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“Living in Portugal” promove turismo residencial até 2014

O plano de acção, apresentado pelo Governo esta segunda-feira, representa um investimento de quase um milhão de euros e vai contar com diversas acções de promoção externa. A primeira acontece já em Fevereiro, em Londres.

Tiago da Cunha Esteves
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“Living in Portugal” promove turismo residencial até 2014

O plano de acção, apresentado pelo Governo esta segunda-feira, representa um investimento de quase um milhão de euros e vai contar com diversas acções de promoção externa. A primeira acontece já em Fevereiro, em Londres.

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Através do portal, disponível em seis idiomas (português, inglês, russo, árabe, francês e alemão, sendo que também está a ser preparada uma versão em chinês), qualquer cidadão estrangeiro interessado em comprar uma segunda residência em Portugal poderá encontrar toda a informação de que necessita e ver a oferta disponível.

O plano tem também como meta promover Portugal neste segmento e, por isso, já no final de Fevereiro será organizado um roadshow no mercado britânico (Londres), através do Turismo de Portugal, em parceria com a Associação Portuguesa de Resorts (APR). Depois, seguem-se acções na Alemanha, França, Rússia, Suécia e Holanda.

 

“Estamos longe de aproveitar todas as potencialidades do turismo”

Esta foi uma das ideias defendidas pelo ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, que presidiu à cerimónia de apresentação do projecto, no hotel Altis Belém. “Portugal ainda não é muito competitivo nas vendas de segunda habitação e isso é algo que temos de inverter”, disse o ministro.

O sector estima que o turismo residencial tem um potencial de comercialização no Sul da Europa de 100 mil unidades por ano, mas Santos Pereira lembrou que a quota de Portugal é de apenas 4%, quando a de Espanha é de 45%. “Em Portugal, a venda de 4.000 imóveis por ano representa mil milhões de euros”, acrescentou.

O ministro defendeu ainda que “apostar no turismo residencial é apostar na economia portuguesa” e “no combate à sazonalidade”, destacando a importância da plataforma online para o acesso à informação.

 

Cinco objectivos

O presidente do Turismo de Portugal, Frederico Costa, resumiu em cinco as metas a alcançar com o “Living in Portugal”: divulgar Portugal, combater a sazonalidade, sustentar a capacidade aérea, apoiar as empresas e escoar a oferta existente.

Nesse sentido, disse que será fundamental apoiar a venda, através dos workshops acima referidos, e promover a visita de prescritores a Portugal.

 

“É preciso continuarmos a ser um país seguro”

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, também esteve presente na apresentação e sublinhou o facto de Portugal ser um destino seguro. “Continuarmos a ser um país seguro é um activo estratégico de que não podemos prescindir”, afirmou. “Portugal é dos países da Europa com uma menor taxa de criminalidade e isso é importante para ‘vender’ o país a quem quer aqui viver e investir”, complementou.

Já o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, disse que “Portugal pode ter muito a ganhar” neste segmento, que considerou “estratégico” e importante para atenuar a sazonalidade.

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Cabo Verde: Empreendimento “Duargena five star living” vai nascer na ilha do Fogo

Com um investimento de 17,5 milhões de euros, vai nascer na ilha cabo-verdiana do fogo o empreendimento turístico e imobiliário “Duargena five star living”, cujo projeto acaba de ser apresentado às autoridades municipais locais.

O empreendimento, com uma área de mais de 40 mil metros quadrados, vai nascer na zona sul da cidade de São Filipe, e segundo notícia veiculada pela Agência de Notícias Inforpress, é uma iniciativa da engenheira Mónica Sofia, em parceria com investidores da República Checa.

O “Duargena five star living” terá 110 apartamentos, vilas de luxo, Spa, seis lojas, um restaurante, campos para desportos náuticos, três clubes de praia, mais de três dezenas de piscinas, monumentos, espaços verdes, sistema de tratamento das águas e energia renováveis.

Os imóveis são equipados sendo localizados numa zona integrada e sustentável e com uma vista direcionada para o mar e para a ilha Brava.

A ideia é lançar a primeira pedra em meados de abril deste ano para que as obras possam iniciar, esperando-se concretizar o investimento o mais depressa possível.

O “Duargena five star living” vai impulsionar vários outros projetos e em colaboração com o poder local e o Governo está-se a equacionar a possibilidade da expansão da pista do aeródromo de São Filipe e a sua transformação num aeroporto de médio porte capaz de dar vazão a este investimento e a outros.

Segundo o presidente da autarquia de São Filipe, a Nuías Silva, com a expansão do aeródromo e resolução do o problema de ligação Fogo e Brava diariamente vai-se criar um novo polo de desenvolvimento de turismo de qualidade e ligado à natureza e comodidade, alternativo ao turismo de sol e praia.

 

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Alojamento

Aldeia de Álvaro oferece casa que flutua

A Aldeia de Álvaro, que faz parte da Rede das Aldeias de Xisto, tem agora um novo equipamento turístico e de alojamento. Trata-se do Floating Álvaro, a casa que flutua.

A casa que flutua é a sinergia perfeita entre a sustentabilidade, a paisagem natural e o respeito por toda a história da aldeia, abraçada pelo Rio Zêzere.

Segundo Pedro Castanheira, um dos rostos do projeto, queria que “fosse algo que respeitasse a paisagem natural da aldeia e que, em simultâneo, cuidasse do nosso planeta”. Assim, o Floating Álvaro foi desenhado com materiais de baixo impacto ambiental, utiliza tecnologia que reduz a pegada ecológica, conta com uma estação de tratamento de águas residuais por lamas ativadas e a embarcação é, ainda alimentada por energias renováveis.

Atracado na marina de Álvaro, a embarcação que serve diferentes propósitos, permite um passeio numa extensão de 30km em águas calmas e relaxantes. Em determinadas alturas do ano podem observar-se ruínas de casas que ficaram submersas pela construção da barragem trazendo ainda mais magia a esta Aldeia de Xisto sem sair de casa.

Esta é uma alternativa diferente e única para todos os que procuram equilíbrio e bem-estar durante todo o ano, incluindo “alturas em que as temperaturas são mais baixas, pois temos aquecimento a pellets que traz a comodidade necessária para um ambiente de verdadeiro conforto”, reforça Pedro Castanheira

Preparado de forma a que todos consigam desfrutar ao máximo desta conexão, o Floating Álvaro tem capacidade até seis pessoas, por 130 euros/ noite, cozinha equipada, casa de banho e ainda um espaço exterior para passar algumas horas a pescar, a ler ou a relaxar. A estadia pode ser conjugada com um passeio de uma hora pelo rio, por 60 euros/hora e tem capacidade para 12 pessoas. Para os que pretendem apenas fazer um passeio de barco podem contratar este serviço.

 

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Turismo

Portugal espera repetir este ano crescimento do turismo acima do esperado de 2022

“Aquilo que estamos a prever para 2023 é continuar o crescimento que tivemos em 2022, obviamente, com grandes incertezas, da guerra na Ucrânia até à inflação. Mas acreditamos que estamos muito bem posicionados”, afirmou Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal.

Portugal apresenta-se na Feira de Turismo de Madrid (FITUR), com 92 empresas num expositor de 900 metros quadrados do Turismo de Portugal, além da presença das sete regiões turísticas do país (Porto e Norte, Centro, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores) e diversos municípios e entidades intermunicipais em ‘stands’ próprios na FITUR, com a expectativa de repetir este ano o crescimento do setor acima do que tinha sido previsto para 2022 e de captar mais turistas em Espanha.

O ano passado é já “o melhor de sempre do ponto de vista de receitas” do turismo português, com uma estimativa de mais de 22 mil milhões de euros, que comparam com os 18,4 mil milhões de 2019, o último sem qualquer impacto da pandemia de covid-19, disse aos jornalistas o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, em Madrid, na abertura da FITUR.

“Recuperámos antes do que prevíamos”, sublinhou o presidente da entidade responsável pela promoção de Portugal como destino turístico.

“Aquilo que estamos a prever para 2023 é continuar o crescimento que tivemos em 2022, obviamente, com grandes incertezas, da guerra na Ucrânia até à inflação. Mas acreditamos que estamos muito bem posicionados. Um exemplo disto é esta feira, a FITUR”, acrescentou Luís Araújo, que destacou que o mercado espanhol é atualmente o segundo maior para Portugal em número de hóspedes e o quarto em termos de receitas.

Em relação a Espanha há, assim, segundo Luís Araújo, “um trabalho a fazer” para aumentar as receitas, através de “segmentos específicos” do mercado.

De um ponto de vista mais global, a estratégia é “tentar diversificar ainda mais o núcleo de mercados” que são fundamentais para o turismo português, afirmou.

Para este objetivo, uma das chaves de crescimento está nas ligações aéreas, de que o turismo português depende por causa da localização geográfica do país.

“Temos conseguido retomar as rotas que tínhamos perdido em 2020 e 2021 e estamos já com os indicadores muito próximos [aos dos anos anteriores]. Este ano, 2023, vamos ultrapassar 2019. É uma das grandes âncoras para a retoma do setor”, afirmou o presidente do Turismo de Portugal.

Luís Araújo destacou que “o crescimento faz-se em todos os aeroportos” e deu como exemplo, precisamente, Espanha, país que teve ligações com os cinco aeroportos nacionais portugueses no ano passado, através da companhia aérea espanhola Iberia, “um fator ótimo de distribuição” de turistas, principalmente de mercados a que no passado Portugal não chegava, como o mexicano ou outros da América do Sul.

“O nosso papel é, em conjunto com cada um dos nossos aeroportos, e há ainda margem para crescer em muitos dos aeroportos, tentar demonstrar esta capacidade de atração para todas as regiões. Aquilo que nós entendemos é que existe obviamente um ‘hub’, que é Lisboa e faz esta distribuição, mas existem muitos motivos de interesse para muitos mercados para destinos como Algarve, o norte ou as ilhas”, afirmou.

Presente na FITUR está também o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, que destacou, em declarações aos jornalistas, a importância do mercado espanhol e a “forte presença” de empresas nacionais na feira de Madrid deste ano.

“O mercado espanhol é um mercado muito importante para o nosso país, é o segundo maior mercado em dormidas e o primeiro em algumas regiões, como o Norte, Centro e Alentejo. E, nesse contexto, temos também de trabalhar vários segmentos para crescer também em valor e crescer também no interior, no território do interior de Portugal”, afirmou.

O ministro da Economia, António Costa Silva, e a ministra espanhola do Turismo, Reyes Maroto, apresentam esta quinta-feira, 19 de janeiro, a Estratégia de Cooperação Transfronteiriça entre Portugal e Espanha para o setor do turismo, que foi acordada na última cimeira ibérica, em novembro passado.

“É um reforço para desenvolver também turisticamente o interior do nosso país”, sublinhou Nuno Fazenda, que considerou a região transfronteiriça “uma centralidade ibérica” que é necessário potenciar através da promoção turística, mas também do aumento e melhoria das ligações aéreas, rodoviárias e ferroviárias entre Portugal e Espanha, como está previsto, sublinhou, no âmbito de investimentos com fundos europeus dos planos de recuperação e resiliência.

O secretário de Estado manifestou-se “muito satisfeito” com a adesão de empresas e outras entidades a esta edição da FITUR, com vista à afirmação de Portugal como destino turístico no mercado espanhol.

Em paralelo, defendeu a continuidade na aposta dos mercados estratégicos para Portugal dentro e fora da Europa, onde está concentrada 80% da procura turística do país.

Neste contexto, deu como exemplo o sucesso recente da aposta nos Estados Unidos, que transformou este país no quinto com maior peso no turismo português.

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Ministro do Turismo da Jordânia visita Fátima no 2.º semestre para analisar parcerias

O crescimento do Turismo Religioso faz com que o novo ministro do Turismo da Jordânia, Markam Al-Queisi, visite Fátima no 2.º semestre deste ano para analisar a possibilidade de futuras parcerias em prol de ambos os destinos.

Victor Jorge

O ministro do Turismo da Jordânia, Makram Al-Queisi, referiu esta quarta-feira, durante o decorrer na FITUR Madrid, que se realiza até ao próximo dia 22 de janeiro, que virá a Portugal para estudar com as entidades de Fátima uma possível parceria “para benefício de ambos os destinos”.

Em entrevista ao Publituris, Makram Al-Queisi considera que ambos os destinos possuem “uma forte componente no Turismo Religioso” e que uma parceria seria “uma boa forma de promover os dois destinos em muitos mercados internacionais e estabelecer trabalho conjunto no segmento que tem vindo a crescer exponencialmente”.

De referir que Makram Al-Queisi, que foi nomeado ministro do Turismo e das Antiguidades da Jordânia há pouco mais de um mês, conhece Portugal, uma vez que exerceu o cargo de Embaixador Extraordinário não residente no nosso país em 2014.

“Fátima é um lugar único e sabemos as visitas internacionais que possui ao longo do ano”, referiu Makram Al-Queisi ao Publituris. “Naturalmente que o nosso interesse em Portugal não se limita a Fátima”, avançando o ministro jordano que em termos de operação turística, a Jordânia irá contar com um voo charter a partir de maio e que irá prolongar-se até novembro, começando com um voo semanal, esperando, contudo, “e dado os números que esperamos de turistas portugueses, esse voo poderá passar a bissemanal”.

A Jordânia recebeu, em 2022, mais de 4.000 turistas portugueses, número que as autoridades do Turismo da Jordânia esperam duplicar com esta operação entregue à Avoris.

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CEO da TAP explica saída de Alexandra Reis com “divergências na implementação do plano de reestruturação”

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, foi esta quarta-feira, 18 de janeiro, ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na sequência da saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea.

Publituris

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, explicou esta quarta-feira, 18 de janeiro, em audição parlamentar, que a saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea de bandeira nacional se deveu a “divergências na implementação do plano de reestruturação”.

De acordo com a responsável, estas divergências foram mesmo o único motivo que levou à saída de Alexandra Reis da companhia aérea, com Christine Ourmières-Widener a defender que, num equipa executiva, “é crucial haver um alinhamento relativamente à implementação do plano”.

“Essa foi a única razão para a saída de Alexandra Reis da companhia aérea”, acrescentou a CEO da TAP, em resposta ao deputado André Ventura, do Chega, segundo avança a Lusa.

Christine Ourmières-Widener revelou também que todo o processo de saída de Alexandra Reis da TAP foi acompanhado pelo acionista Estado, que é atualmente o único acionista da TAP, e disse ter provas de cada passo dado.

“Nada fiz sem o conhecimento do acionista. Tenho registos escritos sobre o processo e a aprovação definitiva”, afirmou a responsável, acrescentando que a “saída de um membro do conselho de administração deve ser seguida pelos acionistas”.

De acordo com a CEO da TAP, o processo foi acompanhado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, que terá dado “a sua aprovação” à saída de Alexandra Reis nos termos que são conhecidos.

“Presumi que o acordo feito pelo secretário de Estado das Infraestruturas era do conhecimento das Finanças”, explicou a CEO da TAP, admitindo que julgou que o processo seria já do conhecimento do Ministério das Finanças, com o qual nunca falou sobre este processo.

Christine Ourmières-Widener disse ainda que seguiu “sempre o conselho do consultor externo”, que foi o escritório de advogados SRS, e explicou que a informação que foi transmitida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) estava acordada com Alexandra Reis e o consultor externo.

Recorde-se que a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, esteve esta quarta-feira, 18 de janeiro, a ser ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na Assembleia da República, na sequência de um requerimento potestativo apresentado pelo Chega, devido à indemnização de 500 mil euros que a TAP pagou para a saída da sua ex-administradora.

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4 operadores turísticos juntos em voo especial para Maceió na Páscoa

Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline, Sonhando e Alto Astral, acabam de anunciar ao mercado o lançamento de um voo especial para Maceió-Brasil, para a Páscoa.

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Atentos aos desejos dos viajantes, quatro operadores do mercado português – Solférias, Exoticoonline, Sonhando e Alto Astral, vão dar continuidade ao sucesso que foram as duas operações especiais de fim de ano para o Brasil, com o lançamento de um voo especial para Maceió numa data tão procurada pelos viajantes: a Pascoa.

O voo direto de Lisboa será operado pela companhia aérea SATA, tem partida marcada para o dia 7 de abril e regresso no dia 16, num programa de 9 noites / 10 dias, desde 1.798 euros por pessoa em duplo, no Hotel Vila Galé Alagoas, em regime de tudo-incluído.

A Solférias, Sonhando e Exoticoonline, numa estreita colaboração com todos os seus parceiros no destino, comercializam o voo a partir de Portugal, enquanto a comercialização da rota inversa estará a cargo da Alto Astral.

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Ministros Ibero-americanos do Turismo apostam na sustentabilidade e cooperação para relançar o setor

Os ministros ibero-americanos do Turismo, reunidos em Madrid (presencial e online) optaram pela sustentabilidade ambiental e pelo estreitamento das relações entre os países desta região para relançar o setor, após os anos da pandemia.

Responsáveis ​​do turismo de 14 países ibero-americanos reuniram-se na XXVI Conferência Ibero-Americana de Ministros e Empresários do Turismo (CIMET), encontro que tradicionalmente antecede à Fitur – Feira Internacional de Turismo, que abriu portas esta quarta-feira, em Madrid.

“A primeira responsabilidade de todos nós deve ser a conservação do planeta, e assim deve ser para todos os setores”, afirmou o diretor de Turismo do Banco de Desenvolvimento da América Latina, Óscar Rueda, citado pela Agência EFE.

A subsecretária de Turismo do Chile, Verónica Kunze Neubauer, também concordou com este propósito, tendo destacado a importância da sustentabilidade para o seu país, ao mesmo tempo que o definiu diretamente como um “destino totalmente sustentável”.

O ministro mexicano, Miguel Torruco, definiu o setor “como um grande meio de reconciliação para todas as comunidades”.

Os ministros e altos funcionários do Turismo presentes no encontro também apresentaram as suas linhas de ação para promover o “turismo de encontro” nos seus territórios.

Por sua vez, o co-presidente do CIMET, Eugenio de Quesada, sublinhou que “a promoção e internacionalização do setor do turismo é um esforço coletivo, de todos”, e destacou a importância do trabalho entre países para a defesa e promoção dos destinos.

Do governo espanhol, a secretária de Estado do Turismo, Rosana Morillo, sublinhou que “não só o setor está a reativar, como estamos a recuperar de forma mais forte”.

 

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Parque Nacional da Peneda-Gerês entre os 10 melhores da Europa para caminhadas

O Parque Nacional da Peneda-Gerês está classificado entre os 10 melhores parques naturais da Europa para caminhadas, segundo os resultados da mais recente pesquisa da Cotswold Outdoor.

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A pesquisa mais recente da Cotswold Outdoor, especialista britânica em equipamentos para atividade ao ar livre, identificou os principais cenários naturais da Europa que também proporcionam as melhores experiências de caminhada. Analisados mais de 80 parques nacionais europeus, tendo sido avaliados vários fatores nas categorias de popularidade, dificuldade e atividades/comodidades, o Parque Nacional da Peneda-Gerês foi revelado como o décimo melhor da Europa para caminhadas.

O Parque Nacional da Peneda-Gerês deve a sua classificação geral elevada ao facto de ser a sexta melhor escolha de atividades e comodidades, e também ser classificado como o oitavo mais popular da Europa.

O popular local de beleza do norte de Portugal oferece aos visitantes 96 trilhos para caminhadas, 10 parques de campismo e seis miradouros/pontos de referência.

Nas apostas de popularidade, o parque também está entre os dez mais populares da Europa, em oitavo lugar. Obtém uma média de pouco menos de 10.000 pesquisas anuais globais, tem uma classificação de 4,8 e sumou mais de 167.000 hashtags no Instagram.

Finalmente, no que diz respeito à dificuldade da caminhada, a distância média e a duração da caminhada do parque definitivamente não são para os fracos de coração, classificando-se na faixa intermediária de 19,7 km e 5,4 horas, respetivamente.

O Peak District e o Lake District (Reino Unido), Teide (Espanha), Calanques (França) e Krka (Croácia) compõem os cinco primeiros lugares, respetivamente.

De acordo com a análise, as caminhadas se tornaram uma tendência massiva nos últimos dois anos, comprovada ainda mais pelas tendências de viagem previstas para 2023, que indicam um aumento ao nível do turismo de aventura.

 

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Novo presidente da Embratur quer reconquistar lugar de relevo do Brasil no panorama internacional

Marcelo Freixo anunciou, logo no primeiro dia enquanto presidente da Embratur, que o trabalho vai começar com uma reorganização interna da agência de promoção internacional.

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Marcelo Freixo já assumiu a presidência da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo e estabeleceu a recuperação do lugar de relevo do Brasil no panorama internacional, incluindo no turismo, como principal prioridade do seu mandato, que arrancou na passada sexta-feira, 13 de janeiro.

“Após quatro anos de isolamento internacional ditado pela irresponsabilidade do anterior governo, o Brasil está novamente empenhado em retomar o seu papel de protagonista na promoção do diálogo, da cooperação e das questões ambientais e climáticas no plano internacional. Na Embratur, a nossa missão será colocar o turismo brasileiro no patamar de relevância expectável”, afirmou o novo presidente da Embratur.

Marcelo Freixo anunciou, logo no primeiro dia enquanto presidente da Embratur, que o trabalho vai começar com uma reorganização interna da agência de promoção internacional, que garanta “uma gestão técnica e transparente, com base nas boas práticas do mercado”.

Além disso, Marcelo Freixo quer também voltar a focar a Embratur “no marketing, na promoção e apoio à comercialização do Brasil no exterior, com base em inteligência de dados e big data, nas parcerias com os setores público e privado, nos investimentos em inovação, na inserção da agenda de sustentabilidade, ações climáticas e com foco nos resultados”.

O novo presidente da Embratur garantiu ainda que pretende trabalhar em conjunto com os ministros cuja atuação está diretamente relacionada com a modernização das políticas públicas e com programas voltados para a promoção do turismo no exterior.

“Além de integrar as ações da nossa agência na agenda de política externa e de vários ministérios do governo do Presidente Lula da Silva, retomaremos o diálogo com o mercado e as entidades que desenvolvem ações de promoção internacional. Vamos construir uma Embratur moderna, profissional, eficiente e comprometida com o desenvolvimento sustentável”, acrescentou o responsável.

Com 55 anos de idade, Marcelo Freixo é originário da região do Rio de Janeiro, é professor de História, foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro pela primeira vez em 2006 e deputado federal em 2018.

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Bomporto Hotels aumenta salário mínimo dos colaboradores para os 900 euros

Depois de ter estabelecido a remuneração base em 800 euros, em 2022, o grupo voltou a fazer um ajuste salarial, desta vez no valor de 12,5% para as remunerações mais baixas.

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O grupo de hotéis boutique Bomporto Hotels anunciou esta semana em comunicado o aumento do salário mínimo mensal interno, que passa a fixar-se nos 900 euros. Depois de ter estabelecido a remuneração base em 800 euros, em 2022, o grupo voltou a fazer um ajuste salarial, desta vez no valor de 12,5% para as remunerações mais baixas.

Este aumento é justificado pelo grupo “devido à evolução do panorama económico no último ano”.

“Depois de um ano particularmente proveitoso para o setor do turismo, e tendo em conta a inflação sentida nos últimos meses, o grupo Bomporto decidiu ainda atribuir um bónus correspondente a até um salário a todos os colaboradores que trabalham há mais de seis meses na empresa, de forma a celebrar o desempenho individual e os resultados atingidos em 2022”, refere o Bomporto Hotels em comunicado.

A este aumento no salário mínimo acrescem “outras regalias”, como “o plano mensal de benefícios flexíveis e o seguro de saúde após meio ano de contrato”.

“Em 2022, Lisboa superou o número de turistas que tinha recebido em 2019, excedendo as nossas expectativas em termos de procura e ocupação, [pelo que] sentimos que era mais que justo reconhecer a importância do papel dos nossos trabalhadores. Acreditamos que se a nossa equipa se sentir realizada, será mais fácil oferecer o serviço de excelência a que os nossos clientes se habituaram durante os últimos anos”, defende Nicolas Roucos, diretor geral do grupo Bomporto.

O grupo Bomporto foi criado em 2015, com o objetivo de criar hotéis boutique “com um estilo luxuoso mas despretensioso”. Para além de contar com dois hotéis em Lisboa, o The Lumiares e o The Vintage, terá um novo projeto na cidade do Porto ainda este ano. O hotel The Rebello tem abertura prevista para o primeiro trimestre de 2023 e encontra-se neste momento a recrutar.

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