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Estoril conquista 9º Congresso das Associações Internacionais e Europeias

É a primeira vez que este evento vai deixar o Reino Unido para ter lugar em Portugal, destacou em Barcelona a directora executiva da CPL Events, Linda Pereira, empresária que ‘atraiu’ o congresso para o Estoril.

Tiago da Cunha Esteves
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Estoril conquista 9º Congresso das Associações Internacionais e Europeias

É a primeira vez que este evento vai deixar o Reino Unido para ter lugar em Portugal, destacou em Barcelona a directora executiva da CPL Events, Linda Pereira, empresária que ‘atraiu’ o congresso para o Estoril.

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O 9º Congresso das Associações Internacionais e Europeias vai decorrer para o ano no Centro de Congressos do Estoril (CCE), anunciou esta quarta-feira a directora executiva da CPL Events, Linda Pereira, na EIBTM, em Barcelona. A empresária foi responsável por ‘atrair’ este evento até Portugal, com o apoio de entidades como o CCE e a Câmara Municipal de Cascais. Linda Pereira destacou que é a primeira vez que este evento vai deixar a sua ‘base’, o Reino Unido, para acontecer em Portugal.

O evento, que vai decorrer de 21 a 23 de Abril, vai contar com mais de 250 ‘buyers’ de associações e PCO’s e mais de 40 apresentações. Simultaneamente, contará com uma área expositiva com mais de 60 expositores.

Em destaque, como o próprio nome do congresso indica, estará o mercado associativo e as potencialidades que daí podem advir, com enfoque nas necessidades específicas dos profissionais, associações do trade e científicas, uniões e fóruns.

“Portugal tem de ser cada vez mais um destino de congressos internacionais. O ‘Associations Congress’, que Linda Pereira conseguir trazer para Portugal, é um exemplo do que deve ser feito. Nós queremos estar presentes como um dos principais players em termos de DMC e de congressos e, por isso, fizemos uma parceria para este evento”, disse, à Publituris, Susanna Tocca, directora-geral da AIM Group International em Portugal, o DMC oficial deste evento.

Na sua opinião, é necessário trazer mais congressos destes para Portugal e destinos como o Estoril podem contribuir para isso. “É um destino fantástico, com o qual não trabalhamos como queríamos. Recentemente, patrocinámos o ‘M&I Autumn Forum’, que foi um sucesso, e as pessoas ficaram muito entusiasmadas e encantadas com o Estoril. É um destino de congressos praticamente autónomo e logo ao lado de Lisboa”, conclui Susanna Tocca.

*em Barcelona

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Hotelaria

Unlock Boutique Hotels comemora 8 anos com nova Central de Reservas

A Unlock Boutique Hotels (UHB) aproveitou a comemoração do seu 8.º aniversário para abrir a Central de Reservas.

Com 22 hotéis sob gestão em 15 destinos, a Unlock Boutique Hotels (UBH) comemora o seu 8.º aniversário com a abertura de uma Central de Compras, a única em Portugal para hotéis boutique independentes, considerando Miguel Velez, CEO da UHB, tratar-se de “mais uma etapa para o crescimento” da empresa.

Depois de no início do ano ter lançado para o mercado um novo website, que representou o maior investimento em websites do setor hoteleiro em Portugal, realizado pela Deloitte, a UBH admite que “desde a sua fundação, o compromisso com os clientes, hóspedes e colaboradores tem marcado este trajeto, diferenciando-se pela excelência dos serviços prestados, maximização de receitas e crescimento sustentável, rumo à liderança no setor”, o que trouxe a combinação entre “a expertise da equipa de gestão, criatividade e inovação e as características únicas das unidades hoteleiras membros do grupo”, tendo sido distinguida como PME Excelência 22, depois de três anos consecutivos como PME Líder.

Além de agradecer a todos os clientes, parceiros e colaboradores que acompanharam a UBH ao longo destes anos, Miguel Velez considera que “o apoio contínuo tem sido fundamental para o nosso sucesso e inspira-nos para novos desafios”.

Novos desafios que levaram a UBH a apesentar as novidades “dentro de portas”, refletindo as “especificidades únicas de cada hotel membro e para termos um serviço totalmente personalizado a cada cliente desde o primeiro contacto com a Unlock”, concluindo Miguel Velez que a Central de Reservas é composta por “uma equipa interna, focada no serviço ao cliente e com total conhecimento dos detalhes de todos os hotéis”.

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SPAC fica sem direção e vai para novas eleições

Tiago Faria Lopes, atual presidente da direção do SPAC, deverá candidatar-se novamente à liderança da estrutura sindical, cujo atual mandato terminava em novembro.

A direção do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) caiu na sequência da demissão de dois membros, o que vai levar a novas eleições na estrutura sindical, avança o Expresso.

Tiago Faria Lopes, atual presidente da direção do SPAC, deverá candidatar-se novamente à liderança da estrutura sindical, apurou o Expresso, que lembra que o mandato desta direção terminava em novembro.

João Lira Abreu e Nuno Vaz foram os elementos da direção do SPAC que se demitiram.

O Expresso diz que, nos últimos dias, houve a informação de que existia desconforto na direção no SPAC devido à recente Assembleia Geral, onde foi aprovada por uma escassa maioria a suspensão dos aumentos salariais em 2024, uma vez que os custos com trabalhadores quase duplicaram de 2022 para 2023.

 

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Albufeira tem nova estratégia de desenvolvimento, promoção e captação de novos turistas

“Albufeira faz parte da sua vida – Albufeira is part of your life” é o mote subjacente à apresentação da estratégia de desenvolvimento, promoção e captação de novos turistas, que contou com a presença de representantes da autarquia, das freguesias, várias entidades do concelho e os principais players ligados ao setor turístico.

“Esta é a resposta do município aos atuais desafios com vista a consolidar o melhor destino turístico de Sol e Mar de Portugal, reconhecido a nível internacional. Uma oferta diversificada, que tem no mar e nas praias o seu principal produto turístico”, destaca o documento, opinião corroborada pelo presidente da Câmara Municipal que sublinha que “o sol e a praia devem continuar a ser o principal foco da atividade turística, mas é fundamental diversificar no tempo, bem como ao nível do produto, com vista a combater a sazonalidade e rentabilizar a base da economia do concelho”. De acordo com o presidente da autarquia, Albufeira “tem todas as condições para crescer e melhorar a sua oferta turística ao longo de todo o ano, daí a necessidade de um diagnóstico e de uma estratégia concertada para o efeito”, destacou.

Os grandes desafios que Albufeira enfrenta passam pela Notoriedade (elevada perceção de destino massificado associado à animação noturna e falta de associação da marca “Albufeira” à oferta turística global); Sazonalidade (elevada taxa com encerramento de negócios e marcado de trabalho volátil); Mercado (forte dependência do Reino Unido baixas taxas de penetração em mercados de elevado potencial); Concentração Turística (maior concentração na Freguesia de Albufeira e Olhos de Água e pressão em zonas com capacidade de carga comprometidas) e Comunidade Local (algum descontentamento e não reconhecimento dos benefícios do turismo).

A nova estratégia, que acaba de ser apresentada pelo município de Albufeira tem por base uma visão que assenta nas seguintes ambições: ser o melhor destino turístico em Portugal, com uma oferta de qualidade superior em toda a cadeia de valor da atividade turística; destino de eleição dos Europeus para short ou long breaks; ser reconhecido internacionalmente pelas suas praias e oferta de atividades turísticas diferenciadas; destino de referência na animação noturna em Portugal; destino nacional com maior capacidade para formar e reter os melhores profissionais do setor; destino mobilizador na implementação de medidas de combate às alterações climáticas e a manutenção do fluxo bidirecional de comunicação/informação/sensibilização entre município, residentes, empresários e operadores turísticos.

A resposta do concelho para que se consolide como o melhor destino de Sol e Mar de Portugal, reconhecido a nível internacional, com um horizonte temporal até 2030, assenta em seis objetivos estratégicos: Reverter/desmistificar a imagem generalizada de Albufeira enquanto destino turístico massificado; organizar a oferta em clusters turísticos para ir ao encontro do perfil dos visitantes que se pretende atrair; criar as condições para que cada cluster possa manter-se dinâmico durante todo o ano; reduzir a dependência do mercado britânico, aumentando a taxa de captação de mercados com potencial de crescimento; gerar valor económico e social através do turismo pela fixação de residentes e desenvolvimento e retenção de recursos humanos qualificados e por último, elevar Albufeira a referência internacional enquanto destino turístico sustentável.

Para o efeito, foi definido um modelo turístico com duas dimensões, devidamente articuladas entre os setores público e privado, nomeadamente no que respeita à qualificação de infraestruturas do destino e qualificação da oferta turística. Por outro lado, defende-se a necessidade de trabalhar os chamados “ativos diferenciadores”, nomeadamente Albufeira ser destino turístico experiente; apresentar uma oferta premium a nível do alojamento e restauração; ter as melhores praias do mundo; um património cultural e natural com particularidades únicas; animação noturna vibrante, ampla oferta de atividades náuticas, desportivas e culturais, com a vantagem de ser um destino hospitaleiro e “family friendly”.

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A partir de 29 de junho: Vai ser possível viajar em Classe Business nos programas da Jolidey

A partir do próximo dia 29 de junho, vai ser possível viajar em Business Class nos programas do operador turístico Jolidey entre Lisboa e Punta Cana, La Romana na República Dominicana, Cancun (México), Santa Clara (Cayo Santa Maria) e Varadero em Cuba.

Estas operações serão realizadas num dos A330-900Neo da Iberojet, companhia aérea charter do mesmo grupo, a Ávoris, que conta com cabine em classe Business com 18 lugares, permitindo uma experiência de viagem única, desenhada para oferecer comodidade aos passageiros mais exigentes.

Com uma ampla gama de serviços e comodidades exclusivas, esta classe eleva o padrão da viagem, garantindo que a mesma seja agradável desde o momento em que entra a bordo do avião até à chegada do destino final, indica o operador turístico em comunicado.

A Jolidey avança ainda que, a principal vantagem de viajar em classe business radica no espaço e na privacidade oferecida aos passageiros. Os assentos espaçosos e reclináveis permitem esticar-se e relaxar durante o voo, proporcionando um ambiente tranquilo e confortável para descansar ou trabalhar.

Os passageiros que optarem pela classe business vão contar com um conjunto de serviços personalizados, tais como check-in e embarque prioritários, lugar premium, snack frio premium (pequeno almoço quente em voos noturnos), reserva de lugar, necessaire de viagem e auriculares, duas bebidas alcoólicas a cada refeição, refrescos, água e sumos durante todo o voo, fast track (apenas disponível aeroporto de Lisboa), bem como set de manta e almofada premium, bebida de boas-vindas (sumo natural ou vinho) em voos com partida de Lisboa e sanduíche entre serviços.

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Bestfly diz estar a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”

A Bestfly, que controla o capital social da TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde, garante que a venda de bilhetes foi “suspensa temporariamente” como medida preventiva face à indisponibilidade de dois aviões ATR 72-600 e garante estar a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”.

A Bestfly veio esta terça-feira, 9 de abril, esclarecer que a venda de bilhetes da TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde foi “suspensa temporariamente no dia 4 de março de 2024 como medida preventiva face à indisponibilidade dos dois aviões ATR 72-600” e garante que está a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”.

Num nota enviada à imprensa, a empresa de aviação nega a notícia avançada pela Lusa e que dava conta que a transportadora aérea tinha suspendido as ligações entre as ilhas cabo-verdianas e sem previsões de regresso, tendo a venda de bilhetes sido igualmente suspensa.

Agora, a Bestfly, que controla o capital social da TICV, que é a companhia aérea que está a operar voos entre as várias ilhas do arquipélago, veio esclarecer que a “venda de bilhetes foi suspensa temporariamente no dia 4 de março de 2024 como medida preventiva face à indisponibilidade dos dois aviões ATR 72-600, que executavam a ligação inter-ilhas e que foram submetidos aos normais procedimentos de manutenção a que estão obrigados”.

“É, por isso, falso que esta suspensão tenha sido realizada “sem previsões de regresso”, lê-se na nota informativa divulgada, na qual a Bestfly explica ainda que esta suspensão foi uma “ação responsável da TICV e de caráter temporário, com efeito até entrar em vigor a solução para regularizar a ligação inter-ilhas”.

A empresa acrescenta que esta suspensão “constituiu uma medida tomada proativamente pela TICV, de acordo com o seu dever de não comercialização de bilhetes neste cenário transitório e de proteção dos passageiros com bilhetes adquiridos previamente”.

A Bestfly diz, por isso, que “continua comprometida com a prestação de um bom serviço inter-ilhas em Cabo Verde, tendo com esta decisão assumido a responsabilidade de preservar, acima de tudo, o interesse dos seus passageiros”.

A Bestfly aproveita também para revelar que, a 8 de abril de 2024, foram iniciados “os procedimentos de envio para Cabo Verde de uma aeronave contratualizada pela TICV para assegurar a manutenção da ligação inter-ilhas no arquipélago, cuja entrada foi autorizada pela Agência de Aviação Civil”.

Este aparelho, acrescenta a informação divulgada, é um “Bombardier Dash 8 Q300, com capacidade para transportar 50 passageiros”, que estava na África do Sul e que deverá ter chegado esta quarta-feira, 10 de abril, a Cabo Verde.

“Estando concluída a mobilização da aeronave para Cabo Verde, a operação da TICV será regularizada com brevidade. Esta aeronave ficará ao serviço da TICV até à entrada em linha dos ATR 72-600 que se encontram em manutenção”, lê-se ainda no comunicado enviado à imprensa.

Nuno Pereira, CEO da BestFly World Wide, garante que a empresa vai continuar a “trabalhar no sentido de assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”, até porque está ciente da importância deste serviço para a coesão territorial e social do arquipélago.

“Desempenhamos esta missão com um grande sentido de responsabilidade. Procurámos agir de forma responsável e proativa para evitar a aquisição de bilhetes neste momento de transição, antes da chegada de uma nova aeronave que irá repor o funcionamento da conectividade inter-ilhas”, garante o responsável.

 

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ESHTE apoia criação de escola de Turismo na Guiné-Bissau

A Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) vai apoiar a Guiné-Bissau na criação, na ilha de Bolama (arquipélago dos Bijagós), de uma escola de turismo.

A anúncio foi feito pelo ministro guineense da Educação, Henri Mané, que falava em Bissau no ato da assinatura do protocolo que formaliza a parceria com a instituição portuguesa de ensino.

O ministro guineense destacou, conforme avança a Lusa, que a futura escola de turismo será em Bolama para “tirar vantagens das ilhas Bijagós”, zona de beleza rara e de vida exótica na Guiné-Bissau, lembrando ainda que “a educação é a base para o desenvolvimento e o turismo pode alavancar a nossa economia”.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da ESHTE, Carlos Brandão, que representou a instituição na cerimónia afirmou que, após a assinatura do protocolo para a criação da escola, esta poderá estar em funcionamento no prazo de um ano.

Citado pela Lusa, Carlos Brandão destacou que “o objetivo é dotar a Guiné-Bissau de um estabelecimento de ensino superior dedicado ao turismo, que, como se sabe, é um setor de banda muitíssimo larga”, realçando que tal como ajudou no crescimento da economia portuguesa, o setor do turismo também poderá contribuir para a Guiné-Bissau.

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Valência limita grupos turísticos entre 20 e 25 pessoas

O Ayuntamiento de Valencia e a Associação de Guias Oficiais de Turismo da Comunidade Valenciana lançaram um manual de boas práticas que prevê limites à dimensão dos grupos de turistas na cidade.

A cidade espanhola de Valência vai limitar, entre 20 a 25 pessoas, a dimensão dos grupos turísticos, decisão que foi tomada após um acordo com a Associação de Guias Oficiais de Turismo da Comunidade Valenciana.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, o Ayuntamiento de Valencia e a Associação de Guias Oficiais de Turismo da Comunidade Valenciana lançaram um manual de boas práticas que prevê limites à dimensão dos grupos de turistas na cidade.

Os limites acordados preveem que, na Ciutat Vella, uma zonas central da cidade e que está entre as mais visitadas em Valência, os grupos turísticos passem a incluir, no máximo, 20 pessoas, enquanto no resto da cidade ficam limitados a 25 pessoas.

“Apostamos na consolidação de um modelo turístico sustentável, garantindo a rentabilidade dos negócios, melhorando os dados de emprego, mas sempre preservando o valor dos nossos recursos naturais e culturais e o nosso estilo de vida mediterrâneo”, afirmou Paula Llobet, responsável local de Turismo, Inovação e Captação de Investimentos, durante a apresentação do acordo.

Já Vanessa Chirivella, vice-presidente da Associação de Guias Oficiais de Turismo da Comunidade Valenciana, considera que os limites para os grupos turísticos vão permitir um maior “equilíbrio e a harmonia entre as experiências dos visitantes e as necessidades dos cidadãos”.

“Este manual surge da colaboração público-privada, do trabalho conjunto dos guias oficiais e do Ayuntamiento de Valência, porque todos temos o mesmo objetivo: melhorar a gestão do turismo em benefício dos visitantes e dos cidadãos”, acrescentou Llobet.

Além dos limites para os grupos turísticos, o manual prevê também que os guias turísticos possam “coordenar os seus itinerários para evitar coincidir nos mesmos espaços e que os visitantes possam desfrutar ao máximo dos seus passeios, sem causar transtornos aos espaços onde convivem visitantes e cidadãos”

O documento prevê ainda que os guias turísticos passem a escolher “locais mais adequados” para explicar aos clientes a história dos monumentos e locais de interesse turístico e que usem audio-guias para minimizar o “excesso de ruído, respeitando a portaria municipal quanto à proibição do uso de megafones e microfones”.

O documento conta também com indicações para as autoridades oficiais, prevendo, nomeadamente, que a autarquia local instale sensores para recolher dados sobre “o fluxo de visitantes nos pontos turísticos”, partilhando posteriormente esses dados com os profissionais, de forma a que seja possível “otimizar os seus percursos”.

“Este acordo parece-nos ser uma ferramenta muito útil porque aposta no desenvolvimento equilibrado, na preservação do património e na qualidade de vida dos cidadãos”, indicou ainda Paula Llobet.

 

 

 

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Foto: Diana Quintela

Turismo

Programa de Governo destaca 12 pontos para o Turismo

Entregue esta quarta-feira ao presidente da Assembleia da República, José Aguiar-Branco, o Programa do Governo tem diversos pontos referente ao turismo. Decidir “rapidamente sobre a construção do novo aeroporto” e “iniciar o processo de revisão da Lei nº 33/2013” são dois deles. Mas há mais.

São 12 os pontos que o Programa do Governo, liderado por Luís Montenegro, destaca para o setor do Turismo. Entregue esta quarta-feira, 10 de abril, pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, ao presidente da Assembleia da República, Aguiar-Branco, o Programa do Governo tem como horizonte o final da Legislatura, em 2028, e assume uma linha de ação convergente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas, assim como, com a Estratégia Portugal 2030, que enquadra a aplicação dos fundos europeus estruturais e de investimento.

Assim, no que diz respeito ao Turismo, o Governo pretende “eliminar de imediato a Contribuição Extraordinária sobre o Alojamento Local (AL)”, bem como a “caducidade das licenças anteriores ao programa Mais Habitação, e revendo simultaneamente as limitações legais impostas pelo Governo socialista”.

Aposta é também a “qualificação da oferta turística” e o aumento da procura, concentrando em mercados que garantam um “crescimento em valor e combatendo a sazonalidade”.

Relativamente aos Transportes pode ler-se que a aposta passa por “atrair Transporte Aéreo regular e diversificado nos aeroportos nacionais” e “decidir rapidamente” a construção do novo aeroporto.

“Clarificar as regras de investimento imobiliário e atração de investimento (residentes e não residentes); Identificar necessidades de infra-estrutura turística, promovendo o seu investimento público e privado, incluindo as áreas necessitadas de alojamento e infra-estrutura de transportes e lançar programas de apoio à satisfação dessas necessidades” são outros pontos destacados neste Programa de Governo.

No emprego e formação, “valorizar o ensino e formação contínua em Turismo e criar/consolidar uma rede nacional integrada de formação (hubs), com escala e qualidade, suportando conteúdos programáticos complementares que potenciam a oferta de qualidade” são outras preocupações espelhadas no programa do XXIV Governo da República, além de referir-se a promoção de um turismo sustentável, partindo do princípio que o turista “além de visitar lugares, pretende viver experiências, respeitando o meio-ambiente e as comunidades locais”.

“Consolidar Portugal como destino turístico de excelência em tudo o que está ligado à economia azul, ao mar e às atividades náuticas” é considerado como “eixo fundamental para a nossa oferta”.

Nos pontos dedicados ao Turismo não falta, também, uma referência ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), referindo-se o “acelerar a componente 16” do mesmo, focada na transição digital do tecido empresarial (aceleradoras do comércio digital e bairros comerciais digitais).

Pelo descrito, percebe-se, igualmente, que é intenção “iniciar o processo de revisão da Lei nº 33/2013 no quadro de consolidação e autonomia das Entidades Regionais de Turismo (ERT), face ao processo de assunção de novas competências pelas comunidades intermunicipais, resultante do processo de descentralização em matéria da promoção turística”.

Finalmente, “concretizar a Agenda do Turismo para o Interior” e “iniciar o processo de criação de uma nova agenda para o turismo, que assegure a sua sustentabilidade económica, social e cultural, bem como a definição de novas metas, num espírito de cooperação com todos os parceiros que potencie a competitividade de Portugal”, fecham os pontos do Programa de Governo dedicados ao setor do Turismo.

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Porto de Setúbal reforça aposta nos cruzeiros e participa na Seatrade Cruise Global

O Porto de Setúbal explica que esta participação se insere no reforço da aposta na indústria dos cruzeiros, uma vez que a infraestrutura se pretende posicionar “como porto vocacionado para receber pequenos navios de cruzeiros, inseridos em rotas europeias”.

O Porto de Setúbal está a participar na Seatrade Cruise Global, o maior evento mundial da indústria de cruzeiros, que se encontra a decorrer em Miami, EUA, até esta quinta-feira, 11 de abril.

Num comunicado enviado à imprensa, o Porto de Setúbal explica que esta participação se insere no reforço da aposta na indústria dos cruzeiros, uma vez que a infraestrutura se pretende posicionar “como porto vocacionado para receber pequenos navios de cruzeiros, inseridos em rotas europeias”.

A aposta neste tipo de cruzeiros, acrescenta o Porto de Setúbal, “permitirá desenvolver a região e potenciar sinergias com outras áreas económicas, tais como o turismo, a marítimo-turística, a pesca e a aquicultura”.

“A aposta na atividade de cruzeiros justifica-se pela procura crescente do porto por parte dos operadores e pelo interesse que manifestam em incluí-lo nos seus itinerários. Para além das experiências com escalas anteriores, uma 2019 e outra em 2021, estão já previstas quatro para 2024. Estima-se que, em poucos anos, seja alcançada uma “velocidade de cruzeiro” de quarenta navios por ano”, afirma António Caracol, vogal do Conselho de Administração da APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra.

Recorde-se que, atualmente, a APSS está a ultimar o projeto para um edifício modular, de apoio à atividade de cruzeiros, a construir em zona portuária, junto à Doca dos Pescadores, cujo desenho e requisitos têm vindo a ser articulados com as entidades que efetuam o controlo operacional e têm envolvimento nas escalas, concretamente com a Autoridade Aduaneira, a GNR e Capitania / Polícia Marítima.

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Coimbra acolhe 2.ª edição da Feira de Emprego do Centro

O Convento São Francisco vai juntar, no dia 16 de abril, empresas e candidatos da área do turismo, com a finalidade de facilitar a contratação neste setor.

O Convento São Francisco, em Coimbra, vai receber, a 16 de abril, a segunda edição da Feira de Emprego do Centro, um evento organizado pela Bolsa de Empregabilidade e que tem como objetivo pôr em contacto os empregadores e os candidatos a trabalhar na área do Turismo.

A Bolsa de Empregabilidade é o maior evento de empregabilidade nacional nas áreas do Turismo. Desde 2016, a Bolsa de Empregabilidade já desenvolveu mais de uma dezena de edições, entre Lisboa, Porto, Alentejo, Algarve e, desde o ano passado, também no Centro de Portugal, tendo acelerado o processo de contratação e identificação de talento de milhares de candidatos.

A 2.ª Feira de Emprego no Centro contará com cerca de 50 empresas a identificar talento e a contratar trabalhadores, ao longo de todo o dia. As empresas, entre as quais estão alguns dos mais importantes empregadores da região e do país, irão promover junto dos candidatos as vagas de emprego que têm disponíveis.

Os candidatos são estudantes de instituições de ensino superior e profissional das áreas de turismo, assim como desempregados identificados pelo IEFP e também profissionais de outras áreas que estejam interessados em novas oportunidades. Até ao momento, estão já inscritos 300 estudantes e cerca de 1200 profissionais, entre desempregados e pessoas interessadas em trabalhar no setor. As inscrições dos candidatos são gratuitas e podem ser feitas desde já em https://bolsadeempregabilidade.pt.

Na apresentação, António Marto explicou que “esta feira de empregabilidade acontece em Coimbra, mas o seu âmbito é de todo o Centro. É condição para as empresas que participam terem vagas no setor do Turismo para contratar em Coimbra e na região Centro”.

De acordo ainda com António Marto, “é verdade que há falta de mão de obra nesta área, mas a experiências que temos tido demonstra que nestes eventos as pessoas que querem trabalhar aparecem”.

Já Anabela Freitas, vice-presidente da Turismo Centro de Portugal, reconhece que a falta de trabalhadores “é um dos maiores desafios do setor do turismo”, admitindo que, “se queremos posicionar-nos cada vez mais como um destino sustentável, diferenciado e qualificado, temos de ter empresas e trabalhadores qualificados”.

Sobre a realização do evento no Centro de Portugal, Anabela Freitas salienta que “a Feira de Emprego do Centro é um exemplo claro daquilo que pretendemos fazer no território para atrair e fixar mão-de-obra”.

Por fim, Francisco Veiga, vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra, defendeu a importância do evento, ao destacar que, “sendo este um evento que visa identificar talentos e acelerar o processo de contratação de profissionais para o setor do turismo, é evidente que o Município de Coimbra tem todo o interesse em apoiar a sua realização”, concluindo que, “nesta feira estarão representadas dezenas de empresas e espero que muitos candidatos encontrem aqui uma oportunidade de emprego que vá ao encontro dos seus desígnios, ajudando o turismo a crescer de forma sustentada”.

 

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