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Da Madeira para Bruxelas

Cláudia Monteiro de Aguiar é eurodeputada eleita pelo PSD há dois anos e foi distinguida recentemente com o título de Eurodeputada do Ano, na categoria de Turismo, prémio atribuído pela The Parliement Magazine, a quem mais se destaca no Parlamento Europeu em diferentes áreas.

Carina Monteiro
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Da Madeira para Bruxelas

Cláudia Monteiro de Aguiar é eurodeputada eleita pelo PSD há dois anos e foi distinguida recentemente com o título de Eurodeputada do Ano, na categoria de Turismo, prémio atribuído pela The Parliement Magazine, a quem mais se destaca no Parlamento Europeu em diferentes áreas.

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Cláudia Monteiro de Aguiar é eurodeputada eleita pelo PSD há dois anos e foi distinguida recentemente com o título de Eurodeputada do Ano, na categoria de Turismo, prémio atribuído pela The Parliement Magazine, a quem mais se destaca no Parlamento Europeu em diferentes áreas.

_MG_1919Chegou ao Parlamento Europeu em 2014 depois de ter sido deputada da Assembleia da República em Portugal, no Governo de Pedro Passos Coelho. Aos 34 anos, e natural da Madeira, Cláudia Monteiro de Aguiar integra a Comissão dos Transportes e do Turismo da Comissão Europeia e teve a seu cargo o acompanhamento do relatório ‘Novos Desafios e Conceitos para a promoção do Turismo na Europa’.

Como é que uma socióloga chega a eurodeputada? Alguma vez imaginou que fosse este o seu percurso?
Nunca tinha imaginado. Foi um percurso e uma ascenção rápida, mas estou consciente que muitas vezes estas ascensões rápidas em política têm um fim também rápido, ou não. Digo isto por ser nova, por ser mulher e porque as coisas acontecem, às vezes, de uma forma que não é linear, por isso tenho os pés bens assentes na terra no que diz respeito ao futuro. Há um percurso feito, sobretudo, dentro das estruturas partidárias. Fiz parte desde cedo da Juventude Social Democrata. Depois acompanhei sempre as actividades do partido, porque o meu pai foi deputado regional na Madeira e acompanhava-o em todas as actividades políticas. Participei sempre activamente, isto é, sempre com um contributo, porque julgo que assim é que deve ser feito quando fazemos parte destas estruturas. Mais tarde, já no Partido Social Democrata, fui convidada a integrar as listas para a Assembleia da República, em 2011. Ingressei na Assembleia da República numa altura de grandes desafios. Foi a legislatura mais intensa dos últimos tempos e foi difícil em todos os aspectos: Portugal estava numa situação muito complicada, como todos sabemos. É com algum orgulho que hoje digo que fiz parte dessa legislatura que fez tudo para que o País saísse de um estado de pré-bancarrota para um estado de algum equilíbrio.

Em 2014, como é que surge a sua candidatura às eleições para o Parlamento Europeu?
Foi feito um convite da parte do presidente do PSD na região da Madeira, na altura o Dr. Alberto João Jardim. Contactou-me e perguntou se tinha disponibilidade, porque estavam a ser constituídas as listas do PSD para as eleições. Geralmente, o PSD atribui um lugar à Madeira e outro aos Açores e seria eu a indicação da Região Autónoma da Madeira para integrar as listas. Foi um desafio que me apresentaram, a par do desafio de estar grávida na mesma altura. Portanto, foi uma decisão muito ponderada, com a minha família. Aceitei o desafio, fomos a eleições em 2014 e estou no Parlamento Europeu há dois anos. Como foi chegar a Bruxelas? Qual foi o primeiro impacto? Foi um impacto muito grande. A estrutura do Parlamento é complicada. Já tinha noção da dificuldade em vermos a legislação acontecer, porque os eurodeputados não são legisladores, são co-legisladores, ou seja, participamos na legislação. Portanto, entender todo esse processo leva algum tempo. Obviamente que tinha alguma experiência do Parlamento nacional, o que ajudou bastante. Também ajudou o facto de ter alguns colegas na mesma situação, esto é, que estavam pela primeira vez como eurodeputados.

Ao fim de dois anos já se sente ambientada?
Já me sinto confortável, porque já percebo de que forma é que o deputado pode melhor actuar, de que forma é que o processo é feito e como podemos intervir.

_MG_1942As pessoas não têm bem noção do que faz o eurodeputado. Qual é a vossa função?
O papel do eurodeputado é, acima de tudo, defender os interesses do seu País. Esse deve ser o objectivo principal no desempenho da sua função, porque somos eleitos por um Estado membro e obviamente que temos que salvaguardar os interesses do nosso País. Mas também temos de olhar para a Europa como um todo. Portanto, temos de analisar as directivas que nos chegam via Conselho ou via Comissão Europeia, e salvaguardar os interesses comuns, mas também olhar para cada sector, desde Agricultura, Turismo, Transportes, etc, e darmos o nosso contributo de acordo com as nossas ideologias e as orientações dos nossos governos.

TURISMO

Quando é que surgiu o Turismo pela primeira na sua actividade profissional?
Estive ligada ao grupo PortoBay, onde aprendi muito. É um grupo hoteleiro de pequena dimensão face a outros, mas é um grupo com estabilidade, com dinâmica própria, com estratégia, que aposta muito na fidelização do cliente e é por isso que tem clientes repetentes. Aprendi a perceber de Turismo e a gostar ainda mais desta área. Quando fui para a Assembleia da República, e fazendo parte da comissão de Economia, acabei por trabalhar algumas questões relativas ao Turismo. Aí nasceu a parte política ligada ao Turismo. Quando fui para o Parlamento Europeu, e podendo escolher as comissões em que podia trabalhar, a minha prioridade foi para o sector dos Transportes, do qual o Turismo está dependente. Transportes e Turismo foi a minha primeira opção de comissão para trabalhar.

Sendo uma insular, a escolha dos Transportes é uma escolha natural?
Sim, tem a ver como isso também. Sendo insular e sabendo os constrangimentos dos ilhéus, somos capazes de contribuir melhor quando estamos a analisar a legislação, mas também na parte da discussão, que é uma das características das comissões parlamentares. O facto de sermos de uma ilha ou de uma determinada região com características próprias, permite-nos falar com conhecimento de causa e dizer que o transporte aéreo é fundamental não só para os cidadãos que vivem numa região isolada, mas também para o sector do Turismo. Alertar para o facto de que, se há uma situação distinta, tem de haver um tratamento distinto. Tudo isto acaba por funcionar em simbiose ou em articulação para o desempenho das funções.

Ao fim de dois anos, surge o reconhecimento com a distinção de Eurodeputada do Ano na categoria de Turismo. É a primeira vez que surge a categoria de Turismo nestes prémios.
O Turismo só ganha bases jurídicas na União Europeia (UE) com o Tratado de Lisboa. A partir daí, a UE tem poder para trabalhar com os Estados membros. Estamos a falar de 2009 em diante. Quando cheguei ao Parlamento Europeu, em conversa com colegas de outros países e partidos, percebemos que a Comissão de Transportes e Turismo era basicamente voltada para os Transportes e nada para o Turismo. Aí surgiu o ímpeto e a vontade de querer pôr na agenda da UE o sector do Turismo. Quisemos criar um ambiente em que se possa discutir cada vez mais o sector e todas as questões que estão ligadas em torno do Turismo. Não sei se isso não fez despoletar um interesse maior da Comissão Parlamentar, da Comissão Europeia e se calhar do surgimento desta categoria.

Teve a seu cargo o acompanhamento do relatório ‘Novos Desafios e Conceitos para a promoção do Turismo na Europa’. Qual o objectivo deste documento?
Foi o primeiro relatório de Turismo que surge nesta legislatura e foi atribuído a uma deputada do grupo Socialista e eu fiquei responsável, pelo grupo do Partido Popular Europeu, pelo acompanhamento desse relatório. Este relatório foi apresentado no final do ano passado e votado com uma maioria expressiva. Nele tentamos apresentar as prioridades que devem ser tidas em conta, sobretudo, colocar o Turismo como prioridade na agenda da Comissão.

Que outros temas têm merecido atenção?
Temos batalhado imenso nas novas plataformas digitais, nos novos negócios que vão aparecendo em torno da digitalização. Uma das primeiras discussões que despoletei dentro do Parlamento Europeu foi a chamada economia partilhada. Um outro tema que destaco é a formação e o desenvolvimento de competências em torno deste sector. Precisamos de melhorar as competências dos trabalhadores, mas também dos empregadores. Para que isto exista, precisamos de ter um relacionamento entre universidades, entre os próprios parlamentos nacionais e europeus. Ou seja, tem de haver aqui uma ligação para que seja feita uma aposta grande na formação e uma das ideias que consta do relatório é sugerir ao sector privado que faça um “Erasmus” para os recursos humanos do Turismo. A plataforma serviria para juntar o público e privado e para partilhar as melhores práticas existentes nos 28 Estados-membros.

No seio da Comissão Europeia como é que é entendido o Turismo? Há uma consciência que para muitos países o Turismo é um sector vital na Economia?
Têm consciência, mas é preciso fazer um ‘forcing’ muito grande. Repare que também acontece nos países de onde vimos, e Portugal é um exemplo, não temos um ministério do Turismo. Defendo a criação de um Ministério em países que vivem do Turismo, ou cujo Turismo tem um peso importante no PIB. Repare que o Turismo é sempre um sub-sector, uma Direcção Regional, uma Secretaria. Estamos a tentar junto da Comissão Europeia que esta entenda o Turismo como uma prioridade. O Turismo representa 10% do PIB da União Europeia e tem também um peso elevado nas exportações. O sector tem de ser uma prioridade e tem de ser muito apoiado. Como? Em termos de financiamento. Um dos objectivos do Plano Juncker é apoiar as pequenas e médias empresas, criar maior crescimento, mais emprego. Porque não pegar neste objectivo e aplicá-lo a um sector que já de si é importante e tem capacidade para criar emprego.

O relatório está feito, qual é o passo seguinte?
O objectivo do relatório é detalhar quais as áreas importantes. Obviamente que é um relatório extenso. O que queremos é que a Comissão olhe para este relatório que foi aprovado com maioria expressiva, e que faça um plano de acção concreto, porque são eles que têm essa decisão. Nós, deputados ao Parlamento Europeu, estamos dispostos a ajudar, mas a Comissão Europeia precisa de um plano de acção concreto: para onde quer caminhar, quais são as linhas de financiamento que pode fazer, que tipo de estratégia terá para os próximos anos.

Estes acontecimentos recentes, relacionados com o terrorismo, são uma ameaça ao Turismo na Europa também porque podem levar a mais restrições à livre circulação de pessoas?
De facto pode influenciar. Os turistas estão com mais receio de determinados países e nota-se um fluxo de turistas que antigamente escolhiam alguns destinos e agora escolhem outros, completamente distintos. Obviamente que afecta a segurança e todas as questões que estamos a debater. Fui alvo de críticas por participar na discussão dos pacotes de vistos, dentro da Comissão de Transportes. A Europa faz parte dos destinos onde é mais difícil entrar, comparativamente com os EUA, por exemplo, o que não impede que os EUA tenham políticas de segurança elevadíssimas, portanto uma coisa não implica a outra. Mas com estes atentados, inevitavelmente a segurança tem sido posta em causa, logo desburocratizar é entendido como uma permissão ou descuido na parte da segurança. Isso não pode acontecer. Estamos cada vez mais a perder turistas na Europa, não podemos complicar demasiado a questão dos vistos e da permissão de entrada, quando temos tantos países como a China, Canadá, EUA que querem vir mais à Europa e estamos a colocar cada vez mais entraves.

Quais são os desafios da Europa no que diz respeito ao Turismo?
Este desafio é de certeza um deles. O outro desafio é tentarmos encontrar, respeitando as características de cada país em termos de Turismo, uma forma de promover ainda mais a Europa. Os chineses estão cada vez mais a procurar a Europa. Quem vai às feiras e quem está ligado à parte da promoção também sabe que quando falamos com o cidadão chinês e perguntamos se conhece a Europa, ele refere dois ou três destinos: Paris, Londres e pouco mais. O que faz sentido fazer é mostrar lá fora que existem outros países com outras características, que fazem parte da Europa, e que eles podem escolher como destino de férias e compras.

Há um problema/desafio que é comum a Portugal e a outros países da Europa que é a convivência entre a indústria tradicional do Turismo com estes novos negócios do Turismo. Esta relação não tem sido pacífica, porque é difícil chegar a um consenso na regulação? Sim, principalmente na regulação. A minha convicção é que não podemos parar este ciclo. Isto é impossível parar, porque estamos a falar de digitalização, de novas tecnologias, do futuro, que já não é futuro, já está a acontecer. Dizer que estas novas plataformas e estes novos negócios não podem existir é parar o vento com as mãos. Portugal ainda assim já está um bocadinho à frente em termos de perspectiva de legislação ou de facilitação destes novos negócios. Tenho de fazer uma nota ao anterior SET, Adolfo Mesquita Nunes, que foi excepcional, muitas vezes apelidado de liberal extremista, mas às vezes é preciso deixar o mercado funcionar e desburocratizar. Nisso o Adolfo Mesquita Nunes teve um papel crucial. Isto também está a ser muito discutido na União Europeia e entre os diversos países existem discrepâncias. É preciso regular, mas não em excesso, a regulamentação excessiva acaba por prejudicar todos estes sectores. Precisamos, acima de tudo, proteger o consumidor, mas permitir que todos estes negócios existam, funcionem no mercado aberto, com a regulamentação específica que necessitam e temos de retirar pesos excessivos aos sectores ditos tradicionais. Agora, precisamos de encontrar este equilíbrio.

PORTUGAL
A que se deve o crescimento do Turismo em Portugal na sua opinião?
É um misto de vários factores. Há um desvio de procura de destinos, é um facto, mas também não queiramos fazer desse argumento razão para tirar toda a importância e trabalho que tem sido feito pelo sector privado, porque se têm modernizado e a legislação tem sido desburocratizada. Há todo um conjunto de situações que não podemos ignorar e olhar só para esta questão do desvio de destinos como argumento principal. As próprias cidades têm estado mais dinâmicas e mais viradas para o Turismo.

Em Bruxelas existe a percepção do crescimento do Turismo em Portugal?
Sim, têm a percepção do crescimento de Lisboa e reconhecem a Madeira talvez porque associam o destino ao Cristiano Ronaldo. Creio que ainda podemos fazer mais pela promoção, para que outras regiões comecem a ganhar esta necessidade de adaptação de rejuvenescimento das infraestruturas e dos agentes ligados ao sector.

Ao nível da legislação, considera que Portugal é competitivo face a outros países concorrentes, como Espanha ou Grécia?
Tem sido cada vez mais. Precisa de aligeirar em determinadas matérias. Mas julgo que Portugal não fica aquém de outros países.

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Conselho Europeu prorroga Certificado Digital COVID da EU por mais um ano

O Certificado Digital COVID da UE tem, agora, validade por mais um ano, terminando a 30 de junho de 2023.

O Conselho Europeu (CE) deu, esta terça-feira, 28 de junho, luz verde à prorrogação do regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE, salientando que o certificado “contribuiu significativamente para facilitar a livre circulação das pessoas durante a pandemia”.

O regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE será prorrogado por um ano, até 30 de junho de 2023. A prorrogação do regulamento assegurará que os viajantes da UE, bem como os provenientes de países terceiros ligados ao sistema, possam continuar a utilizar o seu Certificado Digital COVID da UE para viajar na União nos Estados‑Membros em que esses certificados sejam exigidos.

O Conselho Europeu frisa, contudo, que “se a situação sanitária o permitir, o regulamento pode também ser revogado antes da data estabelecida”.

Esta prorrogação inclui uma obrigação de a Comissão apresentar um relatório pormenorizado até 31 de dezembro de 2022. Esse relatório poderá ser acompanhado de propostas legislativas que permitam reavaliar a necessidade de revogar ou prorrogar a utilização do certificado, consoante a evolução da situação sanitária. Além disso, o CE refere que esta prorrogação compreende uma “clarificação de que os certificados de vacinação deverão refletir todas as doses administradas, independentemente do Estado‑Membro onde as pessoas tenham sido vacinadas”, bem como a possibilidade de emitir um certificado de recuperação na sequência de um teste de antigénio; o alargamento da gama de testes de antigénio autorizados para a obtenção de um certificado COVID; e a possibilidade de autorizar a emissão de certificados de vacinação às pessoas que participam em ensaios clínicos.

 

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China reduz período de quarentena para visitantes internacionais

O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio.

O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio, avança a Lusa, que cita a Comissão Nacional de Saúde chinesa.

As novas regras foram anunciadas esta terça-feira, 28 de junho, mas algumas das medidas já se encontram em vigor desde o início do mês em Pequim, assim como nas províncias de Hubei, Zhejiang e Jiangsu.

O alivio de restrições na China surge depois de a maioria dos países do mundo ter abolido barreiras para viagens internacionais e representa a mudança mais significativa relativamente à COVID-19 no país, uma vez que a China continua a seguir uma política de ‘zero casos’, mantendo, por isso, as fronteiras praticamente encerradas a cidadãos estrangeiros, desde março de 2020.

Com a mudança, os estrangeiros passam também a poder, desde 20 de junho, visitar familiares chineses diretos ou viajar para o país, caso tenham residência permanente na China continental, não precisando de apresentar uma carta convite de uma autoridade de nível provincial, ao solicitar um visto de trabalho, como acontecia até aqui.

As autoridades da aviação civil da China também disseram, no início deste mês, que o número de voos internacionais está a aumentar e que estão a falar com vários países para ampliar o número de rotas, tendo várias companhias aéreas na China indicado ainda que estão a planear lançar novas rotas internacionais.

Apesar disso, a Lusa lembra que os voos para a China continuam sujeitos à política do “circuit breaker” (‘interruptor’), o que quer dizer que, quando são detetados cinco ou mais casos a bordo, a ligação é suspensa por duas semanas. Caso haja dez ou mais casos, a ligação é suspensa por um mês.

As autoridades chinesas anunciaram na semana passada, por exemplo, a suspensão da ligação aérea entre Portugal e a China pelo período de um mês, após detetarem dez casos de covid-19, a 12 de junho, num voo oriundo de Lisboa.

 

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África do Sul elimina todas as restrições da Covid-19 para salvar turismo

A África do Sul acaba de levantar todas as todas as restrições da Covid-19. Elimina testes e vacinação para entrada de viajantes no país, bem como o uso obrigatório de máscaras e limitações em reuniões, eventos e conferências.

Depois de mais de dois anos, o levantamento das restrições permitirá à África do Sul recuperar a sua competitividade turística face a outros destinos africanos. A decisão é do Conselho de Coordenação Presidencial, que determinou a revogação de todas as restrições restantes da Covid-19, uma vez que haviam servido ao seu propósito, mas não eram mais necessários.

A eliminação das restrições no setor MICE permitirá o regresso de delegados, expositores e viajantes de negócios de todo o mundo.

Para o turismo sul-africano, a decisão beneficiará toda a cadeia de valor do setor, acelerando a recuperação das chegadas e da rentabilidade.

o diretor-geral interino da agência nacional de turismo da África do Sul, Themba Khumalo, qualificou a decisão como um passo na direção certa que “vai beneficiar significativamente toda a cadeia de valor do sector do turismo”, acelerando a retoma do turismo, números de chegadas de turistas e níveis de rentabilidade pré-pandemia.

Antes da pandemia o setor das viagens e turismo gerava 1,5 milhões de empregos e contribuía com 25,349 milhões de euros para a economia sul-africana, o que representava 8,6% da atividade económica total do país.

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Fórum Turismo promove webinar sobre Turismo LGBTQIA+

A Associação Fórum Turismo promove, no próximo dia 30 de junho, às 17h30, um webinar com o tema “Portugal: um destino LGBTQIA+”.

O objetivo é consciencializar o Turismo da forma como os destinos podem acolher esta comunidade, quais as estratégias atuais e quais os passos futuros para um setor mais inclusivo.

Este webinar enquadra no âmbito da iniciativa “3 Faces da Moeda” promovida e organizada por esta associação, que visa abordar os temas mais relevantes da atualidade, ligando-os ao setor do turismo.

Como oradores, o evento conta com a presença de Allan Barbosa, ativista e membro da direção na Associação Queer Tropical, integrante do Coletivo Aveiro Sem Armários e da Marcha LGBTQIA+ em Aveiro; Maria João Pereira, licenciada, mestre e doutorada em Ciências da Educação e coordenadora do TPC, um projeto educativo e de apoio ao estudo da Associação Renovar a Mouraria e Joana Alves, licenciada na área do Turismo, pela Escola Superior de Educação de Coimbra e profissional no Museu do Aljube Resistência e Liberdade.

A moderar a conversa estará Tiago Braz, mestre em Educação – Desenvolvimento Social e Cultural, pela UL, Gestor de Projetos no Fórum Turismo e arte-educador na ONG Conversas Associação Internacionais (CAI), em projetos com pessoas em situação de vulnerabilidade.

A participação no webinar é gratuita, mediante inscrição através do link https://bit.ly/3ymXWcI.

A propósito desta iniciativa, António Marto, presidente da Associação Fórum Turismo explica que “acreditamos num Turismo sem fronteiras no que diz respeito à inclusão”.

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Portugal entre os destinos mediterrânicos com menor subida nos preços na hotelaria

A Grécia é, segundo uma análise realizada pela Mabrian, a campeã da subida de preços nos hotéis nos destinos mediterrânicos.

De acordo com uma análise da Mabrian, Portugal está entre os destinos mediterrânicos onde os preços na hotelaria menos subiu.

Na comparação feita entre os dias 25 de julho e 7 de agosto de 2022 e os mesmos dias de 2019, regista-se que foi na Grécia onde os preços mais subiram.

Efetivamente, no caso dos hotéis de 3*, a Mabrian indica uma estagnação dos preços em Portugal (0%), sendo o Egito o destino mediterrânico que maior subida apresenta (+25%), seguido da Grécia (+19,2%) e da Tunísia (+10,8%).

França apresenta-se como o único destino mediterrânico onde os preços dos hotéis de 3* desceu (-12%) no período analisado pela consultora.

Já nos hotéis de 4*, Portugal apresenta uma subida de 10,4% face ao período em análise que compara os anos de 2022 e 2019. O campeão da subida de preços é a Grécia (+62,7%), seguida do Egito (+40,9%) e da Tunísia (-28,3%). Mas existem destinos onde o preço apresenta uma descida, casos da França e Itália, com baixas de 11,3% e 5,3%, respetivamente.

Finalmente, nos hotéis de 5*, a subida de preços registada em Portugal é superior aos de 4*, já que o preço sobe 18,3% face a igual período de 2019. O líder neste capítulo volta a ser a Grécia, com uma subida de 110%, seguida, novamente, do Egito (+48,3%) e Tunísia (+26,6%).

Espanha, França e Itália registam subidas inferiores às indicadas para Portugal, com a Mabrian a estimar evoluções de 14,2% no caso espanhol e 13,2% e 1% para os hotéis de 5* franceses e italianos.

No campo das descidas, somente a Turquia apresenta um decréscimo nos preços (-9,9%) nos hotéis de 5*.

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Turistas dizem-se “pouco preocupados” com propagação da pandemia

À medida que a procura pelas viagens aumenta a nível internacional, são cada vez menos as preocupações relativamente à propagação da COVID-19 junto de que quer viajar, revelam os dados mais recentes avançados pela GlobalData.

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Os turistas revelam-se pouco preocupados com a pandemia da COVID-19, à medida que a confiança para viajar está em alta. De acordo com um inquérito realizado pela GlobalData, 57% dos inquiridos admitiram “não estarem preocupados” ou “pouco preocupados” com a propagação da COVID-19, sugerindo que “os turistas estão mais preparados para viver com o vírus”.

Hannah Freem Travel and Tourism Analyst da GlobalData, refere que “as previsóes para o turismo em muitos países é mais otimista do que em qualquer altura nos últimos dois anos”. Contudo, a responsável adverte que “a turbulência e incerteza da COVID-19 causou muitos desafios que poderá complicar a recuperação. A crescente procura, associada aos despedimentos e flexibilização do trabalho, bem como a concorrência por recursos humanos com outros setores de atividade, resultaram em falta de pessoal em diversas economias dependentes do turismo”.

À medida que os diferentes países levantam as restrições e o turismo regressa em diversas partes do mundo, as questões relacionadas com a higiene e segurança continuam a ser uma prioridade, salientando a consultora que “a coordenação com protocolos que protejam trabalhadores, comunidades, viajantes, enquanto apoiam as empresas e os seus recursos humanos, terão de ser implementados de forma a aumentar a confiança nas viagens”.

Hannah Free conclui ainda que “a recuperação pós-pandemia da indústria global das viagens e do turismo está a ganhar força à medida que a procura pelas viagens internacionais está de regresso”.

As mais recentes previsões da GlobalData revelam que, numa escala global, as partidas internacionais atingiram 68% dos níveis pré-pandémicos, prevendo que melhore para 82%, em 2023, e para 97%, em 2024, ultrapassando os níveis de 2019 em 2025, estimando-se ficar nos 101% face a 2019.

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Contributo direto e indireto do turismo para o PIB foi de 16,8 MM€, em 2021

A atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, em 2021, comparando com os 6,6%, de 2020, e 11,8%, em 2019

Victor Jorge

De acordo com as contas divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, correspondendo a 16,8 mil milhões de euros, e de 7,9% para o VAB da economia nacional, ou seja, 14,4 mil milhões de euros.

Os dados divulgados pelo INE mostram que Valor Acrescentado Bruto gerado pelo Turismo (VABGT), em 2021, face a 2020, registou um aumento nominal de 27,3%, representando 5,8% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) nacional (4,8% em 2020), situando-se ainda 2,3 pontos percentuais (p.p.) abaixo de 2019, ano em que representou 8,1% do VAB da economia.

As contas feitas pelo INE indicam que O VABGT totalizou 10.671 milhões de euros em 2021, enquanto o Consumo do Turismo no Território Económico (CTTE) cifrou-se em 21.334 milhões de euros, o equivalente a 10,1% do PIB (8,4% no ano anterior e 15,3% em 2019).

Na comunicação feita pelo INE pode ler-se que o ano de 2020 foi marcado por “uma forte contração da atividade económica, que se traduziu numa diminuição de 8,4% do PIB em volume”. Assim, as contas indicam uma “redução da atividade turística que terá contribuído com -5,6 p.p. para aquele resultado, o que corresponde a cerca de 2/3 da redução do PIB”. Já em 2021, “o PIB aumentou 4,9%, em volume, com o turismo a contribuir com 1,8 p.p. para este resultado”.

“Os produtos que mais contribuem para o PIB turístico, como os serviços de alojamento, a restauração e similares, os transportes (especialmente os transportes aéreos) e os serviços de aluguer, foram os que mais sofreram os impactos económicos da pandemia COVID-19, o que se refletiu em reduções, em volume, entre 46,5% e 65,7% no PIB turístico gerado por estas atividades, em 2020”, refere o INE.

Em 2021, os mesmos produtos observaram, em regra, “crescimentos intensos” (entre 14,4% e 59,1%) face ao ano anterior, à exceção dos serviços de aluguer, que continuaram a registar um decréscimo.

Em 2021, quer as importações, quer as exportações de turismo observaram um aumento próximo de 30%, face ao ano anterior. Contudo, os valores foram ainda inferiores aos registados em 2019, indicando o INE uma redução de “31% no caso das importações e -45,6% no caso das exportações”.

Considerando a informação disponível para o ano de 2020 para países europeus (dados provisórios ou preliminares), observou-se que Portugal foi o país que registou maior importância relativa da procura turística no PIB (8,4%).

Em termos de variação, os dados divulgados pelo INE mostram um “decréscimo significativo da procura turística em 2020 em todos países europeus com informação disponível, oscilando entre -29,6% (Áustria) e -60,3% (Espanha). Em Portugal, a procura turística diminuiu 49,1%, face a 2019.

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Tailândia confia no regresso “em força do turismo” com levantamento de restrições

Com o alivio de restrições previsto a partir de 1 de julho, a Tailândia mostra-se confiante e diz que o turismo “vai voltar em força”, incluindo por parte do mercado português.

Inês de Matos

A 1 de julho, a Tailândia deixa de exigir o Thailand Pass e o seguro de saúde contra a COVID-19 para entrar no país, num levantamento de restrições que deverá resultar no regresso “em força” do turismo ao país, incluindo por parte do mercado português, acredita Rosário Louro, representante da Autoridade do Turismo da Tailândia (TAT) em Portugal.

“A expetativa é muito boa, acho que o turismo vai voltar em força e sentimos isso porque os agentes de viagens estão, em força, a programar a Tailândia”, disse a responsável ao Publituris, à margem do Festival da Tailândia, que decorreu este fim-de-semana, em Belém, Lisboa.

Rosário Louro explica que, durante os últimos três meses, a TAT tem vindo a trabalhar para promover o destino e preparar o regresso do turismo depois da COVID-19, a exemplo da participação da Tailândia na BTL, de uma campanha com a Bestravel, do passatempo da Tailândia, do Festival da Tailândia e de uma famtrip ao país, em abril, em que participaram oito operadores turísticos portugueses.

Apesar da expectativa positiva, Rosário Louro considera que, este ano, ainda não será possível regressar aos números de 2019, ainda que se mostre confiante que, no próximo ano, já seja possível até alcançar um crescimento face ao período pré-pandemia.

“É evidente que, este ano, ainda não vamos chegar ao ano de 2019, mas estamos a preparar tudo para que, no próximo ano, possamos voltar aos números normais e já deverá haver um crescimento”, afirma a responsável, sublinhando que o preço das viagens é, neste momento, o principal obstáculo ao aumento do número de turistas portugueses na Tailândia.

Tal como Rosário Louro, também Krongkanit Rakcharoen, Embaixadora Tailândia em Portugal, se mostra confiante na recuperação do turismo já este ano, incluindo por parte do mercado português.

“Esperamos mais turismo, por isso é que estamos a levantar as restrições a partir de 1 de julho. A partir dessa data, as pessoas vão ter maior liberdade para visitar a Tailândia e, por isso, é expetável que o país consiga atrair mais turistas. Também de Portugal, como é óbvio”, afirmou Krongkanit Rakcharoen ao Publituris, após a inauguração oficial do Festival da Tailândia.

De acordo com a Embaixadora da Tailândia em Portugal, antes da pandemia, a Tailândia tinha recebido cerca de 52 mil turistas portugueses, um número que, segundo a responsável, é “maravilhoso para um país pequeno, com apenas 10 milhões de habitantes, e para um destino tão distante quanto a Tailândia”.

“Portanto, é um número elevado e esperamos voltar a esses números no mercado português, agora que estamos a relaxar as regras de entrada na Tailândia”, acrescentou, explicando que, a nível global, a Tailândia conta receber, este ano, entre sete a 10 milhões de turistas internacionais, subindo para os 20 milhões em 2023.

Krongkanit Rakcharoen destacou ainda a importância do Festival da Tailândia, que traz até Lisboa “o melhor da Tailândia sem ser necessário viajar”, como as danças, a gastronomia ou as massagens tailandesas, o que permite dar aos portugueses “uma pequena amostra daquilo que se pode encontrar na Tailândia”.

Passatempo com participação recorde

Além das várias ações promocionais que têm vindo a ser lançadas, a TAT retomou também o Passatempo da Tailândia, iniciativa que vai na 9.ª edição e que decorreu entre 14 de maio e 17 de junho, e no qual foi, segundo Rosário Louro, registada uma participação recorde.

“Sentimos um grande crescimento no passatempo que, este ano, teve uma participação quase 30% superior em relação ao ano passado. Tivemos cerca de 2.000 pessoas que passaram à fase final. De 4.500 concorrentes que se registaram, cerca de 2.000 passaram à fase final, o que mostra, não só o interesse que as pessoas têm, como a vontade que têm de conhecer a Tailândia porque, para participar no passatempo, é preciso pesquisar imenso e é uma coisa que dá trabalho. Por isso, é preciso querer muito”, revelou a responsável.

No próximo ano, acrescentou ainda Rosário Louro, a ideia é reforçar o passatempo ao nível dos prémios, com mais viagens e estadias de hotéis, uma vez que a iniciativa vai assinalar a 10.ª edição.

“No próximo ano, como o passatempo faz 10 anos, vamos tentar aumentar a oferta de prémios, com mais participação de hotéis porque sentimos que a Tailândia é um país que ainda pode explodir em Portugal, em termos de turismo”, concluiu Rosário Louro.

 

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Rede Aldeias Históricas de Portugal servem de modelo para projetos em Espanha

Representantes de várias localidades históricas da província de Cáceres, em Espanha, visitaram as Aldeias Históricas de Portugal com vista a compreender o funcionamento e o desenvolvimento desta rede.

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Um grupo de representantes de várias localidades históricas da província de Cáceres (Espanha) visitou as Aldeias Históricas de Portugal, com o objetivo de adquirir conhecimento sobre a sua abordagem de desenvolvimento territorial, de modo a criar uma associação análoga naquele país.

Refira-se que, recentemente, uma comitiva de representantes da província de Badajoz (Espanha), visitou o projeto com objetivo de criar uma rede de 12 conjuntos históricos na província, agora foi a vez da província de Cáceres, que ambiciona criar uma associação naquela região espanhola.

Durante três dias, a comitiva com cerca de 30 pessoas, das várias localidades históricas da província de Cáceres, incluindo o presidente da Província de Cáceres, Carlos Rodriguez, e a deputada de Turismo, Patrícia Vale, visitaram alguns dos melhores exemplos de iniciativa privada das Aldeias Históricas de Portugal, assim como projetos estruturantes de âmbito público (acessibilidade, redes wi-fi, entre outros), que vão servir de modelo para a criação de uma associação de aldeias de Cáceres.

Nunca é demais esquecer que entre montes e vales do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, encontram-se 12 históricas: Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso, que se constituíram num só destino turístico, oferecendo ao mercado nacional e internacional, um conjunto de valências que os turistas podem experienciar e vivenciar.

 

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Madeira recebe evento de agentes de viagens de luxo

O evento “Connections Luxury in Madeira” decorre entre 26 a 29 de junho, no Reid’s Palace e no Savoy Palace, e vai contar com a participação de até 140 decisores e buyers do segmento de luxo.

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A Madeira vai ser palco, entre 26 e 29 de junho, o evento “Connections Luxury in Madeira”, iniciativa promovida pela a comunidade privada internacional para decisores de confiança em viagens de luxo Connections e que vai contar com a participação de até 140 decisores e buyers do segmento de luxo, informou a Associação de Promoção da Madeira (APM), em comunicado.

“Designada “Connections Luxury in Madeira”, a iniciativa vai receber até 140 decisores com uma agenda interativa projetada para ligar compradores de alto nível a hotéis excecionais, propriedades boutique, provedores de experiência e empresas de gestão de destinos de todo o mundo”, explica a APM, revelando que o evento vai decorrer no Reid’s Palace e no Savoy Palace, com o patrocínio da  Associação de Promoção da Madeira e da DMC Madeira.

Ao longo de três dias, os participantes “vão ter a oportunidade de integrar reuniões de negócios personalizadas realizadas no formato pioneiro Connections Way – a abordagem da empresa para facilitar relacionamentos comerciais duradouros por meio de experiências memoráveis ​​e partilhadas”.

Além disso, os delegados vão ainda participar noutras atividades, como uma masterclass de Poncha, e terão oportunidade de conhecer o chef Luís Pestana do restaurante, com estrela Michelin, “William” (Reid’s Palace), estando também prevista a realização de um chá da tarde e de uma degustação de vinhos madeirenses, bem como a possibilidade de aprender a trabalhar a técnica do vime com a ajuda de um artesão local.

Ainda no âmbito deste evento, a Savoy Signature desenvolveu uma experiência específica para este evento, com a designação “Feel Like a President” e que envolve uma visita à suite presidencial do Savoy Palace.

Além das experiências partilhadas, os convidados também vão participar de uma sessão de liderança, a “ConnecTALKS”, onde vão ser abordadas “as últimas tendências e desafios enfrentados pela indústria de viagens de luxo”, num evento que também vai contar com a participação de António Paraíso, consultor internacional de luxo, que já falou em conferências para Giorgio Armani, Loewe, Porsche, Deloitte, Procter & Gamble e Leica.

“Receber a Connections Luxury é uma oportunidade única de partilhar o que o nosso destino tem para oferecer. Acima de tudo, será um momento para surpreender os participantes neste importante evento, que terão um contato direto com a nossa diversidade, hospitalidade, gastronomia, tradições, com a nossa cultura e história. A Região tem características únicas, uma identidade que destaca uma oferta qualificada a todos os níveis, e que será reforçada com o trabalho que estamos a desenvolver, no corrente ano, relativo à ‘Certificação de Sustentabilidade’ do destino. Esperamos que este evento nos ajude a reposicionar e afirmar a Madeira como destino do segmento de luxo”, considera Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e da Cultura e Presidente da Associação de Promoção da Madeira.

Já Greg Reeves, diretor administrativo da Connections Luxury, justificou a escolha da Madeira para palco do evento por ser um destino que “transmite uma modesta confiança que é incrivelmente atraente para o viajante de luxo e continua a ser reconhecida como um destino insular líder, cheio de experiências verdadeiramente únicas e influências culturais”.

“Estamos entusiasmados por receber o Connections Luxury na Madeira este verão, dando as boas-vindas aos nossos membros globais para se encontrarem, através de uma agenda única e dinâmica, num cenário espetacular. Estamos em parceria com os melhores da Região, por isso, quem se juntar a nós vai desfrutar de um verdadeiro prazer”, acrescenta.

 

 

 

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