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Turismo no Mediterrâneo discute-se em Djerba

A 6ª Conferência Internacional sobre Gestão de Destinos começa esta segunda-feira, em Djerba, Tunísia.

Tiago da Cunha Esteves
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Turismo no Mediterrâneo discute-se em Djerba

A 6ª Conferência Internacional sobre Gestão de Destinos começa esta segunda-feira, em Djerba, Tunísia.

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A 6ª Conferência Internacional sobre Gestão de Destinos começa esta segunda-feira, em Djerba, na Tunísia, organizada pelo Ministério de Turismo, com a colaboração da Organização Mundial de Turismo (OMT).

Sob o tema “O Futuro do Turismo no Mediterrâneo”, a conferência pretende criar, ao longo de dois dias, uma plataforma de diálogo para os destinos do Mediterrâneo, explorando potencialidades que possam ser aproveitadas para aumentar a competitividade turística na região.

A OMT lembra que o Mediterrâneo é uma das regiões turísticas mais importantes do mundo, representando mais de um terço das receitas turísticas mundiais e metade das chegadas de turistas internacionais.

*O Publituris vai acompanhar esta conferência em Djerba, a convite do Turismo da Tunísia

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B travel Xperience Lisboa anuncia novos eventos relacionados com viagens

A B travel Xperience Lisboa, agência de viagens premium do Grupo Ávoris, acaba de anunciar uma vasta programação de eventos relacionados com viagens, que passam por travel talks, exposições, workshops, entre outros.

Neste âmbito, já a partir do próximo dia 15 de setembro, quinta-feira, é inaugurada a inauguração da exposição “Fronteiras Fechadas: Na Rota da Seda até Macau” do fotógrafo Jorge Duarte Estevão, que vai estar patente em Lisboa até ao início de novembro..

A 29 de setembro, decorre a ‘Travel Talk’ e uma masterclass gastronómica promovida pela Embaixada do Peru em Portugal. Vão ser dados a conhecer os principais destinos turísticos peruanos, alguns dos quais classificados como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, como a cidade de Arequipa, Cusco, as Linhas de Nasca e Machu Picchu.

A B travel Xperience Lisboa quer proporcionar um conjunto de experiências, desde Travel Talks, a exposições e workshops, de acesso gratuito, que pretendem despertar a vontade em partir à descoberta de alguns dos mais distintos destinos através dos cinco sentidos.

Os eventos, de entrada livre, decorrem na Avenida Fontes Pereira de Melo, 27, a partir das 18h00. Os interessados devem efetuar a sua inscrição para o email [email protected] ou através das redes sociais da B travel Xperience Lisboa.

 

 

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Emirados Árabes Unidos recuperam turismo e receitas já ultrapassam os 5MM€

Apesar da forte procura turística no primeiro semestre, os Emirados Árabes Unidos esperam uma “recuperação ainda mais forte do turismo na época do inverno”, quando as temperaturas no país são mais amenas.

Os Emirados Árabes Unidos estão a registar um forte recuperação turística depois da COVID-19 e, no primeiro semestre do ano, as receitas provenientes do setor do turismo somam já mais de cinco mil milhões de euros, avança a Lusa, que cita o vice-presidente do país, Mohamed bin Rashed.

“A receita do nosso setor do turismo é superior a 19.000 milhões de dirhams [cerca de 5.000 milhões de euros] no primeiro semestre deste ano”, afirmou o governante dos Emirados Árabes Unidos, após uma reunião do Conselho de Ministros.

De acordo com o responsável, os Emirados Árabes Unidos “foram os mais rápidos a superar os efeitos da pandemia”, nomeadamente no que ao setor do turismo diz respeito, ainda que se esperem notícias ainda mais positivas durante o próximo semestre, que nos Emirados Árabes Unidos corresponde ao principal período de procura turística, uma vez que as temperaturas são mais anemas.

Mohamed bin Rashed antecipa mesmo que nos Emirados Árabes Unidos haja uma “recuperação ainda mais forte do turismo na época do inverno”, uma vez que, neste período, as temperaturas rondam os 25 graus, abaixo dos 45 graus que se chegam a registar no verão.

O vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos revelou ainda que, no primeiro semestre do ano, o comércio externo representou 271.100 milhões de euros, acima dos 227.700 milhões de euros registados antes da pandemia da COVID-19.

“Os nossos indicadores são hoje mais fortes do que antes da pandemia. O crescimento económico é mais rápido e os setores do turismo, comércio e desenvolvimento estão maiores do que antes da covid-19”, acrescentou.

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RM Hub contrata Cluster Revenue Manager e Revenue Manager

A RM Hub contratou Frederico Fernandes para Cluster Revenue Manager e Diana Campos para Revenue Manager da empresa de formação e consultoria para a hotelaria.

A RM Hub anunciou a contratação de um Cluster Revenue Manager e de um Revenue Manager, cargos que passam a ser assumidos por Frederico Fernandes e Diana Campos, respetivamente, cuja contratação se deve “ao aumento de clientes nacionais e internacionais”, adianta a empresa de formação e consultoria para a hotelaria.

De acordo com a RM Hub, Frederico Fernandes, que assume o cargo de Cluster Revenue Manager, é licenciado em Gestão Turística pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo, onde fez também uma pós-graduação em Gestão Hoteleira.

O responsável conta com sete anos de experiência profissional em Revenue Management no Grupo Teixeira Duarte Hotelaria, onde começou por ser coordenador de reservas, tendo posteriormente chegado a Revenue Manager.

Já Diana Campos, que assume o cargo de Revenue Manager, tem 10 anos de experiência em Hotelaria, sendo que grande parte do seu percurso profissional foi feita no Santana Hotel & Spa, onde foi directora-geral, com responsabilidades também ao nível da direção comercial, financeira, Revenue Management e operacional.

Diana Campos é licenciada em Gestão pela Faculdade de Economia do Porto e conta com um mestrado em Economia e Administração de Empresas pela mesma instituição de ensino superior, além de um mestrado em Gestão pelo ISCTE Business School e de uma pós-graduação em Direção Hoteleira, pela Universidade Lusófona de Lisboa.

“Estes dois novos profissionais são imprescindíveis para mantermos o nível de qualidade de serviço prestado aos nossos clientes”, afirma Rudi Azevedo, CEO da RM Hub, explicando que a empresa tem uma carteira de 60 unidades hoteleiras na Europa e está a conhecer um forte crescimento.

Para o responsável, o sucesso da empresa “depende dos profissionais que integram os quadros da RM Hub” e cuja missão passa por implementar estratégias e processo de Revenue Management, com o objetivo de “otimizar e maximizar receitas”.

A RM Hub está no mercado hoteleiro desde 2018 e surgiu com o objetivo de garantir aos seus clientes melhores resultados através da implementação de procedimentos que permitem adotar boas práticas.

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Sevilha promove-se em Lisboa

A oferta turística de Sevilha estará presente na capital portuguesa no próximo dia 21 de setembro, numa ação de promoção que terá lugar no Museu Medeiros de Almeida.

Todas as novidades da oferta turística deste ano da região de Sevilha serão apresentadas no próximo dia 21 a partir das 19h30, durante um workshop, seguido de um jantar cocktail com a participação do trade turístico português.

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Sustentabilidade na mira da política das viagens corporativas na EMEA

Um estudo da SAP Concur revela que, embora 99% das empresas da zona da EMEA pretendam contemplar a sustentabilidade na sua política de viagens corporativas, apenas 36% dispõe, internamente, de um departamento que se dedique a encontrar soluções para tornar as deslocações mais amigas do ambiente.

Realizado na zona da EMEA, entre fevereiro e março de 2022 junto de 700 decisores de 12 países, o inquérito conclui que as viagens de negócios voltaram a estar nas agendas das empresas, para registos pré-pandemia, com 83% das organizações a recuperar, nas viagens domésticas, e 63% nas viagens internacionais.

Outro dado relevante é o facto da sustentabilidade, nos programas de viagens corporativas, ser uma prioridade para os decisores, uma vez que apenas 1% dos entrevistados não tem intenção de considerar o tema.

Contudo, e à medida que as organizações procuram alinhar-se com os objetivos da ONU 2030, a maioria assume ter dificuldades para se tornar “mais verde” – apenas 36% têm uma função dedicada, como seja um diretor de sustentabilidade ou similar, e só 10% dispõe de uma equipa dedicada a esta temática, no seio da organização.

No entanto, segundo o estudo da marca mundial de soluções integradas de gestão de viagens e despesas corporativas, os decisores estão cientes de que este tópico deve ser uma prioridade – 69% acredita que a sua política de viagens tem de ser melhorada, mas sabem que enfrentam desafios para a sua concretização. Mais de um terço (37%) refere a falta de orçamento como barreira para o desenvolvimento de um colaborador com uma postura mais sustentável no que às suas viagens de negócio diz respeito.

A análise deixa algumas recomendações. Uma vez que 44% dos entrevistados estão conscientes que devem apostar na mudança das suas políticas de sustentabilidade, mas não sabem como o executar, “há sem dúvida uma clara necessidade de ferramentas tecnológicas que facilitem a medição e a implementação de programas de viagens corporativas mais sustentáveis”. Enquanto, 46% já possui ferramentas de software para oferecer apoio nas viagens corporativas, 86% ainda não as considera, referem as respostas.

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easyJet abre nova rota para Paris Beauvais em novembro

Com a abertura desta rota, que começa a ser operada em novembro, com três voos por semana, a easyJet passa a voar para os três aeroportos que servem a capital francesa, concretamente Paris Beauvais, Paris-Charles de Gaulle e Paris Orly.

A easyJet abriu esta segunda-feira, 12 de setembro, as vendas para a rota Lisboa-Paris Beauvais, que a companhia aérea low cost vai começar a operar em novembro, com três ligações por semana.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea explica que, com a abertura desta rota, passa a voar para os três aeroportos que servem a capital francesa, concretamente Paris Beauvais, Paris-Charles de Gaulle e Paris Orly.

“O trajeto será garantido através de três frequências semanais: às terças, quintas e sábados; em adição às rotas para Paris-Charles de Gaulle e Paris Orly, o que significa que a companhia aérea estará a voar para os três aeroportos da cidade”, refere a easyJet em comunicado, explicando que, com este reforço, vai disponibilizar 118.890 lugares este inverno para Paris, o que representa um aumento de 50% em relação ao inverno passado.

Os bilhetes para a nova rota da easyJet para Paris Beauvais já se encontram à venda e apresentam preços desde 23,99 euros por pessoa.

“Alargar a nossa operação para Paris Beauvais, a partir de novembro, significa estarmos presentes nos três aeroportos de Paris. Estamos bastante contentes por reforçar a nossa posição enquanto companhia aérea número #1 a voar de Portugal para França e por oferecer cada vez mais ligações aos nossos clientes”, congratula-se José Lopes, Country Manager da easyJet para Portugal.

Além da nova rota para Paris Beauvais, a easyJet vai também reforçar a operação entre Lisboa e Barcelona, que atualmente conta com cinco ligações aéreas por semana, passando a disponibilizar um voo diário entre a capital portuguesa e a capital catalã.

Com este aumento de voos para Barcelona, acrescenta a informação divulgada pela companhia aérea, a easyJet passa a disponibilizar 19.740 lugares adicionais para o inverno de 2022, o que corresponde a uma capacidade total de 69.000 lugares para o destino espanhol.

“Também estamos muito contentes por aumentar a nossa rota de Lisboa para Barcelona de cinco para sete frequências semanais, o que responde aos nossos níveis cada vez maiores de procura para o destino e proporciona uma maior flexibilidade de horários para todos aqueles que voam connosco”, sublinha ainda José Lopes.

A easyJet atribui este aumento de operação aos 18 novos slots diários no aeroporto de Lisboa, que eram da TAP e que foram atribuídos à companhia aérea low cost pela Comissão Europeia.

Devido aos novos slots, a easyJet anunciou já que vai basear mais três aviões A321neo na capital portuguesa, o que permite o lançamento de “novas rotas e o reforço da capacidade para outros destinos”.

“Assim, a easyJet torna-se a companhia aérea #2 no aeroporto de Lisboa, com uma rede de 33 rotas – 31 internacionais e duas domésticas -, a tocar em 10 países”, conclui a companhia aérea low cost.

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SkyExpert contesta possível privatização da TAP

Uma possível privatização da TAP pelo Governo é alvo de análise – ponto por ponto – por parte da SkyExpert.

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De acordo com o Expresso, têm decorrido nos últimos meses conversas entre o Governo, os assessores financeiros e as companhias aéreas candidatas favoritas à compra da TAP: Lufthansa e o grupo Air France-KLM.

A SkyExpert vem questionar esta possibilidade ponto por ponto. Assim, esclarece a empresa de consultoria especializada em transporte aéreo, aeroportos e turismo, que, no que toca à concentração das companhias aéreas no espaço europeu, esta “está sujeita à aprovação da Comissão Europeia que tem, sobre este assunto, uma visão muito restrita e que já conduziu à desistência de várias possíveis operações de concentração dentro do espaço da UE (Ryanair/Aer Lingus, easyJet/Wizzair, Iberia/AirEuropa) e fora (Air Canada/Air Transat)”. A SkyExpert salienta que estes processos de avaliação são “longos e não se coadunam com o calendário de conclusão avançado para os primeiros meses de 2023. Mesmo em caso de aprovação, implicam cedências sobre posições dominantes e essas cedências podem levar ao desinteresse pelo potencial comprador”. E frisa que “nada indica que a crise pandémica tenha alterado a visão da atual Comissão”.

Já no que toca ao Executivo, a empresa liderada por Pedro Castro, salienta que “este Governo em particular e o nosso ordenamento jurídico no geral, permitiu a reversão de uma privatização semelhante há seis anos atrás”, destacando que isto cria “uma enorme insegurança do lado do investidor”.

“Ainda que se venda a maioria do capital ao privado, o Estado permanecerá acionista e poderá, a qualquer momento, voltar a querer ter a maioria se o privado não cumprir a agenda que o Estado considerar relevante naquele momento. Esta vulnerabilidade acionista e eleitoral poderá afugentar os investidores”, diz a empresa em comunicado.

Relativamente à “cegueira da preocupação espanhola”, a SkyExpert refere que “esta preocupação histórica impede questionar o significado de termos as nossas pontes, aeroportos e companhia aérea entregues aos franceses”. Além disso, refere o comunicado, “ igualmente importante calcular quanto custará à TAP uma batalha com a Iberia pelos mesmos mercados e analisar o papel mais vasto da TAP no grupo IAG, onde, por exemplo, British Airways e Aer Lingus, duas companhias Europeias rivais no eixo Europa-Estados Unidos, cooperam lado a lado. Ou entre uma Vueling, Level, Iberia no caso do mercado intra-europeu e nalgumas ligações de longo-curso para as Américas”.

Finalmente, no que diz respeito à Lufthansa, tendo vivido na primeira pessoa a privatização da SWISS quando trabalhava numa empresa desse grupo na Suiça, Pedro Castro, diretor da SkyExpert, testemunhou o mesmo tipo de argumentos sobre a aquisição da empresa pela Lufthansa do que os avançados para opção da Iberia-TAP. “Com dois hubs muito próximos de Zurique, o de Frankfurt e o de Munique com grande potencial de crescimento, previa-se o fim do “hub” da SWISS ao integrar a Lufthansa. A Lufthansa gere uma estratégia “multi-hub e multi-marcas” em que todas as suas subsidiárias cresceram e expandiram operações nos seus respetivos “hubs” de Bruxelas, Viena, Zurique e Düsseldorf”, lê-se.

Para Pedro Castro, trata-se, mais uma vez, “de uma notícia unilateral comunicada na versão do Governo. Após os resultados semestrais apresentados recentemente pela TAP e antevendo o incumprimento do plano de restruturação que prevê prejuízos de apenas 54 milhões para 2022, o Governo pretende realizar uma venda política, ou seja, uma venda não comercial, da companhia e essa venda será muito prejudicial para o país, desde logo porque nunca se venderá por 3,2 mil milhões de euros e porque se está a vender uma companhia com restrições determinadas pela Comissão até, pelo menos, 2025”.

E conclui: “se o Governo avançar para uma venda intempestiva da TAP, essa rapidez será bloqueada por Bruxelas. Será uma verdadeira esparregata política deste Governo que apenas beneficiará quem levar a TAP por uma pechincha”.

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Emirates melhora entretenimento a bordo dos A350

Os 350 milhões de dólares de investimento no novo sistema de entretenimento tem como objetivo melhorar a experiência do passageiro a bordo.

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A Emirates anunciou um investimento de 350 milhões de dólares num novo sistema de entretenimento a bordo para a frota A350, fazendo parte do programa “fly bettter” e que pretende continuar a melhorar a experiência do passageiro a bordo.

A escolha recaiu no novo sistema Thales AVANT UP, cuja entrega e implementação deverá acontecer em 2024.

O investimento de 350 milhões de dólares servirá para equipar a frota de 50 A350 com esta nova geração de solução de entretenimento que, segundo a companhia, “oferece uma experiência cinemática memorável e personalizada”.

O novo sistema incorpora displays Optiq 4k QLED HDR displays, com tecnologia Samsung QLED para uma maior imersão dos passageiros. Além disso, disponibiliza uma oferta de mais de 5.000 canais de conteúdos multi-língua, incluindo Live TV, os mais recentes filmes, música e o primeiro canal de vendas a bordo (EmiratesRED).

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Número de voos comerciais na UE aumenta 25% em agosto face a 2021

Com os voos a aumentar no espaço da UE em agosto de 2022, face ao mesmo mês de 2021, Portugal registou mais 1.000 voos relativamente a igual período do ano passado. Comparado com 2019, tanto UE como Portugal ainda estão negativos (-14% e -2%, respetivamente).

Victor Jorge

Segundo dados recentes do Eurostat, o número de voos no espaço da União Europeia (UE) registou um incremento de 25% face ao mesmo mês de 2021, indicando a entidade estatística europeia que, relativamente a 2019, a diferença está a atenuar-se, referindo um decréscimo de 14%.

Este aumento de 25% faz com que o número absoluto de voos comerciais atingisse os 596.930, em agosto de 2022, comparando com os 478.996 de agosto de 2021 e com os 695.912 do mesmo mês de 2019.

Os dados mostram que somente dois Estados-Membros registaram aumentos, quando comparado agosto de 2019 com o mesmo mês de 2019: Grécia (+5%) e Luxemburgo (+2%).

Já Portugal registou, em agosto deste ano, 39.585 voos comerciais, um ligeiro decréscimo face aos 39.631 do mês de julho anterior, mas um aumento relativamente ao mês de agosto de 2020 em que foram operados 29.508 voos. Já quando comparado com o oitavo mês de 2019, o Eurostat indica uma diferença de 896 a menos (40.481 voos), ou seja, menos 2%.

Nos restantes Estados-Membros, a maiores descidas (comparando agosto de 2022 e agosto de 2019) foram registadas pela Eslovénia (-42%), Letónia (-39%) e Finlândia (-31%).

No que diz respeito aos aeroportos, o Eurostat indica crescimentos de 25,4% para a Madeira, numa comparação dos meses de agosto de 2022 com 2019, enquanto o de Ponta Delgada aumento o número de voos comerciais em 14,8%. Já Lisboa, Faro e Porto, registam decréscimos de 6,5%, 8,2% e 2,6%, respetivamente.

Sobre o autorVictor Jorge

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Turkey, Istanbul – Blue Mosque

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Turquia e Grécia lideraram recuperação turística no verão

Segundo o mais recente estudo da ForwardKeys, além da Turquia e Grécia, Portugal foi um dos países que apresentaram melhor desempenho, ficando apenas 10% abaixo dos resultados de 2019.

Inês de Matos

A Turquia e a Grécia lideraram a recuperação turística neste verão e apresentaram crescimentos de 9% e 2%, respetivamente, face ao verão de 2019 nas chegadas internacionais de turistas, de acordo com a mais recente pesquisa da ForwardKeys, que revelou os dados de julho e agosto.

De acordo com o estudo, tal como a Turquia e a Grécia, houve mais três países na Europa que se aproximaram bastante dos resultados de 2019, concretamente a Eslovénia, que ficou apenas 7% abaixo do resultado do período pré-pandemia, a Islândia, cujo resultado terá ficado a 8% de igual período de 2019, e Portugal, que ficou a 10% dos resultados de há três anos.

Mas, além dos resultados, o estudo da ForwardKeys indica também que os destinos europeus poderiam ter registado resultados ainda mais positivos se não se tivesse registado o caos no aeroportos que se prolongou por quase todo o verão.

Sem a interrupção que afetou muitos aeroportos europeus, a ForwardKeys estima que a recuperação nas reservas de voos intra-europeus teria sido cinco pontos percentuais acima da registada.

Por destinos, Istambul, na Turquia, liderou em termos de desempenho, registando um aumento de 2% nas chegadas internacionais, seguindo-se Atenas, na Grécia, que ficou 7% abaixo de igual período de 2019, bem como a capital islandesa de Reiquiavique e a cidade portuguesa do Porto, ambas com queda de 8%, e Málaga, cuja descida face a 2019 foi de 13%.

A ForwardKeys explica o positivo desempenho da Turquia com o declínio contínuo no valor da lira turca e a abertura do país ao mercado russo, que continuou a ser bem-vindo na Turquia numa altura em que os voos com origem na Rússia foram proibidos em quase toda a Europa, devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Apesar disso, a Grécia também registou um desempenho muito positivo, até porque, durante a pandemia da COVID-19, este foi um dos poucos países europeus que adotaram requisitos mais ligeiros.

Já o principal mercado de emissão de turistas foi o Reino Unido, numa tendência que se mantém para os próximos meses, com a ForwardKeys a explica que a procura de voos continua em alta para os três próximos meses, estando apenas 2% abaixo do período pré-pandemia.

“A recuperação da pandemia continuou apesar do caos nas viagens e das reduções de capacidade causadas pela escassez de funcionários. Neste momento, as reservas antecipadas para viagens de lazer mostram uma recuperação contínua nas viagens aéreas”, afirma Olivier Ponti, vice-presidente de insights da ForwardKeys.

O responsável mostra-se, contudo, cauteloso quanto ao futuro devido à guerra na Ucrânia, que está a afetar os preços da energia e as economias europeias, o que, provavelmente, vai ter reflexo na confiança dos consumidores e na procura corporativa.

“Dito isso, atualmente há uma concentração de reservas de voos durante os picos do outono e no Natal, o que pode levar a mais interrupções nos voos se as recentes dificuldades de recrutamento experimentadas pela indústria da aviação persistirem”, alerta ainda Olivier Ponti.

 

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