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Costa Cruzeiros recebe Fascinosa no sábado

Costa Fascinosa junta-se à frota da companhia de cruzeiros em Veneza.

Patricia Afonso
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Costa Cruzeiros recebe Fascinosa no sábado

Costa Fascinosa junta-se à frota da companhia de cruzeiros em Veneza.

Patricia Afonso
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O navio Costa Fascinosa vai ser entregue à companhia Costa Cruzeiros este sábado, 05 de Maio, em Veneza.

Fruto de um investimento de 510 milhões de euros, o novo navio, construído nos estaleiros de Fincantieri, tem 114.500 toneladas e capacidade para 3.800 passageiros.

A viagem inaugural do Costa Fascinosa começa dia 11 de Maio e tem duração de dez dias sendo que parte de Veneza e escala a Grécia, Israel e Turquia. Na temporada de Verão e até ao final de Novembro, o navio fará cruzeiros de sete dias à partida de Veneza, com escalas em Bari, Grécia e Croácia, indica a companhia.

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Turismo

Marcelo Rebelo de Sousa: “Portugal é uma marca fortíssima”

O Presidente da República marcou presença na sessão de encerramento do 33.º Congresso de Hotelaria e Turismo, onde apontou para a importância de se criarem pontes no turismo e da marca Portugal.

Carla Nunes

O 33.º Congresso de Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP, terminou esta sexta-feira, 18 de novembro, com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques na sessão de encerramento.

Na sua intervenção, Marcelo Rebelo de Sousa apontou três razões que explicam o sucesso deste ano no turismo em Portugal, nomeadamente o facto de existir “uma marca fortíssima chamada Portugal” – algo que explica ter apreendido dos contactos que tem feito “com diversas economias e sociedades, nomeadamente europeias, americanas, africanas e asiáticas”.

“Podemos fazer muito mais [pela marca] e já ouvi as ideias para se fazer mais, mas a verdade é que existe”, assegura.

No seu entender, “esta é uma conquista de regime, não do governo A, B, C ou D: resulta de um trabalho na última década e meia. Vários governos com pensamentos completamente diferentes deram um contributo diverso, mas importante para este reforço”.

Num segundo ponto, atribui o sucesso deste ano do turismo em Portugal ao facto de o país ter sido percecionado mundialmente por ter gerido bem a pandemia, afirmando que o “modo como tratámos a pandemia consolidou a ideia de que em Portugal há estruturas de saúde que podem funcionar bem ligadas ao turismo”.

No terceiro ponto, o Presidente da República afirmou que o turismo português “beneficiou com a guerra”, por ser “visto” como um local de segurança, “próximo mas distante” do conflito.

“Isso tornou Portugal, que já tinha uma marca de paz e segurança um destino mais seguro em termos relativos”, afirmou.

Além disso, o Presidente da República referiu que “o que estamos a passar com a pandemia e a guerra na Ucrânia levou a que finalmente o tecido empresarial de forma esmagadora deixa-se depender tanto dos apoios públicos”.

“Durante a pandemia os empresários e trabalhadores tiveram de reagir, de reformular a sua atividade. E é verdade que chegaram os apoios, mas se estivessem à espera dos apoios até ao fim, teriam perdido uma parte da possibilidade de sobrevivência, primeiro, e depois de afirmação”.

Numa nota final, Marcelo Rebelo de Sousa frisou a necessidade de “não se menosprezar o turismo”, conjugando- “com a indústria, o comércio e serviços, com tudo aquilo que está a mexer e pode mexer e tem de mexer mais na economia portuguesa”.

“Na hora da verdade, [o Turismo] é o último a encerrar portas e o primeiro a abrir logo que possa. Esse é o vosso mérito”, terminou, dirigindo-se aos congressistas.

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Hotelaria

Congresso da Hotelaria e Turismo ruma para a Madeira em 2024

Está também prevista a mudança da data do congresso, que será realizado no primeiro trimestre do ano em 2024.

Carla Nunes

No encerramento do 33.º Congresso da Hotelaria e Turismo, organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), o presidente desta associação, Bernardo Trindade anunciou que o próximo congresso será realizado na Região Autónoma da Madeira, a “única região por onde ainda não passámos”, dando conta que este irá decorrer no primeiro trimestre de 2024.

Frisou ainda, à semelhança do que anunciou no seu discurso na sessão de abertura, que em 2023 a associação fará o seu primeiro Marketplace, juntando parceiros e associados no segundo trimestre de 2023.

O 33.º Congresso da Hotelaria e Turismo, que este ano decorreu em Fátima, no Centro Pastoral Paulo VI, reuniu 597 congressista, 32 expositores, 44 moderadores e oradores e mais de 20 jornalistas, como enumerado pela vice-presidente da AHP, Cristina Siza Viera, na mesma sessão. O evento reuniu ainda 23 alunos na receção aos congressistas, coffee reaks e almoços e 80 alunos das escolas de hotelaria e turismo de Coimbra, Douro Lamego, Oeste e Porto na preparação do jantar do congresso.

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Carla Nunes

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Distribuição

Grupo Newtour e PCF Consultores entram no capital da GEA

Apesar da entrada de novos acionistas, Pedro Gordon, atual Sócio-Gerente da GEA, mantém “a sua posição e percentagem como acionista”.

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O Grupo Newtour e a empresa de Pedro Costa Ferreira, a PCF Consultores, adquiriram parte do capital do Grupo GEA, num negócio que prevê a entrada no capital do agrupamento de agências de viagens através de uma empresa comparticipada, constituída pelo Grupo Newtour e pela PCF Consultores, que vai operar “sob uma equipa de gestão única”.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pelo Grupo Newtour e pela PCF Consultores, Pedro Gordon, atual Sócio-Gerente da GEA, mantém “a sua posição e percentagem como acionista”, com os novos intervenientes a expressarem a “sua plena confiança na atual equipa da GEA e no seu atual Sócio-Gerente”.

Pedro Gordon é, segundo o comunicado divulgado pelos novos acionistas, “o grande pilar na construção do Grupo GEA em Portugal sendo o principal responsável pela dimensão, notoriedade e credibilidade que o agrupamento detém no mercado turístico nacional aos dias de hoje”.

“A aquisição do Grupo GEA integra uma estratégia de negócio que permite o desenvolvimento do nosso portfólio de empresas de forma sustentável, criteriosa e responsável. A nossa visão passa por criar mais-valias nos vetores prioritários para as agências associadas da GEA, apostando nas áreas que lhes permitam consolidar os negócios das agências e os seus resultados”, afirma Tiago Raiano, CEO do Grupo Newtour.

Recorde-se que o Grupo Newtour, detido por Tiago Raiano, conta com várias empresas de referências no setor do turismo nacional, a exemplo do operador turístico Soltrópico ou da empresa de animação turística Picos de Aventura, enquanto a PCF Consultores é a empresa de Pedro Costa Ferreira, atual presidente da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

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Destinos

Receitas turísticas sobem 17,3% face a 2019 e ditam melhor setembro de sempre

Em setembro, as receitas turísticas subiram 17,3% face a igual mês de 2019, ao somarem 2.378,69 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre para o nono mês do ano, segundo o Banco de Portugal (BdP).

Inês de Matos

Em setembro, as receitas provenientes da atividade turística subiram 17,3% face a igual mês de 2019, ao somarem 2.378,69 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre para o nono mês do ano, segundo os dados divulgados esta sexta-feira, 18 de novembro, pelo Banco de Portugal (BdP).

O BdP indica que, em setembro, as receitas turísticas – que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal – ficaram 17,3% acima dos 2.026,98 milhões de euros apurados em setembro de 2019, que tinha sido o valor mais elevado para o mês de setembro.

Em comparação com setembro do ano passado, a subida das receitas turísticas é ainda mais expressiva e chega aos 72,2%, traduzindo um evolução de 997,5 milhões de euros face ao total de 1.381,19 milhões de euros que tinha sido apurado em setembro de 2021.

Já as importações do turismo – que correspondem aos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro – cresceram 21,4% face a setembro de 2019, somando 616,60 milhões de euros. Esta subida é ainda mais expressiva face ao mesmo mês do ano passado, quando as importações turísticas ficaram em 475,61 milhões de euros, o que traduz um aumento de 29,6%.

Já o saldo das Viagens e Turismo chegou aos 1.762,09 milhões de euros, 16,0% acima de setembro de 2019, quando o valor tinha sido de 1.518,90 milhões de euros, o que corresponde, mais uma vez, ao valor mais elevado de sempre para o mês de setembro.

Face a 2021, a subida do saldo foi de 94,6%, uma vez que em setembro do ano passado, devido à COVID-19, o saldo das Viagens e Turismo somou apenas 905,59 milhões de euros.

O BdP diz que foi a rubrica Viagens e Turismo que “contribuiu, sobretudo”, para a evolução da balança de serviços, sendo que também o “excedente desta rubrica aumentou 857 milhões de euros, para 1762 milhões de euros”.

Acumulado também é histórico

Tal como no mês de setembro, também as receitas turísticas acumuladas desde o início do ano atinge um resultado histórico e somam já 16.597,79 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre e que fica cerca de 13% acima do registado em 2019, quando o acumulado atingia os 14.689,75 milhões de euros.

No que diz respeito às importações do turismo, a subida no acumulado entre janeiro e setembro face a igual período de 2019 é de 7,7%, uma vez que este valor subiu dos 3.983,98 milhões de euros para 4.291,97 milhões de euros.

No saldo também há notícias positivas, uma vez que este indicador somou 12.305,83 milhões de euros, o que traduz um acréscimo de 14,9% face aos 10.706,42 milhões de euros apurados entre janeiro e setembro de 2019.

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Meeting Industry

Há um novo espaço para eventos especiais no centro de Lisboa

Composta por duas salas, cada uma com capacidade máxima para 20 pessoas, podendo ser transformadas num anfiteatro para 60 pessoas sentadas, a CAVE é o novo espaço para acolher uma multiplicidade de eventos especiais de pequena dimensão do universo Delta.

Victor Jorge

O grupo Delta inaugurou esta quinta-feira, 17 de novembro, um novo espaço para eventos especiais no centro de Lisboa: a CAVE. Localizado na Avenida da Liberdade, na Delta The Coffee House Experience há uma passagem secreta para um espaço que prima pela versatilidade e capacidade de adaptação a diferentes eventos.

A CAVE é composta por duas salas, cada uma com capacidade máxima para 20 pessoas, podendo ser transformadas num anfiteatro para 60 pessoas sentadas. As salas estão equipadas com soluções de audiovisuais e de multimedia e o acompanhamento é feito por uma equipa de profissionais que privilegia um serviço de qualidade ímpar.

Contando com uma localização privilegiada, a CAVE é um espaço totalmente preparado para acolher uma multiplicidade de eventos especiais de pequena dimensão, desde reuniões, workshops, eventos corporativos, apresentações, teambuildings, exposições, lançamentos, entre outros.

Para Clara Melícias, diretora de Lojas Delta The Coffee House Experience, a CAVE prima pela “simplicidade de um espaço em que tudo foi pensado ao pormenor e pretende surpreender todos aqueles que querem fazer a diferença na hora de reunir, inspirando e despertando para momentos inesquecíveis”.

A CAVE é ainda complementada para Delta The Coffee House Experience, localizada no piso superior, que oferece um serviço especializado de cafetaria, para coffee breaks e almoços.

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Destinos

Quake é uma das 20 atrações temáticas distinguidas com um Thea Award

Espaço dedicado ao Terramoto de Lisboa de 1755 foi premiado na categoria Experiência Histórica – Outstanding Achievement, sendo a única experiência portuguesa entre as 20 atrações temáticas distinguidas nestes prémios.

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O Quake – Centro do Terramoto de Lisboa foi distinguido pela Themed Entretainment Association com um Thea Award, na categoria Experiência Histórica – Outstanding Achievement, um dos maiores títulos mundiais atribuídos a atrações temáticas de todo o Mundo.

“O Quake foi a única experiência portuguesa a ser eleita entre todos os vencedores, de uma lista que inclui diversões em parques temáticos como o “Walt Disney World”, em Orlando, ou até a “Universal Studios Beijing”, na China “, destaca o espaço museológico dedicado ao terramoto de 1755, que abriu em Belém, em abril deste ano.

Para Ricardo Clemente e Maria Marques, fundadores do Quake, o prémio atribuído ao espaço museológico dedicado ao terramoto de 1755 vem confirmar que “este projeto valeu a pena”, assim como a importância de dar a conhecer o passado histórico e o património de Portugal.

“Termos a nossa experiência colocada ao lado de nomes tão reconhecidos da área do entretenimento como a Walt Disney World ou até os parques da Universal Studios é uma prova de que o entretenimento pode ter diferentes formas e que os eventos históricos, sobretudo do nosso País, também podem dar lugar a atrações de relevância internacional. Essa tem sido também a nossa ambição – levar além fronteiras o bom trabalho que se desenvolve em Portugal, na divulgação de uma parte tão importante do nosso passado e património”, afirmam os responsáveis.

O prémio vai ser entregue ao Quake durante uma gala a decorrer no próximo ano, em Anaheim na Califórnia, EUA.

Recorde-se que o Quake – Centro do Terramoto de Lisboa afirma-se com um centro de interpretação onde os visitantes podem “ver, sentir e cheirar, e em breve também saborear”, a Lisboa do século XVIII, através de um percurso imersivo que passa por várias salas e que convida à interação dos visitantes.

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Transportes

TAP mantém liderança nos passageiros transportados entre o Brasil e a Europa

Desde o início do ano, a TAP já transportou 1.140.800 passageiros nas rotas entre a Europa e o Brasil, “duas vezes mais que a segunda colocada no ranking”.

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A TAP manteve-se como a companhia aérea líder no transporte de passageiros entre o Brasil e a Europa e, desde o início do ano, já transportou 1.140.800 passageiros, “duas vezes mais que a segunda colocada no ranking”.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea de bandeira nacional destaca o período de julho a setembro, em que a foram transportados mais de 500 mil passageiros, o que corresponde a “um aumento de 223% em relação ao ano anterior”.

A TAP destaca ainda a performance do mês de setembro, ao longo do qual realizou 1.318 voos de e para o Brasil, o que representa “92% em relação ao mesmo mês de 2019, ou seja, período pré-pandemia”.

“Com menos oferta de lugares que em 2019, em setembro, a TAP transportou 97% dos passageiros do período homólogo de 2019”, sublinha a companhia aérea na informação divulgada, revelando que, no Brasil, a TAP já está com cerca de 85% da capacidade em relação ao período anterior à pandemia e pretende chegar aos 90% até ao final do ano.

A companhia aérea de bandeira nacional reafirma o seu compromisso com o Brasil e diz que este continua a ser “um dos mercados prioritários para a TAP”, motivo pelo qual vai continuar a investir, até ao final do ano, no atendimento a passageiros brasileiros, uma vez que, defende a transportadora, este é um “diferencial” que  mantém a TAP como a principal companhia aérea internacional nas ligações entre Brasil e Europa.

Recorde-se que a TAP conta atualmente com voos diretos entre Lisboa e São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife e Salvador, aos quais se juntam ainda os voos entre o Porto e São Paulo e o Rio de Janeiro, num total de 13 rotas diretas entre Portugal e Brasil.

 

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Transportes

ANA espera que diretiva de slots da União Europeia seja revista para 90%

No 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo o CCO da ANA Aeroportos apontou que regras que estipulam a ocupação de slots pelas companhias aéreas têm “cerca de 30 anos”, pelo que a revisão da diretiva pela União Europeia constitui “uma oportunidade para o setor”.

Carla Nunes

O CCO da ANA Aeroportos, Francisco Pita, espera que a diretiva que está a ser preparada pela União Europeia imponha a utilização de 90% dos slots por parte das companhias aéreas, em detrimentos dos 80% vigentes.

Como explica, “atualmente uma companhia aérea, ao pedir slots, pode usar apenas 80% desses slots, mantendo o direito cativo sobre os 100%. Achamos que é uma área que devia ser revista para 90%, por aí, para otimizar a utilização da capacidade dos aeroportos”.

As declarações foram feitas no 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP, mais concretamente no painel “Wings of Change”, onde também participaram Ana Vieira da Mata, vogal CA da ANAC e António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA.

Francisco Pita aponta que estas regras dos 80/20% têm “cerca de 30 anos”, ao longo dos quais “o mercado da aviação mudou de forma absolutamente radical”. Por essa razão, considera que “esta revisão da diretiva é uma oportunidade para o setor, para garantir melhorias nas coletividades das regiões”.

No entanto, mais que a revisão de slots, o profissional entende que a diretiva também deve rever “a possibilidade que dá na entrada a novas companhias aéreas”.

“Entendemos que as regras estabelecidas na atual diretiva dão sempre prioridade às companhias que já operam e dificultam muito a entrada de novos operadores no mercado. [Somos da opinião de] que mais companhias aéreas vão proporcionar melhores preços aos consumidores finais”, defende Francisco Pita.

Por seu lado, António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA, defende que a revisão deve avançar “mas de forma ponderada”, sem colocar “exigências demasiado fortes às companhias em termos de utilizar ou perder e que leve, por exemplo, a comportamentos menos racionais do ponto de vista de sustentabilidade ou de custos”.

“Acho que também temos de ter essa preocupação nos dias que correm: não é só maximizar eficiência, que depois pode levar a situações indesejáveis”, afirma o diretor-executivo da RENA.

Sobre a questão da regra de dos 80/20%, e apesar de “não se opor à regra”, Francisco Pita aponta que esta é “meramente comercial”, considerando que “apertando um bocadinho aquilo que pode ser o não uso de slots vamos conseguir otimizar a utilização da nossa capacidade aeroportuária”.

Frisa ainda que chegando ao uso dos 90% não há problemas relativamente à segurança, até porque “a capacidade está lá, ela não é utilizada”.

Também o diretor-executivo da RENA considera que “a utilização pela no slot” não influencia a segurança.

“O tema aqui da utilização plena do slot não é de segurança, é de eficiência, boa gestão. O tema aqui pode ser outras companhias que querem entrar no mercado e sentem que a companhia que está sentada nesse slot não está a fazer uma utilização plena. Um dos temas é esta indefinição jurídica. Aqui o regulamento poderá e deveria regulamentar”, termina.

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Azul encomenda três aviões A330neo

Atualmente, a companhia aérea brasileira opera 12 aparelhos da família A330, incluindo cinco A330neo, que vão passar a oito quando os aparelhos agora encomendados forem entregues à transportadora brasileira.

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A Azul realizou uma encomenda de três aparelhos A330neo, aviões que, segundo comunicado da companhia aérea brasileira, vão permitir “expandir ainda mais” a rede internacional da transportadora aérea e “complementar as suas operações”.

“Estamos muito satisfeitos por ter garantido mais três aeronaves de fuselagem larga da próxima geração da Airbus, o que garante a transformação completa da nossa frota da velha geração para a nova geração. Estamos focados em manter a nossa frota de fuselagem larga estável enquanto, ao mesmo tempo, usufruímos da economia de combustível dessas aeronaves”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

Recorde-se que os novos aviões A330neo oferecem custos operacionais mais baixos e um menor impacto ambiental, uma vez que combinam a tecnologia aprimorada do A350 com motores Rolls-Royce Trent 7000 altamente eficientes.

O A330neo distingue-se também pela cabine, que conta com uma área de boas-vindas redesenhada, iluminação ambiente aprimorada, compartimentos suspensos maiores e modernos e novos projetos de janelas e lavatórios. 

A Azul voa atualmente para mais de 150 destinos no Brasil, assim como para os EUA, Europa (incluindo voos desde São Paulo para Lisboa) e América do Sul, tendo recebido o seu primeiro avião A330neo em 2019.

Atualmente, a companhia aérea brasileira opera 12 aparelhos da família A330, incluindo cinco A330neo, que vão passar a oito quando os aparelhos agora encomendados forem entregues à transportadora brasileira.

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Aumento dos custos e falta de pessoal são os maiores problemas para a indústria dos cruzeiros

Além das questões relacionadas com a sustentabilidade e os impactos ambientais, o aumento dos custos e a falta de trabalhadores estão a a afetar a indústria dos cruzeiros.

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A 12.ª edição do International Cruise Summit (ICS), realizada nos dias 15 e 16 de novembro, em Madrid, colocou o foco nos problemas globais relativos ao aumento dos custos e na falta de trabalhadores que estão a afetar a indústria dos cruzeiros.

Com a indústria dos cruzeiros a registar uma recuperação da atividade em 2022, embora os níveis de ocupação ainda tenham ficado abaixo do período pré-pandémico, nos últimos três anos foram incorporados novos navios de grande capacidade com as últimas tecnologias no que diz respeito ao meio-ambiente, substituindo navios mais antigos, pequenos e ineficientes, de forma a dar espaço para as novas unidades.

Apesar dos níveis de ocupação não terem recuperado totalmente e de haver mais lugares disponíveis, as companhias de navegação estão empenhadas em não baixar os preços, o que, segundo as conclusões a que se chegou no ICS, “desvalorizaria um produto que oferece uma relação qualidade/preço excecional, e que também enfrenta uma subida de custos de combustível nunca antes vistos”.

Assim, combater os mitos que prejudicam a reputação dos navios de cruzeiro é um objetivo de curto e médio prazo, destacando não apenas a sua segurança sanitária, mas também o compromisso com a redução do impacto ambiental e o valor para os destinos, onde cada passageiro de cruzeiro produz uma despesa de 750 dólares (cerca de 720 euros) numa semana de cruzeiro.

Outras das conclusões retiradas da cimeira diz respeito à falta de voos ou frequências em determinadas rotas que se mantém, optando-se por mais portos de embarque, bem como pelo transporte de passageiros em comboio ou mesmo autocarro.

O fenómeno da escassez ocorre, de resto, em várias áreas da cadeia de fornecimento, desde a escassez de autocarros, motoristas e guias turísticos para excursões, à dificuldade em encontrar pessoal que queira trabalhar a bordo e nas operações portuárias. No entanto, a indústria espera que a normalidade seja restabelecida à medida que a atividade económica continua a evoluir.

A sustentabilidade, “um autêntico mantra” para as empresas de cruzeiros, levou-as mesmas a construírem navios com as últimas tecnologias em redução de emissões, purificação de água, programas de redução de plásticos descartáveis, papel e separação para reciclagem, tendo ampliando a sua influência, inclusivamente, aos próprios escritórios das empresas, mas também nos destinos, onde se procura uma abordagem holística que inclua não só as boas práticas ambientais ao nível do porto, mas também ao longo da cadeia de valor do destino, ou seja, nos operadores turísticos, transportes, locais a visitar ou empresas de atividade.

Além disso, as companhias estão também a investir na pesquisa de novas fontes de energia, como hidrogénio, amónia ou metanol, com protótipos projetados para entrar em operação nos próximos anos.

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