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“Portugal é uma base estratégica da Schultz”

Schultz estima juntar 600 agentes nos workshops. A sessão de Lisboa, na terça-feira, contou com 140 profissionais. Segue-se o Algarve, Braga, Coimbra, Évora e Porto.

Patricia Afonso
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Schultz estima juntar 600 agentes nos workshops. A sessão de Lisboa, na terça-feira, contou com 140 profissionais. Segue-se o Algarve, Braga, Coimbra, Évora e Porto.

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“A nossa previsão, para Lisboa, é de 140 agentes. No total, temos 580 pessoas confirmada até ao momento. Temos tudo organizado”, afirmou ao Publituris Aroldo Schultz, fundador do grupo brasileiro que abriu escritórios em Portugal no início de Dezembro, à margem do workshop, que segue para o Algarve, Braga, Coimbra, Évora e Porto (confira as datas aqui).

No workshop desta terça-feira, um dos destaques é o Brasil, “estamos a lançar um folheto pequeno e genérico para o Brasil, não trabalhamos datas pontuais, mas o destino como um todo e a passar um vídeo muito completo da Embratur, muito didáctico”. A este destino junta -se “o nosso catálogo de cruzeiros fluviais pelo Reno, o Danúbio e o Rio Vouga e alguma coisa na Croácia, todos da Panvisión, da qual somos exclusivos em Portugal; e vamos falar bastante do produto Europamundo”.

Aroldo Schultz explicou, ainda, que vão ser fornecidas “tácticas de marketing, de como agência vender mais, a ideia não é só falar do produto, mas dar algumas orientações”. 

Sobre se vão vender parte aérea no produto Brasil, o responsável do operador nega, dizendo que tem essa capacidade, “mas que não é o nosso foco, é vender o terrestre”. Os produtos no destino de Terras de Vera Cruz estão focados no Nordeste e Sul: “Estamos a apresentar um pequeno resumo, mas vamos trazer o Brasil completo. Queremos mostrar, no futuro, um Brasil desconhecido de Belém, Manaus, Rio, Angra, ilhas.”

Sobre os cruzeiros da Panvisión, a diferença para os demais “é que estamos a praticar os mesmos preços que em Espanha, temos o mesmo catálogo e são preços bastante agressivos, vai ser uma nova referência para as agências”.

Por fim, nos circuitos Europamundo, uma das estrelas do operador no mercado nacional, de destacar a Escandinávia, “que se vende muito bem”, o Leste Europeu, Países Bálticos e Rússia. “Como novidades, temos os circuitos na Costa Rica, somos a primeira empresa a fazê-lo, e também as costas americanas Leste e Oeste. A Europamundo tem um leque muito grande de ofertas, são mais de 400 páginas. Só com guias que falam português temos mais de 80 roteiros com saídas semanais, o ano inteiro.”

BTL

A Schultz comemora por altura da BTL o primeiro aniversário sobre o anúncio oficial de que iria entrar em Portugal. Com stand próprio, o 3A26, o operador brasileiro vai fazer uma grande campanha na imprensa com foco na mensagem de que não vende ao público, “uma homenagem aos agentes”, e apresentar os seus catálogos já traduzidos em português.

Já na convenção da Schultz Brasil, a 1 de Março, que deverá juntar, pelo menos, seis centenas de agentes, vai ser lançado o Catálogo Portugal, “que vai promover Portugal num todo, mostrar o que os próprios portugueses não conhecem e regiões pequenas que têm muito a ver com os brasileiros”. “Lamentavelmente, vende-se sempre Lisboa, um pouco do Porto e poucas noites. Pode-se ficar facilmente 10 dias em Portugal”, defende Aroldo Schultz.

PERSPECTIVAS

Depois de um crescimento de 27% no Brasil em 2014, para cerca de 75 milhões de reais (cerca de 24,5 milhões de euros), o responsável do Grupo Schultz espera crescer novamente na mesma ordem este ano. “Ainda não fechei Janeiro, mas devo ter crescido cerca de 2% a mais do que no ano passado.”

Quanto a Portugal, “se fizer um milhão de euros, fico feliz”. “Portugal é mais do que uma base operacional, é uma base estratégica da Schultz. Se Portugal não vendesse nada, a Schultz continuaria cá por  muitos anos”, frisa Aroldo Schultz.

Também por cá, os workshops vão continuar ao longo do ano, mas mais especializadas. “Disseram-me que 90 minutos com a Schultz é muito tempo, mas, na verdade, precisamos de 90 horas. Temos muito tempo e vamos fazer mais sessões ao longo do ano, mais focadas.”

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Transportes

Ómicron atrasa recuperação da Delta Air Lines para daqui a dois meses

Último trimestre de 2021 da Delta Air Lines ficou marcado por uma perda de 408 milhões de dólares na sequência do surgimento da variante Ómicron, que levou a milhares de cancelamento de voos e reservas.

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A Delta Air Lines revelou esta sexta-feira, 14 de janeiro, que o seu último trimestre de 2021 ficou marcado por uma perda de 408 milhões de dólares na sequência do surgimento da variante Ómicron, que levou a milhares de cancelamento e deverá atrasar a recuperação da indústria e da empresa para daqui a dois meses.

Num comunicado divulgado esta sexta-feira, em que dá conta que, em 2021, a transportadora norte-americana obteve lucros de 280 milhões de dólares (244,7 milhões de euros), a Delta Air Lines mostra-se reticente em relação ao arranque de 2022, até porque a atual vaga de COVID-19 teve um impacto negativo nos resultados da companhia aérea de dezembro, pelo que se prevê mais uma perda trimestral antes da Primavera.

Segundo Ed Bastian, CEO da Delta Air Lines, cerca de 8.000 empregados da companhia aérea contraíram COVID-19 ao longo das últimas quatro semanas, explicando que “trabalhadores doentes e tempestades de Inverno levaram a mais de 2.200 voos cancelados desde 24 de dezembro”.

A tendência de cancelamentos já está, nos últimos dias, a conhecer uma inversão, no entanto, a Delta Air Lines estima que o total de voos suprimidos tenha provocado uma perda de 75 milhões de dólares, o que a juntar ao impacto global da Ómicron deverá levar a que a recuperação seja atrasada para daqui a dois meses.

A Lusa recorda que o CEO da Delta Air Lines já tinha dito, numa entrevista, que não acreditava numa recuperação das reservas e viagens já em janeiro, nem provavelmente na primeira parte de fevereiro, meses que tradicionalmente já são dos mais fracos do ano para a aviação mas que, alerta o responsável, este ano “vai ser sempre muito mais fraca por causa da Ómicron”,

“Temos de confiar que as viagens vão voltar assim que o vírus desapareça”, acrescentou Ed Bastian.

No ano passado, a Delta Air Lines obteve lucros de 280 milhões de dólares (244,7 milhões de euros), valor que compara com os 4.767 milhões de dólares (4.170 milhões de euros) apresentado em 2019.

Já as receitas da companhia aérea norte-americana atingiram os 29.899 milhões de dólares no ano passado, contra 47.007 milhões de dólares em 2019, adianta a transportadora.

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Vouchers em litígio não são “materialmente relevantes”, garante APAVT

Prazo para que os clientes pedissem o reembolso por viagens canceladas na sequência da pandemia terminou esta sexta-feira, 14 de janeiro.

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O presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, afirmou à Lusa que a questão os vouchers emitidos em 2020, devido às viagens que foram canceladas na sequência da pandemia e que se estima que valham cerca de 100 milhões de euros, está praticamente resolvida e que os litígios que se verificam não são “materialmente relevantes”.

“Na altura, não havendo valores concretos, porque pertencem aos negócios de cada empresa e não há um registo oficial de todos os inquéritos que fizemos, estimamos que possam ter sido emitidos vales na ordem dos 100 milhões de euros”, disse à Lusa Pedro Costa Ferreira.

De acordo com o responsável, parte dos vouchers acabou por ser utilizada em viagens, enquanto outra parte foi reembolsada “sob as mais diversas formas”, com Pedro Costa Ferreira a explicar que, apesar de não ser possível apresentar números exatos dos reembolsos, “há um valor que é possível calcular” e que “é o valor da linha de crédito que era exclusiva para pagamento de vales”.

Segundo o presidente da APAVT, este instrumento era “tão exclusivo que, para quem aderisse a essa linha de crédito, o banco emprestava o dinheiro pagando diretamente aos clientes dos vales. E foi utilizada em 37 milhões de euros”, ou seja, no mínimo houve reembolsos deste valor, sublinhou.

Em relação a questões mais sensíveis, que deram origem a litígios, Pedro Costa Ferreira garantiu que “não são visíveis litígios materialmente relevantes, no sentido em que nos tribunais arbitrais, no provedor do cliente, na Deco, não são conhecidas muitas reclamações”, existindo “até menos do que num período normal de vendas, se calhar”.

“A nossa sensibilidade é que a partir de dia 14 de janeiro [prazo final para a resolução desta questão] não vai haver um problema materialmente relevante, a maioria dos vales estará viajada ou reembolsada ou mesmo acordado o seu pagamento para mais tarde”, explicou, salientando que “há liberdade entre agência de viagens e os consumidores” e que, em muitos casos, há um acordo para que a viagem aconteça “mesmo com o fim do vale”.

“São acordos entre duas entidades livres do ponto de vista económico”, assegurou o presidente da APAVT, reconhecendo, no entanto, que possam existir “incidentes de incumprimento”, uma vez que “a resposta é assimétrica quando há milhares de empresas”.

Pedro Costa Ferreira recordou, no entanto que “os clientes que não forem reembolsados podem sê-lo através do fundo de garantia do setor que responde em nome das agências que não cumprirem”, sendo que “se as empresas não pagarem ao próprio fundo, deixam de ter autorização para atuar como agência de viagens”.

“É uma falha que acaba com a própria agência”, alertou, detalhando que este fundo “não é dinheiro público, nem dos contribuintes, é das agências de viagens, por lei só elas alimentam este fundo”, acrescentando que, por ser hoje o último dia, podem “vir à tona os litígios”.

Recorde-se que os vouchers de viagens canceladas durante a pandemia eram válidos até final de 2021, sendo que, após esse prazo, os clientes tinham 14 dias para solicitar o seu reembolso caso a viagem não tivesse sido reagendada até 31 de dezembro.

 

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Douro Azul está a recrutar

Para a sua próxima época de cruzeiros no Douro, a empresa DouroAzul pretende recrutar 100 novos colaboradores. Para tal, vai promover um conjunto de iniciativas durante este mês de janeiro.

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A DouroAzul está a recrutar mais de 100 colaboradores para a próxima época de cruzeiros no Douro, através de um conjunto de iniciativas que terão lugar durante este mês de janeiro.

Na edição deste ano, a DouroAzul decidiu dar a oportunidade a candidatos que residam em zonas do interior, pelo que, em colaboração com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), entre os dias 18 e 20, serão promovidos eventos de recrutamento em Vila Real, Lamego, Guarda, Régua e Viseu.

Por outro lado, de 26 a 29, a empresa de cruzeiros vai organizar a sua sexta edição do Open Day, em Gaia, sendo o primeiro dia exclusivamente dedicado a estabelecimentos escolares na área do turismo e hotelaria.

Em qualquer dos casos, a DouroAzul pretende dar a oportunidade aos candidatos de conhecer a realidade de trabalhar a bordo de um navio-hotel, conhecendo todas as áreas de trabalho e de descanso, assim como esclarecer todas as suas dúvidas conversando com colaboradores que desempenham a bordo, as mesmas funções.

O Open Day 2022 da DouroAzul em Gaia está sujeito a um número limitado de inscrições, que terão de ser formalizadas através da plataforma de recrutamento da empresa disponível em https://bit.ly/DAOpenDay22, até ao dia 21 de janeiro.

No que diz respeito ao roadshow, a empresa estará no dia 18 de janeiro em Vila Real, a 19 em Lamego e a 20 na Guarda.

Tendo em consideração o corrente estado de pandemia, a empresa, que dispõe de uma frota de 11 navios-hotel reforçou as medidas de segurança e higiene, garantindo o cumprimento de todas as normas emitidas pela DGS.

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Alojamento

Residentes ajudam dormidas a recuperar em novembro, com destaque para a Madeira

As dormidas dos residentes representaram, entre janeiro e novembro de 2021, 50,7% do total, num resultado que, segundo o INE, fica “significativamente acima da quota verificada em 2019”, que foi de 29,8% do total.

Inês de Matos

Em novembro, o setor do alojamento turístico contabilizou 1,5 milhões de hóspedes e 3,6 milhões de dormidas, valores que representam aumentos de 265,5% e 287,7% face a igual mês de 2020, mas que continuam a traduzir perdas de 17,0% e 12,4%, respetivamente, em comparação com o período pré-pandemia, num resultado que, no entanto, mostra alguma recuperação, com destaque para a Madeira, assim como para o mercado nacional, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados confirmados esta sexta-feira pelo INE mostram que, em novembro, o mercado interno contribuiu com 1,3 milhões de dormidas, enquanto os mercados externos
totalizaram 2,3 milhões, o que, apesar de traduzir decréscimos em ambos, mostra um melhor desempenho do mercado interno, uma vez que as dormidas dos residentes caíram 3,4% e as dos mercados externos desceram 16,6%.

Ainda assim, os mercados externos predominaram e, segundo o INE, apresentaram um peso de 64,5%, totalizando totalizaram 2,3 milhões de dormidas, num aumento de 486,0%face a igual mês de 2020, enquanto as dormidas dos residentes foram 1,3 milhões, num crescimento de 140,1% face ao ano passado.

Já no acumulado de janeiro a novembro de 2021, as unidades de alojamento turístico registaram 14,9 milhões de hóspedes e 39,9 milhões de dormidas, valores que correspondem a crescimentos de 33,0% e 36,9%, respetivamente, face a igual período de 2020.

Entre os residentes, o crescimento foi de 36,0%, enquanto o descimento das dormidas dos não residentes foi de 45,3%, ainda que, em comparação com o período pré-pandemia, se registe uma diminuição de 47,7% nas dormidas, mais uma vez com uma melhor desempenho dos residentes, onde este indicador caiu 10,8% nos residentes, enquanto nos não residentes desceu 63,3%.

O INE realça ainda que, entre janeiro e novembro de 2021, as dormidas de residentes representaram 50,7% do total, “significativamente acima da quota verificada em 2019 (29,8% do total)”.

Já nos que diz respeito a proveitos, o valor chegou aos 211,6 milhões de euros no
total e 153,4 milhões de euros relativamente a aposento em novembro, o que indica descidas de 8,0% nos totais e 7,5% por aposento.

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 30,4 euros em novembro, enquanto o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu os 75,2 euros, valores que comparam com o RevPAR de 32,1 euros e ADR de 70,5 euros registados em igual mês de 2019.

No acumulado de janeiro a novembro de 2021, verificaram-se ainda aumentos de 56,4% nos proveitos totais e de 58,0% nos relativos a aposento, ainda que em comparação com o mesmo período de 2019 se tenham registado variações de -46,8% em ambos.

“Em novembro, 33,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (25,3% em outubro)”, acrescenta o INE.

Por regiões, o destaque vai para a Madeira, que apresentou um crescimento (+0,8%) no
número de dormidas, principalmente devido à contribuição do mercado nacional, onde as dormidas subiram 23,7%, enquanto nos não residentes houve uma descida de 2,0%.

Além da Madeira, o INE diz que, “em novembro, registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, revelando, no entanto, que a “AM Lisboa concentrou 31,4% das
dormidas em novembro, seguindo-se o Algarve (18,5%), o Norte (17,6%) e a RA Madeira (14,4%)”.

Já no acumulado dos primeiros 11 meses de 2021, o INE indica que “todas as regiões apresentaram acréscimos no número de dormidas, com realce para as evoluções apresentadas pela RA Açores (+117,1%) e RA Madeira (+73,3%)”, tendo os acréscimos sido “generalizados às dormidas de residentes, com destaque para a RA Madeira (+110,4%) e RA Açores (+99,3%), e também às de não residentes (com o maior aumento na RA Açores: +157,8%)”.

Lisboa, por sua vez, concentrou cerca de um quarto das dormidas de novembro, contabilizando 862,4 mil dormidas, que representaram 24,2% do total, valores que aumentam para 4,6 milhões de dormidas (13,2% do total) no acumulado até novembro, o que se traduz  “num crescimento de 37,3%”, ainda que, face ao período pré-pandemia, se mantenham as descidas.

“Neste período, as dormidas de residentes aumentaram 43,0% e as de não residentes (74,5% do total) cresceram 35,5%. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas em Lisboa registaram uma diminuição de 64,9% (-42,4% nos residentes e -69,0% nos não residentes)”, aponta o INE.

Já a taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico  situou-se nos 31,9%, num aumento de 21,3 p.p. face a outubro, mas abaixo dos 35,2% registados em 2019, enquanto a taxa líquida de ocupação-quarto foi de 40,4%, num aumento 25,7 p.p.
face ao mês anterior, mas também abaixo de novembro de 2019, quando este indicador tinha sido de 45,6%.

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Governo autoriza verba de 10 milhões de euros para promoção turística digital

O Turismo de Portugal tem autorização do Governo para gastar até 10 milhões de euros em promoção turística internacional nos meios digitais. A maior parte da verba, ou seja, 7,5 milhões de euros, pode ser utilizada este ano.

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O Turismo de Portugal pode gastar até 10 milhões de euros em promoção turística internacional por via digital nos próximos dois anos, sendo que 7,5 milhões podem ser aplicados este ano, segundo portaria publicada esta sexta-feira.

As secretárias de Estado do Turismo, Rita Marques, e do Orçamento, Cláudia Joaquim, pelo despacho assinado no final de dezembro e esta sexta-feira publicado, autorizam encargos plurianuais decorrentes da contratação de serviços de planeamento, implementação, otimização e acompanhamento de compra de meios para a campanha de publicidade digital do Turismo de Portugal, até ao montante de 10 milhões de euros.

Segundo o diploma, citado pela Lusa, já foi lançado um procedimento pré-contratual para um acordo-quadro, “celebrado com uma entidade” nos termos do Código dos Contratos Públicos, destinado à aquisição de serviços de planeamento, implementação, otimização e acompanhamento de compra de meios para a campanha de publicidade digital do Turismo de Portugal.

“Assim, importa preparar as condições para que o Turismo de Portugal, cumprindo as responsabilidades que lhe estão cometidas, possa, face ao contexto existente, preparar a execução de campanha de publicidade, no âmbito do acordo-quadro celebrado”, justifica o Governo.

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AHRESP volta a insistir no reforço dos centros de testagem em locais de animação noturna

Associação lembra que o acesso a bares e discotecas, que reabrem esta sexta-feira, continua a obrigar à apresentação de um teste negativo à COVID-19 e teme que a escassez de testes prejudique ainda mais estes estabelecimentos.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) voltou esta sexta-feira, 14 de janeiro, a insistir no apelo para o reforço dos centros de testagem em locais de animação noturna, uma vez que o acesso a bares e discoteca continua a obrigar à apresentação de um teste negativo à COVID-19.

“Com o dia 14 de janeiro e a reabertura de bares e discotecas a aproximar-se, a AHRESP vem, novamente, solicitar às autarquias a disponibilização de centros de testagem que apoiem o funcionamento destas atividades económicas, que tiveram de voltar a encerrar depois de apenas dois meses a funcionar e mais de um ano totalmente encerradas devido à situação pandémica”, indica a associação, que teme que a escassez de testes venha a prejudicar ainda mais estes estabelecimentos.

No comunicado divulgado, a AHRESP revela que “vários municípios já responderam” aos seus apelos e colocaram a funcionar “estruturas estrategicamente colocadas junto aos estabelecimentos noturnos”, numa medida que a associação pretende ver replicada.

A AHRESP lembra que, na passada quarta-feira, 12 de janeiro, a Direção Geral da Saúde atualizou as orientações para estes estabelecimentos, que reabrem esta sexta-feira depois do encerramento decretado pelo Governo logo a seguir ao Natal, confirmando a necessidade de apresentação de um teste negativo à COVID-19.

Para acesso a bares e discotecas, é necessário apresentar um teste PCR negativo e realizado até 72 horas antes, um teste antigénio realizado até 48 horas antes ou um autoteste realizado à porta do estabelecimento, sob supervisão e verificação dos trabalhadores responsáveis pelo acesso a estes espaços.

Apenas os recuperados da doença ou quem tenha recebido a dose de reforço da vacina há mais de 14 dias fica isento da apresentação de um teste negativo no acesso a estabelecimentos de animação noturna.

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Concessão da Exploração de Cafetaria – Museu do Tesouro Real/Palácio Nacional da Ajuda

Associação Turismo de Lisboa (ATL)

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A Associação Turismo de Lisboa (ATL) pretende concessionar um espaço no Museu do Tesouro Real, no Palácio Nacional da Ajuda, preparado para exploração de um estabelecimento de Cafetaria e bebidas.

O Caderno de Encargos e restante documentação de interesse encontram-se disponíveis na sede da ATL, sita na Rua do Arsenal, n.º 23, em Lisboa, podendo ser levantados aos dias úteis durante o horário de expediente, entre as 9h30 e as 19h00 e/ou de preferência requeridos via e-mail: [email protected]

As propostas deverão ser apresentadas, por correio eletrónico, até ao dia 4 de fevereiro de 2022 às 17h00.

Autor: Associação Turismo de Lisboa (ATL)

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TEIMA Alentejo SW prolonga oferta para profissionais de saúde até 31 de maio

Oferta de 15% de desconto em estadias mínimas de duas noites para os profissionais dos sistemas público e privado de Saúde passou a ser válida até 31 de maio.

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O TEIMA Alentejo SW, unidade de turismo rural entre a Zambujeira do Mar e Odeceixe, no Alentejo, prolongou até 31 de maio a oferta para profissionais de saúde, que disponibiliza 15% de desconto em estadias mínimas de duas noites.

“Esta oferta está em vigor para estadias realizadas até 31 de maio para os profissionais dos sistemas público e privado de Saúde procurando proporcionar-lhes o merecido descanso e descontração, num ambiente acolhedor e em verdadeira harmonia com a natureza”, indica a unidade hoteleira.

A reserva deve ser realizada online e diretamente no site do TEIMA Alentejo SW.

Inaugurado em 2014, o TEIMA Alentejo SW é uma unidade de turismo rural que está instalada num típico monte alentejano, numa propriedade de 80 mil metros quadrados, localizada a poucos minutos de distância das praias da costa vicentina e que disponibiliza nove quartos, todos eles com entrada independente.

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Costa confirma que há companhias aéreas interessadas em adquirir 50% do capital da TAP

O futuro da TAP foi um dos temas em destaque no debate que opôs António Costa e Rui Rio esta quinta-feira, 13 de janeiro, no âmbito das eleições legislativas de 30 de janeiro.

Inês de Matos

O primeiro-ministro e secretário-geral do Partido Socialista (PS), António Costa, confirmou esta quinta-feira, 13 de janeiro, que “há, felizmente, já outras companhias interessadas em adquirir” 50% do capital da TAP, que o Estado pretende alienar depois da reestruturação.

“A companhia estará em condições de, assim que possível, podermos alienar 50% do capital e há, felizmente, já outras companhias interessadas em adquirir”, afirmou António Costa, num debate com Rui Rio, presidente do Partido Social Democrata (PSD), no âmbito das eleições legislativas do próximo dia 30 de janeiro.

Confirmando que o Estado não vai injetar mais dinheiro na TAP, uma vez que “essa foi a garantia dada pela Comissão Europeia, que escrutinou o processo e reconheceu a viabilidade do plano de reestruturação”, António Costa confirmou que existem interessados em ficar com metade da companhia aérea nacional e aproveitou para garantir que não há razões para duvidar do sucesso do plano já aprovado por Bruxelas.

Já Rui Rio, que se mostrou muito crítico da forma como o atual governo conduziu o processo de nacionalização e reestruturação da transportadora, garantiu que, se for eleito primeiro-ministro, a TAP é para privatizar “o mais depressa possível” e acusou a companhia aérea de prestar um serviço “absolutamente indecente”.

“Não é amanhã, porque se não vende mal, não vou vender mal, mas isto não é sustentável, não é sério nem é competente”, criticou, dizendo que foram investidos na empresa 3,3 mil milhões de euros ,quando a receita anual do IRC no país é de 5,5 mil milhões.

Rio acusou a empresa de prestar um serviço “absolutamente indecente” até no aeroporto de Lisboa e de “não ligar nada ao resto do país”, dando como exemplo um voo Madrid – São Francisco, nos EUA, com escala em Lisboa, que custa “a um espanhol 190 euros”, enquanto os portugueses que apanhem o mesmo avião em Lisboa pagam 697 euros.

“É companhia de bandeira, mas é companhia de bandeira espanhola ou de outro país qualquer, isto é revoltante, isto é inadmissível”, criticou o presidente do PSD, defendendo que “a TAP não deveria ter sido nacionalizada”.

Já António Costa frisou que, se o Estado não tivesse readquirido 50% do capital da transportadora aérea nacional, a TAP teria “ido para o buraco”, uma vez que as várias empresas do acionista privado David Neeleman estavam a ir à falência.

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Obras para instalar Museu Nacional Resistência e Liberdade na Fortaleza de Peniche arrancam em fevereiro

Intervenções estão orçadas em 2.995.803,55 de euros e têm conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2023, segundo a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

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As obras para a instalação do Museu Nacional Resistência e Liberdade (MNRL) na Fortaleza de Peniche arrancam no próximo mês de fevereiro, informou esta quinta-feira, 13 de janeiro, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), em comunicado.

“Esta obra contempla as intervenções de reabilitação e remodelação  que são necessárias para adequar as estruturas existentes na Fortaleza de acordo com o previsto no projeto aprovado, da responsabilidade do Atelier Ar4 (Évora), sob coordenação do arquiteto João Barros Matos”, lê-se no comunicado da DGPC.

De acordo com a informação divulgada, as intervenções, orçadas em 2.995.803,55 de euros, têm conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2023, sendo ainda de prever que, em determinadas fases, o espaço museológico venha mesmo a encerrar temporariamente ao público, numa situação que, segundo a entidade pública, “será a seu tempo comunicada através dos canais institucionais do Museu e da DGPC”.

Recorde-se que a consignação da empreitada de instalação do MNRL ocorreu a 30 de dezembro de 2021, na sequência do lançamento de um concurso público e após conclusão de toda a tramitação administrativa subsequente.

 

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