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Lisboa com mais cruzeiros em Junho

Escalas e passageiros cresceram no ultimo mês do semestre, mas caíram no acumulado dos primeiros seis meses de 2016.

Patricia Afonso
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Lisboa com mais cruzeiros em Junho

Escalas e passageiros cresceram no ultimo mês do semestre, mas caíram no acumulado dos primeiros seis meses de 2016.

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Lisboa recebeu em Junho a visita de 22 navios de cruzeiros, que trouxeram até à capital 37.019 passageiros, acréscimos de 57% e 59%, respectivamente, face ao mesmo mês de 2015.

No mês em análise, o Reino Unido foi o principal mercado emissor, responsável por 24.234 dos cruzeiristas que passaram por Lisboa. Seguiu-se a Alemanha, como 2.378 turistas; e os EUA, com 2.226 passageiros.

No acumulado do primeiro semestre de 2016, o Porto de Lisboa recebeu 187.903 passageiros, que chegaram à cidade em 129 escalas. Neste período, os valores registados foram inferiores aos mesmos meses de 2015, com queda de 4% nas escalas e de 3% no número de cruzeiristas.

Entre Janeiro e Junho deste não, o Reino Unido foi igualmente a nacionalidade com mais cruzeiristas (91.851), seguindo-se os EUA (28.336) e a Alemanha (28.023).

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Destinos

CTP receia que burocracia atrapalhe vinda de trabalhadores estrangeiros para o Turismo

Apesar de aplaudir a alteração da lei, a CTP manifesta “algumas reservas sobre a capacidade que as autoridades públicas terão, ao abrigo desta legislação, para agirem de forma desburocratizada e célere” na atração de trabalhadores estrangeiros.

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A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) acredita que a legislação que veio alterar o regime jurídico de entrada e permanência de estrangeiros em território nacional pode contribuir para atrair a necessária mão-de-obra para o setor do turismo, mas mostra-se preocupada com a excessiva burocracia, que pode impedir as autoridades de atuarem de forma célere e atrasar o recrutamento.

Num comunicado enviado à imprensa esta quarta-feira, 10 de agosto, a CTP manifesta “algumas reservas sobre a capacidade que as autoridades públicas terão, ao abrigo desta legislação, para agirem de forma desburocratizada e célere com vista a que mais estrangeiros reforcem o mercado de trabalho e assumam a plena integração na nossa sociedade”.

Apesar disso, a CTP considera que a nova lei, que já foi promulgada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vem criar “as condições procedimentais e legais para que o Estado português possa agir de forma célere e eficaz com vista a serem implementados acordos de mobilidade migratória para o mercado de trabalho em especial, e com maior relevância para o Turismo, com os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

“Para a CTP é importante que este processo venha a ser efetivo já que pode vir a permitir atrair mais mão de obra para o Turismo, num momento em que há escassez de pessoas para trabalhar na atividade turística, mesmo numa situação favorável como aquela em que nos encontramos onde as condições salariais e de trabalho são atrativas e em linha com uma contratação coletiva que tem dado boas respostas aos problemas existentes”, acrescenta a informação divulgada.

No comunicado enviado à imprensa, Francisco Calheiros, presidente da CTP, lembra que a contratação de estrangeiros, nomeadamente provenientes da CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa, era uma das propostas que já vinham a ser apresentadas para colmatar a falta de mão-de-obra no turismo.

“A contratação de estrangeiros, nomeadamente provenientes dos países da CPLP, é uma das propostas que a Confederação do Turismo tem apontado como fazendo parte da solução para a falta de mão de obra no Turismo. Os empresários do Turismo estão desde já disponíveis para acolher os estrangeiros que desejem vir trabalhar no Turismo em Portugal, oferecendo-lhes todas as condições de trabalho, de formação profissional específica, assim como apoio na sua inserção profissional e pessoal”, afirma o responsável.

A CTP recorda ainda que, apesar do turismo estar a ser fortemente afetado pela falta de trabalhadores, não é o único setor a enfrentar esta escassez, uma vez que este é “um problema transversal à generalidade das atividades económicas”.

Na opinião da CTP, o Turismo é, contudo, um setor que, atualmente, oferece “condições de trabalho atraentes” e paga “salários acima da contratação coletiva”, em resultado de um processo negocial que não é unilateral, ou seja, é negociado “entre sindicatos e entidades empregadoras”.

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Alojamento

Antiga garagem Joalpi em Guimarães vai dar lugar a hotel Meliá

As obras para a nova unidade de quatro estrelas deverão começar em 2023, prevendo-se que estejam concluídas em 2024.

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As antigas instalações da garagem Joalpi, em Guimarães, vão ser transformadas num hotel de quatro estrelas do Grupo Meliá Hotéis. Desta forma, a zona do Parque das Hortas passará a contar com uma “construção moderna”, tal como avançado em notícia pelo Guimarães Digital.

A nova unidade de quatro estrelas terá 129 quartos e o projeto de arquitetura ficará a cargo do Pitágoras Group. As obras de construção deverão começar em 2023, estimando-se que fiquem concluídas até ao final de 2024.

O negócio foi levado a cabo pelo empresário vimarense Vítor Abreu, proprietário da Endutex – e, por conseguinte, das instalações da antiga garagem – que chegou a acordo com o grupo hoteleiro.

Além do espaço da Joalpi, a nova unidade vai abranger um edifício adjacente à propriedade, adquirido recentemente para o efeito.

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Transportes

Transavia prolonga rota entre o Porto e Brest ao inverno

Companhia aérea de baixo custo do Grupo Air France/KLM vai manter a rota entre o Porto e Brest até março de 2023, com até duas ligações aéreas por semana.

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A Transavia vai manter, ao longo do inverno, a rota que liga o Porto a Brest, em França, devido ao sucesso alcançado pelas ligações aéreas que arrancaram este verão, avança a companhia aérea de baixo custo do grupo Air France/KLM, em comunicado.

De acordo com a Transavia, a rota entre o Porto e Brest vai contar, no período de inverno, com até dois voos por semana, realizados às sextas-feiras e domingos, e os preços dos bilhetes começam nos 34 euros para voos de ida.

“Após uma abertura promissora este verão, estávamos desejosos de aproveitar esse sucesso. Estamos muito satisfeitos por os nossos clientes poderem juntar-se a família e amigos e planearem as suas próximas férias na Bretanha até março de 2023”, afirma Nicolas Hénin, Chief Commercial Officer of Transavia France.

Localizada a 1h40 do Porto, a cidade portuária de Brest, na Bretanha, França, é um destino ideal para quem procura atrações naturais, culturais e gastronómicas.

 

 

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Transportes

Ryanair multada na Hungria em 764 mil euros por “enganar consumidores”

Apesar da multa aplicada, a Ryanair já disse que vai recorrer da decisão, indicando mesmo que está disposta a recorrer à justiça comunitária.

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O gabinete húngaro de Defesa do Consumidor multou a Ryanair em 764 mil euros por “enganar os consumidores”, acusando a companhia aérea de baixo custo de ter aumentado os preços devido a um imposto extraordinário sobre as grandes empresas lançado pelo Governo do país.

“O Gabinete de Defesa do Consumidor concluiu hoje que a Ryanair praticou práticas comerciais desleais ao enganar os consumidores”, disse Judit Varga, ministra da Justiça da Hungria, que é citada pela Lusa.

De acordo com a governante, a Ryanair está a ser investigada desde 10 de junho, depois de ter anunciado que iria aumentar os preços em resposta ao novo imposto, que o presidente executivo da companhia aérea, Michael O’Leary, considerou mesmo ser “idiota” e um “assalto”.

Apesar da multa aplicada, a Ryanair já disse que vai recorrer da decisão, indicando mesmo que está disposta a recorrer à justiça comunitária, de acordo com o portal económico húngaro Portfolio.hu.

A Ryanair vai recorrer desta coima injustificada levantada pelo Gabinete de Defesa do Consumidor”, disse a empresa, que referiu que ainda não recebeu a notificação oficial sobre este processo.

Recorde-se que o diferendo entre as autoridades húngaras e a Ryanair começou em junho, depois do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, ter anunciado uma série de novos impostos sobre bancos, empresas de energia, seguradoras e companhias aéreas para compensar a subida da inflação.

De imediato, a Ryanair afirmou-se contra este imposto, considerando que nem as companhias aéreas nem as famílias o conseguiriam suportar, até porque o setor do turismo na Hungria está ainda a recuperar da pandemia da COVID-19.

 

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Solférias, Soltrópico e Abreu reforçam programação para Cabo Verde com charters no fim do ano

Operadores turísticos vão disponibilizar duas operações charter à partida de Lisboa e Porto, em novembro e dezembro, bem como com voos extra no réveillon.

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A Solférias, a Soltrópico e a Abreu anunciaram um reforço da programação para Cabo Verde no fim do ano, que vai contar com duas operações charter à partida de Lisboa e Porto, em novembro e dezembro, bem como com voos extra no réveillon.

“Dando continuidade a bem-sucedidas colaborações anteriores, a Solférias, em colaboração com os operadores Soltrópico e Abreu, volta a juntar esforços no reforço de operações em voos especiais para um dos destinos favoritos dos Portugueses – Cabo Verde – no período de final de ano”, lê-se num comunicado conjunto dos operadores turísticos.

 No caso do Porto, os voos diretos são operados pela Smartwings, entre 28 de novembro e 2 de janeiro (data do último regresso), estando disponíveis pacotes com sete noites de alojamento no destino.

Já os voos diretos desde Lisboa são operados pela SATA, entre 27 de novembro e 18 de dezembro, contando com pacotes de sete noites de alojamento, ainda que estejam também disponíveis partidas da capital portuguesa a 18 e 26 de dezembro, para oito e sete noites de alojamento, respetivamente.

Além destes voos, os operadores turísticos vão ainda disponibilizar partidas especiais de Lisboa a 27 de dezembro, cujo regresso acontece a 3 de janeiro, neste caso, em voo direto da SATA.

“A Solférias e os seus parceiros acreditam que estes novos voos vão ao encontro das necessidades sentidas pelos agentes de viagem portugueses em dar resposta à crescente procura dos viajantes nacionais para um destino tão fantástico como Cabo Verde, reforçando o seu compromisso de apresentar, atempadamente, as melhores ofertas para os melhores destinos”, acrescenta o comunicado divulgado pelos operadores turísticos.

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Destinos

Hotelaria algarvia superou números de 2019 em julho

Segundo a AHETA, o “Algarve superou, em julho, os números de 2019, o melhor ano turístico de sempre”, depois de registar uma taxa de ocupação de 87,7%, valor que ficou 4,3 pontos percentuais acima de igual mês pré-pandemia.

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No passado mês de julho, a hotelaria algarvia registou uma taxa de ocupação/quarto de 87,7%, valor que ficou 4,3 pontos percentuais acima de igual mês de 2019, o que leva a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) a sublinhar que o “Algarve superou, em julho, os números de 2019, o melhor ano turístico de sempre”.

De acordo com os dados provisórios divulgados esta sexta-feira, 5 de agosto, pela associação, a taxa de ocupação/quarto de julho também superou o valor registado em julho de 2021, ficando 37,5 pontos percentuais acima do registado em julho do ano passado.

Por mercados, o destaque vai para o doméstico e para o americano, que apresentaram, em julho, subidas de 4,3 pontos percentuais e 1,1 pontos percentuais, respetivamente, e afirmando-se como “os que mais contribuíram para a subida verificada”.

Em sentido contrário estiveram os mercados britânico e alemão, que apresentaram descida de 2,2 pontos percentuais e 1,8 pontos percentuais, respetivamente, sendo mesmo aqueles que “apresentaram as maiores descidas”  no sétimo mês do ano.

Por zonas geográficas, as maiores subidas ocorreram nas zonas Vilamoura/Quarteira/Quinta do Lago, que assistiram a um aumento de 13,1 pontos percentuais, seguindo-se Monte Gordo/VRSA, onde a subida foi de 9,4 pontos percentuais, e Carvoeiro/Armação de Pêra, com um crescimento de 9,1 pontos percentuais.

Já a zona de Albufeira, que é considerada a principal zona turística do Algarve, “registou uma ocupação idêntica à verificada em 2019”, indica ainda a AHETA no comunicado enviado à imprensa.

Em julho, o volume de vendas dos hotéis e empreendimentos turísticos do Algarve cresceu ainda 17,2 por cento face ao mesmo mês de 2019.

Já no acumulado desde janeiro, a AHETA diz que a taxa de ocupação/quarto regista uma descida de 6,2% face a 2019, o que corresponde a uma subida de 194% face a 2021.

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Nova Edição: Os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022

Nesta edição do Publituris, o destaque vai para os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022. São 104 nomeados em 15 categorias. Mas há mais: conclusões do estudo da TLN, turismo rural, Gerês, airBaltic e Pulse Report.

Publituris

A primeira, e única edição, de agosto do Publituris faz capa com os “Portugal Travel Awards” 2022, prémios que irão distinguir o que de melhor se fez (e continua a fazer) em 2021.

Três anos depois da última edição, os vencedores dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 serão desvendados no dia 18 de outubro de 2022, numa cerimónia a realizar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

São 104 os nomeados divididos por 15 categorias, a que acresce o Prémio Carreira Belmiro Santos, entregue diretamente pela redação do Publituris.

As votações, a realizar num site dedicado exclusivamente aos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022, decorrerão de 2 de setembro a 7 de outubro de 2022.

Para validar o voto é exigida a introdução do e-mail que terá de ser idêntico ao de registo na newsletter diário do publituris.pt.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Mas há mais para ler nesta edição. A começar pelas conclusões de um estudo encomendado pela principal rede de agências de comunicação especializadas no setor do turismo e viagens, Travel Lifestyle Network (TLN). O estudo revela que, depois de dois anos de pandemia e o início de uma guerra na Europa, o desejo de viajar não diminui.

Portugal, ou melhor, os portugueses aparecem bem posicionados no que diz respeito ao interesse e desejo de viajar, com os resultados a indicarem que estão acima da média global. Contudo, o estudo conclui que a relação custo-benefício constitui, atual e futuramente, o principal fator na escolha de um destino de férias, com a preocupação dos preços, devida à inflação e aumento dos preços a pesar numa futura opção.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Turismo Rural. Durante a pandemia, e Portugal não foi exceção, a procura de turistas nacionais e internacionais esteve mais centrada no turismo rural e de natureza, em territórios de interior e de baixa densidade. Esta tendência mantém-se, hoje que o mundo quase todo reabriu para as mil e uma motivações de fazer turismo? É um pouco esta resposta que queremos dar, com a opinião de vários intervenientes diretamente ligados ao turismo rural e de natureza.

No “dossier” contamos, igualmente, com entrevistas ao presidente da Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, Gilberto Vieira, bem como a Sara Duarte, presidente da Associação Portuguesa de Turismo em Espaços Rurais e Naturais (APTERN).

O Publituris visitou, também, o Parque Nacional da Peneda-Gerês. A conjugação do verde da floresta, do azul da água, das cores da gastronomia e do som da tranquilidade continuam lá, e são a poção mágica para retemperar as forças e desligar-se completamente do rebuliço das grandes cidades.

Nos “Transportes” damos a conhecer a estratégia da ariBaltic. Satisfeita com o desempenho da rota entre Riga e Lisboa, que existe desde 2018, a airBaltic decidiu manter, este verão, os voos que ligam Portugal e a Letónia duas vezes por semana cujo resultado, indica a companhia aérea ao Publituris, em sido positivo, uma vez que a capital portuguesa é um destino que agrada aos turistas dos Países Bálticos.

Além do Pulse Report, parceria entre o Publituris e a GuestCentric para divulgar dados quantitativos do mercado de hotelaria independente em Portugal, as opiniões da única edição de agosto do Publituris pertencem a Jaime Quesado (economista), Sílvia Dias (Savoy Signature), João Caldeira Heitor (ISG), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), e António Paquete (economista).

Boas leituras, votos de umas excelentes férias. Voltamos em setembro!

Leia a edição aqui.

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Edição Digital: Os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022

Nesta edição do Publituris, o destaque vai para os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022. São 104 nomeados em 15 categorias. Mas há mais: conclusões do estudo da TLN, turismo rural, Gerês, airBaltic e Pulse Report.

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A primeira, e única edição, de agosto do Publituris faz capa com os “Portugal Travel Awards” 2022, prémios que irão distinguir o que de melhor se fez (e continua a fazer) em 2021.

Três anos depois da última edição, os vencedores dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 serão desvendados no dia 18 de outubro de 2022, numa cerimónia a realizar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

São 104 os nomeados divididos por 15 categorias, a que acresce o Prémio Carreira Belmiro Santos, entregue diretamente pela redação do Publituris.

As votações, a realizar num site dedicado exclusivamente aos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022, decorrerão de 2 de setembro a 7 de outubro de 2022.

Para validar o voto é exigida a introdução do e-mail que terá de ser idêntico ao de registo na newsletter diário do publituris.pt.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Mas há mais para ler nesta edição. A começar pelas conclusões de um estudo encomendado pela principal rede de agências de comunicação especializadas no setor do turismo e viagens, Travel Lifestyle Network (TLN). O estudo revela que, depois de dois anos de pandemia e o início de uma guerra na Europa, o desejo de viajar não diminui.

Portugal, ou melhor, os portugueses aparecem bem posicionados no que diz respeito ao interesse e desejo de viajar, com os resultados a indicarem que estão acima da média global. Contudo, o estudo conclui que a relação custo-benefício constitui, atual e futuramente, o principal fator na escolha de um destino de férias, com a preocupação dos preços, devida à inflação e aumento dos preços a pesar numa futura opção.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Turismo Rural. Durante a pandemia, e Portugal não foi exceção, a procura de turistas nacionais e internacionais esteve mais centrada no turismo rural e de natureza, em territórios de interior e de baixa densidade. Esta tendência mantém-se, hoje que o mundo quase todo reabriu para as mil e uma motivações de fazer turismo? É um pouco esta resposta que queremos dar, com a opinião de vários intervenientes diretamente ligados ao turismo rural e de natureza.

No “dossier” contamos, igualmente, com entrevistas ao presidente da Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, Gilberto Vieira, bem como a Sara Duarte, presidente da Associação Portuguesa de Turismo em Espaços Rurais e Naturais (APTERN).

O Publituris visitou, também, o Parque Nacional da Peneda-Gerês. A conjugação do verde da floresta, do azul da água, das cores da gastronomia e do som da tranquilidade continuam lá, e são a poção mágica para retemperar as forças e desligar-se completamente do rebuliço das grandes cidades.

Nos “Transportes” damos a conhecer a estratégia da ariBaltic. Satisfeita com o desempenho da rota entre Riga e Lisboa, que existe desde 2018, a airBaltic decidiu manter, este verão, os voos que ligam Portugal e a Letónia duas vezes por semana cujo resultado, indica a companhia aérea ao Publituris, em sido positivo, uma vez que a capital portuguesa é um destino que agrada aos turistas dos Países Bálticos.

Além do Pulse Report, parceria entre o Publituris e a GuestCentric para divulgar dados quantitativos do mercado de hotelaria independente em Portugal, as opiniões da única edição de agosto do Publituris pertencem a Jaime Quesado (economista), Sílvia Dias (Savoy Signature), João Caldeira Heitor (ISG), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), e António Paquete (economista).

Boas leituras, votos de umas excelentes férias. Voltamos em setembro!

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Procura internacional dita aumento de 76,2% no tráfego aéreo global de junho

Apesar da recuperação face a junho de 2021, o tráfego aéreo global destes mês ficou ainda a 70,8% dos níveis registados em 2019, antes da chegada da COVID-19, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Inês de Matos

O tráfego aéreo global aumentou 76,2% em junho face a igual mês de 2021, muito por culpa do aumento da procura internacional, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA),  que divulgou esta quinta-feira, 4 de agosto, os dados relativos ao transporte aéreo global de junho.

Segundo os dados da IATA, apesar da recuperação face a junho de 2021, o tráfego aéreo global destes mês ficou ainda a 70,8% dos níveis registados em 2019, antes da chegada da COVID-19.

Em junho, o tráfego doméstico subiu 5,2% face a mês homólogo de 2021, com a IATA a indicar que esta evolução trouxe “melhorias na maioria dos mercados”, o que, combinado com “a flexibilização de algumas restrições de bloqueio relacionadas com a Ómicron no mercado doméstico chinês”, permitiu o crescimento do tráfego doméstico.

Tal como no tráfego global, também o tráfego doméstico continua ainda abaixo do registado em  junho de 2019, já que em junho apenas foram atingidos 81,4% dos níveis apresentados antes da pandemia.

Mais positivo é o crescimento do tráfego internacional que, em junho, aumentou 229,5% face ao mesmo mês do ano passado, com a IATA a sublinhar que o “levantamento das restrições de viagem na maior parte da Ásia-Pacífico está a contribuir para a recuperação”. Já o tráfego internacional atingiu 65,0% dos níveis de junho de 2019.

“A procura por viagens aéreas continua forte. Após dois anos de bloqueios e restrições nas fronteiras, as pessoas estão a aproveitar a liberdade de viajar para onde puderem”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego internacional mais subiu em junho, num aumento que chegou aos 492.0% face a junho de 2021, enquanto a capacidade disponibilizada subiu 138.9% e o load factor aumentou 45.8 pontos percentuais, fixando-se nos 76.7%, com a IATA a sublinhar que “a região está agora relativamente aberta a visitantes estrangeiros e ao turismo, o que está a ajudar a promover a recuperação”.

As boas notícias continuam no Médio Oriente, onde o tráfego aumentou 246.5% em junho, enquanto a capacidade subiu 102.4% e o load factor cresceu 32.4 pontos percentuais, para 78.0%.

Na Europa, o aumento do tráfego de junho foi de 234.4% face a mês homólogo de 2021, enquanto a capacidade subiu 134.5% e o load factor cresceu 25.8 pontos percentuais, fixando-se nos 86.3%, com a IATA a destacar que, a nível europeu, o tráfego internacional “está acima dos níveis pré-pandemia em termos ajustados sazonalmente”.

Na América do Norte, o aumento do tráfego aéreo chegou aos 168.9%, enquanto a capacidade subiu  95.0% e o load factor cresceu 24.1 pontos percentuais, para 87.7%, naquele que foi o load factor mais elevado entre todas as regiões.

Já na América Latina houve um aumento de 136.6% no tráfego face a junho de 2021, com a capacidade a subir 107.4% e o load factor a aumentar 10.3 pontos percentuais, para 83.3%, naquele que foi o terceiro load factor mais elevado, depois desta região ter liderado na ocupação ao longo de 20 meses.

Em África, o tráfego subiu 103.6% em junho, enquanto a capacidade aumentou 61.9% e o load factor cresceu 15.2 pontos percentuais, passando para 74.2%, naquele que voltou a ser o load factor mais baixo entre todas as regiões, ainda que a IATA revele que o “tráfego internacional entre África e as regiões vizinhas está próximo dos níveis pré-pandemia”.

Apesar das  melhorias, a IATA mostra-se preocupada com as perturbações que se têm registado nos aeroportos europeus e dos EUA, motivo pelo qual a associação volta a insistir no adiamento do regresso às regras dos slots, defendendo que, no imediato, essa decisão é “prematura”.

“Basta olhar para os problemas que as companhias aéreas e os seus passageiros em alguns aeroportos centrais estão a enfrentar. Esses aeroportos não conseguem suportar a sua capacidade declarada, mesmo com o limite atual de 64% de slots”, alerta Willie Walsh, que considera que “a flexibilidade ainda é essencial para apoiar uma recuperação bem-sucedida”.

 

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Grupo Royal Caribbean suspende teste COVID-19 antes do embarque já este mês

Grupo de companhias de cruzeiros vai suspender já na próxima segunda-feira, 8 de agosto, o teste antes do embarque para passageiros vacinados contra a COVID-19 em cruzeiros até cinco dias e espera alargar a suspensão a todos os cruzeiros em breve.

Inês de Matos

O Grupo Royal Caribbean deverá suspender os testes COVID-19 antes do embarque para passageiros vacinados em cruzeiros até cinco dias já a partir da próxima segunda-feira, 8 de agosto, avança o jornal britânico especialista em turismo Travel Weekly, que cita Jason Liberty, presidente e CEO do grupo de companhias de cruzeiros.

De acordo com o responsável, a suspensão dos testes aplica-se, numa primeira fase, apenas aos cruzeiros até cinco dias, ainda que Jason Liberty admita que a sua abolição se venha a estender aos restantes cruzeiros dentro de pouco tempo.

“Assim que o teste nos EUA foi suspenso, assistimos a um aumento de 9% a 10% nas reservas para viagens de 2022. Ganhámos bastante terreno desde que essa exigência foi levantada”, afirmou o responsável, durante a apresentação dos resultados trimestrais do grupo, na passada quinta-feira, 28 de julho.

Tal como o presidente e CEO do Grupo Royal Caribbean, também Michael Bayley, presidente e CEO da Royal Caribbean, uma das mais conhecidas companhias de cruzeiros do grupo, concorda que a suspensão dos testes deverá atrair um maior número de cruzeiristas, até porque, explicou, cerca de 40% dos clientes da companhia que receberam crédito para um futuro cruzeiros ainda não o utilizaram e estão à espera que a exigência do teste deixe de existir.

“Esperamos ver um aumento nas reservas”, acrescentou Jason Liberty, admitindo que o Grupo Royal Caribbean espera que 2023 já seja um ano “normal”, com melhores taxas de ocupação e um EBITDA mais elevado.

O responsável mostra-se confiante na recuperação que as companhias de cruzeiros do grupo têm vindo a apresentar, motivo pelo qual afirma que 2022 é um “ano de transição”, ao longo do qual o grupo espera ver aumentar os níveis de ocupação.

“Estou confiante em nossa trajetória de recuperação”, afirmou, explicando que o grupo tem assistido a uma forte procura na Europa para 2023, que tem vindo a aumentar à medida que o verão vai decorrendo.

“Esperamos que a Europa se comporte de forma muito semelhante a 2019”, indicou ainda Jason Liberty, revelando que, neste momento, a ocupação na Europa ronda os 75%, muito por culpa do impacto do conflito militar na Ucrânia.

Recorde-se que, além da Royal Caribbean International, o Grupo Royal Caribbean conta também com as companhia de cruzeiros Celebrity Cruises e Silversea Cruises, sendo representado em Portugal pela Melair Cruzeiros.

 

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