
Patricia Afonso
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O grupo Hoti Hotéis registou um crescimento de 8% do volume de negócios em 2013, em comparação com o ano anterior. Um valor pelo qual vai “lutar” para voltar a chegar no presente ano.
“Consideramos que 2013 é o ano de ouro da Hoti Hotéis. E digo isto porque inauguramos dois hotéis (Hotel da Música e Tryp Lisboa Aeroporto) e arrancámos com a construção de um terceiro (em Maputo, Moçambique)”, começou por dizer Manuel Proença no almoço de apresentação da nova unidade Lisboeta aos jornalistas.
Segundo o responsável, apesar do aumento das receitas e das dormidas, o preço médio, em 2013, caiu cerca de 4%.
“Houve um exagero negativo do mercado. No principio do ano passado havia um quadro um pouco negro e as cadeias começaram todas a baixar preços, não se aperceberam imediatamente dos efeitos de aumento da taxa de ocupação em virtude de alguns problemas no Médio Oriente e África. Portanto, poderíamos, no ano passado, ter melhorado o preço e não o fizemos. Hoje, Lisboa, a par de Budapeste, são as capitais mais baratas da Europa, e não há justificação porque a nossa hotelaria é de qualidade, de grande nível e ao nível de qualquer país da Europa. Não há justificação para termos um preço tão baixo, todo o mercado precisa de puxar um pouco os preços para cima e aumentar a rentabilidade, para justificar também os investimentos que estão a ser feitos”, disse Manuel Proença.
A unidade Melia na Madeira foi a que mais cresceu dentro do grupo, seguindo-se os hotéis de cidades, quer Lisboa, quer Porto. Já os de interior sofreram com a problemática das SCUTS, tendo a performance decrescido.
Já a taxa de ocupação média global do grupo situou-se entre os 68 e 70%.
Em 2014, a Hoti Hotéis espera crescer 5%, embora vá “lutar” para chegar à percentagem verificada no ano passado, referiu Manuel Proença, indicando que o grupo espera crescer também nas dormidas e no preço médio, assim como recuperar os hotéis onde a performance baixou.
Sobre Moçambique, a unidade será ‘irmã’ do novo Tryp Lisboa Aeroporto e deverá abrir no primeiro semestre de 2015. O Grupo está, ainda, a estudar possibilidades de gestão de unidades hoteleiras em Angola, adiantou Manuel Proença.