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Ô Golf Mar festeja Halloween

A unidade apresenta um programa especial para assinalar a data.

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No programa consta um jantar especial, com pratos alusivos à celebração como a Sopa do Pântano ou um prato tradicional da Transilvânia: Lascas de Carne em Sangue do Conde Drácula.

No mesmo pacote, os clientes poderão usufruir de alojamento, jantar buffet Especial Halloween, festa na discoteca e tratamentos no SPA do Ô Golf Mar, com acesso também ao ginásio, banho turco e piscina interior.

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20 milhões para o Programa Transformar o Turismo

O Programa Transformar o Turismo, que acaba de ser lançado pelo Governo com uma dotação de 20 milhões de euros, visa dar resposta as novas necessidades do setor e reforçar a sua dinâmica competitiva, com vista à superação dos objetivos e metas de sustentabilidade.

Com dotação de 20 milhões de euros, o Programa Transformar o Turismo, que acaba de ser anunciado pelo Governo, visa apoiar a criação de um setor mais sustentável, responsável e inteligente.

Dar resposta as novas necessidades do setor e interesses do consumidor, e reforçar a sua dinâmica competitiva, com vista à superação dos objetivos e das metas de sustentabilidade económica, ambiental e social definidas na Estratégia Turismo 2027, são outros objetivos a atingir.

O programa materializa-se no desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores que qualifiquem o território e comportem, para além de vantagens competitivas para as organizações, benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

Destina-se às entidades públicas e privadas do setor e irá consistir, numa primeira fase, em linhas específicas de financiamento que têm como pano de fundo a valorização turística dos territórios através de projetos que estimulem o trabalho em rede, foquem em produtos ou serviços de maior valor acrescentado e deem resposta às necessidades do consumidor atual.

O regulamento de acesso será publicado até final do ano e as candidaturas poderão ser apresentadas na plataforma SGPI do Turismo de Portugal a partir do dia 10 de janeiro.

O Transformar o Turismo sucede assim ao Programa Valorizar, criado em 2016, conforme previsto no Plano Reativar o Turismo | Construir o Futuro, que estabelece uma segunda edição do programa Valorizar que teve como objetivo apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico, que ao longo de quatro anos recebeu mais de duas mil candidaturas traduzindo um investimento de mais de 500 milhões de euros e um apoio financeiro de 115 milhões de euros.

“Os efeitos da atual conjuntura, marcada pelo impacto da pandemia e as oportunidades que a sustentabilidade e a transformação digital representam para o desempenho e para a competitividade das empresas e dos destinos, justificam que se incremente o incentivo ao desenvolvimento de iniciativas que promovam uma oferta cada vez mais sustentável, mais responsável e distintiva, moldando o futuro do setor em alinhamento com o Plano Reativar o Turismo | Construir o Futuro”, realçou a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, no âmbito do lançamento desta nova medida de apoio.

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visitazores.com vai ficar mais apelativo em 2022

A ATA – Associação Turismo dos Açores anunciou que vai renovar, em 2022, o site visitazores.com, para marcar uma nova etapa ao nível da promoção do destino.

Em 2022  “vai haver um novo visitazores.com, um site renovado, com imagem moderna, muito mais inspiracional, muito rico em conteúdos”, anunciou Luís Botelho, diretor executivo da ATA – Associação Turismo dos Açores.

O executivo, que usava da palavra no recente VisitAzores Tourism Forum, que decorreu no Teatro Micaelense, Em Ponta Delgada, realçou que, assim “vamos marcar uma nova etapa ao nível da promoção.”

No mesmo fórum, Luís Botelho colocou a questão: “Qual o caminho a seguir?”  para realçar que “na clarificação da marca e da estratégia do turismo é essencial envolver os atores locais de todas as ilhas na definição dos valores da Marca”.

“Temos de definir um posicionamento de marca claro, diferenciado, que seja utilizado e partilhado por todos”, para lembrar da necessidade da criação de um plano de ação que ao ser implementado construa uma marca Açores “eficaz, de alta notoriedade, mas sustentável”.

Segundo Luís Botelho a região precisa “de criar notoriedade e definição do turismo. A notoriedade do destino Açores, que ainda é limitada, é essencial para um estímulo relevante da procura turística pelo arquipélago”. Mas, no entanto, “é necessário garantir o correto posicionamento para uma perceção clara dos atributos do destino Açores”, disse.

Segundo o diretor executivo da ATA, outro aspeto importante é o acesso à informação para suporte à decisão, fundamental para implementar um processo de decisão baseado em informação e dados concretos e não em expectativas baseadas em perceções não quantificadas. Neste contexto, revelou que está a ser realizado um trabalho de automatização no tratamento de um conjunto de informação de onde se destaca: estatísticas SREA, ANA Aeroportos, SIBS, ForwardKeys, Google Analytics, Digital Demand, Digital Supply, entre outros.

Por último, em relação às acessibilidades aéreas, Luís Botelho afirmou que tem sido feito um trabalho contínuo de captação de novos operadores aéreos e de novas rotas com operadores existentes. “A disponibilização de capacidade aérea é essencial atendendo à situação contextual dos Açores”, concluiu.

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E se o plano não for aprovado por Bruxelas? “A TAP vai fechar”, diz ministro Pedro Nuno Santos

O cenário nunca foi abertamente equacionado, mas se acontecer [chumbo do plano de reestruturação por Bruxelas], o ministro Pedro Nuno Santos já admitiu, é para fechar a TAP.

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O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, disse esta terça-feira, 14 de dezembro, que Portugal “perderá centralidade no negócio da aviação” caso o plano de restruturação da TAP não seja aprovado por Bruxelas, algo que levará ao encerramento da companhia, assegurou.

No entanto, Pedro Nuno Santos voltou a manifestar confiança de que o plano esteja aprovado até ao final deste ano de 2021, constituindo a tal “prenda de Natal” que Silvia Mosquera, Chief Commercial & Revenue Officer (CCRO) da TAP, referiu no 46.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

O ministro das Infraestruturas e Habitação alertou, contudo, que “se a TAP não tiver o plano de reestruturação aprovado vai fechar e Portugal perderá centralidade no negócio da aviação”.

Segundo Pedro Nuno Santos, que falou à margem da apresentação do caderno de encargos para as 117 novas automotoras da CP, em Matosinhos, sem a TAP, o ‘hub’ de Portugal passará a ser em Madrid.

“Estamos a falar na única companhia área a operar em Portugal que tem um ‘hub’, que faz viagens intercontinentais entre os Brasil, EUA, África e Portugal e distribui para o resto da Europa”, terminou.

A TAP já recebeu um total de 1.662 mil milhões de euros do Estado (empréstimo de 1.200 mil milhões concedido pelo Tesouro em 2020, a que se somam mais 462 milhões de euros por ajudas permitidas por Bruxelas para compensar o impacto da pandemia da COVID-19).

Recorde-se que o Orçamento do Estado para 2021 previa uma verba de 998 milhões de injeção na TAP e a proposta de Orçamento para 2022 — entretanto chumbado — antecipava somar mais 990 milhões de euros.

Falta ainda saber se a TAP irá receber os 150 milhões de euros, um novo auxílio por danos COVID-19 em 2021, valor esse ainda não chegou e que perfazia um montante de 1.812 milhões de euros em dois anos (2020 e 2021).

Certo é que até setembro do presente exercício, a TAP acumulou um prejuízo de quase 628 milhões de euros, correspondendo a uma melhoria de 73 milhões de euros face ao mesmo período de 2020.

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VisitAzores Tourism Forum conclui: futuro está na não massificação e sustentabilidade

Os Açores recusam ser um destino massificado e, em contrapartida apostam no reforço da sustentabilidade. Algumas das conclusões do VisitAzores Tourism Forum, que refletiu sobre o futuro do setor na região.

Os Açores não podem tornar-se num destino turístico massificado. O número de visitantes a locais estratégicos tem de ser controlado, pois só assim será possível garantir ou mesmo reforçar a sustentabilidade do território. Estas foram algumas das conclusões do VisitAzores Tourism Forum, que refletiu sobre o futuro do setor na região.

A iniciativa, que contou com a participação de especialistas ligados ao turismo e não só, mas também de diversas entidades regionais, destacou também que a região tem de ser comunicada como um produto de experiências singulares, e que é decisivo reforçar a aposta na digitalização e na formação.

“Precisamos no país e, também na região, de dar um passo muito significativo e qualitativo na matéria do inquérito e do conhecimento dos que nos visitam e das experiências que valorizam aqui nos Açores”, afirmou o presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, que encerrou a edição de estreia do VisitAzores Tourism Forum, acrescentando que “isto bem esclarecido, bem informado, bem explicado, nos permitirá ter a adesão e a empatia desta gestão e controlo da nossa oferta turística, sobretudo aquela mais relacionada com a natureza frágil que temos para oferecer aos nossos visitantes.”

No evento, foram ainda identificados os desafios que a região enfrenta ao nível do setor do turismo. Neste sentido, a ATA – Associação Turismo dos Açores está determinada em desenvolver, como sublinhou Luís Botelho,  o seu diretor executivo, ações que contrariem a massificação dos principais pontos de interesse turístico.

“Os Açores podem começar a pensar em limitar a entrada de não residentes, impondo o pagamento de uma taxa de emissão de visto, que varie de acordo com a duração da estada (quanto maior a duração menor o valor), que pode ser investida na melhoria da rede de transportes públicos, da rede de abastecimento de energia elétrica e na conservação dos locais de interesse turístico” , afirmou o responsável, indicando ainda que “estas e outras medidas são de extrema relevância para os Açores, que se desejam ainda mais sustentáveis, tanto a nível social, como económico e ambiental.”

Já o secretário Regional do Turismo, Mário Mota Borges, destacou que “fomos a região do país que mais cresceu em número de dormidas nos nove primeiros meses do ano” para garantir que “em 2022, teremos uma diversidade inédita de companhias aéreas a voar para os Açores, consolidando a região como um destino de natureza e experiencial, que se diferencia por um modelo de turismo sustentável. Um destino singular, cuja proposta de valor assenta na sustentabilidade, nas suas qualidades naturais, nas pessoas e nas tradições das diferentes ilhas.”

Investir na digitalização do sector é o caminho

Quanto ao futuro, Mário Mota Borges, realçou que “teremos de investir na digitalização do setor. É fundamental caminharmos para um modelo de turismo inteligente, em que as decisões sejam suportadas por dados fidedignos e atualizados”

O responsável pela pasta do Turismo nos Açores acredita, conforme revelou, “na importância desses dados para prosseguirmos uma estratégia de diversificação e de valorização do destino, com dispersão dos fluxos turísticos por todas as ilhas e, tendencialmente, ao longo de todo o ano.”

Carolina Leñero viajou até aos Açores para apresentar a estratégia de turismo que a Costa Rica tem desenvolvido nos últimos anos e que até permitiu ao território da América Central receber o prémio de Melhor Marca País do Mundo. Para a Diretora da Marca País da Costa Rica, “o país perfeito não existe. Temos de construí-lo através dos nossos valores, das políticas públicas, da nossa cultura, da nossa identidade. Costa Rica é muito mais do que a natureza camufla e estou convencida que os Açores são iguais.”

Para além de outras intervenções, como José Filipe Torres, CEO da Bloom Consulting, ou de Carolina Leñero, diretora da Marca País da Costa Rica, Sérgio Carvalho, diretor de marketing da Fidelidade, Óscar García-Cosuegra, Audience & Data Director da CAETSU TWO, Paulo Humanes, diretor da Unidade Automóvel, Mobilidade e Cidades do CEiia, Gonçalo Trindade, da Direção Regional da Ciência e Transição Digital dos Açores, também Filipe Silva, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, sublinhou que “é importante ter a perceção do que as pessoas que nos visitam procuram, para perceber se estamos a ir ao encontro do que são as suas expetativas.”

O dirigente do Turismo de Portugal fez ainda questão de recordar que “90 e muitos por cento do que é o tecido empresarial do setor do turismo é composto por micro e pequenas empresas, com importantes desafios ao nível da capacitação e recursos disponíveis, para fazer face aos desafios. Por isso, se não fizermos bem o trabalho de casa em termos de intervenção do território, com preparação e capacitação, e se não promovermos uma boa articulação entre todos os atores que nele intervêm, não estamos a preparar-nos para receber da melhor forma os turistas que nos visitam.”

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Turismo do Centro mostra o que tem de melhor em gastronomia e vinhos

“Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal”, do chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, em Viseu, deu origem a um livro e documentário, que mostra o que há de melhor nestes dois produtos turísticos naquele território,

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O Turismo Centro de Portugal apresentou em Aveiro, esta terça-feira, em livro e documentário, o que melhor oferece em gastronomia e vinhos.

Em “Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal”, o chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, em Viseu, distinguido com uma Estrela Michelin, é o protagonista um percurso pelo melhor que a região Centro de Portugal tem para oferecer a nível da gastronomia e dos vinhos, num percurso de mais de 1.600 km, em que foram realizadas 25 entrevistas, e 44 visitas em 85 páginas.

O livro e o documentário estão disponíveis no site em https://bit.ly/320o4N5, e inserem-se no projeto de comunicação e promoção turística “Experiências By”, uma iniciativa do Turismo Centro de Portugal que visa promover as caraterísticas distintivas do território, através de uma rede de curadores de experiências em diversas áreas.

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Evolução da pandemia faz encerrar Museu do Holocausto do Porto

O Museu do Holocausto do Porto encerra as portas esta quarta-feira, 15 de Dezembro, pelo menos até fevereiro ou março do próximo ano, devido à evolução da pandemia da Covid-19 no país.

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Devido à atual situação pandémica, o Museu do Holocausto do Porto encerra as portas esta quarta-feira, 15 de Dezembro, pelo menos até fevereiro ou março do próximo ano, se as circunstâncias o permitirem.

O diretor do primeiro Museu do Holocausto na Península Ibérica, Michael Rothwell explica que “são frequentes os ajuntamentos de escolas e outros visitantes”, assim, com a situação de saúde pública a agravar-se, “não desejamos manter o museu aberto até à reabertura da sociedade.”

O museu está aberto desde abril do corrente ano e recebeu, até à data, mais de 35 mil pessoas. Foi criado pela comunidade judaica do Porto (CIP/CJP) e retrata a vida judaica antes do holocausto, o nazismo, a expansão nazi na Europa, os guetos, os refugiados, os campos de concentração, de trabalho e de extermínio, a solução final, as marchas da morte, a libertação, a população judaica no pós-guerra, a fundação do estado de Israel, vencer ou morrer de fome, e os justos entre as nações.

Neste novo museu é possível aonda visitar a reprodução dos dormitórios de Auschwitz, assim como uma sala de nomes, um memorial da chama, cinema, sala de conferências, centro de estudos, corredores com a narrativa completa e, à imagem do Museu de Washington, fotografias e ecrãs exibindo filmes reais sobre o antes, o durante e o depois da tragédia.

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Número de camas no Norte de Portugal pode aumentar depois de terem duplicado em 20 anos

Número de camas, hóspedes e dormidas registaram crescimentos assinaláveis no Norte de Portugal nas últimas duas décadas. Para o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, “ainda há espaço para crescer”.

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De acordo com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), o número de camas em hotelaria, turismo rural ou alojamento local praticamente ainda pode crescer, depois de ter duplicado no Douro em duas décadas. “Ainda há espaço para crescer”, admitiu Luís Pedro Martins à agência Lusa, adiantando, contudo, que a aposta terá de passar pela “qualidade”.

Certo é que a classificação do Douro pela UNESCO, há 20 anos, “trouxe mais valias para a região” e ajudou a “despertar algumas consciências” para questões como a sustentabilidade ambiental e a preservação da paisagem”, disse Luís Pedro Martins.

O presidente do TPNP considera, de resto, que estas questões são importantes para que “esta pérola possa existir por muitas gerações”. “É um trabalho contínuo, que não se esgota”, referiu, à margem da inauguração de uma exposição no Museu do Douro, no Peso da Régua, integrada nas comemorações dos 20 anos do Alto Douro Vinhateiro (ADV).

Entre 2002 e 2020, os 19 concelhos da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Douro território passaram, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), de 2.308 para 4.582 camas de hotelaria, de turismo no espaço rural e de turismo de habitação e alojamento local.

Relativamente à evolução dos hóspedes, a TPNP refere que a hotelaria da CIM Douro registou entre 2002 e 2020 cerca de 3,4 milhões de hóspedes e destacou um crescimento a “dois dígitos nos anos 2013, 2015, 2016, 2018 e 2019”.

A entidade regional referiu ainda que a hotelaria da CIM Douro acolheu entre 2002 e 2020 cerca de 5,3 milhões de dormidas, passando o território de 234.877 dormidas, em 2002, para 501.573, em 2019. Em 2020 houve um decréscimo de 44% para as 278.864 dormidas.

“Temos, no entanto, espaço para crescer (…). O Douro é um território grande e ainda pode receber mais quartos, mas queremos que sejam de um segmento elevado para ter uma oferta de qualidade que deixe valor na economia local”, salientou Luís Pedro Martins.

Este ano foi lançada a Rota dos Vinhos e do Enoturismo do Porto e Norte e, segundo o responsável, foram já apresentadas cerca de 100 candidaturas de toda a região Norte.

“Acreditamos que o Douro pode ser uma referência a nível europeia e até mundial de enoturismo”, salientou.

Para além da aposta nos conteúdos, para que os turistas permaneçam mais tempo no território, é preciso também, na sua opinião, “resolver questões como a mobilidade”.

Nesse sentido, o responsável apontou a eletrificação e a reativação da Linha do Douro até Barca d’Alva e, posterior, ligação a Espanha.

“É importantíssimo ter esta questão tratada e até é estranho não a termos já tratada”, concluiu o presidente do TPNP.

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Covid Vaccine Stock photos by Vecteezy
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África poderá não conseguir vacinar 70% da sua população contra a COVID-19 até meados de 2024

O surgimento de novas variantes da COVID-19 sempre foi uma das grandes ameaças ao regresso da “normalidade” nas viagens. Agora, a OMS admite que ainda demorará dois anos até que o continente africano veja 70% da população vacinada.

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Depois da variante da COVID-19 Ómnicron ter sido detetada na África do Sul e ter feito muitos países voltar atrás no levantamento das restrições, a Organização Mundial de Saúde (OMS) veio dizer que o continente africano poderá não atingir o objetivo de vacinar 70% da sua população de 1,3 mil milhões de habitantes contra a COVID-19 até à segunda metade de 2024.

A advertência surge quando o mundo enfrenta um novo aumento de casos impulsionados pela nova variante, que é mais contagiosa, a Ómicron.

Os funcionários da área da saúde na África do Sul, que anunciaram a nova variante, dizem que os dados iniciais indicam que esta causa doenças menos graves e estadias hospitalares mais curtas e menos intensivas.

Todavia, alguns países mais ricos, motivados pelo aparecimento desta nova variante, decidiram permitir doses de reforço da vacina como resposta.

Em contraste, menos de 8% da população africana recebeu as duas doses da vacina contra a COVID-19.

“Nunca conseguiremos sair disto se não trabalharmos juntos como um só mundo”, declarou a presidente das Faculdades de Medicina da África do Sul, Flavia Senkubuge, durante o briefing da OMS.

Apenas 20 dos 54 países africanos vacinaram completamente pelo menos 10% da sua população contra a COVID-19, e 10 países vacinaram completamente menos de 2% da sua população.

O diretor da OMS para África, Matshidiso Moeti, recuou contra qualquer sugestão de que as nações africanas estão a permitir que um grande número de doses de vacinas seja desperdiçado devido a infraestruturas deficientes e à hesitação face à vacinação.

O continente africano recebeu cerca de 434 milhões de doses de vacina, e cerca de 910.000 delas expiraram em 20 países, representando menos de um quarto de 1%, explicou Moeti.

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Aquário Vasco da Gama moderniza-se e cria novo espaço

Várias são as experiências interativas e imersivas que compõem o novo espaço que abre as portas esta quarta-feira no Aquário Vasco da Gama, junto a Lisboa.

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Abre as portas esta quarta-feira, dia 15, um novo espaço imersivo no Aquário Vasco da Gama, numa aposta na modernização e melhoria da experiência do visitante.

O Aquário Vasco da Gama passa a oferecer uma nova sala repleta de tecnologia capaz de fazer navegar as várias gerações no mundo submarino, uma “Janela para o Oceano” onde os visitantes poderão encontrar diversas espécies marinhas da costa portuguesa, descobrir o seu habitat e as suas caraterísticas gerais e biológicas.

Visa aproximar os visitantes da realidade submarina através das novas tecnologias, com selo de qualidade da EDIGMA.

Várias são as experiências interativas e imersivas que compõem este ambiente. No anfiteatro pode-se encontrar uma imponente parede digital com 20m2, bem como um videowall composto por 24 ecrãs de ultra-alta definição (8K), onde é possível visualizar vários cenários da orla costeira com conteúdo 3D.

Igualmente, na mesma sala podemos encontrar duas experiências, onde os visitantes podem colorir os seus peixes e colocar a nadar num aquário digital.

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Delta reforça estratégia de parceria global com investimento de mil milhões de euros

Os investimentos da Delta na Virgin Atlantic, Aeromexico e LATAM reforçam a estratégia global da companhia aérea que registou um crescimento recorde na pré-pandemia. No total são mais de mil milhões de euros.

Victor Jorge

A Delta Air Lines vai investir na Virgin Atlantic, Aeromexico e LATAM à medida que cada operadora sai da reestruturação ou recapitalização. Assim, e após conclusão dos respetivos processos de reestruturação, a Delta tem como objetivo uma participação acionista de 20% na Aeromexico e uma participação acionista de 10% na LATAM. Além disso, a Delta manterá a sua participação acionista de 49% na Virgin Atlantic. Desta forma, o investimento da companhia aérea nessas empresas será de aproximadamente 1,2 mil milhões de dólares (mais de mil milhões de euros).

Estes investimentos reforçam a plataforma global da Delta, depois da companhia ter alcançado, no período pré-pandémico, um crescimento internacional recorde atribuído a uma combinação de crescimento orgânico e rede de parceiros globais. De resto, nos últimos 10 anos, a Delta construiu parcerias com companhias aéreas da Europa, Ásia e América Latina, salientando, agora, que “com o retorno da procura por viagens internacionais, a conectividade, a relevância e a amplitude da rede global da Delta com os seus parceiros permanecem essenciais para a continuidade desse sucesso”, diz a companhia em nota de imprensa.

A intenção passa por “oferecer uma experiência de viagem perfeita e, ao mesmo tempo, oferecer aos nossos clientes uma rede incomparável entre os mercados norte-americanos e principais em todo o mundo”, destaca Ed Bastian, CEO da Delta.

O responsável refere ainda que “o trabalho que cada um dos nossos parceiros fez para fortalecer os seus negócios para o futuro torna essas parcerias ainda mais valiosas e cria uma nova era de viagens internacionais para beneficiar nossos clientes, funcionários e investidores, à medida que as viagens globais se recuperam em 2022 e além.”

As parcerias da Delta com a Virgin Atlantic (desde 2013), Aeromexico (lançada em 2017) e LATAM (2021) expandem esse potencial de crescimento, ajudando a aumentar rotas, conectividade e criação de empregos, referindo a Delta que quanto aos investimentos na AFKL, Korean Air e China Eastern “não há alteração”.

Sobre o autorVictor Jorge

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