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AHETA: “Páscoa foi pior do que no ano passado”

A Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve está preocupada com a queda do mercado espanhol e com o “problema terrível” das portagens.

Tiago da Cunha Esteves
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AHETA: “Páscoa foi pior do que no ano passado”

A Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve está preocupada com a queda do mercado espanhol e com o “problema terrível” das portagens.

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O mercado espanhol no Algarve já caiu este ano entre 30% a 35%, de acordo com a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), que atribui essa queda, entre outros factores, às portagens que passaram a ser cobradas na Via do Infante. Depois das imagens divulgadas das filas para pagamento na fronteira com Espanha, a associação não tem dúvidas: "A situação vai voltar a repetir-se no Verão e vai ser um desastre", disse, ao Publituris, o presidente, Elidérico Viegas.

"Relativamente a este período da Páscoa, ainda não temos dados, só no final do mês, mas sabemos que foi pior do que no ano passado", afirmou o responsável, atribuindo esse facto às descidas do mercado interno e espanhol.

Referindo-se à questão das portagens na Via do Infante, Elidérico Viegas lamentou "o triste espectáculo" testemunhado no fim-de-semana, "um problema terrível cujos responsáveis ainda não tiveram humildade suficiente para reconhecer".

Por tudo isto, a AHETA já fez saber a sua solução: suspender de imediato a cobrança aos veículos com matrícula estrangeira, uma medida que vai defender oficialmente junto do Governo.

Recentemente, fonte oficial da Secretaria de Estado do Turismo disse à agência Lusa que o Governo estava a estudar formas alternativas de pagamento nas antigas SCUT. O Publituris tentou saber junto dessa mesma entidade em que situação está esse assunto e se haverá soluções antes do Verão, mas não foi possível obter um 'feedback' até ao fecho da edição online.

APHORT e AIHSA protestam

Inconformadas com esta situação, também a APHORT - Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo e a AIHSA - Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve lançaram um novo apelo ao Governo para a "resolução urgente" desta questão.

Assim, numa carta enviada ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, as duas associações acusaram o actual sistema de pagamento electrónico de portagens de estar a “assassinar silenciosamente” o turismo, temendo pelas graves consequências que esta imagem negativa do país está a criar.

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easyJet abre primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick

Primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Londres-Gatwick abre esta quinta-feira, 21 de outubro, e fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária.

A easyJet inaugura esta quinta-feira, 21 de outubro, o seu primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick, espaço que fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária e que se afirma como "um espaço ideal para o trabalhar, relaxar ou entreter".

"Os passageiros terão acesso a espaços confortáveis para comer, beber, trabalhar ou até mesmo brincar antes do seu voo", refere a easyJet em comunicado, explicando que o novo lounge tem disponíveis pacotes de acesso de uma, duas e três horas, cujos preços começam nos 18,50 euros.

Neste lounge, que a easyJet abre em colaboração com o No1 Lounges, os passageiros têm acesso a uma "grande oferta de menus complementares quentes e frios com uma seleção de pratos atraentes, preparados na hora e servidos às suas mesas", além de uma gama de pratos self-service,  bebidas quentes e frias.

O lounge da easyJet em Gatwick, aeroporto onde a easyJet é a maior companhia aérea a operar, conta também com pratos inspirados no destino, que mudam a cada trimestre, assim como com uma carta de cocktails servidos na própria sala de espera.

O primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Gatwick disponibiliza também Wi-Fi gratuito e áreas para trabalhar com pontos de recarga convenientes, assim como "uma escolha de lugares para jantar e um local para relaxar com bebidas refrescantes" e "áreas onde as famílias podem desfrutar e divertir-se, nomeadamente na sala de televisão e na sala de jogos".

"Este lançamento é oportuno, uma vez que estamos a verificar uma recuperação no Reino Unido, não só para viagens de lazer onde os destinos solares de Inverno se estão a revelar cada vez mais populares, como também para os viagens de negócios, que estão a regressar em maior número comparando com o período antes da pandemia", justifica Rachael Smith, Diretor de Propostas Comerciais e Inovação para a easyJet.

A easyJet refere ainda que "todos os passageiros que viajam através do Terminal Norte do Aeroporto de Londres Gatwick podem utilizar o lounge, reservando-o, independentemente da companhia aérea ou da classe do bilhete em que viajam", sendo também possível aceder ao espaço mesmo sem possuir reserva, bastando apresentar o cartão de embarque easyJet à entrada da sala de espera.

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Agosto faz disparar receitas turísticas mas ainda longe dos valores de 2019

Segundo o Banco de Portugal (BdP), em agosto, as receitas turísticas dispararam e cresceram 48,3%, somando 2.014,00 milhões de euros, mas ainda ficam 32,5% abaixo de igual mês de 2019.

As receitas turísticas dispararam em agosto e cresceram 48,3%, somando 2.014,00 milhões de euros, valor que, no entanto, continua 32,5% abaixo dos 2.982,98 milhões de euros apurados em igual mês de 2019, quando a pandemia ainda não se fazia sentir, de acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 20 de outubro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que, em agosto, as receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, subiram 74,8% face ao valor apurado no mês anterior, quando este indicador se tinha ficado pelos 1.152,38 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 861,62 milhões de euros.

"O crescimento das exportações de viagens e turismo (48,3%) foi o que mais contribuiu para o aumento do excedente da balança de serviços", indica o BdP, no comunicado divulgado com os números de agosto.

Tal como as exportações, também as importações turísticas, que resultam dos gastos dos portugueses no estrangeiro, aumentaram em agosto e cresceram 46,7%, passando de um total de 338,65 milhões de euros no oitavo mês do ano passado para 496,66 milhões de euros em agosto de 2021.

Face a agosto de 2019, continua, no entanto, a existir uma quebra nas importações do turismo e que chega aos 17,3%, uma vez que, no oitavo mês do último ano antes da pandemia, as exportações somavam 600,98 milhões de euros, o que indica uma descida de 104,32 milhões de euros.

A subir esteve também o saldo da rúbrica Viagens e Turismo, que chegou aos 1.517,33 milhões de euros, num aumento de 48,8% face aos 1.019,78 milhões de euros apurados em agosto de 2020. Ainda assim, em comparação com agosto de 2019, também o saldo desta rubrica continua a apresentar uma descida, que chegou aos 36,3%, uma vez que, nessa altura, o montante do saldo era de 2.382,00 milhões de euros.

O BdP diz ainda que "as receitas de turistas provenientes de França, Espanha e Reino Unido, os três principais países de origem das receitas de turistas não residentes, apesar de continuarem aquém dos níveis pré-pandemia (agosto de 2019), aumentaram em relação a julho de 2021 e a agosto de 2020".

No caso de França, as receitas turísticas somaram 615,27 milhões de euros, enquanto as receitas provenientes de turistas espanhóis alcançaram os 320,87 milhões de euros e o mercado do Reino Unido gerou receitas de 223,6  milhões de euros.

No acumulado do ano até agosto, as receitas turísticas somam 5.554,12 milhões de euros, valor que já ultrapassa o registado em igual período de 2020, quando este indicador ficou nos 5428,41 milhões de euros, o que traduz um aumento modesto de 2,3%.

No entanto, em comparação com o acumulado até agosto de 2019, a descida continua a ser bastante expressiva e traduz uma quebra de 56,1%, já que, nessa altura, o valor acumulado das receitas turísticas chegava aos 12,662,77 milhões de euros.

 

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Venezuela restringe voos internacionais por tempo indeterminado

Autoridades venezuelanas justificam a decisão com a necessidade de “garantir a saúde dos cidadãos que residem na Venezuela, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia”.

As autoridades venezuelanas prolongaram, por tempo indeterminado, as restrições às operações aéreas internacionais em vigor no país e justificam a decisão com a necessidade de "garantir a saúde dos cidadãos que residem na Venezuela, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia gerada pela COVID-19".

Segundo a Lusa, a informação foi divulgada através de um comunicado do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) venezuelano, no qual se informa "o público em geral, exploradores aéreos e agentes de viagem que continuam as restrições às operações aéreas da aviação comercial, aviação geral e privada" de e para o país.

Apenas estão autorizadas, de "forma excecional", "as operações aéreas comerciais para o transporte de passageiros, carga e correio" entre a Venezuela e a Turquia, o México, o Panamá, a República Dominicana, a Bolívia e a Rússia.

As autoridades da aviação civil venezuelanas não precisam, no entanto, por quanto tempo vão estas restrições ser mantidas, esperando-se, no entanto, que venham a vigorar por mais de 30 dias, o tempo normal para restrições às operações aéreas.

Recorde-se que as restrições às operações aéreas na Venezuela começaram a 12 de março de 2020, inicialmente apenas para voos provenientes da Europa e da Colômbia, tendo, depois, sido estendida também a nível global, com o propósito de travar a pandemia da COVID-19 no país.

Desde março de 2020 que a Venezuela está em confinamento preventivo e atualmente tem um sistema de sete dias de flexibilização, seguidos de sete dias de confinamento rigoroso. Internamente, a Venezuela permite a realização de voos comerciais durante os dias de quarentena flexibilizada.

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Cuba elimina quarentena obrigatória a 7 de novembro

Eliminação da quarentena é uma das medidas que antecedem a reabertura de Cuba ao turismo, prevista para 15 de novembro.

Os viajantes internacionais que cheguem a Cuba deixam de ter de realizar a quarentena obrigatória a partir de 7 de novembro, informou o ministro do Turismo, Juan Carlos García, que anunciou o fim da quarentena como uma das medidas que antecipam a reabertura total do turismo no país, prevista para 15 de novembro.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, tal como o fim da quarentena, também a apresentação de um teste PCR negativo para a COVID-19 deixa de ser exigida a 7 de novembro, passando a ser apenas necessário apresentar prova de vacinação, sendo aceite a imunização com qualquer uma das vacinas atualmente existentes contra a COVID-19.

Já os menores de 12 anos não precisam apresentar teste negativo nem prova de vacinação, mas as autoridades cubanas vão, no entanto, manter a vigilância epidemiológica, assim como o uso obrigatório de máscara.

No caso dos cubanos residentes, que estejam de regresso ao país, passa a existir a obrigação de se apresentarem num centro de saúde no prazo de 48 horas depois do regresso a Cuba, devendo ainda realizar um teste antígeno no sétimo dia depois da chegada ao país.

De acordo com Juan Carlos García, a reabertura "controlada" do turismo em Cuba só é possível devido à vacinação massiva dos cubanos, que, em novembro, deve chegar a 90% da população residente nesta ilha das Caraíbas.

O Hosteltur recorda que, desde abril de 2020, que Cuba suspendeu os voos comerciais e charter com o objetivo de travar a disseminação da COVID-19, e apenas reabriu os aeroportos em outubro do ano passado, ainda que com uma redução de voos provenientes dos EUA, México, Panamá, Bahamas, Haiti, República Dominicana e Colômbia.

 

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Navios cruzeiros voltam a Cabo Verde

19 meses depois, o porto do Mindelo, em Cabo Verde, voltou a receber um navio cruzeiro. Até ao final do ano estão previstas cerca de 68 escalas, diz a Enapor.

Os navios cruzeiros voltaram a Cabo Verde, com a chegada do "MS Europa 2", de 225 metros de comprimento, ao Porto Grande, o primeiro do género nos últimos 19 meses.

Trata-se de uma reabertura, desta feita para os navios de cruzeiro, além dos restantes segmentos turísticos, após a pandemia, mas também para os turistas que por mais de um ano adiaram a viagem.

Pela primeira vez no arquipélago e na estreia numa viagem de navio cruzeiro, os turistas dizem-se seguros face à situação da COVID-19, tendo em conta as precauções que têm tomado e à situação no país.

Para a Enapor, empresa estatal cabo-verdiana que gere os portos do país, a passada terça-feira, dia 19 de outubro, marca “um novo capítulo” no setor do turismo de cruzeiros em Cabo Verde, após cerca de 19 meses de paralisação total”, cita a agência Lusa.

De acordo com a empresa, com o levantamento das restrições anteriores, impostas para conter a transmissão da pandemia da COVID-19, os portos de Cabo Verde voltam a receber navios de cruzeiro com passageiros, “estando previstas cerca de 68 escalas até ao final do ano”.

Cerca de 48.500 turistas em viagens em 149 navios de cruzeiro visitaram Cabo Verde em 2019, o melhor registo de sempre e um aumento de 3% face ao ano de 2018, segundo dados avançados pela Enapor.

Devido à COVID-19, o turismo de navios de cruzeiro ficou paralisado desde o início da pandemia no arquipélago, em março de 2020, mas alguns países já retomaram, de forma gradual, a atividade.

“Pretende-se uma retoma progressiva e sustentada dos cruzeiros e neste sentido os Portos de Cabo Verde, em concertação com as entidades de saúde e demais parceiros, encontram-se preparados para a receção desses navios, estando definido os protocolos necessários ao cumprimento de todas as normas de higiene e segurança impostas pela situação epidemiológica atual”, destaca a Enapor, sobre a chegada do primeiro destes navios ao Mindelo.

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2022 vai ter Carnaval em Estarreja

Com o esperado regresso à normalidade, Estarreja terá Carnaval em 2022.

Câmara Municipal de Estarreja, Associação de Carnaval de Estarreja (ACE) e os 11 grupos desfilantes (7 grupos de folia e 4 escolas de samba) consideram estar reunidas as condições para o regresso do Carnaval de Estarreja no próximo ano.

Após um interregno em 2021, e tendo em conta a taxa nacional de vacinação e os indicadores atuais da pandemia de COVID-19, as partes envolvidas no evento consideram que “haverá condições para a realização dos grandes corsos carnavalescos e do desfile noturno das escolas de samba em 2022, mantendo-se o cariz competitivo dos desfiles”

A vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Estarreja, Isabel Simões Pinto, refere, em comunicado, que, “depois desta decisão unânime de voltarmos a ter os grandes corsos e o desfile noturno das escolas de samba, estamos empenhados na organização de um Carnaval de qualidade, que garanta não só um bom espetáculo, mas também as condições de segurança e de bem-estar para toda a comunidade, seja para desfilantes, seja para o público, onde manteremos todas as preocupações de um bom acolhimento”. A vereadora salienta ainda que “voltar a ter Carnaval de Estarreja é o sinal de retoma que todos precisamos”.

O presidente da ACE, Pedro Silva, sublinha que “um novo interregno poderia pôr em causa a existência de algumas associações, que mobilizam centenas de pessoas de todas as idades, e que têm um papel reconhecido no plano social. Depois da decisão tomada, o nosso principal papel é ajudar os grupos a fazerem um desfile com qualidade, apesar de todas as adversidades causadas pela pandemia.”

O evento será sempre sujeito a protocolos de segurança e a planos de contingência, a definir em articulação com as orientações das autoridades de saúde e com a evolução da pandemia.

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Retoma do turismo para níveis pré-pandemia, só em 2023, diz SET

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, admitiu que 2023 será um ano “muito importante”, acreditando que seja o ano em que se dará a recuperação do setor para níveis pré-pandemia.

A secretária de Estado do Turismo de Portugal, Rita Marques, afirmou, em Madrid, que o Governo espera que o setor aos valores que faturou em 2019, antes da pandemia da COVID-19, somente no ano 2023.

“Em minha opinião, 2023 será um ano muito importante, pois acredito que seja o ano em que recuperaremos integralmente da quebra de procura causada por esta pandemia”, disse Rita Marques numa mesa redonda em que participou com o seu homólogo espanhol, Fernando Valdés, para debater a colaboração transfronteiriça em termos de políticas de turismo.

Os dois governantes defenderam que os países ibéricos devem trabalhar em conjunto na atração dos turistas estrangeiros.

“Estamos numa posição privilegiada para mostrar que o mercado turístico ibérico pode ser trabalhado em conjunto”, afirmou Rita Marques, acrescentando que esse trabalho coordenado entre os dois países já era feito antes da pandemia.

A secretária de Estado portuguesa recordou que em 2017 foi definida "uma nova agenda” para o turismo nacional e que depois da pandemia essa estratégia “continua atual”.

O Governo português definiu há quatro anos que era necessário lutar contra a sazonalidade do setor, apostar no turismo em todo o território e diversificar o produto turístico, acrescentando-lhe valor.

Rita Marques considerou que a gastronomia ou os vinhos são ofertas “importantes que distinguem” o país, mas que também é necessário apostar em "novos eventos”, tendo dado exemplos os subsetores de eventos corporativos, desportivos e termais, cuja procura aumentou depois da pandemia.

“Temos vantagem em fazer propostas em conjunto com Espanha. Por exemplo, eventos que se realizam um ano num país e em seguida no outro”, afirmou a governante portuguesa.

Rita Marques afirmou que Portugal e Espanha têm “muitas coisas em comum e também complementares”, tendo acrescentado que um turista pode chegar por Lisboa e sair por Madrid, depois de visitar os dois países.

“Temos que saber aproveitar as sinergias que se podem gerar entre os nossos países para o fluxo de turistas na Península Ibérica”, disse.

A secretária de Estado incentivou a presidência espanhola do Conselho da União Europeia em 2023 a continuar o trabalho da presidência portuguesa do primeiro semestre do corrente ano.

Na presidência portuguesa foram dados passos para preparar uma “Agenda Europeia para o Turismo 2030/2050”, recordou Rita Marques, que agora espera que a estratégia esteja pronta a tempo de a Espanha, em 2023, a possa executar “com o apoio das instituições europeias e dos Estados-membros”.

 

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Roadshow ‘Os Especialistas’ regressa entre 21 e 25 de fevereiro

Organização do evento não adianta, por enquanto, mais informações sobre a próxima edição do roadshow, que vai decorrer entre 21 e 25 de fevereiro, em várias cidades nacionais.

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As empresas que integram 'Os Especialistas' vão voltar à estrada no início do próximo ano e anunciaram que o roadshow vai estar de volta entre 21 e 25 de fevereiro, passando por "várias cidades nacionais", segundo comunicado enviado à imprensa esta terça-feira, 19 de outubro, pela organização do evento.

"Porque a retoma da atividade e dos negócios está aí, estamos a organizar um regresso cheio de novidades que permitirá a partilha de informação essencial ao negócio e oportunidades ímpares para fazer o networking entre os agentes de viagens, operadores turísticos, companhias aéreas e outros parceiros essenciais", refere a organização do roadshow, na informação divulgada.

Por enquanto, ainda não são conhecidos mais pormenores sobre a próxima edição d'Os Especialistas, com a organização a adiantar apenas que já está a preparar "o programa de roadshow e eventos em várias cidades nacionais para o início de 2022".

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El Al mantém voos entre Lisboa e Telavive também no inverno

Companhia aérea israelita retomou a operação entre Lisboa e Telavive a 5 de julho, depois da paragem ditada pela COVID-19.

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A El Al vai manter no inverno a rota entre Lisboa e Telavive, em Israel, que tinha sido retomada a 5 de julho, depois da paragem motivada pela COVID-19, informou a ATR - Atividades Turísticas e Representações, que representa a companhia aérea israelita em Portugal.

De acordo com a informação divulgada, a rota conta com voos aos domingos e quartas-feiras até 27 de outubro e, a 1 de novembro, também está previsto um voo em cada sentido. A partir de 3 de novembro e até 23 de fevereiro de 2022, passa a existir apenas voos às quartas-feiras, enquanto no período entre 27 de fevereiro e 23 de março de 2022, há voos às quartas, quintas e domingos.

A partir de 27 de março e até 2 de junho, a El Al passa a contar com voos todos os dias, com exceção das sextas-feiras e sábados. Estes voos mantêm-se até 6 de junho, data em que passam a ser realizados às segundas, terças, quartas e quintas-feiras, até 1 de setembro de 2022.

Entre 4 e 22 de setembro, a companhia aérea israelita volta a contar com voos diários entre Lisboa e Telavive, com exceção das sextas-feiras e sábados, e realiza também voos nos dias 28 e 29 de setembro, enquanto de 2 a 6 de outubro as ligações são às segundas, quintas e domingos.

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Groundforce assina contrato com seis novas companhias aéreas e renova com mais uma dezena

Lot Polish (Polónia), JetPak BVBA (Bélgica), Tarom (Roménia), Air Seven (Dinamarca), Swiss (Suíça), e Ukraine International passam a fazer parte da carteira de clientes da Groundforce Portugal.

Victor Jorge

A Groundforce Portugal assinou novos contratos de assistência em escala (serviços prestados em terra a aeronaves, passageiros e carga) com seis novas companhias aéreas, tendo renovado contrato com mais 10 operadores.

A carteira de clientes da Groundforce aumenta, assim, com a chegada da Lot Polish (Polónia), JetPak BVBA (Bélgica), Tarom (Roménia), Air Seven (Dinamarca), Swiss (Suíça), e Ukraine International, tendo as últimas duas passado a voar também para o Funchal.

Para além destes novos contratos, o companhia de handling nacional renovou ainda os contratos que já detinha com as companhias SATA (nas vertentes International, International Carga e Ticketing), Azul Airlines, Binter Canarias, Privilege Style, Enter Air, Air Moldova, Grupo TUI, Delta Airlines, Air Moldova e Ural Airlines, continuando como parceiro destes clientes nos aeroportos nacionais.

Arafat Tayob, diretor Comercial da Groundforce Portugal, destaca o grau de exigência de todas estas companhias no que diz respeito a vários parâmetros, destacando a “segurança, qualidade do serviço e valor”, esperando estar, “em breve”, em níveis anteriores à pandemia.

De referir que as perspetivas de retoma do mercado denotam, segundo avança a Groundforce, em comunicado, “uma recuperação a ritmo acelerado em todos os aeroportos nacionais onde a companhia está presente”, adiantando mesmo que nos meses do verão de 2021, “o tráfego assistido atingiu 56,1% do número de movimentos de 2019, representando um crescimento de 200% face a 2020”.

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