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OMT debate Turismo e Media no Egipto

A segunda conferência internacional dedicada a este tema vai decorrer na cidade costeira de Marsa Alam, no sudeste do país.

Tiago da Cunha Esteves
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OMT debate Turismo e Media no Egipto

A segunda conferência internacional dedicada a este tema vai decorrer na cidade costeira de Marsa Alam, no sudeste do país.

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A segunda conferência internacional sobre Turismo e Media, da Organização Mundial de Turismo (OMT), vai decorrer nos próximos dias 26 e 27 de Abril, em Marsa Alam, no Egipto.

A iniciativa vai ter lugar no hotel Intercontinental – The Palace Port Ghalib Resort, situado na cidade costeira de Marsa Alam, no sudeste do País e nas margens do Mar Vermelho, um dos destinos mais turísticos e populares do Egipto.

Ao longo desses dias, informa o Turismo do Egipto, a OMT “irá debater o papel do turismo no cenário de evolução contínua que os meios de comunicação estão a experimentar actualmente, junto aos grandes actores do sector do turismo e dos meios de comunicação”.

Meios de comunicação social como o The Independent, Deutsche Welle TV, Time Magazine e Huffington Post já confirmaram a sua presença nesta conferência.

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Turismo põe Transportes a liderar constituição de novas empresas

O setor dos Transportes registou, segundo a Informa D&B, crescimentos “muito significativos” na constituição de novas empresas, principalmente no distrito de Lisboa, devido ao subsetor mais ligado às atividades turísticas.

Até final de outubro, Portugal assistiu à constituição de 40.529 novas empresas, número que foi fortemente impulsionado pelo setor dos Transportes, que liderou o crescimento na constituição de novas empresas e assistiu a mais 1.934 constituições do que em 2021, que correspondem a um aumento de 123%.

De acordo com os últimos dados setoriais da consultora Informa D&B, até 31 de outubro, a constituição de novas empresas em território nacional cresceu 16% face ao mesmo período de 2021 e está apenas 4% atrás de 2019.

O setor dos Transportes registou, segundo a Informa D&B, crescimentos “muito significativos” na constituição de novas empresas, com mais 1 934 constituições do que em 2021, o que corresponde a um aumento de 123%.

O distrito de Lisboa foi, de acordo com os dados da consultora, aquele que assistiu ao “maior aumento de novas empresas neste período, com mais 3 107 constituições do que em 2021”, o que, atribui a Informa D&B, foi “fruto do grande crescimento do setor dos Transportes, nomeadamente no subsetor mais ligado às atividades turísticas”.

Já o distrito do Porto, o segundo em novas constituições, registou apenas mais 595 novas empresas do que em 2021, o que se deve ao impacto do Retalho, setor que, neste período, registou uma descida de 10% na constituição de novas empresas, o que corresponde a menos 422 constituições.

“Apenas três setores viram em 2022 nascer menos empresas do que em 2021”, indica a consultora, que mostra que, além do Retalho, também as Indústrias, assim como a Agricultura e outros recursos naturais, apresentaram descidas de 4,4% e 3,1% no nascimento de novas empresas.

Tal como os Transportes, também Serviços empresariais e Serviços gerais apresentaram um bom desempenho na constituição de novas empresas, sendo os que evidenciaram “maior número absoluto de novas empresas”, o que corresponde a aumentos de 16% e 25%, respetivamente.

No Alojamento e Restauração, o período desde o início do ano e até final de outubro também foi positivo na constituição de novas empresas, registando-se um crescimento de 22% face a período homólogo do ano passado, com um total 3.887 novas empresas constituídas.

Já as Tecnologias de Informação e Comunicação (+28%), as Atividades Imobiliárias (+18%) e os Serviços Empresariais (+3%) foram os “únicos setores a superarem o registo do último ano antes da pandemia”.

A subir parecem estar também os encerramentos, ainda que a Informa D&B diga que os “números relativos ao encerramento de empresas não mostram uma tendência definida”.

Até 31 de outubro, encerraram no país 10.078 empresas, mais 30 encerramentos que no período homólogo e que correspondem a um crescimento pouco significativo de 0,3%.

“Neste período, metade dos setores apresentam valores superiores a 2021”, acrescenta a consultora, explicando que o “setor do Retalho, além de ser o que mais recua no número de novas empresas, é também o que mais contribui para o crescimento do número de encerramentos, com um aumento de 7,7% neste indicador”.

Em sentido contrário parecem estar as insolvências, uma vez que, no período em análise, se registam 1.353 novos processos de insolvência, o que corresponde a menos 326 que em 2021 e a um decréscimo de 19%.

“Esta descida nos processos de insolvências é transversal à maioria dos setores de atividade, com exceção dos Transportes, Agricultura e outros recursos naturais e Atividades imobiliárias, que registam aumentos, embora muito pouco expressivos”, conclui a Informa D&B.

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Arquivo: WTM London 2017

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Portugal com a maior participação de sempre no WTM London

Nesta edição do WTM London, que termina esta quarta-feira, 9 de novembro, na capital britânica, Portugal está representado por 92 empresas e pelas sete Agências Regionais de Promoção Turística, que ocupam um stand de 814 metros quadrados.

Portugal volta a estar representado no World Travel Market London, a feira de turismo de Londres e uma das maiores da Europa, que está a decorrer na capital britânica até esta quarta-feira, 9 de novembro, contando, este ano, com a maior participação de sempre no certame, que é composta por 92 empresas e pelas sete Agências Regionais de Promoção Turística.

“A participação nacional, a maior de sempre nesta feira, é coordenada pelo Turismo de Portugal e integra 92 empresas e as sete Agências Regionais de Promoção Turística (Porto e Norte, Centro de Portugal, Lisboa, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores), que ocupam um stand de 814 metros quadrados dedicado à promoção do destino”, indica o Ministério da Economia e do Mar, em comunicado.

Presentes na feira de turismo de Londres estiveram também a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, bem como Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, que mantiveram uma “agenda de contactos com entidades internacionais ligadas ao setor, desde associações empresariais a companhias aéreas, e também representantes do trade e dos destinos nacionais”.

Nas sequência das reuniões no WTM London, Rita Marques mostra-se “razoavelmente otimista com os resultados previsíveis para 2022 e a perspetiva das reservas e da procura para Portugal em 2023″, apesar da conjuntura incerta que pode alterar as perspetivas.

“Portugal, apesar de toda essa conjuntura, goza de uma imagem e uma notoriedade assinaláveis nos mercados externos e em concreto no Reino Unido, o que naturalmente nos orgulha e nos coloca em melhor posição para disputar a procura externa”, considera a governante.

Além da presença no WTM London, as autoridades nacionais de turismo estão também a desenvolver um conjunto de outras ações promocionais no mercado britânico, que é um dos principais emissores de turistas para Portugal e responsável por 1,4 milhões de hóspedes, 6,1 milhões de dormidas e 2,25 mil milhões de euros em receitas entre janeiro e agosto de 2022, valores que, segundo o comunicado do Ministério da Economia e do Mar, estão “já muito próximos dos verificados em 2019”, com as receitas a ultrapassarem mesmo esse ano em 0,4%.

Nos próximos meses, Portugal vai motivar ações de comunicação no mercado britânico, como é caso da Campanha de Publicidade #TimeToBe, exclusiva em meios digitais, além de ações específicas de Relações Públicas dirigidas a opinion makers e à imprensa especializada.

“Complementarmente, manter-se-á a aposta no trade marketing, com iniciativas destinadas a operadores turísticos e companhias aéreas britânicas, bem como a promoção dos nossos principais produtos turísticos, e outros que contribuem para uma boa diversificação da carteira de experiências turísticas, entre os quais o Enoturismo, Gastronomia, Turismo Literário, Surf ou Festivais”, acrescenta o comunicado divulgado.

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Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

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Repensar o turismo é investir em pessoas

A reunião dos ministros do turismo, durante o World Travel Market London 2022, foi marcada pelo otimismo. Contudo, houve palavras que ficaram marcadas para se ter sucesso no futuro: pessoas, educação, ambiente, sustentabilidade, parcerias, intraligação entre governos, foram algumas.

Na 16.ª sessão da Conferência dos Ministros do Turismo, realizada no decorrer do segundo dia do World Travel Market (WTM) London 2022, em que participou a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, ficou claro que o turismo está de volta, mas, como alertou o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, Zurab Pololikashvili, “o setor terá de adaptar-se a uma nova realidade”.
O responsável pelo organismo que tutela o turismo nas Nações Unidas, adiantou que “estamos perante uma janela de oportunidade, mas que não é permanente” e que há muito trabalho por fazer e que a lista de afazeres e, de facto, muito grande”.
Com uma forte componente do seu discurso focado no emprego e na educação, Pololikashvili começou por referir no seu discurso de abertura que “mais de 50% dos jovens querem ser empreendedores no turismo” e que, por isso, “há que tornar o setor novamente atrativo e captar essa ‘nova gente’”.
Para o secretário-geral da OMT, o cerne do desenvolvimento do turismo está mesmo em “repensar o turismo, investindo em pessoas”, considerando ainda que o negócio tem de ser mais “arrojado”.
Frisando que os benefícios do investimento no turismo não se aplicam somente ao setor, com muitos e outros setores de atividade a aproveitá-los, Pololikashvili afirmou que os ministros do Turismo têm, agora, “um trabalho muito importante a realizar com os restantes ministérios dos respetivos países” e sugerindo aos responsáveis pelas pastas do turismo que “deixem um legado”.
“É preciso ação e não só palavras”, disse, deixando a pergunta se será legítimo e correto “esperarmos voltar aos números pré-pandémicos” e que “impacto terá no nosso ambiente”, numa altura em que se realiza a COP27 no Egito.
Já Julia Simpson, presidente e CEO do World Travel and Tourism Council (WTTC) começou por afirmar que, “o que o turismo mais precisa agora é de liderança”, afirmando que “as parcerias público-privadas (PPP) serão fundamentais para o sucesso que o turismo a nível global possa vir a ter”.
“Estamos num estado empreendedor e isso só será conseguido e possível com estas parcerias”, reforçou, apelando ainda a “decisões racionais”.
Recordando que o setor mundial do turismo perdeu cerca de 62 milhões de empregos e mais de 5 biliões de dólares com a pandemia, lembrou, igualmente, a importância do turismo para a economia global: “1 em cada 10 empregos está no turismo e um em cada 10 dólares do PIB provém do turismo”.
Por isso, admitiu que “temos a obrigação de mostrar o nosso valor e a contribuição que temos na economia de forma global”. Para tal, destacou a importância de dar oportunidades às pessoas que queiram entrar no turismo através de empregos dignos.
Por fim, salientou a importância de melhorar a literacia digital no setor do mundo, já que, “não nos podemos esquecer que o mundo mudou e o turismo e turistas e viajantes mudaram”.

Função social do turismo
Na sua intervenção, Rita Marques destacou a importância da questão social do turismo e no desenvolvimento do setor, bem como a inclusão, considerando-a “fundamental para o sucesso de qualquer estratégia. Temos de ser mais verdes, mais sustentáveis, mas temos de ser, também, mais sociais”, referiu a SETCS.
O aspeto social, naturalmente, não se consegue sem pessoas, recordando Rita Marques que “a Europa está a ficar velha e Portugal está a ficar mais velho”, fazendo referência à necessidade de ir buscar pessoas a outras geografias para colmatar as faltas que existem no país. Aí, Rita Marques salientou as oportunidades que Portugal está a desenvolver com os países lusófonos, destacando as mais de 250 milhões de pessoas no mundo que falam a língua portuguesa.
Destacado pela SETCS foi, também, a nova política de vistos, frisando a “necessidade de formação para que essas pessoas se sintam inclusas”, destacando no final os novos vistos para nómadas digitais lançados recentemente em Portugal.
Na ronda final de um minuto dado a cada responsável do turismo, Rita Marques destacou que, é preciso “valorizar as pessoas, além de formar e pagar mais e melhor, bem como equilibrar a vida profissional com a pessoal”.

Rapidez e educação para “novos tempos”
Nas restantes intervenções, houve tempo para conhecer o número que a Arábia Saudita irá investir no turismo nos próximos 10 anos: 800 mil milhões de dólares. Planeado está um novo aeroporto em Riade para capacidade para 180 milhões de passageiros, referindo o ministro do Turismo da Arábia Saudita, Ahmed Al Khateeb, que todo este investimento tem o ambiente no topo da agenda.
Do lado egípcio, Ahmed Issa, focou a necessidade do turismo ter “raízes”, admitindo que questão “não está na procura”. Num país que precisa de 350 mil quartos, o ministro do turismo do Egito salientou que “o foco está em experienciar o país, mas todo o país e não só os grandes locais”.
Do Barain, a mensagem deixada foi de “unificação dos governos” para melhor repensar o turismo, enquanto o ministro do turismo das Maurícias frisou que “estamos a esquecer-nos muito rapidamente dos impactos da COVID, já que a pandemia foi global e agora estamos a pensar demasiado no local”. Repensar o turismo para Louis Steven Obeegaddo passa por “interligar o Governo. Não faz sentido repensar o turismo sem finanças, sem infra-estruturas, sem transportes, sem saúde, sem economia e sem ambiente”, recorrendo, novamente, à necessidade das PPP para esta estratégia.
O mesmo frisou ainda que, “o turismo foi visto muitas vezes como concorrência entre os destinos. O que a pandemia nos veio ensinar é que temos de trabalhar em conjunto”.
Miguel Torruco, secretário de Estado do Turismo do México, veio recordar a importância do turismo doméstico. “Já nos esquecemos que, quando precisamos de apoio, de ajuda e de turistas, foi do turismo doméstico que veio essa ajuda e apoio. Agora, que os números estão, novamente, em alta, estamos a esquecer-nos dele e apostar as fichar nos mercados internacionais”. Para o responsável mexicano, a palavra-chave para o futuro é “rapidez. Quem não conseguir atuar com rapidez, adaptar as suas políticas e estratégias à constante mudança, terá dificuldades em ter sucesso e acompanhar o ‘novo’ perfil do turista”.
No final, o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, Zurab Pololikashvili, concluiu que, “estamos com dificuldade em repensar o turismo porque este mudou muito rapidamente e não conseguimos acompanhar essa rapidez”.
Para enfrentar esta realidade, Zurab Pololikashvili salientou que “a educação é o mais importante”, deixando a seguinte mensagem: “o turismo é, atualmente, o melhor investimento que existe”.

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Airbus recorre à realidade virtual na formação de pilotos

O Airbus Virtual Procedure Trainer (VPT) é um novo software que recorre à realidade virtual e que já está a ser usado pelo Grupo Lufthansa.

A Airbus lançou uma nova formação para pilotos que dispensa a utilização de um simulador de voo ou de um instrutor de procedimentos no local, graça ao Airbus Virtual Procedure Trainer (VPT), um novo software que recorre à realidade virtual, que já está a ser usado pelo Grupo Lufthansa.

Num comunicado enviado à imprensa, a Airbus explica que o novo software, lançado durante o European Airline Training Symposium, que se encontra a decorrer em Berlim, na Alemanha, permite que os pilotos em formação realizem “procedimentos dentro de um cockpit totalmente interativo”.

Enquanto companhia aérea de lançamento deste novo programa de formação, a Lufthansa vai utilizar o Airbus Virtual Procedure Trainer para formar pilotos no avião A320 para as suas companhias aéreas, através de dispositivos VR, PC e iPad.

“As melhorias de formação resultantes vão permitir outros tipos de utilização, bem como a aceitação regulatória. Isso será baseado nos dados recolhidos em conjunto, visando uma solução flexível e centrada no formando para apoiar as competências-chave”, refere Gilad Scherpf, chefe de formação de aviação do Grupo Lufthansa.

Já Fabrice Hamel, vice-presidente de operações e formação de voo da Airbus, destaca que a nova ferramenta permite uma aprendizagem com “muito mais flexibilidade”, uma vez que os pilotos em treino podem optar por treinar sozinhos com uma inteligência artificial ou online”.

O novo sistema de treino pode ser adquirido separadamente ou em conjunto com outras soluções da Airbus e está disponível através de dispositivos de realidade virtual conectados a computadores ou outros dispositivos como computadores portáteis e iPads.

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Seis hotéis portugueses distinguidos nos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023

A Condé Nast Johansens anunciou na noite desta segunda-feira, 7 de novembro, os vencedores dos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023.

A Condé Nast Johansens anunciou na noite desta segunda-feira, 7 de novembro, os vencedores dos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023. Durante a cerimónia e jantar de gala, também foi celebrado o 40.º aniversário da marca no hotel Kimpton Fitzroy London, um dos premiados da noite.

Os vencedores da Europa e zona do mediterrâneo são:

Best New or Recently Renovated Hotel:
Athina Luxury Suites, em Santorini, Grécia;

Best for Romance:
Sacred House, na Capadócia, Turquia;

Best Service:
Es Princep, em Maiorca, Espanha;

Best House, Villa or Serviced Apartment:
Castello Del Monsignore, em Florença e Toscânia, Itália;

Best Small & Exclusive Property:
Verride Palácio de Santa Catarina, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal;

Best Value Experience:
Ti Al Lannec, na Bretanha, França;

Best Dining Experience:
El Llorenç Parc De La Mar, em Maiorca, Espanha;

Best Waterside Hotel (Riverside, Lakeside, Seaside):
Domes Lake Algarve, em Vilamoura, Algarve, Portugal

Best Urban Hotel (Town, City):
Palacio De Atocha By Coolrooms Hotels, em Madrid, Espanha

Best Hotel Spa:
Hotel Botánico & The Oriental Spa Garden, em Tenerife, Espanha.

Best Destination Spa:
Bahía Del Duque, em Tenerife, Espanha;

Best Countryside Hotel:
Terra Nostra Garden Hotel, nos Açores, Portugal;

Best Breakfast:
Santiago de Alfama – Boutique Hotel, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal;

Best for Families:
Cornelia Diamond Golf Resort & Spa, em Antalya, Turquia;

Best for Weddings, Parties & Celebrations:
Torre de Gomariz Wine & Spa Hotel, Porto e Norte de Portugal, Portugal

Best Immersive Experience:
Toscana Resort Castelfalfi, em Florença e Toscânia, Itália;

Best for Meetings and Conferences:
Palácio Estoril Hotel Golf & Wellness, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal

Best for Green Practices & Sustainability:
Susafa, na Sicília e Ilhas Eólias, Itália;

Readers’ Award:
Parco Dei Principi Grand Hotel & Spa, em Roma, Itália

Durante a cerimónia também foram anunciados os vencedores internacionais do Reino Unido, América do Norte (Estados Unidos, Canadá, México e Caraíbas), América do Sul e América Central, Ásia, África, Médio Oriente e Oceânia.

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Centro de Portugal apresenta vantagens da região aos nómadas digitais em ciclo de workshops

O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai promover vários workshops para dar a conhecer as vantagens da região aos nómadas digitais, iniciativa que vai decorrer até 21 de novembro, dirigida a “municípios, alojamentos e espaços de cowork”.

O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai promover um ciclo de workshops que visam dar a conhecer as vantagens da região aos nómadas digitais, numa iniciativa que vai decorrer até 21 de novembro e que é dirigida a “municípios, alojamentos e espaços de cowork”.

De acordo com informação publicada na newsletter do TCP, este projeto, denominado “Work From Centro de Portugal”, pretende promover “as vantagens desta região para os nómadas digitais e para todos os trabalhadores interessados em trabalhar à distância a partir deste território”.

A entidade regional de turismo explica que, no âmbito deste projeto, foi já disponibilizada uma plataforma que permite aos nómadas digitais conhecerem melhor a oferta e vantagens do território, e através da qual é possível ter acesso a um “diretório dos espaços disponíveis, direcionados para trabalhadores remotos e empreendedores”.

No âmbito deste projeto, o TCP vai promover também um ciclo de workshops dedicados a cada uma das sub-regiões do Centro de Portugal, através dos quais se pretende dar uma “resposta de estruturação de produto e comunicação neste segmento emergente no Centro de Portugal”.

Esta terça-feira, 8 de novembro, já teve lugar o primeiro destes workshops, que foi dedicado à região de Coimbra e que decorreu no Auditório da Biblioteca Miguel Torga, em Arganil.

Na quarta-feira, 9 de novembro, tem lugar o workshop dedicado à Serra da Estrela, que decorre pelas 10h00, no Ninho de Empresas de Manteigas, enquanto no dia 14 de novembro decorre a iniciativa dedicada ao Oeste, com início pelas 10h00, no Auditório da Biblioteca Municipal José Soares, na Nazaré.

No dia 15, decorre o workshop sobre a região de Leiria, numa iniciativa com início às 10h00 e que tem lugar no Auditório da Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos, enquanto no dia 17 está previsto o workshop sobre a Beira Baixa, a partir das 10h00, em Idanha-a-Nova, em local ainda por definir.

A encerrar este ciclo de workshops, o TCP promove ainda uma iniciativa dedicada ao Médio Tejo, no dia 18 de novembro, pelas 10h00, em local a definir em Abrantes, assim como outra a Viseu Dão Lafões, no dia 21 de novembro, a partir das 15h00, no Auditório Municipal de Tondela.

As inscrições para os workshops já se encontram a decorrer e podem ser realizadas aqui.

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Voos entre a Venezuela e a Colômbia regressam após três anos

Os voos foram retomados esta segunda-feira, 7 de novembro, numa operação assegurada pela venezuelana Turpial Airlines e pela colombiana Satena, que conta com duas ligações aéreas por semana.

A Turpial Airlines, companhia aérea venezuelana, retomou esta segunda-feira, 7 de novembro, os voos entre a Venezuela e a Colômbia, que estavam interrompidos desde março de 2020, na sequência da pandemia da COVID-19.

De acordo com a Lusa, o voo T9 8820 descolou de Caracas, capital da Venezuela, às 17:30 (21:30 em Lisboa) com destino ao Aeroporto Internacional El Dorado, na capital colombiana.

A Lusa diz que os bilhetes para a primeira viagem depois da interrupção motivada pela pandemia só foram colocados à venda na sexta-feira, 4 de novembro, com preços desde 500 dólares para viagens de ida e volta.

A operação da Turpial Airlines entre Caracas e Bogotá decorre duas vezes por semana, com voos às segundas-feiras e sábados, enquanto os voos em sentido contrário são assegurados pela Satena, que disponibiliza preços desde 299 dólares.

A Lusa recorda que o regresso das ligações aéreas entre os dois países já tinha sido adiado por duas vezes desde 26 de setembro, e ocorre seis dias depois do Presidente colombiano, Gustavo Petro, se ter encontrado com o seu homólogo venezuelano, Nicolas Maduro, em Caracas, onde concordaram, entre outras coisas, em “retomar” o transporte entre os dois países.

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WTM 2022 – Future Stage. The Landscape of Travel in 2030 and Beyond

Speakers Left to Right

Fahd Hamidaddin, CEO, Saudi Tourism Authority

Peter Kruger, Member of the Executive Board, Chief Strategy Officer, TUI

Simon Calder, Travel Journalist & Broadcaster, The Independent.

Julia Simpson, President and CEO, World Travel & Tourism Council

Rohit Tawar, CEO Fast Future, Moderator

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Turismo em 2030: Experiências, personalização, metaverso e biodiversidade

O objetivo era olhar para o que o setor das viagens e turismo será em 2030. As diferenças são assinaláveis e passam muito pelas experiências, mas também e, fundamentalmente, pelo digital e a exploração do metaverso. No fundo, quem não for digital e não proporcionar soluções neste campo, não existe.

Victor Jorge

Poderiam ser mais uns aspetos a ter em conta para o futuro do turismo. Do painel que fez uma antevisão de como será o turismo em 2030 – “The Landscape of Travel in 2030 and Beyond” – e onde participaram Julia Simpson, presidente e CEO do World Traval and Tourim Council (WTTC), Simon Calder, jornalista de turismo, Fahd Hamidaddin, CEO do Turismo da Arábia Saudita, e Peter Krüger, membro do Conselho de Administração e Chief Strategy Officer da TUI, houve uma certeza final: “a estratégia terá de ter sempre em mente a visão do cliente. E esse está em contante mudança”.

Cliente controlador
Mas comecemos pelo início. Para o responsável do Turismo da Arábia Saudita, “é preciso dar confiança e poder ao cliente e ir ao encontro do que ele/ela querem controlar”. Além disso, frisou, é a “facilidade, não complicar”. E deu um exemplo simples: “se nos conseguimos unir para salvar vidas e combater a COVID, há que manter essa união para responder às novas tendências no mundo das viagens e turismo”, destacando que, atualmente, “todo o viajante que sentir-se confortável e especial”.

Já Peter Krüger salientou a ligação entre “distribuição entre produto. As pessoas já não querem ir para um lugar 10 ou 15 dias e simplesmente ficar estendidos na praia. Querem mais. Querem o contacto com o local” e aí o executivo da TUI fez especial referência à “personalização” para a qual a “tecnologia é fulcral”. Certo é que para Krüger, a “massificação faz parte do passado, enquanto a preocupação com o local e com a sustentabilidade, nas suas várias formas, fazem parte do futuro”.

Julia Simpson, por sua vez, fez referência ao crescimento que o setor do turismo registou nos nove anos da COVID-19, destacando que “é essencial olhar para o que a geração que hoje tem 12 ou 15 anos querem e esperam. Esses são os turistas e viajantes do futuro e teremos de perceber como estamos a encarar as suas exigências, preocupações e necessidades”, admitindo que, “se não o fizermos, poderemos estar aqui para o ano a colocar esta questão, tal como o faremos nos anos posteriores”.

Sustentabilidade positiva
Na questão da sustentabilidade, a presidente e CEO do WTTC frisou que, atualmente, já não faz sentido falarmos de NET ZERO, já que “essa é uma realidade”, mas para o “NET POSITIVE”, ou seja, para o que “a descarbonização poderá e terá de trazer de positivo para o negócio, cliente e destino”.

Certo é que para a responsável do WTTC, “a procura já ultrapassou a oferta e isso é um problema”.

Mas se a questão da sustentabilidade foi aclarada por Julia Simpson através da positividade que terá de trazer ao setor, Hamidaddin também admitiu que “há muita gente a falar de sustentabilidade, mas pouca gente a atuar de forma positiva”, salientando que sustentabilidade também é “preservação”, salientando que, em breve, haverá testes a essas políticas e estratégias de sustentabilidade que, supostamente, estão a ser praticadas”.

Krüger, por sua vez, foi ao encontro do responsável do Turismo da Arábia Saudita, referindo que no dia em que a sustentabilidade “não é vista como um custo, mas como um investimento, aí teremos sucesso”.

SAF é a resposta imediata e duradoura
No que diz respeito ao negócio e o futuro do mesmo, o executivo da TUI recuperou o que Rohit Talwar referiu no início do WTM e deu um exemplo de uma unidade em Madrid. “Porque não podemos vender o mesmo quarto de hotel duas vezes: uma no físico e outra no virtual?”, esclarecendo que “para muitas pessoas, esta é será uma oferta que vai ao encontro das necessidades e expectativas, já que, eventualmente, não terão dinheiro para ir fisicamente a Madrid, mas nós fornecemos essa possibilidade. Isto é importante para o cliente”.

No que diz respeito às viagens Simon Calder admitiu que, nos próximos dois ou três anos, “não deveremos ver muitas alterações na forma como as pessoas viajam”, explicando que será natural ver uma eficiência cada vez maior nas aeronaves”. O jornalista, contudo, admitiu que, em 2030, teremos “aviões elétricos ou mesmo híbridos”, constatação que Julia Simpson contrariou, já que o hidrogénio ocupa quatro vezes mais espaço que o SAF (Sustainable Aviation Fuel).

Simpson sugeriu ainda que “tem de haver uma narrativa conjunta em todo o setor das viagens e turismo e não termos os hoteleiros a colocar as culpas das emissões na aviação”.

Quanto a novas formas de viajar e de turismo, Simon Calder esclareceu que os projetos de “supercomboios” como o “hyperloop” de Elon Musk ou de Richard Branson estão a registar um desinvestimento, embora reconheça que, no futuro, “mais pessoas viajarão de comboio na Europa”. Contudo, também salienta que, as exigências do futuro, ou seja, em 2030, irão trazer transportes “mais verdes e mais confortáveis”, mas que a urgência das pessoas em chegar ao destino poderão colocar esses aspetos em segundo plano.

No entanto, tudo se resume, novamente, à tecnologia e aí Peter Krüger salienta que essa tecnologia irá dar “mais poder ao cliente ao mesmo tempo que lhe dá acesso a mais informação”. E quem não a disponibilizar “não existe”, diz.

E Fahd Hamidaddin, CEO do Turismo da Arábia Saudita, terminou com uma simples constatação: “Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2029 vão acontecer na Arábia Saudita. Onde? Num local que ainda não existe, porque ainda está em construção e que só será possível graças à tecnologia, ao pensamento disruptivo e por acreditarmos que é possível”.

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1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com inscrições abertas

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

Publituris

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, já se encontram a decorrer e podem ser realizadas online.

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai contar com a participação de cerca de 20 expositores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada.

A iniciativa vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, com a sessão de Lisboa a ter lugar no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em stopover ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913 256 261.

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