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Alojamento

ADHP quer função de director de hotel valorizada no RJET

A associação apresentou à Secretária de Estado do Turismo a introdução de um quadro relativo à área de recursos humanos num dos pontos da classificação hoteleira no RJET.

Marta Barradas
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ADHP quer função de director de hotel valorizada no RJET

A associação apresentou à Secretária de Estado do Turismo a introdução de um quadro relativo à área de recursos humanos num dos pontos da classificação hoteleira no RJET.

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A ADHP – Associação de Directores de Hotéis de Portugal apresentou à Secretária de Estado do Turismo uma proposta para a introdução de um quadro relativo à área de recursos humanos no sector hoteleiro, num dos pontos da classificação hoteleira no Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos – RJET.

Raul Ribeiro Ferreira, presidente da associação, explicou esta quarta-feira, no âmbito da XII edição do Congresso da ADHP, que este quadro tem em consideração “o director do hotel, ou seja, que os hotéis que têm directores pudessem ter uma pontuação extra”, nomeadamente, “com uma percentagem no quadro para licenciados e uma percentagem no quadro como profissional”.

O responsável indica que esta medida considera ainda “a formação de activos a mais do que a lei obriga e também o plano de formação a mais de um ano, portanto uma série de condições que valorizem o factor humano como uma mais-valia”.

“Quando a secretária de Estado [Ana Mendes Godinho] tomou posse, reunimos para demonstrar o nosso descontentamento em relação à profissão de director de hotel, mas que iriamos propor esta solução para o combater”, acrescenta Raul Ribeiro Ferreira, referindo que já foi entregue a proposta formal na semana passada e que para que esta seja aceite, são ainda necessárias algumas negociações, nomeadamente com as várias associações do sector.

Ana Mendes Godinho tornou esta proposta pública esta quarta-feira, no âmbito da sua intervenção no Congresso da ADHP, que decorre entre os dias 13 e 14 de Abril em Lisboa. Considerando que, “cada vez mais, é importante valorizar as pessoas que trabalham no turismo”, (…) a governante lançou este repto a nível geral, especialmente às restantes associações, para discussão pública.

A secretária de Estado do Turismo afirmou: “Penso que este é o caminho, não acredito numa lei que imponha determinados requisitos de obrigações de profissões para a classificação dos hotéis, mas acredito num sistema de classificação que valoriza as pessoas que trabalham nos hotéis com indicadores relacionados com a formação, com o levantamento das necessidades de formação, com o sistema de avaliação associado à própria qualidade do serviço prestado. Acredito sim nisso como um indicador que valoriza a própria unidade numa lógica como hoje temos no sistema opcional de pontos, para que os próprios hotéis sintam vantagem em reconhecer essas valências nas pessoas que estão ao seu serviço”.

A responsável destacou ainda a importância da formação dos profissionais nos estabelecimentos hoteleiros, dizendo que “vão ser criados novos cursos nas Escolas de Hotelaria e Turismo, com novas áreas de competências no sector, incluindo ‘soft skills’ em ciências comportamentais, competências tecnológicas e, cada vez mais, preparar os alunos para aquilo que o mercado precisa e está à procura”.

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Transportes

TAP regressa aos lucros no 3.º trimestre do ano

A TAP obteve, no terceiro trimestre de 2022, lucros superiores a 111 milhões de euros face aos prejuízos de 134 milhões de igual período de 2021. O resultado operacional também registou uma melhoria e passou de 46 milhões negativos para 141 milhões positivos.

Victor Jorge

A TAP obteve um resultado líquido positivo de 111,3 milhões de euros no terceiro trimestre de 2022, correspondendo a uma subida de 182,8% face aos 134,5 milhões de euros negativos registados em igual período de 2021, referindo a companhia que estes números foram “impulsionados por fortes resultados operacionais e efeitos positivos da implementação da política de cobertura cambial”.

Em termos de receitas operacionais, a TAP revela, em comunicado, que atingiu 1.118 milhões de euros, mais 152,2% que no terceiro trimestre do ano transato, período em que registou 443,7 milhões de euros, excedendo, assim, os níveis pré-crise em 7,5%.

Em termos de EBIT (resultados operacionais), a companhia aérea nacional obteve 141 milhões de euros, correspondendo a uma subida de 187%, enquanto o EBITDA passou de 65,5 milhões de euros para 268,5% milhões de euros, ou seja, uma subida de quase 203%.

Em comunicado, Christine Ourmières-Widener, Chief Executive Officer da TAP, refere que a companhia está “a confirmar a solidez do seu desempenho no terceiro trimestre, com todas as métricas financeiras acima dos níveis pré-crise, apesar do aumento dos custos de combustível”.

Para o quarto e último trimestre do ano, a CEO da TAP salienta que “a procura mantém-se bastante forte, suportando as expectativas de um bom resultado acumulado até final do ano”.

Já para 2023, Christine Ourmières-Widener admite que “a visibilidade é, no entanto, ainda limitada e, atendendo às incertezas da atual conjuntura, é cada vez mais crucial que mantenhamos o foco no nosso plano estratégico, o qual tem, até agora, provado ser eficaz”.

Assim, refere que os próximos passos decisivos a tomar são: “levar a cabo discussões produtivas com os nossos parceiros laborais para a criação de Acordos Coletivos de Trabalho mais modernos, melhorar as nossas operações e a qualidade do nosso serviço com o envolvimento de todos os stakeholders, a constante negociação de todos os nossos contratos com terceiros e a cuidada preparação do próximo ano”.

Ainda relativamente ao terceiro trimestre de 2022, o número de passageiros transportados duplicou, em comparação com o mesmo período de 2021, atingindo 85% dos níveis do terceiro trimestre de 2019. Adicionalmente, durante este período, a TAP operou uma vez e meia o número de voos do terceiro trimestre de 2021, ou 81% das partidas do terceiro trimestre de 2019.

Quanto aos custos com combustível, a TAP refere que estes triplicaram, “aumentando em 269,9 milhões de euros numa base anual para 371,9 milhões de euros”, frisando a companhia que. “apesar de ter gerado um efeito positivo de 15,9 milhões de euros, a estratégia de cobertura apenas conseguiu reduzir de forma marginal o efeito dos preços de mercado do jet fuel mais elevados, que contribuíram com 153 milhões de euros para o aumento do custo com combustível”.

Durantes o terceiro trimestre, a TAP transportou 4,320 milhões de passageiros, mais 2.214 milhões que em igual período de 2021, correspondendo a uma subida de 105,1%

Já no que diz respeito ao acumulado do ano, até 30 de setembro de 2022, as receitas operacionais atingiram 2.440,1 milhões de euros, mais 195,1% do que nos primeiros nove meses de 2021. Juntamente com o maior nível de atividade (ASK aumentou em 135%), também os custos operacionais recorrentes registaram um aumento significativo de 79% para 2.286 milhões de euros, resultando num EBIT recorrente positivo de 154,1 milhões de euros, um aumento de 104,7 milhões de euros, ou 3,1 vezes o montante no mesmo período de 2019, que até agora foi, para a TAP, o melhor ano em termos de desempenho financeiro.

Nos nove meses de 2022, os números avançados pela TAP revelam que a companhia transportou 10,144 milhões de passageiros. Isto significa um crescimento de 195,9% face aos 3,428 milhões de passageiros transportados nos primeiros nove meses de 2021.

De referir que a frota atual da TAP é constituída por 22 A330 (19 neo e 3 ceo), 23 A321 neo, 26 A320 ceo, 5 A319 ceo e mais 20 aeronaves regionais (5 ATR e 15 Embraer).

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BdP prevê continuação do “crescimento expressivo” nas receitas turísticas de setembro

O Banco de Portugal (BdP) estima uma subida de 69% nas receitas turísticas face a igual mês de 2021 e de 115% em comparação com setembro de 2019.

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As receitas turísticas deverão ter mantido, em setembro, uma tendência de “crescimento expressivo”, segundo o Banco de Portugal (BdP), que estima uma subida de 69% face a igual mês de 2021.

De acordo com uma nota do BdP, além das receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, também as importações do turismo, que resultam dos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, deverão ter subido acentuadamente em setembro, num aumento de 30%.

“Em setembro de 2022, o indicador preliminar das viagens e turismo aponta para um crescimento expressivo das exportações e das importações face a setembro de 2021, em linha com as evoluções registadas em agosto”, refere o Banco de Portugal (BdP) na informação divulgada.

Os valores de setembro situam-se também acima dos registados em 2019, o último ano antes da pandemia da COVID-19, com as exportações a corresponderem a 115% e as importações a 121% dos respetivos valores observados no mesmo mês de 2019.

No acumulado até setembro, também existem notícias positivas, uma vez que as exportações e importações superam igualmente os valores observados em igual período de 2019, correspondendo a 114% e 106% do valor registado em mês homólogo de 2019.

“Esta informação baseia-se num conjunto mais restrito de informação, predominantemente de cartões bancários, e não substitui as séries históricas de exportações e importações de viagens e turismo publicadas no BPstat”, acrescenta o BdP.

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National Geographic elege 25 destinos para 2023 e um deles é português

As nove ilhas dos Açores aparecem em destaque na categoria “Natureza”.

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A National Geographic elegeu os melhores 25 destinos e experiências para o próximo ano de 2023 e um deles fica em Portugal.

Os Açores aparecem em destaque na categoria “Natureza”, revelando a National Geographic tratar-se de uma “terra nascida do fogo, mas agora envolta em verde”, salientando que “os Açores trabalham para garantir o seu futuro”.

“Os Açores são nove ilhas com hábitos e sotaques diferentes que mudam de ilha para ilha”, refere a exploradora da National Geographic Miriam Cuesta Garcia, bióloga marinha que estuda o comportamento noturno das aves marinhas na ilha do Pico. “Mas os Açores têm uma visão unificada para a sustentabilidade”, frisando a bióloga marinha que os Açores “sabem que precisam [proteger] o seu ambiente único, para permanecer o mesmo quando ocorrem mudanças.”

A National Geographic destaca ainda que quatro das nove ilhas são reservas da biosfera da UNESCO – e reconhecidas pelo World Wildlife Fund como um oásis para 28 espécies de baleias e golfinhos –, afirmando que “os Açores levam o turismo sustentável a sério”.

“Tornou-se o primeiro arquipélago do mundo a ser certificado pelo EarthCheck, um conselho consultivo internacional com sede na Austrália e líder de turismo verde que conferiu o prémio em 2019”.

Os restantes destinos e categorias destacadas pela National Geographic foram:

CULTURA
Via Ápia, Itália
Busan, Coreia do Sul
Grutas de Longmen, Província de Henan, China
Egito
Charleston, Carolina do Sul

NATUREZA
Terras Altas Escocesas
Botsuana
Eslovénia
Parque Nacional Big Bend, Texas
Açores

AVENTURA
Nova Zelândia
Choquequirao, Peru
Utah
Alpes austríacos
Parque Nacional Revillagigedo, México

COMUNIDADE
Ilhas do Dodecaneso, Grécia
Milwaukee, Wisconsin
Alberta, Canadá
Laos
Gana

FAMÍLIA
Trindade e Tobago
Crosstown Trail de São Francisco, Califórnia
Colômbia
Manchester, Reino Unido
Suíça

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Avião Fotos de banco de imagens por Vecteezy

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Viagens continuam a ser prioridade para os europeus apesar do aumento dos preços

O mais recente estudo da European Travel Commission (ETC) apurou que 70% dos europeus pretendem viajar nos próximos seis meses, apesar do aumento dos preços.

Inês de Matos

As viagens continuam a ser uma prioridade para os turistas europeus, apurou o mais recente estudo da European Travel Commission (ETC), que indica que 70% dos europeus pretendem realizar, pelo menos, uma viagem nos próximos seis meses.

Segundo o estudo, a intenção de viajar nos próximos seis meses tem vindo a aumentar e está agora 4% acima dos resultados do ano passado, o que, segundo a ETC, revela um “apetite crescente por viagens”.

Alta é também a percentagem de turistas europeus que pretendem realizar, pelo menos, duas viagens nos próximos meses, indicador que chega aos 52%, o que, considera a ETC, mostra que existe uma “procura reprimida por férias”.

Do total de entrevistados neste estudo, 62% dizem que planeiam viajar na Europa durante o outono e inverno, naquela que é a percentagem mais elevada desde o outono de 2020.

Por outro lado, também o receio relativamente à guerra na Ucrânia parece estar, cada vez menos, a interferir com os planos de viagem dos europeus, uma vez que, desde o último estudo, se registou uma descida de 6% entre os europeus que admitem que o conflito armado levou a uma mudança dos planos de viagens.

De acordo com o estudo da ETC, 52% dos europeus dizem mesmo que o conflito armado na Ucrânia não terá efeito direto nos seus planos de viagem nos próximos meses.

Tal como a guerra, também a COVID-19 parece interferir cada vez menos nos planos de viagem dos turistas europeus, já que apenas 5% dos entrevistados afirmaram que as preocupações relacionadas com a pandemia os impediram de realizar uma viagem que estava planeada.

O que parece estar a aumentar é a preocupação face ao aumento dos preços, com 23% dos entrevistados a manifestarem preocupação face à previsível subida dos preços das viagens, e enquanto 17% mostram-se mais preocupados com o impacto da inflação nas suas finanças.

O estudo apurou também que, ao contrário dos preços, os orçamentos para viajar não apresentam grande variação, uma vez que 32% dos entrevistados dizem que vão gastar entre 501 e 1000 euros por pessoa nas próximas férias, incluindo custos de alojamento e transporte, o que quer dizer que muitos europeus estarão a ponderar reduzir o período de férias, de forma a suportar os aumentos de preços.

Neste sentido, o estudo mostra que a percentagem de turistas europeus que contam passar até três dias de férias subiu para 23%, quando em setembro de 2021 esta percentagem estava nos 18%, enquanto as viagens com sete ou mais noites entram nos planos de 37% dos entrevistados, o que  traduz uma quebra de 9%.

O estudo diz ainda que a vontade de viajar parece ser menor entre os turistas mais novos, a exemplo da geração Z, cujas idades variam entre os 18 e os 24 anos, uma vez que apenas 58% dos turistas europeus desta geração contam viajar nos próximos meses, quando nas restantes faixas etárias esta percentagem ultrapassa os 70%.

“Isto revela uma perspectiva mais hesitante para os viajantes mais jovens, o que também pode ser atribuído às preocupações com as finanças pessoais e aumento dos custos de viagem”, refere o estudo da ETC.

Já os europeus com mais de 45 anos de idade são os que maior probabilidade para viajar revelam, com o estudo a apurar que mais de 73% destes turistas pretendem realizar viagens de city break e explorar a cultura e história dos destinos.

Por destinos, França assume-se como o destino mais popular para os europeus, com 11% dos entrevistados a indicar que contam viajar para este país nos próximos seis meses, seguindo-se Espanha e Itália, países que entram nas opções de 9% dos turistas europeus inquiridos.

“Os esforços incansáveis ​​do setor de viagens europeu para se fortalecer estão começando a dar frutos”, considera Luís Araújo, presidente da ETC e do Turismo de Portugal.

De acordo com o responsável, a ETC está “animada” com estes resultados, apesar de considerar que a crise dos preços e do custo de vida é “outro desafio inegável para o turismo na Europa”.

“É da maior importância para a Europa garantir uma indústria mais resiliente, apoiando a transição digital e ambiental, e colocando as pessoas no centro do desenvolvimento”, acrescenta o responsável.

 

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Nova Edição: Publituris Portugal Travel Awards 2022 e Mundial do Qatar

A mais recente edição do Publituris faz capa com os Publituris Portugal Travel Awards 2022, que foram entregues a 18 de outubro, numa cerimónia que teve lugar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa, e que voltou a juntar o trade turístico nacional, depois de dois anos de interregno.

Publituris

A mais recente edição do Publituris, a última de outubro, faz capa com os Publituris Portugal Travel Awards 2022, que foram entregues a 18 de outubro, numa cerimónia que teve lugar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

Conheça os vencedores da última edição dos prémios, assim como a personalidade que recebeu o Prémio Belmiro Santos, entregue diretamente pela redação do Publituris, e veja ainda a fotorreportagem sobre a festa, que voltou a juntar o trade turístico nacional, depois de dois anos de interregno.

Nesta edição, não perca também um artigo sobre o Mundial de Futebol de 2022, que vai decorrer no Qatar, entre 20 de novembro e 18 de dezembro. A competição, para a qual a seleção nacional de futebol se apurou, conta já com uma vasta oferta no mercado para levar os adeptos portugueses até este país do Médio Oriente, que promete surpreender os turistas nacionais.

Destaque também para um trabalho especial dedicado ao World Travel Market London (WTM), uma das principais feiras de turismo europeias, que vai decorrer na capital britânica, entre 7 e 9 de novembro. Não perca as sete entrevistas aos sete responsáveis pelas regiões de turismo de Portugal, que regressam à feira britânica para dar a conhecer a melhor oferta turística dos seus territórios.

Na secção Distribuição, leia ainda sobre a AREA Travel, agência de viagens que abriu em fevereiro deste ano e que faz do atendimento personalizado uma bandeira, enquanto em Transportes o destaque vai para a abertura da nova rota da easyJet entre Lisboa e Marraquexe, que arranca na segunda-feira, 31 de outubro, e em relação à qual a companhia aérea indica expetativas em alta.

Além do Check-in, as opiniões desta edição são de Sílvia Dias (diretora de Marketing da Savoy Signature), Jorge Sobrado (coordenador da Pós-Graduação em Comunicação Autárquica do ISAG), Paulo F. Cardoso (especialista em Segurança de Informação CISA), António Paquete (economista) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente no ISCE).

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Edição Digital: Publituris Portugal Travel Awards 2022 e Mundial do Qatar

A mais recente edição do Publituris faz capa com os Publituris Portugal Travel Awards 2022, que foram entregues a 18 de outubro, numa cerimónia que teve lugar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa, e que voltou a juntar o trade turístico nacional, depois de dois anos de interregno.

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A mais recente edição do Publituris, a última de outubro, faz capa com os Publituris Portugal Travel Awards 2022, que foram entregues a 18 de outubro, numa cerimónia que teve lugar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

Conheça os vencedores da última edição dos prémios, assim como a personalidade que recebeu o Prémio Belmiro Santos, entregue diretamente pela redação do Publituris, e veja ainda a fotorreportagem sobre a festa, que voltou a juntar o trade turístico nacional, depois de dois anos de interregno.

Nesta edição, não perca também um artigo sobre o Mundial de Futebol de 2022, que vai decorrer no Qatar, entre 20 de novembro e 18 de dezembro. A competição, para a qual a seleção nacional de futebol se apurou, conta já com uma vasta oferta no mercado para levar os adeptos portugueses até este país do Médio Oriente, que promete surpreender os turistas nacionais.

Destaque também para um trabalho especial dedicado ao World Travel Market London (WTM), uma das principais feiras de turismo europeias, que vai decorrer na capital britânica, entre 7 e 9 de novembro. Não perca as sete entrevistas aos sete responsáveis pelas regiões de turismo de Portugal, que regressam à feira britânica para dar a conhecer a melhor oferta turística dos seus territórios.

Na secção Distribuição, leia ainda sobre a AREA Travel, agência de viagens que abriu em fevereiro deste ano e que faz do atendimento personalizado uma bandeira, enquanto em Transportes o destaque vai para a abertura da nova rota da easyJet entre Lisboa e Marraquexe, que arranca na segunda-feira, 31 de outubro, e em relação à qual a companhia aérea indica expetativas em alta.

Além do Check-in, as opiniões desta edição são de Sílvia Dias (diretora de Marketing da Savoy Signature), Jorge Sobrado (coordenador da Pós-Graduação em Comunicação Autárquica do ISAG), Paulo F. Cardoso (especialista em Segurança de Informação CISA), António Paquete (economista) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente no ISCE).

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Viagens de residentes ao estrangeiro aumentam 592,8% mas continuam 6,5% abaixo de 2019

Segundo o INE, entre abril e junho, os residentes em Portugal realizaram 5,5 milhões de viagens, aumento de 52,2% face a igual período do ano passado e descida de 1,7% face a igual período de 2019, com destaque para as viagens ao estrangeiro, que subiram 592,8%, apesar de manterem uma descida face a igual período de 2019.

Inês de Matos

No segundo trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 5,5 milhões de viagens, o que corresponde a um aumento de 52,2% face a igual período do ano passado, mas a uma descida de 1,7% face a igual período de 2019, com destaque para as viagens ao estrangeiro, que subiram 592,8%, apesar de ainda continuarem abaixo do mesmo período de 2019.

De acordo com as estatística da procura turística dos residentes, divulgadas esta quinta-feira, 27 de outubro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), entre abril e junho, os residentes em Portugal realizaram ainda 4,7 milhões de viagens em território nacional, o que traduz um aumento de 34,9% face ao mesmo trimestre do ano passado e um descida de 0,9% face ao segundo trimestre de 2019.

Já as viagens com destino ao estrangeiro, que totalizaram 774,2 mil viagens entre abril e junho, cresceram 592,8% em comparação com o segundo trimestre de 2021, mas continuam 6,5% abaixo dos níveis de 2019.

O INE diz ainda que o “número de viagens aumentou em todos os meses do trimestre”, concretamente 102,8% em abril, 35,9% em maio e 31,1% em junho, ainda que, em comparação com o mesmo período de 2019, apenas se tenha registado um crescimento de 0,5% em maio, uma vez que, em abril e junho, se observaram reduções de 2,9% e 2,3%, respetivamente. O INE lembra, no entanto, que em abril de 2021, o país estava em estado de emergência e com “diversas restrições à mobilidade”, devido à pandemia da COVID-19.

Por motivação, as “lazer, recreio ou férias” foram as mais realizadas e representaram 47,6% do total, com o INE a indicar que originaram  2,6 milhões de viagens, o que traduz um aumento de 49,9% face ao segundo trimestre de 2021, mas uma descida de 3,7% em comparação com o mesmo período de 2019.

Já as “visitas a familiares ou amigos” corresponderam a 2,1 milhões de viagens e representaram 38,0% do total, o que evidencia um aumento de 44,4% face ao segundo trimestre de 2021, mas uma descida de 1,0% em comparação com período homólogo de 2019.

Por outro lado, as viagens “profissionais ou de negócios”, que justificaram 495,8 mil deslocações, aumentaram 118,0%, ainda que continuem a apresentar uma descida de 4,9% face ao segundo trimestre de 2019. As viagens “profissionais ou de negócios” foram, no entanto, as únicas que assistiram a um aumento da representatividade, uma vez que motivaram 9,0% do total de viagens, o que traduz um aumento de 2,7 pontos percentuais face ao mesmo trimestre de 2021. Já no segundo trimestre de 2019, estas viagens representam 9,3% do total.

A principal ferramenta utilizada para marcar as viagens foi a internet, com o INE a indicar que 26,9% das deslocações foram marcadas online, o que traduz um aumento de 12,7 pontos percentuais, tendo este meio sido opção em 71,9% das viagens para o estrangeiro e em 19,5% das viagens em território nacional, o que traduz aumentos de 18,4 e 6,6 pontos percentuais, respetivamente.

Já os “hotéis e similares” concentraram 31,7% das dormidas resultantes das viagens turísticas, o que corresponde a 6,0 milhões de dormidas, num aumento de 181,1% face a igual período de 2021 e a uma descida de 1,5% face ao segundo trimestre de 2019.

O alojamento em “hotéis e similares” também assistiu a um aumento da representatividade, que cresceu 15,2 pontos percentuais face a igual período do ano passado e a um aumento de 0,2 pontos percentuais em comparação com o mesmo período de 2019.

Já o “alojamento particular gratuito” manteve-se, segundo o INE, como a principal
opção de alojamento, representando 62,1% do total e 11,7 milhões de dormidas, o que traduz uma subida de 18,0% face ao mesmo período de 2021 e a um aumento de 5,6% em comparação com igual trimestre de 2019, ainda que se tenha registado uma diminuição do seu peso no total, que desceu 14,8 pontos percentuais em comparação com o mesmo trimestre de 2021, ainda que se tenha verificado um subida de 57,5% face ao mesmo período de 2019.

No segundo trimestre do ano, foi ainda registada uma redução da duração média de cada viagem, que passou para 3,42 noites, quando em igual período do ano passado era de 3,57 noites e de 3,44 noites no mesmo trimestre de 2019.

“A duração média mais baixa foi registada no mês de maio (2, 81 noites) enquanto a mais elevada foi registada em junho (4,07 noites)”, acrescenta o INE, no comunicado divulgado.

A concluir, o INE indica também que, neste trimestre, se registou um aumento da proporção de turistas residentes, uma vez que, entre abril e junho, 24,4% dos residentes realizaram pelo menos uma deslocação turística, o que traduz um acréscimo de 8,2 pontos percentuais face ao mesmo período do ano anterior, mas abaixo da proporção observada no segundo trimestre de 2019, que foi de 28,7%.

Já a percentagem de residentes que viajou registou acréscimos em todos os meses face aos mesmos meses de 2021, subindo 7,7 pontos percentuais, 3,3 pontos percentuais e 3,5 pontos percentuais, entre abril e junho.

“Em comparação com os mesmos meses de 2019, as variações observadas foram de -5,2 p.p., -1,4 p.p. e -0,3 p.p., respetivamente”, conclui o INE.

 

 

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Gondomar terá hotel e empreendimento de luxo no valor de 85 milhões de euros

O projeto da Horizonte Urbano Group “Porto Douro Marina & Villas” contempla a construção de um hotel de cinco estrelas, 90 villas e a ampliação da Marina de Angra do Douro.

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A Horizonte Urbano Group, empresa portuguesa de construção, reabilitação e promoção imobiliária, vai investir 85 milhões de euros na construção do empreendimento “Porto Douro Marina & Villas”. O investimento contempla ainda a compra da Nordzee Náutica, empresa que atualmente explora a Marina Angra do Douro.

Localizado no concelho de Gondomar, nas margens do Rio Douro, a área de obra inclui 213 mil metros quadrados a montante da barragem Crestuma-Lever. É neste local que se prevê a construção de um hotel de cinco estrelas com 120 quartos, salas de conferência, spa e piscinas, bem como a edificação de 90 villas, com áreas de construção entre os 250 e 500 metros quadrados, “caracterizadas por uma arquitetura contemporânea e acabamentos de luxo”, como se pode ler em comunicado.

Do plano fazem ainda parte a gestão e exploração da Marina de Angra do Douro, bem como o aumento da sua capacidade de ancoragem em 40% − de 300 para 500 embarcações −, pelo que a Horizonte Urbano acaba de formalizar a aquisição da Nordzee Náutica, empresa gestora da Marina.

A empresa prevê que as obras de urbanização estejam concluídas no primeiro semestre de 2023, apontando que a construção do hotel e das villas será desenvolvida num período de 36 meses.

A 15 minutos do Porto e com ligação direta às principais vias de comunicação de entrada e saída da cidade, a Horizonte Urbano Group considera que “o empreendimento se constitui como um grande atrativo para as famílias”.

“O projeto surge como uma excelente solução para quem quer viver fora dos grandes centros urbanos, mas dentro de um perímetro razoável, que permita aceder de forma rápida à oferta de produtos, serviços e cultura. Acreditamos que cada vez mais as pessoas procuram um tipo de vida tranquilo, em maior contacto com a natureza e rodeadas por uma bela paisagem. E a nossa oferta é, sem dúvida, uma resposta para esta nova postura de vida”, explica Nuno Esteves, CEO da Horizonte Urbano.

Para além da criação de emprego qualificado e outros benefícios para a comunidade em que se insere, esta construção trará inevitavelmente uma valorização ao local e à região e um natural aumento do turismo, dada a proximidade à cidade do Porto e à sua localização estratégica na rota da região do Douro.

Em comunicado, a empresa enumera ainda alguns exemplos de construção sustentável a que este plano obedece, como a integração do projeto com o meio ambiente; a preservação das características naturais do lugar e das espécies nativas; a utilização de materiais sustentáveis; a colocação de painéis fotovoltaicos e de vidros com proteção solar; as coberturas ajardinadas e a criação de amplas áreas verdes utilizáveis.

“Não há outra forma de estar hoje neste setor. A sustentabilidade, juntamente com a inovação, o profissionalismo e a dedicação, faz parte integrante do ADN da Horizonte Urbano e é um dos valores que mais preservamos”, refere Nuno Esteves.

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Summerwind confirmada como novo GSA da TAAG em Portugal

A Summerwind Portugal passa a ser o GSA da TAAG em território nacional, assumindo a gestão comercial e parte da gestão operativa da companhia aérea angolana em Portugal.

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A Summerwind Portugal veio esta quarta-feira, 26 de outubro, confirmar que foi nomeada pela TAAG – Linhas Aéreas de Angola como GSA da transportadora angolana em Portugal, assumindo a gestão comercial e parte da gestão operativa da companhia aérea em território nacional.

“Esta nomeação é algo que muito orgulha a atual estrutura acionista da Summerwind, bem como toda a equipa em Lisboa, que desde já expressa o seu agradecimento à TAAG por este voto de confiança”, destaca a empresa de representação de companhias aéreas em comunicado.

Na informação divulgada, a Summerwind indica que, “além de assumir a representação comercial da TAAG, “deverá igualmente assumir parte da gestão operativa da TAAG, nomeadamente ao nível do Balcão de Vendas no aeroporto e do call center para os passageiros TAAG”.

A Summerwind diz ainda que, devido à “reconhecida importância que a operação de Lisboa constitui para a TAAG”, está empenhada em “implementar e promover boas práticas” na companhia aérea, assim como em “trabalhar em articulação permanente com a Administração da TAAG para imputar uma nova dinâmica ao modelo de negócio existente, apostando no seu desenvolvimento”.

“A Summerwind quer assumir publicamente com todos, passageiros, colegas e clientes, o seu compromisso em consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal, reforçando o seu compromisso em fazer da TAAG um motivo de orgulho para todos”, conclui a empresa.

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Ryanair quer chegar aos 15 milhões de passageiros em Portugal nos próximos 5 anos e não teme a inflação

Michael O’Leary e a Ryanair voltaram a Lisboa para comemorar os 20 anos da operação da companhia no nosso país. Depois de explicar o quanto a Ryanair contribuiu para a economia e turismo nacional, ficou a promessa de mais investimento. As “alfinetadas” foram para a TAP, easyJet, ‘slots’ e falta de decisão referente ao novo aeroporto.

Victor Jorge

Michael O’Leary, presidente da Ryanair veio a Lisboa para comemorar o 20.º aniversário da operação da companhia em Portugal e veio munido de um estudo, realizado pela PwC, que dá conta da importância da Ryanair para o turismo e para a economia portuguesa.

Em conferência de imprensa, onde se fez acompanhar de Eddie Wilson, CEO da Ryanair, Michael O’Leary destacou o contributo da companhia e dos passageiros que transporta, avaliado em dois mil milhões de euros por ano, para a economia portuguesa. No estudo que apresentou por ocasião dos 20 anos da Ryanair em Portugal, o presidente da companhia referiu que a Ryanair e os passageiros contribuíram com mais de 15 mil milhões de euros, desde o primeiro voo que efetuou, em 2003, a partir de Dublin para Faro.

E se de 2003 a 2020 a companhia transportou cerca de 71 milhões de passageiros, em 2020, a Ryanair atingiu os 11,5 milhões de passageiros, fazendo dela a companhia “aérea com mais passageiros nos aeroportos do Porto e Faro”, perspetivando os responsáveis da Ryanair atingir os 15 milhões de passageiros/ano, até 2027.

O estudo da PwC fez com que Michael O’Leary destacasse a importância da companhia para Portugal ao referir que a Ryanair transportou 67 milhões de passageiros, de 2011 a 2020, o que significa 17 vezes mais do que a terceira companhia aérea no mesmo período, concluindo-se que os passageiros da Ryanair representaram 19,4% dos passageiros internacionais em Portugal em 2019 e 21% em 2020.

De resto, esta oportunidade não foi deixada passar em claro por O’Leary para afirmar que a Ryanair é a única companhia aérea na Europa que está num crescendo, transportando, segundo o mesmo, “mais passageiros do que antes da pandemia”. Segundo o presidente da Ryanair, a companhia está a operou este verão “a 115% da capacidade pré-covid”, aproveitando para dar mais uma “alfinetada” na TAP ao destacar que a companhia portuguesa “está a operar a cerca de 70% da capacidade pré-pandemia” e a easyJet “a cerca de 80%”.

O peso no PIB
Além dos passageiros transportados, Michael O’Leary destacou o peso da atividade da Ryanair no PIB da economia portuguesa, referindo o estudo da PwC que esse valor ascendeu a 244 milhões de euros, em 2019.

No geral e pelas contas apresentadas, o impacto anual total da Ryanair em termos de PIB, em 2019, incluindo empresas e turismo ascende a 2.280 milhões de euros, correspondendo a 1,1% do PIB nacional nesse ano.

Já o impacto total no PIB pela Ryanair em Portugal no período de 2003 a 2020 foi de 15,19 mil milhões de euros, dos quais 1,67 mil milhões dizem respeito ao impacto empresarial da Ryanair e 13,52 mil milhões ao impacto dos turistas que foram transportados pela companhia, deixando 6.840 milhões no setor da hotelaria e restauração, 1.750 milhões no setor das artes e lazer, mais 940 milhões no retalho.

Dos mercados internacionais, destaque natural para o Reino Unido, que só em 2019, foram mais de 2,3 milhões britânicos que voaram para Portugal, seguindo-se França com perto de 1,3 milhões e Alemanha com 1,1 mil milhões.

Já no que diz respeito ao emprego, a Ryanair, com base no estudo da PwC, faz referência à criação de mais de 80.000 empregos ETI, representando 1,7% das pessoas empregadas no nosso país. Contudo, a companhia escalpelizou esse número e frisa que os empregos ETI anuais criados pela companhia aérea durante a presença da Ryanair em Portugal ascendem a mais de 535 mil: 514 mil atribuíveis ao impacto dos turistas e mais de 23 mil ao impacto da empresa.

O passado já foi. E o futuro?
Para o futuro, Eddie Wilson, CEO da companhia, deixou claro que a intenção é “continuar a investir”. Assim, além dos 20 mil milhões de euros que a companhia pretende investir na renovação da frota, até 2026, com a incorporação de novos aviões B737 mais ecológicos, a Ryanair pretende crescer nos “Laboratórios Ryanair” em Portugal para mais de 200 postos de trabalho em TI, até 2027.

O Porto é visto com um potencial de investimento de 50 milhões de euros numa instalação de manutenção e as perspetivas apontam para o tal crescimento para 15 milhões de passageiros, até 2027, bem como a criação de mais 600 novos postos de trabalho para pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e profissionais de TI no nosso país, até 2027.

Os recados
Uma vinda de Michael O’Leary a Portugal não podia acontecer sem haver alguns recados e críticas. Depois de referida a discrepância entre a capacidade da Ryanair e as principais concorrentes – TAP e easyJet -, as primeiras críticas tiveram nestas duas companhias o primeiro alvo, quando o líder da Ryanair frisou que “continuam a faltar slots na Portela” e que “estão a bloquear esses slots e a impedir a Ryanair de criar mais postos de trabalho” no Aeroporto de Lisboa.

Relativamente à TAP, O’Leary acredita e frisou-o: “devemos ultrapassar, brevemente, a TAP, já que os números da companhia portuguesa estão a cair”. Já Eddie Wilson sugeriu que “a melhor opção para a TAP seria “um acordo com a IAG” [detentora da Iberia e British Airways].

Por isso, a solução apontada por Michael O’Leary passa, inevitavelmente, por um novo aeroporto, não escondendo a preferência por Montijo, e por mais slots que farão a Ryanair “crescer nos próximos anos.

Além disso, também a taxa de carbono deve ser “eliminada”, já que, segundo O’Leary, “são uma enorme ameaça à competitividade das economias periféricas”, salientando o mesmo que a “a inflação dos preços e as recessões têm sido, historicamente, muito boas para o crescimento da Ryanair”.

Por isso, a conclusão é simples: “As pessoas não deixaram de voar e não vão deixar de voar”. Para O’Leary poderá passar a existir uma maior preocupação e sensibilidade ao fator preço e, por isso, o que poderá acontecer é “as pessoas deixarem de voar nas companhias aéreas mais caras”. Ou seja, mais uma alfinetada à TAP.

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