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APECATE prepara novo jantar/debate

A primeira de quatro iniciativas pensadas para este ano “teve uma participação que excedeu as expectativas”.

Tiago da Cunha Esteves
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APECATE prepara novo jantar/debate

A primeira de quatro iniciativas pensadas para este ano “teve uma participação que excedeu as expectativas”.

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A APECATE (Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos) deverá organizar em Junho um novo jantar/debate. O primeiro, que aconteceu recentemente sob a temática “Caminhos para o Futuro – Competitividade, Internacionalização e Formação”, no Hotel AquaLuz, em Tróia, , obtendo uma avaliação muito positiva por parte dos seus associados”.

Um dos participantes foi o presidente do Turismo de Portugal, Frederico Costa, que destacou que, este ano, vender será a “palavra de ordem”, nomeadamente, no estrangeiro.

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Algarve cria passe turístico de transporte

Viajar dentro do Algarve agora é mais fácil com o passe turístico de transporte, que permite aceder a todas as linhas de autocarros “Vamus Algarve”

O novo passe turístico, para conhecer todo destino, sem limites, já está à venda nos 20 postos de turismo da Região de Turismo do Algarve (RTA).

Sem um número limite de viagens, o documento é válido por um período de três dias ou sete dias a partir da primeira validação nas linhas regulares “Vamus Algarve”, incluindo o serviço Aerobus, que liga o aeroporto de Faro ao centro da cidade e a Albufeira, Lagoa, Portimão e Lagos, e a nova linha EVA Cliffs Line, que transporta o viajante por alguns dos principais pontos turísticos do destino em modo hop on hop off.

O passe turístico de três dia tem um custo de 35 euros e o de sete dias pode ser adquirido por 45 euros.

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Transportes

Ryanair espera “ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”

Numa conferência de imprensa em Lisboa, Michael O’Leary, CEO da Ryanair, revelou que a companhia aérea está a lutar com a easyJet pelos slots libertados pela TAP, mostrando-se confiante será possível “ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”

A Ryanair espera ficar com todos os 18 slots abandonados pela TAP e que vão ser distribuídos até final de junho, com Michael O’Leary, CEO da companhia aérea, a revelar que, além da Ryanair, também a easyJet está na luta por estas faixas horárias no aeroporto de Lisboa.

“As licitações para os slots fecharam há cerca de três semanas. Ryanair e easyJet estão a lutar pelos slots”, adiantou o responsável esta quarta-feira, durante uma conferência de imprensa em Lisboa, onde se mostrou confiante de que a companhia aérea vai conseguir alcançar este objetivo.

De acordo com a Lusa, que cita as declarações do responsável, a Ryanair espera ter vantagem sobre a easyJet na atribuição dos slots e apresentou mesmo o argumento de que a easyJet “cobra tarifas muito mais altas do que a Ryanair” e reduziu os seus voos em Lisboa, Faro e Porto.

“Esperamos ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”, sublinhou o responsável, explicando que, com essas faixas horárias, a Ryanair poderá “colocar mais três aeronaves em Lisboa no inverno”.

Segundo Michael O’Leary, se ganhar os 18 slots que estavam a concurso no aeroporto de Lisboa, a Ryanair pode aumentar para 10 o número de aeronaves no aeroporto da capital no próximo inverno e sete no verão seguinte.

“Somos a única companhia aérea que demonstrou um compromisso com Portugal para utilizar todos os nossos aviões durante todo o ano”, vincou ainda o responsável da Ryanair na conferência de imprensa.

Michael O’Leary acredita, no entanto, que a TAP vai ser obrigada a abandonar mais slots no aeroporto de Lisboa quando a situação voltar ao normal e a procura por viagens aéreas regressar, garantindo que a Ryanair vai querer igualmente ficar com essas faixas horárias.

“A TAP vai perder mais ‘slots’ e nós vamos querer esses ‘slots’ e crescer mais aqui na Portela, além de Madeira, Porto e Faro”, acrescentou, reivindicando que a Ryanair já é a companhia aérea “número um” em Portugal, uma vez que estima transportar mais de 13 milhões de passageiros de e para Portugal em 2022, ultrapassando a TAP.

A Ryanair prevê também, para este ano, um regresso ao lucro, com o CEO da companhia aérea a mostrar-se “muito esperançoso” num crescimento ao nível dos resultados, ainda que não queira, por enquanto, avançar números concretos.

“Estamos muito esperançosos que neste ano tenhamos lucro, mas não sabemos quanto, ainda. Ainda há muita incerteza quanto à covid-19 e à Ucrânia”, referiu, apontando, contudo, uma para uma recuperação do lucro pré-pandemia – 1.002 milhões de euros no ano fiscal que terminou em março de 2020.

A Lusa recorda que o concurso para atribuição dos 18 slots que foram abandonados pela TAP na sequência da aprovação do plano de reestruturação da companhia aérea pela Comissão Europeia arrancou no final de fevereiro e a data final para apresentação de propostas terminou a 12 de maio, sendo esperada uma decisão para junho. Já o acordo de transferência das faixas horárias deverá ser assinado a 25 de julho e o arranque da operação está previsto para 30 de outubro.

 

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easyJet
Aviação

easyJet promete carbono zero até 2050

A easyJet acaba de anunciar a sua meta provisória de redução de carbono, uma melhoria de 35% da intensidade de emissões até ao ano 2035, com objetivo de chegar às emissões líquidas de carbono zero até: 2050.

Desde 2000, durante um período de 20 anos, a companhia aérea já reduziu num terço as suas emissões de carbono por passageiro, por quilómetro.

A via de redução de carbono está alinhada com a iniciativa “Science Based Targets” (SBTi), e a companhia aérea indica que será alcançada através de uma combinação de renovação da frota, melhorias e eficiências operacionais, modernização do espaço aéreo e utilização de combustível sustentável para a aviação.

Refira-se que a easyJet aderiu, em novembro passado, à campanha Race to Zero apoiada pela ONU.

A companhia aérea também está atualmente a finalizar o seu roteiro para as emissões líquidas zero de carbono até 2050. A partir de 2035, espera-se que a tecnologia de emissão zero de carbono desempenhe um papel fundamental e a easyJet está a trabalhar com parceiros de toda a indústria, incluindo a Airbus, Rolls-Royce, GKN Aerospace, Cranfield Aerospace Solutions e Wright Electric, em vários projetos dedicados a acelerar o desenvolvimento da tecnologia de aviões com emissão zero de carbono.

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Destinos

Revive Natureza abre mais 10 concursos para concessionar 12 estações ferroviárias

As candidaturas à concessão destas antigas estações ferroviárias, que vão ser alvo de requalificação com vista à sua utilização para fins turísticos, devem ser apresentadas até 21 de setembro de 2022.

O Fundo Revive Natureza, através TF Turismo Fundos – SGOIC, SA, lançou esta terça-feira, 24 de maio, 10 novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, que contemplam 12 antigas estações ferroviárias.

De acordo com o comunicado enviado à imprensa pelo Ministério da Economia e Mar, as candidaturas à concessão destas antigas estações ferroviárias, que vão ser alvo de requalificação com vista à sua utilização para fins turísticos, devem ser apresentadas até 21 de setembro de 2022.

“Estas 12 antigas estações ferroviárias serão objeto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território”, lê-se na informação divulgada.

Os 10 novos concurso abrangem as antigas estações ferroviárias de Freixo de Espada à Cinta, Bruçó, Vilar do Rei, Mogadouro, Variz, Urrós, Moncorvo, Carvalhal, Felgar e Fonte do Prado, todas no distrito de Bragança, assim como a estação de Ganfei e de Senhora da Cabeça, no distrito de Viana do Castelo.

“Com estes 10 novos concursos, hoje apresentados em Valença, a Turismo Fundos já lançou, no âmbito do Fundo Revive Natureza, um total de 55 concursos, dos quais 39 respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e 16 relativos a estações de caminho de ferro desativadas, revelando, assim, que este Fundo tem promovido a sua atividade de forma consistente, em resultado do interesse manifestado pelos privados”, refere Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, citada no comunicado.

De acordo com a governante, através do Revive Natureza, será possível recuperar “estas estações, que se encontram devolutas e inativas há décadas” e que vão, posteriormente, ser “promovidas de forma integrada na rede Revive Natureza para serviços de alojamento, restauração, equipamentos e atividades de animação e lazer, com características inovadoras e sustentáveis”.

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Meeting Industry

International Boat Show de regresso a Vilamoura

A 25.ª edição do International Boat Show realiza-se de 11 a 19 de junho, na Marina de Vilamoura.

O International Boat Show está de volta à Marina de Vilamoura, de 11 a 19 de junho. A 25.ª edição, co-organizada pela Marina de Vilamoura e FIL – Feira Internacional de Lisboa, reunirá todas as tipologias de embarcações – novas e seminovas (brokerage) -, bem como marcas de acessórios, equipamentos e serviços integrados, a mostra, em terra e no mar, permitindo ao público contactar na primeira pessoa com mais de 50 marcas da indústria náutica.

“O Boat Show é um polo de atração no verão do Algarve. Não apenas pela dinamização que opera na economia regional e no setor da náutica, mas também pelo estilo de vida que reflete. É um evento de uma enorme generosidade, que partilha este universo de glamour e oferece uma receção personalizada a qualquer entusiasta da náutica. É também uma oportunidade imperdível de desfrutar de Vilamoura numa altura única, em que a Marina ganha uma nova vida e toda a atmosfera envolvente adquire uma energia incomparável”, refere Paulo Jorge, da organização do Marina de Vilamoura International Boat Show.

De referir que a náutica de recreio tem vindo a assumir, em Portugal, uma importância económica cada vez maior. Em articulação com o setor do turismo, e tirando proveito da extensão da costa nacional, esta indústria tem afirmado as suas inúmeras potencialidades no contexto da economia do mar – e desempenhado um importante papel na afirmação da cultura marítima nacional.

De acordo com a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, o turismo náutico representa 1,2% da indústria turística portuguesa. Mas a valia económica da náutica de recreio não se cinge ao turismo, tendo um lugar relevante também no suporte da indústria da construção, reparação e manutenção de embarcações, bem como do design e investigação associados aos produtos náuticos.

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Análise

Confederação do Turismo rejeita Agenda para o Trabalho Digno

A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) reiterou a não validação do documento na globalidade, afirmando tratar-se de “um conjunto de alterações retrógradas e pouco equilibradas à legislação laboral decorrentes de um processo ideológico discutido no âmbito de acordos políticos fora do espectro do diálogo social”.

A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) participou na reunião de concertação social sobre a Agenda para o Trabalho Digno, depois de ter comunicado ao Governo que rejeita o documento na globalidade, por não resultar do diálogo social.

“A CTP rejeita no seu todo a Agenda para o Trabalho Digno”, afirmou a confederação num documento que enviou ao Governo nos últimos dias, em resposta ao repto lançado aos parceiros sociais na reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) do passado dia 11.

A CTP reiterou que “não pode validar um conjunto de alterações retrógradas e pouco equilibradas à legislação laboral decorrentes de um processo ideológico discutido no âmbito de acordos políticos fora do espectro do diálogo social”.

Segundo a confederação patronal, a Agenda do Trabalho Digno é um documento do Governo acordado com os anteriores parceiros de coligação política, PCP e BE, que foi discutido fora do espaço da Concertação Social, o que lamentou.

A CTP “regista a pouca disponibilidade do Governo para voltar a colocar este processo na CPCS” e considerou que “este processo não permite, sequer, a apresentação e discussão de novos temas a poderem ser considerados em termos de alterações justificadas à legislação laboral”.

A confederação lembrou no documento que o Governo avançou em outubro com a Proposta de lei que procede à alteração da legislação laboral no âmbito da agenda do trabalho digno, que consta da Separata BTE, n.º 33, 29/10/2021.

A proposta de lei procede à alteração da legislação laboral em dez áreas, nomeadamente a do trabalho temporário, do combate ao falso trabalho independente e recurso injustificado a trabalho não permanente, plataformas digitais e algoritmos, contratação coletiva e conciliação entre trabalho, vida pessoal e familiar.

O combate ao trabalho não declarado, a proteção dos jovens trabalhadores-estudantes e estagiários, o reforço da Autoridade para as Condições do Trabalho, a contratação pública e apoios públicos e os cuidadores informais, são outras das matérias abrangidas.

A CTP lembrou ainda que a proposta de lei contempla ainda novas medidas não comunicadas pelo Governo aos parceiros sociais em sede de CPCS, como o alargamento da compensação para 24 dias por ano em cessação de contrato a termo ou termo incerto e a reposição dos valores de pagamento de horas extraordinárias em vigor até 2012 a partir das 120 horas anuais.

As outras medidas determinam que “nos contratos públicos superiores a 12 meses, os contratos de trabalho devem ser permanentes e em contratos com menos de 12 meses, os contratos de trabalho devem ter pelo menos a duração do contrato” e o alargamento do princípio do tratamento mais favorável às situações de teletrabalho e trabalho através de plataformas.

Segundo a CTP, a Agenda para o Trabalho Digno não vai ter alterações de substância e “o documento apresentado na CPCS do passado dia 11 de maio nada a altera”.

“O documento apresentado mais não é do que um mero formalismo para trazer ao conhecimento dos parceiros sociais as três medidas que na altura o Governo entendeu acrescentar à Agenda para o Trabalho Digno […]: aumento das compensações em caso de cessação de contrato a termo (certo e incerto); aumento do valor do pagamento do trabalho suplementar a partir das 120 horas anuais; reforço da arbitragem necessária nos processos de negociação coletiva”, afirmou no documento.

Para a confederação patronal o documento do Governo “não pretende encetar nenhum processo negocial sobre as três medidas em apreço, mas tão somente criar a ilusão de uma negociação em espírito de diálogo social”.

“A CTP não concorda nem com o processo nem com a substância da Agenda para o Trabalho Digno, porque não foi chamada a participar na elaboração e densificação da mesma. Num país que depende muito do turismo e que o projetará para novos níveis de crescimento […], o Governo vem limitar a eficiência laboral no turismo”, disse.

A CTP defendeu no seu documento que, “a bem do mercado de trabalho e da competitividade do mesmo”, nesta altura é possível “uma reforma legislativa moderada, ao estilo, por exemplo, das de 2003 e 2009”.

Segundo o Ministério do Trabalho, a Agenda para o Trabalho Digno voltou à Concertação Social para discussão de “matérias que não foram discutidas anteriormente” com os parceiros sociais.

O pacote de medidas aprovado em Conselho de Ministros, em 21 de outubro de 2021, na anterior legislatura, incluía a reposição do valor das horas extraordinárias e das indemnizações por despedimento, o que levou a protestos das confederações patronais e à suspensão da sua participação nas reuniões da Concertação Social.

Na altura, as quatro confederações patronais com assento na CPCS afirmaram que as medidas não tinham sido discutidas com os parceiros sociais e acusaram o Governo de associar a discussão da Agenda do Trabalho Digno à negociação política do Orçamento do Estado para 2022, que decorria com os partidos à esquerda do PS.

No dia seguinte, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que tinha apresentado um pedido de “desculpas” às confederações patronais, pelo facto de o Governo ter aprovado duas medidas na área do trabalho sem as ter apresentado em Concertação Social.

Em causa estava o alargamento da compensação para 24 dias por ano em cessação de contrato a termo ou termo incerto e a reposição parcial dos valores de pagamento de horas extraordinárias em vigor até 2012 a partir das 120 horas anuais, sendo a primeira hora extra em dias úteis paga com acréscimo de 50%, a segunda hora com 75% e em dias de descanso e feriados 100%.

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Casos práticos de sustentabilidade no Algarve em discussão

A Universidade do Algarve e a associação Make it Better promovem um seminário sobre “Turismo Sustentável em Portugal: Casos práticos das políticas à ação”, que terá lugar no próximo dia 01 de junho, com início às 9h30, no Hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa.

O evento tem como objetivo apresentar e debater os resultados dos projetos desenvolvidos nos casos piloto de Cuba, Culatra e Lagos.

De forma a contribuir para um turismo sustentável e inclusivo nos locais que integram o projeto, este seminário pretende explorar novas estratégias para um marketing verde, promoção de novos produtos turísticos sustentáveis, e envolvimento dos principais stakeholders nacionais e regionais. De seguida, será promovida uma discussão sobre o tema numa mesa-redonda com instituições regionais e nacionais.

 

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Candidaturas abertas para os Hospitality Education Awards 2022

As candidaturas para os Hospitality Education Awards (HEA) 2022, os Prémios da Formação Turística. estão abertas até 30 junho.

Os HEA pretendem reconhecer os melhores na educação e formação na área de “Hospitality” e têm como objetivo contribuir para a dignificação dos profissionais e respetivas profissões e, também, estimular a qualidade formativa dando resposta às necessidades de mercado, revela o site oficial do Turismo de Portugal.

Trata-se de uma iniciativa da Associação Fórum Turismo que, juntamente com o Turismo de Portugal, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial de Turismo (OMT), distingue anualmente estes profissionais.

Estão a concurso para estes prémios, oito categorias: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Melhor Carreira Jovem; e Melhor Professor/Formador no Digital.

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“Derecho del Turismo em las Américas” lançado no Uruguai

Trata-se uma publicação da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) lançada presencialmente em Punta del Este, Uruguai, no I Congresso Internacional de Turismo realizado no âmbito da 67ª Reunião da Comissão Regional OMT

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O livro “Derecho del Turismo en las Américas” conta com a colaboração da Fundação INATEL, a Universidade de Salamanca e outras do continente americano como a de Buenos Aires (UBA), Autónoma do México (UNAM), Magallanes, Uruguai e Rio Negro.

Integra-se na comemoração dos 500 anos da viagem de circum-navegação realizada pelo navegador português Fernão de Magalhães, demonstrando que a terra não era plana ao contrário do que estão se considerava.

Por essa razão os textos iniciais, para além de presidentes e reitores das várias universidades, incorporam os presidentes da comissão portuguesa e espanhola e ainda James Garvin, cientista-chefe da NASA que aponta o papel central de Magalhães na descoberta científica.

É uma obra em formato atualizável em papel, atualmente com 1442 páginas, em dois volumes e também disponível online em https://publications.eshte.pt/dir/dta/.

A publicação aborda a organização institucional do turismo, a disciplina jurídica do alojamento, a distribuição (agências de viagens, operadores em linha) a gastronomia, o transporte turístico, o turismo alternativo ou outras formas de turismo em países como Argentina, Aruba, Bahamas, Barbados, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trindade e Tobago, Uruguai e Venezuela.

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Portugal é o 9.º destino mais procurado na Europa, diz estudo da Mastercard

Portugal é o 9.º destino mais procurado da Europa, num ranking liderado pelo Reino Unido e Espanha, segundo o estudo do Mastercard Economics Institute.

Victor Jorge

As reservas de voos de lazer e negócios já ultrapassam os níveis pré-pandemia, de acordo com um novo estudo do Mastercard Economics Institute. As compras de viagens em cruzeiros, de transportes expresso de passageiros e de bilhetes de comboios também apresentaram uma procura acentuada este ano.

O estudo Travel 2022: Trends and Transitions oferece uma visão global do estado atual das viagens em 37 mercados com base numa análise exaustiva de dados públicos e dos dados anonimizados das vendas agregadas registadas na rede Mastercard.

De acordo com o estudo, até ao final de abril, as reservas de voos de lazer superaram os níveis de 2019 em 25%, com as reservas de voos de lazer de curta e média distância a crescerem 25% e 27%, respetivamente. As reservas de voos de negócios também ultrapassaram, pela primeira vez em março, os níveis pré-pandemia apresentando uma trajetória de crescimento na ordem dos dois dígitos durante o mês em abril. O regresso ao trabalho foi um dos fatores que contribuiu para este crescimento.

O estudo indica, também, que os níveis recentes de despesas apontam para o crescimento das viagens em grupo. As despesas com cruzeiros aumentaram 62 pontos percentuais desde janeiro ao final de abril, embora permaneçam abaixo dos níveis de 2019. Já as despesas com transportes expresso de passageiros regressaram aos níveis pré-pandemia, embora as despesas com viagens de comboio permaneçam ainda 7% abaixo comparativamente com esse período. Também as despesas com portagens e aluguer de carros continuaram a crescer, quase 19% e 12%, respetivamente, demonstrando que as viagens de carro continuam a ser uma opção preferida por muitos.

Já os viajantes preferem gastar mais em experiências do que em compras, concluindo-se que os turistas internacionais têm vindo a gastar mais em experiências do que em compras no destino. As despesas com experiências cresceram 34% face a 2019 e as áreas com maiores aumentos foram os bares e as discotecas (72%), os parques de diversões, os museus, concertos e outras atividades recreativas (35%). Este tipo de despesas cresceu 60% em Singapura e cerca de 23% nos EUA.

Certo é que o levantamento de restrições reequilibra o mapa do turismo para 2022. A oferta e a conveniência das viagens têm sido fatores determinante na escolha dos destinos de viagem, embora o levantamento de restrições este ano em muitos destinos tenha conduzido a um regresso ao ponto de partida em grande parte do mundo, à exceção de algumas partes da Ásia- Pacífico. O resultado é que os Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Espanha e Holanda são agora os principais destinos para turistas em todo o mundo.

“Como acontece em qualquer voo, o regresso às viagens enfrentou ventos contrários e a favor. Neste ‘Grande Reequilíbrio’ que está a acontecer em todo o mundo, este tipo de movimentações é fundamental para o regresso à vida pré-pandemia”, afirma Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e chefe do Mastercard Economics Institute. “A resiliência que os consumidores têm tido para voltarem ao ‘normal’ e para recuperarem do tempo perdido deixa-nos otimistas de que a recuperação continuará a sua trajetória, mesmo que existam solavancos ao longo do caminho.”

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