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EIBTM assinala 25 anos com novo logótipo

Para comemorar o seu 25ª aniversário, a EIBTM apresentou uma nova imagem.

Tiago da Cunha Esteves
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EIBTM assinala 25 anos com novo logótipo

Para comemorar o seu 25ª aniversário, a EIBTM apresentou uma nova imagem.

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A nova imagem reflecte a prata conquistada com estes 25 anos e “marca a primeira de muitas iniciativas que vão decorrer ao longo do ano” para assinalar esta data.

“Não poderíamos deixar passar este marco sem usá-lo para celebrar o passado e olhar para o futuro”, comentou a directora de marketing da EIBTM, Katie Devaney.

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Análise

Portugal passa de 11.º a 7.º país da UE com mais novos casos diários por milhão de habitantes

Com o agravamento dos números, Portugal sobe no ranking de países da UE com mais novos casos diários por milhão de habitantes.

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Portugal é esta semana o 7.º país da União Europeia (EU) com mais casos diários de contágio por SARS-CoV-2 por milhão de habitantes a sete dias, segundo o site estatístico “Our World in Data”.

O país subiu de 433 novos casos diários para 768 por milhão de habitantes, deixando de ser o 11.º país da UE com menos novos casos para passar a ocupar o 7.º lugar na lista dos estados-membros em pior situação epidemiológica.

O país da UE com média superior de novos casos continua a ser a Dinamarca, particularmente afetada pela nova variante Ómicron do vírus responsável pela COVID-19, e que passou dos 1.550 para os 2.090 novos casos diários por milhão de habitantes.

Seguem-se Malta, que subiu de 409 casos para 1.220, a Irlanda (sobe de 945 para 1.050), França (sobe de 783 para 1.040) e Espanha (sobe de 597 para 904).

A média da UE de novos casos diários por milhão de habitantes situa-se agora nos 576 (era 541 na semana passada), muito acima da média mundial de 94 novos casos.

Entre os países do mundo com mais de um milhão de habitantes a Dinamarca repete-se como o país com o número mais elevado de casos nos últimos sete dias, seguida do Reino Unido (1.470), Irlanda, França e Suíça (1.010).

No que toca às mortes diárias por milhão de habitantes, alguns dos países da União com mais novos casos estão, por outro lado, entre aqueles onde a COVID-19 tem provocado menos mortes.

É o caso de Portugal, que passou de 8.º para 5.º país da UE com menos óbitos atribuídos à COVID-19, com uma média diária de 1,35 nos últimos sete dias, melhorando em relação à média de 1,69 da semana passada.

Em melhor situação, estão apenas o Chipre (1,28), Malta (1,11), Espanha (1,08) e Suécia (0,55).

Neste indicador, a média europeia é 3,86, e os piores números a nível europeu situam-se maioritariamente a leste: Hungria (13,80), Croácia (12,04), Polónia (11,74), Bulgária (10,19) e Eslováquia (10.05).

A nível mundial, registaram-se globalmente 0,9 novas mortes diárias por milhão de habitantes atribuídas à COVID-19.

Trindade e Tobago é o país com média mais elevada de óbitos (19,14), seguindo-se a Geórgia (15,83), Hungria, Croácia e Polónia.

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Destinos

MAI multa quase 1.700 passageiros e 38 companhias aéreas

Nos primeiros 26 dias do mês de dezembro, PSP e o SEF fiscalizaram 924.719 passageiros e 8.358 voos nos aeroportos nacionais.

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O Ministério da Administração Interna (MAI) multou, de 1 a 26 de dezembro, quase 1.700 passageiros nos aeroportos portugueses por falta de teste negativo à COVID-19, ou certificado de recuperação.

Já o número de companhias aéreas multadas por terem transportado passageiros sem teste negativo ou certificado de recuperação mantém-se inalterado nas 38, à semelhança do balanço feito na semana passada pelo MAI.

Recorde-se que as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo incorrem numa multa entre 20.000 e 40.000 euros por passageiro e os viajantes são também alvo de uma contraordenação, entre os 300 e os 800 euros, por não apresentarem teste à chegada.

Num balanço desta medida para conter o aumento do número de casos de COVID-19, o MAI precisa que entre 1 e 26 de dezembro a PSP e o SEF fiscalizaram 924.719 passageiros e 8.358 voos, que resultaram em 1.698 contraordenações.

Dos 1.698 autos de contraordenação, 1.035 foram levantados pela PSP, que controla os passageiros provenientes de voos com origem no espaço Schengen (a área europeia de livre circulação de pessoas) e 663 pelo SEF, que fiscaliza os viajantes oriundos de países fora do espaço Schengen.

Desde 1 de dezembro que todos os passageiros que cheguem a Portugal por via área são obrigados a apresentar ao desembarcar teste negativo de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 ou certificado de recuperação da doença COVID-19.

Estão isentos da obrigatoriedade de testes, PCR ou rápido, os passageiros de voos domésticos, os menores de 12 anos e as tripulações.

O MAI indica também que nas 1.698 contraordenações estão incluídos oito estrangeiros a quem foi recusada a entrada no país por não terem apresentado teste no desembarque, uma vez que apenas é permitida a realização do teste no aeroporto aos cidadãos de nacionalidade portuguesa, estrangeiros com residência em Portugal e pessoal diplomático.

Os dados do MAI mostram ainda que foram realizados nos aeroportos 1.714 testes de diagnóstico a passageiros que entraram no país sem este documento.

Nas fronteiras terrestres, também desde 1 de dezembro que os cidadãos de países exteriores à União Europeia e dos países da UE considerados de risco vermelho ou vermelho-escuro precisam de teste negativo ou certificado de recuperação.

Os cidadãos oriundos dos países da UE considerados de risco baixo ou moderado devem ser portadores do certificado de vacinação, teste ou recuperação para entrarem em Portugal.

A GNR e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras realizaram até 26 de dezembro 6.327 operações aleatórias de fiscalização nas fronteiras terrestres para garantir a realização de testes à COVID-19, segundo o MAI.

No âmbito destas operações, foram feitas 41.467 fiscalizações a viaturas ligeiras e de mercadorias, motociclos, comboios, autocarros que deram origem a 32 autos de contraordenação por falta de teste ou certificado de recuperação.

O MAI refere ainda que nas fronteiras terrestres foram realizados 399 testes de diagnóstico.

De recordar que Portugal Continental está em situação de calamidade desde 1 de dezembro devido ao aumento do número de casos e estas regras nas fronteiras estão em vigor até 9 de janeiro de 2022.

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Restauração

Tetos de apoios aumentam para bares e discotecas

O programa de apoio do Governo a discotecas e bares foi aumentado e, agora, pela primeira vez, alargado ao setor da cultura.

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O Governo acaba de publicar as novas regras do programa Apoiar, que se destina a cobrir parcialmente as quebras de faturação dos bares e discotecas no âmbito das medidas de combate à pandemia definidas na última reunião do Conselho de Ministros.

A portaria foi publicada em Diário da República pelos ministros da Economia, Planeamento e Finanças, reconhecendo que, com as novas medidas, os bares e discotecas “passam a laborar com regras que alteram o seu normal funcionamento”, o que “vai determinar quebras de faturação, ao que acresce o encerramento forçado até 09 de janeiro de 2022”.

Estes apoios, que também se destinam ao setor da cultura, são para seis meses, sendo que durante o período da sua vigência, e até aos dois meses seguintes do seu término, as empresas apoiadas estão proibidas de despedir trabalhadores ou encerrar atividade.

No âmbito do Apoiar, as medidas continuam a suportar 20% da quebra de faturação dos bares e discotecas até um máximo de 55 mil euros para microempresas e 135 mil euros para pequenas e médias empresas, se a quebra de faturação se situar entre os 25% e os 50%. Se a quebra de faturação for superior, o apoio sobe para 82.500 (microempresas) e 202.500 (pequenas empresas).

No âmbito das novas regras, há também um apoio extraordinário para bares e discotecas com a obrigação de encerrar. As que tiverem quebras entre 25% e 50% podem receber até 27.500 euros (microempresas) ou até 67. 500 euros (pequenas e médias) adicionais. As que tiverem quebras de faturação maiores recebem um apoio adicional maior, de 41.250 euros (microempresas) e 101.250 (pequenas e médias).

 

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Destinos

Brasil regressa à promoção internacional para passar mensagem de “destino seguro”

Com 72% da população adulta vacinada contra a COVID-19 e as fronteiras abertas desde setembro, o Brasil já retomou a promoção turística internacional e Portugal é um dos mercados prioritários. Ao Publituris, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, revela a estratégia e as expetativas do destino.

Inês de Matos

Com 72% da população adulta vacinada contra a COVID-19 e as fronteiras abertas desde setembro, o Brasil já retomou a promoção turística internacional e Portugal é um dos mercados prioritários. Ao Publituris, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, revela a estratégia e as expetativas do destino.

No Brasil como em Portugal, o setor do turismo foi um dos mais afetados pela pandemia da COVID-19. De um dia para o outro, também do lado de lá do Atlântico os turistas desapareceram, os hotéis fecharam e os aviões ficaram no chão. Ao Publturis, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo admite que “a pandemia da COVID-19 impactou fortemente o Brasil, assim como todos os países do mundo”, o que levou a que o governo brasileiro tivesse adotado “várias medidas de proteção ao setor do turismo, um dos mais afeta dos pela crise de saúde global”.
Entre as principais medidas adotadas, Carlos Brito destaca as “medidas provisórios para manutenção dos postos de trabalho, para aumento da segurança nas relações de consumo no turismo, além de disponibilização de crédito para o setor”, que ditaram “uma recuperação importante da atividade turística do Brasil”. “Mais de um terço das operadoras de turismo alcançaram faturação próxima da média histórica, que é de 75% ou mais. E, na comparação com agosto deste ano, 80% das operadoras mantiveram faturação igual ou maior no mês de setembro, demonstrando um processo de consolidação sustentado”, revela Carlos Brito, que cita dados da Braztoa – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo.
Com o início da recuperação, a Embratur optou, numa primeira fase, por retomar a promoção doméstica e incentivar os nacionais a retomarem as suas viagens turísticas no Brasil, até porque a maioria dos países continuava com as fronteiras encerradas. “A Embratur atuou na promoção interna dos destinos turísticos, executando campanhas publicitárias, press trips e feiras, com foco na retoma das viagens com segurança”, explica o responsável, revelando que o regresso à promoção internacional só aconteceu este verão, concretamente a partir de julho de 2021, com o objetivo de mostrar que “o Brasil está pronto para receber todos os que se queiram encantar” com a natureza, cultura e hospitalidade brasileira.
No regresso daquela que é uma das principais missões da Embratur, Portugal não poderia ficar de fora, uma vez que, como refere o responsável, “além dos portugueses estarem conectados ao Brasil por meio de laços sanguíneos”, mas também da cultura e da história, há vários outros fatores que facilitam as viagens dos portugueses ao Brasil, a exemplo do elevado número de voos entre os dois países – e Carlos Brito destaca que, só em outubro, as companhias aéreas TAP, Latam e Azul retomaram 562 voos que ligam Lisboa a várias cidades brasileiras – mas também da isenção de visto para turismo, negócios, estudantes e artistas, em deslocações inferiores a 90 dias.

Destino seguro
Com o regresso da promoção internacional, Portugal entra novamente nos planos da Embratur, que conta voltar a participar em “roadshows com o trade turístico português”, mas também lançar campanhas de Relações Públicas e promover um relacionamento mais próximo com a imprensa nacional. “Para o ano de 2022, além de manter o planeamento atual, a Embratur investirá em campanhas publicitárias e participação em feiras para reforçar que os destinos nacionais estão prontos para receber novamente os nossos irmãos portugueses”, acrescenta Carlos Brito.
Para o Brasil, Portugal continua a ser um mercado fundamental, não apenas pelos laços que os dois países partilham, mas também pela apetência que os portugueses sempre demonstraram por este destino turístico, o que ditou que, em 2019, Portugal tivesse sido o 11.º mercado internacional emissor de turistas para o Brasil, com 176.229 turistas. Carlos Brito explica que, apesar de ter existido uma diminuição do fluxo de turistas portugueses que visitaram o Brasil nos últimos cinco anos, em 2018 e 2019, os números voltaram a subir, refletindo um “aumento de 21% nesse fluxo, o que demonstra sinais de recuperação”.
Tal como nos restantes mercados internacionais, também em Portugal a Embratur pretende passar a mensagem de que o Brasil é “um destino seguro”, com Carlos Brito a defender que o Governo Federal do Brasil “não mediu esforços para a realização do necessário para proteção da população, tanto em relação à Saúde quanto à Economia” e a desvalorizar as críticas à forma como o Presidente Jair Bolsonaro conduziu a estratégia do país durante a pandemia. “A Embratur detém a missão de veicular a verdade sobre o Brasil, que é um destino seguro, com mais de 72% da população adulta vacinada, e que adotou rapidamente protocolos de prevenção para proteger a todos e criar um ambiente perfeito para receber o turista brasileiro e o estrangeiro”, remata Carlos Brito. Certo é que, desde a reabertura das fronteiras entre Portugal e o Brasil, que aconteceu no início de setembro, cerca de 60 mil turistas portugueses voltaram já a visitar o país, segundo dados da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, com o presidente da Embratur a indicar que destinos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador foram, desde a reabertura de fronteiras, os mais procurados pelos turistas lusos.

Recuperação em 2023
Além de Portugal, a Embratur está também a retomar a promoção em vários mercados europeus, até porque, em 2019, o último ano turístico antes da chegada da pandemia, 24% dos turistas internacionais que o Brasil recebeu eram provenientes da Europa. “Em 2019, ano anterior ao início da pandemia, o Brasil recebeu 6.353.141 turistas internacionais. Desse total, 57% foram oriundos de países da América do Sul e 24% de países da Europa.

Os 10 principais emissores foram, nesta ordem: Argentina, Estados Unidos, Paraguai, Chile, Uruguai, França, Alemanha, Itália, Portugal e Reino Unido”, revela Carlos Brito, explicando que a Argentina, pela proximidade, é de longe o principal mercado emissor de turistas para o Brasil, com mais de 1,9 milhões de turistas, seguindo-se os EUA, com 590 mil turistas.
E, tal como em Portugal, também nos restantes mercados internacionais a Embratur tem vindo a apostar em ações de “Relações Públicas com os principais veículos de comunicação dos países prioritários”, numa estratégia que passa ainda pelo lançamento de “campanhas publicitárias e de marketing digital, aliadas à participação nos mais importantes eventos e feiras de turismo do mundo”, num calendário de ações que está a ser planeado e executado “com o objetivo de impulsionar a imagem do Brasil e atrair mais visitantes internacionais”.
A expetativa da Embratur para 2022 é, no entanto, “moderada”, uma vez que, como diz o responsável, que cita dados da Organização Mundial do Turismo (OMT), “o turismo internacional teve sinais de recuperação em junho e julho de 2021, devido à implementação da vacinação global e à flexibilização de restrições de viagens”, mas ainda com resultados longe dos níveis pré-pandemia, num cenário a que também o Brasil não deverá escapar, segundo as perspetivas da própria Embratur. “Por conta do rápido avanço da vacinação, do reaquecimento do turismo doméstico, da abertura das fronteiras e da retoma gradual dos voos internacionais, estima-se que o turismo internacional comece a apresentar sinais de recuperação na próxima temporada de verão, ainda que os níveis de chegadas de estrangeiros de 2019 devam ocorrer apenas em 2023”, explica o presidente da Embratur.
Para entrar no Brasil, qualquer estrangeiro deve cumprir também alguns procedimentos concretos, de acordo com a Portaria nº 658, de 5 de outubro de 2021, nomeadamente a apresentação de um teste negativo para a COVID-19, que pode ser antígeno e realizado até 24 horas antes do embarque para o Brasil, ou PCR com 72 horas de antecedência. Além disso, é ainda necessário preencher a Declaração de Saúde do Viajante (DSV) até 24 horas antes do embarque e apresentar o seu comprovativo, seja por via impressa ou digital, à companhia aérea antes do embarque. O certificado de vacinação também passou recentemente a ser exigido.

Ligações aéreas já superam números pré-pandemia
Fundamental para levar turistas internacionais até ao Brasil é o transporte aéreo, que foi fortemente afetado durante a pandemia mas que, segundo Carlos Brito, já está a recuperar. “Em outubro deste ano, as companhias aéreas TAP, Latam e Azul retomaram 562 voos que interligaram Lisboa às cidades brasileiras de São Paulo, Campinas e Belo Horizonte, ofertando 157.210 assentos”, revela o responsável, considerando que a abundância de voos entre os dois países é um dos fatores que contribuem para o elevado número de turistas portugueses que o Brasil recebe.
De acordo com o presidente da Embratur, as ligações aéreas têm vindo a ser recuperadas, de tal forma que, em outubro, já houve “mais voos semanais entre Brasil e Portugal do que em 2019”. “Foram registados 86 voos semanais em 2019 e 127 voos em outubro de 2021, o que já demonstra uma superação referente ao início da pandemia de COVID-19”, acrescenta o responsável.

Sobre o autorInês de Matos

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Transportes

Tráfego de passageiros cai 20% na Europa devido ao Ómicron

O Airport Council International Europe (ACI Europe) acaba de revelar que, desde os primeiros relatos sobre a nova variante do coronavísvur Ómicron, o tráfego aéreo no continente europeu caiu pelo menos 20%.

Desde os primeiros relatos sobre a nova variante do coronavírus Ómicron, o tráfego de passageiros nos aeroportos europeus caiu 20%, revelou o Airport Council International Europe.

A ACI Europe divulgou dados preliminares sobre o impacto da nova vaga de Covid-19, realçando que “não é surpreendente que as proibições de voos para a África do Sul e as restrições de viagens impostas por muitos governos em outros mercados, incluindo na Europa, tenham impactado diretamente os níveis de tráfego nas últimas semanas”, disse Olivier Jankovec, CEO da associação dos gestores dos aeroportos na Europa.

O CEO da ACI Europe afirmou que “as viagens de negócios foram as primeiras a diminuir, seguidas das viagens de lazer, dada a extrema incerteza e a perspetiva de mais restrições tanto nas viagens como na vida local.

A ACI Europe alertou ainda que a reversão da dinâmica de recuperação do tráfego de passageiros nas últimas semanas e no resto do ano significa que 2021 terminará abaixo da previsão de 60% no tráfego de passageiros da rede aeroportuária europeia, face a 2019.

Jankovec acrescentou que, além da temporada festiva, não há dúvida de que o Ómicron afetará o tráfego de passageiros no primeiro trimestre de 2022, mas tudo dependerá da reação dos vários governos.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Ryanair
Transportes

Ryanair revê números para ano fiscal 2022 em baixa

As consequências da nova variante Ómicron fazem-se sentir na Ryanair, com as previsões a indicarem perdas maiores e menos passageiros a transportar.

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A Ryanair, de acordo com o Yahoo Finance, reviu em baixa as previsões para o ano fiscal de 2022 devido à propagação da nova variante Ómicron e às consequentes restrições instauradas.

A companhia low cost estima agora perdas anuais entre 250 e 450 milhões de euros, contra os anteriores 100 a 200 milhões de euros, e vai reduzir a capacidade utilizada no mês de janeiro em 33%. Isto quer dizer que, em vez dos 10 milhões de passageiros previstos para o mês de janeiro, a companhia liderada por Michael O’Leary não deverá ir além dos seis a sete milhões de passageiros, colocando o ónus em cima das restrições, para viagens, especialmente, nas limitações em França e Alemanha aos viajantes provenientes do Reino Unido, bem como da suspensão de voos de e para Marrocos a partir e com destino à União Europeia.

A companhia ainda não divulgou quaisquer previsões relativamente aos meses de fevereiro e março de 2022.

O número anual de passageiros transportados deverá situar-se ligeiramente abaixo dos 100 milhões, quando antes antecipava um valor um pouco acima de 100 milhões de passageiros. O ano fiscal termina no dia 31 de março de 2022.

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Transportes

Air France e KLM aumentam voos para Buenos Aires a partir de janeiro de 2022

A partir de janeiro, ambas as companhias aéreas ligarão Paris, Amsterdão e Buenos Aires com cinco frequências semanas, respetivamente.

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O grupo Air France/KLM aumentará a frequência de voos de Paris e Amsterdão para Buenos Aires, Argentina, para cinco por semana. Os voos entre Ezeiza e o aeroporto Charles de Gaulle, na capital francesa, passarão de três para cinco a partir de 10 de janeiro.

A KLM, por sua vez, que opera atualmente quatro voos semanais de passageiros, acrescentará uma frequência em fevereiro, ligando Buenos Aires a Amsterdão cinco vezes por semana.

Da Argentina, “Air France e KLM oferecem conexões via Paris e Amsterdão para mais de 250 destinos em todo o mundo; os requisitos sanitários aplicáveis são exclusivamente os de destino final, o que simplifica a ligação”, indicam as autoridades argentinas.

Isto é, “se uma pessoa viaja da Argentina para a Espanha ou Itália como destino final, deve atender às condições sanitárias exigidas em Espanha ou Itália apenas, uma vez que os requisitos sanitários da França e da Holanda não se aplicam para conexões. ”

Antes de viajar, as companhias aéreas recomendam que os clientes entrem em contato com as autoridades competentes nos seus países de partida, destino e trânsito para verificar os requisitos de entrada e estadia.

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Transportes

Grupo Lufthansa cancela 33.000 voos este inverno

O Grupo Lufthansa vai cancelar neste inverno, 33.000 voos nas várias companhias que detém. O número até podia ser mais elevado, não fossem os voos que terão de ser efetuados, de modo a preservar ‘slots”.

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O Grupo Lufthansa (Lufthansa, Eurowings, Swiss, Austrian Airlines e Brussels Airlines) anunciou que, após as férias de Natal, irá cancelar 33.000 voos, 10% do total programado para o inverno.

Em entrevista ao “Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung”, o CEO do grupo alemão, Carsten Spohr, explica que tomou essa decisão devido à baixa procura nos principais mercados como Alemanha, Suíça, Áustria e Bélgica, que atualmente são gravemente afetados pela pandemia COVID-19.

Spohr revelou, ainda, que o número de voos cancelados poderia ter aumentado para 51.000, não fossem os 18.000 voos “desnecessários” que terão de operar para preservar os ‘slots’ nos aeroportos em todo o mundo. Na verdade, o CEO do Grupo Lufthansa é especialmente crítico em relação às regulamentações da União Europeia. “Isto prejudica o clima e é exatamente o oposto do que a Comissão Europeia deseja alcançar”, afirmou ao jornal alemão.

Spohr também explicou que o grupo já havia sido forçado a cancelar vários voos intercontinentais programados para o período de Natal. Nesse caso, esclarece, não foi devido à baixa procura, mas ao alto índice de contágio do vírus entre os pilotos das suas aeronaves A330 e A340 de longo curso, acrescentando que, as obrigações de quarentena após determinados voos “dificultam o planeamento das equipas”.

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Destinos

República Checa exige terceira dose aos viajantes

A República Checa tornou-se o primeiro país na Europa a exigir aos viajantes as três doses da vacina.

Victor Jorge

A República Checa reforçou o controlo de saúde dos viajantes, com a obrigatoriedade da apresentação, a partir de segunda-feira, 27 de dezembro, do atestado da inoculação da terceira dose da vacina COVID-19, tornando-se, assim, no primeiro país europeu a fazê-lo.

Caso a terceira dose não esteja disponível – já que em alguns países está disponível apenas para determinadas faixas etárias -, além das duas doses da vacina, deve ser apresentado um teste PCR negativo. Além disso, o viajante que não tiver a 3.ª dose da vacina, deverá, também, apresentar outro PCR negativo antes de atingir o sétimo dia de permanência no país.

Pessoas residentes na República Checa ou menores de 18 anos estarão isentas desses requisitos, para os quais a apresentação das duas primeiras doses da vacina será suficiente.

Embora outros estados, como a Áustria, também tenham tomado medidas para se proteger do variante Ómicron, o país da Europa Central torna-se assim a primeira nação da Europa a requerer a dose de reforço.

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Meeting Industry

Fira de Barcelona organiza 80 eventos nacionais e internacionais em 2022

Depois de um ano 2021 algo instável, a organização da Fira Barcelona estima realizar 80 eventos nacionais e internacionais em 2022.

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A Fira de Barcelona prevê um ano 2022 de “grande atividade” com a celebração de importantes eventos internacionais como Alimentaria, MWC Barcelona, ISE ou Marisco, entre outros.

A entidade responsável pela organização de eventos na capital catalã prevê, assim, a realização de cerca de 80 eventos nacionais e internacionais, além da atuação em outros países. Nalguns casos, “a proposta digital será agregada ao formato presencial, no qual serão aplicadas as medidas de prevenção estabelecidas, a fim de ampliar sua projeção e impacto internacional”, adianta a Fira Barcelona.

Estas previsões foram abordadas na reunião do Conselho Geral da Fira, na qual, de resto, foram apresentados os resultados económicos de 2021, com receitas estimadas em 60 milhões de euros, “fruto da atividade concentrada no segundo semestre do ano devido à impossibilidade de realização de eventos durante o primeiro semestre”, indicou a organização.

A mesma organização afirmou que, “apesar da oscilante situação pandémica, olhamos para 2022 com otimismo e cautela ao mesmo tempo, confiantes em poder celebrar, aplicando as medidas de prevenção pertinentes, o grande número de eventos planeados com o objetivo de contribuir para a tão necessária reativação do tecido industrial e social do país”.

Nesse sentido, Pau Relat, presidente do Conselho de Administração da instituição, expressou também “a importância da normalização progressiva da mobilidade internacional e do setor de feiras”.

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