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Lisboa é a melhor cidade para short breaks

Capital portuguesa distinguida pelos Travel Media Awards 2016.

Patricia Afonso
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Capital portuguesa distinguida pelos Travel Media Awards 2016.

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Lisboa foi distinguida com o prémio ‘Best City or Short Break Destination’ pelos Travel Media Awards 2016.

A capital portuguesa foi distinguida devido à qualidade e diversidade de serviços em hotéis, restaurantes, museus, locais de diversão e outras atrações turísticas.

“Estas distinções enaltecem a diversidade da oferta turística de Lisboa, cada vez mais reconhecida”, afirma Paula Oliveira, directora executiva da Associação Turismo de Lisboa (ATL), segundo a qual a cidade tem vindo a revelar o seu dinamismo e capacidade de inovação. De acordo com a responsável, a associação tem como “ambição” atingir um “novo patamar de excelência através da consolidação da estratégia e do investimento em áreas diferenciadoras que permitam dar continuidade à notoriedade já alcançada.”

Os Travel Media Awards foram entregues em Dublin, na Irlanda. De recordar que os prémios contam com a organização da TravelMedia.ie, sendo a imprensa de viagens convidada a participar e a votar e a distinguir as empresas, entidades e organismos que prestaam os melhores exemplos de boas práticas no Turismo.

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Civitatis lista 10 mercados de Natal da Europa

Estes lugares contam com espetáculos, comida típica, pistas de gelo e fogo de artifício.

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Budapeste, Viena, Praga e Bruxelas são algumas das cidades com os melhores mercados de Natal da Europa entre os meses de novembro e janeiro, tendo a Civitatis preparado uma lista com os 10 melhores mercados de Natal do continente.

Aachen, Alemanha
A Alemanha tem os mercados de Natal mais incríveis da Europa. O de Aachen é um deles. Todos os anos, antes do Natal, as praças e ruas à volta da Catedral e da Câmara Municipal de Aachen transformam-se num paraíso de luzes, cores, sons e cheiros sedutores das inúmeras delícias que só aqui sabem fazer. O mercado de Natal da cidade fascina tanto os jovens como os adultos, atraindo visitantes de todos os cantos. A enorme escolha entre produtos originais, elegantes e preciosos faz a alegria dos pequenos e grandes sonhos.

Bruges, Bélgica
Bruges já é uma cidade super encantadora por si só. Com um mercado de Natal, fica irresistível. O principal mercado de Natal da cidade fica na Grand Place, com vistas para o campanário do século XIII, sendo possível encontrar de tudo, desde produtos artesanais, joias, brinquedos de madeira, chapéus e lenços, artigos de couro e, claro, muitos chocolates. Além dos waffles também há a possibilidade de beber vinho quente ou experimentar as cervejas locais, bem como experimentar a pista de patinagem no gelo, bem no meio do mercado de Natal.

Colónia, Alemanha
Colónia é a segunda cidade mais popular da Alemanha durante o Natal. Nos diversos mercados de Natal da cidade, é possível encontrar desde roupa de inverno, a delícias gastronómicas alemãs, incluindo vinhos e servidos em copos tradicionais. Já para não falar de todas as atividades que ocorrem paralelamente para entreter os visitantes – ilusionistas, malabaristas, patinadores profissionais e muito mais. Visitas obrigatórias são o Mercado de Natal do Conto de Fadas, o Mercado dos Anjos em Neumarkt, e o Harbour Market, que fica ao lado do Museu de Chocolate da cidade.

Praga, República Checa
O Mercado de Natal de Praga é um dos mais populares do planeta. É impossível não se encantar com os concertos que dão na Praça da Cidade Velha e as suas iguarias locais, como a carne de porco grelhada com chouriço, muffins, cervejas e, claro, vinho quente – aumentando a magia sazonal do Natal em Praga.

Estrasburgo, França
Foi em Estrasburgo, em 1570, que teve lugar a primeira edição do mais antigo mercado de Natal na Europa. Chamava-se “Christkindelsmärik” (mercado do Menino Jesus). Desde essa época, Estrasburgo continuou de forma constante a tradição de um mercado de Natal típico. É o mais autêntico e caloroso que acontece na região da Alsácia.

Viena, Áustria
Os mercados de Natal em Viena são uma tradição secular. O seu início remonta à Idade Média, quando em 1298 Albrecht I concedeu aos cidadãos de Viena o privilégio de realizar um Mercado em dezembro (“Krippenmarkt”). Hoje em dia, é possível encontrar mais de 10 mercados de Natal oficiais na cidade, que vendem uma vasta gama de presentes sazonais e iguarias, além de se poder comprar desde casas de madeira em miniatura, fantoches, bolinhos de gengibre em forma de coração, roupa de couro, chapéus de lã, talheres e cerâmica.

Bruxelas, Bélgica
As melhores atrações de Natal podem ser encontradas na bela Grand Place e em outros lugares no centro de Bruxelas. No mercado de Natal da capital belga, não faltam luzes e música, mas também rodas gigantes, exposições e pistas de patinagem no gelo.

Budapeste, Hungria
De novembro até ao início de janeiro, a praça e as ruas adjacentes à Basílica de Santo Estêvão são decoradas com luzes e decorações de Natal. O centro da praça é ocupado por uma enorme árvore de Natal decorada com luzes coloridas e que fica sobre bancas de venda de alimentos e artesanato húngaro. A ampla gama e qualidade dos produtos nos seus postos fazem do mercado de Natal de Budapeste um dos melhores da Europa.

Manchester, Reino Unido
A Albert Square de Manchester é o lugar perfeito para organizar um dos melhores mercados de Natal da Europa. Em frente ao edifício neogótico da Câmara Municipal de Manchester, esta praça é o lar de centenas de barraquinhas de madeira onde pode comprar comida, bebida e artesanato.

Basileia, Suíça
O mercado de Natal da Basileia tem sido votado repetidamente como o melhor da Europa. No Natal, as praças Barfüsserplatz e Münsterplatz são adornadas com grinaldas, pinheiros iluminados e postos de acolhimento com alimentos e artesanato. Além de concertos e atividades infantis, o mercado de Natal da Basileia oferece iguarias como queijo suíço, pão de gengibre ou salsichas grelhadas e doces típicos como o Basler Läckerli.

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Tailândia conta alcançar 80% das receitas pré-pandemia em 2023 e chegar aos 10 milhões de turistas ainda em 2022

Objetivos foram anunciados por Yuthasak Supasorn, governador da Autoridade de Turismo da Tailândia, na 22ª Cimeira Global do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), que decorreu na Arábia Saudita.

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A Tailândia está confiante de que, no próximo ano, seja possível alcançar 80% das receitas turísticas que o país recebia antes da pandemia da COVID-19 e espera chegar aos 10 milhões de turistas internacionais ainda este ano, avança a Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT).

De acordo com o organismo de promoção turística tailandês, estes objetivos foram anunciados por Yuthasak Supasorn, governador da TAT, durante a 22ª Cimeira Global do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), que decorreu na Arábia Saudita na semana passada.

“A Tailândia está a acolher novamente os viajantes do mundo com a sua campanha de marketing “Visita à Tailândia Ano 2022-2023: Amazing New Chapters”, na qual são convidados a experimentar a riqueza das experiências turísticas existentes e as novas ofertas em todo o reino”, realçou o responsável, revelando que, depois da reabertura ao turismo em maio, a Tailândia “está a verificar uma recuperação dos turistas internacionais dos mais diversos mercados mundiais”.

Segundo Yuthasak Supasorn, desde o início do ano e até 26 de outubro, a Tailândia já contabilizou a entrada no país de mais de sete milhões de turistas internacionais e acredita que, até ao final de 2022, seja possível chegar a 10 milhões de turistas estrangeiros.

A TAT diz também estar a “desenvolver as bases para uma indústria turística centrada no cliente e que valoriza a experiência turística”, motivo pelo qual está “a promover uma maior colaboração entre todos os intervenientes, tanto dentro como fora do turismo, e a abraçar a inovação para desenvolver produtos turísticos sustentáveis, criando um ecossistema empresarial turístico que ofereça benefícios mútuos a todas as partes envolvidas”.

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Ministro da Economia quer aposta no turismo para “minimizar” impacto de eventual recessão na Europa

António Costa e Silva defende que, “se existir uma recessão na Alemanha, o impacto vai ser significativo em toda a Europa”, pelo que a aposta no setor do turismo a nível nacional se torna “determinante”.

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O ministro da Economia, António Costa e Silva, defende que Portugal deve diversificar as exportações e as áreas de intervenção no turismo, de forma a “minimizar” o impacto de uma eventual recessão na Europa.

De acordo com o governante que falava na tomada de posse da delegação da SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social na Madeira, “se existir uma recessão na Alemanha, o impacto vai ser significativo em toda a Europa”, pelo que a aposta no setor do turismo a nível nacional se torna “determinante”.

“O turismo é um grande exemplo de que a diversificação pode eventualmente colmatar quebras que possam existir a partir da Alemanha ou do Reino Unido”, afirmou António Costa e Silva, sublinhando o crescimento de 30% registado este ano no número de turistas oriundos dos EUA.

Para o ministro da Economia, se o país trabalhar “estes mercados de uma forma consistente é possível superar, ou pelo menos minimizar, algum desse impacto” que uma recessão na Europa poderia ter em Portugal.

António Costa e Silva defendeu também, segundo a Lusa, que o Ministério da Economia “não deve atrapalhar” o tecido empresarial, apesar de considerar que deve estar “ligado a todos os setores” para identificar os problemas e desenvolver um conjunto de políticas que “façam chegar o dinheiro o mais depressa possível às empresas”.

O governante considerou ainda que a economia do mar vai “reformatar” o futuro das sociedades face à crise climática, defendendo, por isso, que é fundamental que o país olhe “para as infraestruturas que foram construídas na Madeira”, já que é necessário “valorizar esta dimensão marítima”.

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AHETA espera que mandato do novo SETCS seja “profícuo” e com trabalho em “defesa do setor”

Num comunicado enviado à imprensa, a associação manifesta, desde logo, “total disponibilidade” para trabalhar com o novo responsável pela pasta do turismo, com vista a resolver “os grandes desafios do setor”.

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A Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) veio saudar o novo secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, fazendo votos de que o seu mandato seja “profícuo” e possa dar origem a um trabalho ativo na “defesa do setor”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação manifesta, desde logo, “total disponibilidade” para trabalhar com o novo responsável pela pasta do turismo, com vista a resolver “os grandes desafios do setor, especialmente os que foram provocados pela pandemia e que são de difícil resolução”.

As questões relacionadas com “a tesouraria das empresas, em paralelo com as grandes dificuldades na contratação de recursos humanos, fundamentais para o bom funcionamento das unidades hoteleiras e de animação”, entre outros, são os temas que a AHETA elege como mais urgentes.

“Esperamos que o futuro detentor do cargo, manifeste a total disponibilidade para nos ouvir e connosco trabalhar, com os mesmos objetivos. Pela nossa parte não regatearemos esforços para apresentar soluções concretas e exequíveis e, em qualquer momento, a AHETA estará na primeira linha para encontrar as soluções, ao lado da Secretaria de Estado”, acrescenta a associação na informação divulgada.

A AHETA deixa ainda uma “saudação especial” à engenheira Rita Marques, que cessa funções enquanto secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, à qual agradece “por toda a disponibilidade manifestada para trabalhar com o setor”.

“Ao longo dos últimos anos mantivemos sempre um canal aberto com a ex-secretária de estado do turismo, o que em muito contribuiu para a resolução dos muitos problemas, que diariamente se deparam às empresas”, afirma ainda a associação.

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Alto Minho recebe renovação da certificação europeia de destino sustentável

Esta renovação do certificado foi desenvolvida ao abrigo do projeto “Aldeias do Alto Minho – Walking & Cycling”, apoiado pelo Turismo de Portugal no âmbito da Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior.

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O Alto Minho recebeu, recentemente, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, a renovação da certificação da Carta Europeia de Turismo Sustentável (CETS), promovida pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho).

Esta renovação do certificado foi desenvolvida ao abrigo do projeto “Aldeias do Alto Minho – Walking & Cycling”, apoiado pelo Turismo de Portugal no âmbito da Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior, tendo sido aprovada pela Comissão de Avaliação da Federação Europeia de Parques Nacionais e Naturais – Federação EUROPARC, aquando da respetiva reunião datada de 17 de dezembro de 2021.

Para o presidente da CIM Alto Minho, Manoel Batista, “este reconhecimento é o corolário de um profícuo trabalho que envolveu atores locais, públicos e privados, e que valoriza um território único e dotado de uma cultura e de uma identidade muito próprias”.

Manoel Batista reconhece ainda que este é “mais um contributo, muito forte, para tornar esta região cada vez mais sustentável e diferenciada, para desenvolver a economia local e, naturalmente, para atrair ainda mais visitantes para o Alto Minho”.

A realização deste trabalho conjunto culminou com a apresentação pública do dossier de reavaliação da Carta Europeia de Turismo Sustentável do Alto Minho (CETS AM), com especial enfoque para a Estratégia de Desenvolvimento Turístico Sustentável e para o Plano de Ação para o período 2021-2024, a 31 de maio de 2021, no Cineteatro de Vila Nova de Cerveira, no decurso da reunião do Fórum Permanente de Turismo Sustentável.

Submetido em maio de 2021, o processo de reavaliação da Carta Europeia de Turismo Sustentável do Alto Minho foi posteriormente analisado por um comité de avaliação, tendo sido proposta a renovação do certificado em outubro do mesmo ano, na sequência de uma visita de um auditor da Federação EUROPARC ao território do Alto Minho.

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Albufeira propõe passagem do ano com humor, música e muitas iniciativas gratuitas

O município de Albufeira vai promover um vasto programa de passagem do ano, que volta a contar com música, humor e várias iniciativas de entrada livre.

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O município de Albufeira vai promover um vasto programa de passagem do ano, que volta a contar com música, humor e várias iniciativas de entrada livre, culminando com um espetáculo de fogo-de-artifício que vai dar as boas-vindas a 2023.

Além da noite de 31 de dezembro, o programa de passagem de ano em Albufeira inclui também o Solrir, festival de humor que acontece a 30 de dezembro e 1 de janeiro, no Palácio de Congressos do Algarve, e que conta com a participação dos humoristas António Raminhos, Vasco Correia, Luís Filipe Borges, Hugo Sousa e Abdias Melo.

O programa de passagem de ano em Albufeira inclui também o espetáculo Albufeira Carpe Nox, que decorre a partir das 22h00 na Praia dos Pescadores e que contempla “um espetáculo multissensorial”.

Na noite da passagem do ano, a grande atração é mesmo o concerto de Rui Veloso, que promete uma atuação única que fará uma viagem por toda a sua carreira e que conta com a participação especial de Tatanka.

Antes da meia-noite, o espetáculo musical dá lugar a um espetáculo piromusical aquático e a uma performance de skydive artístico, uma coreografia aérea com luz e pirotecnia inédita na Europa, seguindo-se, já depois da meia-noite, animação musical com o DJ Guga.

“Aliarmos o melhor da música portuguesa, como é o caso de Rui Veloso, com um intérprete mais contemporâneo, como Tatanka e ainda, prepararmos um momento de fogo-de-artifício inédito na Europa é a certeza de que oferecemos uma noite de Ano Novo inesquecível e um espetáculo de qualidade”, afirma José Carlos Rolo, presidente da Câmara Municipal de Albufeira.

 

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“Time Switch Aveiro” ganha prémio no Festival de Cinema de Natureza e Turismo na Alemanha

O filme “Time Switch Aveiro” venceu o prémio “Turismo/Viagens – Melhor Curta-Metragem” no NATOURALE 2022, Festival de Cinema de Natureza e Turismo em Wiesbaden, Alemanha.

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O filme “Time Switch Aveiro” venceu o prémio “Turismo/Viagens – Melhor Curta-Metragem” no NATOURALE 2022, Festival de Cinema de Natureza e Turismo em Wiesbaden, Alemanha.

O filme usa uma interessante abordagem narrativa de Marco Calábria e Bruno Calanca Nishino (Eureka Films) para apresentar uma proposta científica de Francisco Dias – o novo modelo de turismo ‘3S’ (Slow – Smart – Small) -, ao mesmo tempo que promove Aveiro como destino turístico, tendo sido produzido pelo ART & TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo que decorreu em Aveiro em 2021.

Para Francisco Dias, vice-presidente da Centro Portugal Film Commission, investigador de Turismo do Politécnico de Leiria e diretor do Festival de Cinema ART&TUR, o filme, de orçamento zero, “demostra que “é possível um novo modelo de turismo, muito melhor e mais sustentável”.

O Festival NATOURALE acontece a cada dois anos em Wiesbaden, na Alemanha, onde os filmes são exibidos em quatro cinemas do Estado de Hessen, incluindo Wiesbaden, tendo como principal local de encontro o cinema Murnau.

Um painel internacional de cineastas premeia os filmes mais impressionantes dos últimos anos nas áreas de natureza, meio ambiente, viagens e turismo, sendo que o objetivo é “destacar as melhores produções audiovisuais que contribuem para orientar a humanidade no sentido de um futuro sustentável”.

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Várias cidades chinesas relaxam medidas de prevenção epidémica

Várias cidades chinesas estão a abolir algumas medidas de prevenção contra a COVID-19, sinalizando o fim gradual da estratégia ‘zero casos’, que manteve o país isolado durante quase três anos e afetou a economia.

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O levantamento das restrições está a ser feito de forma informal, já que o Comité Permanente do Politburo, a cúpula do poder na China, não fez qualquer anúncio. A vice-primeira-ministra chinesa Sun Chunlan, encarregada da estratégia ‘zero covid’, afirmou apenas, na semana passada, que a baixa virulência do vírus e a alta taxa de vacinação entre a população “criaram condições” para o país “ajustar as medidas contra a pandemia”, já que se encontra agora “numa nova situação”.

Até há uma semana, quem testava positivo para a COVID-19 era levado para isolamento num centro de quarentena: instalações improvisadas, com as camas distribuídas num espaço comum, sem chuveiros, e com uma casa de banho para centenas ou até milhares de pessoas. Os contactos diretos eram isolados em espaços individuais: hotéis ou contentores.

Shenzhen e Xangai, duas das principais cidades do país, deixaram também, a partir desta segunda-feira, 5 de dezembro, de exigir que os passageiros apresentem resultados de testes PCR para entrar em transportes públicos.

Vários centros comerciais e edifícios de escritórios, no entanto, continuam a exigir a apresentação de resultado negativo num teste para o coronavírus feito nas 48 horas anteriores. Dezenas de cidades do país continuam, também, sob bloqueios rigorosos.

Cidades na província costeira de Zhejiang (leste), como Ningbo ou Hangzou, anunciaram também que o teste de PCR com resultado negativo não é mais obrigatório para aceder a transportes e entrar em locais públicos, a partir de hoje.

As autoridades de Ningbo declararam que não vai ser mais necessário digitalizar o código QR, uma versão bidimensional do código de barras, colocado na entrada de todos os edifícios, assim como nos transportes públicos ou táxis, uma prática comum no país asiático há quase dois anos para rastrear casos suspeitos e contactos próximos.

Numa recente reunião com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, o Presidente chinês, Xi Jinping, reconheceu que ocorreram protestos em várias cidades do país, no final de dezembro, contra as medidas de prevenção epidémica, segundo autoridades europeias presentes no encontro, citadas pelo jornal de Hong Kong South China Morning Post.

Xi atribuiu os protestos à “frustração” de estudantes, após três anos de medidas altamente restritivas.

Pequim está agora a tentar reiniciar a campanha de vacinação. Apenas cerca de 40% das pessoas com 80 anos ou mais receberam as três doses necessárias para as vacinas chinesas Sinopharm e Sinovac atingirem altos níveis de proteção contra a Ómicron.

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Fishing boats rest in Mindelo beach.

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Imposto turístico já rendeu a Cabo Verde mais do que o esperado para todo o ano

Cabo Verde arrecadou em nove meses 4,7 milhões de euros com a taxa paga obrigatoriamente pelos turistas, mais do que o esperado inicialmente pelo Governo para todo o ano de 2022, segundo dados oficiais.

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De acordo com um relatório do Ministério das Finanças sobre a execução orçamental de janeiro a setembro, as receitas da contribuição turística ascenderam neste período a 521 milhões de escudos (4,7 milhões de euros), equivalente a 110% do orçamentado pelo Governo para o ano de 2022, que é de 475 milhões de escudos (4,3 milhões de euros).

Este valor representa “um aumento exponencial face ao montante cobrado no mesmo período de 2021”, o que “demonstra a retoma gradual da atividade turística”, lê-se no relatório do Ministério das Finanças.

A contribuição turística foi introduzida pelo Governo cabo-verdiano em maio de 2013, com todas as unidades hoteleiras e similares obrigadas a cobrar 220 escudos (dois euros) por cada pernoita até dez dias, a cada turista com mais de 16 anos.

O desempenho desta taxa nos primeiros nove meses de 2022 compara ainda com apenas 55 milhões de escudos (495 mil euros) arrecadados no mesmo período de 2021.

O ministro dos Transportes e do Turismo, Carlos Santos, afirmou em 11 de novembro que 2022 está a ser um “ano muito bom” na procura turística pelo arquipélago e que não espera impactos negativos no anunciado aumento na taxa turística cobrada nos hotéis.

“Este ano já estamos a decorrer com dez meses, de janeiro a outubro, e já temos recebido e acolhido cerca de 80% em termos de número de turistas, daquilo que foi o período homólogo de 2019”, disse o ministro, no parlamento.

“Isto significa que vamos ter um ano muito bom e 2023 também vai ser um ano de uma retoma”, acrescentou.

Depois de registar um recorde de 819 mil turistas em 2019, o setor, que garante 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde, viu a procura cair mais de 60% em 2020, devido às restrições impostas para conter a pandemia de covid-19.

Entretanto, o imposto pago obrigatoriamente pelos turistas nos hotéis cabo-verdianos vai aumentar 25% a partir de janeiro, para 276 escudos (2,50 euros) por noite, com o Governo a esperar arrecadar 8,6 milhões de euros em todo o ano de 2023.

Segundo a lei do Orçamento do Estado para 2023, já aprovada pelo parlamento, o Governo prevê essa alteração no artigo 24.º, e nos documentos de suporte orçamental refere que estima arrecadar 946 milhões de escudos (8,6 milhões de euros) com essa receita no próximo ano.

“Com o compromisso que nós temos, que é de eliminar a pobreza extrema e reduzir a pobreza absoluta, entendemos que poderia ser uma forma de financiar o fundo ‘Mais’, que permite fazer um investimento forte na área social, na construção de creches, espaços de tempo para juventude, espaços para terceira idade e entendemos que poderíamos aumentar em 50 cêntimos, ou seja 50 escudos, a taxa turística paga pelos turistas quando pernoitam nos hotéis”, respondeu o ministro Carlos Santos, questionado pelos deputados.

As receitas com esta taxa caíram para metade de 2020 para 2021, renovando mínimos de 145 milhões de escudos (1,3 milhões de euros), segundo um relatório anterior do Ministério das Finanças.

Tratou-se de uma quebra de 51% face aos 296,6 milhões de escudos (2,6 milhões de euros) em 2020 – receita essencialmente obtida no primeiro trimestre -, ano em que de março a outubro Cabo Verde suspendeu as ligações aéreas internacionais para conter a transmissão da covid-19, o que se traduziu numa quebra de 70% na procura turística.

Em 2019, este imposto garantiu um máximo histórico de 992 milhões de escudos (8,9 milhões de euros) em receitas.

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Portugal Branding vai mapear melhores práticas de gestão de marcas territoriais em Portugal

O Portugal Branding – Programa Nacional de Desenvolvimento de Marcas Territoriais pretende “mapear, reconhecer e implementar as melhores práticas ao nível da gestão de marcas territoriais em Portugal”.

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O CEIT – Centro Estratégico de Inovação Territorial e a Coimbra Business School lançaram esta terça-feira, 29 de novembro, o Portugal Branding – Programa Nacional de Desenvolvimento de Marcas Territoriais, com o objetivo de “mapear, reconhecer e implementar as melhores práticas ao nível da gestão de marcas territoriais em Portugal”.

Segundo um comunicado do CEIT, o Portugal Branding assume-se como uma ferramenta inédita “para a qualificação dos territórios nos domínios do
branding e do marketing territorial”, que visa “despertar instituições e profissionais para processos consistentes e continuados de desenvolvimento de marcas territoriais”.

Numa fase inicial, o projeto é direcionado para os municípios, prevendo “o reconhecimento público e validação científica do seu compromisso e trabalho
desenvolvido neste âmbito, a nível estratégico e operacional”.

”Uma equipa de especialistas avaliará o estado de maturidade das respetivas marcas territoriais através de uma matriz de critérios subdivididos por cinco eixos de atuação que vão desde a governação à identidade e percepção da marca”, explica Cristóvão Monteiro, presidente executivo do CEIT – Centro Estratégico de Inovação Territorial.

A matriz deste programa foi desenvolvida por docentes e investigadores ao longo dos últimos dois anos, com base em diversos casos de estudo nacionais e internacionais, uma vez que se pretende criar “um referencial científico ao nível da gestão de marcas territoriais e apoiar os municípios na detecção de oportunidades de melhoria e recomendações de evolução para uma autêntica operação estratégica de branding e de marketing territorial”.

O projeto junta já um conjunto de marcas territoriais relevantes a nível nacional e de perfis muito distintos”, a exemplo de Albufeira, Alcochete, Baião, Braga, Cascais, Castelo Branco, Castro Daire, Coimbra, Fundão, Lisboa, Lousã, Maia, Palmela, Ponte de Lima, Sertã, Sesimbra e Vouzela.

“Este é um projeto que cruza duas realidades indissociáveis no contexto da competitividade atual, a investigação científica e a aplicabilidade prática ao nível dos territórios”, acrescenta Alexandre Gomes da Silva, presidente da Coimbra Business School | ISCAC, revelando que a instituição de ensino superior está também a “consolidar cada vez mais” o Observatório de Branding Territorial enquanto laboratório nacional de referência ao nível da formação e investigação de marcas territoriais.

Ao longo do próximo ano, está ainda previsto um calendário de atividades complementares onde se incluem workshops, formações avançadas, debates e uma conferência nacional sobre do branding e das marcas territoriais.

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