeira essência da ilha. A proposta passa por uma Madeira mais “luxury”, fugindo dos tradicionais pacotes pré-formatados, para propostas “tailor made”, explicou ao Publituris Filipe Fraga, Managing Partner da Insider.

Nesta edição trazemos ainda o que de mais importante aconteceu no Vê Portugal – Fórum do Turismo Interno, organizado pela Turismo do Centro de Portugal. Reunidos os cinco presidentes das Entidades Regionais de Turismo (ERT), foram identificados os desafios que as regiões enfrentam, mas também as oportunidades que estão por e para aproveitar. Para tal, reivindicam uma revisão da Lei 33 que, segundo o secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, está “para breve”.

Nas “Capas que fazem História”, destaque para a edição de 1 de julho de 1974 que dava conta das palavras do primeiro-ministro de então, Palma Carlos. “O nosso país continua a oferecer as mesmas condições de segurança que oferecia até ao momento da revolução”, afirmava o primeiro-ministro de visita a Bruxelas.

A edição 1514 do Publituris é, também, a edição que traz pela última vez os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards 2024”. Com as votações a terminar a 27 de junho, os vencedores das 22 categorias serão conhecidos a 4 de julho, a partir das 19h00, no Pestana Douro Riverside, no Porto.

A votação está aberta em https://premios.publituris.pt/

Também nesta edição damos a conhecer o que aconteceu na Africa´s Travel Indaba 2024. A maior feira de turismo da África do Sul afirmou, este ano, o seu caráter pan-africano, naquela que foi a melhor e mais concorrida edição dos últimos 10 anos.

Além do “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Pedro Mestre (Algarve Sunboat), Marta do Carmo Palmeirão (ISAG), e António Paquete (economista).

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 430

Nota: Se já é subscritor do Publituris entre no site com o seu Login de assinante, dirija-se à secção Premium – Edição Digital e escolha a edição que deseja ler, abra o epaper com os dados de acesso indicados no final do resumo de cada edição.

Boas leituras.

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Turismo académico internacional cresce 46% em Portugal em oito anos, mas com assimetrias regionais

O artigo científico da Universidade de Coimbra, publicado na revista Sustainability, indica um aumento aos turistas académicos internacionais entre os anos letivos 2013/2014 e 2019/2020, apontando, contudo, diferenças entre as várias regiões. O estudo conclui ainda que “o turismo académico internacional traz vantagens competitivas para os destinos, especialmente no que respeita à mitigação da sazonalidade, à sustentabilidade e à inovação”.

Publituris

O turismo académico internacional registou um crescimento de 46%, entre os anos letivos 2013/2014 e 2019/2020, revela um estudo da Universidade de Coimbra (UC). Em particular, entre os anos letivos 2013/2014 e 2019/2020. A investigação aponta, no entanto, a existência de assimetrias nos turistas académicos internacionais, que chegaram a Portugal para frequentar o ensino superior por períodos inferiores a um ano, penalizando as instituições de ensino superior mais afastadas dos grandes centros urbanos que receberam menos estudantes internacionais em mobilidade.

No artigo científico “Exploring Higher Education Mobility through the Lens of Academic Tourism: Portugal as a Study Case”, publicado na revista Sustainability, a equipa de investigação refere que “Portugal registou um crescimento notável”, fazendo notar que “atributos como a educação de qualidade, a segurança, o multiculturalismo, o custo de vida acessível ou as estabilidades políticas, económicas e sociais contribuíram para que Portugal testemunhasse um aumento de estudantes em mobilidade entre 2013 e 2020”, destaca a docente da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) e investigadora do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) da UC, Cláudia Seabra.

Este aumento só foi travado pela pandemia, período durante o qual foi registada uma diminuição do número de estudantes internacionais em mobilidade no país, passando de 60.679 estudantes, no ano letivo 2019/2020, para 55.137 no ano seguinte (2020/2021). “Apesar deste decréscimo, parece-nos que o impacto desta diminuição pode ter sido menos grave do que o esperado”, refere a coordenadora do estudo e estudante de doutoramento da FLUC, Dina Amaro.

Apesar desta quebra, os “turistas académicos mostraram ser mais resilientes do que os turistas convencionais, informação que nos parece crucial para o planeamento e gestão dos destinos turísticos”, sublinha a coautora do artigo, docente da FLUC e investigadora do CEGOT, Ana Maria Caldeira. “Esta resiliência poderá estar possivelmente relacionada com o comprometimento deste tipo de turistas com as suas ambições pessoais no que respeita aos estudos, o que supera o impacto imediato da pandemia”, acrescenta.

As autoras reforçam ainda a importância desta dinâmica da mobilidade de estudantes para o turismo no país. “Apesar de representar uma pequena percentagem do total de turistas que visitam Portugal, a sua importância aumentou, especialmente devido à duração média das estadias dos estudantes, que é maior do que a dos turistas convencionais”.

“Não só frequentam cursos, como também visitam o país (sozinhos ou com familiares e amigos), contactam com residentes, aprendem a língua e a cultura, tendo, assim, um impacto positivo na diversidade cultural e sustentabilidade dos destinos”

A esta realidade acresce ainda que estes estudantes “não só frequentam cursos, como também visitam o país (sozinhos ou com familiares e amigos), contactam com residentes, aprendem a língua e a cultura, tendo, assim, um impacto positivo na diversidade cultural e sustentabilidade dos destinos”, realçam.

Esta investigação considerou como turistas académicos internacionais os “estudantes sem nacionalidade portuguesa que frequentaram cursos em Portugal durante um período de curta duração (menos de um ano), que são integrados na categoria de turistas”, contextualizam as investigadoras.

Para o efeito foram analisados dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) e do Instituto Nacional de Estatística (INE), nomeadamente informações sobre todos os estudantes matriculados nos vários cursos e ciclos de estudos oferecidos pelas instituições de ensino superior portuguesas.

“Os turistas académicos em Portugal (ou seja, os estudantes que estão no país por períodos inferiores a 12 meses) são predominantemente oriundos de outros países da Europa”, contextualiza a coordenadora do estudo.

Já os estudantes internacionais que passam mais de 12 meses em Portugal – por norma, para frequentar ciclos de estudos completos, ou seja, cursos de licenciatura, mestrado ou doutoramento – são maioritariamente oriundos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Por conta de a estadia ser mais prolongada, não integram a mesma categoria de análise. No entanto, o estudo revela que “entre os anos letivos 2013/2014 e 2019/2020 Portugal teve um aumento de 251% nos estudantes internacionais de ‘grau’”, destaca Cláudia Seabra.

Relativamente aos desafios que o turismo académico enfrenta e enfrentará, esta investigação chama a atenção para “o padrão de crescimento assimétrico pelo país, o que desafia a noção de desenvolvimento regional equilibrado”, refere Cláudia Seabra. Esta assimetria pode ser enfrentada “com medidas específicas empreendidas pelas Instituições de Ensino Superior (IES) e pelas autarquias. Por exemplo, incentivos como bolsas de estudo e descontos em alojamento podem atrair um número significativo de turistas académicos. Estratégias abrangentes para promover diversas regiões e cidades em Portugal, mostrando as suas características e atrações únicas, atrairão igualmente um público mais amplo”, revelam as investigadoras.

São também desafios a criação de estratégias para envolver os turistas académicos nas comunidades locais e destinos de forma a contribuírem para a sua sustentabilidade. “As IES desempenham um papel crucial na promoção da sustentabilidade dos destinos académicos, incentivando e adotando práticas sustentáveis entre os seus alunos, tais como a redução do consumo de energia, a minimização do desperdício e a implementação de medidas ecológicas nos campus”, refere Dina Amaro.

A estudante da FLUC acrescenta ainda que “as IES e as autarquias poderiam contribuir ainda mais, promovendo parcerias com comunidades locais para garantir que o turismo académico beneficie o destino, através do incentivo na colaboração em projetos comunitários, programas de intercâmbio cultural ou iniciativas de voluntariado; incentivar os estudantes a apoiar empresas, mercados e artesãos locais, promovendo produtos, serviços e experiências culturais locais. Isto, por sua vez, contribui para o desenvolvimento económico da comunidade anfitriã”.

“Do ponto de vista da gestão, o turismo académico internacional traz vantagens competitivas para os destinos, especialmente no que respeita à mitigação da sazonalidade, à sustentabilidade e à inovação, uma vez que traz aos países pessoas, na sua grande maioria jovens ou jovens adultos, com elevados níveis de formação, durante longos períodos. Por vezes, estes estudantes podem inclusive decidir pela sua integração no mercado de trabalho no nosso país em áreas estratégicas”, remata Cláudia Seabra.

Este estudo foi realizado no âmbito do Doutoramento em Turismo, Património e Território da Faculdade de Letras da UC, pela estudante Dina Amaro, primeira autora do artigo científico, e contou com a colaboração das docentes da FLUC e investigadoras do CEGOT, Ana Maria Caldeira e Cláudia Seabra.

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Eventos Publituris

“Meeting Forums” do Publituris contam já com 25 ‘buyers’ internacionais

A três meses dos “Meeting Forums” 2024 do Publituris, o evento conta já com 25 ‘buyers’ internacionais confirmados.

Publituris

Nos dias 1, 2 e 3 de outubro de 2024, o jornal Publituris vai organizar o seu evento MICE dirigido ao mercado internacional – “Portugal Meeting Forums by Publituris”.

A três meses da 8.ª edição deste evento, que conta com o apoio do Turismo de Portugal, TAP Air Portugal, Vila Galé Hotéis, MiceBuzz e YVU, estão já confirmados 25 buyers internacionais.

O objetivo é mostrar, divulgar e sublinhar Portugal como destino fundamental, na organização de eventos MICE, com foco exclusivo no mercado português, na sua diferenciação, oferta e mais-valia.

Os buyers internacionais já confirmados são:

TUI Centrum Podrozy Lodz Poland & UniTour Lodz (Polónia)
OGS SRL (Itália)
GI-Travel-Xcentive (Países Baixos)
YourTravel Business (Países Baixos)
Terramundus BV (Países Baixos)
Crossover Conferences & Events (Espanha)
Profi Reisen (Alemanha)
Blome & Pillardy Event GmbH (Alemanha)
Alliance Eurasia Travel (França)
Lufthansa City Center Almabus Business Travel (Polónia)
mach 2 Sports Tours Entertainment GmbH (Alemanha)
Alaman Consulting GmbH (Áustria)
VoyageExpert Events (Países Baixos)
International Biodeterioration and Biodegradation Society (Reino Unido)
Slupsky Event Management (Países Baixos)
Ayeyu Hola Afrika (Espanha)
Toy Family Treasures LLC (Alemanha)
Attentive (Espanha)
Henner Group (França)
Inter Travel Sport & Event AS (Noruega)
International Financial Cryptography Association (Países Baixos)
EF Tours Passports Tours usa Starbook voyages (França)
Eurazeo (França)
Cream Events and Travel (Alemanha)
Blue Travel & Events (França)

Do lado dos suppliers, estão já confirmadas as seguintes empresas:

Turismo de Portugal
Bomporto Hotels
Hard Rock Cafe
Savoy Signature
Portugal Green Travel (DMC)
WOW
Highgate Portugal
Pestana Hotel Group
Gr8 events
HF Hotels
Amazing Evolution
Sana Hotels
Bensaude Hotels
Açoreana DMC
Grupo Açorsonho Hotéis
Benfica Eventos
Parques de Sintra
TAP Air Portugal
Fita Preta Enoturismo
Nova SBE
Vila Gale Hotels
DP Tours
In Azores

O evento arranca no dia 1 de outubro, com a chegada dos buyers internacionais, seguido de um Cocktail Dinatoire no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos.

O segundo dia, 2 de outubro, será dedicado, em exclusivo, a reuniões, a realizar no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, com um working lunch. À noite, o jantar será num local emblemático na Costa do Estoril.

O último dia, 3 de outubro, suppliers & buyers terão oportunidade de ter um dia completo para visitar a região de Oeiras, palco deste evento, ao qual se seguirá uma famtrip, para os buyers internacionais, de dois dias à região do Alentejo, com alojamento e refeições incluídas.

Para saber mais sobre os “Portugal Meeting Forums by Publituris” 2024 visite o site em: https://meetingforums.publituris.pt/2024/

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Destinos

Segurança e qualidade entre as prioridades dos viajantes long-haul para a Europa

O mais recente barómetro da European Travel Commission (ETC) dá conta que, apesar dos desafios, a Europa continua a ser o destino preferido para muitas pessoas que vivem fora do Velho Continente. E se os grupos etários mais jovens (18-24 e 34-49) e os viajantes com rendimentos elevados são os que se apresentam mais positivos, a segurança e a qualidade do destino são fatores essenciais, relegando o preço para segundo ou terceiros planos.

Victor Jorge

O entusiasmo pelas viagens está a aumentar nos principais mercados internacionais, com 59% dos inquiridos interessados em viagens ao estrangeiro no verão de 2024, correspondendo a um aumento de 9% em comparação com 2019. O apelo da Europa está a aumentar gradualmente, embora a um ritmo mais lento, devido a preocupações com a segurança e a acessibilidade dos preços. No entanto, a Europa continua a ser uma das principais escolhas de destino, com 41% dos inquiridos a planearem visitar este verão o Velho Continente, embora este número seja 4% inferior ao registado em 2019, revela o último Barómetro de Viagens de Longo Curso (LHTB), publicado pela European Travel Commission (ETC) e pela Eurail BV, com foco em mercados como a Austrália, Brasil, Canadá, China, Japão, Coreia do Sul e EUA, para os meses de maio a agosto de 2024.

Entre as principais conclusões da análise da ETC regista-se que a China e o Brasil demonstram a mais forte intenção de visitar a Europa este verão, com 62% e 52% dos viajantes a planearem uma viagem, respetivamente. Em ambos os países, este número é maioritariamente impulsionado por indivíduos de rendimentos mais elevados.

Os viajantes dos EUA e do Canadá demonstram uma abordagem mais cautelosa em relação às viagens à Europa, com um ligeiro aumento do interesse desde o ano passado para 40% e 42%, respetivamente.

A Austrália e a Coreia do Sul revelam um entusiasmo moderado, com um interesse de 37% e 35%, respetivamente.

Já o Japão mostra um interesse mais limitado, com 19%, uma vez que a recuperação das viagens neste mercado continua a ser lenta.

Em todos os mercados, os viajantes mais jovens (18-24 anos e 34-49 anos) e os que têm rendimentos mais elevados revelam uma maior preferência pelas viagens à Europa.

Miguel Sanz, presidente da ETC, Miguel Sanz, admite que “as tendências positivas que estamos a registar no comportamento das viagens são vantajosas para os viajantes e para os destinos. Estamos a assistir a um interesse crescente em estadias mais longas, permitindo aos turistas desenvolver uma ligação mais profunda com a cultura local e apoiar as empresas que tornam cada destino único”.

Além disso, o líder da ETC assinala que “a abertura às viagens fora de época constitui uma oportunidade de ouro para distribuir o turismo de forma mais homogénea ao longo do ano”, concluindo que “isto pode ajudar a reduzir a pressão social e ambiental dos períodos de ponta e apoiar melhor a economia dos visitantes dos destinos”.

Preço já não é prioridade
A segurança surgiu como o principal critério para os viajantes de longo curso quando escolhem um destino na Europa este verão. Quase metade (45%) dos inquiridos dá prioridade a destinos europeus considerados seguros, o que representa um aumento de 9% em comparação com o verão de 2022 e de 6% desde o verão de 2023. As infraestruturas turísticas de qualidade ocupam o segundo lugar (38%), seguidas de um ressurgimento de 7% no apelo dos marcos icónicos, de 29% no verão de 2023 para 36% no verão de 2024.

Incluído no inquérito pela primeira vez, “condições meteorológicas estáveis” é o principal fator para 31% dos inquiridos. A conveniência também desempenha um papel notável, com 20% dos viajantes a optarem por destinos que podem ser alcançados através de um voo direto e 20% a preferirem um destino com boas ligações ferroviárias a outros locais de interesse.

Embora a acessibilidade económica continue a ser uma consideração para 23% dos inquiridos, diminuiu em relação aos 32% do ano passado. Esta mudança indica que os viajantes se concentram cada vez mais na qualidade e na segurança, valorizando uma experiência de viagem tranquila em detrimento de limitações orçamentais rigorosas.

Europa, sim, mas mais países
67% dos viajantes de longo curso para a Europa estão a optar por itinerários com vários países. Para as viagens internacionais dentro da Europa, as companhias aéreas de serviço completo continuam a ser a escolha preferida de 51% dos inquiridos. Os passes de comboio surgem como a segunda opção mais popular (30%) devido à sua flexibilidade e rentabilidade na navegação por vários destinos. As companhias aéreas de baixo custo (29%) e os bilhetes de comboio simples/de ida e volta (24%) também são populares entre os viajantes preocupados com o orçamento.

Por outro lado, 21% dos inquiridos declararam planear uma visita aprofundada a um único país europeu. Para estas viagens domésticas, os bilhetes de comboio simples/de ida e volta são a escolha mais popular (32%), oferecendo uma forma conveniente e eficiente de viajar entre cidades em distâncias curtas a médias. Os viajantes que procuram mais liberdade e flexibilidade optam antes pelo aluguer de automóveis (29%).

Em geral, os viajantes demonstram uma mudança de prioridades, com um desejo crescente de experiências de viagem mais envolventes. Apesar da crescente popularidade dos orçamentos diários de gama média (100 a 200 euros) desde 2019 (+8%), há também um maior interesse em férias prolongadas. Embora as viagens de uma a duas semanas continuem a ser a escolha mais popular (57%), as escapadelas superiores a duas semanas aumentaram de 13% em 2019 para 21% em 2024.

Comportamentos responsáveis entram na agenda dos viajantes
Pela primeira vez, o inquérito também aprofundou a flexibilidade dos viajantes para explorar determinados comportamentos de viagem associados a uma maior sustentabilidade social e ambiental. Nomeadamente, 53% dos inquiridos afirmaram estar dispostos a viajar para a Europa durante os períodos de menos movimento, atraídos pelas potenciais poupanças de custos e pela oportunidade de conhecer mais de perto atrações emblemáticas.

No entanto, quando se trata de escolher destinos e experiências específicas, os viajantes dão frequentemente prioridade à familiaridade. 61% dos inquiridos preferem destinos com infra-estruturas bem desenvolvidas e atrações de renome. Embora a atração pelos locais mais populares continue a ser forte, 39% mostram interesse em explorar locais menos conhecidos em toda a Europa.

Uma preferência semelhante por novas experiências ou pela familiaridade pode ser observada na forma como os viajantes interagem com as empresas de turismo. Metade dos inquiridos quer apoiar os fornecedores locais, enquanto a outra metade prefere alojamentos, restaurantes e marcas comerciais familiares.

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Transportes

Transporte aéreo atingirá novo recorde com mais de 40 milhões de voos em 2024

Uma análise da AltIndex, com base em números da Statista e da IATA, dão conta que o setor do transporte aérea prepara-se para bater novos recordes em 2024.

Victor Jorge

Quatro anos após a pandemia, o setor do transporte aéreo não só recuperou totalmente da crise mais profunda da sua história, como também está a caminho de estabelecer um novo recorde em termos de receitas e número de passageiros.

De acordo com os dados apresentados pela AltIndex.com, o setor global das companhias aéreas deverá ultrapassar os 40 milhões de voos regulares e atingir 1 bilião de dólares em receitas (cerca de 933 mil milhões de euros), os valores mais elevados que este mercado alguma vez registou.

Estes números indicam mais 400 milhões de passageiros e 158 mil milhões de dólares de receitas acima do registado em 2019, depois de uma queda catastrófica de 60% no número global de passageiros e de 70% nas receitas no primeiro período da pandemia.

De acordo com o último inquérito da Associação Internacional dos Transportes Aéreos (IATA), o setor do transporte aéreo não só igualou como ultrapassou os números de 2019 em fevereiro deste ano e tem continuado a crescer desde então. Com o aumento da procura global de voos, prevê-se que o número total de passageiros aéreos atinja quase cinco mil milhões até ao final de 2024, ou seja, mais 400 milhões do que antes da pandemia.

Embora se espere que a maioria das regiões suba acima dos níveis de 2019, a Ásia-Pacífico registará o maior crescimento em 2024. As estatísticas mostram que o número de passageiros das companhias aéreas na região aumentará 17% em relação ao ano anterior, com a China e a Índia a impulsionarem o crescimento. Espera-se que a Europa registe um sólido aumento de 11% no número de passageiros, seguindo-se o Médio Oriente, a América Latina e a América do Norte com taxas de crescimento anual de 9%, 8% e 7%, respetivamente.

Para além de atingir um número recorde de passageiros, o setor do transporte aéreo também irá gerar “mais receitas do que nunca”, indica a análise da AltIndex. De acordo com a pesquisa da IATA, a receita global do setor de aviação civil deve chegar a quase um bilião de dólares este ano, representando um aumento de 158 mil milhões de dólares em comparação com os números de 2019.

Com 2024 a trazer uma recuperação notável no tráfego aéreo global, as projeções de mercado para os anos seguintes tornaram-se ainda mais otimistas. A IATA prevê que os passageiros das companhias aéreas mundiais cresçam em média 3,8% ao ano durante as próximas duas décadas, resultando em mais de quatro mil milhões de viajantes até 2043.

A Ásia-Pacífico liderará o crescimento entre as regiões, com um aumento médio anual de 5,3% e mais de 2,7 mil milhões de passageiros neste período. Prevê-se que o PIB da região aumente 65% nos próximos 20 anos, fazendo com que o número de viagens per capita quase triplique. Consequentemente, quase metade do tráfego mundial de passageiros em 2043 terá origem ou partida da Ásia-Pacífico, contra 34% no ano passado.

As estatísticas mostram que os mercados europeu e norte-americano crescerão muito mais lentamente, acrescentando cerca de 650 milhões de passageiros nos próximos vinte anos.

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Aviação

Etihad Airways reforça ligações para Lisboa a partir de outubro

Entre 27 de outubro de 2024 a 29 de março de 2025, a Etihad Airways vai operar mais dois voos por semana entre Lisboa e Abu Dhabi, passando a um total de seis ligações semanais.

Publituris

A Etihad Airways vai passar a contar com seis voos por semana na rota Abu Dhabi – Lisboa, num reforço que, segundo a companhia aérea, vai vigorar entre 27 de outubro de 2024 a 29 de março de 2025.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Etihad Airways adianta que os novos voos vão ser operados às segundas, terças, quartas, quintas, sextas e domingos, num aparelho Boeing 789-9 Dreamliner.

“Temos o prazer de anunciar que iremos aumentar a frequência na rota Abu Dhabi – Lisboa para seis voos semanais”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea.

As novas ligações partem de Lisboa pelas 08h35 e chegam a Abu Dhabi às 19h45, enquanto o regresso à capital portuguesa está previsto para as 02h35, chegando a Lisboa às 07h15.

Os novos voos da Etihad Airways vão estar disponíveis para aquisição nos GDS a partir da próxima quinta-feira, 20 de junho.

 

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Alojamento

Proveitos do alojamento turístico crescem menos em abril

Os proveitos do alojamento turístico voltaram a crescer em abril, ainda que a um ritmo mais baixo do que vinha a acontecer, o que, segundo o INE, se deve ao facto de, este ano, a Páscoa se ter assinalado em março, motivando a desaceleração das dormidas de residentes no quarto mês do ano.

Inês de Matos

Os proveitos do alojamento turístico voltaram a crescer em abril, ainda que a um ritmo mais baixo do que vinha a acontecer, confirmam os dados revelados esta sexta-feira, 14 de junho, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo os dados do INE, em abril, os proveitos totais do alojamento turístico somaram 508,8 milhões de euros, o que traduz um crescimento de 3,4% face a abril de 2023, enquanto os proveitos de aposento chegaram aos 383,7 milhões de euros, apresentando uma subida de 2,8% comparativamente a abril do ano passado.

O comunicado do INE que acompanha os números diz que, “após dois meses em aceleração, o crescimento dos proveitos totais e de aposento abrandou” em abril, já que, em março, se tinham registado aumentos a dois dígitos em ambos os indicadores, com os proveitos totais a apresentarem uma subida de 20,1%, enquanto os proveitos por aposento tinham crescido 21,1%.

No entanto, é preciso lembrar que, este ano, a Páscoa se assinalou ainda em março, enquanto em 2023 tinha sido festejada no mês de abril, o que pode ajudar a explicar as descidas nos proveitos e também nos hóspedes e dormidas, já que, em abril, foram contabilizados 2,6 milhões de hóspedes, menos 3,6% face a abril do ano passado, e 6,6 milhões de dormidas, decréscimo de 4,2% face a mês homólogo de 2023.

“Importa assinalar que estes resultados foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito do período de férias associado à Páscoa, que no ano anterior se concentrou em abril, enquanto este ano se repartiu entre março e abril”, alerta o INE, na informação divulgada.

Por regiões, o INE diz que foi a Grande Lisboa que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos, representando 34,0% dos proveitos totais e 36,4% dos proveitos de aposento, seguindo-se o Algarve, que representou 21,9% e 20,0%, respetivamente, enquanto o Norte ficou na terceira posição, concentrando 16,4% dos proveitos totais e
17,0% dos proveitos de aposento.

Os dados de abril também trouxeram notícias negativas, uma vez que, assinala o INE, “depois de mais de 3 anos sem registo de variações negativas, os proveitos totais e de aposento apresentaram decréscimos em algumas regiões”, com destaque para o Alentejo, onde estes indicadores caíram 6,4% nos proveitos totais e 6,6% nos de aposento, e também para o Algarve, onde as descidas foram de 6,1% e 4,4%, pela mesma ordem.

Já os maiores aumentos ocorreram na RA Açores, onde os proveitos totais aumentaram 15,3% e os proveitos de aposento subiram 18,2%, seguindo-se a RA Madeira, com subidas de 11,6% e 10,6%, respetivamente, enquanto o Oeste e Vale do Tejo registou aumentos de 10,2% e 6,4%, pela mesma ordem.

Os dados do INE dizem ainda que os três segmentos de alojamento apresentaram subidas nos proveitos em abril, com a hotelaria a apresentar aumentos de 3,1% e 2,6% nos proveitos totais e de aposento, respetivamente, tendo sido este o segmento que mais proveitos concentrou, representando 86,9% e 85,1% dos proveitos totais e de aposento.

Já as unidades de alojamento local, que representaram 9,4% e 11,2% dos proveitos totais e de aposento, respetivamente, tiveram aumentos de 6,7% e 5,3%, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação, que concentrou 3,7% dos proveitos totais e 3,8% dos de
aposento, registou aumentos de 2,9% e 1,3%, respetivamente.

Em abril, rendimento médio por quarto disponível  – RevPAR – atingiu os 62,7 euros, o que representa um decréscimo em termos homólogos de 0,5% e que se segue à subida de 14,5% que este indicador tinha registado em março.

Por regiões, voltou a ser na Grande Lisboa que o RevPAR apresentou o valor mais elevado, atingindo os 111,7 euros, seguindo-se a RA Madeira, onde o rendimento médio por quarto disponível foi de 81,6 euros.

Ainda assim, os maiores crescimentos do RevPAR ocorreram nas Regiões Autónomas da Madeira (+9,3%) e dos Açores (+6,2%), enquanto os maiores decréscimos se verificaram no Centro (-7,7%) e no Alentejo (-7,2%).

“Em abril, este indicador cresceu 0,8% na hotelaria (+15,9% em março). No alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação, registaram-se decréscimos de, respetivamente, 4,5% e 3,4% (+5,4% e +33,7%, em março, pela mesma ordem)”, acrescenta o INE.

Já o rendimento médio por quarto ocupado (ADR), chegou aos 109,3 euros no conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o que traduz um aumento de 4,3% e que se segue à subida de 11,4% em março que tinha sido apurada em março.

A Grande Lisboa voltou a destacar-se com o valor mais elevado de ADR, que chegou aos 148,9 euros, seguida do Alentejo (106,2 euros) e da RA Madeira (104,5 euros),  com o INE a realçar que “todas as regiões registaram crescimentos neste indicador”, sendo a
Península de Setúbal a única exceção, com uma descida de 3,3%. Já os maiores aumentos no ADR ocorreram nas Regiões Autónomas dos Açores (+8,7%) e da Madeira (+8,1%).

Em abril, o ADR cresceu ainda 4,3% na hotelaria, depois de ter subido 12,1% em março, e 3,4% no alojamento local, que também tinha registado uma subida superior em março, que chegou aos 5,2%. Já o  turismo no espaço rural e de habitação apresentou um crescimento de 10,7%, mais próximo da subida de 15,7% registada em março.

O INE diz ainda que 61,8% das dormidas de abril se concentraram em 10 municípios nacionais, com destaque para Lisboa, que  concentrou 20,9% do total de dormidas, atingindo 1,4 milhões, num aumento de 1,0%.

Na capital, as dormidas de residentes cresceram 2,4%, com o INE a considerar que este resultado contraria “a trajetória de decréscimo dos últimos três meses”, ainda que as dormidas de não residentes tenham apresentado um crescimento mais modesto de 0,7%.

“Entre os principais, Lisboa foi o único município em que as dormidas de residentes evoluíram mais favoravelmente do que as dormidas de não residentes. Este município concentrou cerca de ¼ do total de dormidas de não residentes em abril”, destaca o INE, que refere também que “Albufeira foi o segundo município em que se registaram mais dormidas”, num total de 645,7 mil dormidas, ainda que tenha sido também aquele que registou o decréscimo mais expressivo, com uma descida de 13,5%.

“Para este decréscimo contribuíram as evoluções negativas das dormidas de residentes (-25,3%) e de não residentes (-10,8%)”, acrescenta o INE, que diz que, no Porto, as dormidas chegaram às 533,4 mil, numa descida de 0,5%, enquanto no Funchal foram contabilizadas 526,6 mil dormidas, depois de uma diminuição de 0,1%.

O INE destaca ainda, entre os 10 principais municípios, Ponta Delgada com a cidade que obteve o maior crescimento (+7,3%), para o qual contribuíram as evoluções positivas das dormidas de residentes (+0,9%) e, sobretudo, as de não residentes (+13,3%), “contrariando a trajetória do total das dormidas em Portugal em ambos os mercados”.

Dormidas de não residentes ditam maiores proveitos no acumulado

Contudo, o INE diz que, no acumulado desde o início do ano, foram registadas subidas de 10,6% nos proveitos totais e de 10,3% nos de aposento, somando 1,4 mil milhões de euros e 1,1 mil milhões de euros, respetivamente, o que se deveu ao aumento das dormidas dos não residentes, que aumentaram 5,4%, enquanto as dos residentes caíram 1,7% face a período homólogo de 2023.

Nos primeiros quatro meses do ano, as dormidas nos alojamento turísticos nacionais subiram 3,2%, ultrapassando os 20 milhões de dormidas, com destaque para as dormidas dos não residentes que somaram mais de 14 milhões, enquanto os residentes foram responsáveis por 5,9 milhões de dormidas.

No período acumulado de janeiro a abril de 2024, o RevPAR das unidades de alojamento turístico nacionais atingiu os 45,8 euros, o que traduz uma subida de 4,9% face a período homólogo do ano passado, enquanto o ADR chegou aos 95,4 euros, crescendo 6,7% face aos primeiros quatro meses de 2023.

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“Community Conscious Travel” é nova campanha global do WTTC

“Community Conscious Travel” é a mais recente campanha global do WTTC para aumentar a conscientização e inspirar ações para proteger o delicado equilíbrio entre a qualidade de vida dos residentes, a experiência do viajante e o meio ambiente dos destinos que amamos.

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“Juntos, pretendemos ajudar a garantir que as comunidades compreendem o impacto social positivo que as viagens e turismo podem ter e aproveitar esse poder para prosperar e crescer de forma sustentável”, destaca o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).

Esta campanha mundial pretende educar os viajantes sobre como podem beneficiar de uma experiência mais autêntica fazendo pequenas mudanças, como viajar na temporada baixa, ao mesmo tempo que lembra o impacto social genuinamente positivo que as viagens e turismo responsáveis ​​podem ter nas comunidades, na cultura e no património, quando bem feitas.

O “Community Conscious Travel” mostra, por outro lado, como a colaboração entre os sectores público e privado pode levar a mudanças positivas, e apelando ao sector em geral para que partilhe conhecimentos e soluções replicáveis.

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Azores Airlines já abriu rotas do Funchal para Toronto e Boston

Num comunicado enviado à imprensa, a Azores Airlines explica que estas operações, ambas com um voo direto por semana, se vêm juntar à que a companhia aérea já realizava desde o ano passado e que liga a Madeira a Nova Iorque.

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A Azores Airlines já inaugurou as operações que passam a ligar o Funchal, capital madeirense, às cidades de Toronto e Boston, no Canadá e EUA, respetivamente, e que contam ambas com um voo direto por semana.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea do grupo SATA que realiza voos internacionais explica que estas novas rotas vêm juntar-se à que a transportadora já operava no ano passado e que liga a Madeira a Nova Iorque.

“Estas duas operações diretas representam o culminar de um trabalho consistente, em sintonia com os nossos parceiros nos Estados Unidos, no Canadá e no Arquipélago da Madeira, que permitiram voltar a ampliar a oferta para este Arquipélago com estes voos diretos, que se adicionam à operação de Nova Iorque e aos voos entre os Açores com destino à Ilha da Madeira, que a Azores Airlines tem assegurado ao longo dos anos”, destaca Graça Silva, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação do Grupo SATA.

Ambas as operações contam com um voo por semana, com as partidas para Toronto a acontecerem às sextas-feiras, enquanto o regresso à Madeira tem lugar aos sábado, sendo que, no caso de Boston, as partidas desta cidade dos EUA acontecem às terças-feiras, com regresso às quartas-feiras.

“A estas ligações diretas, juntam-se sete ligações semanais, quer à partida de Boston ou de Toronto, via Ponta Delgada, das quais podem igualmente usufruir os passageiros que pretendam viajar da América do Norte para a Ilha da Madeira e vice-versa”, refere ainda a Azores Airlines, na informação divulgada.

Os bilhetes para estes voos já se encontram disponíveis para aquisição, através do Contact Center, website, balcões e lojas de vendas da SATA, assim como pelas agências de viagens.

 

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Funchal-Amesterdão é uma das novidades da easyJet para o próximo inverno

A nova rota da easyJet entre o Funchal e Amesterdão arranca a 5 de novembro de 2024 e vai contar com dois voos por semana, ao longo de todo o ano.

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A easyJet anunciou que, no próximo inverno, vai abrir 60 novas rotas, incluindo a ligação Funchal-Amesterdão, nova rota que abre a 5 de novembro e que é a principal novidades para o inverno da companhia aérea em Portugal.

“O grande destaque a partir de Portugal vai para a nova rota entre o Funchal e Amesterdão, que levantará voo no dia 5 de novembro de 2024, pela primeira vez”, destaca a companhia aérea, revelando que esta operação vai contar com dois voos por semana e vai manter-se ao longo de todo o ano.

Segundo José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, esta nova rota vai contribuir para “diversificar a oferta de destinos para os madeirenses”, ao mesmo tempo que facilita também “a entrada na ilha a turistas de outros pontos da Europa”.

“A easyJet mantém assim o seu compromisso em continuar a impulsionar e conectar o arquipélago da Madeira com o resto da Europa. É algo que é muito importante para nós e continuaremos a fazer os possíveis para, no futuro, adicionarmos mais rotas às que já estão disponíveis, uma vez que queremos que os nossos clientes tenham acesso a uma oferta cada mais vez diversificada”, acrescenta o responsável.

As reservas para a nova rota Funchal-Amesterdão já se encontram a decorrer, sendo que, além destes voos, a easyJet vai disponibilizar outras 12 rotas internacionais com saída da capital madeirense.

Além desta novidade, a easyJet vai operar outras 59 novas rotas no próximo inverno, naquele que é o maior lote de novas rotas anunciado pela companhia aérea para a temporada de inverno.

Entre as novidades, a companhia aérea destaca ainda o alargamento da sua rede a três novos aeroportos e a um novo país, concretamente Oslo e Tromsø, na Noruega, e Estrasburgo, em França.

 

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