Assine já
Destinos

Espanha quer promover-se como ‘o país da felicidade’

O Instituto de Turismo de Espanha quer vincular o conceito de felicidade às próximas campanhas de promoção do destino.

Tiago da Cunha Esteves
Destinos

Espanha quer promover-se como ‘o país da felicidade’

O Instituto de Turismo de Espanha quer vincular o conceito de felicidade às próximas campanhas de promoção do destino.

Sobre o autor
Tiago da Cunha Esteves
Artigos relacionados
Espanha tem menos 29,5% para promoção
Destinos
Espanha
Turismo espanhol terá corte de 24,5% em 2013
Destinos
Sevilha quer ser redescoberta pelos portugueses (com vídeo)
Destinos
Espanha recusa limitar entradas nas Canárias
Destinos
Espanha

O instituto quer dar um novo atributo turístico à marca Espanha e promover o conceito de ‘país da felicidade’ na mente dos consumidores. De acordo com o responsável, trata-se de completar o lema da anterior campanha de promoção e convertê-lo em “I need Spain to be happy”.

Nos primeiros quatro meses do ano, o destino acolheu 13,7 milhões de turistas estrangeiros, o que representa uma subida de 1,1% em relação ao período homólogo do ano passado.

Sobre o autorTiago da Cunha Esteves

Tiago da Cunha Esteves

Mais artigos
Artigos relacionados
Hotelaria

Guestcentric e HiJiffy apostam na Inteligência Artificial para otimizar sistema de reservas

Os hoteleiros que usam o motor de reservas da Guestcentric têm agora acesso direto ao Assistente de Reservas da HiJiffy, baseado em Inteligência Artificial numa solução central para aprimorar a comunicação com os hóspedes.

Ao abrigo desta colaboração entre as duas empresas, os hoteleiros podem centralizar numa única plataforma todos os seus canais de comunicação – o que permite potenciar a taxa de conversão, reduzir os tempos de resposta e aumentar os níveis de serviço dos hotéis.

Esta parceria vem fortalecer o serviço prestado aos hotéis em mais de 60 países ao nível das reservas diretas, uma vez que o chatbot consegue apresentar todos os quartos disponíveis e respetivas tarifas para datas específicas, podendo os clientes obter cotações em tempo real, verificar disponibilidades, bem como visualizar fotos do quarto, sendo no final redirecionados para concluir a sua reserva.

Esta integração permite mostrar aos hóspedes quanto custará em concreto um quarto para uma data específica, de acordo com um determinado número de pessoas e mediante diferenciação em função da idade dos hóspedes (preços distintos para adultos e crianças), bem como a utilização de códigos promocionais para clientes fidelizados e recorrentes, e ainda fornecer aos clientes um link de clique único para facilitar a conclusão reserva, sendo o pagamento da mesma concluído no motor de reservas para garantir a segurança do hóspede.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Até haver novo aeroporto de Lisboa “é preciso encontrar soluções intermédias”

O diretor-geral da ATL, Vitor Costa, alerta para que até a operacionalização de um novo aeroporto para Lisboa, o que vai demorar muitos anos, tendo em conta o estádio do projeto, “é preciso encontrar soluções intermédias”.

O diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa (ATL) alerta para que até a operacionalização de um novo aeroporto para Lisboa, o que vai demorar muitos anos, tendo em conta o estádio do projeto, “é preciso encontrar soluções intermédias”.

Na opinião de Vítor Costa, “primeiro é preciso que Portela melhore, segundo, eventualmente, vai ser necessário, a certa altura, soluções intermédias para conseguirmos responder à procura”.

O responsável lembra que “quando esta discussão da necessidade de construção de um novo aeroporto para Lisboa começou, a que em certa altura se falou na possibilidade de ficar localizado na Ota ou Alcochete, o setor do turismo defendia a utilização de uma Base Aérea, nomeadamente, o do Montijo, para fins civis, uma vez que já lá existia uma pista aérea e podia ser utilizado em complemento a Portela, independentemente da decisão sobre um novo aeroporto”.

“A questão que temos é até chegar lá. Para tal temos de encontrar soluções mais pragmáticas, ou então não fazemos nada na Portela e continuamos durante mais 10/12/14 anos na situação em que estamos”, disse, para acrescentar que “é preciso fazer os investimentos previstos para a Portela, e mesmo assim, não sei se não será necessário recorrer a soluções para que, entretanto, as coisas se possam resolver. Isto tem de ser razoavelmente ponderado”.

Recorde-se que foi feito um acordo bipartidário (PS e PSD) e a partir daí foi criada uma solução “que poderá ser mais virtuosa, que poderá dar mais consenso, admito”. Essa solução passou pela criação de uma Comissão Técnica independente para fazer um relatório sobre a localização da nova infraestrutura, e de uma Comissão de Acompanhamento. Vítor Costa faz parte dessa Comissão de Acompanhamento, de acordo com a deliberação do Conselho de Ministros, na qualidade de presidente da Entidade Regional.

É preciso fazer os investimentos previstos para a Portela, e mesmo assim, não sei se não será necessário recorrer a soluções para que, entretanto, as coisas se possam resolver”

Agora, essas estruturas “vão desenvolver o seu trabalho e a promessa que existe é que durante este ano seja anunciada uma decisão sobre a localização do novo aeroporto, que o Governo decida, que o Presidente da República subscreva e que pelo menos o PSD suporte, na expectativa de que não se volte a discutir tudo de novo. O processo agora vai prosseguir e temos de esperar que tenha um desfecho”, destacou Vítor Costa.

No entanto, o responsável chama atenção para o seguinte: “A deliberação do Governo é para que esta comissão decida sobre a localização do novo aeroporto, mas “seja qual for a decisão final, é preciso ainda construir a nova infraestrutura, o vai durar anos”. Então, “entre este momento e até o novo estar operacional, e estamos a falar em pelo menos 10 anos, significa um lapso de tempo muito grande”, alertou.

*O jornal Publituris errou na última edição. Neste artigo, houve um lapso e em vez de, no título, estar “haver”, publicámos “haber”. Aos nossos leitores pedimos desculpa. 
Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Destinos

A marca Lisboa está a puxar toda a região

Numa região com dinâmicas turísticas diferentes, a missão da ERT-RL tem sido agregadora, colocando sempre a marca Lisboa, “que é uma vantagem e não uma desvantagem”, segundo o seu presidente, Vítor Costa, a puxar todas as áreas que a compõem. Para tal têm sido criados vários instrumentos de apoio às empresas dessas áreas menos desenvolvidas com o objetivo de criar produto e captar turistas. “O que toda a região precisa é de ter clientes e utilizem o máximo todo o território”, defende.

Em entrevista ao Publituris, o presidente da Entidade Regional do Turismo da Região de Lisboa (ERT-RL) e diretor geral da Associação Turismo de Lisboa (ATL), Vítor Costa, dá conta da performance da região o ano passado, apesar de os números ainda não estarem fechados, apresenta as estimativas para 2023, embora existam fatores que o próprio turismo não controla, mas, sobretudo, destaca a estratégia adotada que visa criar uma região com um desenvolvimento turístico mais equilibrado.

Como está a região neste momento, dois anos depois da pandemia, e como é que correu o 2022?
Tivemos dois anos de pandemia em que houve uma interrupção do turismo, e depois, o ano de 2022 relativamente ao qual já havia alguma expectativa que houvesse um início de uma recuperação. Ainda tivemos três meses afetados pela pandemia, mas depois, verificou-se uma dinâmica que terá excedido as expectativas.

No caso específico da Região de Lisboa, não temos ainda os resultados finais, mas está adquirido que, em termos dos indicadores económicos, a subida foi maior, enquanto em termos quantitativos (dormidas, hóspedes e chegadas), ainda não chegámos aos valores de 2019. Também tivemos o efeito da inflação em 2022, mas mesmo descontando este indicador, a nossa estimativa é que tenhamos crescido 5 a 7% ao nível da riqueza gerada pelo turismo e na rentabilidade da hotelaria, o que consideramos bastante positivo.

E este ano? Quais são as previsões?
A dinâmica mantém-se. Não há indicadores, até este momento, que houvesse menos interesse ou menor procura. Vamos ter também um ano marcado por uma iniciativa única que são as Jornadas Mundiais da Juventude que vai influenciar o verão. Mas a nossa dinâmica neste início de ano continua idêntica, e esperamos que corra bem.

É verdade que há aquilo que todos os setores do turismo têm referido, que são muitos fatores de incerteza, e esses podem vir a ser relevantes ao longo do ano, e que podem afetar principalmente os mercados europeus que representam 80% dos turistas que visitam a região de Lisboa. Já tínhamos verificado no ano anterior, por exemplo, que o mercado alemão cresceu menos, mas, no entanto, há casos contrários, com o mercado norte-americano com grande crescimento.

No caso específico da Região de Lisboa, não temos ainda os resultados finais, mas está adquirido que, em termos dos indicadores económicos, a subida foi maior, enquanto em termos quantitativos (dormidas, hóspedes e chegadas), ainda não chegámos aos valores de 2019”

Estratégia consensualizada
Estamos a falar de uma região com dinâmicas turísticas diferentes. Como é que se conjugam a cidade de Lisboa e os outros polos menos desenvolvidos?
Porque temos uma estratégia, temos um plano estratégico e, portanto, não estamos a “navegar à vista”.

Temos uma estratégia que é consensualizada entre os vários intervenientes, parceiros interessados públicos e privado, municípios e empresas. Essa estratégia é clara no sentido de que a marca Lisboa é um ativo de todos e tem capacidade de atração, mas o território é diferenciado. Identificámos vários polos e cada um tem uma estratégia de desenvolvimento diferente, consoante o estado em que se encontram.

Nesse plano encontrámos o caminho para, ao mesmo tempo, continuar a reforçar a marca Lisboa e a sua capacidade de atração, e procurar o desenvolvimento de alguns polos que já estavam bastante desenvolvidos como são Cascais e Sintra, e outros que, entretanto, assumiram importância nestes últimos anos, como Mafra e Ericeira, pelas suas especificidades, bem como Sesimbra e Almada (Costa da Caparica).

Além disso, incorporamos algumas áreas que, apesar de oferecerem bastantes recursos, têm de fazer um caminho mais devagar, até porque a oferta é mais insuficiente, sobretudo as zonas ribeirinhas do Tejo, Vila Franca de Xira ou Loures. Sem oferta turística, sem hotelaria, não conseguem captar turismo.

O que temos verificado é que, antes da pandemia, a região de Lisboa cresceu no seu conjunto, foi a região que mais cresceu e ganhámos quota de mercado em Portugal. Entretanto, durante a pandemia perdemos quota de mercado porque as pessoas privilegiaram os destinos internos. Sabendo que um terço da população portuguesa vive na região de Lisboa, isso é compreensível, pois procuraram outras zonas do país. Mesmo em termos internacionais também perdemos, uma vez que, como não havia transporte aéreo, as pessoas não podiam chegar. Se perdemos, acabámos por recuperar em 2022 face às várias regiões nacionais.

Programas de comercialização e venda têm procura
Têm sido anunciados uma série de apoios da Região para essas zonas menos desenvolvidas. Como é que se está a processar?
Esta estratégia é assumida em toda a atividade que fazemos enquanto Entidade Regional, bem como ATL na parte da promoção internacional.

Criámos algumas soluções específicas como é o caso dos PCV para o mercado interno, que são programas de comercialização e venda. São planos regulamentados em que as empresas apresentam os seus projetos e são apoiadas. Reservamos esses programas para zonas na região de menos concentração turística (Lisboa, Cascais e Sintra não se podem candidatar) e para produtos de menor dimensão, como sejam o enoturismo, natureza ou mergulho, e têm tido sucesso. Começámos este programa a tentar convencer as empresas, e no primeiro ano tivemos muita adesão. Em 2022 tivemos 25 programas apoiados, alguns coletivos e outros individuais, o que significa que foram mais empresas do que programas. Portanto, continua a ter procura.

Privilegiamos quem tem coisas para vender e quer vender e, hoje, tem uma influência muito grande. Talvez seja o programa da Entidade Regional mais relevante na procura de um desenvolvimento regional mais equilibrado.

Claro que todo o peso vem da cidade de Lisboa, pois é a procura que determina. A cidade de Lisboa tem um peso de 70% dessa procura regional. No entanto, a nossa visão, é crescer em toda a região e, dentro desse crescimento, fazer avançar as áreas mais atrasadas em termos de dimensão turística. Tudo depende sempre da oferta. Quem não tem hotel não pode ter dormidas, e ainda temos situações dessas, ou ela é ainda insipiente.

Neste aspeto temos chamado a atenção dos investidores para a vantagem de investirem noutras áreas da região, que não seja tudo na Baixa de Lisboa, pois estamos tudo muito pertos, temos ótimas comunicações e pode haver excelentes produtos. São boas oportunidades e quem fizer agora irá à frente e pode ganhar boa posição. Nesta visão de Região podemos ainda crescer muito.

Se tivéssemos uma visão mais limitada, olhando apenas para as zonas de concentração turística e Lisboa, íamos cair numa dificuldade, porque na cidade já há muita gente, muita oferta, muita procura.

Qual é a verba alocada para este plano?
Este plano tem validade até 2026. A alocação das verbas é de acordo com o que anualmente é disponibilizado para a Entidade Regional e a ATL, que é outra parceira. Mas, aqui não se trata apenas de uma questão de dinheiros. O objetivo é remarmos todos no mesmo sentido e isso penso que existe, e os resultados vão sendo conseguidos.

Consideramos sempre que a marca Lisboa é uma vantagem e não uma desvantagem, porque o que toda a região precisa é de ter clientes e utilizem o máximo todo o território.

Plano de atividades propõe várias intervenções
Para este ano, qual é o plano de atividades?
Da Entidade Regional aprovámos agora o plano de atividades que tem uma capacidade de intervenção limitada em termos orçamentais. Há verbas que o Estado destina às ERT, que são pequenas e inalteradas ao longo dos anos, e que são distribuídas com critérios discutíveis.

Estamos a falar em quatro milhões de euros para tudo. Parte desse dinheiro é utilizado para o funcionamento da Entidade, e outra parte para a contratualização externa que também tem de assegurar. Além disso há a promoção no mercado interno em que temos um conjunto de ações em Espanha, na BTL, feiras regionais e, uma atividade muito relevante que é a restruturação do produto turístico, envolvendo as empresas e os municípios.

A grande mais-valia nesta região é que existe uma ação concertada com a ATL que tem outros investimentos, nomeadamente, na parte da promoção e outras fontes de financiamento.

No conjunto, não temos queixas a apresentar sobre os montantes que dispomos para poder executar, em 2023, aquilo que é o nosso plano de atividades.

Portanto, vamos continuar nesta ideia da recuperação, esperando atingir, este ano, valores semelhantes aos de 2019, em termos quantitativos, e superiores em termos económicos, sempre em parceria com a ATL.

De acordo com o que está previsto na lei e nos estatutos regionais, existe uma delegação de competência na ATL e, através disso, muito do que são as ações e intervenções da Entidade Regional da Região de Lisboa são executadas em parceria com a ATL. A BTL é um caso, onde teremos um grande stand com a ATL, as entidades e os municípios.

Portanto, vamos dar um grande enfoque na promoção externa, de acordo com o plano estratégico, mas também nos programas com as empresas, e agora estou a falar dos vários planos de comercialização e vendas internacionais, e nós mais do que duplicámos esse financiamento para assegurarmos esses programas com as empresas.

A cidade de Lisboa tem um peso de 70% dessa procura regional. No entanto, a nossa visão, é crescer em toda a região e, dentro desse crescimento, fazer avançar as áreas mais atrasadas em termos de dimensão turística. Tudo depende sempre da oferta”

E os 6,1 milhões de euros que anunciaram em 2022?
Essa verba era apenas para 2022. Para este ano, na próxima reunião da ATL (que estaria prevista para 12 janeiro) vão ser aprovados todos os regulamentos de apoio à comercialização e vendas, o programa de captação de congressos, e o programa de internacionalização de festivais e eventos culturais, com um orçamento que será superior.

Há a contar ainda a participação nos encargos com a Web Summit, que temos até 2028, e uma pequena participação nas Jornadas Mundiais da Juventude, onde se esperam à volta de 1,5 milhões de pessoas.

A ERT-RL acaba de eleger um novo Conselho de Marketing. Quais são os objetivos deste órgão?
A lei estabelece a obrigatoriedade de todas as ERT terem um Conselho de Marketing, um órgão consultivo composto na maioria por privados, e que no nosso caso, exclusivamente por associações empresariais. Portanto, há eleições que não coincidem com as da Comissão Executiva, porque têm mandatos mais curtos.

É um órgão que se pronuncia sobre os planos de atividades, e numa prática que se reúna em cada trimestre para fazer o ponto da situação da atividade, quer da Entidade, quer da ATL, para conhecimento, discussão e parecer.

 

Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa mantém os seus princípios de apoio

O Fundo de Desenvolvimento Turístico, constituído pelo produto da taxa turística de Lisboa, e que tem de ser aplicada, de acordo com a lei, em benefício da cidade, mantém os seus princípios de apoio e nada em contrário esta em cima da mesa, disse o presidente da ERT-RL e diretor-geral da ATL, Vítor Costa.
Para além dos projetos que eram conhecidos, o fundo ainda vai financiar outros, mas a sua utilização está sempre condicionada a candidaturas que sejam apresentadas pelos membros do Comité de Investimento que são a Câmara Municipal de Lisboa, a ATL, a AHP e a AHRESP, que dá pareceres sobre os projetos que devem ser financiados pelo fundo, explicou.
Segundo Vítor Costa, se o parecer for negativo o projeto não pode ter seguimento, e se for positivo passa para os órgãos municipais e a autarquia terá de aprovar, ou a Assembleia Municipal de for o caso disso.
Até ao momento, desde que foi criado, este fundo já participou em apoios ao Festival de Eurovisão e à Web Summit, às intervenções feitas na Estação Fluvial Sul e Sueste, Doca da Marinha, Museu do Tesouro Real, Centro de Interpretação do Pilar 7 e Centro de Interpretação do Bacalhau.
O responsável referiu que “neste momento não há nenhuma intervenção deste nível. As candidaturas aprovadas neste momento comportam apenas participações financeiras nas Jornadas Mundiais da Juventude e na Web Summit, bem como uma aprovada para quatro anos, que tem a ver com a promoção e apoios às empresas, através dos PCV, captação de festivais e eventos culturais, com vista à dinamização da procura, num montante total de 16 milhões de euros”.
Além disso, há que contar com contratos com juntas de freguesia onde há mais incidência do turismo, para a melhoria da limpeza e higiene urbana.
Vítor Costa assegura que, atualmente, não existe nenhum projeto proposto pela Associação Turismo de Lisboa, já que “a nossa estratégia é consolidar a gestão dos equipamentos que gerimos e que contaram com participação financeira do fundo, que já são bastantes, mas felizmente, quase todos com resultados positivos”.
O diretor geral da ATL nega a veracidade de alguma informação que terá circulado em Lisboa sobre que uma parte das verbas do Fundo de Desenvolvimento Turístico pudesse ser utilizado no apoio à habitação. “Não tem fundamento, sem teria consenso”, disse, avançando que “a diferença da taxa turística de Lisboa, a primeira a ser criada no país, relativamente a outras que têm aparecido, é que a de Lisboa foi negociada com o setor privado, e foram acordadas entre o município, ATL e AHP (que é quem recolhe a taxa), determinadas caraterísticas sobre como se utilizam as verbas, e traduzido por normas pela Assembleia Municipal de Lisboa”.
O responsável reforçou que “a vantagem é que tudo isso foi negociado e consensualizado com a AHP. No Comité de Investimentos está o presidente da Câmara, a ATL, dois representantes da AHP e uma da AHRESP. Nesse órgão discutem-se as opções. Essa é a diferença do que acontece em outros municípios onde a aplicação da taxa turística foi mais controversa, porque em nenhuma se fez como em Lisboa, e hoje toda a gente reconhece as vantagens, porque vê esses equipamentos que enriquecem a oferta, trazem mais gente, dão mais dinâmica à cidade e recuperam património, por outro lado os hoteleiros têm o benefício de poder contar com instrumentos de promoção que são financiados pela taxa turística e permitem a dinamização da procura”.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Meeting Industry

“Gerir na incerteza. Rethink the future” é tema do XIX Congresso Nacional da ADHP em Albufeira

“Gerir na incerteza. Rethink the future” é o tema da 19.ª edição do Congresso Nacional da ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, que terá lugar nos dias 30 e 31 de março de 2023 no NAU Salgados Palace, em Albufeira (Algarve).

No ano em que celebra as bodas de ouro, a ADHP anuncia a realização do seu XIX Congresso, nos dias 30 e 31 de março deste ano, a abertura das candidaturas, até 12 de fevereiro, para os Prémios Xénios 2023, bem como o lançamento do novo website.

O XIX Congresso Nacional da ADHP voltará a acolher a cerimónia de atribuição dos Prémios Xénios 2023 – Excelência na Hotelaria, durante um jantar no final do primeiro dia do encontro anual.

Refira-se que os Xénios 2023 vão distinguir os profissionais portugueses da direção hoteleira que se tenham destacado no ano de 2022. Os galardões são atribuídos segundo um conjunto de diferentes categorias: Melhor Diretor de Hotel, Melhor Diretor de Alojamentos, Melhor Diretor de F&B, Melhor Diretor Comercial/Marketing e Vendas, Melhor Jovem Diretor, Melhor Gestor de Potencial Humano e Melhor Parceiro de Negócios. À semelhança das edições anteriores, a ADHP voltará a atribuir o Prémio Carreira a uma individualidade de destaque no setor.

As candidaturas aos Xénios 2023 estarão abertas de 31 de janeiro a 12 de fevereiro, devendo ser enviadas por e-mail para [email protected], juntamente com um texto justificativo, resumindo o motivo da proposta, bem como um curriculum vitae que descreva e comprove a experiência profissional ou as ações desenvolvidas em 2022. Além das candidaturas autónomas, os associados da ADHP poderão também propor candidatos para qualquer categoria. Apenas serão aceites as candidaturas de profissionais que tenham estado ao serviço durante a maior parte do ano de 2022.

Com uma imagem renovada e um layout otimizado, o website foi desenvolvido para oferecer aos associados um espaço mais funcional, acessível e organizado, onde poderão encontrar todos os recursos e novidades sobre a associação – desde a formação às iniciativas que a ADHP desenvolve ao longo do ano.

A propósito da 19ª edição do Congresso, o presidente da ADHP realça que “ao longo dos anos, os nossos encontros anuais têm constituído verdadeiros fóruns de debate e troca de ideias entre players de referência no turismo e na hotelaria. Este ano não será diferente”.

Fernando Garrido, sublinha que “vamos juntar a esse dinamismo o espírito de comemoração do nosso 50.º aniversário, e esperamos fazê-lo na companhia dos nossos associados, parceiros e dos stakeholders que, durante este meio século, têm participado ativamente na vida da ADHP”.

O dirigente lembra, por outro lado que “os Xénios 2023 voltarão a distinguir os profissionais que contribuem diretamente para a posição de referência que a hotelaria portuguesa ocupa a nível internacional”.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Ilha do Faial nomeada para melhor destino europeu de 2023

A Ilha do Faial, nos Açores, é um dos nomeados para melhor destino europeus de 2023, eleição promovida pela European Best Destinations, que conta com 21 destinos em competição e cuja votação decorre até 10 de fevereiro.

A Ilha do Faial, nos Açores, é um dos nomeados para melhor destino europeus de 2023, numa eleição promovida pela European Best Destinations, que conta com 21 destinos em competição e cuja votação decorre até 10 de fevereiro, informou a Associação de Turismo Sustentável do Faial (ATSF).

“O facto de a ilha do Faial ter sido selecionada para integrar a lista dos melhores destinos europeus de 2023 é, por si, uma boa notícia para o sector do turismo”, congratula-se Pedro Rosa, presidente da ATSF, citado em comunicado.

De acordo com o responsável, esta nomeação “vem aumentar a visibilidade não só do Faial, mas também dos Açores, enquanto destino turístico de excelência”, uma vez que se espera que possa “contribuir para atrair mais turistas à ilha e à região fora da ‘época alta’”.

Além da Ilha do Faial, também Atenas, Viena, Praga, Copenhaga, Varsóvia, ou Londres disputam o titulo de melhor destino do mundo em 2023, numa lista que, além do Faial, integra outro destino português, concretamente a ilha do Porto Santo, na Madeira.

Pedro Rosa lembra que o Faial, através do seu parque natural, foi o primeiro destino português a constar da lista de Destinos Europeus de Excelência (EDEN), um galardão atribuído pela Comissão Europeia e que é também importante para a eleição do melhor destino do mundo da European Best Destinations.

A European Best Destinations caracteriza o Faial como um destino que “possui muitas paisagens arrebatadoras, aves e plantas únicas e formações geológicas icónicas, tudo rodeado por um magnífico mar azul, puro e vivo”.

A associação indica também que o Faial, que juntamente com o Pico e São Jorge formam o triangulo central açoriano, é “um lugar onde os marinheiros que cruzam o oceano gostam de parar por alguns dias ou a vida inteira”.

A votação para escolher o melhor destino do mundo de 2023 decorre até 10 de fevereiro e está disponível aqui.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

GEA lança Mediateca para agências

O Grupo GEA acaba de lançar na sua intranet a Mediateca para os agentes de viagens da rede, permitindo a todos os agentes aceder de forma contínua às formações e conteúdos dos webinars organizados pelo grupo.

Conforme avançado por Pedro Gordon, diretor-geral do grupo GEA, na última convenção do grupo, realizada a 18 de novembro de 2022, em Coimbra, o Grupo GEA acaba de lançar na sua intranet a Mediateca para os agentes de viagens da rede.

A de agora, todas as agências associadas do Grupo terão acesso a uma Mediateca exclusiva GEA, permitindo a todos os agentes aceder de forma contínua às formações organizadas pelo grupo, assim como aos conteúdos dos webinars organizados pelo grupo em 2023, e outras formações realizadas anteriormente.

Desde 2020 o grupo GEA tem realizado contínua e regularmente webinars, com o propósito de esclarecer, motivar, formar, debater ideias e manter uma comunicação permanente entre o grupo e as agências que nele estão integradas, bem como entre as próprias agências e os parceiros do grupo, tendo realizado mais de 150 webinars.

Incluído na Mediateca podem ser encontrados webinars de várias tipologias: GEA Academy Online Management (como formação em redes sociais e marketing digital realizado em parceria com a empresa Zen Comunicação, Cultura de Serviço com a Speaker Carla Carvalho Dias), assim como webinars das várias ferramentas disponibilizadas pela GEA às agências do Grupo (GEA Academy Tools), para além de webinars de Produto com os vários parceiros (GEA Academy Online Produto).

Com este projeto, pretende-se que as agências GEA “tenham acesso continuo à informação e possam disponibilizar aos seus colaboradores conteúdos de formação de extrema utilidade acessíveis através de um único lugar e a qualquer momento”, refere o grupo, em comunicado.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Atividade turística na América do Sul caminha para a normalização

Na maioria dos destinos turísticos da América do Sul os hotéis, restaurantes e aeroportos praticamente recuperaram a sua agitação habitual, três anos após a pandemia ter parado o setor do turismo.

Escreve a agência de notícias espanhola EFE que, do Cristo Redentor do Rio de Janeiro ao Obelisco de Buenos Aires, o que continua escasso, em maior ou menor grau, é o sotaque estrangeiro, facto que obrigou o setor a cimentar a sua valorização com os viajantes internos.

Na Argentina, no Chile ou no Brasil, as autoridades esperam que 2023 seja o ano em que as quotas de turistas estrangeiros finalmente ultrapassem os números anteriores à pandemia, algo que o Uruguai, por exemplo, já conseguiu.

Desse conjunto de países, segundo a EFE, que cita as entidades oficiais, o que tem mais dificuldade é o Brasil, que só recuperou 3,5 milhões de turistas estrangeiros dos 6,3 milhões que chegaram em 2019, enquanto a Argentina e o Chile já atingiram entre 70% e 75% do nível pré-covid-19.

A nota discordante é do Peru, onde a profunda crise política e os protestos das últimas semanas assustaram os viajantes e até alguns países, que recomendaram a seus cidadãos que evitassem fazer as malas para destinos como Machu Picchu.

No entanto, as perspetivas no Brasil são mais otimistas para este ano, segundo a agência de notícias, quando o Carnaval do Rio de Janeiro finalmente voltará à sua data habitual e não haverá restrições para a festa que os estrangeiros mais gostam.

“A expectativa é a mesma da festa de Réveillon: chegar a praticamente 100% de ocupação hoteleira. A poucas semanas do Carnaval, atingimos praticamente 90% de ocupação, o que mostra que o Rio de Janeiro receberá com todo o glamour o povo que vier”, disse à EFE Ronnie Aguiar Costa, presidente da agência de promoção turística do Rio, a Riotur.

Com o empurrão do sambódromo, o Brasil pode finalmente fechar o buraco económico que a pandemia causou no setor do turismo, que apesar de ser alimentado principalmente pelo imenso mercado interno, ainda mantém níveis de atividade 2,5% abaixo do que tinha em fevereiro de 2020.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Turismo nas Caraíbas em alta

O turismo nas Caraíbas está em alta, tendo recuperado em 2022 após a pandemia com números históricos nas praias mexicanas de Cancun, República Dominicana e Porto Rico, e uma recuperação quase completa na Colômbia, embora ainda com atrasos em Cuba.

Conforme o Publituris (site) já divulgou, o Ministério do Turismo do México informou que, em 2022, chegaram 20,6 milhões de turistas internacionais por via aérea, correspondendo a um aumento de 46,3% em relação ao ano anterior.

No que diz respeito à República Dominicana, o Ministério do Turismo registou 7,1 milhões de turistas por via aérea e 1,3 milhão por cruzeiros, que superaram o nível pré-pandemia e atingiram números recordes em 2022, ano em que a Organização Mundial do Turismo (OMT) a reconheceu pela sua recuperação turística “exemplar”. Os visitantes geraram um recorde de 8.671 milhões de dólares ao país o ano passado, com um crescimento de 10% face a 2019 na chegada de turistas por via aérea e de 20% nos cruzeiros.

Igualmente, o setor de turismo em Porto Rico teve recorde em 2022 tanto em empregos na indústria (mais de 91 mil) quanto em receitas de alojamento (1,6 mil milhões de dólares) e passageiros no seu aeroporto internacional (mais de 10 milhões), segundo dados oficiais.

Por sua vez, o turismo na Colômbia praticamente se recuperou após a pandemia, com mais de 3,5 milhões de viajantes internacionais entre janeiro e outubro de 2022, um crescimento de 145,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Migração Colombiana. Em comparação com os mesmos meses de 2019, ano anterior à pandemia, os números representam uma recuperação de 98,6%. A meca do turismo colombiano continua a ser Cartagena das Índias, um destino de sol e praia, mas também pelas suas atraentes construções coloniais.

Já Cuba aspira atingir 3,5 milhões de turistas neste 2023, ainda longe dos 5 milhões alcançados antes da pandemia. Especialistas em turismo não acreditam que a ilha caribenha consiga este ano atingir os objetivos propostos, estimando apenas a chegada de cerca de 2,3 milhões de visitantes internacionais.

A ilha enfrenta este desafio fundamental para a sua recuperação económica, já que o turismo é o segundo contribuinte para o produto interno bruto (PIB) e a terceira fonte de divisas, depois de ter ficado aquém do seu objetivo de 1,7 milhões em 2022.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Meeting Industry

ITB Berlim tem nova diretora

Deborah Rothe sucede a David Ruetz na liderança da ITB Berlim, feira que se realiza na capital germânica de 7 a 9 de março de 2023.

01Deborah Rothe é a nova diretora da ITB Berlin, depois de, em dezembro de 2022, ter assumido o cargo de vice-presidente sénior da “Travel + Logistics” na Messe Berlin, na qual tinha a responsabilidade da ILA Berlin Airshow, bem como a marca umbrela ITB e o desenvolvimento estratégico.

Com efeitos imediatos, Deborah Rothe assume a liderança como diretora e project manager da ITB Berlim, evento que se realiza de 7 a 9 de março de 2023.

Deborah Rothe substitui David Ruetz que assumir ao cargo de diretor da feira em 2022, tendo o seu papel sido considerado essencial na construção da marca global ITB, tendo liderado a criação da ITB Ásia, em Singapura, e a ITB China, em Xangai. Além disso, Ruetz identificou o potencial do mercado da Índia e apoiou o desenvolvimento da ITB Índia que, após duas edições virtuais, realizar-se-á de forma presencial pela primeira vez em Bombaim.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

MSC World Europa

Mediterrâneo: MSC CRUZEIROS com bebidas incluídas e pacotes especiais com voos incluídos no Verão 2023

MSC CRUZEIROS – Embarque nesta Aventura

Brand SHARE
  • Quer opte por realizar cruzeiros portugueses, pelo Médio Oriente, pelas Caraíbas e Antilhas, pelo Mediterrâneo, pelo Norte da Europa, pelo Mar Vermelho ou caso opte por uma Grand Voyage poderá efetuar a sua reserva com a MSC Cruzeiros e ter a possibilidade de ter bebidas incluídas
  • A MSC Cruzeiros terá 6 navios a navegar no Mediterrâneo Ocidental e 8 navios a navegar no Mediterrâneo Oriental no Verão 2023
  • A MSC Cruzeiros disponibiliza pacotes especiais que incluem o cruzeiro, transferes e ainda o voo incluído para este Verão 2023
  • A MSC Cruzeiros terá 13 cruzeiros de 10 noites com partida e chegada a Lisboa no Verão pelo segundo ano consecutivo e percorrerá as cidades de Génova, Olbia (Itália), Marselha (França), Málaga, Cádis, Alicante e Mahón (Espanha)
  • O MSC World Europa, o primeiro navio movido a LNG, passará a temporada de Verão no Mediterrâneo com itinerários de 7 noites com partidas e chegada a Barcelona, que passarão por Nápoles e Messina, Valetta (Malta) ,Génova (Itália) e Marselha (França), sendo que os passageiros podem embarcar em Marselha, Génova e Nápoles
Greece, Corfu

O Mediterrâneo Ocidental por si só já é um dos destinos de eleição para realizar uma viagem, mas com a promoção Bebidas Incluídas da MSC Cruzeiros, a vontade de viajar é ainda maior. A Companhia terá 6 navios a navegar no Mediterrâneo Ocidental, entre os quais o mais recente navio , MSC World Europa, inaugurado em Novembro em Doha, no Qatar.

Uma das principais novidades do Mediterrâneo Ocidental são os 13 cruzeiros de dez noites com partidas e chegada a Lisboa. e percorrerá as cidades de Génova, Olbia (Itália), Marselha (França), Málaga, Cádis, Alicante e Mahón (Espanha). O MSC Orchestra navegará pelo 2.º ano consecutivo, dentro do próprio Verão Português, em Junho, Julho, Agosto, Setembro e Outubro.  Poderá adquirir este cruzeiro por preços a partir de 589€ cruzeiro + 220€ taxas portuárias + 120Taxa Serviço Hotelaria (TSH).  Com a promoção Bebidas Incluídas, os preços iniciam-se nos 789€ cruzeiro + 220€ taxas portuárias + 120€ TSH.

O MSC Orchestra fará um itinerário mais curto, de 5 noites, com partida de Lisboa a 3 de Novembro de 2023, que navegará pelas cidades de Alicante, Mahón, Olbia e por último fará o desembarque em Génova. Poderá adquirir o seu cruzeiro por preços desde 289€ cruzeiro + 70€ taxas portuárias + 60€ TSH. Com a promoção Bebidas Incluídas, o seu cruzeiro começará nos 389€, mantendo-se não só os valores das taxas portuárias, como também o das TSH.

Para quem optar por embarcar em Génova e desembarcar em Lisboa, também poderá fazê-lo. Com partida a 21 de Junho de 2023, o MSC Orchestra navegará por Marselha, Málaga, Cádiz, regressando à capital lisboeta, num cruzeiro que terá a duração de 5 noites. Poderá adquirir o seu cruzeiro por preços desde 289€ cruzeiro + 70€ taxas portuárias + 60€ TSH. Com a promoção das Bebidas Incluídas, o seu cruzeiro terá o preço de 389€, mantendo-se não só os valores das taxas portuárias, como também o das TSH.

Spain, Ibiza

O MSC World Europa será outra das novidades no Mediterrâneo Ocidental. Este navio fará um itinerário de 7 noites com partida e chegada a Barcelona, entre os dias 14 de Abril e 3 de Novembro de 2023, para destinos como Nápoles e Messina, Valletta (Malta), Génova (Itália), e Marselha, sendo que os passageiros poderão embarcar em Marselha, Génova e Nápoles. Os preços começam nos 199€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias + 84€ TSH. Com a promoção das Bebidas Incluídas, os preços iniciam-se nos 399€ cruzeiro +200€ taxas portuárias + 84€ TSH.

Os  restantes destaques do Mediterrâneo Ocidental incluem:

  • MSC Seashore com partida e chegada a Valência (Espanha), entre 20 de Abril e 19 de Outubro de 2023, fará escala em destinos como Civitavecchia , Génova e Palermo (Itália), Ibiza (Espanha), Marselha (França). Os passageiros têm a possibilidade de embarque em Marselha, Génova e Civitavecchia. O cruzeiro terá a duração de 7 noites e os preços iniciam-se nos 509€ cruzeiro +200€ taxas portuárias +84€ TSH. Com a promoção das Bebidas Incluídas, os preços iniciam-se nos 649€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias +84€ TSH.
  • MSC Seaview partirá de Barcelona (Espanha), entre os dias 22 de Abril e 21 de Outubro de 2023, e fará escala para destinos como Cannes (França), Génova, La Spezia e Civitavecchia (Itália), para além de Palma de Mallorca (Espanha), regressando a Barcelona. Haverá a possibilidade de embarcarem em Génova e Civitavecchia. O itinerário terá a duração de 7 noites e os preços começam nos 479€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias + 84€ TSH. Com a promoção das Bebidas Incluídas, os preços são a partir dos 619€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias + 84€ TSH.
  • MSC Grandiosa partirá de Barcelona, entre 18 de Abril e 31 de Outubro de 2023, e navegará por La Goulette (Tunísia), Palermo, Nápoles, Génova (Itália), Marselha (França) e desembarcará em Barcelona. Há a possibilidade de embarque, para quem assim o preferir, em Génova, Marselha e Nápoles, num cruzeiro que terá a duração de 7 noites. Os preços começam nos 449€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias + 84€ TSH. Com a promoção das bebidas incluídas, os preços iniciam-se nos 589€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias + 84€ TSH.
  • MSC Magnifica partirá de Valência, entre 6 de Maio e 21 de Outubro de 2023, e navegará por Tarragona (Espanha), Toulon (França), Génova, Civitavecchia, Livorno (Itália) e desembarcará em Valência. Os preços começam nos 399€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias + 84€ TSH. Com a promoção das Bebidas Incluídas, os preços iniciam-se nos 539€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias +84€ TSH.
Montenegro, from Kotor – Budva

A oferta da MSC Cruzeiros no Mediterrâneo Oriental e o pacote especial voo + transferes + cruzeiro:

Como é habitual, a MSC Cruzeiros tem disponível pacotes especiais que incluem o cruzeiro, transferes e ainda o voo incluído , para que os viajantes saibam o custo exato das suas férias, sem terem de se preocupar com custos extra.

A MSC Cruzeiros terá 8 navios a navegar no Mediterrâneo Oriental e uma vasta variedade de itinerários para oferecer. Um cruzeiro nesta região é uma viagem por diversas culturas repletas de história, deliciosas culinárias e portos com alguns dos melhores destinos que o Mediterrâneo tem a oferecer. Descubra as regiões que fizeram o berço das civilizações ocidentais, com uma rica história e cidades que datam dos antigos impérios grego e romano.

Um dos grandes destaques é o MSC Divina que irá realizar partidas e chegadas a Civitavecchia, entre 9 de Junho e 29 de Setembro 2023, e irá fazer escala em destinos como Siracusa (Itália), Valetta (Malta), Santorini e Mykonos (Grécia) durante 7 noites.  A MSC Cruzeiros disponibiliza estes pacotes especiais no Mediterrâneo Oriental com voo de Lisboa para Civitavecchia e regresso a Lisboa, a que acresce os transferes e o cruzeiro.  Este pacote terá o preço de 1009€ + 200€ + 84€ TSH, ao passo que com Bebidas Incluídas os preços iniciam-se nos 1179€ + 200€ + 84€.

MSC Seashore’s first call at Ocean Cay MSC Marine Reserve – Photo credit Conrad Schutt

No MSC Lírica com partida de Veneza, os passageiros também poderão beneficiar do pacote especial incluindo voos de Lisboa para Veneza e regresso a Lisboa + transferes + cruzeiro por preços a partir de 779€ + 200€ taxas portuárias + 84€ TSH.  Neste  cruzeiro de 7 noites que passará ainda por Dubrovnik (Cróacia), Kotor (Montenegro), Corfu, Zakynthos (Grécia) e Bari (Itália), haverá ainda uma promoção de bebidas incluídas que poderá ser adquirida por preços a partir de 919€ +200€ taxas portuárias + 84€ TSH.

Com partida de Veneza, o MSC Sinfonia fará itinerários de 7 noites no Mediterrâneo Ocidental. Com um itinerário que inclui passagens por Brindsi (Itália), Mykonos e Pireu (Grécia) e Split (Croácia), os passageiros poderão optar também pelo pacote especial que inclui voos de Lisboa para Veneza e regresso a Lisboa +transferes + cruzeiro por preços a partir de 809€ + 200€ em taxas portuárias + 84€ TSH. Com a promoção das Bebidas Incluídas, os preços iniciar-se-ão nos 949€ + 200€ em taxas portuárias + 84€ TSH.

Italy, Messina

O MSC Armonia também navegará a partir de Veneza, entre 8 de Abril e 28 de Outubro de 2023, num itinerário que passará por Kotor, Mykonos, Santorini, Ancona e Veneza ao longo de 7 noites. Com o pacote especial que inclui voos de Lisboa para Veneza e regresso a Lisboa + transferes + cruzeiro, os preços começam nos 1009€ +200€ taxas portuárias +84€ TSH, ao passo que com a promoção das Bebidas Incluídas, os preços iniciam-se nos 1179€ + 200€ taxas portuárias +84€ TSH.

Os  restantes destaques do Mediterrâneo Oriental incluem:

  • MSC Opera também fará itinerários de 7 noites, entre os dias 14 de Maio e 15 de Outubro, a partir de Monfalcone, passando por Cefalonia, Heraklion, Santorini (Grécia), Bari (Itália) e regressando a Monfalcone para fazer o Também haverá um pacote especial que inclui voos de Lisboa para Monfalcone e regresso a Lisboa+ transferes+cruzeiro. Com a tarifa básica, os preços começam nos 269€ cruzeiro+200€ taxas portuárias + 84€ TSH. Com a promoção bebidas incluídas, os preços iniciam-se nos 409€ + 200€ +84€ TSH.
  • MSC Musica com porto de embarque em Pireus (Grécia), entre 23 de Abril e 29 de Outubro de 2023, fará escala para destinos como Santorini (Grécia), Kusadasi (Turquia), Haifa (Israel), as ilhas de Limassol (Chipre), além de Mykonos (Grécia) ao longo de 7 noites. Os preços começam a partir dos 429€ +200€ taxas portuárias +84€ TSH. Com a promoção das bebidas incluídas, os preços começam nos 569€ +200€ taxas portuárias + 84€ TSH.
  • MSC Splendida com partida de Trieste (Itália), entre 30 de Abril e 9 de Outubro, fará escala para destinos como Katakolon (Grécia), Pireus (Grécia), Kusadasi e Istambul (Turquia), Corfu (Grécia) e Bari (Itália). Existe ainda outro itinerário do MSC Splendida, nas mesmas datas, que passará por Mykonos, em vez de passar por Pireus. Estes itinerários terão a duração de 9 noites e incluem um pacote especial incluído voos de Lisboa para Trieste e regresso a Lisboa + transferes + cruzeiro. Com a Tarifa Básica, os preços partem dos 469€ cruzeiro + 210€ taxas portuárias + 108€ TSH.
  • MSC Poesia partirá de Génova, entre 25 de Setembro e 19 de Novembro em 2023, e navegará por Kusadasi e Istambul (Turquia), Pireus (Grécia), Palermo, Civitavecchia e Génova (Itália) com possibilidade de embarque em Civitavecchia. O itinerário terá a duração de 11 noites e poderá ser adquirido a partir de 329€ + 220€ taxas portuárias + 132€ TSH em Tarifa Básica. Com a promoção das Bebidas Incluídas, os preços iniciam-se nos 549€ cruzeiro + 220€ taxas portuárias + 132€ TSH.

Este ano, tem todos os motivos e mais alguns, para fazer um cruzeiro!

Embarque nesta aventura com a MSC Cruzeiros.

Sobre o autorBrand SHARE

Brand SHARE

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.