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BTL 2015 espera ultrapassar 70 mil visitantes

Este ano, o certame não conta com nenhum destino internacional convidado.

Marta Barradas
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BTL 2015 espera ultrapassar 70 mil visitantes

Este ano, o certame não conta com nenhum destino internacional convidado.

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Vítor Neto, presidente da Comissão organizadora da BTL, afirmou esta terça-feira que a 27ª edição da BTL, que decorre entre 25 de Fevereiro e 1 de Março, espera ultrapassar os 70 mil visitantes, depois de ter acolhido mais de 68 mil na edição passada, com um crescimento de 5% em relação a 2013.

O responsável, que falava no âmbito de um encontro no restaurante Zambeze, em Lisboa, com a presença de Adolfo Mesquita Nunes, secretário de Estado de Turismo, referiu que com uma área superior a 30 mil metros quadrados, “vamos ter cerca de mil expositores de empresas e entidades nacionais e internacionais, o Alentejo como destino nacional e teremos 12 novos destinos”, dos quais: China, Croácia, Extremadura, Guiné-Bissau, Tailândia, Peru, Colômbia, Paraguai, Irão, Roménia, e os estados brasileiros de Pernambuco e Santa Catarina.

No encontro, Fátima Vila-Maior, directora da BTL, afirmou que a edição deste ano da feira internacional de turismo não conta com nenhum destino internacional convidado. A responsável revela que, depois de um ano tão positivo para o sector no País, “o destino nacional e internacional será o Alentejo. Uma vez que o destino já está tão reconhecido internacionalmente, este ano achámos que fazia sentido que fosse Portugal.”

No programa de ‘hosted buyers’, o certame espera acolher mais de 2500 profissionais estrangeiros e alcançar três mil reuniões, onde além dos parceiros TAP, Turismo de Portugal e Entidades Regionais, juntam-se ao programa a APAVT, com representação de operadores (Citur, Oásis Travel, AIM Group International e TA DMC) e hotéis de Lisboa (Dom Pedro Palace, SANA, Sheraton, Turim, Mundial, Altis e Porto Bay).

Ainda neste âmbito, a BTL irá melhorar a forma de agendamento de reuniões dos ‘hosted buyers’, através de uma plataforma de agendamento, desenvolvida pela KEYforTravel, de forma a garantir uma maior organização nos encontros com os profissionais. [Ler mais aqui]

A responsável referiu ainda que o programa de ‘hosted buyers’ será reforçado: “Definimos uma estratégia, em que os ‘hosted buyers’ têm a opção de fazer um ’tour’” numa região do País e, ao mesmo tempo, participar na BTL.

Tendo já anunciado a aposta da BTL nos segmentos de MICE, turismo religioso e Enoturismo no programa de ‘hosted buyers’ (ler aqui), Fátima Vila-Maior acrescentou que um grupo vindo da Malásia e das Filipinas irá participar num ’tour’ em Fátima, seguindo-se depois para a feira.

Para a edição de 2015, com um investimento total de um milhão de euros em promoção, a BTL espera ainda tornar-se no ‘Hub’ para a Lusofonia, através do programa de compradores internacionais. Com uma área dedicada em exclusivo ao Brasil, o objectivo passa por alargar este espaço futuramente a Cabo Verde, Moçambique e Angola.

Vítor Neto, referindo-se ainda ao bom desempenho do sector do turismo no ano de 2014, diz que “a BTL também se sente um pouco parte deste sucesso, pelo trabalho que temos feito ao longo dos anos.” O responsável apontou para o período entre 2009 e 2012 como anos difíceis para o turismo, “anos em que empresas e sectores desfaleceram perante as dificuldades e que a BTL fez um esforço para se manter viva. Flexibilizamos a nossa intervenção, facilitámos a participação de empresas e várias regiões e, hoje, também nos sentimos orgulhosos destes resultados no turismo”. Como tal, garante, a aposta para este ano “é termos instrumentos para a consolidação destes resultados e para darmos mais força para continuarmos a crescer.”

Adolfo Mesquita Nunes concluiu a apresentação da BTL afirmando esperar que esta edição corra tão bem como a do ano passado, uma vez que será a última durante o seu mandato.

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Transportes

MSC Cruzeiros anuncia “maiores números de portugueses embarcados” nos itinerários Lisboa-Lisboa

O MSC Virtuosa está a realizar, em setembro, outubro e novembro, cruzeiros de nove noites, com partida e chegada a Lisboa, e escalas em Barcelona, Marselha, Génova, Málaga e Casablanca.

A MSC Cruzeiros faz um balanço positivo dos itinerários Lisboa-Lisboa que o MSC Virtuosa está a realizar e nos quais a companhia tem registado os “maiores números de portugueses embarcados”, face à partidas dos três anos anteriores à COVID-19, revelou esta sexta-feira, 15 de outubro, Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal.

“A maior parte dos passageiros que embarcaram em Lisboa eram portugueses. Hoje, embarcaram cerca de 820 passageiros, basicamente 20 são estrangeiros, os outros 800 são portugueses. A média tem sido, nos outros cruzeiros, entre 900 e 950 passageiros e mais de 95% são portugueses”, indicou o responsável, durante uma visita ao MSC Virtuosa.

De acordo com Eduardo Cabrita, “estes são os maiores números de portugueses embarcados” nos cruzeiros da companhia nesta época do ano, o que, reconheceu o responsável, foi um surpresa também para a MSC Cruzeiros.

“Estes são os maiores números de portugueses embarcados, em comparação com os nossos cruzeiros da mesma altura no ano anterior, estou a falar de 2019, 2018 e 2017. Ao mesmo tempo, é uma surpresa mesmo para nós”, indicou Eduardo Cabrita, explicando que, pela pandemia e por este não ser o típico período de férias dos portugueses, a companhia tinha expetativas mais baixas e acabou por ter uma “agradável surpresa”.

Para o diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal, a forte procura sentida nestes cruzeiros – que o MSC Virtuosa realiza em setembro, outubro e novembro – mostra que “o setor dos cruzeiros em Portugal , especialmente os cruzeiros de porta-a-porta, ou seja, os Lisboa/Lisboa, podem ter muito pano para dar nos próximos anos, especialmente no próximo ano”.

Eduardo Cabrita revelou ainda que a MSC Cruzeiros também tem tido portugueses a viajar nos restantes cruzeiros da companhia no Mediterrâneo Ocidental e Oriental confessou que os números, no entanto, ainda não chegam aos que registavam os cruzeiros desde Barcelona ou Veneza anteriores à pandemia, apesar deste ano ter trazido boas indicações, que já permitem pensar num 2022 com alguma normalidade.

“Este ano de 2021 foi um recomeço de tudo e estamos a chegar ao final do ano de 2021 em que já estamos muito alicerçados para que 2022 seja, não digo o business as usual, mas bastante lá mais perto”, acrescentou.

Recorde-se que o MSC Virtuosa, que foi inaugurado em março deste ano, está a fazer cruzeiros de nove noites pelo Mediterrâneo, num itinerário que, além de Lisboa, tem também escala em Barcelona, Marselha, Génova, Málaga e Casablanca.

 

 

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Paula Canada (TAP): “O ‘hub’ é fundamental para a sobrevivência da TAP”

Paula Canada, diretora de Marketing e Vendas da TAP Air Portugal, uma das convidadas do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet, admite que “o turismo vai retomar primeiro que o ‘corporate'”.

Em antecipação ao webinar do próximo dia 20 de outubro, organizado pela Airmet, que colocará diversos profissionais, de ambos os lados do Atlântico, a debater os desafios pós-COVID, o Publituris falou com Paula Canada, diretora de Marketing e Vendas da TAP Air Portugal.

Que TAP teremos nós e o mercado no futuro, sabendo-se das dificuldades que a companhia atravessa? Continuar a ter este hub que liga a Europa à América do Sul e do Norte é fundamental? Como é que uma companhia que se vê confrontada com cortes pode ter um discurso de expansão, crescimento, evolução?
O problema da TAP é um problema comum à maioria das companhias aéreas apanhadas por uma pandemia que teve efeitos devastadores na indústria da aviação. Com as fronteiras fechadas e com medo de viajar instalado nos clientes, a movimentação de pessoas deixou de existir, quer em turismo quer em negócios, o que deixou a indústria sem clientes.

Sem nunca descurar o mercado português e a ligação de Portugal à imensa comunidade lusófona, o hub é fundamental para a sobrevivência da TAP, ajudando a alimentar as suas rotas com o transporte de clientes da Europa para o continente americano e para Africa e vice-versa.

O discurso da TAP neste momento é essencialmente de consolidação nos mercados em que opera não deixando, no entanto, de aproveitar algumas oportunidades que surjam e que se justifiquem.

Como a empresa está neste momento de retoma das viagens em termos de posicionamento de mercado, produtos e operações?
A TAP acompanha diariamente a evolução da procura, recebendo insights de diversas fontes, e com base nisso vai ajustando a operação em termos de rotas, frequências, preços e promoções.

Há sinais positivos em alguns mercados, a abertura do Brasil e agora dos EUA foi fundamental para a retoma e para permitir encarar o próximo inverno com uma pequena dose de otimismo, estando previsto operar para os próximos meses 80% do que se operou em 2019. O segmento VFR foi o segmento que mais se destacou durante a pandemia, começando agora a ver sinais de recuperação no segmento leisure e no corporate, especialmente as pequenas e médias empresas. É prioridade da TAP nesta fase acompanhar esta evolução e ajustar as condições operacionais e comerciais a este novo contexto.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
O turismo vai retomar primeiro que o corporate, destacando-se a procura por destinos mais de natureza, sem grandes multidões e a oferta de pacotes com seguros de saúde vão ser uma vantagem competitiva. Destinos de maior proximidade, com uma boa oferta no ramo da saúde vão, nestes próximos tempos, ser os mais procurados.

O maior ensinamento que se retira, é a necessidade de as organizações terem estruturas ágeis e flexíveis para poderem reagir e se ajustar rapidamente aos novos contextos.

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Distribuição

Luís Henriques (Airmet): “Teremos de continuar a valorizar os serviços que prestamos”

A comemorar o 15.º aniversário, a Airmet irá realizar um webinar luso-brasileiro, com o objetivo de debater os desafios pós-COVID para a distribuição e aviação. O Publituris entrevistou os convidados dos painéis.

Em antecipação ao webinar que a Airmet irá realizar no próximo dia 20 de outubro, para comemorar o seu 15.º aniversário, o Publituris, media partner do evento, juntamento com o brasileiro Panrotas, irá publicar algumas entrevistas feitas aos convidados deste evento digital.

O primeiro entrevistado é, precisamente, Luís Henriques, diretor-geral da Airmet Brasil e Portugal.

Possuindo operação dos dois lados do Atlântico, que mudanças antevê para operadores e agências de viagens para o futuro próximo? Existe, efetivamente, uma alteração do paradigma operacional e do negócio? Que diferenças antevê na atuação nos dois mercados e que tipo de respostas terão de passar a dar em função da alteração do cliente?
Não creio que haja uma mudança de paradigma, mas há com certeza uma grande necessidade de evolução na forma de comunicar com os nossos clientes. Em ambos os mercados verifica-se uma cada vez maior exigência por parte dos clientes. Será fundamental que as agências se adaptem a estas novas exigências uma vez que a facilidade de acesso à informação que o cliente tem hoje é consideravelmente superior. Sabemos que em muitos setores a intermediação está claramente posta em causa e teremos de continuar a valorizar os serviços que prestamos para que a confiança dos nossos clientes nas agências seja reforçada. Consideramos também importante a especialização e diferenciação das agências.

Este tema, abordado e comentado há anos sem ser concretizado, será fundamental para o crescimento do negócio das agências. O cliente está cada vez mais exigente e nós teremos de ser cada vez mais informados e focados no “acrescentar valor” ao cliente.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
Acreditamos que as principais alterações serão ao nível das necessidades dos clientes. Vamos ter uma grande evolução em programas alternativos, uma maior preocupação com o ambiente e sustentabilidade e a necessidade de os atores terem cada vez mais criatividade, pois os clientes pretendem “algo único” com as suas viagens, pretendem sentir que é algo preparado para eles de forma única e exclusiva.

A pandemia trouxe igualmente uma maior preocupação com a saúde e a segurança em viagem, algo que as agências dão importância há muitos anos e que, antes do COVID, não era totalmente valorizado. Será importante passar essa mensagem e acreditamos que neste ponto estamos claramente bem posicionados para que consigamos inverter a tendência da desintermediação do sector.

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Análise

‘Adaptar Turismo’ com dotação de 5 milhões de euros para apoios a fundo perdido até 20 mil euros

Criado pelo Governo para “apoiar as empresas do turismo no esforço de adaptação e de investimento nos seus estabelecimentos”, o ‘Adaptar Turismo’ recebe agora uma dotação de cinco milhões de euros.

O programa Adaptar Turismo, destinado a micro, pequenas e médias empresas do setor afetadas pela pandemia, conta com uma dotação de cinco milhões de euros para apoios a fundo perdido até 20 mil euros.

De acordo com o despacho publicado em Diário da República, assinado pela secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, o instrumento de apoio é financiado pelo Turismo de Portugal “com recurso às suas receitas próprias anuais, e tem uma dotação orçamental de cinco milhões de euros”.

O Adaptar Turismo foi criado pelo Governo para “apoiar as empresas do turismo no esforço de adaptação e de investimento nos seus estabelecimentos, permitindo ajustar os métodos de organização no trabalho e de relacionamento com clientes e fornecedores ao contexto pós-COVID-19”.

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Destinos

Europeus impulsionarão a recuperação do turismo na região do Golfo

A Europa está entre os países emissores que mais deverão contribuir para a recuperação do turismo no Golfo, muito devido à “ajuda” dos britânicos.

Os viajantes europeus devem tornar-se um mercado importante para a região do Golfo, especialmente os países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), o que ajudará na recuperação da indústria turística pós-pandemia.

Os países do GCC incluem Emirados Árabes Unidos (EAU), Arábia Saudita, Catar, Omã, Kuwait e Bahrein e todos oferecem uma boa variedade de opções de voos e um produto turístico variado, que agrada aos viajantes europeus, revela a GlobalData.

O último relatório da empresa, ‘Gulf Cooperation Council (GCC) Tourism Destination Market Insight’, revela que, em 2019, as chegadas pré-pandêmicas da Europa para os países do GCC alcançaram 11,8 milhões de turistas. Em 2020, as chegadas caíram para 3,9 milhões devido à pandemia, uma redução de 67% numa comparação anual. No entanto, os indicadore mostram que as chegadas pós-pandemia devem recuperar para 13,3 milhões de turistas até 2024, uma taxa composta de crescimento anual (CAGR ) de 17,5%.

 

Gus Gardner, analista associado de Viagens e Turismo da GlobalData, salienta que “os viajantes europeus que chegam aos países do GCC nos próximos três anos serão o principal impulsionador da recuperação do turismo da região “. O analista admite mesmo que um dos países de maior importância será o Reino Unido, já que as últimas previsões da GlobalData mostram que as chegadas do Reino Unido aos países do GCC chegarão a 3 milhões em 2024, numa evolução anual de 21,7%. ‘

“Os viajantes britânicos sempre foram atraídos pelos países do GCC”, admite a GlobalData, “pois oferecem uma proposta turística diversificada para o sol de verão e inverno, com praias deslumbrantes, cidades extensas e atividades de aventura”. Além disso, a “opulência e o status de Dubai com hotéis de luxo e a experiência suntuosa que tem a oferecer também são populares entre os viajantes do Reino Unido”.

Gardner conclui ainda que os países do GCC “têm muito para atrair os europeus, com uma mistura de atividades, desde as tradicionais férias na praia até a experiência cultural proporcionada pelas tradições e história da região. Isso o ajudará a recuperar sua popularidade mais rápido do que aqueles destinos que oferecem apenas uma experiência de pausa na cidade”.

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Destinos

Melhores filmes de turismo do mundo estarão no ART&TUR em Aveiro

Aveiro será, durante quatro dias, a capital dos filmes de turismo no panorama nacional e internacional.

O ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo, vai decorrer entre 26 e 29 de outubro, no Centro de Congressos de Aveiro. Trata-se da 14.ª edição de um certame consolidado no panorama nacional e internacional de festivais de cinema de turismo que atrai à competição os melhores filmes promocionais e documentários sobre turismo, nacionais e internacionais.

As últimas três edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras e Viseu, a que se segue agora Aveiro.

Durante os quatro dias do Festival, serão exibidos os filmes que compõem a short list da competição, selecionados pelo júri internacional entre todos os candidatos. No total, serão exibidos 74 filmes, integrados em 17 sessões temáticas. As sessões temáticas serão antecedidas de mesas-redondas, em que peritos convidados e autores de filmes selecionados refletirão sobre o relançamento do turismo na era pós-COVID 19. Paralelamente, decorrerão outras iniciativas inseridas no Festival.

Francisco Dias, diretor do Festival, salienta que o ART&TUR “não é um festival qualquer de cinema”, destacando a “componente muito importante de business to business e uma dimensão internacional de relevo”. Por outro lado, refere, “o ART&TUR tem contribuído para a melhoria da qualidade dos filmes promocionais de turismo feitos em Portugal, uma vez que as autarquias e outras entidades perceberam as vantagens de terem bons filmes promocionais a concurso”.

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, frisa que a aposta desta entidade no Festival e, paralelamente, na criação da Centro Portugal Film Commission, se deve ao facto de os filmes de turismo serem “um excelente veículo de promoção da região Centro de Portugal”. “Com esta aposta queremos dizer que o audiovisual é uma área de crescimento estratégico para o Centro de Portugal, que tem alcançado resultados inequívocos, os quais contribuem para que a marca e o destino Centro de Portugal registe taxas muito altas de crescimento”.

O programa completo do evento pode ser consultado em https://tourfilm-festival.com/programa.

 

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Italia Trasporti Aereo compra Alitalia e já voa

Ao fim de 75 anos, a Alitalia acabou, tornando-se na Italia Trasporti Aereo compra.

A nova companhia aérea de bandeira Italia Trasporti Aereo (ITA) adquiriu a Alitalia, por um valor de 90 milhões de euros, numa altura em que mantém negociações com os sindicatos da companhia histórica italiana.

No final do processo de licitação pública, na noite de quinta-feira, 14 de outubro, a companhia Alitalia passou para as mãos da ITA – a nova companhia aérea totalmente estatal italiana – criada após o encerramento da linha de aviação que fez durante a noite o último voo, ao fim de 74 anos de história.

Em 2020, após negociações com a União Europeia, foi autorizada a criação da ITA com o compromisso de Roma de não injetar mais de 1.350 milhões de euros de capital até 2023, sendo que 700 milhões vão ser aplicados até ao final de 2021.

A nova companhia mantém as negociações com os sindicatos sobre as condições dos novos contratos pois prevê-se que “vai contar” com um quadro constituído por menos de três mil trabalhadores, numa primeira fase.

Até 2025, a ITA prevê aumentar o número de funcionários até aos 5.700, sendo que a Alitalia empregava onze mil trabalhadores.

A ITA vai começar as primeiras operações com 52 aviões e prevendo-se que a frota venha a ser ampliada em 2022 para 78 aparelhos, aumentando para mais de uma centena em 2025.

O primeiro voo da ITA saiu na sexta-feira, às 08:00 (06:00 em Lisboa) do aeroporto de Fiumicino, arredores de Roma, com 37 passageiros a bordo com destino a Milão, no norte de Itália, marcando o início da nova companhia que surge depois do fim da Alitalia.

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Civitatis destaca destinos nos EUA depois de anúncio de abertura de fronteiras

A abertura das fronteiras dos EUA levou a Civitatis a compilar uma séries de destinos a visitar no país.

Depois de os EUA terem anunciado, a partir de novembro, a reaberturas das fronteiras do país, especialmente da União Europeia e Brasil, a Civitatis compilou uma lista de alguns dos lugares para visitar que inclui tanto cidades mais conhecidas como outras menos familiares.

Assim, a Civitatis destaca destinos como Nova Iorque, Nova Orleães, São Francisco, Nashville, Phoenix, San Diego, Charleston, Boston, Santa Fé ou Galveston.

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Qatar Airways Holidays lança pacotes de viagens para o Campeonato do Mundo de futebol

Com sete níveis, os pacotes de viagens da Qatar pretende levar os adeptos ao Mundial de Futebol de 2022.

A pouco mais de um ano do início do Campeonato do Mundo FIFA Qatar 2022, a Qatar Airways Holidays anuncia o lançamento de pacotes de viagens para adeptos, que incluem bilhetes para jogos, voos de regresso e opções de alojamento.

Os adeptos terão primeiro de aderir ao Qatar Airways Privilege Club, para terem acesso a pacotes de viagens únicos, com flexibilidade nas reservas, e obterem lugares reservados nos seus jogos preferidos.

A viagem começa com a escolha da sua seleção favorita e caso a equipa escolhida não se qualifique para o torneio, será oferecida uma opção de reembolso total. No entanto, os adeptos têm também a flexibilidade de escolher jogos de uma equipa diferente (em função da disponibilidade).

Com sete níveis, os pacotes de viagem têm preços que começam nos 3.261 euros e cada adepto pode reservar um total de sete jogos, combinando mais do que um pacote. No caso da sua seleção favorita ser derrotada nas fases avançadas do torneio, serão emitidos bilhetes para os jogos de uma das equipas prevalecentes do mesmo grupo ou da fase a eliminar.

Além disso, os adeptos podem especificar com quantos convidados viajam e o número de quartos em que gostariam de ficar. Podem escolher entre alojamento standard e premium, com base no seu orçamento.

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EUA reabre fronteiras para turistas vacinados

A partir de novembro, as fronteiras dos EUA reabrem-se aos turistas internacionais.

Os EUA começam a abrir, lentamente, as fronteiras a turistas internacionais, tendo informado que os visitantes do Canadá e do México vacinados poderão regressar aos EUA para turismo e outras viagens não essenciais, depois de as viagens não essenciais estarem restritas há cerca de 19 meses.

Além da abertura das fronteiras a estes dois países, a partir de novembro, também outras 33 nações poderão voar para os EUS, casos do Brasil, países da União Europeia, Índia e Reino Unido, além de se registarem alterações nas regras para viagens aéreas internacionais.

Recorde-se que, em meados de setembro, a US Travel Association fez as contas, revelando que, por cada semana que os EUA mantiveram as fronteiras fechadas com os 33 países na “lista vermelha”, a economia americana perde 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,3 mil milhões de euros).

Além disso, a associação norte-americana salienta que esses 33 países foram responsáveis por 53% da chegada de turistas aos EUA, em 2019.

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