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Modelo de governação do Portugal 2020 publicado em Diário da República

Este modelo é identificado pelo Governo como “uma contribuição decisiva para a recuperação económica do país e para a transformação estrutural da economia portuguesa”.

Raquel Relvas Neto
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Modelo de governação do Portugal 2020 publicado em Diário da República

Este modelo é identificado pelo Governo como “uma contribuição decisiva para a recuperação económica do país e para a transformação estrutural da economia portuguesa”.

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O modelo de governação dos fundos europeus estruturais e de investimento para o período de 2014-2020 foi publicado, esta sexta-feira, em Diário da República.

Este modelo é identificado pelo Governo como “uma contribuição decisiva para a recuperação económica do país e para a transformação estrutural da economia portuguesa”. Neste sentido, A credibilidade da estratégia de Portugal para aplicação dos FEEI no próximo período de programação, de 2014 a 2020 impõe que se verifique uma forte sintonia com as prioridades estratégicas enunciadas na «Estratégia Europa 2020», nomeadamente o crescimento inteligente (baseado no conhecimento e na inovação), o crescimento sustentável (com uma economia mais eficiente, mais ecológica e competitiva) e o crescimento inclusivo (economia com níveis elevados de emprego e coesão social).

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“Derecho del Turismo em las Américas” lançado no no Uruguai

Trata-se uma publicação da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) lançada presencialmente em Punta del Este, Uruguai, no I Congresso Internacional de Turismo realizado no âmbito da 67ª Reunião da Comissão Regional OMT

O livro “Derecho del Turismo en las Américas” conta com a colaboração da Fundação INATEL, a Universidade de Salamanca e outras do continente americano como a de Buenos Aires (UBA), Autónoma do México (UNAM), Magallanes, Uruguai e Rio Negro.

Integra-se na comemoração dos 500 anos da viagem de circum-navegação realizada pelo navegador português Fernão de Magalhães, demonstrando que a terra não era plana ao contrário do que estão se considerava.

Por essa razão os textos iniciais, para além de presidentes e reitores das várias universidades, incorporam os presidentes da comissão portuguesa e espanhola e ainda James Garvin, cientista-chefe da NASA que aponta o papel central de Magalhães na descoberta científica.

É uma obra em formato atualizável em papel, atualmente com 1442 páginas, em dois volumes e também disponível online em https://publications.eshte.pt/dir/dta/.

A publicação aborda a organização institucional do turismo, a disciplina jurídica do alojamento, a distribuição (agências de viagens, operadores em linha) a gastronomia, o transporte turístico, o turismo alternativo ou outras formas de turismo em países como Argentina, Aruba, Bahamas, Barbados, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trindade e Tobago, Uruguai e Venezuela.

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Portugal é o 9.º destino mais procurado na Europa, diz estudo da Mastercard

Portugal é o 9.º destino mais procurado da Europa, num ranking liderado pelo Reino Unido e Espanha, segundo o estudo do Mastercard Economics Institute.

As reservas de voos de lazer e negócios já ultrapassam os níveis pré-pandemia, de acordo com um novo estudo do Mastercard Economics Institute. As compras de viagens em cruzeiros, de transportes expresso de passageiros e de bilhetes de comboios também apresentaram uma procura acentuada este ano.

O estudo Travel 2022: Trends and Transitions oferece uma visão global do estado atual das viagens em 37 mercados com base numa análise exaustiva de dados públicos e dos dados anonimizados das vendas agregadas registadas na rede Mastercard.

De acordo com o estudo, até ao final de abril, as reservas de voos de lazer superaram os níveis de 2019 em 25%, com as reservas de voos de lazer de curta e média distância a crescerem 25% e 27%, respetivamente. As reservas de voos de negócios também ultrapassaram, pela primeira vez em março, os níveis pré-pandemia apresentando uma trajetória de crescimento na ordem dos dois dígitos durante o mês em abril. O regresso ao trabalho foi um dos fatores que contribuiu para este crescimento.

O estudo indica, também, que os níveis recentes de despesas apontam para o crescimento das viagens em grupo. As despesas com cruzeiros aumentaram 62 pontos percentuais desde janeiro ao final de abril, embora permaneçam abaixo dos níveis de 2019. Já as despesas com transportes expresso de passageiros regressaram aos níveis pré-pandemia, embora as despesas com viagens de comboio permaneçam ainda 7% abaixo comparativamente com esse período. Também as despesas com portagens e aluguer de carros continuaram a crescer, quase 19% e 12%, respetivamente, demonstrando que as viagens de carro continuam a ser uma opção preferida por muitos.

Já os viajantes preferem gastar mais em experiências do que em compras, concluindo-se que os turistas internacionais têm vindo a gastar mais em experiências do que em compras no destino. As despesas com experiências cresceram 34% face a 2019 e as áreas com maiores aumentos foram os bares e as discotecas (72%), os parques de diversões, os museus, concertos e outras atividades recreativas (35%). Este tipo de despesas cresceu 60% em Singapura e cerca de 23% nos EUA.

Certo é que o levantamento de restrições reequilibra o mapa do turismo para 2022. A oferta e a conveniência das viagens têm sido fatores determinante na escolha dos destinos de viagem, embora o levantamento de restrições este ano em muitos destinos tenha conduzido a um regresso ao ponto de partida em grande parte do mundo, à exceção de algumas partes da Ásia- Pacífico. O resultado é que os Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Espanha e Holanda são agora os principais destinos para turistas em todo o mundo.

“Como acontece em qualquer voo, o regresso às viagens enfrentou ventos contrários e a favor. Neste ‘Grande Reequilíbrio’ que está a acontecer em todo o mundo, este tipo de movimentações é fundamental para o regresso à vida pré-pandemia”, afirma Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e chefe do Mastercard Economics Institute. “A resiliência que os consumidores têm tido para voltarem ao ‘normal’ e para recuperarem do tempo perdido deixa-nos otimistas de que a recuperação continuará a sua trajetória, mesmo que existam solavancos ao longo do caminho.”

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Hotelaria

AHP cria dois gabinetes para responder aos novos desafios dos gestores hoteleiros

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) tem agora dois novos gabinetes: o “Gabinete de Apoio à Gestão & ao Investidor” e o “Gabinete Digital”.

O objetivo destes dois gabinetes passa por “apoiar a hotelaria portuguesa na resposta aos atuais e novos desafios que se colocam aos gestores hoteleiros”, de acordo com a AHP.

Desta forma, o primeiro gabinete passa a prestar serviços especializados de consultoria para a hotelaria e para os associados da AHP, nomeadamente no apoio ao desenvolvimento e financiamento de projetos candidatos a fundos comunitários ou nacionais.

Este gabinete é assegurado pela NML Turismo, uma consultora dedicada à prestação de serviços às empresas turísticas.

Algumas das funções desta consultora passam pela elaboração e submissão de candidaturas a financiamento, desenvolvimento de planos de negócios, estudos de viabilidade, diagnósticos e assessoria na implementação.

Assinatura do protocolo com a SmartLinks

Já o Gabinete Digital resulta de um projeto da associação que surgiu em 2018, o “Hotelaria Digital by AHP”.

Uma vez que este possibilitou “às unidades hoteleiras otimizarem a presença no digital”, e após dois anos de pandemia, a associação considerou que é “especialmente indicado reforçar a performance e autonomia digital dos associados”.

O gabinete é assegurado pela SmartLinks, empresa que se dedica à prestação de serviços de consultoria e soluções digitais, nomeadamente automação, Data Analytics, criatividade, design, estratégia, campanhas, Search Engine Optimization (SEO) e Search Engine Marketing (SEM), com vista à otimização da operação hoteleira nas áreas do digital e marketing e vendas online.

“Estes gabinetes são o complemento personalizado que faltava em duas áreas cada vez mais cruciais para a hotelaria nacional. Por um lado, temos um serviço de consultoria e preparação de candidaturas a apoios financeiros. Por outro, a presença da hotelaria no mundo digital com o domínio dos novos instrumentos de comunicação e venda online é vital para que os hotéis, mais do que prosperem, sobrevivam”, afirma Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP.

A dirigente esclarece ainda em comunicado que os gabinetes “estão totalmente alinhados com os quadros de referência do PRR, PT 2030, Plano de Turismo +sustentável 20-23 e instrumentos e programas mobilizados pelo Turismo de Portugal e pelo Banco Português de Fomento”.

Numa nota final, a associação aponta que estes gabinetes asseguram o apoio e aconselhamento básicos gratuitos e a divulgação de informação e boas práticas aos associados da AHP.

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Emprego e Formação

“Gestão do Turismo e da Hospitalidade” é a nova licenciatura do IPG

O curso alia a gestão e a tecnologia ao turismo e pretende qualificar profissionais capazes de inovar num dos setores cruciais para a economia portuguesa e terá início já no próximo ano letivo 2022/2023 na Escola Superior de Turismo e Hotelaria em Seia.

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) acaba de lançar a licenciatura em “Gestão do Turismo e da Hospitalidade” que irá, segundo Joaquim Brigas, presidente da instituição de ensino, “capacitar quadros para responderem às exigências que a evolução tecnológica e a transição verde colocam às empresas e organizações do setor do turismo”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG.

Em comunicado, o IPG salienta que esta nova licenciatura tem como objetivo “responder aos desafios que a aceleração da digitalização coloca aos setores da indústria turística”. O curso alia a gestão e a tecnologia ao turismo e pretende qualificar profissionais capazes de inovar num dos setores cruciais para a economia portuguesa e terá início já no próximo ano letivo 2022/2023 na Escola Superior de Turismo e Hotelaria em Seia.

“A nova licenciatura resulta da nossa estratégia de desenvolvimento do território e de crescimento do Politécnico da Guarda, que passa, naturalmente, pela atualização da oferta curricular e o lançamento de novos cursos”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG. “A formação em ‘Gestão do Turismo e da Hospitalidade’ irá capacitar quadros para responderem às exigências que a evolução tecnológica e a transição verde colocam às empresas e organizações do setor do turismo”.

O curso terá a duração de três anos e dará conhecimentos aos estudantes em áreas como Análise e Tratamento de Dados; Mercados e Internacionalização em Turismo; Marketing Digital; Hotelaria e Restauração; e Economia e Política do Turismo. O objetivo é habilitar os profissionais para o exercício profissional autónomo, científico e tecnicamente rigoroso.

O IPG irá assegurar estágios em organizações turísticas e cadeias hoteleiras nacionais e internacionais, monitorizando o futuro profissional dos estudantes através do Gabinete de Estágios e Saídas Profissionais. A licenciatura em “Gestão do Turismo e da Hospitalidade” foi aprovada pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior – A3ES, a entidade responsável pela aprovação de novos ciclos de estudos.

“O IPG tem estado atento às tendências do setor do turismo e a acompanhar a transição digital. Recentemente foi desenvolvido o projeto “Taste Food Experience” – uma aplicação móvel que promove o turismo gastronómico na região das Beiras e Serra da Estrela – que ganhou o primeiro prémio do concurso de empreendedorismo turístico da Turismo Centro de Portugal”, refere Manuel Salgado, vice-presidente do IPG.

 

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Viagens corporate pressionadas pela sustentabilidade

Após dois anos de pandemia, antecipava-se uma evolução nas viagens de negócios. A preocupação com a sustentabilidade e redução das emissões, contudo, poderão servir de travão a essa retoma.

Depois de quase dois anos quase totalmente adormecido, o segmento de viagens de negócios está recuperar. Contudo, isso pode ser um efeito temporário, após a necessidade reprimida de reconectar pessoalmente a parceiros que estavam disponíveis apenas por meio de videochamadas, já que à medida que as grandes corporações procuram reduzir as emissões, as viagens de negócios podem vir a ser prejudicadas.

Antes da pandemia, as viagens corporativas eram uma indústria que valia 1,4 biliões de dólares (cerca de 1,31 biliões de euros). Na recente edição do Business Travel do Airline Sustainability Benchmarking Report 2021, elaborado pelo CAPA – Center for Aviation, e da Envest Global, sugere-se que este pode ser um aumento temporário, revelando que a recuperação geral das viagens de negócios será diluída, à medida que as empresas são cada vez mais pressionadas a cumprir as metas na redução nas emissões de carbono.

A necessidade de viagens de longa distância, responsável por 40% das emissões do setor da aviação, e principalmente viagens em cabine premium, será cada vez mais escrutinada. Isto sem falar nas análises feitas pelos CFO (Chief Executive Officer) no dinheiro que pode ser economizado ao reduzir o número de funcionários a viajar pelo mundo.

No relatório, a Envest Global identificou um padrão emergente consistente. Das mais de 100 corporações que estão entre os viajantes corporate mais proeminentes em todo o mundo, um terço estabeleceu metas de redução de emissões.

Os objetivos traçados devem ser atingidos entre 2025 e 2030, muito tempo antes de o combustível de aviação sustentável (SAF) se tornar suficientemente disponível ou as tecnologias de propulsão de emissão zero se tornem uma realidade comercial.

Os analistas admitem que as empresas estão a ser cada vez mais responsabilizadas por investidores preocupados com relatórios ESG, de modo a garantir que as metas de sustentabilidade sejam alcançadas. Isso significa que o setor aéreo enfrentará um desafio real à medida que essas pressões aumentam.

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Air France-KLM inicia codeshare com IndiGo

Anunciado em dezembro de 2021, o acordo de codeshare entre Air France, KLM e IndiGo dá acesso a 30 novos destinos na Índia por parte do grupo europeu e mais de 300 destinos aos clientes da companhia aérea indiana.

Depois do levantamento das restrições de viagem na Índia e da aprovação pelo Governo indiano, a Air France-KLM e a IndiGo, principal companhia aérea da Índia, acabam de implementar o acordo de codeshare anunciado em dezembro de 2021.

Com esta nova parceria, a Air France e KLM vão poder oferecer o acesso a 30 novos destinos na Índia, com muitas combinações possíveis de ida e volta, tanto em viagens de lazer como de negócios.

Em comunicado, informa-se que os voos das Air France, KLM e IndiGo vão poder ser “agregados numa única reserva e os membros do programa de fidelização Flying Blue também podem acumular milhas em todas as rotas cobertas pelo acordo”.

De referir que a Air France e a KLM já servem quatro destinos na Índia a partir dos seus hubs em Paris e Amesterdão: Deli, Mumbai, Chennai e Bangalore.

Os clientes da IndiGo que viajam a partir de várias regiões na Índia vão aceder à rede mundial da Air France e da KLM com mais de 300 destinos, incluindo mais de 120 na Europa e cerca de 50 nas Américas.

Os voos codeshare já estão disponíveis para reserva em airfrance.pt, klm.pt e IndiGo em alguns destinos selecionados, sendo que, até ao verão, serão ampliadas as vendas para todos os 30 destinos previstos.

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Transportes

Tráfego aéreo entre EUA e Europa aumenta 1.003% em abril de 2022 face a 2021

O mês de abril registou um assinalável aumento dos voos entre os EUA e a Europa. No total, voaram 4,29 milhões de pessoas entre os dois destinos, correspondendo a um crescimento superior a 1.000% face a igual mês de 2021.

O tráfego aéreo dos EUA de e para a Europa atingiu o pico de 4,29 milhões de passageiros, representando um aumento de 1.003% em relação a abril de 2021, revelou o National Travel and Tourism Office (NTTO).

Em comunicado, a NTTO revela os principais países para onde os americanos viajaram no mês de abril de 2022, aparecendo o México em primeiro lugar (3,09 milhões), seguido do Canadá (1,68 milhão), Reino Unido (1,19 milhão), República Dominicana (793.000) e Alemanha (653.000).

Os dados da Statista revelam, por sua vez, que o número de viagens de saída dos Estados Unidos para a Europa, em 2020, foi de 2,32 milhões para a Europa Ocidental seguida pelo Norte da Europa com 2,03 milhões de viagens, enquanto os destinos do sul da Europa e do Mediterrâneo contaram com cerca de 1,66 milhão de voos operados. Além disso, a Europa Central e Oriental registaram o menor número de viagens operadas, cerca de 620.000.

Por outro lado, o número de visitantes aos Estados Unidos provenientes dos países da Europa Ocidental atingiu o pico de 14,56 milhões antes do início da pandemia. Em 2020, esse número caiu 85%, atingindo somente os 2,22 milhões, para cair ainda mais para 1,7 milhão, em 2021.

No ano passado, o número de europeus ocidentais que viajaram viajando para a UE caiu 23,4% em comparação com 2020 e 88,3% em relação aos níveis pré-pandemia.

O maior recorde de visitas de europeus aos Estados Unidos na última década foi registado em 2015, com um total de 14,8 milhões de visitantes, conforme revelam os dados da Statista.

Os dados da NTTO mostram ainda que as chegadas e partidas de passageiros internacionais atingiram quase a 15,5 milhões, em abril de 2022, representando um aumento de 167% em relação ao período correspondente de 2021. No entanto, os dados indicam que o número de passageiros atingiu 73% dos níveis pré-pandémicos.

Os principais aeroportos a operar voos internacionais foram Nova Iorque (JFK) com 2,15 milhões de chegadas e partidas, seguido por Miami (MIA) com 1,77 milhão, Los Angeles (LAX) com 1,27 milhão, Newark (EWR) com 1,03 milhão e Chicago (ORD) com 860.000.

Além disso, os aeroportos estrangeiros mais frequentados pelos norte-americanos foram Cancun (CUN) com 1,1 milhão, London Heathrow (LHR) com 1,06 milhão, Toronto (YYZ) com 738.000, e Cidade do México (MEX) com 606.000 e Paris (CDG) com 581.000.

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Comparticipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta já foi aprovada

Proposta prevê que o executivo promova “os procedimentos necessários para a viabilização da antecipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta, de modo a garantir a sua certificação enquanto aeroporto internacional”.

A votação na especialidade do Orçamento do Estado 2022 (OE2022), que decorreu segunda-feira, 23 de maio, na Comissão de Orçamento e Finanças, aprovou a comparticipação pelo Governo, através da empresa pública NAV Portugal, do pagamento do projeto execução de ampliação da pista do aeroporto da Horta, para lançamento do concurso.

De acordo com a Lusa, a votação aprovou uma proposta do Partido Socialista (PS) que visa a alteração sobre a ampliação da pista do aeroporto da Horta, contando com os votos a favor de todos os partidos à exceção da Iniciativa Liberal, que se absteve.

A Lusa lembra também que a proposta Orçamento já previa que o executivo promova “os procedimentos necessários para a viabilização da antecipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta, de modo a garantir a sua certificação enquanto aeroporto internacional, de acordo com as normas da Agência Europeia para a Segurança da Aviação”.

“O Governo comparticipa, através da empresa pública NAV Portugal, o pagamento do projeto execução de ampliação da pista do aeroporto da Horta, para lançamento do respetivo concurso, a executar nos termos definidos pelo Grupo de Trabalho para o Estudo e Avaliação da Melhoria da pista do Aeroporto da Horta”, acrescenta a iniciativa socialista.

Recorde-se que os deputados começaram esta segunda-feira a votar, na especialidade, a proposta do OE2022 e as cerca de 1.500 propostas de alteração apresentadas pelos vários partidos, sendo que a discussão do documento na especialidade vai estende-se por toda a semana, com debate de manhã e votações à tarde. A votação final global está agendada para sexta-feira, dia 27 de maio.

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SEF reforça dispositivos nos aeroportos durante o verão

Reforço visa “fazer face ao previsível aumento exponencial do desembarque de passageiros no período do verão, que coincide com a realização da 2.ª Conferência dos Oceanos das Nações Unidas em Portugal”.

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) anunciou que vai reforçar, a partir de hoje e até 31 de outubro, o seu dispositivo nos aeroportos nacionais, usando meios próprios e o apoio da PSP para aumentar a capacidade de controlo das fronteiras.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado do SEF, o apoio da PSP foi pedido para “fazer face ao previsível aumento exponencial do desembarque de passageiros no período do verão, que coincide com a realização da 2.ª Conferência dos Oceanos das Nações Unidas em Portugal”.

“É, assim, essencial reforçar a capacidade do SEF no controlo das fronteiras externas da União Europeia, garantindo a segurança do Espaço Schengen e promovendo a desejada fluidez no processamento dos passageiros que entram e saem do país através das fronteiras aéreas”, adianta o comunicado.

O apoio operacional da PSP ao SEF será “assegurado por agentes habilitados com formação ministrada por formadores do SEF, no quadro do processo de reestruturação em curso”, que prevê a extinção do SEF e a distribuição de competências e efetivos pela PSP, GNR, Polícia Judiciária, Instituto de Registos e Notariado e por um novo organismo a ser criado, a Agência Portuguesa para as Migrações e Asilo (APMA).

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Hertz passa a integrar pacotes turísticos do operador NARAT para os Açores

A Hertz Portugal estabeleceu uma parceria com o operador turístico NARAT que prevê que a oferta da empresa de rent-a-car passe a estar integrada nos pacotes turísticos do operador para os Açores.

A Hertz Portugal estabeleceu uma parceria com o operador turístico NARAT que prevê que a oferta da empresa de rent-a-car passe a estar integrada nos pacotes turísticos do operador para os Açores, informou a rent-a-car em comunicado.

“Com esta parceria, a Hertz passa a integrar a oferta dos pacotes turísticos independentes lançados a preços acessíveis pelo operador NARAT, nos quais a operadora aérea SATA também faz parte, para as Ilhas dos Açores direcionados para os turistas canadianos”, indica a Hertz.

No comunicado enviado à imprensa, Duarte Guedes, CEO da Hertz Portugal, revela que a empresa de rent-a-car está “entusiasmada” com esta parceria e considera que a Hertz é a escolha certa para conhecer as ilhas açorianas, “devido à enorme diversidade disponível de modelos de veículos”.

“Queremos desenvolver uma relação bem-sucedida com o NARAT ao agradar os clientes canadianos que visitam Portugal”, afirma o responsável.

Os pacotes do operador turístico NARAT têm como público alvo os viajantes independentes que procuram programas de aventura, liberdade e flexibilidade, com uma ótima experiência de destino.

No caso dos Açores, os pacotes turísticos têm uma duração de 9 a 14 dias e apresentam preços a partir de 2.920 dólares, incluindo voos de ida e volta desde Toronto, voos domésticos, aluguer de automóveis Hertz, alojamento e acesso a locais históricos.

Os pacotes turísticos do operador NARAT abrangem várias ilhas açorianas, desde São Miguel, Pico e Terceira, até às ilhas mais pequenas, como as Flores e o Faial, e permitem ainda estender a viagem até Portugal Continental.

 

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