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FIA está de regresso a Lisboa

A Feira Internacional do Artesanato vai ter lugar na FIL, de 30 de Junho a 8 de Julho.

Tiago da Cunha Esteves
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FIA está de regresso a Lisboa

A Feira Internacional do Artesanato vai ter lugar na FIL, de 30 de Junho a 8 de Julho.

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A FIA Lisboa – Feira Internacional do Artesanato está de regresso à FIL, no Parque das Nações, entre os dias 30 de Junho e 8 de Julho. Ao longo de quatro pavilhões, a organização, que cabe à AIP – Feiras, Congressos e Eventos, com a colaboração do IEFP, pretende mostrar “o que de melhor se faz em Portugal e mais de 40 países de todo o mundo”.

Os visitantes desta feira poderão conhecer e comprar diversos tipos de artesanato nacional e internacional, desde os mais tradicionais aos mais contemporâneos. Por outro lado, essa componente é enriquecida com a oferta gastronómica.

Este ano, a Argentina é o País Convidado e os seus artesãos vão marcar presença através de uma representação colectiva oficial. O dia 5 de Julho será o dia oficial da Argentina na FIA Lisboa.

Já o IEFP vai promover uma exposição temática dedicada à doçaria portuguesa.

No ano passado, a FIA deu as boas-vindas a mais de 130 mil pessoas, em 9 dias de feiras.

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Emprego e Formação

Turismo do Algarve em missão a Marrocos e Cabo Verde para solucionar problema de recursos humanos

Conhecidos que são os problemas com a falta de mão-de-obra, a Região de Turismo do Algarve parte em visitas de intercâmbio a Marrocos e a Cabo Verde para promover a boa gestão da migração laboral e a rápida resposta à contratação de recursos humanos para o setor do turismo no Algarve.

A Região de Turismo do Algarve (RTA) e a Missão em Portugal da Organização Internacional para as Migrações (OIM Portugal) irão realizar visitas de intercâmbio a Marrocos, de 5 a 8 de julho, e a Cabo Verde, de 12 a 15 de julho, para promoverem a boa gestão da migração laboral e a rápida resposta à contratação de recursos humanos para o setor do turismo no Algarve.

Estas visitas de intercâmbio têm como principal objetivo “o desenvolvimento de programas de migração laboral, no sentido de responder rapidamente à procura de mão-de-obra qualificada para setores onde existe uma maior carência (turismo e agricultura), tendo em conta as necessidades dos empregadores e a criação de caminhos seguros para a migração de possíveis trabalhadores estrangeiros”, refere a RTA em comunicado.

João Fernandes, presidente da RTA, sublinha, de resto, que “a falta de mão-de-obra é, atualmente, a principal dificuldade do turismo algarvio e, com estas ações com a chancela da OIM Portugal, esperamos abrir as portas para mitigar diferentes problemas ao nível do recrutamento. Nomeadamente, através a regulação de acordos de mobilidade que assegurem boas oportunidades para trabalhadores migrantes e que certifiquem o respeito pelos direitos humanos, combatendo o risco de exploração laboral e a exposição a riscos de tráfico humano”.

Durante as visitas, a RTA pretende assumir um “papel fulcral” na colaboração em áreas como o acompanhamento da implementação do projeto e definição de estratégias de trabalho no Algarve, em conjunto com associações setoriais do turismo e atores locais, na identificação e facilitação de contactos de empresários/empregadores interessados em participar no projeto, bem como na identificação das principais necessidades de mão de obra e constrangimentos do setor turístico no recrutamento de migrantes.

Esta visita a Marrocos e Cabo Verde ocorre na sequência de uma sessão de informação já realizada no início do ano no âmbito do projeto “Promoção de uma Boa Gestão da Migração Laboral para Portugal”, cofinanciado pelo Fundo Asilo, Migração e Integração (FAMI), da União Europeia.

Este projeto envolve diferentes entidades nacionais e estrangeiras, contando com a participação de instituições sediadas em Portugal como o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve (AIHSA), Associação dos Horticultores, Floricultores e Horticultores dos Municípios de Odemira e Aljezur (AHSA) e empresas do setor da agricultura.

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Eurostars Hotel Company integra Exe Praia Golfe

O Exe Praia Golfe, localizado em Espinho, passa a estar integrado no portefólio da cadeia hoteleira do Grupo Hotusa, que explora atualmente um total de 22 hotéis em Portugal.

A Eurostars Hotel Company vai explorar um novo hotel em Portugal, o quatro estrelas Exe Praia Golfe, localizado em Espinho, que passa a estar integrado no portefólio da cadeia hoteleira do Grupo Hotusa, que explora atualmente um total de 22 hotéis em Portugal.

“É para nós um motivo de imensa alegria dar um novo passo em frente na consolidação da presença da Eurostars Hotel Company em Portugal e fazê-lo, nesta ocasião, com um estabelecimento do segmento de férias, que nos permite diversificar a nossa oferta. Este tem sido historicamente um mercado estratégico para a nossa empresa, no qual sempre tivemos experiências muito boas e onde esperamos continuar a crescer no futuro”, congratula-se Amancio López Seijas, presidente do  Grupo Hotusa.

Com a integração deste hotel, Portugal passa a ser, depois de Espanha, “o mercado com maior implementação do Eurostars Hotel Company”, que já conta com 1.800 quartos em território nacional, num total de 22 hotéis localizados em Lisboa, Porto, Cascais, Figueira da Foz, Matosinhos, Óbidos e agora também Espinho.

O Exe Praia Golfe é uma unidade de quatro estrelas, localizado na primeira linha de praia e com vistas para o mar, que conta com 136 quartos, SPA e restaurante/bar, além de várias salas de eventos com capacidade para até 350 pessoas.

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Transportes

Brussels Airlines cancela 675 voos para julho e agosto

Os cancelamentos de voos sucedem-se por toda a Europa. Agora é a Brussels Airlines a anunciar o cancelamento de um total de 675 voos para os meses de julho e agosto.

Depois da British Airways, foi também a Brussels Airlines a anunciar o cancelamento de 675 voos durante os meses de julho e agosto, depois de ver-se obrigada a cancelar a maioria dos voos, fruto da greve de três dias que assolou os aeroportos da Bélgica, avança a agência noticias belga.

Este número equivale a cerca de 6% do total de voos previstos para os próximos meses com a medida a ir ao encontro das reivindicações de pilotos e pessoal de cabine para que a companhia reduza a carga de trabalho.

Recorde-se que a greve que afetou a Brussels Airlines de 23 a 25 de junho, levando ao cancelamento de 316 voos, teve impacto em cerca de 40.000 passageiros. Depois desta greve, sindicatos e companhia aérea reuniram-se, sem chegar a qualquer acordo, levando à decisão agora tomada.

Até esta data já foram cancelados 148 voos de verão, mas os sindicatos admitem que não é o suficiente, o que fez a companhia tomar medidas e cancelar mais 500 voos para os próximos meses, totalizando 675: 372 voos cancelados em julho e mais 303 para o mês de agosto.

Peter Gerber, CEO da Brussels Airlines, já veio admitir que será “comercialmente impossível cancelar mais voos”.

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Portugal e Europa lideram reservas dos portugueses para as férias de verão

Funchal, Ponta Delgada, Lisboa e Porto são, de acordo com a eDreams, as cidades mais escolhidas para visitar este verão, enquanto no estrangeiro a maior parte das reservas destina-se a França, Espanha, Itália, Reino Unido e Suíça.

A eDreams revelou esta terça-feira, 5 de julho, que a maioria das reservas registadas na plataforma indica que os portugueses estão a optar por destinos nacionais para as férias de verão, enquanto nas viagens para o estrangeiro a maioria das preferências recai na Europa.

Funchal, Ponta Delgada, Lisboa e Porto são, de acordo com a eDreams, as cidades mais escolhidas para visitar este verão, enquanto no estrangeiro a maior parte das reservas destina-se a França, Espanha, Itália, Reino Unido e Suíça.

“A eDreams pôde ainda perceber que as cidades que os portugueses mais vão visitar este Verão são Paris, Barcelona, Londres, Madrid e Milão”, indica a plataforma de reservas, num comunicado enviado à imprensa.

Além dos destinos europeus, a eDreams refere que há também três países não-europeus que se destacam entre as escolhas dos portugueses, concretamente Brasil, Marrocos e Estados Unidos.

A eDreams diz também que a maior parte (36%) dos viajantes vai permanecer nos destinos cerca de três a quatro dias, “o que é indicativo de preferência por umas férias relativamente curtas”, enquanto 26% vão passar entre sete a 13 dias de férias, 19% entre cinco e seis dias, e apenas 5% estará fora por mais de 21 dias.

Já Portugal aparece em destaque nas escolhas dos turistas estrangeiros, com a eDreams a constatar que “nos últimos anos, Portugal tem-se consolidado enquanto destino de eleição para muitos turistas, o que não é exceção em 2022”.

França, Alemanha, Reino Unido, Suíça são os países onde a procura por férias em Portugal mais se destaca, assim como Espanha, com Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada a lideraram as preferências.

 

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Deco reclama “intervenção célere” para garantir direitos dos passageiros com voos cancelados

Na sequência das “várias dezenas” de reclamações de consumidores recebidas durante o passado fim de semana, a DECO pede ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) “uma intervenção célere e eficaz que acautele os interesses dos passageiros através de todos os mecanismos”.

A Deco instou esta terça-feira, 5 de julho, o Ministério das Infraestruturas e a Autoridade Nacional da Aviação Civil a intervirem para acautelar os interesses dos passageiros afetados pelos cancelamentos de voos em Lisboa, cujo direito à assistência “não está a ser aplicado”.

“Isto não é uma situação nova, uma vez que disrupções e problemas no aeroporto [de Lisboa], infelizmente, têm sido cada vez mais constantes. O que nos preocupa são as respostas que estão sempre a ser dadas aos consumidores e, sobretudo, o facto de estes terem direitos que não são aplicados e de ser necessário ter planos de contingência preparados quer pela infraestrutura aeroportuária, quer pelas próprias transportadoras, para garantir o direito à assistência”, afirmou o coordenador do departamento jurídico da Deco – Associação de Defesa do Consumidor em declarações à agência Lusa.

Segundo Paulo Fonseca, na sequência das “várias dezenas” de reclamações de consumidores recebidas durante o passado fim de semana, a associação enviou hoje cartas ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) reclamando “uma intervenção célere e eficaz que acautele os interesses dos passageiros através de todos os mecanismos”.

“No fim de semana recebemos algumas dezenas de queixas, o que é demonstrativo que os passageiros estão com dificuldade em exercer os seus próprios direitos”, avançou à Lusa, precisando que em causa está o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, já que “não houve queixas relativamente aos outros aeroportos”.

Conforme salientou, os passageiros do transporte aéreo “têm um conjunto de direitos que estão fixados e são automaticamente aplicáveis em situações de cancelamento, de recusa de embarque [devido ao designado ‘overbooking’] ou de atraso superior a três horas”, nomeadamente o direito à assistência e, embora com algumas exceções, o direito a indemnização.

No caso do direito à assistência, apesar de o regulamento europeu aplicável prever que aos passageiros afetados têm de ser asseguradas “refeições e bebidas em proporção razoável ao tempo de espera” e “alojamento em hotel, caso se torne necessária a estadia por uma ou mais noites”, os relatos feitos à Deco apontam para a mera entrega de vales que os passageiros apenas podem utilizar no aeroporto e para a recusa da garantia de alojamento por alegadamente “não existir alojamento disponível nas proximidades”.

“Dar um vale a um passageiro para usar no próprio aeroporto quando o consumidor só tem voo dali a três dias é inaceitável do ponto de vista da proteção dos direitos dos consumidores. É necessário um reforço deste direito à assistência e, também, alojamento em hotel”, sustenta Paulo Fonseca.

Neste sentido, na carta enviada à tutela, ao ministério de Pedro Nuno Santos, a Deco destaca a “necessidade de impor quer às transportadoras, quer à infraestrutura aeroportuária, a implementação de planos de contingência em diferentes níveis, consoante o grau de afetação de passageiros e a natureza e duração da situação disruptiva”, de forma a “assegurar a assistência e demais direitos dos consumidores”.

“Estes planos deverão, também, definir medidas que visem a existência de estruturas e mecanismo de apoio e informação adequados às necessidades sentidas pelos passageiros quando enfrentam situações de atraso ou cancelamento de voos”, lê-se na missiva, a que a Lusa teve acesso.

O objetivo é que, em caso de necessidade, “esses mecanismos de contingência sejam de imediato acionados e tenham, por exemplo, um conjunto de estabelecimentos hoteleiros preparados para receber os passageiros”.

Já no que diz respeito ao direito à indemnização, o coordenador do departamento jurídico da Deco explica que esta pode ir dos 250 euros aos 600 euros, “dependendo do tipo de voo e da distância”, e precisa que não é aplicável em algumas situações, “designadamente perante circunstâncias extraordinárias não oponíveis à própria transportadora, como uma intempérie, um ataque terrorista, uma guerra ou a situação vivida o ano passado com a pandemia, com a imposição do cancelamento dos voos”.

Neste caso, a associação diz ter denunciado na carta dirigida à ANAC as “dúvidas” que mantém relativamente às justificações – ou falta delas – dadas aos passageiros afetados pelos atrasos ou cancelamentos.

“Como foram apontados vários motivos para justificar o cancelamento, muitos deles que não são verdadeiras circunstâncias extraordinárias, parece-nos que o direito à indemnização está a ser evitado”, explicou Paulo Fonseca.

Segundo salienta, “as transportadoras têm de dar uma informação pormenorizada ao consumidor sobre o estado do seu voo”, havendo “mecanismos que lhes permitem, até pelos formulários de contacto, ter acesso a dados dos passageiros e contactá-los diretamente para lhes dar toda a informação em tempo útil”.

De acordo com o responsável da Deco, no caso da TAP – cujos voos têm sido dos mais afetados em Lisboa – têm sido apontados desde “constrangimentos noutros aeroportos, a constrangimentos no serviço de ‘handling’ e, até, constrangimentos relacionados com um jato privado”. “Ou seja, não há, de facto, um apuramento de quais são as reais situações de cancelamento e de cada voo em concreto”, afirmou.

Afirmando-se particularmente “preocupado” porque “esta já é uma situação recorrente”, o que leva a que “os consumidores já tenham receio de viajar de avião porque não sabem se vão conseguir ter voo a tempo e capacidade para embarcar”, Paulo Fonseca alerta que, se já é possível “antever que o verão vai ser disruptivo, também já se sabe que no Natal e na passagem de ano se vai repetir a mesma situação”.

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British Airways cancela mais 650 voos em julho

A British Airways anunciou o cancelamento de mais 650 voos para este mês de julho. Entre os destinos mais afetados está Portugal, além de Grécia e Espanha.

Segundo avança a imprensa britânica a British Airways irá cancelar mais 650 voos este mês a partir dos aeroportos de Heathrow e Gatwick, apontando como causa a elevadíssima procura e falta de pessoal.

A companhia aérea britânica pediu autorização para cortar 105.000 lugares relativamente à sua capacidade para o mês de julho nos dois aeroportos: 76.000 lugares para Heathrow e 29.400 para Gatwick.

O corte nos voos impactará maioritariamente a Europa e destinos de lazer como Grécia, Espanha e Portugal.

Um porta-voz da British Airways referiu que “tomámos medidas preventivas no início deste ano para reduzir a nossa programação de verão para fornecer aos clientes o máximo de aviso possível sobre quaisquer alterações nos seus planos de viagem”.

“Com toda a indústria da aviação continua a enfrentar o período mais desafiador da sua história, lamentavelmente, tornou-se necessário fazer algumas reduções adicionais”, indicando a mesma fonte que a companhia está “em contato com os clientes para pedir desculpas e oferecer para remarcar ou emitir um reembolso total.”

No mês passado, o Governo do Reino Unido ofereceu uma “amnistia” única às companhias aéreas nas regras usuais de ‘slots’ nos aeroportos para incentivar as transportadoras a operar horários de verão “realistas” na tentativa de minimizar a interrupção nos aeroportos.

 

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Arrow Global Portugal adquire 75% da Details Hotels & Resorts

A Arrow Global Portugal adquiriu 75% da Details Hotels & Resorts com o objetivo de proceder ao “desenvolvimento e gestão de ativos turísticos”, mantendo-se os restantes 25% do capital nas mãos dos atuais sócios.

A Arrow Global Portugal adquiriu 75% da Details Hotels & Resorts com o objetivo de proceder ao “desenvolvimento e gestão de ativos turísticos”, mantendo-se os restantes 25% do capital nas mãos dos atuais sócios.

Num comunicado enviado à imprensa, Francisco Moser, Hospitality CEO da Arrow Global Portugal, explica que a empresa de gestão de ativos considera que este é o momento para aproveitar “a oportunidade de agregação que o mercado hoteleiro português oferece, à semelhança do que tem acontecido a nível internacional”.

“O objetivo é fazermos crescer o portefólio sob gestão, com um investimento previsto em Hospitality que pode ascender a €500 milhões nos próximos cinco anos”, acrescenta o responsável.

A aquisição de 75% do capital da Details Hotels & Resorts, que gere atualmente sete unidades hoteleiras no Algarve e que vai passar a contar, brevemente, com uma unidade de cinco estrelas, já foi concluída, com a Arrow Global Portugal a explicar que os “restantes 25% do capital mantêm-se nas mãos dos atuais sócios”, enquanto João Costa mantém a gestão operacional da cadeia.

“A entrada da Details no perímetro da Arrow Global deixa-nos muito satisfeitos. Acreditamos que podemos juntar a nossa experiência e conhecimento aos diferentes projetos em que o grupo está envolvido”, afirma João Costa, COO da Details Hotels & Resorts.

Além da aquisição de 75% do capital da Details Hotels & Resorts, a Arrow Global Portugal está também a estudar um “pipeline que contempla diferentes oportunidades de negócio localizadas não apenas no Algarve, mas em outras regiões do país”, nomeadamente em Lisboa e Porto.

“Queremos chegar aos principais destinos nacionais. Neste momento, o Algarve é uma escolha natural, por ser uma zona onde já gerimos diversos investimentos e pela forte dinâmica da procura que tem, mas estamos atentos a oportunidades em Lisboa, Porto e outras regiões. A escala é um fator determinante para o sucesso desta nova linha de negócio”, revela João Bugalho, Country CEO da Arrow Global.

A Arrow Global Portugal espera crescer através de negócios que vão desde a aquisição direta de ativos, aos contratos de aluguer ou de gestão de unidades hoteleiras e de apartamentos turísticos e diz que, para tal, conta com a experiência e cooperação que existe entre as várias empresas da Arrow Global em Portugal.

 

 

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62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses comprometem-se com a sustentabilidade

No total, foram recebidas mais de 730 candidaturas e, após avaliação por uma comissão de avaliação independente, foram selecionadas 629 PME de 35 países, incluindo 62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses.

O SUSTOUR, programa financiado pelo programa COSME da União Europeia, destinado a melhorar o desempenho de sustentabilidade, vai contar com a participação de 700 agências de viagens e operadores turísticos, incluindo 62 portugueses, avança a Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT), em comunicado.

Segundo a APAVT, as candidaturas a este programa arrancaram em março, com o objetivo de selecionar 175 agências e operadores para participar do SUSTOUR e beneficiar de “um programa abrangente de apoio técnico para os ajudar a melhorar o seu desempenho de sustentabilidade”.

No total, foram recebidas mais de 730 candidaturas e, após avaliação por uma comissão de avaliação independente, foram selecionadas 629 PME de 35 países, incluindo 62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses.

“Estamos muito satisfeitos com tanto interesse por parte dos operadores turísticos e agentes de viagens em toda a Europa em aprender como tornar os seus negócios e cadeia de fornecedores mais sustentáveis. Decidimos aceitar três vezes mais empresas no programa de apoio do que o inicialmente planeado, para permitir que um máximo de empresas beneficie do projeto”, explica Naut Kusters, Diretor da ECEAT e líder do projeto SUSTOUR.

Já Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, destaca a importância da sustentabilidade que, diz, “é claramente uma das principais prioridades da APAVT”, motivo pelo qual a associação se mostra satisfeita por “ver que cerca de seis dezenas de agentes de viagens e operadores turísticos associados foram selecionados no âmbito do projeto SUSTOUR”.

O programa de apoio técnico inicia-se este mês de julho e fornecerá uma combinação de formações on-line, formações em sala de aula de vários dias, formação intensiva (em grupo e individual), bem como aprendizagem entre pares – todos fornecidos e guiados por especialistas em turismo sustentável ​​selecionados para o efeito.

Durante esta etapa, as empresas podem escolher entre obter apoio para a certificação Travelife ou apoio em termos de melhoria de áreas específicas, como gestão de carbono, plástico e cadeia de fornecimento ou certificação de suas excursões em terra.

Ao longo do SUSTOUR, vão ser também organizados vários eventos em conjunto com feiras europeias para permitir às empresas de viagens selecionadas trocar experiências e melhores práticas, bem como “premiar as que obtiverem com sucesso a certificação através do projeto SUSTOUR”.

A lista completa de agências de viagens e operadores turísticos portugueses que participam no SUSTOUR pode ser consultada online aqui.

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Qatar Airways e Airlink lançam codeshare para melhorar ligações no sul de África

Nova parceria entre a Qatar Airways e a Airlink abrande 45 destinos e 13 países, e pretende contribuir para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África.

A Qatar Airways e a Airlink estabeleceram um acordo de codeshare para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África, que abrande 45 destinos e 13 países, informaram as companhias aéreas, em comunicado.

“Este novo acordo de codeshare significa que os passageiros podem desfrutar da simplicidade na aquisição de voos de ligação em ambas as companhias aéreas, recorrendo a uma única reserva pautada por uma experiência tranquila ao nível da validação de bilhetes, do check-in, do embarque e do despacho de bagagens, durante toda a viagem”, lê-se na informação divulgada.

Com este acordo, os passageiros passam a poder reservar voos entre o sul de África e os EUA, Europa e Ásia, sendo que esta parceria também aumenta a abrangência de voos da Qatar Airways no sul de África, com um melhor acesso a destinos como Gqeberha (Porto Elizabeth) Hoedspruit, Skukuza, George na África do Sul, para além de Botswana, Namíbia, Zâmbia, Zimbabué e Moçambique.

“Ampliar a nossa rede com a Airlink dá aos nossos clientes mais escolha de destinos e voos. Esperamos que contribua para a rápida recuperação das viagens, que desempenham um papel tão importante nas economias do sul de África”, considera Akbar al Baker, CEO da Qatar Airways.

Para Rodger Foster, CEo da Airlink, “este desenvolvimento é um reforço da relevância da Airlink como provedora de acessos aéreos a toda a região” do sul de África, uma vez que a companhia aérea conta com uma “extensa rede de destinos, o que, quando considerado em conjunto com o alcance global da Qatar Airways, cria oportunidades de ligações sem paralelo”.

“Enquanto principal companhia aérea do sul de África, a Airlink fornece serviços de transporte aéreo abrangentes, seguros e fiáveis, permitindo o desenvolvimento socioeconómico através da ligação de pessoas entre si e facilitando o comércio dentro e fora da região”, acrescenta o responsável.

Recorde-se que a Qatar Airways foi a única companhia aérea que abriu novos voos para África durante a pandemia, tendo lançado, durante esse período, os voos para Luanda, em Angola, assim como para Harare, no Zimbabué, e Lusaca, na Zâmbia. Este mês, a companhia aérea do Qatar vai também retomar os voos para Windhoek, na Namíbia.

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Hotelaria

“Be Our Guest” analisou boas práticas no controlo de custos de uma unidade hoteleira

O impacto do controlo de custos no desempenho financeiro dos hotéis foi tema da segunda conversa da série “Be Our Guest”, o novo projeto da ADHP. A sessão recebeu João Pedro Figueira, diretor de Operações da Ace Hospitality Management.

As conversas “Be Our Guest” convidam diretores de hotéis de referência a falar sobre as suas experiências profissionais, a hotelaria e o setor do turismo e são organizadas pela Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal na última segunda-feira de cada mês, às 19 horas.

A moderação da sessão ficou a cargo de Fernando Garrido, presidente da ADHP. Em discussão esteve o tema “Boas práticas no controlo de custos de uma unidade hoteleira”, e que pode ser visualizado no seu canal de YouTube: https://youtu.be/Yanygjxf6rc

Numa sessão que contou com diversos associados da ADHP e players do setor, João Pedro Figueira abordou temáticas centrais na discussão do controlo de custos, cada vez mais relevante “pela conjuntura atual”.

O diretor de Operações da Ace Hospitality Management destacou o papel de um bom controlo de custos para a implementação de uma estratégia sólida. “Permite entender melhor o negócio, ajuda a tomar decisões fundamentadas, permite criar um histórico importante para novas estratégias, é uma excelente ferramenta de budget, deteta de forma fácil desvios que podem ser corrigidos a tempo útil”, explicou.

Realçando a componente de F&B como especialmente desafiante para o controlo de custos, João Pedro Figueira elencou um conjunto de boas práticas que resultam na diminuição do desperdício e na entrega de um produto final de elevada qualidade. Entre o acompanhamento da sazonalidade dos alimentos, o correto armazenamento dos ingredientes, o redesenho frequente das cartas e o recurso a máquinas para uma maior segurança alimentar, o gestor apresentou soluções com impacto significativo no desempenho financeiro de um hotel

O responsável analisou ainda, o papel da estandardização para o bom funcionamento de uma unidade, numa altura em que a alta rotatividade de profissionais se tornou num desafio particularmente dispendioso para os hotéis.

“Manuais de procedimentos vão dar segurança a todo o processo [de trabalho] e minimizar custos. Cada vez que conseguimos mostrar a um colaborador, de forma sistemática, como vai ser o dia a dia dele, vai dar-lhe conforto e vai permitir-nos trabalhar de forma sustentada”.

Neste capítulo, João Pedro Figueira alertou para a importância da valorização dos funcionários e para o seu envolvimento nas tomadas de decisões, incidindo sobre a questão dos recursos humanos. o valor dos estágios e da relação entre a academia e o mercado laboral.

O diretor de Operações da Ace Hospitality Management enumerou, por outro lado, um conjunto de ferramentas de análise que asseguram uma gestão de custos mais eficiente e fundamentada, destacando a importância, a nível do diagnóstico e da previsão, dos indicadores de performance (KPI) e da informação histórica.

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