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Hotelaria nacional com aumento sustentado de Janeiro a Outubro

De acordo com dados divulgados pelo INE, houve um aumento de 8,7% no número de hóspedes e de 6,4 no total das dormidas, enquanto os proveitos totais cresceram em 13,1% face ao mesmo período de 2014.

Marta Barradas
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Hotelaria nacional com aumento sustentado de Janeiro a Outubro

De acordo com dados divulgados pelo INE, houve um aumento de 8,7% no número de hóspedes e de 6,4 no total das dormidas, enquanto os proveitos totais cresceram em 13,1% face ao mesmo período de 2014.

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Reservas em baixo, falta de trabalhadores e fé no mercado interno. Assim se perspetiva o verão na hotelaria
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Mercado britânico representou 25% das dormidas de não residentes em maio
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Grupo Mercan inaugura boutique hotel de luxo no Porto em investimento de 11 milhões de euros
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Fenix Music QuartoA hotelaria nacional registou, no passado mês de Outubro, um total de 1,6 milhões de hóspedes e 4,5 milhões de dormidas, resultados que revelam um crescimento de 10,0% e 6,9%, respectivamente, face ao mesmo período do ano de 2014. Já no acumulado de Janeiro a Outubro, o aumento nestes dois indicadores foi igualmente positivo, de 8,7% no número de hóspedes e de 6,4 no total das dormidas em estabelecimentos hoteleiros em Portugal.

De acordo com os dados divulgados, esta terça-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), também nos proveitos houve um crescimento sustentado no sector hoteleiro do País durante o mês de Outubro. Os proveitos totais fixaram-se em 228,1 milhões de euros e os de aposento em 157,7 milhões de euros, correspondendo assim a crescimentos de 14,4% e 14,9%, respectivamente. Já no período de Janeiro a Outubro, os proveitos totais aumentaram 13,1% e os de aposento 14,6% face ao ano de 2014.

Os apartamentos turísticos apresentaram neste mês um aumento expressivo ao nível das dormidas, em 15,8%, sendo ainda de referir as pousadas (+9,8%), os aldeamentos turísticos (+9,3%) e os hotéis (+7,5%). Nos hotéis, todas as categorias evidenciaram aumentos acima de 6% neste mesmo indicador.

A estada média, que se fixou nas 2,75 noites, continua a apresentar uma evolução negativa, com um decréscimo de 2,8% face ao mês homólogo. Também no período de Janeiro a Outubro os resultados foram negativos , com um decréscimo de 2,1%, fixando-se nas 2,85 noites.

Já a taxa líquida de ocupação-cama foi de 47,9%, um acréscimo de 2,5 p.p., o que se traduz numa evolução que superou as dos últimos meses (Agosto e Setembro). No acumulado dos dez primeiros meses do ano, a taxa de ocupação foi de 49,1% (+2,1 p.p.).

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) no mês de Outubro foi de 37,7 euros, o que representa um aumento de 14,6%. Neste indicador, foi Lisboa que apresentou o valor mais elevado (64,7 euros), seguida pela R. A. Madeira (42,7 euros).

Mercado interno abranda no mês de Outubro

Os residentes representaram um total de 990,1 mil dormidas, aumentando em 2,3% face a Outubro do ano passado, mas desacelerando face ao mês anterior, cujo crescimento foi de 5,0%. Já no período acumulado de Janeiro a Outubro, o crescimento foi de 4,9%.

Já os mercados externos contribuíram com um total de 3,5 milhões de dormidas no mesmo mês, o que representa um aumento de 8,3% face a igual período de 2014. Este resultado superou o dos meses anteriores (+6,6% em Setembro e +4,5% em Agosto), enquanto no acumulado dos dez primeiros meses do ano as dormidas de não residentes aumentaram em 7,1%.

No que diz respeito a nacionalidades, o mercado britânico apresentou um expressivo acréscimo nas dormidas (+12,4%), crescimento que apenas foi superado no mês de Julho. Já o alemão, que cresceu em 8,3%, desacelerou ligeiramente face aos últimos meses (+9,5% em Setembro e +13,3% em Agosto). A Espanha e França apresentaram incrementos significativos, de 17,8% e 10,7%, respectivamente, enquanto o Brasil, Bélgica e Irlanda revelaram evoluções negativas, de -9,8%, -9,0% e -2,8%, respectivamente.

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Lince Santa Clara Historic Hotel & Spa recruta Diretor-Geral e Assistente de Direção

O Lince Santa Clara Historic Hotel & Spa é uma nova unidade de cinco estrelas em Vila do Conde, que tem abertura prevista para dezembro de 2022.

O Lince Santa Clara Historic Hotel & Spa, nova unidade em Vila do Conde, que tem abertura prevista para dezembro de 2022, já abriu o processo de recrutamento para as vagas de Diretor-Geral e Assistente de Direção.

Num comunicado enviado à imprensa, a nova unidade hoteleira, que fica localizada no antigo Convento de Santa Clara, indica que os interessados em apresentar a sua candidatura
às vagas de Diretor-Geral e Assistente de Direção devem candidatar-se através do site
https://www.thelincehotels.com/recrutamento-tls.

Localizado no topo de uma colina na periferia de Vila do Conde, com excelentes vistas sobre o oceano, o Rio Ave e sobre a própria cidade, o Lince Santa Clara Historic Hotel & Spa é uma unidade de cinco estrelas, que resulta da requalificação e ampliação do edifício existente e que conta com 89 quartos, incluindo nove suites, uma das quais preparada para hóspedes com mobilidade reduzida.

O hotel vai também disponibilizar biblioteca, livraria, sala de eventos, restauração, piscinas exterior e interior, SPA, além de centro interpretativo dedicado ao património histórico do edifício e adega e prova de vinhos.

“Estas valências, aliadas à riqueza histórica e arquitetónica do edifício, permitem
posicionar este produto para o Turismo de Cultura e de Experiências, criando um
produto turístico diferenciado, inovador na região e com um posicionamento distintivo”. lê-se num comunicado divulgado esta segunda-feira, 4 de julho.

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Clérigos by Night está de regresso até 16 de outubro

Até 16 de outubro, é possível subir ao cimo da Torre dos Clérigos à noite, na iniciativa Clérigos by Night, que abre as portas desta atração portuense aos turistas entre as 19h00 e as 23h00.

Até 16 de outubro, é possível subir ao cimo da Torre dos Clérigos, icónico monumento da cidade do Porto, à noite, na iniciativa Clérigos by Night, que abre as portas desta atração portuense aos turistas entre as 19h00 e as 23h00.

Durante a iniciativa Clérigos by Night, o complexo dos Clérigos vai estar recheado de eventos que arrancam logo pelas 16h00, quando os sinos tocam a rebate o Hino à Alegria da 9.ª Sinfonia de Ludwig Van Beethoven.

Mais tarde, pelas 18h00, tem início o espetáculo “Spiritus”, um evento de video mapping com 30 minutos, criado pelo atelier OCubo para a Irmandade dos Clérigos, enquanto ao lado, as visitas à Torre dos Clérigos decorrem entre as 19h00 e as 23h00.

As visitas decorrem em grupos de até 35 pessoas, têm um preço de cinco euros e são realizadas a cada 30 minutos, estando a última visita de cada noite programada para as 22h30.

“Ao fim de dois anos de grandes dificuldades para todos, sente-se de novo o pulsar do Porto, com os turistas a encherem de novo as ruas da cidade. Estamos a registar afluências ao nível de 2019, o que nos motiva a retomar na Igreja e na Torre alguns dos momentos de maior adesão do público, como é o caso dos Clérigos by Night”, explica Manuel Fernando, presidente da Irmandade dos Clérigos, considerando que esta iniciativa é também uma forma de partilhar a cidade e a cultura portuguesa com os turistas.

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Tráfego da Ryanair dispara em junho

No primeiro semestre de 2022, a Ryanair transportou já 134,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 283% face aos 35,1 milhões de passageiros que tinham sido transportados no primeiro semestre de 2021.

A Ryanair transportou 15,9 milhões de passageiros no passado mês de junho, número que representa uma subida de 203% face aos 5,3 milhões de passageiros que a companhia aérea low cost tinha transportado em igual mês do ano passado.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Ryanair indica que o bom desempenho do tráfego teve reflexos também na ocupação dos voos, que chegou aos 95% no sexto mês do ano, 23 pontos percentuais acima do registado em junho de 2021, quando este indicador se ficava pelos 72%. Em junho, a Ryanair realizou mais de 88.500 voos.

No acumulado dos seis primeiros meses do ano, a Ryanair transportou já 134,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 283% face aos 35,1 milhões de passageiros que tinham sido transportados no primeiro semestre de 2021.

Na ocupação dos voos, os primeiros seis meses do ano fica também marcado pelo bom desempenho, já que este indicador chegou aos 86%, 14 pontos percentuais acima dos72% registados até junho de 2021.

A Ryanair lembra ainda que o tráfego e a ocupação dos seus voos tem vindo sempre a crescer desde dezembro do ano passado, quando a companhia transportou 9,5 milhões de passageiros com um load factor de 81%, valores que sofreram uma quebra em janeiro, devido à Ómicron, para sete milhões de passageiros e uma ocupação de 79%.

Em fevereiro, contudo, as notícias voltaram a melhorar e a Ryanair já transportou 8,7 milhões de passageiros, com uma ocupação de 86%, enquanto em março se registou uma forte subida, com um tráfego de 11,2 milhões de passageiros e uma ocupação de 87%, ainda que a Ryanair diga que o tráfego deste mês foi “afetado pela crise causada pela invasão russa à    Ucrânia”.

Os números voltaram ainda a aumentar em abril, com 14,2 milhões de passageiros e 91% de ocupação, assim como em maio, quando a Ryanair transportou mais 15,4 milhões de passageiros e registou uma ocupação de 92%.

 

 

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MSC Bellissima regressa ao Mediterrâneo com 16 cruzeiros no verão

O MSC Bellissima vai estar posicionado no Mediterrâneo, este verão, para ir ao encontro da crescente procura por parte dos consumidores por férias com a MSC Cruzeiros.

A partir de 09 de julho, o MSC Bellissima oferecerá 16 cruzeiros de sete noites com partida e chegada a Valência e a Barcelona/ Tarragona e com escala nos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles, para visitas às cidades de Portofino, Florença e Capri.

Nos cruzeiros com embarque e desembarque em Valência, a companhia revela que está disponível um pacote completo tudo incluído com cruzeiro + voos + transferes+ bebidas + taxas portuárias, a partir de 849€ por pessoa.

Entretanto, a MSC Cruzeiros está pela primeira vez na televisão portuguesa, com uma campanha sobre este navio e estes itinerários no Mediterrâneo. ·A campanha televisiva foi para o ar dia 27 de junho e ficará durante quatro semanas.

 

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Embratur promove o Pantanal e a sua biodiversidade

Porque não só de praias se faz o turismo do Brasil, a Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo destaca o Pantanal, conhecido como um dos maiores reservatórios de biodiversidade do mundo, na sua lista de promoção em Portugal.

O Brasil oferece diversos locais onde se pode conhecer mais da fauna e flora. Seja explorar florestas ou conhecer a vida de animais selvagens, o país é o local indicado para expandir os horizontes ligados à natureza.

Assim, numa altura de crescente preocupação com o meio ambiente, a Embratur apresenta o Pantanal, um dos maiores reservatórios de biodiversidade do mundo e o principal santuário de vida selvagem do continente aos turistas portugueses.

Refira-se que o Pantanal é uma região natural que engloba a maior zona húmida tropical do mundo, assim como os maiores campos inundados. Está localizada principalmente no estado brasileiro de Mato Grosso do Sul, mas estende-se ao Mato Grosso e algumas zonas da Bolívia e do Paraguai. Espalha-se por uma área estimada entre 140 mil e 195 mil quilómetros quadrados. Existem vários ecossistemas sub-regionais no Pantanal, cada um com caraterísticas hidrológicas, geológicas e ecológicas distintas.

O Complexo de Áreas Protegidas do Pantanal foi registado pela UNESCO como Património Natural Mundial e Reserva da Biosfera em 2000, compreendendo o Parque Nacional Mato-Grossense do Pantanal e as Reservas Particulares de Proteção Natural Acurizal, Penha e Dorochê.

Segundo o “convite” da Embratur, os  turistas portugueses podem ficar a conhecer não só um local único de biodiversidade mas também experienciar a maior concentração de vida selvagem do continente americano. O final do outono brasileiro, que se vive no mês de junho, é a altura ideal para visitar o Pantanal e garante emoções fortes, uma vez que a seca faz com que os animais se desloquem para a beira dos rios para beber água, tornando mais fácil ver jaguares, crocodilos e muito mais de perto. Outro ponto positivo de ir ao Pantanal nesta época do ano é o facto de ser mais fácil circular nas zonas, uma vez que as estradas de terra não estão tão inundadas como é habitual.

Uma das atividades mais populares no Pantanal é o spotting noturno, que pode ser feito de carro ou barco. Como muitos animais têm hábitos noturnos, este é um período ideal para encontrar jacarés, lobos e os famosos jaguares pintados, um dos símbolos do Brasil.

Os destinos oferecem experiências únicas em alojamentos em ecolodges que promovem uma maior imersão na natureza. Há muitas atividades em que os visitantes podem participar, tais como conhecer comunidades indígenas, permanecer nas quintas de conservação, e provar a cozinha local.

 

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Viagens de avião deverão atingir 65% dos níveis de 2019 no 3.º trimestre de 2022

Os destinos de praia estão entre os mais escolhidos pelos viajantes para o terceiro trimestre de 2022, ao contrário das cidades, segundo avança a ForwardKeys. Funchal e Lisboa aparecem no estudo feito para o WTM, embora a cidade da Madeira apareça com resultados mais positivas que a capital de Portugal.

Um relatório realizado pela ForwardKeys para o World Travel Market (WTM) sobre as perspectivas de viagens de avião para o verão, revela que no terceiro trimestre do ano – julho, agosto e setembro -, as viagens aéreas globais devem atingir 65% do nível registado antes da pandemia em 2019. No entanto, esta recuperação é “irregular”, com algumas partes do mundo a sair muito melhor do que outras e alguns tipos de viagens, principalmente férias na praia, sendo muito mais populares do que as visitas urbanas e passeios turísticos.

A região do mundo para a qual a ForwardKeys aponta uma recuperação mais forte é a África e o Oriente Médio, apontando a consultora que as chegadas no terceiro trimestre devem atingir 83% dos níveis de 2019. Seguem-se as Américas, onde se espera que as chegadas de verão cheguem a 76%, e depois a Europa com 71%, e, finalmente, a Ásia-Pacífico com apenas 35%.

Destinos de praia lideram no verão de 2022
A preferência atual por férias na praia é bem ilustrada por uma comparação dos dez principais destinos de praia e urbanos da Europa, classificados pelas reservas de voos do terceiro trimestre de 2022 em relação a 2019, embora no computo geral, os números indiquem uma descida de 3% entre o terceiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2019.

Em termos de destinos de praia os dados indicam uma liderança de Antalya (Turquia), com uma evolução de 81% face ao mesmo período de 2019, à frente de Tirana (Albânia), com +36%, e Mykonos (Grécia) +29%.

O Funchal aparece neste Top 10, com um crescimento na procura de 11% face ao mesmo trimestre de 2019.

No que toca aos destinos urbanos, a descida é maior do que nos destinos de praia, com uma quebra de 25% face ao terceiro trimestre de 2019, com a única cidade com variação positiva a pertencer a Nápoles, com um aumento de 5%. Istambul (Turquia) mantém igual ao período pré-pandémico analisado, ficando à frente de Atenas (-5%) e Lisboa -8%), embora a ForwardKeys reconheça que estas cidades funcionem como “portas de entrada para resorts de praia”.

Uma tendência semelhante é exibida nas Américas, onde as reservas de viagens aéreas para o Caribe, América Central e México, no terceiro trimestre de 2022, estão 5% acima dos níveis de 2019, enquanto as reservas de voos para a América do Sul e para os EUA e Canadá ficam, respetivamente, 25% e 31% atrás do que eram em 2019. Os destinos com melhor desempenho são Costa Rica (+24%) à frente da Jamaica (+17%) e República Dominicana (+13%).

Custos não impedem vontade de viajar
“O entusiasmo para viajar novamente a nível internacional é tão forte que um aumento nas tarifas aéreas teve relativamente pouco impacto na procura”, frisa a ForwardKeys na análise. Por exemplo, a tarifa média dos EUA para a Europa aumentou mais de 35% entre janeiro e maio, sem nenhuma desaceleração percetível nas taxas de reserva. E essas tarifas ficaram quase 60% acima do ano anterior. As tarifas para viagens curtas e intra-regionais (ou seja, dentro das Américas) também aumentaram substancialmente (+47%), o que é menos do que para as viagens longas.

Já as perspectivas relativamente às viagens de verão para África e Médio Oriente devem-se, segundo à ForwardKeys a uma combinação de fatores. “Vários aeroportos do Médio Oriente atuam como ‘hubs’ para viagens entre a Ásia-Pacífico e a Europa, o que levou o Médio Oriente a beneficiar da recuperação das viagens intercontinentais, principalmente impulsionadas por pessoas que retornam aos países asiáticos para visitar amigos e parentes”.

O encerramento do espaço aéreo russo também contribuiu para o aumento do tráfego nos ‘hubs’, verificando-se, por exemplo, um aumento de 23% no Cairo que aumentou a conectividade com os mercados europeus. Também a Nigéria (+14%), Gana (+8%) e Costa do Marfim (+1%) beneficiam de grandes diásporas na Europa e nos EUA que estão a ver os expatriados a regressarem aos países para visitarem amigos e familiares.

A ForwardKeys destaca ainda Cabo Verde como destino que está a atrair com sucesso visitantes de longa distância da Europa.

Olivier Ponti, vice-presidente de Insights da ForwardKeys, conclui que “com as restrições às viagens a serem levantadas em 2022, a conectividade restabelecida e a confiança do consumidor recuperada, a procura por viagens internacionais está a aumentar mais uma vez, marcando um afastamento da tendência de viagens domésticas que dominou em anos recentes”.

Por isso, diz que, “no terceiro trimestre deste ano, os turistas estão relativamente mais interessados em deixar a pandemia para trás com uma pausa relaxante na praia do que consumir cultura, cidades e passeios”.

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Certificado digital e teste negativo deixam de ser obrigatórios nos voos para Portugal

As companhias aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental, à apresentação de comprovativo de realização de teste, Certificado Digital COVID UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

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Os passageiros de voos com destino ou escala em Portugal deixam de ter de apresentar o certificado digital ou teste negativo à COVID, informou hoje a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Em comunicado, a ANAC refere que, na sequência da entrada em vigor do despacho conjunto n.º 8022-D/2022, de 30 de junho, “as transportadoras aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental”, a apresentação de comprovativo de realização de teste para despiste da infeção por Sars-CoV-2 com resultado negativo, de certificado digital covid UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

“Com a entrada em vigor deste novo regime as transportadoras áreas e os passageiros deixam de estar sujeitos às medidas restritivas, aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, no âmbito do combate à pandemia provocada pelo vírus Sars-CoV-2, que duraram até 30 de junho de 2022”, refere.

O despacho n.º 8022-D/2022, publicado na quinta-feira, 30 de junho, em Diário da República, revoga o despacho n.º 4829-A/2022, de 22 de abril, que determinava “as medidas aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, aeroportos, fronteiras marítimas e fluviais e define os termos e requisitos do respetivo sistema de verificação, bem como a supervisão do seu funcionamento”.

Segundo se lê no diploma que entrou em vigor, “a situação epidemiológica vivida em Portugal na sequência da pandemia da doença COVID-19 tem-se mantido relativamente estável, resultado da elevada cobertura vacinal, da emergência de novos fármacos para a doença grave e de um maior conhecimento sobre a infeção”.

Adicionalmente, “também no contexto internacional, nomeadamente no quadro da União Europeia, a evolução da situação epidemiológica deixou de justificar a adoção de medidas excecionais em matéria de tráfego aéreo, aeroportos e fronteiras marítimas e fluviais”.

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, tinha anunciado na conferência de imprensa realizada após o último Conselho de Ministros, que o período de isolamento por COVID-19 iria passar de sete para cinco dias e que deixaria de ser exigido o certificado digital para entrar no país.

“Fora estas duas alterações, a passagem de sete para cinco dias e deixar de ser exigido certificado em viagens, as regras permanecem as mesmas, com a indicação de uso de máscara nos transportes públicos e com a recomendação de utilização de máscara quando estamos em contacto com pessoas mais vulneráveis, quando temos sintomas ou quando sabemos que tivemos um contacto de maior risco”, precisou.

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High-touch e alta tecnologia: Como as marcas de hospitalidade podem ter ambos

Numa altura em que as viagens são mais recorrentes, a Adyen dá vários conselhos para que a indústria hoteleira consiga responder às expectivas dos hóspedes, mantendo abordagem única do high-touch

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Após anos de viagens limitadas, os hotéis e as marcas de hospitalidade estão mais do que prontos para receber os hóspedes de volta. E, por sua vez, os hóspedes estão mais do que prontos para regressar: 64% sentem tanta falta de viajar e estão dispostos a desistir das redes sociais durante um mês inteiro para irem de férias em segurança.

A palavra-chave é “em segurança”. Os hóspedes têm expectativas elevadas de como deveria ser a sua estadia num mundo a recuperar da COVID – desde pagamentos contactless, a reservas móveis e quiosques de pagamento.

Mas, será que a alta tecnologia e o high-touch podem trabalhar em conjunto para proporcionar uma experiência verdadeiramente cinco estrelas num cenário de luxo? Mark Rademaker, Global Head of Hospitality da Adyen, e Marco Trecroce, SVP & CIO do grupo Four Seasons, acreditam que sim. Quando bem feito, os hóteis de luxo podem responder à evolução das expectativas dos hóspedes, mantendo a sua abordagem única de high-touch. Eis como:

À medida que o mundo volta a abrir, a aceleração digital é fundamental

Entre restrições de viagem e preocupações de saúde pública, a maioria das pessoas permaneceu perto de casa nos últimos anos. O resultado foi um declínio anual sem precedentes no total das despesas de viagem. Compreensivelmente, muitos hotéis tiveram de despedir colaboradores para poupar nos custos.

Agora que o mundo está a voltar a abrir, vemos um aumento de viagens, o que representa uma oprtunidade enorme para o setor. No entanto, também se pode revelar um desafio já que as marcas têm de estar prontas para a carga que isso irá colocar nos seus sitemas, pessoas, tecnologia e instalações.

Com a COVID existem múltiplas conversas sobre como ir mais depressa, acelerar mais rápido, como aproveitar a oportunidade para ajudar os nossos hotéis a prepararem-se,” refere Marco Trecroce. “Porque os nossos hóspedes querem mais interações digitais, mais experiências contactless, diferentes tipos de experiências, e isso está agora a tornar-se o impulso para o nosso pensamento de como avançarmos. É muito desafiante quando os nossos hotéis estão fechados. Mas é um investimento que precisamos de fazer em paralelo, por isso é muito estratégico.

As melhores viagens oferecem diferentes opções no mesmo hotel 

Não há duas viagens iguais, especialmente quando se trata de uma experiência de luxo. Alguns hóspedes preferem fazer uma reserva por telefone, outros querem reservar através de uma aplicação móvel. Ser intencional com as suas decisões tecnológicas, independentemente da mistura de canais que um hóspede utilize, é a forma como as marcas de hospitalidade podem integrar a tecnologia sem sacrificar a experiência high-touch.

O nosso chat é o melhor exemplo,” afima Marco Trecroce. “Começou com uma aplicação móvel, que agora se converteu em camadas de mensagens. A nossa funcionalidade de chat está traduzida em mais de 100 línguas e permite aos nossos convidados comunicar connosco de uma forma sem contacto e na sua língua local. É uma das formas de disponibilizar alta tecnologia e high-touch. A tecnologia desempenha um papel crucial: complementar a experiência do hóspede,” adianta.

Quanto às tendências que a Adyen tem observado enquanto parceiro de pagamentos para marcas globais de hospitalidade, Mark Rademaker explica: “Temos presenciado uma mudança tão dramática na forma como os hotéis têm começado a ver as suas viagens de hóspedes. Se recuarmos até um pouco antes da pandemia, oferecer viagens diferentes no mesmo hotel não era algo que tivéssemos nas nossas conversas. Agora, é tão importante. Estamos realmente a ver que experiências com pouco contacto, como o check-in móvel, não se traduzem necessariamente em pouco luxo.

Os pagamentos estão agora integrados em todas as partes do negócio

Quando se trata de novas formas de pagamento, as marcas de hospitalidade tendem a preferir jogar pelo seguro antes de adotarem métodos de pagamento novos ou alternativos. A pandemia tem desafiado essa mentalidade ao tornar coisas como pagamentos contactless centrais para fazer negócios em segurança.

Mas, entregar isso aos hóspedes no back-end significa montar uma pilha de tecnologia de pagamentos que possa apoiar essas experiências sem descontinuidades no front-end. “O dilema neste momento é como apresentar métodos de pagamento a um hóspede que está do outro lado do mundo, que vai para um destino exótico nas suas férias, e que quer pagar com o seu método de pagamento preferido no local“, comenta Mark Rademaker.

Historicamente“, continua, “as limitações existiam porque os pagamentos no mundo hoteleiro têm sido bifurcados entre o mundo do comércio eletrónico e o ponto de venda. Quando isso começa a misturar-se, traz à tona estas novas oportunidades, onde se pode proporcionar a mesma experiência a esse hóspede durante todo o ciclo da sua estadia, desde o processo de reserva até à chegada ao local.

Ao investir em tecnologia é necessário deixar os convidados liderar o caminho

No final do dia, os hotéis estão no negócio de fazer as coisas certas para os seus hóspedes. A partir daí, e usando isso como bússola para ajudar a tomar as melhores decisões para o seu negócio, os seus hóspedes irão percorrer um longo caminho para proporcionar uma experiência de cinco estrelas.

Em última análise, este negócio foca-se na condução da tecnologia disponível na sua unidade hoteleira, os seus pagamentos, por exemplo, para ajudar a que o hóspede tenha a melhor experiência possível”, afirma Mark Rademaker. “Os hotéis vivem muito no aqui e agora, naquilo que querem alcançar hoje. No entanto, o como chegar ao próximo passo, à prova futura, é igualmente importante.”

 

 

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Publicada revogação do despacho sobre futuro aeroporto de Lisboa

Tal como tinha sido indicado pelo primeiro-ministro, António Costa, foi publicada revogação do despacho sobre futuro aeroporto de Lisboa, indicando que “a solução deve ser negociada e consensualizada com a oposição”.

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A revogação do despacho de quarta-feira, 29 de junho, determinada pelo primeiro-ministro, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa foi publicada em Diário da República em novo despacho.

O despacho, assinado pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, publicado em suplemento com a data de quinta-feira, 30 de junho, justifica a revogação imediata, referindo que “a solução deve ser negociada e consensualizada com a oposição, conforme indicação do senhor primeiro-ministro”.

Indica também que o teor do despacho revogado “é uma matéria de prioridade política e estratégica da maior importância e impõe uma tomada de decisão célere”

Recorde-se que o despacho de quarta-feira determinava a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro, António Costa, determinou a revogação do despacho, e reafirmou que queria uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

O despacho “polémico” publicado na quarta-feira, assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, determinava o “estudo da solução que visa a construção do aeroporto do Montijo, enquanto infraestrutura de transição, e do novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete, nas suas várias áreas técnicas.”

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NH Hotel Group conta abrir 2.500 novos quartos até 2025 e inclui Portugal

O NH Hotel Group planeia abrir cerca de 2.500 novos quartos entre 2022 e 2025 em vários países, incluindo Portugal. Já assinou contratos para 16 hotéis com quatro de suas marcas, sendo que 45% estão sob o modelo de gestão.

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A notícia avançada pelo jornal espanhol Hosteltur, cita Ramón Aragonés, CEO da cadeia hoteleira que sustenta que existe uma “grande oportunidade” no segmento de luxo através da marca Anantara e no segmento de férias com a Tivoli.

Durante a Assembleia Geral de Acionistas, Aragonés explicou que há 16 hotéis assinados, e outros em negociação, para abrir nos próximos três anos. O foco está no segmento superior, com contratos de gestão ou participações, e o que se procura é o fortalecimento em mercados-chave.

Cerca de 12% dos novos quartos que vão abrir nos próximos três anos serão divididos entre Portugal, Espanha e França, enquanto 38% estão na América Latina, 30% na Europa Central, e 20% em Itália.

O NH Collection concentra 37% dos futuros quartos, 31% corresponde ao Nhow, 26% ao NH Hotels e 6% à marca de luxo Anantara, segundo aquele jornal.

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