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OMT debate Turismo e Media no Egipto

A segunda conferência internacional dedicada a este tema vai decorrer na cidade costeira de Marsa Alam, no sudeste do país.

Tiago da Cunha Esteves
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OMT debate Turismo e Media no Egipto

A segunda conferência internacional dedicada a este tema vai decorrer na cidade costeira de Marsa Alam, no sudeste do país.

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A iniciativa vai ter lugar no hotel Intercontinental – The Palace Port Ghalib Resort, situado na cidade costeira de Marsa Alam, no sudeste do País e nas margens do Mar Vermelho, um dos destinos mais turísticos e populares do Egipto.

Ao longo desses dias, informa o Turismo do Egipto, a OMT “irá debater o papel do turismo no cenário de evolução contínua que os meios de comunicação estão a experimentar actualmente, junto aos grandes actores do sector do turismo e dos meios de comunicação”.

Meios de comunicação social como o The Independent, Deutsche Welle TV, Time Magazine e Huffington Post já confirmaram a sua presença nesta conferência.

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Lisboa recebe 57M€ do PRR para requalificar 15 museus e monumentos

Protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML), Associação Turismo de Lisboa (ATL) e Direção Geral do Património Cultural (DGPC) prevê que o investimento na requalificação de museus e monumentos decorra até final de 2025.

Quinze museus e monumentos da cidade de Lisboa vão ser requalificados e valorizados ao abrigo de um protocolo de cooperação, financiado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, que prevê o investimento de 56.879.350,00 euros, até final de 2025.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, este protocolo, que junta a Câmara Municipal de Lisboa (CML), a Associação Turismo de Lisboa (ATL) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), prevê intervenções na Casa Museu Anastácio Gonçalves, Mosteiro dos Jerónimos, Museu de Arte Popular, Museus Nacionais de Arqueologia, Arte Antiga, Arte Contemporânea do Chiado, Etnologia, Azulejo, Teatro e Dança, Traje, Coches (Picadeiro Real e Novo), Palácio Nacional da Ajuda, Panteão Nacional e Torre de Belém.

“As ações foram definidas pela DGPC em articulação com os diretores destes equipamentos culturais e incluem intervenções de recuperação e reabilitação do edificado a melhoria dos conteúdos expositivos, sinalética e outras ações de valorização, bem como ações que contribuam para a sustentabilidade ambiental”, explica o comunicado divulgado esta sexta-feira, 7 de janeiro, pelo Turismo de Lisboa.

Entre os projetos previstos, encontra-se a “remodelação profunda” do Museu Nacional de Arqueologia, a “valorização” do núcleo composto pelo Museu Nacional do Teatro e Dança, pelo Museu Nacional do Traje e pelo Parque do Monteiro Mor, a “requalificação” do Museu Nacional do Azulejo, a “remodelação do núcleo de ourivesaria e das reservas” do Museu Nacional de Arte Antiga, a “criação de estruturas de apoio ao visitante, bilheteiras e lojas” na Torre de Belém e no Panteão Nacional, assim como “ações de conservação e restauro” no Mosteiro dos Jerónimos e no Palácio da Ajuda e zona envolvente.

“O desenvolvimento deste ambicioso projeto de valorização da oferta cultural de Lisboa e de melhoria da experiência do visitante será acompanhado por um plano de comunicação interna e externa, visando a captação de novos públicos para os equipamentos culturais de Lisboa, contribuindo para a sua sustentabilidade futura e para o reforço da atratividade turística”, acrescenta o Turismo de Lisboa.

O protocolo foi assinado pelo diretor geral da DGPC, João Carlos dos Santos; pelo vice-presidente da CML, Filipe Anacoreta Correia; e pelos presidente adjunto e diretor geral da ATL, José Luís Arnaut e Vítor Costa, prevendo ainda a criação de uma comissão de acompanhamento, composta por um representante de cada entidade, cabendo à DGPC e à CML a aprovação dos projetos e o acompanhamento técnico e à ATL a sua execução e a promoção interna e externa.

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Ómicron ameaça Carnaval no Brasil e cancela festejos de rua

Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Olinda são algumas das cidades brasileiras que cancelaram os festejos de Carnaval de rua, apesar de manterem os desfiles no sambódromo e outros eventos.

Ainda não será em 2022 que os festejos de Carnaval no Brasil voltam aos moldes tradicionais, uma vez que a variante Ómicron, mais contagiosa que as anteriores, já levou ao cancelamento dos festejos de rua no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Olinda, sendo que apenas os desfiles no sambódromo e algumas festas e bailes vão decorrer e com controlo.

“O Carnaval de rua, nos moldes até 2020, que já não havia acontecido em 2021, não poderá acontecer este ano. Tendo em vista os dados epidemiológicos que temos e que poderemos ter, vimos que seria muito difícil fazer o Carnaval de rua”, anunciou Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, citado pela imprensa brasileira.

Explicando que é “praticamente inviável” que se consiga “estabelecer um controlo” nos chamados blocos de rua, Eduardo Paes garantiu, no entanto, que o Carnaval no Rio de Janeiro vai contar com desfile no sambódromo, assim como com bailes, onde seja possível realizar algum controlo à COVID-19.

Apesar de ser a cidade com os festejos mais conhecidos, o Rio de Janeiro não é, no entanto, caso único, uma vez que também a cidade de Olinda, no nordeste brasileiro, cancelou na passada quarta-feira, 5 de janeiro, o Carnaval de rua, com as autoridades locais a explicarem que a sua prioridade é “a saúde da população por conta do atual período pandémico da COVID-19 e aumento do número de casos de influenza [gripe]”.

Caminho idêntico seguiu ainda Salvador da Bahia, capital do estado homónimo, que já tinha confirmado que não realizaria festejos de Carnaval, nem de qualquer outra ordem, a exemplo da Lavagem do Bonfim, que deveria ter lugar este mês.

Esta quinta-feira, 6 de janeiro, foi ainda a vez de São Paulo, a maior cidade do Brasil, cancelar o Carnaval de rua, com Ricardo Nunes, prefeito da cidade, a revelar que as autoridades vão agora preparar um “protocolo”, que permita a “realização de desfiles no sambódromo”.

De acordo com a imprensa brasileira, apesar dos cancelamentos já conhecidos, muitos outros se podem vir a suceder, uma vez que também cidades como Recife, Maceió, Manaus, João Pessoa, Porto Alegre ou Natal não decidiram ainda se mantém ou cancelam as celebrações.

 

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Emprego e Formação

InovaRia lança três cursos para ativos da área o turismo

As candidaturas estão abertas para três cursos especialmente pensados para os ativos do setor do turismo da região de Aveiro. Quem os promove é a InovaRia- Rede de Inovação em Aveiro, em parceria com a UNAVE.

A InovaRia- Rede de Inovação em Aveiro, promove, a partir do dia 17, três cursos-piloto pensados especialmente para os setores dos serviços de turismo da região. As candidaturas já estão a decorrer.

Estas formações são financiadas pelo programa comunitário UIA – Urban Innovation Actions, ao abrigo do projeto Aveiro Steam City / Observatório do Emprego.

O curso “Fundamentos da digitalização de serviços e processos na área do Turismo”, começa no dia 17 janeiro, enquanto “Marketing de conteúdo para as empresas da área do Turismo”, tem início a 31 janeiro. A formação que permite “Noções Gerais de Redes Sociais e Gestão de Presença na área do Turismo”, tem início marcado para 14 de fevereiro.

Os cursos não têm qualquer custo para os formandos, por contarem com financiamento comunitário, mas estão sujeitos a candidatura, que os interessados (trabalhadores no ativo), devem fazer, o mais rápido possível, em https://www.unave.pt/?formacao=info-uia-inovaria, pois o número de vagas é limitado.

A UNAVE- Associação para a Investigação e Formação Profissional da Universidade de Aveiro é a entidade formadora contratada para a realização destes cursos.

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Análise

Nova edição: Balanços e perspetivas, entrevista João Duque, Alojamento Local, AHETA e easyJet

A primeira edição de 2022 do Publituris faz capa com a auscultação a mais de três dezenas de profissionais do setor do turismo e a publicação dos balanços de 2021 e perspetivas para 2022.

A primeira edição de 2022 faz capa com a auscultação ao setor do turismo e a publicação dos balanços de 2021 e perspetivas para 2022.

Foram ouvidos mais de três dezenas de profissionais, das mais diversas áreas da indústria e uma coisa parece certa. Apesar das incertezas, as estimativas, esperanças e desejos vão no sentido de um 2022 melhor, bem melhor do que 2021.

O economista e professor do ISEG, João Duque, é o entrevistado desta primeira edição de janeiro. Crítico da decisão proposta por parte do Governo e aprovada por Bruxelas relativamente à TAP, João Duque abordou ainda outras questões relacionadas com o turismo. O tal turismo que “cresce, porque o Estado não se mete”.

As eleições na AHETA foram adiadas para 21 de janeiro e o Publituris falou com um dos candidatos: Hélder Martins. “Quero que a AHETA volte a ter a sua voz no Algarve”, diz o empresário, antigo presidente da RTA e agora candidato à presidência da AHETA.

O “Dossier” desta edição do Publituris analisa o mercado do Alojamento Local. Hoje já não há dúvidas e será até consensual: o Alojamento Local (AL) veio diversificar a oferta turística em Portugal, criou novos segmentos e novos públicos não só nas grandes cidades, mas também no interior do país, como ajudou ao surgimento de muitas outras empresas que servem de suporte para as mais diversas atividades que este segmento exige. A criação de empregos diretos em Portugal tem sido igualmente um fator decisivo, bem como a sua contribuição para a economia nacional.

Além da auscultação de vários players do mercado do AL, conversámos, igualmente, com o presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP). Segundo Eduardo Miranda, “a diversidade [do AL] trouxe uma riqueza ao turismo e tem sido uma parte importante da estratégia de crescimento e de posicionamento do turismo em Portugal”.

Nos “Transportes”, tivemos à conversa com José Lopes, diretor-geral da easyJet. A companhia está confiante de que 2022 vai ser um ano positivo e conta aumentar a capacidade em Portugal em 8% face à oferta que a companhia aérea disponibilizava em 2019. E os planos de crescimento podem até vir a ser ultrapassados, caso consiga alguns dos ‘slots’ que a TAP vai ter de abandonar no aeroporto de Lisboa.

As opiniões desta edição pertencem a Amaro F. Correia (Atlântico Business School), Pedro Castro (SkyExpert Consulting), Susana Rachão (ISAG) e António Paquete (economista).

Boas leituras e votos de um excelente 2022.

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Edição Digital: Balanços e perspetivas, entrevista João Duque, Alojamento Local, AHETA e easyJet

A primeira edição de 2022 do Publituris faz capa com a auscultação a mais de três dezenas de profissionais do setor do turismo e a publicação dos balanços de 2021 e perspetivas para 2022.

Foram ouvidos mais de três dezenas de profissionais, das mais diversas áreas da indústria e uma coisa parece certa. Apesar das incertezas, as estimativas, esperanças e desejos vão no sentido de um 2022 melhor, bem melhor do que 2021.
O economista e professor do ISEG, João Duque, é o entrevistado desta primeira edição de janeiro. Crítico da decisão proposta por parte do Governo e aprovada por Bruxelas relativamente à TAP, João Duque abordou ainda outras questões relacionadas com o turismo. O tal turismo que “cresce, porque o Estado não se mete”.
As eleições na AHETA foram adiadas para 21 de janeiro e o Publituris falou com um dos candidatos: Hélder Martins. “Quero que a AHETA volte a ter a sua voz no Algarve”, diz o empresário, antigo presidente da RTA e agora candidato à presidência da AHETA.
O “Dossier” desta edição do Publituris analisa o mercado do Alojamento Local. Hoje já não há dúvidas e será até consensual: o Alojamento Local (AL) veio diversificar a oferta turística em Portugal, criou novos segmentos e novos públicos não só nas grandes cidades, mas também no interior do país, como ajudou ao surgimento de muitas outras empresas que servem de suporte para as mais diversas atividades que este segmento exige. A criação de empregos diretos em Portugal tem sido igualmente um fator decisivo, bem como a sua contribuição para a economia nacional.
Além da auscultação de vários players do mercado do AL, conversámos, igualmente, com o presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP). Segundo Eduardo Miranda, “a diversidade [do AL] trouxe uma riqueza ao turismo e tem sido uma parte importante da estratégia de crescimento e de posicionamento do turismo em Portugal”.
Nos “Transportes”, tivemos à conversa com José Lopes, diretor-geral da easyJet. A companhia está confiante de que 2022 vai ser um ano positivo e conta aumentar a capacidade em Portugal em 8% face à oferta que a companhia aérea disponibilizava em 2019. E os planos de crescimento podem até vir a ser ultrapassados, caso consiga alguns dos ‘slots’ que a TAP vai ter de abandonar no aeroporto de Lisboa.
As opiniões desta edição pertencem a Amaro F. Correia (Atlântico Business School), Pedro Castro (SkyExpert Consulting), Susana Rachão (ISAG) e António Paquete (economista).

Boas leituras e votos de um excelente 2022.

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Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se e Linha Específica do Algarve prorrogada até 31 de dezembro de 2022

O Turismo de Portugal anuncia no seu site oficial, que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se aberta em contínuo até ao esgotamento da dotação prevista, enquanto a Linha Específica de Apoio à Valorização do Algarve, estará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

O Turismo de Portugal anuncia no seu site oficial, que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se aberta em contínuo até ao esgotamento da dotação prevista, enquanto a Linha Específica de Apoio à Valorização do Algarve, dirigida a projetos que acrescentem valor à oferta turística daquela região, aplicando-se aos respetivos investimentos as condições definidas para os territórios de baixa densidade, estará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

Em 2021, o Turismo de Portugal, em parceria com o sistema bancário, renovou e reforçou em 300 milhões de euros a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta, instrumento financeiro para apoio às empresas do setor do turismo destinada ao financiamento a médio e longo prazo de projetos turísticos que se traduzam: na requalificação e reposicionamento de empreendimentos, estabelecimentos e atividades, ou na criação de empreendimentos, estabelecimentos e atividades implementados nos territórios de baixa densidade, ou que incidam no domínio do empreendedorismo,

A Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021 apresenta um conjunto de ajustamentos fundamentados no contexto atual, tais como: o aumento do financiamento associado, o reforço dos prémios de desempenho, e o foco em projetos mais inteligentes, sustentáveis e inclusivos, atentos os desafios com que o setor se depara.

Para acederem à Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021, as empresas turísticas devem prever a realização de investimentos nas áreas da gestão ambiental e da acessibilidade. Todos os projetos devem obter uma pontuação global mínima nestas duas áreas, sendo que, para aferir se o projeto cumpre essa pontuação, a empresa deverá aceder ao SG​​PI e escolher a opção “Avaliação da Sustentabilidade e Acessibilidade do Projeto”.

Recorda o Turismo de Portugal que, antes de efetuar o pedido de financiamento junto da instituição de crédito, o promotor deve aferir se o seu projeto atinge a pontuação global mínima de 40 pontos nas duas medidas – gestão ambiental e acessibilidade. Em cada medida a pontuação a obter não pode ser inferior a 12 pontos.

Para esse efeito, a empresa tem de preencher um formulário disponível no SG​​PI e escolher as seguintes opções: nova candidatura; LAQO – Avaliação da Sustentabilidade e Acessibilidade do Projeto.

Por motivos devidamente justificados e em face da tipologia, dimensão, natureza e caraterísticas da atividade, estabelecimento ou empreendimento, a empresa pode, ao preencher a avaliação, apresentar um “pedido de exceção” a esta regra, a qual será devidamente analisada pelo Turismo de Portugal.

O site do Turismo de Portugal esclarece ainda que, todos os projetos de investimento enquadrados na presente Linha, desde que cumpram metas específicas a aferir no terceiro ano completo de exploração, passam a poder beneficiar de um prémio de desempenho traduzido na conversão em apoio não reembolsável de uma parte da componente do financiamento atribuída pelo Turismo de Portugal, tendo sido reforçados os montantes máximos dos prémios para micro, pequenas e médias empresas.

​​​​​Os pedidos de financiamento são apresentados junto das instituições de crédito aderentes:  Abanca, Banco Português de Gestão, BPI, Bankinter, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Agrícola, EuroBic, Millennium bcp, Montepio, Novo Banco, Novo Banco dos Açores, e  ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Santander.

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Alojamento

Vila Galé renova iniciativa “12 Meses, 12 Pratos, 12 Euros”

Os hotéis Vila Galé, em Portugal, renovam este ao a iniciativa gastronómica com sabores e produtos portugueses, “12 Meses, 12 Pratos, 12 Euros”.

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Ao preço de 12 euros, e com destaque para especialidades da gastronomia regional e dos portugueses, os hotéis Vila Galé voltam a promover, este ano, a iniciativa “12 Meses, 12 Pratos.

Disponível nos restaurantes dos hotéis Vila Galé em Portugal – exceto no Vila Galé Douro Vineyards, Vila Galé Porto Ribeira, Vila Galé Sintra e Vila Galé Collection Palácio dos Arcos –, ao longo deste ano, as especialidades à mesa serão: Francesinha, em janeiro; Bacalhau espiritual, em fevereiro; Alheira frita com grelos, em março; Arroz de tamboril, em abril; Ervilhas com ovos escalfados, em maio.

Já o mês de junho trazem Atum à algarvia, com Secretos de porco grelhados com limão e esparregado em julho, Choco frito com batata salteada, em agosto, e Bacalhau à Brás durante o mês de setembro.

Em outubro, novembro e dezembro, as unidades do Vilá Galé em Portugal dão a provar Migas com carne de porco, Massada de robalo com camarão, e Arroz de polvo à algarvia, respetivamente.

É possível experimentar o prato do mês ao almoço ou ao jantar. O preço é de 12 euros por pessoa, sem bebidas incluídas.

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Transportes

SATA com recorde de passageiros transportados em dezembro

Dezembro de 2021 acabou por ser o melhor de sempre para as companhias aéreas do Grupo SATA, com 97 mil passageiros transportados.

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As companhias aéreas do Grupo SATA transportaram, em dezembro, um total de 97 mil passageiros, número que representa um recorde e que torna o último mês de 2021 no melhor dezembro de sempre para o grupo de aviação açoriano, segundo comunicado divulgado esta quinta-feira, 6 de janeiro.

De acordo com a informação divulgada, o total de 97 mil passageiros representa “um
acréscimo de 3471 passageiros, quando comparado com 2007, ano em que o mês de dezembro foi destacado como tendo sido, até à data, o melhor de sempre na história do grupo SATA, no que respeita ao número de passageiros transportados”.

“Já em outubro de 2021, as companhias aéreas do grupo SATA – SATA Air Açores e Azores Airlines – haviam alcançado um recorde histórico no número de passageiros transportados. Mas o feito voltou a registar-se em dezembro 2021, visto que as companhias aéreas chegaram ao final do mês com mais de 97 mil passageiros transportados”, acrescenta o grupo de aviação açoriano.

O resultado de dezembro de 2021 fica 92,4% acima de igual mês de 2020, num crescimento que, indica a SATA, “só não foi mais expressivo, uma vez que o final de ano acabou por ser afetado por algumas desistências e pedidos de alteração nas reservas de passageiros, confrontados com o comportamento da pandemia”.

A SATA sublinha ainda que o crescimento já se vinha a verificar desde julho de 2021, o que permitiu “que a retoma total da atividade viesse a ser uma realidade para ambas as companhias aéreas do grupo SATA, o que representou uma exceção a nível global, tendo em conta que as perspetivas para o ano de 2021”, que “não indicavam que viesse a ser possível, já em 2021, igualar aos níveis de procura pré-pandémicos e, menos ainda, ultrapassar a procura de 2019”.

“O resultado alcançado é claramente um motivo de satisfação no grupo SATA, tanto mais que as companhias aéreas mantiveram uma taxa regular de pontualidade, na ordem dos 90%, ao longo dos meses e em dezembro também, apenas pontualmente comprometida pelas condicionantes atmosféricas adversas sentidas nas últimas semanas deste ano, que obrigaram ao cancelamento ou atraso de algumas ligações, em particular, no Arquipélago dos Açores”, congratula-se o grupo de aviação açoriano.

 

 

 

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AL exige reforço urgente das medidas de apoio á atividade

A ALEP diz que, devido às medidas restritivas impostas, os cancelamentos foram dramáticos para o Alojamento Local (AL)em dezembro, principalmente na semana do Natal e ano novo. Assim, a atividade exige reforço urgente de medidas de apoio.

Em nome do Alojamento Local (AL) a ALEP exige o reforço urgente das medidas de apoio à atividade, uma vez que dezembro voltou a ser um mês “dramático” em termos de cancelamentos.

Diz a ALEP, que esta vaga de cancelamentos foi similar à de junho/julho, mas “com a agravante de os cancelamentos se terem concentrado maioritariamente nas poucas semanas onde há movimento no Inverno: Natal e Ano Novo”.

Em alguns dos principais destinos como Lisboa, Porto e Madeira, em média, 1/3 das reservas foram canceladas em dezembro, refere o comunicado da Associação que representa do AL em Portugal, para acrescentar que “se se tiver em conta apenas o período mais importante (Natal e Ano Novo), o impacto foi ainda mais duro, chegando a atingir os 40% das reservas”, para acrescentar que, a agravar a situação, “as reservas registam também um abrandamento muito significativo, com a maioria dos alojamentos com os calendários de janeiro e fevereiro quase vazios”.

A ALEP destaca que, não questiona o mérito das medidas de restrição, pois “é uma decisão que cabe às autoridades competentes”, mas considera que “é inegável que este período de retrocesso da crise pandémica gerou um forte impacto económico e que a expetativa para este inverno é muito negativa para o setor”.

Assim, “é inevitável o reforço dos apoios para permitir chegar à primavera, quando todos esperam que finalmente a retoma se reinicie com alguma estabilidade”.

A ALEP apela ainda a que, nesta fase de eleição e transição política, as atividades mais afetadas não sejam deixadas à sua sorte, “sem apoios nesta reta final de crise”.

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Governo mantém obrigatoriedade de testes em voos internacionais para Portugal

Além dos testes em voos internacionais, o Governo mantém também a obrigatoriedade de certificado digital nos hotéis, restaurantes e eventos culturais, enquanto discotecas e bares continuam encerrados até 14 de janeiro.

Inês de Matos

O primeiro-ministro António Costa revelou esta quinta-feira, 6 de janeiro, após o Conselho de Ministros, que a obrigatoriedade de apresentar um teste negativo nos voos internacionais com destino a Portugal se vai manter no âmbito do combate à COVID-19, assim como as multas para passageiros e companhias aéreas que transportem para o país quem não tenha a testagem realizada.

“Relativamente às fronteiras, vamos manter o controlo das fronteiras como tem existido até agora, continuando a exigir teste negativo obrigatório para todos os voos que cheguem a Portugal e continuaremos a aplicar as sanções, quer a passageiros quer a companhias de aviação que embarquem passageiros sem que o teste tenha sido realizado”, explicou o primeiro-ministro, na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros.

Além da obrigatoriedade de testes nos voos internacionais com destino a Portugal, que segundo o explicitado no comunicado do Conselho de Ministros vai vigorar até 9 de fevereiro de 2022, António Costa anunciou ainda que o acesso a restaurantes e estabelecimentos hoteleiros ou de alojamento local também vai continuar a estar sujeito à apresentação de um certificado digital, assim como acontece com os espetáculos culturais, eventos com lugares marcados e ginásios.

As pessoas já vacinadas com a dose de reforço vão, no entanto, deixar de necessitar de apresentar um teste negativo nas visitas a lares de idosos ou a doentes internados, enquanto quem ainda não tiver recebido essa dose terá de apresentar a testagem.

Já as discotecas e bares vão permanecerem encerrados até 14 de janeiro, sendo que, a partir dessa data, podem reabrir mas com exigência de apresentação de teste negativo à entrada, medidas que são ainda acompanhadas pela proibição de consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

Até dia 14 de janeiro, mantém-se ainda obrigatório o teletrabalho, que passará a ser recomendado a partir dessa data, enquanto a reabertura das escolas acontece já na próxima segunda-feira, 10 de janeiro.

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