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Air India integra Star Alliance

Primeira companhia aérea indiana a juntar-se à aliança global.

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A Air India passa agora a oferecer todos os benefícios dados aos clientes da Star Alliance em toda a sua rede e, por sua vez, os clientes da Air India podem também desfrutar dos mesmos benefícios quando viajarem em qualquer uma das outras 26 companhias aéreas membro da Aliança.

“Este é um dia importante para nós. Temos dito desde há muitos anos que precisávamos de uma companhia nacional forte no mercado indiano e ao dar as boas vindas à Air India na nossa família Star Alliance, conseguimos alcançar esse objetivo “, afirmou o CEO da Star Alliance, Mark Schwab. “Sabemos que a ‘nova’ Air India está ansiosa para proporcionar os benefícios da Star Alliance a muito mais viajantes.”

Rohit Nandan, presidente e director-geral da Air India afirmou: “A Air India tem orgulho de ser um membro desta prestigiada aliança de companhias aéreas. A partir de hoje, abrimos um mundo completamente diferente aos nossos passageiros, os quais podem agora viajar para mais de 1.300 destinos em toda a rede, dispondo de um serviço de categoria mundial, assim como da melhor conectividade e consistência de serviços onde quer que vão”.

A Air India acrescenta um total de 400 voos diários e mais de 40 novos destinos na Índia à rede da Star Alliance. O maior crescimento resulta do seu mercado doméstico, servido até agora por 13 companhias da Aliança, com operações para 10 destinos e uma quota de mercado de 13 por cento, a qual sobe agora para 30 por cento com a adesão da Air India. Os passageiros passam a beneficiar de um leque de opções amplo em rotas que ligam a América do Norte, Europa, Ásia e Austrália, através do subcontinente indiano. No total, a rede da Star Alliance conta com 27 companhias aéreas membro, oferecendo mais de 18.500 voos diários, servindo 1.316 destinos em 192 países.

A Air India oferece agora through check-in até ao destino final, tanto para passageiros como para bagagens, em voos de ligação operados por qualquer companhia aérea membro da Star Alliance, proporcionando assim uma experiência de viagem única e sem qualquer interrupção, beneficiando os passageiros do facto de não precisarem de recolher os seus cartões de embarque para voos de ligação nos aeroportos de transferência e, nos casos em que a regulamentação alfandegária local o permita, também as respectivas bagagens serão despachadas directamente até ao destino.

Passam também a estar disponíveis os benefícios recíprocos para passageiros frequentes do programa Flying Returns da Air India e dos programas de fidelização das outras companhias aéreas membro, que garantem aos clientes mais opções para ganhar e converter milhas, ter upgrade e obter o estatuto Gold da Star Alliance.

Os membros do programa Flying Returns que possuem estatuto Maharajah Club ou Golden Edge Club adquirem agora também, automaticamente, o estatuto Star Alliance Gold, obtendo acesso a mais de 1.000 lounges em aeroportos de toda a rede. Os clientes de estatuto Gold podem também fazer check-in em balcões exclusivos, transportar mais bagagem e ter prioridade de embarque e na entrega de bagagens. Todos esses benefícios são também oferecidos pela Air India aos clientes titulares de estatuto Star Alliance Gold noutros programas de passageiro frequente.

A rede da Air India compreende 50 destinos na Índia e 33 internacionais, servindo 23 países. A adição de mais de 40 destinos únicos no mercado interno oferece aos passageiros uma excelente conectividade entre os principais centros de negócios. Entre os novos destinos destacam-se os pólos industriais de Aurangabad e Vadadora; Indore, que é a sede de muitos fabricantes de produtos farmacêuticos; O centro de têxteis e engenharia Coimbatore e Jamnagar, a “cidade do petróleo” da Índia. A Air India serve também destinos turísticos populares, como Goa, Cochim, Madurai e Jaipur.

Como parte integrante da rede da Star Alliance, a Air India participa agora em vários produtos tarifários da Aliança e nas soluções para tráfego de negócios.

Para o sector de viagens de negócios, os voos da Air India podem ser incluídos nos acordos Star Alliance Corporate Plus, destinados a grandes empresas multinacionais. Para o mercado das convenções e reuniões, a Air India vai passar a oferecer os produtos específicos para esse sector,o Star Alliance Conventions Plus e Meetings Plus.

A Air India passa também a oferecer o produto tarifário mais popular da Aliança, o Star Alliance Round the World (RTW). Disponível em Primeira, Executiva e Classe Económica, esta tarifa permite aos clientes fazer viagens de volta-ao-mundo na rede conjunta das 27 companhias aéreas membro. Os clientes podem agora usar todos os voos da Air India no momento da reserva da sua tarifa RTW, quer através do Book & Fly, ferramenta de reservas online*, de uma companhia aérea ou agência de viagens.

Alguns dos voos da Air India serão também incluídos no produto Star Alliance Circle Pacific, para viagens circulares de ida-e-volta abrangendo os países asiáticos ao largo do Pacífico, os principais hubs internacionais na costa do Pacífico do Canadá e dos EUA, bem como o Pacífico Sul (sobretudo a Austrália e Nova Zelândia).

Finalmente, a Air India passa a integrar igualmente o Asia Airpass, juntamente com todas as outras companhias aéreas da Star Alliance com base na Ásia. Este produto tarifário específico está disponível para todos os visitantes de outros continentes na região, que viajem numa companhia aérea da Star Alliance permitindo-lhes viajar pela Ásia para um conjunto de 277 destinos no total.

 

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Turismo

SETCS admite que próximo ciclo de fundos europeus “será o maior de sempre” e anuncia 3.ª edição do REVIVE

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, admitiu que, somando os apoios do Portugal 2020 com o PRR e do Portugal 2030, “são mais 90% de apoios para as empresas”. Para 2023, e segundo o Banco de Portugal, as estimativas apontam para que “as exportações do turismo português cresçam 8,3%”.

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, revelou esta terça-feira, 24 de janeiro, que o próximo ciclo de fundos europeus “será o maior de sempre”. Se no Portugal 2020, existe uma exigência de execução anual de dois a três mil milhões de euros, para o próximo ciclo, “esse valor passa para seis mil milhões de euros por ano, revelou o SETCS, o que, segundo o mesmo, “somando os apoios do Portugal 2020 com o PRR e o Portugal 2030, são mais 90% de apoios para as empresas”.

Mas ainda existe mais dinheiro, já que no PRR, “temos 151 milhões de euros para apoio ao turismo”, existindo ainda apoios transversais que incluem o setor do turismo: transição digital no valor de 600 milhões de euros.

No domínio da eficiência energética também existem apoios significativos, com o “Repower EU” a disponibilizar mais de 700 milhões de euros”, o que levou Nuno Fazenda a destacar que, quer no curto prazo, quer no médio e longo prazo as empresas terão instrumentos que garantem o seu crescimento e competitividade”.

Falando no almoço promovido pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), o SETCS começou por frisar a importância económica e social do turismo em Portugal que, sendo a maior atividade exportadora do país, representa 20% das exportações de bens e serviços”.

Nuno Fazendo reconheceu, no entanto, que o setor do turismo “não está com força agora”, relembrando que nos últimos 10 anos, ou melhor, na década anterior a 2019, o turismo cresceu acima dos 10% ao ano nas receitas, mas que, em 2022, “o turismo deu a volta”.

No discurso dirigido aos associados da AHP, o SETCS salientou que “temos de ter a ambição de fazer mais e melhor. Temos de ter a ambição de liderar o turismo do futuro e isso significa ter um turismo mais sustentável, mais inclusivo, mais tecnológico e mais coeso”.

Para tal, Nuno Fazendo apontou cinco prioridades: “pessoas, empresas, investimento, território e reforço da notoriedade de Portugal e das suas regiões enquanto destino turístico”.

O secretário de Estado admitiu a necessidade de “atrair recursos humanos para o setor com mais qualificações”, destacando o que dissera na sua primeira intervenção pública, depois de assumir o cargo, e que passa pela apresentação de uma “agenda para a qualificação e atração de talento para o setor do turismo”.

Mas além do ‘matching” que deverá ser feito entre a procura e oferta de emprego, Nuno Fazenda frisou, igualmente, a importância da “valorização dos salários”, focando o acordo alcançado na Concertação social, salientando que, no turismo, “existem empresas que vão, inclusivamente, além do acordo com proposta salariais mais altas”.

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços revelou, também, que será lançada uma 3.ª edição do programa REVIVE que contemplará entre 15 a 20 imóveis, salientando que esta iniciativa “promoverá o investimento”.

No que diz respeito às empresas, Nuno Fazendo destacou o programa Apoiar.pt que dotou com mais 70 milhões de euros o apoio, revelando que as empresas dos transportes turísticos serão enquadradas para receber esses apoios. O SETCS evidenciou, também, o “Consolidar +Turismo”, destinado às Micro e Pequenas Empresas, linha que é de crédito, mas que admitiu “não será para criar mais dívida”.

“Trata-se de uma linha de apoio sem juros para aquelas empresas que tenham contraído empréstimos ao longo da pandemia” e que, a partir de 1 de fevereiro, podem apresentar candidaturas para, cada uma, aceder a 40.000 euros sem juros.

O governante deixou bem claro que, “para desenvolvermos o nosso turismo, teremos de assegurar a preservação e valorizar a matéria-prima. E a matéria-prima do turismo são os nossos recursos naturais e culturais”. Por isso, Nuno Fazenda referiu que “temos de apostar no território interior”.

Finalmente, no que diz respeito ao reforço da notoriedade de Portugal e das suas regiões enquanto destino turístico, o secretário de Estado afirmou que “queremos continuar a afirmar Portugal como um dos principais destinos turísticos do mundo e, por isso mesmo, teremos a promoção da marca Portugal, mas também das suas regiões e dos seus territórios”.

Para tal, Nuno Fazendo destacou o protocola assinada no final de 2022, com mais de 20 milhões de euros para a promoção externa das diversas regiões, tendo revelado a realização do pagamento de 50% desse protocolo para dar “estabilidade às agências de promoção externa para fazer o seu trabalho”.

Para concluir, o SETCS destacou ainda a necessidade de “restabelecer e reforçar a conectividade aérea”, que segundo o mesmo ainda está a 6% do que tínhamos em 2019.

“O propósito é concretizar e as perspectivas são boas, já que, segundo o Banco de Portugal, em 2023, as exportações do turismo português deverão crescer 8,3%”, terminou Nuno Fazenda.

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Destinos

Tunísia é o destino internacional convidado da edição 2023 da BTL

A Tunísia é o destino internacional convidado da 33ª edição da BTL– Bolsa de Turismo de Lisboa, que irá decorrer de 1 a 5 de março de 2023, na FIL – Parque das Nações. Considerado um dos destinos de eleição dos viajantes portugueses, a Tunísia promete apresentar-se com uma programação cultural criada especialmente para o evento.

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O destino internacional convidado da edição 2023 da BTL tem vindo a reforçar a sua posição enquanto destino de eleição para um público que pretende aliar natureza e praia a cultura e tradição.

Um dos locais de eleição é Djerba.  Com voos diretos frequentes desde 2016, a ilha localizada no Golfo de Gabes, a cinco quilómetros da costa sul da Tunísia, ideal para quem quer aproveitar o sol, mas também para quem tem interesse em atrações históricas e culturais, local paradisíaco com águas cristalinas e quilómetros de praia, tem-se afirmado como um dos destinos prediletos dos viajantes nacionais na região, contribuindo decisivamente para o impacto crescente do mercado português nas estatísticas do turismo tunisino.

Além de Djerba, a Tunísia vai ter a oportunidade de apresentar na feira outros destinos turísticos do país como Monastir, Sousse Port, El Kantaoui e Mahdia, que terão novas rotas.

Refira-se que no final de 2022, o turismo da Tunísia recuperou 95% dos níveis pré-pandémicos, tendo ultrapassado os números associados à recuperação global e europeia, que apontam para os 60%.

Leila Tekaia, diretora do Turismo da Tunísia para Portugal e Espanha promete para esta edição da BTL encontros estratégicos com operadores e agências de viagens, mas também as apresentações dedicadas ao público final, focadas na oferta cultural tunisina.

“A Tunísia tem mantido uma excelente relação com o mercado português e a BTL tem representado um momento fulcral neste elo entre os dois países”, realça a responsável, para acrescentar que ao “longo dos anos, temos recebido cada vez mais viajantes de Portugal, atraídos pela proximidade, mas também por tudo aquilo que a Tunísia tem para oferecer como destino”.

Assim, esta edição “será uma oportunidade única para mostrarmos aos portugueses um pouco do que podem encontrar no nosso território, desde beleza natural a património histórico classificado pela UNESCO, passando por novas rotas culinárias, que os deixará certamente com uma grande vontade de conhecer o nosso país”, sublinha Leila Tekaia.

Para Dália Palma, gestora da Bolsa de Turismo de Lisboa “a presença reforçada da oferta turística tunisina em Portugal vai contribuir para uma BTL mais diversa, mais forte e mais alinhada com os desejos de consumo dos portugueses, num ano que se antevê de novas aventuras em países com tanto por descobrir como a Tunísia”.

 

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Transportes

CEO da Ryanair coloca TAP no IAG e ITA na Lufthansa

Para o CEO da Ryanair, o futuro da aviação comercial na Europa passa por uma consolidação. Assim, Michael O’Leary antevê a compra da TAP pelo grupo IAG e da ITA pela Lufthansa. Ao site alemão Airliners.de, o líder da companhia aérea lowcost antecipa ainda uma subida no preço das viagens para este verão.

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Numa entrevista ao site alemão Airliners.de, o CEO da Ryanair, Michael O’Leary antecipa que o grupo Lufthansa deverá comprar a ITA – companhia aérea que sucede à extinta Alitalia – depois do grupo alemão ter realizado uma oferta de cerca de 300 milhões de euros por 40% do capital, prevendo que “o processo estará fechado dentro de três a quatro meses”.

Com essa movimentação, O’Leary acredita que a TAP será adquirida pelo International Airlines Group (IAG) – que integra a British Airways, Iberia, Vueling, Aer Lingus e Level – não antecipando timings para esta operação.

Além disso, o CEO da Ryanair acredita, igualmente, que haverá outras movimentações no mercado, com a easyJet a ser integrada no IAG ou na Air France – KLM, com a Lufthansa a juntar a húngara Wizz Air ao seu portfólio de marcas.

Com isto, O’Leary está certo de que “haverá uma consolidação no mercado da aviação comercial na Europa”.

Já no que diz respeito aos preços das viagens, o CEO da Ryanair volta a repetir que estes deverão aumentar. “Penso que as pessoas temem que os preços dos bilhetes subam no verão”, admitindo que “vão”. O’Leary espera que as tarifas médias para voos de curta distância na Europa aumentem numa percentagem de um dígito.

Como razões, Michael O’Leary refere que as capacidades no mercado europeu de tráfego aéreo ainda são “limitadas” e, embora refira que a Ryanair já esteja a voar mais do que antes da pandemia, companhias aéreas rivais como easyJet, British Airways e Lufthansa ainda estão aquém das operações de 2019.

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Meeting Industry

Edição 2023 da FIT Guarda suspensa por falta de garantias de financiamento

Sem garantias de financiamento, calculado em mais de 1,1 milhões de euros, a Câmara Municipal da Guarda decidir suspender a realização da edição deste ano da Feira Ibérica de Turismo, que estava agendada para decorrer entre os dias 28 de abril e 01 de maio.

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“Este ano, não vai haver FIT. O município da Guarda não pode despender mais de 1,1 milhões de euros na FIT, sem que haja um financiamento musculado para a mesma”, declarou o presidente da autarquia, Sérgio Costa, citado pela Agência Lusa.

Segundo Sérgio Costa, que falava aos jornalistas, à margem da reunião camarária quinzenal, depois de o executivo que lidera ter auscultado os vereadores da oposição sobre o assunto, os eleitos do PSD não se pronunciaram, alegando que a decisão era da responsabilidade do executivo, e o vereador do PS considerou que os valores eram “muito elevados em função de outras necessidades que a Guarda tem”.

Explicou, ainda, segundo a Lusa, que em 2019, a FIT custou mais de 750 mil euros aos cofres do município e sem qualquer financiamento e, este ano, o executivo pediu uma orçamentação aos técnicos e os valores apontam para um valor que “já ultrapassa 1,1 milhões de euros”.

“Não temos, ainda, qualquer garantia sobre se no futuro quadro comunitário de apoio, no Portugal 2030, que ainda não iniciou, como bem sabemos, se haverá financiamento para isso. Mas, até lá, seja com este modelo, seja com outro modelo mais ibérico, seja qual for, sem financiamento, nós não podemos fazer a FIT nestes moldes”, justificou.

“Esperemos num futuro próximo podermos encontrar outras formas de parceria e fontes de financiamento para fazer a FIT, porque o município, sozinho, com a sua tesouraria, não pode despender anualmente de mais de 1,1 milhões de euros para fazer a FIT”, disse o autarca, que lamenta a não realização da feira este ano, apesar de considerar que se trata de “uma marca importante”, mas tem um impacto financeiro “muito, muito, mas mesmo muito elevado”.

A feira, que tem por lema “Uma feira. Dois países. O mundo”, era organizada desde 2014 pela Câmara Municipal da Guarda, no Parque Urbano do Rio Diz, mas já não tem lugar desde 2020 devido à pandemia.

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Meeting Industry

“As formas de consumo de serviços estão cada vez mais centradas na experiência”

Presente no mercado desde 2007, a HCollective oferece uma panóplia de serviços, desde eventos físicos a digitais, ‘experience boxes’, ‘booking’ de talentos a ‘storytelling’ digital. Com o ano de 2022 a revelar uma “avalanche” de eventos, André Henriques, ‘partner’ e CEO da HCollective, admite um regresso aos eventos físicos, embora saliente que se “sente uma vontade de tornar os eventos menos opulentos e dispendiosos”.

Victor Jorge

Fundada bem antes da pandemia, mais concretamente, em 2007, a HCollective posicionou-se no mercado com o objetivo de entregar algo diferenciador no mundo do entretenimento. Com a pandemia, o desafio passou “essencialmente por conseguir reajustar as nossas valências às novas necessidades”, refere André Henriques, partner e CEO da HCollective, salientando que o processo passou por “transpor o entretimento normalmente a entregar em palco para conteúdos digitais. Foram realmente anos de ajuste do que fazíamos e do que desde então passámos a fazer”, reconhece.

“Os eventos físicos foram os mais afetados e no fundo tudo o que deles dependia da produção aos artistas”, com a necessidade destes “reajustarem a forma de atuar”, dando o partner e CEO da HCollective o exemplo dos pedidos para DJ Sets e bandas que “pararam por completo”, havendo a necessidade de “começar o trabalho de adaptar novamente a oferta às necessidades”. Já os artistas digitais, como os “Insónias em Carvão”, tiveram um pico de atividade durante a pandemia que, salienta André Henriques, “se estendeu até aos dias de hoje”.

Depois de no início do ano as portas da COVID terem sido abertas, “a avalanche começou”, afirma André Henriques, reconhecendo que 2022 foi um ano “atípico, com muitos eventos, mas com um planeamento muito em cima das datas”. O que, por norma, eram pedidos com “antecedência e alguma ponderação”, em 2022 isso “logicamente não aconteceu”.

Por outro lado, os eventos digitais que ainda eram “embrionários” na estrutura da HCollective, passaram a estar na “pole position do que apresentávamos aos nossos clientes e com ótimos resultados”, dando como exemplo o prémio obtido pelo Observatório da Comunicação por um evento interno de Natal da Leroy Merlin.

Não há eventos iguais
Assim, ao longo do tempo pandémico houve uma “especialização em contar estórias, sejam elas em palco ou fora dele”, apontando André Henriques como maiores desafios os eventos e experiências ‘Taylor Made’, “feitas à medida de cada cliente”. Nesse aspeto, o responsável da empresa destaca o ‘Millennium Crush’ que “começou a ganhar tração no mercado corporativo” e o ‘I Love Baile Funk’ que “voltou a conquistar o país depois dos anos de pandemia, com um total de 42 atuações, 54 emissões de rádio e duas músicas lançadas”.

Quanto à forma de trabalhar, “todos colaboram olham para os projetos como únicos”, salientando André Henriques que “não há duas conversas iguais, não há duas pessoas iguais e como tal, não há dois eventos iguais”. Por isso, a experiência das pessoas que envolvem a HCollective permite “pensar em comunicação adaptada a entretenimento. As histórias que contamos e as que nos pedem para contar são pensadas ao detalhe”, o que faz com que “os briefings mais maçadores e pesados se transformem em conteúdo que gera aceitação, cria memórias e essencialmente surpreende”.

André Henriques, partner e CEO da HCollective

A realidade de hoje também é diferente e André Henriques reconhece que “longe vão os anos em que os clientes não tinham um grande conhecimento do trabalho de uma agência”, admitindo que hoje o mercado é “muito mais informado e à distância de um click pode refutar uma séria de variáveis envolvidas no negócio”. Assim, o partner e CEO da HCollective refere que “os clientes procuram agências em quem possam confiar na exata medida do preço/qualidade” e que “necessitam de sentir que estamos com eles a longo prazo e de braço dado”. No fundo, “sentir cada desafio como nosso e antecipar o que o futuro reserva”.

Por outro lado, as preocupações ambientais também passaram a ser parte integrante de cada briefing. “A sustentabilidade é agora uma palavra comum nos pedidos que temos e devemos atender”, incluindo André Henriques a sustentabilidade como “nova tendência” na esperança que “rapidamente passe a hábito permanente”.

Regresso ao passado
Com a pandemia a desvanecer, os pedidos para eventos digitais são hoje “escassos” e a grande maioria das empresas voltou a juntar fisicamente os colaboradores para celebrações, reuniões e outros eventos. Isso faz com que os eventos híbridos sejam em maior número que em período de pré-pandemia, embora o responsável da HCollective afirme que “não sejam uma tendência com grande impacto”.

Quanto ao futuro, André Henriques destaca que “as formas de consumo de serviços estão cada vez mais centradas na experiência”, embora saliente que, por vezes, “esquecemo-nos que ela [experiência] já existe e que muitas vezes não é boa”. Por isso, tratar dos essenciais de um evento “eleva a experiência a outro nível”, dando como exemplo, os “acessos, bares, casas de banho e sistema de som, se bem trabalhados, já transformam a normal experiência em algo positivo”. Depois, “existem os complementares que abordam de forma diferente o que todos tomamos como normal e então elevamos a tal normal experiência a algo memorável”, afirma André Henriques.

Já no que diz respeito aos tempos incertos que se avizinham, André Henriques admite que tem sido um “processo de escolhas”. No fundo, tempos difíceis trazem “melhor perceção de consumo com opções mais conscientes”, reconhecendo que, “muitas vezes a aposta na desconstrução do evento clássico acaba por conseguir o efeito pretendido com menos custos”.

Assim, neste Natal o partner e CEO da HCollective refere que se “sente uma vontade de tornar os eventos menos opulentos e dispendiosos, não só pelos custos associados como também por uma responsabilização interna de cada empresa pelos mesmos”.

“As matérias-primas estão mais caras, a mão de obra também e o fantasma real da crise tem travado alguns investimentos mais dispendiosos, mas isto não significa que os eventos tenham parado, pelo contrário, estão é mais ajustados”, diz André Henriques.

Com uma subida do número de colaboradores em 50%, no último ano, o responsável da HCollective refere que “a maioria deles já eram pessoas que tínhamos referenciados”, avançando que “temos aberto vagas regularmente através das nossas redes sociais e a participação tem sido excelente”.

Já quanto ao negócio, André Henriques admite que “vai ser um ano de reajustes. Os ecos dizem que não será financeiramente um ano fácil, mas a forma como a pandemia nos moldou já traz uma experiência redobrada para os desafios que estão para vir”.

Por isso, a HCollective tem um plano “ousado e com vontade de dar ainda mais passos na consolidação dos eventos de média e grande dimensão”. E 2023 começa em grande pelo Coliseu, concluindo André Henriques que, em breve, “começamos a revelar os passos que vamos dar. Cautelosos, mas cheios de ambição”.

 

2022 foi de lançamento de novos produtos e também de consolidação de outros na HCollective

Em fevereiro a empresa começou, em Lisboa, com a aventura ‘Millennium Crush’, “uma experiência revivalista dos anos 2000, cheia de convidados, surpresas em palco e muitas outras fora de palco”.
Daí para o Algarve no Verão para o ‘Lick’, já com convidados internacionais como Kevin Little e Luciana Abreu que “acertou em cheio no coração de todos os ‘Millennials’”. Foi também durante o Verão que a HCollective organizou com o ‘Millennium Crush’ a abertura da Supertaça para a FPF no jogo Porto-Tondela com 40 mil pessoas a assistirem ao espetáculo.
Já para o fim do ano, a HCollective irá celebrar os 10 anos do ‘I Love Baile Funk’, “líder incontestado do segmento funk em Portugal e com uma trajetória que começa na altura em que era apenas um nicho de mercado até aos dias de hoje em que o género musical ganhou um peso e preponderância a nível mundial”, diz André Henriques.
Para o final de 2022, a HCollective está a organizar a Passagem de Ano no Coliseu com o ‘I Love Baile Funk’ em todas as suas vertentes, seja o show de palco, seja o Baile na Cidade pela Cidade FM ou até mesmo as edições musicais enquanto ILBF.
No fundo, a primeira data de uma Tour de 10 anos que começa no palco do Coliseu no dia 1 de janeiro de 2023.

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Turismo

Ministro da Economia antecipa receitas de 22 MM€ no turismo em 2022

O ministro da Economia, António Costa Silva, revelou que as receitas do turismo atingiram os 22 mil milhões de euros em 2022, superando em 20% o valor registado em 2019, naquele que foi considerado o melhor ano turístico.

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“Portugal terminou o ano de 2022 com 22.000 milhões de euros, o que é absolutamente extraordinário porque, num ano, não só recuperámos aquilo que fizemos em 2019, como superámos os resultados em mais 20%”, disse o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva.

Ao intervir na sessão de encerramento da inauguração da nova Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão (EHTP), o governante lembrou que o turismo, “um dos motores do desenvolvimento da economia do país, foi altamente flagelado pela pandemia, quase paralisado durante dois anos, conduzindo a uma grande desmotivação” dos agentes económicos.

“Havia muita gente que dizia que para recuperarmos os números de 2019 iríamos demorar três, quatro ou cinco anos, mas conseguimos recuperar durante o ano passado”, sublinhou.

António Costa Silva afirmou que para Portugal “atingir um dos objetivos de ser o destino mais sustentável do mundo, um dos de maior qualidade, “é necessário trabalhar em conjunto, desenvolvendo redes colaborativas”.

“Se construirmos estas plataformas, se tivermos desígnios claros, nós podemos transformar a vida das nossas comunidades, criar riqueza e alinhar o país, sintonizar o país com o futuro”, apontou.

Na opinião do titular da pasta da Economia, “ainda existe preconceito no país em relação ao turismo”, um setor que, lembrou, “é sem dúvida um dos pilares fundamentais do nosso desenvolvimento económico”.

“Nós, no Ministério da Economia, temos uma visão muito clara sobre o turismo: o turismo é uma ferramenta para desenvolver o país do norte ao sul, incluindo as regiões autónomas [da Madeira e dos Açores], porque ele é capilar”, notou.

No mesmo sentido, acrescentou, que o turismo “está nesta altura em todo o espaço nacional e ele é transversal, mobiliza múltiplos setores da economia, desde a construção aos transportes, a todo um conjunto de indústrias”.

“Se nós usarmos esta ferramenta [turismo] no sentido próprio, ela é absolutamente transformadora”, reforçou.

António Costa Silva apontou também a qualidade das novas instalações da EHTP como um “investimento para treinar e formar pessoas, dado que o investimento na educação é o mais produtivo que o país pode ter”.

“A educação […] muda as pessoas e são as pessoas que transformam o mundo. Nós queremos ser o destino mais sustentável do mundo e isso não se faz sem escolas de qualidade”, disse.

O novo edifício da Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão representa um investimento de 2,3 milhões de euros do Turismo de Portugal que permitirá reforçar a oferta formativa na região.

As novas instalações resultam da requalificação do antigo estabelecimento prisional de Portimão, dispondo o edifício de oito salas de aula equipadas com a mais recente tecnologia, duas cozinhas individuais, um auditório com capacidade para 140 pessoas, um bar e um restaurante ‘de aplicação’, que estarão abertos ao público.

Segundo o Turismo de Portugal, os equipamentos digitais vão facilitar “um ensino híbrido que conjugue formação presencial e à distância”.

A Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão é o terceiro estabelecimento de formação na área existente no Algarve, a par de Faro e de Vila Real de Santo António.

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Alojamento

México: Tulum vai ganhar megaprojeto com 20 hotéis

A Gestora Patrimonial Asset Management Spain Gestmadrid e a empresa Apex Capital criaram uma joint venture para construir 20 hotéis em Tulum, no México.

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As obras, que têm duração prevista de cinco anos, terão início dentro de três meses e as unidades hoteleiras, serão administradas por redes internacionais que já estão posicionadas nas Caraíbas, serão inauguradas à medida que forem sendo concluídas.

Para concretizar o desenvolvimento destes projetos, as empresas dispõem de um terreno de um milhão de metros quadrados de área hoteleira, localizados num enclave estratégico, muito próximo de outros projetos já em curso como Four Seasons, W Marriot e Azulik.

Junto a este terreno localize-se o Papaya Playa Project, um dos beach clubs mais famosos da região, que reúne turistas e artistas de todo o mundo para participar em eventos musicais,

Neste acordo, a Apex Capital fornecerá os fundos para a construção destes 20 hotéis com entre 50 e 500 quartos, enquanto a Asset Management Spain Gestmadrid assumirá a gestão do projeto, engenharia, marketing e fornecerá todos os recursos do Departamento Jurídico.

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Alojamento

Hotelbeds expande portfólio com aliança com “The Leading Hotels of the World”

Através da colaboração com a The Leading Hotels of the World (LHW), a Hotelbeds expande a sua coleção de luxo nas mais de 400 propriedades do grupo.

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O novo contrato de fornecedor preferencial dá aos clientes da Hotelbeds acesso a um portfólio de luxo significativo, oferecendo propriedades em mais de 80 países em todo o mundo. Por sua vez, o acordo abre o sistema de distribuição de 195 países da Hotelbeds para os hotéis da LHW, proporcionando benefícios, incluindo aumento dos fluxos de receita e a capacidade de garantir a paridade de tarifas em todos os seus canais.

“Este novo acordo abre a The Leading Hotels of the World para a nossa vasta lista de plataformas de reserva, incluindo 64.000 agentes de viagens de retalho, ao mesmo tempo que expande a nossa gama de propriedades de alto padrão”, refere Paul Anthony, diretor de Comercialização Digital da Hotelbeds, em comunciado. “Vimos um aumento na procura por propriedades de alto padrão este ano e essa nova aliança ajudar-nos-á a atender esse setor em crescimento.”

A Hotelbeds tornou-se parte do programa Leading Strategic Sourcing (LSS) da LHW, liderado pela LHW e pela DayBlink GPO. A iniciativa oferece um programa estratégico de compras em grupo para o portfólio de hotéis independentes globais da LHW, que atende os membros ajudando-os a capturar novas procuras, aceder a vendas inovadoras, bem como soluções de marketing e tecnologia para fortalecer o sucesso e gerar valor para hotéis noutras categorias estrategicamente importantes.

No ano passado, a Hotelbeds registou um aumento nas reservas de luxo, com muitos destinos apresentando crescimento acima de 50%.

“Estamos entusiasmados por colaborar com um dos maiores distribuidores globais de hotéis para apoiar as estratégias inovadoras de distribuição dos nossos hotéis”, refere, por sua vez, Phil Koserowski, vice-presidente sénior e diretor de marketing da The Leading Hotels of the World. “A Hotelbeds é uma adição valiosa ao programa Leading Strategic Sourcing e uma componente chave para os nossos esforços de distribuição otimizados em 2023 e além.”

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Distribuição

Lusanova lança “Açores & Madeira 2023”

A programação com a oferta da Lusanova para “Açores & Madeira 2023”, dividida em Circuitos, City Breaks, Eventos Especiais, Aventura e Radical, já está disponível para reserva em lusanova.pt.

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Para os Açores, o novo catálogo online do operador turístico destaca os novos combinados entre as ilhas açorianas e ainda o novo produto “As Ilhas do Triângulo Central”. Este pacote inclui um itinerário de seis dias pelas ilhas do Faial, São Jorge e Pico, com excursões nos destinos, entre outras propostas.

Quanto à programação para a Madeira, a Lusanova apresenta maior oferta hoteleira, com destaque para as unidades dos grupos Savoy e Vidamar Resorts. Para este último, o operador turístico lança o novo pacote Família Vidamar Madeira, que inclui ofertas orientadas para as famílias, como jantares temáticos diários, acesso ilimitado à AQUA Área do hotel, programa de atividades desportivas diárias no “VIDA Health Club”, bem como ao Aquatica Kids World, e ingressos para o Museu Cristiano Ronaldo.

 

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Emprego e Formação

Exponor recebe a feira Qualifica de 1 a 4 de março

A Exponor volta a receber a feira que se dedica ao debate sobre Educação, Formação, Juventude e Emprego. A mais recente edição, que terá lugar de 1 a 4 de março, tem como tema “Create the Future”.

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O desafio lançado a todos os visitantes da Qualifica é uma visita ao futuro e às exigências de um mercado em constante alteração. “Create the Future” é o tema da feira, que se estima vir a receber mais de 30 mil estudantes de todo o país.

Os mais de 140 expositores vão representar uma montra do panorama atual a todos os visitantes – jovens, professores e familiares –, para que levem desta experiência novas visões e perspetivas. De modo a apresentarem as novidades dos ecossistemas académico e profissional, vão ser apresentados cursos diversos e tendências do futuro.

De modo a auxiliar quem queira estudar ou trabalhar fora de Portugal, as agências EF Education First, Information Planet e Next Level também vão marcar presença, bem como a Agência Nacional Erasmus. À semelhança da edição anterior, a Qualifica apresenta outros três expositores internacionais: a Universidade de Vigo (Espanha), a Universidade de Santiago de Compostela (Espanha) e a Universidade Intercontinental de la Empresa (Espanha).

A nível nacional, as Universidades do Minho, UTAD, Beira Interior, Aveiro, Lisboa e Évora bem como os institutos politécnicos de Viana do Castelo, Cávado e Ave, Guarda, Castelo Branco, Bragança, Leiria, Coimbra, Viseu e Portalegre, são alguns dos que marcarão presença, bem como cinco escolas de aviação.

Numa edição em que o futuro é a palavra de ordem, foi criada a Arena “Create the Future”, um espaço que oferece aos visitantes a oportunidade de criar memórias com atividades interativas. A realidade virtual estará também muito presente, num espaço em que variadas empresas vão apresentar produtos e experiências dentro desta temática.

A Qualifica preparou ainda momentos de talks, dedicados a professores, orientadores e jovens, com temas que permitem debater as exigências dos próximos anos.

 

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