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VRSA promove nova edição do ciclo de passeios pedestres

O percurso “Animais da noite, animais do dia. Simbolismo, crenças e superstições na tradição popular portuguesa” vai decorrer este sábado.

Tiago da Cunha Esteves
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VRSA promove nova edição do ciclo de passeios pedestres

O percurso “Animais da noite, animais do dia. Simbolismo, crenças e superstições na tradição popular portuguesa” vai decorrer este sábado.

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A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António (VRSA) promove neste mês de Agosto a sexta edição do ciclo de passeios pedestres de interpretação da paisagem “Passos Contados”.

Assim, o percurso “Animais da noite, animais do dia. Simbolismo, crenças e superstições na tradição popular portuguesa” vai decorrer este sábado, com o biólogo Filipe Moniz e a arqueóloga Catarina Oliveira. O ponto de encontro está marcado para as 21h, em Santa Rita, no Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela (antiga Escola Primária).

“Aranhas, cigarras, cobras, sapos, corujas, galos e galinhas, cães, gatos, bois, lebres, raposas, morcegos e muitos outros animais estarão presentes nesta viagem nocturna pelos caminhos naturais de Cacela e pelo nosso imaginário colectivo. A orientação do percurso será feita por um biólogo e uma estudiosa da tradição oral”, informa a autarquia, na sua newsletter.

Esta iniciativa de percursos pedestres, lembre-se, está a decorrer aos sábados, desde Abril, decorrendo até Outubro.

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AHRESP pede propostas de alteração ao OE2022 que apoiem as empresas do setor

A associação lamenta que o governo não tenha contemplado a taxa reduzida de IVA na restauração e acusa o governo de ”falhar no essencial”.

A  Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) lamenta que a proposta para o Orçamento do Estado para 2022 não inclua medidas que a associação considera fundamentais para o setor, como é exemplo a redução do IVA.

“A proposta apresentada pelo Governo falha no essencial, nomeadamente na ausência de medidas estruturantes no apoio à recuperação das nossas atividades económicas, como é o caso da aplicação temporária da taxa reduzida de IVA em todos os serviços de alimentação e bebidas”, acusa a AHRESP no seguimento da proposta apresentada pelo Ministro das Finanças, João Leão esta terça-feira, 12.

A associação espera que sejam apresentadas propostas de alteração ao documento que visem ” apoiar as empresas da restauração, similares e do alojamento turístico em áreas fulcrais, como seja no apoio à liquidez, no incentivo ao consumo e à contratação de mão-de-obra”. É neste sentido que a AHRESP vai iniciar um conjunto de audiências com os vários Grupos Parlamentares “para em sede de especialidade serem apresentadas as medidas essenciais, de modo a que o OE2022 seja um instrumento catalisador da atividade turística”, informa.

Leia também: AHRESP Aponta Redução Da Taxa Do IVA Como Prioridade Para O OE2022

Embora insatisfeita, a AHRESP reconhece, contudo, que há alguns pontos positivos a destacada no OE2022 como a extinção do pagamento especial por conta, a manutenção da suspensão do agravamento das tributações autónomas, o adiamento, por mais um ano, da implementação do ATCUD em todas as faturas e o alargamento do prazo de planos prestacionais de processos de execução fiscal.

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Delta Air Lines retoma voos entre Lisboa e Boston no verão de 2022

No verão de 2022, a Delta Air Lines vai operar até 160 voos diários sem escalas para 55 destinos, o que corresponde a um aumento de mais de 20% na capacidade face a outubro de 2019.

Inês de Matos

A Delta Air Lines vai retomar, no verão do próximo ano, os voos entre Lisboa e Boston, que eram operados antes da pandemia da COVID-19, informou a companhia aérea norte-americana em comunicado, sem adiantar, no entanto, mais pormenores sobre a operação.

O regresso dos voos de Lisboa é uma das novidades anunciadas pela Delta Air Lines esta terça-feira, 12 de outubro, para o próximo verão, para o qual estão também previstas cinco novas rotas, assim como o regresso de outros tantos destinos, sendo que, além de Lisboa, a companhia aérea norte-americana vai também retomar a operação para Dublin, Edimburgo, Londres e Paris.

No total, no próximo verão, a Delta Air Lines vai operar até 160 voos diários sem escalas para 55 destinos, o que corresponde a um aumento de mais de 20% na capacidade face a outubro de 2019, que tinha sido o mês com maior capacidade disponibilizada pela transportadora.

Entre as novas rotas, o destaque vai para os voos para Telavive, em Israel, e Atenas, na Grécia, que passam a contar com voos da transportadora norte-americana desde Boston a partir de 26 e 27 de maio de 2022, respetivamente, ambos com três ligações por semana.

De acordo com o comunicado da companhia aérea, os voos de Atenas e Telavive vão complementar a oferta que a companhia já disponibiliza para Roma e Amesterdão, assim como o regresso dos voos para Lisboa, Dublin, Edimburgo, Londres e Paris.

No próximo verão, a Delta Air Lines vai também manter os voos entre Boston e Cancun, no México, e, este inverno, conta com voos adicionais para Aruba (AUA), Montego Bay (MBJ), Nassau (NAS), Punta Cana (PUJ) e St. Thomas (STT).

A companhia vai ainda aumentar as ligações dentro dos EUA e, a partir de 11 de julho, passa a voar para Baltimore (BWI) e Denver (DEN), contando também introduzir novos voos para San Diego (SAN), enquanto Charlotte e Dallas/Fort Worth passaram a contar com voos diários desde 10 de outubro.

 

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Publituris Hotelaria de outubro

A edição de outubro da Publituris Hotelaria traz entrevistas com o diretor-geral da Memmo Hotels, presidento do grupo Hotusa, uma conversa com o CEO da Unlock Boutique Hotels e um dossier especial dedicado à DecorHotel.

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Rodrigo Machaz faz a capa  de outubro da revista Publituris Hotelaria. O diretor-geral da Memmo Hotels acredita que as crises são “pontos de viragem” e, por isso mesmo, refere que é preciso mudar mentalidades na hotelaria e gerir equipas de forma diferente para fazer face, novamente, à falta de recursos humanos no setor. Em entrevista, explica ainda de que forma o sólido quadro financeiro do grupo salvou a Memmo durante a pandemia e revela, também, pormenores sobre os dois novos hotéis que o grupo irá abrir em Lisboa.

De visita a Portugal para as últimas verificações antes da inauguração oficial dos 20.º e 21.º hotéis no nosso país, a Publituris Hotelaria esteve também à conversa com o presidente do grupo Hotusa, Amancio Lopez Seijas. No final, ficou a certeza de que é na “diferenciação” que estará o sucesso e que as próximas apostas poderão ser, mais “interiores”, mas com a sustentabilidade e experiências como mote.

Miguel Velez, é outro dos rostos desta edição. O CEO da Unlock Boutique Hotels explica de que forma a empresa de gestão de boutique hotéis ultrapassou os últimos 18 meses e fala ainda das medidas que urgem ser implementadas e de como o mercado se vai ajustar.

Com a DecorHotel à porta, destaque para o dossier especial dedicado ao certame que se realiza entre 21 e 23 de outubro, na FIL, em Lisboa.

Visitámos o Dolce by Wyndham Camporeal Lisboa que se encontra a concluir uma remodelação total e que tem também uma nova tipologia dedicada às famílias.

Nas habituais ‘Sugestões’ contamos-lhe o que pode encontrar no novo maat Café & Kitchen, a nova aposta de ‘fine dining’ do grupo Mercantina.

O desafio da atração e retenção de talento no setor, o regresso dos retiros ‘wellness’, a gastronomia ou o recomeço e o novo ‘mindset’ são algumas das temáticas exploradas nos  vários artigos de opinião dos nossos cronistas convidados.

* Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.
Contacto: Carmo David | cdavid@publituris.pt | 215 825 430 **

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OE2022: Governo prevê aumento das exportações à boleia do turismo

Governo antevê “uma recuperação do setor do turismo” no próximo ano, o que deverá ter um impacto positivo nas exportações de bens e serviços.

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O Governo prevê que, no próximo ano, as importações abrandem e as exportações aumentem à boleia do turismo, um dos sectores que mais foi afetado pela pandemia da COVID-19, mas que se espera que possa recuperar já em 2022, segundo o relatório do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022)..

Segundo a Lusa, que cita o relatório, o aumento das exportações, que se prevê que possam aumentar 9,1% este ano e 10,3% em 2022, “pressupõe uma recuperação do setor do turismo, um dos setores mais penalizados pelas restrições impostas pela pandemia”.

O relatório do OE2022 prevê que as exportações de bens e serviços cresçam 9,1% este ano, depois de terem diminuído 18,6% no ano passado, fortemente impactadas pela pandemia, estimando-se que as importações sigam uma tendência idêntica e que, depois de uma quebra de 12,1% em 2020 devido à pandemia, aumentem 9,4% este ano.

Porém, em 2022 as tendências deverão ser diversas, já que as exportações prosseguirão um ritmo superior de crescimento, para os 10,3%, impactadas pelo turismo, e as importações abrandarão para 8,2%.

Nos contributos para o crescimento do PIB, a procura externa líquida, que impacta nas exportações, deverá passar de -0,4% em 2021 (tinha sido de -2,9% em 2020) para 0,6% em 2022.

“O crescimento antecipado para a área do euro para o próximo ano irá refletir-se no crescimento da procura externa, o que irá estimular as exportações de bens e serviços em 2022, prevendo-se uma aceleração do crescimento das mesmas para 10,3% face ao verificado em 2021 (9,1%)”, escreve o Governo no relatório do OE2022.

Na proposta do OE2022, que foi entregue na Assembleia da República esta segunda-feira à noite, o executivo estima que o défice das contas públicas nacionais deverá ficar nos 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 e descer para os 3,2% em 2022, prevendo também que a taxa de desemprego portuguesa descerá para os 6,5% no próximo ano, “atingindo o valor mais baixo desde 2003″.

Já a dívida pública deverá atingir os 122,8% do PIB em 2022, face à estimativa de 126,9% para este ano.

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Transavia aumenta em 26% a capacidade entre Portugal e França no próximo verão

Companhia justifica o aumento de capacidade com o sucesso alcançado em Portugal no verão, quando transportou 290 mil passageiros em julho e agosto, com uma taxa de ocupação de 93%.

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A Transavia vai aumentar em 26% a capacidade de lugares disponibilizada entre Portugal e França no próximo verão face a igual período de 2019, num aumento de 34% em lugares-quilómetros (ASK) que, segundo a companhia aérea, coloca Portugal como segundo mercado para a Transavia, em paralelo com França e apenas atrás de Espanha.

“Com este aumento da oferta no próximo verão, Portugal vai ser o segundo mercado da Transavia, ex-aequo com França e apenas atrás de Espanha em capacidade”, indica a companhia aérea low cost do Grupo Air France/KLM.

Na informação divulgada, a Transavia explica que o aumento agora anunciado foi decidido na sequência do sucesso alcançado pela companhia aérea no mercado português este verão, que permitiu à companhia aérea transportar 290 mil passageiros em julho e agosto, com uma taxa de ocupação de 93%.

“Sendo um mercado histórico e estratégico para a nossa operação global, Portugal é um dos melhores exemplos desta recuperação. Após anunciarmos uma oferta de voos equivalente ao verão 2019 no início de abril, mantivemos a nossa promessa e, em julho-agosto, aumentámos inclusivamente em 12% a nossa capacidade de lugares face ao pico do verão de 2019. E, apesar da presença da variante Delta e das restrições, transportámos cerca de 290.000 passageiros entre França e Portugal, com uma taxa de ocupação de 93% em setembro (equivalente às taxas pré-pandemia) e com Lisboa (#1) e Funchal (#4) no top-5 de destinos em volume no pico da estação”, refere Nicolas Hénin, Chief Chief Commercial Officer da Transavia France.

A nível global, a Transavia vai oferecer 11 milhões de lugares entre 27 de março e 29 de outubro de 2022, o que, segundo a transportadora, é possível “graças ao forte aumento da frota (40 em 2021 para 61 em abril de 2022)”.

A Transavia lembra também que, no inverno, vai manter a rota Faro-Lyon e lançar oito novas ligações para Amã, Roma, Cracóvia, Estocolmo, Berlim, Ilha do Sal (a partir de Orly) e Estocolmo (a partir de Lyon).

“A melhoria da situação sanitária na Europa, nomeadamente no mercado português, está a dar confiança à Transavia para retomar a sua atividade. Porém, de momento, o programa de voos mantém-se em constante evolução e sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”, refere ainda a transportadora.

 

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ACISO volta a promover Fátima em congressos e feiras de turismo

Associação já participou no XVI Congresso Internacional de Turismo Religioso e Sustentável, em Espanha, e na ABAV Expo & Collab, no Brasil, e conta marcar também presença no Travel Exchange 2021, nos EUA.

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A ACISO – Associação Empresarial Ourém-Fátima já retomou a participação em congressos e feiras de turismo para promover a o destino Fátima, tendo recentemente marcado presença no XVI Congresso Internacional de Turismo Religioso e Sustentável, em Pamplona, Espanha, assim como na ABAV Expo & Collab, em Fortaleza, Brasil.

“Em ambos os eventos, o feedback foi bastante positivo, o que veio comprovar que as empresas que resistiram à crise pandémica e económica estão de braços abertos para abraçar novos projetos e dar continuidade à atividade já desenvolvida anteriormente”, refere a associação, num comunicado enviado à imprensa.

No XVI Congresso Internacional de Turismo Religioso e Sustentável, que teve lugar entre 21 e 24 de setembro, a ACISO contou com uma mesa de exposição e realizou uma apresentação de 25 minutos, na qual deu a conhecer a próxima edição do WRT – Workshops on Religious Tourism, que vai ter lugar em 2022, e que serviu também para incluir a promoção do destino Fátima.

Já na feira brasileira, a ACISO contou com um stand próprio de promoção da marca VISIT FÁTIMA, com 48 metros quadrados, numa participação que incluiu a presença em Fortaleza de vários representantes da associação, assim como do tecido empresarial turístico da região.

“A ACISO tinha, dentro do seu stand, as condições necessárias para reunir com empresários interessados e realizar futuras parcerias e negócios a implementar na retoma da atividade turística, recebendo centenas de Agências de Viagens e de Operadores Turísticos”, acrescenta a associação em comunicado.

Para a ACISO, “é importante manter a promoção do destino Fátima”, motivo pelo qual a associação tem também prevista a participação, em novembro, no Travel Exchange 2021, que vai ter lugar em Cleveland, Ohio, EUA, organizado pela National Tour Association (NTA).

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Agências de viagens queixam-se de serem tratadas como “parente pobre do turismo” e querem mais apoios

A ASGAVT considera que o setor está a ser abandonado à sua sorte com a “inadmissível redução dos apoios às agências de viagens”, por parte do Turismo de Portugal.

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A Associação de Sócios Gerentes das Agências de Viagens e Turismo (ASGAVT) considera que, nesta crise pandémica, as agências de viagens foram tratadas “como o parente pobre do turismo”, uma vez que, apesar das promessas das autoridades, não foi possível “criar uma medida específica para o setor das agências de viagens” e os poucos apoios que existem estão a terminar.

“Nesta altura de extrema dificuldade em que vemos os restantes países da UE, como Espanha e Alemanha a alargar os apoios a este setor, e o nosso governo, o Turismo de Portugal e Secretaria de Estado do Turismo a reduzirem os apoios e a não terem qualquer consideração pelo setor”, denuncia a associação, num comunicado enviado à imprensa esta segunda-feira, 11 de outubro.

Na informação divulgada, a ASGAVT lembra os meses difíceis em que não existia “produto algum para venda” devido à paragem total da atividade, assim como o papel das agências de viagens no repatriamento de cidadãos que tinham ficado retidos no estrangeiro e o “esforço titânico” dos agentes de viagens que tudo fizeram para não deixar os seus clientes sem apoio e deixa a pergunta: “imaginem o que seria o setor sem as agências de viagens?”.

Por isso, a ASGAVT reclama mais apoios para o setor das agências de viagens, que considera estar a ser abandonado à sua sorte com a “inadmissível redução dos apoios às agências de viagens, especialmente por parte do Turismo de Portugal”.

“Sendo a entidade supervisora do setor deveria nesta fase, mais do que nunca, criar apoios efetivos e assertivos ao setor e não retira-los como está a proceder neste momento, com o desaparecimento das majorações nos financiamentos atribuídos, e a não criação da 6ª fase no apoio a tesouraria”, acrescenta a associação.

A ASGAVT considera também que, pela sua importância, o turismo já deveria ter um ministério, até porque, acusa a associação, a Secretaria de Estado do Turismo não tem “peso nem força junto do Ministério da Economia e das Finanças, cuja única preocupação é focada na hotelaria, restauração e similares”.

“Temos uma Secretaria de Estado do Turismo, mas que pela importância que o nosso sector representa, já deveria ser um Ministério. Sem peso nem força junto do Ministério da Economia e das Finanças, cuja única preocupação é focada na hotelaria, restauração e similares e que apesar de muitas promessas durante todo este tempo não foi capaz de criar uma medida específica para o setor das agências de viagens”, critica a associação.

As palavras duras da ASGAVT são ainda dirigidas ao Banco de Fomento, que “anuncia linhas, mas tarda em divulgar as condições de acesso, pois a tutela está constantemente a efetuar correções e alterações, impedindo que as mesmas sejam operacionalizadas”. Já o acesso a essas linhas, acusa ainda a associação, é “só para alguns e exclui na maioria das vezes as microempresas que são 90% da força produtiva em Portugal”.

“Porque merecemos, porque somos o único setor em Portugal que tem um fundo de garantia solidário (valor esse depositado no Turismo de Portugal) para que nunca nenhum cliente de uma agência de viagens tenha alguma vez um prejuízo financeiro por serviços não cumpridos, devemos ter uma atenção especial por parte da tutela”, conclui a associação.

 

 

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MSC Cruzeiros passa a exigir seguro COVID-19 para itinerários de inverno

Seguro deve cobrir os riscos relacionados com a COVID-19, ou seja, cancelamento, interrupção, despesas de repatriamento, quarentena, assistência médica e despesas relacionadas, bem como hospitalização.

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A MSC Cruzeiros vai passar a exigir que os seus passageiros tenham um seguro com proteção contra a COVID-19 para poderem embarcar nos seus itinerários de inverno, informou a companhia de cruzeiros esta segunda-feira, 11 de outubro.

“Muitos dos destinos onde os navios da MSC Cruzeiros farão escala, exigem que os passageiros tenham uma apólice de seguro COVID-19, como tal, a MSC Cruzeiros irá exigir isso como um requisito obrigatório para todos os passageiros. O seguro deve cobrir os riscos relacionados ao COVID-19, ou seja, cancelamento, interrupção, despesas de repatriação, quarentena, assistência médica e despesas relacionadas, bem como hospitalização e é importante que isso inclua cobertura no caso de ser um contacto próximo”, indica o comunicado da companhia de cruzeiros.

A exigência de seguro contra a COVID-19 é, segundo a MSC Cruzeiros, uma das atualizações que a companhia de cruzeiros fez ao seu Protocolo de Saúde e Segurança, que permitiu o regresso à atividade de cruzeiros em agosto do ano passado.

Além do seguro, a MSC Cruzeiros vai também pedir aos seus passageiros que forneçam toda a documentação relevante no embarque, a exemplo de um teste negativo para a COVID-19, comprovativo de vacinação e documentação relacionada com o seguro.

“Neste Inverno, a MSC Cruzeiros trabalhou com as autoridades em todas as regiões e países nos quais os navios irão operar para garantir que o seu protocolo atenda e supere as medidas de saúde e segurança exigidas”, acrescenta a companhia de cruzeiros, indicando que os requisitos específicos para cada itinerário podem ser encontrados online, através da página dedicada ao Protocolo Saúde e Segurança MSC Cruzeiros.

A companhia explica ainda que, sempre que seja necessária, a prova de vacinação é aplicável apenas aos passageiros com 12 anos ou mais, com vacinação completa recebida mais de 14 dias antes do início do cruzeiro e com as vacinas aprovadas pelas autoridades nas diferentes regiões, enquanto os passageiros com idade entre os 2 e os 11 anos inclusive, têm de apresentar um teste de RT-PCR negativo.

Os passageiros totalmente vacinados vão poder desembarcar de forma independente, desde que sigam os procedimentos de desembarque dos países que visitem, enquanto os passageiros que não tenham ainda a vacinação completa ou com crianças que também ainda não tenham as duas doses da vacina, apenas vão poder “desembarcar com uma excursão em terra protegida pela MSC Cruzeiros”.

No final do cruzeiros, refere ainda a companhia, e de forma a permitir um regresso “em conformidade com vários regulamentos nacionais”, os passageiros podem também comprar e realizar um RT-PCR ou um teste de antígeno durante o cruzeiro, “caso seja exigido para o retorno ao seu país natal”. 

“Este serviço é agendado e pago a bordo e é organizado através do Centro Médico”, explica a MSC Cruzeiros, que pede aos seus passageiros que consultem os requisitos de viagem no momento da reserva e no momento da deslocação, uma vez que, alerta a companhia, “a situação é dinâmica e sujeita a alterações nos diferentes países”.

O Protocolo de Saúde e Segurança da MSC Cruzeiros conta ainda com medidas que incluem saneamento básico a bordo, uso de máscaras em áreas públicas internas ou onde o distanciamento físico não pode ser implementado, um centro médico totalmente equipado, um plano de resposta de contingência acordado em colaboração com as autoridades em terra bem como outras medidas importantes para proteger a saúde e a segurança dos passageiros, tripulantes e comunidades que o navio irá visitar.

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Roadshow das Viagens arranca na Figueira da Foz com mais de duas dezenas de expositores

São 23 os expositores confirmados no Roadshow das Viagens do Publituris, no evento que conta com mais de 500 inscrições.

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Tem início esta terça-feira, 12 de outubro, o Roadshow das Viagens do Publituris, 6.ª edição que marca o encontro entre Agente de Viagens, Operadores Turísticos, Companhias Aéreas, GSA, Cruzeiros, Hotéis e Delegações Oficiais de Turismo para mostrarem a sua oferta numa iniciativa que potencia o conhecimento, o negócio e o networking.

O Roadshow das Viagens do Publituris mantém a aposta da realização em três cidades, com o arranque marcado para o Eurostars Oasis Plaza (Figueira da Foz) no dia 12 de outubro, seguindo-se Vila Nova de Gaia, no Holiday Inn Porto Gaia no dia 13 de outubro, terminando no Vila Galé Sintra, Resort Hotel, Conference & Spa, a 14 de outubro.

São 23 os expositores que marcam presença nesta iniciativa do Publituris. Confirmados estão: Lufthansa, Latam Airlines, Air France-KLM, Transavia, Turkish Airlines, Abreu Online, ASL Partners, Avis, Avoris, Bedsonline, Consolidador, In Sure Brokers, Mapfre, Europcar, MSC, Melair Cruzeiros, Pine Cliffs Luxury Collection Resort Algarve, DIT Portugal, Pestana Hotel & Resorts, Unlock Boutique Hotels, Solução Perfeita e Hotel Roma Lisboa, além do patrocínio do Turismo do Centro (também expositor), a parceria da Iberobus e apoio da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Contando com habitual workshop, a 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terá, também, um programa social, com jantares exclusivos e animação que promovem o networking entre os participantes.

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Contribuição do turismo para o PIB mundial aumentará menos de um terço em 2021

O setor das viagens e turismo, afinal, não vai contribuir da forma esperada para o PIB mundial, em 2021. Tudo porque, segundo o WTTC, “a recuperação do setor tem sido prejudicada pela falta de coordenação internacional”

Victor Jorge

Contribuição do turismo para o PIB mundial aumentará menos de um terço em 2021

Segundo as contas do World Travel & Tourism Council (WTTC), a contínua recuperação lenta do setor das viagens e turismo verá sua contribuição anual para o PIB global aumentar em menos de um terço em 2021.

O WTTC adianta que “a recuperação do setor tem sido prejudicada pela falta de coordenação internacional, severas restrições às viagens e taxas de vacinação mais lentas em algumas partes do mundo que ainda prejudicam muitas regiões do mundo”.

Recorde-se que, em 2019, o setor das viagens e turismo gerou quase 9,2 biliões de dólares (cerca de 8 biliões de euros) para a economia global, valor que, em 2020, devido à pandemia, trouxe uma paralisação quase completa, resultando numa queda de 49,1%, representando uma perda de quase 4,5 biliões de dólares, ou seja, quase 3,9 biliões de euros.

Embora a economia global deva registar um aumento “modesto” de 30,7%, em 2021 face a 2020, isso representará apenas, segundo contas do WTTC, 1,4 biliões de dólares, aproximadamente 1,2 biliões de euros, considerando a entidade que representa o setor privado global das viagens e turismo que esta realidade “é impulsionada, principalmente, pelos gastos domésticos”.

As previsões, conduzidas pela Oxford Economics em nome do WTTC, apontam que, com a taxa atual de recuperação, a contribuição das viagens e turismo para a economia global poderia ver um aumento homólogo semelhante de 31,7% em 2022.

No que diz respeito ao emprego, em 2020, o WTTC indica a perda de 62 milhões de empregos no setor das viagens e turismo em todo o mundo e, com o ritmo atual de recuperação, os empregos devem aumentar apenas 0,7% este ano, embora considere que, “com as medidas certas, os governos podem ver os empregos ultrapassar os níveis de 2019 até 2022”.

A análise feita pela Oxford Economics mostra um potencial mais promissor de empregos, numa comparação anual, em todo o setor para 2022, indicando uma evolução de 18%.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, refere, no comunicado que acompanha a divulgação destes resultados que, “embora o setor global das viagens e turismo esteja a começar a recuperar da devastação da COVID-19, ainda existem muitas restrições em vigor, uma distribuição desigual de vacinas, resultando numa recuperação mais lenta do que o esperado de pouco menos de um terço este ano”.

A responsável máxima pelo WTTC, que esteve recentemente em Portugal, refere ainda que, “embora o próximo ano pareça mais positivo em termos da economia global e empregos, a taxa atual de recuperação simplesmente não é suficientemente rápida e é, em grande parte, impulsionada por viagens domésticas, que não atingirão uma recuperação económica total”.

De acordo com o relatório agora divulgado, a contribuição do setor para o PIB global e o aumento do emprego podem ser mais positivos neste ano e no próximo, se as seguintes medidas forem atendidas: “(i) que viajantes totalmente vacinados se possam mover livremente, independentemente da sua origem ou destino final, removendo sistemas complexos; (ii) proceder à implementação de soluções digitais que permitem a todos os viajantes comprovar facilmente o seu estatuto COVID, agilizando assim o processo nas fronteiras em todo o mundo; (iii) reconhecimento de todas as vacinas autorizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e/ou qualquer uma das Autoridades Reguladoras Estritas (SRA); (iv) estabelecimento de um acordo entre todas as autoridades relevantes de que as viagens internacionais são seguras, uma vez implementados protocolos de saúde e segurança”.

Desta forma, o relatório apresentado pelo WTTC mostra que, se estas quatro regras forem seguidas antes do final de 2021, “o impacto na economia global e nos empregos poderá ser significativo”.

A demonstrá-lo estão os números apresentados pelo WTTC, indicando que a contribuição do setor para a economia global pode aumentar 37,5% – atingindo 6,4 biliões de dólares (ligeiramente acima dos 5,5 biliões de euros) este ano (em comparação com 4,7 biliões de dólares, ou seja quatro biliões de euros, em 2020).

O WTTC assume, ainda a esperança de que, com as restrições a continuarem a ser suspensas, e com mais cooperação internacional, “os governos possam trazer de volta cerca de 19 milhões de empregos antes do final do ano (uma subida de 6,8%).

Certo é que, segundo o WTTC, a tendência “continua no próximo ano”, quando a contribuição do setor para a economia global pode ver um aumento anual de 34%, atingindo 8,6 biliões de dólares, cerca de 7,5 biliões de euros, aproximando-se, assim, dos números do ano recorde de 2019. Da mesma forma, conclui o WTTC, “os empregos podem superar os níveis de 2019”, ultrapassando os 349 milhões.

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