Assine já
Destinos

American Express lança novos mapas do Porto e Lisboa

No âmbito do estudo InspiredBy, este projecto visa demonstrar os locais de eleição das duas cidades.

Publituris
Destinos

American Express lança novos mapas do Porto e Lisboa

No âmbito do estudo InspiredBy, este projecto visa demonstrar os locais de eleição das duas cidades.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
Turismo de Portugal cria Curso Executivo em Turismo de Luxo
Homepage
Não haverá festas populares até agosto
Destinos
Lisboa e Portugal em destaque nas plataformas de reserva turística
Alojamento
Ryanair com mais 26 rotas de e para Portugal este inverno
Homepage

No âmbito do estudo InspiredBy, a American Express irá lançar dois novos mapas do Porto e Lisboa, de forma a demonstrar os locais de eleição das duas cidades.

Com a participação dos cinco bloggers Sancha Trindade (A Cidade na Ponta dos Dedos), Maria Guedes (Stylista), Isabel Rafael (Cinco Quartos de Laranja), Ana Sofia Martins (Universo da Ana Sofia) e Bruno Claro (Correr Lisboa), o estudo pretende mostrar os locais de eleição nas áreas da cultura, moda, gastronomia, música e lifestyle, e fitness e bem-estar, através destes dois mapas.

Esta medida surge no resultado da investigação InspiredBy, em que cerca de 98% dos portugueses admite que explorar a cidade onde vivem é uma grande fonte de inspiração no seu quotidiano, no entanto, 30% ainda não a exploraram totalmente.

Ainda segundo a investigação, 53% dos portugueses referiram que são os locais inesperados os que mais os inspiram, em detrimento dos principais pontos turísticos.

No entanto, mais de um terço dos portugueses (36%) revelou sentir-se preso à sua zona de conforto, nomeadamente por optarem por ficar na sua área de residência (32%) ou por falta de tempo para explorar novos locais (30%).

Este estudo, desenvolvido pela American Express, surge para melhor compreender a relação que os portugueses têm com as cidades onde vivem e, para tal, em parceria com os cinco bloggers, serão criados mapas para Lisboa e Porto que permitem os habitantes desfrutarem da sua cidade.

Os mapas InspiredByestão disponíveis na página de Facebook da American Express em: https://www.facebook.com/AmericanExpressPortugal.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Transportes

Nova greve da tripulação “seria um desastre” para a TAP

Segundo a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, a realização de uma nova greve poderia colocar em causa os resultados positivos que a companhia aérea registou no terceiro trimestre do ano.

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, afirmou esta quarta-feira, 2 de novembro, que a convocação de uma nova greve da tripulação de cabine da companhia aérea “seria um desastre” para a TAP, uma vez que colocaria em causa todo o trabalho de reestruturação da companhia aérea que tem vindo a ser realizado e que trouxe mesmo um regresso aos lucros no terceiro trimestre do ano.

“Uma greve seria um desastre porque afeta todo o trabalho que tem sido feito por todos, depois de um terceiro trimestre que veio provar que estamos certos e que este é o caminho certo para reconstruir o orgulho nesta companhia”, afirmou a responsável, quando confrontada com a hipótese de greve por parte da tripulação de cabine da TAP, que vai decidir se avança para a paralização esta quinta-feira, 3 de novembro.

Christine Ourmières-Widener diz não compreender a intenção de greve, até porque os cortes salariais chegam a todos os funcionários da TAP e só com diálogo será possível chegar a um consenso.

“Não entendo a greve, percebo que é difícil aceitar que todos os nossos funcionários tenham cortes, mas é esse o plano e o acordo de emergência foi assinado pelos sindicatos em 2021, não foi há muito tempo”, lembrou.

Por isso, a CEO da TAP diz estar disponível para se sentar à mesa com os sindicatos e discutir um novo acordo de empresa, mas sem ações que venham a colocar em causa os resultados e o futuro da empresa.

“Uma greve nunca é boa para qualquer organização e penso que o diálogo que precisamos de ter não deve incluir este tipo de ações, mas não é algo que me caiba a mim decidir. Penso que nos devemos sentar e ver o que é possível fazer”, acrescentou, defendendo que, apesar da greve ser um direito, este “não é o melhor momento” para avançar para uma paralização.

Recorde-se que a TAP apresentou esta quarta-feira, 2 de novembro, os resultados do terceiro trimestre do ano, ao longo do qual a companhia aérea alcançou um lucro de 111 milhões de euros, valor que compara com os 134 milhões de euros de prejuízo registado em igual período do ano passado.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Transportes

Interesse de companhias estrangeiras deve ser motivo de “satisfação e orgulho” para a TAP

Para a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, o interesse manifestado por companhias aéreas estrangeiras mostra que há “um valor real porque estas empresas estão a dedicar tempo e dinheiro ao olharem para a TAP”.

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, considerou esta quarta-feira, 2 de novembro, que o interesse manifestado na companhia aérea de bandeira nacional por transportadoras estrangeiras deve ser um motivo de “satisfação e orgulho” para a TAP, uma vez que mostra que a companhia aérea tem um “valor real”.

“Penso que devemos estar todos satisfeitos e orgulhosos por ver que alguns players externos estão interessados nesta maravilhosa empresa”, afirmou a CEO da TAP, durante a conferência de imprensa de apresentação dos resultados do terceiro trimestre, período ao longo do qual a TAP conseguiu regressar ao lucros.

Sem querer comentar manifestações de interesse concretas, Christine Ourmières-Widener considerou, no entanto, que o facto de haver interessados mostra que a TAP tem “um valor real porque estas empresas estão a dedicar tempo e dinheiro ao olharem para a TAP”.

“No final, aquilo que esperamos é que haja uma decisão”, acrescentou a responsável, indicando que não sabe se o interesse manifestado se vai mesmo concretizar, até porque não é a administração da TAP a conduzir o processo, mas sim o Estado, que é atualmente dono da companhia aérea.

“Não nos cabe a nós decidir quem será a melhor noiva, ou como lhe queiram chamar, para a TAP”, afirmou ainda a CEO da TAP, garantindo que, por parte da administração da companhia aérea, há toda a disponibilidade para colaborar com os interessados.

Recorde-se que, nas últimas semanas, tem vindo a público o interesse de várias companhias aéreas e grupos de aviação estrangeiros na TAP, a exemplo da Air France-KLM, cujo CEO, Ben Smith, admitiu o interesse na aquisição da companhia aérea de bandeira nacional, “se as circunstâncias forem as adequadas”.

Além da Air France-KLM, há rumores de que também a Lufthansa estará em conversações com vista à aquisição da companhia aérea e, nos últimos dias, foi ainda conhecido o interesse do IAG, grupo de aviação que detém a British Airways e a Iberia, na transportadora portuguesa.

 

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Hotelaria

Mama Shelter planeia seis novos hotéis para 2023 e 2024

Algumas das novas unidades representam a estreia da marca em países como Emirados Árabes Unidos, Colômbia e Suíça.

A marca de hotéis francesa Mama Shelter tem em vista novos planos de expansão para 2023 e 2024, acrescentando seis hotéis ao portfólio até ao final de 2024.

Estes ficarão distribuídos entre três cidades francesas, além dos Emirados Árabes Unidos, Colômbia e Suíça. Em comunicado de imprensa, a marca garante que “cada hotel prestará homenagem à cultura local, mantendo ao mesmo tempo as características divertidas e criativas” do Mama Shelter.

Com abertura prevista para março de 2023, o Mama Shelter Rennes será o nono hotel da marca em França e o 17.ª a nível mundial. A unidade vai estrear o primeiro Mama Skin Spa da marca, além do primeiro rooftop bar da cidade de Rennes, com vista para as torres medievais. Localizado a poucos passos da Place des Lices, o hotel terá 119 quartos, cinco workshops, um restaurante, uma piscina e várias salas de karaoke.

Mama Shelter Dijon

Já em junho de 2023 terá lugar a abertura do Mama Shelter Dijon, também em França. Com 120 quartos distribuídos por cinco andares, a unidade contará com um restaurante, um cinema privado – o CineMama – e um campo de petanca.

Para o final de 2023, a marca antecipa a abertura do Mama Shelter Dubai, a sua estreia no Médio Oriente. A unidade contará com 197 quartos e 204 apartamentos, uma gama de refeitórios, um terraço com quatro piscinas e um CineMama ao ar livre. Como a marca indica em comunicado, este “será um Mama larger-than-life, que personificará a ideia de um resort no coração da cidade, recordando as origens da família Trigano que fundou o grupo Mama Shelter e cofundou o Club Med”.

Aberturas da Mama Shelter para 2024 totalizam 430 quartos

No início de 2024 a marca prevê a abertura do Mama Medellín, na Colômbia. Localizado na zona de El Poblado, o primeiro hotel Mama Shelter colombiano terá 150 quartos, um restaurante, um bar, mais de 3.000 metros quadrados de espaço de coworking, 500 metros quadrados de salas de reuniões e uma piscina no rooftop.

Em junho de 2024 o Mama Shelter viaja até à Riviera Francesa para a abertura do Mama Shelter Nice, que ficará a 600 metros do Porto Antigo da cidade e contará com 102 quartos.

Por fim, a Mama Shelter planeia a primeira abertura na Suíça para novembro de 2024, com o Mama Zurich. Localizado no bairro comercial de Oerlikon, a unidade contará com 178 quartos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Alojamento turístico cresce em hóspedes e dormidas em setembro e fica acima de 2019

Em setembro, o alojamento turístico nacional registou 2,9 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, subidas de 41,3% e 37,4% face a igual mês de 2021 e de 0,2% e 0,7% em comparação com mês homólogo de 2019.

No passado mês de setembro, o setor do alojamento turístico nacional registou 2,9 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, valores que traduzem subidas de 41,3% e 37,4% face a igual mês de 2021 e de 0,2% e 0,7%, respetivamente, em comparação com mês homólogo de 2019, antes da chegada da pandemia, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com as estatísticas rápidas de setembro do INE, as dormidas aumentaram em todas as categorias de alojamento, tendo as dormidas do alojamento local, que representaram 13,6% do total, sido as que apresentaram maior subida, aumentando 40,0% face a setembro de 2021, ainda que, em comparação com o mesmo mês de 2019, se continue a registar um decréscimo de 6,3%.

Já as dormidas na hotelaria, que representaram 82,6% do total de dormidas de setembro, aumentaram 38,0% face a setembro de 2021, numa tendência que se mantém também na comparação com mês homólogo de 2019, em que há um aumento de 0,8%.

As dormidas nos estabelecimento de turismo no espaço rural e de habitação também apresentaram, em setembro, uma tendência positiva e cresceram 19,1%, tendo representado 3,9% do total. Este é, contudo, o tipo de alojamento que melhor desempenho apresentou face a setembro de 2019, já que as dormidas nestes estabelecimento subiram, em setembro, 30,5% em comparação com o mesmo mês do último ano antes da pandemia.

Os dados do INE  mostram também que, em setembro, o mercado interno contribuiu com 2,4 milhões de dormidas, o que traduz uma descida de 3,1% face ao mesmo mês do ano passado, enquanto os mercados externos, cujas dormidas representaram 68,2% do total, somaram 5,2 milhões de dormidas, num aumento de 70,7% face a setembro de 2021.

“Comparando com setembro de 2019, as dormidas de residentes aumentaram 10,0% e as de não residentes diminuíram 3,2%”, indica o INE, sublinhando que, em setembro, 15,9% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes, quando em igual período do ano passado esta percentagem era de 21,6%.

Residentes em destaque no acumulado até setembro

No acumulado dos primeiros nove meses do ano, as dormidas somam já um crescimento de 113,0%, incluindo um aumento de 27,3% nos residentes e +222,3% nos não residentes, ainda que, segundo o INE, tenham descido 2,4% face ao mesmo período de 2019, principalmente devido à descida entre os não residentes, onde este indicador desceu 7,0%, enquanto as dos residentes subiram 8,0%.

No terceiro trimestre do ano, houve ainda um aumento de 48,8%, que corresponde também a uma subida de 2,9% face ao mesmo período de 2019, com destaque para as dormidas dos não residentes, que subiram 108,3%, ainda que, em comparação com o mesmo período de 2019 se continue a registar uma descida de 0,8%.

Já as dormidas dos residentes desceram 3,6% face ao terceiro trimestre de 2021, mas estão 10,8% acima do que tinha sido registado no mesmo trimestre de 2019.

Por mercados, o britânico, que representou 21,1% do total das dormidas de não residentes em setembro, apresentou, neste mês, uma descida de 3,2%
relativamente a setembro de 2019, enquanto as dormidas de hóspedes alemães, que representaram 12,0% do total, desceram 11,9% e as dos espanhóis, que representaram 9,3% do total, diminuíram 0,3%.

“A maioria dos mercados registou diminuições face a setembro de 2019, destacando-se os mercados brasileiro (-21,4%) e sueco (-14,8%)”, acrescenta o INE.

Em sentido contrário esteve o mercado dos EUA, cujas dormidas representaram 8,7% do total e que se destacou em setembro, evidenciando um aumento de 38,2% face a igual mês de 2019. Além dos EUA, também o mercado checo aumentou 30,3% em setembro.

Por regiões, o INE indica que, “em setembro, registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, tendo o Algarve concentrado 30,4% das dormidas, seguindo-se a AM Lisboa (24,5%) e o Norte (16,2%).

Face a igual mês de 2019, apenas o Algarve e o Centro registaram decréscimos (-9,2% e -3,3%, respetivamente), enquanto os maiores aumentos ocorreram na RA Madeira (+17,0%), seguida do Norte (+8,7%) e RA Açores (+8,2%).

O INE diz ainda que, relativamente às dormidas de residentes, “observaram-se aumentos em todas as regiões”, com destaque para a RA Madeira (+64,3%), a AM Lisboa (+13,0%) e o Alentejo (+11,0%).

Já nas dormidas de não residentes, houve aumentos na RA Açores(+12,5%), RA Madeira (+8,8%), Norte (+8,6%) e AM Lisboa (+0,8%), enquanto o Centro (-15,4%), Algarve (-13,2%) e Alentejo (-5,9%) apresentaram descidas.

Em setembro, a estada média diminuiu 2,7% e ficou nas 2,65 noites, com destaque para os não residentes, cuja estada média foi de 2,94 noites, depois de uma redução de 6,5%. Ainda assim, entre os residentes, a descida foi mais pronunciada e chegou aos 6,8%, ficando nas 2,18 noites.

Na RA Madeira e no Algarve, as estadas médias continuaram a atingir os valores mais elevados e chegaram ao estadas médias de 4,87 e 4,03 noites, respetivamente, com o INE a destacar também o Norte (+2,3%) e a AM Lisboa (+1,6%).

Cenário diferentes registou-se nas outras regiões do país, com  o INE a referir que “todas as restantes regiões apresentaram decréscimos na estada média”.

 

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Free Stock photos by Vecteezy
Turismo

Sustentabilidade e certificação dos destinos turísticos em discussão no Porto

Durante um dia, a sustentabilidade e a certificação dos destinos turísticos estarão em debate, num evento organizado pela Th1nk e o ISAG.

A Th1nk, consultora de estratégia e de negócio no Turismo, que atua em áreas como a certificação, o marketing e a produção de eventos, em parceria com o ISAG – European Business School (Porto), organiza na quinta-feira, 3 de novembro, uma conferência dedicada à “Sustentabilidade e a Certificação dos Destinos Turísticos”, no Auditório Consuelo Viera da Costa do ISAG-EBS, no Campos Salazares, no Porto.

Elvira Vieira, diretora-geral da instituição de Ensino Superior, que terá a cargo a sessão de abertura do evento, juntamente com a Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, explica que ao longo do dia, três painéis de oradores “com responsabilidades de grande relevo e visões claras sobre o Turismo” irão contribuir para o debate.

“Os destinos turísticos – a importância da certificação” será o primeiro tema em debate, com um painel que conta, entre outros, com representantes do Turismo Porto e Norte e do Turismo do Centro. A Coordenadora da Licenciatura em Turismo do ISAG-EBS, Susana Mesquita, conduzirá a conversa que irá destacar os parâmetros de atribuição da certificação e também a sua importância crescente para o Turismo em diversas regiões, nomeadamente, as do interior.

O segundo painel, dedicado ao “Turismo Sustentável enquanto motor/fator de desenvolvimento local/regional”, terá o Centro Estratégico de Inovação Territorial e CIM do Tâmega e Sousa, entre as entidades representadas e contará com moderação de Manuel Sousa, docente do ISAG-EBS. A importância do Turismo Sustentável como força de um mercado progressivamente mais exigente e atento será colocada em epígrafe, bem como as estratégias locais e regionais que o situem lado a lado com um crescimento social e económico, fundamental para os municípios.

A terminar o evento, dá-se lugar à “Promoção de destinos turísticos – evolução e boas práticas”, focando o debate nas estratégias de marketing que muitas cidades do mundo têm adotado para se autovalorizarem e distinguirem no mapa. O Turismo de Portugal será uma das presenças de destaque, numa conversa moderada pelo docente do ISAG-EBS Joel Cleto.

Para Pedro Mendes, Managing Partner da Th1nk, “o desafio de criar este evento nasceu da ambição de promover estratégias de valorização territorial, proporcionando, por um lado, uma visão altamente especializada do setor e, por outro lado, dando voz aos próprios destinos turísticos, para que se inspirem uns aos outros pelas suas histórias, práticas e experiências”.

Este responsável da Th1nk diz ainda que “o processo de certificação de um destino é criterioso e exigente, mas queremos, neste evento, desmistificá-lo, através da partilha da experiência de territórios portugueses que têm vindo a trabalhar neste sentido”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hyatt Regency Lisboa
Atualidade

Hyatt Regency Lisboa abre portas após período em soft opening

O empreendimento de cinco estrelas superior, a cargo da United Investments Portugal, combina a componente hoteleira e de investimento.

O Hyatt Regency Lisboa, localizado em Belém, abriu portas esta quarta-feira, após um período de soft opening. Este novo empreendimento de cinco estrelas superior, a cargo da United Investments Portugal, combina a componente hoteleira e de investimento.

A unidade conta com 204 quartos, dos quais 105 são suítes, cuja decoração inspira-se nos descobrimentos portugueses e nas influências contemporâneas de Lisboa, com elementos em tons de azul e madeira de carvalho. As tipologias de alojamento vão desde os quartos Queen até às Regency Suites de três quartos, que dispõem de varandas privativas e sala de estar com área de jantar.

O projeto aposta em quatro experiências gastronómicas e um bar, em espaços distintos. Por enquanto, encontram-se em funcionamento dois dos quatro restaurantes do empreendimento: o VISERVERSA, um restaurante e bar ao estilo ‘grand-café’ aberto todo o dia e o ZEST, situado em frente ao jardim privativo, onde é possível almoçar ou lanchar de forma rápida opções saudáveis confecionadas com ingredientes locais frescos.

Para “breve” está a inauguração de um “restaurante de topo” no piso térreo, com acesso independente ao hotel, bem como um rooftop com uma vista panorâmica para o rio Tejo – que, por enquanto, está apenas disponível para grupos e eventos.

Serviços do empreendimento incluem spa e ginásio

Por cima do restaurante VISEVERSA encontra-se o VISTA, um espaço multiusos onde é possível trabalhar, ter uma reunião rápida ou ler, sendo também o “espaço ideal para eventos, apresentações ou lançamento de produtos”, de acordo com a unidade.

A pensar no mercado de eventos, o Hyatt Regency Lisboa conta com uma área total de reuniões com cerca de 420 metros quadrados. A sala de reuniões principal, com 220 metros quadrados, pode também ser dividida em quatro grandes salas, com 42 metros quadrados.

A abertura do Hyatt Regency Lisboa marca ainda a chegada do Serenity – The Art of Well Being à capital, um espaço com mais de 1000 metros quadrados onde os clientes podem encontrar nove salas para tratamentos individuais ou em casal, um Oásis Termal e uma zona especial, a Aurum Suite.

O empreendimento conta ainda com um espaço ACTIVE, que inclui um ginásio e dois estúdios de fitness para aulas, equipados com produtos da Technogym. Este pode ser frequentado tanto por hóspedes como clientes externos, com a possibilidade de acesso a um membership exclusivo, com condições especiais.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Meliá Hotels International
Hotelaria

Meliá Hotels International acrescenta dois novos hotéis no México ao portefólio

A marca Gran Meliá abrirá o seu primeiro hotel no México, na Riviera Nayarit. Já a marca ME by Meliá aposta num segundo hotel no país, em Guadalajara.

A Meliá Hotels International passará a contar com dois novos hotéis no México. A marca Gran Meliá Hotels & Resorts abrirá o primeiro hotel no México, enquanto a ME by Meliá abrirá o segundo hotel no país.

A marca de luxo Gran Meliá vai inaugurar o novo hotel em Rivera Nayarit. Localizado à beira do Oceano Pacífico, a 70 quilómetros do aeroporto, o futuro Gran Meliá em Rivera Nayarit irá oferecer 180 quartos e suítes, além de “todas as comodidades necessárias para uma experiência de puro luxo”, como o grupo assegura em comunicado.

Após a abertura do ME Cabo Hotel, o segundo hotel da marca ME by Meliá no México estará localizado em Guadalajara e será a primeira unidade hoteleira urbana da marca no país. O ME Guadalajara vai disponibilizar 150 quartos e suítes, além de espaços como uma piscina no rooftop. Em linha com outros hotéis ME, o grupo explica que “o ME Guadalajara irá também oferecer uma ampla variedade de experiências gastronómicas”.

A Meliá Hotels International justifica o investimento destas novas aberturas no México com o facto de o “país viver um período de crescimento e desenvolvimento turístico em todos os seus destinos, tanto urbanos como de resort”. Como explica, “o país superou em 2022 o número de turistas internacionais recebidos em 2019”, sendo o “destino preferencial para viajantes dos Estados Unidos, Canadá e outros países das Américas, como a Colômbia”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
hotel Martinhal Cascais
Sem categoria

Elegant Group vende hotel Martinhal Cascais à Onyria

O grupo justifica a decisão com o facto de pretender focar-se “na diversificação e novos negócios em Portugal”.

A família Pinto Coelho, anterior proprietária do hotel Martinhal Cascais e proprietária das marcas Onyria Golf Resorts, Onyria Quinta da Marinha Hotel e Onyria Quinta da Marinha Golf, contactou a família Stern, detentora do Elegant Group, para adquirir o hotel e voltar a integrá-lo na sua carteira de negócios na Quinta da Marinha.

Chitra e Roman Stern aceitaram a oferta de compra no passado mês de outubro, sendo que a entrega da propriedade terá lugar a 8 de janeiro de 2023. Em comunicado, os responsáveis pelo Elegant Group asseguram que o Martinhal Cascais “continuará a ser um cinco estrelas de topo, onde colaboradores e hóspedes serão tratados com o maior respeito e cuidado”.

A família Pinto Coelho é proprietária do campo de golfe desde 1985 e do hotel da Quinta da Marinha desde 1999. Por essa razão, a família Stern afirma em comunicado que “tendo em mente as outras propriedades e negócios do grupo Onyria na Quinta da Marinha, este hotel faz todo o sentido para o portefólio da marca”.

Numa nota final, o Elegant Group afirma que “continuará a procurar outras oportunidades para a marca Martinhal, bem como outros projetos imobiliários em Portugal”, assegurando que “não tem planos para vender as outras propriedades”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

Solférias reforça aposta no destino Egito para o Verão 2023

Com voo direto já programado a partir do Porto com destino a Hurghada, a Solférias reforça o compromisso de antecipar o lançamento da sua programação para o Verão de 2023.

Reforçando o seu compromisso de antecipar o lançamento da sua programação para os diversos destinos e principais épocas de viagem para viajantes nacionais, a Solférias continua a disponibilizar a sua programação para o Verão de 2023, desta vez com o lançamento da sua programação especial para Hurghada, no Egito.

Segundo a Solférias, “este destino tem vindo a ganhar nos últimos anos, uma nova relevância nas preferências dos portugueses no momento de elegerem o seu destino para as suas férias de Verão”.

Assim, para o Verão 2023, está já programado um voo direto Porto / Hurghada, com partidas às segundas-feiras, de 5 de junho a 11 de setembro, com preços a partir de 1.065 euros por pessoa, para 7 noites em regime de tudo incluído.

Para além deste primeiro voo especial, a Solférias mantem uma oferta alargada de programas para o Egito, incluindo estadias em Sharm El Sheikh, combinados Cairo com praia ou cruzeiros no Nilo de 3 e 4 noites.

Em comunicado, a Solférias diz “manter a convicção que esta antecipação da oferta vai aumentar ainda mais a capacidade dos agentes de viagem, em responder à crescente procura dos viajantes nacionais em reservar as suas férias atempadamente, reforçando o seu compromisso de continuar a apresentar as melhores ofertas para os melhores destinos, com a maior segurança e com os preços mais competitivos”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

TAP regressa aos lucros no 3.º trimestre do ano

A TAP obteve, no terceiro trimestre de 2022, lucros superiores a 111 milhões de euros face aos prejuízos de 134 milhões de igual período de 2021. O resultado operacional também registou uma melhoria e passou de 46 milhões negativos para 141 milhões positivos.

A TAP obteve um resultado líquido positivo de 111,3 milhões de euros no terceiro trimestre de 2022, correspondendo a uma subida de 182,8% face aos 134,5 milhões de euros negativos registados em igual período de 2021, referindo a companhia que estes números foram “impulsionados por fortes resultados operacionais e efeitos positivos da implementação da política de cobertura cambial”.

Em termos de receitas operacionais, a TAP revela, em comunicado, que atingiu 1.118 milhões de euros, mais 152,2% que no terceiro trimestre do ano transato, período em que registou 443,7 milhões de euros, excedendo, assim, os níveis pré-crise em 7,5%.

Em termos de EBIT (resultados operacionais), a companhia aérea nacional obteve 141 milhões de euros, correspondendo a uma subida de 187%, enquanto o EBITDA passou de 65,5 milhões de euros para 268,5% milhões de euros, ou seja, uma subida de quase 203%.

Em comunicado, Christine Ourmières-Widener, Chief Executive Officer da TAP, refere que a companhia está “a confirmar a solidez do seu desempenho no terceiro trimestre, com todas as métricas financeiras acima dos níveis pré-crise, apesar do aumento dos custos de combustível”.

Para o quarto e último trimestre do ano, a CEO da TAP salienta que “a procura mantém-se bastante forte, suportando as expectativas de um bom resultado acumulado até final do ano”.

Já para 2023, Christine Ourmières-Widener admite que “a visibilidade é, no entanto, ainda limitada e, atendendo às incertezas da atual conjuntura, é cada vez mais crucial que mantenhamos o foco no nosso plano estratégico, o qual tem, até agora, provado ser eficaz”.

Assim, refere que os próximos passos decisivos a tomar são: “levar a cabo discussões produtivas com os nossos parceiros laborais para a criação de Acordos Coletivos de Trabalho mais modernos, melhorar as nossas operações e a qualidade do nosso serviço com o envolvimento de todos os stakeholders, a constante negociação de todos os nossos contratos com terceiros e a cuidada preparação do próximo ano”.

Ainda relativamente ao terceiro trimestre de 2022, o número de passageiros transportados duplicou, em comparação com o mesmo período de 2021, atingindo 85% dos níveis do terceiro trimestre de 2019. Adicionalmente, durante este período, a TAP operou uma vez e meia o número de voos do terceiro trimestre de 2021, ou 81% das partidas do terceiro trimestre de 2019.

Quanto aos custos com combustível, a TAP refere que estes triplicaram, “aumentando em 269,9 milhões de euros numa base anual para 371,9 milhões de euros”, frisando a companhia que. “apesar de ter gerado um efeito positivo de 15,9 milhões de euros, a estratégia de cobertura apenas conseguiu reduzir de forma marginal o efeito dos preços de mercado do jet fuel mais elevados, que contribuíram com 153 milhões de euros para o aumento do custo com combustível”.

Durantes o terceiro trimestre, a TAP transportou 4,320 milhões de passageiros, mais 2.214 milhões que em igual período de 2021, correspondendo a uma subida de 105,1%

Já no que diz respeito ao acumulado do ano, até 30 de setembro de 2022, as receitas operacionais atingiram 2.440,1 milhões de euros, mais 195,1% do que nos primeiros nove meses de 2021. Juntamente com o maior nível de atividade (ASK aumentou em 135%), também os custos operacionais recorrentes registaram um aumento significativo de 79% para 2.286 milhões de euros, resultando num EBIT recorrente positivo de 154,1 milhões de euros, um aumento de 104,7 milhões de euros, ou 3,1 vezes o montante no mesmo período de 2019, que até agora foi, para a TAP, o melhor ano em termos de desempenho financeiro.

Nos nove meses de 2022, os números avançados pela TAP revelam que a companhia transportou 10,144 milhões de passageiros. Isto significa um crescimento de 195,9% face aos 3,428 milhões de passageiros transportados nos primeiros nove meses de 2021.

De referir que a frota atual da TAP é constituída por 22 A330 (19 neo e 3 ceo), 23 A321 neo, 26 A320 ceo, 5 A319 ceo e mais 20 aeronaves regionais (5 ATR e 15 Embraer).

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.