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EIBTM espera exceder resultados de 2013

O certame atingiu na edição passada 17300 reuniões entre profissionais e possíveis investidores do sector.

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EIBTM espera exceder resultados de 2013

O certame atingiu na edição passada 17300 reuniões entre profissionais e possíveis investidores do sector.

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O evento, que é uma das principais feiras internacionais de turismo de negócios, atingiu, em 2013, cerca de 17.300 reuniões entre profissionais e possíveis investidores do sector.

Em 2013, 79% dos Hosted Buyers estavam interessados na construção de negócios com hotéis, 70% com DMC’s e, mais de 65% dos principais compradores, tiveram orçamentos anuais entre os 373 e os 8 milhões de euros para reuniões e eventos.

As empresas que participaram na EIBTM 2013 e que regressam este ano para fazer parte da plataforma Global Village são: Accor Hotels, Kempinski Hotels, Marriott Hotels International, Starwood Hotels & Resorts Worldwide, Melia Hotels International, Hyatt Hotels & Resorts, Corinthia Hotels International, Dolce Hotels & Resorts, Hilton Worldwide, SkyTeam Global Airlines Alliance, Royal Caribbean International, Seabourn Cruise Line, Kuoni Travel, Wedgewood DMC Group, Abercrombie & Kent, Pacific World Global DMC, entre outras.

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Grupo DIT prepara ação contra Ryanair

Depois de várias tentativas e de alguns associados não terem recebido qualquer reembolso, o grupo DIT decidiu preparar uma ação coletiva contra a Ryanair.

O grupo DIT está a preparar uma ação coletiva contra a Ryanair, revela o grupo de gestão de agências de viagens em comunicado, adiantando que este processo vem na sequência de muitos associados, “apesar de terem preenchido e enviado pedidos de reembolso à companhia aérea”, não terem recebido quaisquer reembolsos, seguindo, assim, indicações dos advogados do grupo.

O grupo refere ainda que, “no seguimento das recomendações que o grupo deu aos seus associados, e como o reembolso por lei pertence ao passageiro, alguns dos associados assinaram um contrato de cessão de crédito com os clientes que os advogados do grupo DIT enviaram para os advogados da Ryanair”.

Após conversas entre advogados e cruzamento de documentação, o grupo refere que a Ryanair “continua a sua política de não tratar bem as agências e através do seu departamento jurídico comunicou à DIT que as reclamações feitas não seriam atendidas”.

O grupo comunica que “é sempre preferível não ir a tribunal”, mas que, após todas as tentativas, do ponto de vista jurídico e face à resposta dada pela Ryanair, iniciou-se “um processo de reclamação legal”, encontrando-se o grupo a trabalhar numa ação coletiva.

“Se nos podemos orgulhar de uma coisa como grupo, principalmente durante a pandemia, é nunca nos escondermos, lutar contra todas as adversidades para os nossos associados e para o setor das agências de viagens em geral. Temos a certeza de que continuaremos a lutar contra todas as injustiças para com os nossos associados com todos os meios à nossa disposição, que felizmente são cada vez mais”.

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Alojamento

Pestana Tânger City Centre já abriu portas

Já está a funcionar o Pestana Tânger Center Hotel Suites & Apartments, a segunda unidade hoteleira do grupo português em Marrocos.

O Pestana Tânger Center Hotel Suites & Apartments, a segunda unidade hoteleira do grupo português em Marrocos, já abriu portas, adicionando 120 suites e apartamentos à oferta do reabilitado centro daquela cidade marroquina. 

O novo hotel está vocacionado para estadas de lazer e negócios, com particular enfoque numa componente corporate, coincidindo com a estratégia do Grupo Pestana na unidade de Casablanca. 

“Marrocos tem sabido fazer o seu caminho no crescimento e volume de turismo, mantendo a autenticidade e Tânger é hoje um destino de grande potencial onde a marca Pestana passa a estar presente, conjugando o melhor da hospitalidade e tradição portuguesas e marroquinas”, afirmou José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group, para acrescentar que “estamos certos que o novo Pestana Tanger City Centre será um sucesso, participando da qualificação da oferta hoteleira da cidade.”

Com tarifas a partir dos 82 euros, o Pestana Tânger City Center Hotel Suites & Apartments é a nova aposta do maior grupo hoteleiro português, em linha com o dinamismo vivido no país. O desenvolvimento do turismo e dos negócios tem permitido a criação de infraestruturas de grande relevância para Tânger, vizinhas desta unidade do Pestana Hotel Group. Entre estas, o TGV que liga a Rabat e Casablanca, e cuja estação está a dois passos do hotel, e a Tanja Marina Bay. Nas imediações, existem infraestruturas para prática de desportos náuticos, passeios de barco, circuitos culturais guiados e prática de golfe.   

Marrocos tem sabido fazer o seu caminho no crescimento e volume de turismo, mantendo a autenticidade. Tânger é hoje um destino de grande potencial onde a marca Pestana passa a estar presente, conjugando o melhor da hospitalidade e tradição portuguesas e marroquinas. “, afirma José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group. “Estamos certos que o novo Pestana Tanger City Centre será um sucesso, participando da qualificação da oferta hoteleira da cidade.” 

O hotel, que pontua pelas suas suítes, oferece 90 apartamentos T1 e outros 30 com dois quartos (T2) e capacidade até quatro pessoas. Disponibiliza ainda wi-fi gratuito, sala com espaço de refeições e zona de lazer ou de trabalho, e kitchenette equipada, incluindo máquina de lavar roupa. Para encontros de negócios, conta com uma sala de reuniões e com um parque de estacionamento com vigilância e capacidade para 86 viaturas. A oferta de serviços do Pestana Hotel Group estende-se ao novo restaurante-bar, especializado em carnes. 

Refira-se que o destino acelera a sua conversão em cidade turística mediterrânica onde tanto se permitem idas às compras nos tradicionais Souks como no moderno Tanger City Mall, vizinho do novo hotel do grupo Pestana e dotado de cinema, lojas internacionais e outras estruturas em 30 mil metros quadrados inseridos numa nova centralidade com centro de negócios e residências de luxo. 

 

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Análise

Receitas do turismo internacional devem ficar a menos de metade de 2019

Embora o terceiro trimestre indique uma subida nas receitas do turismo internacional, as mais recentes notícias sobre novas variantes de Coronavírus voltam a trazer incertezas par ao setor.

De acordo com a mais recente edição do Barómetro Mundial do Turismo da Organização mundial do Turismo (OMT), as receitas do turismo internacional podem chegar a 800 mil milhões de dólares (ligeiramente acima dos 700 mil milhões de euros), em 2021, uma pequena melhoria em relação a 2020, mas menos de metade dos 1,7 biliões de dólares (cerca de 1,5 biliões de euros) registados em 2019.

A OMT adianta ainda que a contribuição económica do turismo é estimada em 1,9 biliões de dólares em 2021 (cerca de 1,7 biliões de euros) – medido produto interno bruto direto -, bem abaixo do valor pré-pandémico de 3,5 biliões de dólares (acima dos três biliões de euros).

Embora a OMT refira que as chegadas de turistas internacionais aumentaram 58% no período entre julho e setembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2020, estes números ficam ainda 64% abaixo dos níveis de 2019.

A Europa registou o melhor desempenho relativo no terceiro trimestre, com chegadas internacionais 53% abaixo do mesmo período de três meses de 2019, sendo que, em agosto e setembro, as chegadas foram menos 63% em relação a 2019, os melhores resultados mensais desde o início da pandemia.

Entre janeiro e setembro de 2021, ou seja, no acumulado do ano 2021, as chegadas de turistas internacionais em todo o mundo ficaram 20% abaixo do mesmo período de 2020, uma melhoria clara em relação aos primeiros seis meses do ano (-54%).

Em algumas sub-regiões – Europa do Sul e Mediterrâneo, Caribe, América do Norte e Central – os dados da OMT mostram que houve um aumento nos primeiros nove meses de 2021 face ao mesmo período de 2020, indicando, ainda que algumas ilhas do Caribe e do Sul da Ásia, bem como alguns destinos no Sul e Europa Mediterrânica registam os melhores desempenhos no terceiro trimestre de 2021, com as chegadas a ficarem perto ou, às vezes, excedendo os níveis pré-pandémicos.

Embora estes dados não contemplem qualquer indicação ou previsão relativamente à nova variante do Coronavírus – Omicron – o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, admite que, à luz do aumento de casos e do surgimento de novas variantes, “não podemos baixar a guarda e precisamos continuar os esforços para garantir a igualdade de acesso às vacinas, coordenar os procedimentos de viagem, fazer uso de certificados de vacinação digital para facilitar a mobilidade e continuar a apoiar o setor.”

O aumento na procura por viagens foi impulsionado pelo aumento da confiança dos viajantes devido ao rápido progresso nas vacinações e na flexibilização das restrições de entrada em muitos destinos. Na Europa, o Certificado Digital Covid da UE ajudou a facilitar a livre movimentação dentro da União Europeia, libertando uma procura reprimida significativa após muitos meses de restrições. As chegadas em janeiro-setembro de 2021 ficaram apenas 8% abaixo do mesmo período de 2020, mas ainda 69% abaixo de 2019. As Américas, por sua vez, registaram os resultados mais fortes em janeiro-setembro, com chegadas a aumentarem 1% em comparação a 2020, mas ainda 65% abaixo dos níveis de 2019.

Ritmo de recuperação lento e desigual
“Apesar da melhora observada no terceiro trimestre do ano, o ritmo de recuperação permanece lento e desigual nas regiões do mundo”, admite a OMT. Enquanto a Europa (-53%) e as Américas (-60%) tiveram uma melhora relativa durante o terceiro trimestre de 2021, as chegadas na Ásia e no Pacífico caíram 95% em comparação com 2019, pois muitos destinos permaneceram fechados para viagens não essenciais.

Já África e o Oriente Médio registaram quedas de 74% e 81%, respetivamente, no terceiro trimestre em relação a 2019. Destinos como Croácia (-19%), México (-20%) e Turquia (-35%) apresentaram os melhores resultados em julho-setembro de 2021, conforme informações disponíveis atualmente.

Os dados sobre as receitas do turismo internacional mostram uma melhoria semelhante no terceiro trimestre de 2021. O México registou os mesmos ganhos de 2019, enquanto a Turquia (-20%), a França (-27%) e a Alemanha (-37%) registaram quedas comparativamente menores em relação ao anterior no ano. Nas viagens internacionais, os resultados também foram moderadamente melhores, com a França e a Alemanha a registar quebras de 28% e 33%, respetivamente, nas despesas de turismo internacional durante o terceiro trimestre.

Do lado positivo, os gastos com turismo por viagem aumentaram significativamente devido à grande poupança e procura reprimida, amenizando os impactos nas economias. A receita internacional passou de uma média de 1.000 dólares, em 201,9 para 1.300 dólares, em 2020, estimando a OMT que possa ultrapassar os 1.500 dólares, em 2021. No entanto, o aumento dos gastos também é resultado de estadias mais longas, aumento dos preços dos transporte e hospedagem.

Apesar das melhorias recentes, as taxas de vacinação desiguais em todo o mundo e as novas variantes da COVID-19 podem afetar a recuperação “já lenta e frágil”, admite a OMT. “A pressão económica causada pela pandemia também pode pesar sobre a procura por viagens, agravada pela recente alta nos preços do petróleo e interrupções nas cadeias de abastecimento”, afirma ainda a OMT na nota que divulgou.

Assim, de acordo com os dados mais recentes da OMT, espera-se que as chegadas de turistas internacionais permaneçam 70% a 75% abaixo dos níveis de 2019 em 2021, um declínio semelhante ao de 2020.

Sobre o autorVictor Jorge

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Emprego e Formação

Escolas do Turismo de Portugal criam manual técnico de Cozinha

As Escolas do Turismo de Portugal desenvolveram um manual que reúne informação básica necessária a quem estuda e ensina na área da Cozinha.  

As Escolas do Turismo de Portugal desenvolveram um manual dirigido a alunos e formadores, que reúne a informação básica necessária a quem estuda e ensina na área da Cozinha.  

O livro, com o título ‘Tecnologia de Cozinha: Equipamentos e Produtos’, disponível nas 12 Escolas do Turismo de Portugal, com preço de capa de 15 euros, expõe de forma simples e acessível os principais fundamentos necessários ao entendimento da Cozinha enquanto arte e ciência. 

As Escolas do Turismo de Portugal já desenvolveram manuais técnicos para as áreas de Pastelaria, Serviço de Vinhos e Receção, agora complementados por este manual de Cozinha. 

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Destinos

Aldeias Históricas de Portugal são o ‘melhor destino português’

As Aldeias Históricas de Portugal foram distinguidas como o melhor destino português na sexta edição dos prémios ‘Gente Viajera al Turismo Extremeño’.

As Aldeias Históricas de Portugal acabam de ser distinguidas como o melhor destino português na sexta edição dos prémios ‘Gente Viajera al Turismo Extremeño’, promovidos pela rádio espanhola Onda Cero Extremadura, que decorreu em Cáceres. 

Estes prémios visam reconhecer o valor do setor turístico e a profissionalização de um setor que tem cada vez mais peso na economia. Os premiados são escolhidos por um comité composto por especialistas da área. 

As Aldeias Históricas de Portugal acumulam, assim, mais uma distinção, após o seu novo filme promocional ter recebido o prémio de Melhor Filme de Turismo do Mundo, na maior competição de filmes de turismo à escala mundial, os ‘World’s Best Tourism Film Awards – CIFFT Circuit’.  

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Destinos

OMT: 46 destinos mantêm fronteiras totalmente fechadas aos turistas

A OMT revela, no seu relatório sobre restrições de viagens, divulgado sexta-feira, que um total de 46 destinos no mundo (21%) estão atualmente com as fronteiras totalmente fechadas ao turismo internacional.

Um total de 46 destinos no mundo (21%) estão atualmente com as fronteiras totalmente fechadas ao turismo internacional, e destes, 26 mantêm-se completamente fechados pelo menos desde o final de abril de 2020, revela o relatório da OMT sobre restrições de viagens, divulgado sexta-feira. 

O documento da Organização Mundial do Turismo conclui que outros 55 (25% de todos os destinos em todo o mundo) continuam comas suas fronteiras parcialmente fechadas ao turismo internacional, e 112 (52% exigem à chegada aos turistas teste PCR ou antigéneo. 

A OMT destaca, no relatório divulgado na sua página de internet, que 85 destinos (39% de todos os destinos no mundo) abrandaram as restrições para turistas internacionais totalmente vacinados, mas apenas quatro destinos levantaram até agora todas as restrições relacionadas com a Covid-19 (Colômbia, Costa Rica, República Dominicana e México). 

“Abrandar ou suspender medidas com segurança é essencial para que o turismo seja retomado”, afirmou o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, na publicação. 

“Os desafios contínuos colocados pela pandemia indicam a importância de as autoridades nacionais garantirem que procedimentos e requisitos possam ser geridos de maneira oportuna, confiável e consistente em todos os sistemas e plataformas de informação, para manter a confiança e facilitar ainda mais a mobilidade internacional”, concluiu Zurab Pololikashvili. 

Como nas edições anteriores da pesquisa, este último relatório mostra que as diferenças regionais em relação às restrições de viagem permanecem. A Ásia/Pacífico continua a ser a região com mais restrições em vigor, com 65% de todos os destinos totalmente fechados, enquanto a Europa é a região do mundo mais aberta aos turistas internacionais (7% das fronteiras totalmente fechadas), seguida da África (9%), das Américas (10%) e do Médio-Oriente (15%). 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Destinos

UE leva muito a sério nova variante e vai atuar rapidamente (c/ vídeo)

Depois de conhecidas as notícias sobre a nova variante altamente mutante na África do Sul, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirmou que a UE está a “levar muito a sério” esta questão.

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A presidente da Comissão Europeia afirmou esta sexta-feira, 26 de novembro, que a União Europeia (UE) está a “levar muito a sério” a nova variante do coronavírus, identificada inicialmente na África do Sul, exortando a ação “rápida e unida” dos Estados-membros.

“Estamos a levar muito a sério as notícias sobre a nova variante altamente mutante. Sabemos que as mutações podem levar ao aparecimento e à propagação de ainda mais variantes do vírus que se podem disseminar a nível mundial dentro de poucos meses, pelo que é agora importante que todos nós na Europa atuemos muito rapidamente, de forma decisiva e unida”, vincou Ursula von der Leyen.

Horas depois de ter anunciado que vai propor a ativação de um mecanismo travão para suspender voos da África Austral com destino à UE, devido ao aparecimento de uma nova variante do SARS-CoV-2, a líder do executivo comunitário insistiu que “todas as viagens de avião para estes países devem ser suspensas” a partir daquela região “e de outros países afetados”, novamente sem precisar.

“Devem ser suspensas [as viagens] até termos um entendimento claro sobre o perigo que esta nova variante representa e os viajantes que regressam desta região devem respeitar regras rigorosas de quarentena”, vincou a responsável.

Afirmando ter hoje discutido esta situação “em várias chamadas telefónicas e videoconferências com cientistas e fabricantes de vacinas”, Ursula von der Leyen apontou que “também eles apoiam plenamente tais medidas de precaução para evitar a propagação internacional desta variante”.

“Também depende de todos nós, como cidadãos, contribuir para um melhor controlo da pandemia. Por favor, vacinem-se o mais depressa possível, se ainda não o tiverem feito”, apelou a responsável.

A porta-voz adjunta da Comissão Europeia, Dana Spinant, indicou há algumas horas que para esta tarde está marcada uma reunião do grupo de Resposta do Conselho a situações de crise (IPCR), juntando Estados-membros, instituições europeias e especialistas, na qual se decidirá então a ativação do mecanismo de travão de emergência.

“Vamos realizar esta reunião do IPCR precisamente porque queremos ter medidas rápidas, coordenadas e consistentes em vigor para evitar que haja lacunas através das quais o vírus encontre o seu caminho para a Europa”, acrescentou Dana Spinant, durante a conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas.

Certo é que o executivo comunitário está a “acompanhar de muito perto a evolução no que diz respeito a esta variante”, trabalhando nomeadamente “com a Agência Europeia para a Segurança da Aviação, que está a preparar uma recomendação aos aeroportos e companhias aéreas sobre esta matéria”, referiu.

Além disso, “o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças [ECDC, na sigla inglesa] classificou hoje de manhã esta variante como variante de interesse”, o que significa que requer monitorização, adiantou a porta-voz.

Esta nova variante do coronavírus foi detetada na África do Sul, o país africano oficialmente mais afetado pela pandemia e que está a sofrer um novo aumento de infeções, anunciaram na quinta-feira cientistas sul-africanos.

A variante identificada até ao momento como B.1.1.529 tem um número “extremamente elevado” de mutações, de acordo com aqueles cientistas.

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Grupo Hotusa fecha 2021 com 21 hotéis em Portugal (c/ galeria de imagens)

Depois destas duas inaugurações oficiais, o grupo Hotusa fecha 2021 com oito unidades em Lisboa, num total de 21 hotéis em Portugal.

Victor Jorge

O grupo espanhol Hotusa inaugurou oficialmente duas novas unidades em Lisboa, mais concretamente, no Parque das Nações. Trata-se do Eurostars Universal Lisboa 5* e Ikonik Lisboa 3*, com 189 e 230 quartos, respetivamente, terminado o grupo o ano de 2021 com 21 unidades no nosso país, constituindo Portugal, depois de Espanha o mercado com maior presença da área hoteleira do grupo.

A cerimónia inaugural dos dois hotéis contou com a presença do ministro de Estado, Economia e Transição Digital, Pedro Siza Vieira, do vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, e da Embaixadora de Espanha em Portugal, Marta Betanzos.

O presidente do grupo Hotusa, Amancio López Seijas, salientou os oito hotéis que o grupo possui na capital portuguesa e as 21 unidade no país, deixando a certeza que “não pretendemos ficar por aqui”.

Desenhado para “mimar os sentidos do privilegiado hóspede”, o Eurostars Universal Lisboa 5* oferece um completo leque de serviços, destacando-se na sua estrutura uma piscina na cobertura do edifício, uma ampla área de SPA e ginásio, um restaurante e três andares de estacionamento.

O Eurostars Universal Lisboa 5* constitui uma homenagem à história e à tradição da cidade através da cerâmica, escultura, arquitetura, fado e literatura, “sinais de identidade do legado universal que Lisboa presenteia ao mundo, salienta o grupo em comunicado.

Merece menção especial a referência à arquitetura local, através de fotografias que percorrem emblemáticos lugares dos bairros mais populares de Lisboa; as imagens de intérpretes de fados, bem como a evolução das letras portuguesas através do olhar de quatro grandes autores: José Maria Eça de Queiroz, José Saramago, Fernando Pessoa e Luís Vaz de Camões.

Por outro lado, o Ikonik Lisboa é um hotel “moderno e funcional”, oferecendo um design refrescante e cuidado de acordo com a essência de uma das áreas mais dinâmicas da capital, com os seus atuais restaurantes à beira do rio Tejo e áreas de lazer e comerciais para desfrutar em família.

Trata-se do primeiro hotel Ikonik em Portugal, “uma marca que representa uma nova maneira de conceber hotéis, um anagrama colorista e inovador que se adapta ao estilo de vida de cada pessoa, de cada lugar e de cada momento”, assinala o grupo Hotusa.

Em contraste com o Eurostars Universal 5*, cujas instalações pretendem prestar uma “sentimental homenagem à cidade clássica”, a estrutura do Ikonik Lisboa 3* foi construída com uma temática que procura refletir fielmente “a capital jovem, moderna e funcional desta urbe que muda e reinventa-se ao mesmo ritmo que os seus jovens”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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IATA
Transportes

RENA considera “inaceitável” apelidar companhias aéreas de irresponsáveis

Presidente da RENA, Paulo Geisler, critica as palavras do primeiro-ministro aquando do anúncio do agravamento das multas para as companhias que transportem passageiros sem teste negativo e considera a medida “desproporcionada”.

Inês de Matos

O presidente da RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal, Paulo Geisler, considera “inaceitável” que o primeiro-ministro, António Costa, tenha apelidado as companhias aéreas de irresponsáveis, quando anunciou um agravamento das multas até 20 mil euros para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à COVID-19.

Numa publicação no Linkedin, Paulo Geisler começa por dizer que a “generalização, desresponsabilização governativa e intimidação nunca foram boas práticas”, para depois considerar que as palavras de António Costa não são aceitáveis, tendo em conta o papel fundamental das companhias aéreas.

“É, no mínimo, inaceitável apelidar as companhias aéreas  de irresponsáveis, tratando-se de um dos setores mais afetados pela atual conjuntura mas que, mesmo assim, mais tem ajudado no combate à pandemia, quer através do transporte de vacinas, testes, material de proteção e mercadorias, quer através do transporte de passageiros para a retoma da Economia”, considera o responsável, numa publicação datada desta sexta-feira, 26 de novembro.

Além das palavras de António Costa, Paulo Geisler é também crítico da própria medida anunciada pelo líder do executivo, que diz que “não faz qualquer sentido no contexto atual”, é desproporcional e vai “prejudicar ainda mais” a aviação, que já foi “um dos setores mais afetados pela pandemia”.

“O aumento da moldura contra-ordenacional é totalmente desproporcionado e excessivo, sobretudo tendo em conta que se trata de uma obrigação ou dever acessório da companhia, que age em substituição do Estado”, defende o responsável, considerando que as “políticas de saúde pública são uma incumbência do Estado que deve ser financiada por recursos próprios do Estado, não por esbulho ou confisco de operadores económicos”.

Recorde-se que esta quinta-feira, 25 de novembro, no final do Conselho de Ministros, António Costa anunciou o regresso do estado de calamidade e várias medidas para impedir a subida dos casos de COVID-19, incluindo o agravamento das multas para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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Destinos

Subida de casos de COVID-19 põe em causa temporada de neve, alerta GlobalData

Um estudo recente da GlobalData estima uma redução da procura por férias de neve já em dezembro, devido ao aumento do número de casos de COVID-19 na Europa.

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A GlobalData veio esta sexta-feira, 26 de novembro, alertar que o aumento recente do número de casos de COVID-19 pode poder em causa a temporada de neve na Europa e diz que as estâncias de esqui devem assistir a uma redução da procura já este mês de dezembro, de acordo com o mais recente estudo de opinião desta empresa de análise de dados.

Num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, a GlobalData lembra que, nos meses de dezembro e janeiro, o mercados das viagens e turismo costuma ser positivamente afetado pela procura por destinos de neve, como aconteceu em 2019, em que a Europa assistiu a um aumento de 38,3% no total de viagens entre novembro e dezembro.

No entanto, segundo Ralph Hollister, analista de viagens e turismo da GlobalData, se no passado este aumento estava, em grande parte, associado aos destinos de neve e esqui, este ano, não se espera que este efeito se mantenha, uma vez que “a procura deverá ser afetada pelo comportamento da pandemia”.

O estudo GlobalData’s Q3 2021 Consumer Survey apurou que, entre os consumidores europeus, 25% continuam “extremamente preocupados” com a COVID-19, uma percentagem que, segundo a GlobalData, é “tão significativa” que não pode ser um bom indicador.

No comunicado divulgado, a GlobalData diz mesmo que “espera que muitos europeus parem ou cancelem seus planos de férias se virem que a transmissão do vírus está a começar a surgir novamente”.

Segundo Ralph Hollister, esta possibilidade está já a preocupar países com a França, a Suíça ou a Itália, principalmente devido ao aumento do número de casos de COVID-19 na Alemanha, que é um dos principais mercados consumidores de férias de neve na Europa.

“A situação do COVID-19 na Alemanha pode ser um fator decisivo para o sucesso da próxima temporada de esqui na Europa. A Alemanha tem mais esquiadores do que qualquer outro país da Europa, o que torna esse mercado fonte incrivelmente importante para destinos de esqui”, considera o responsável.

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