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Demo Day apresenta novos projectos turísticos

A iniciativa é dirigida a responsáveis de compras e marketing de empresas relacionadas com o turismo, entre outros.

Tiago da Cunha Esteves
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A iniciativa é dirigida a responsáveis de compras e marketing de empresas relacionadas com o turismo, entre outros.

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O Pequeno Auditório da Culturgest – Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos em Lisboa recebe esta segunda-feira o Demo Day, no âmbito da edição Beta-Start Turismo.

A iniciativa tem como objectivo “apresentar aos potenciais clientes os 13 projectos na área do turismo que durante quatro semanas foram acelerados”. Por outro lado, “serão também atribuídos vários prémios, nomeadamente o Prémio Time Out, o Prémio Startup Lisboa e o prémio Tourism Think Thank”.

O Demo Day é direccionado para responsáveis de compras e marketing de empresas relacionadas com o turismo, aos potenciais destinatários de produtos e serviços na área do turismo, jornalistas e críticos de novas tendências na área do turismo e novos negócios, público em geral e futuros empreendedores.

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Taxa turística de Cabo Verde rendeu tanto em cinco meses como em todo o ano passado

Nos primeiros cinco meses de 2022, a taxa turística de Cabo Verde rendeu 2,7 milhões de euros, valor que representa mais do dobro do apurado em todo o ano passado e que vem confirmar a recuperação do turismo no arquipélago.

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Nos primeiros cinco meses de 2022, a taxa turística de Cabo Verde rendeu 2,7 milhões de euros, valor que representa mais do dobro do apurado em todo o ano passado e que vem confirmar a recuperação do turismo no arquipélago, avança a Lusa, que cita dados oficiais.

Segundo um relatório do Ministério das Finanças de Cabo Verde sobre a execução orçamental de janeiro a maio, as receitas da contribuição turística ascenderam a 298 milhões de escudos (2,7 milhão de euros), equivalente a 62,8% do orçamentado pelo Governo para todo o ano de 2022, que é de 475 milhões de escudos (4,3 milhões de euros).

No ano passado, as receitas da taxa turística ficaram-se pelos 145 milhões de escudos (1,3 milhão de euros), valor que corresponde a cerca de metade do que foi apurado até maio deste ano.

Nos primeiros cinco meses de 2021, o valor arrecadado por Cabo Verde com a taxa turística tinha sido de 18 milhões de escudos (163 mil euros).

As receitas com a taxa paga obrigatoriamente pelos turistas em Cabo Verde caíram para metade de 2020 para 2021, renovando mínimos de 145 milhões de escudos (1,3 milhões de euros), segundo um relatório anterior do Ministério das Finanças. Já em 2019, este imposto garantiu um máximo histórico de 992 milhões de escudos (8,9 milhões de euros) em receitas.

Recorde-se que a contribuição turística foi introduzida pelo Governo cabo-verdiano em maio de 2013, passando as unidades hoteleiras e similares a serem obrigadas a cobrar 220 escudos (dois euros) por cada pernoita até dez dias, a cada turista com mais de 16 anos.

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Qatar Airways põe autocarro alusivo ao Mundial de Futebol a circular pela Europa

A ‘The Journey Tour’ consiste num autocarro interativo que vai chamar a atenção para o Mundial de Futebol de 2022 e que arranca em Londres, a 13 de agosto, passando por mais 12 cidades europeias.

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A Qatar Airways anunciou esta quinta-feira, 11 de agosto, que nos próximos meses vai levar a ação ‘The Journey Tour’ a várias capitais europeias para assinalar a chegada do Mundial de Futebol de 2022, que decorre no Qatar e para o início do qual faltam apenas 100 dias.

Esta iniciativa, que pretende chamar a atenção para o arranque da competição desportiva e dar a conhecer o destino do Qatar aos europeus, começa este sábado, 13 de agosto, em Londres e vai passar também por Manchester, Bruxelas, Amesterdão, Berlim, Munique, Frankfurt, Düsseldorf, Copenhaga, Zurique, Paris, Madrid e Barcelona.

De acordo com a companhia, a iniciativa consiste num autocarro interativo que vai disponibilizar várias experiências, incluindo a possibilidade de testar as habilidades futebolísticas contra o conhecido jogador brasileiro Neymar Jr., sendo também possível aprender mais sobre a história do Qatar e desta competição de futebol, além de ser possível conhecer a Sarma, a primeira tripulante de cabine Meta-humana.

Além do autocarro interativo, a ação ‘The Journey Tour’ estende-se também às redes sociais, uma vez que a companhia aérea está a promover um passatempo através da utilização da hashtag #FlytoQatar2022 que vai sortear bilhetes para os jogos do Mundial de Futebol de 2022 e pacotes de viagens com tudo incluído para assistir à prova desportiva.

“Na Qatar Airways, estamos orgulhosos por apoiar este torneio incrível como Companhia Aérea Parceira Oficial da FIFA. Com apenas 100 dias para o final, temos o prazer de ajudar a aumentar a emoção e a paixão por este evento através do ‘The Journey Tour’ – e estamos ansiosos para receber os fãs no Qatar para o pontapé inicial em novembro”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

 

 

 

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Startup Lisboa abre candidaturas para a 5.ª edição do From Start-to-Table

As candidaturas a este programa de aceleração destinado a startups ligadas ao ecossistema da restauração decorrem até 25 de setembro e podem ser realizadas online.

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A Startup Lisboa já abriu as candidaturas para mais uma edição do programa de aceleração  From Start-to-Table, destinado a startups ligadas ao ecossistema da restauração, que, este ano, tem como objetivo “alargar o âmbito do programa e desenvolver a comunidade de
foodtech ao longo do ano”. 

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, as candidaturas decorrem até 25 de setembro e podem ser realizadas online, através do preenchimento do formulário que está disponível aqui. Os vencedores de cada categoria ganham um prémio de 10 mil euros.

“Podem candidatar-se pessoas ou startups (constituídas há menos de cinco anos), portuguesas ou estrangeiras, que tenham um projeto de tecnologia para a restauração ou novos produtos desde que tragam inovação ao setor – alinhados com objetivos de sustentabilidade ambiental, social e económica”, lê-se no comunicado da Startup Lisboa.

Numa primeira fase, os projetos pré-selecionados vão ser apresentados a “um júri que
escolherá até 20 equipas para integrarem o programa”, seguindo-se, depois, um período de oito semanas em que os finalistas vão trabalhar na prototipagem e validação do seu produto, tendo também acesso a um amplo painel de especialistas, mentores e investidores do setor e
representantes do ecossistema da restauração em Portugal.

Delta Cafés, Sagres, Zomato e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) são algumas das empresas que se juntaram já a este programa de aceleração, assim como o Turismo de Portugal.

No entanto, este ano, a novidade é mesmo a aposta no desenvolvimento da comunidade do From Start-To-Table através do lançamento de um programa de softlanding que apoie as startups a estabelecerem-se em Portugal após a conclusão do programa, assim como o desenvolvimento de um conjunto de eventos e iniciativas que irão ocorrer após o programa de forma a dar continuidade à dinamização do ecossistema de foodtech em Portugal.

Paralelamente, está também previsto o aprofundamento da parceria com a Zomato, que vai dar aos participantes um maior acesso a mais apoio direto da equipa da Zomato em
diversas áreas, incluindo o business development, marketing, entre outros.

Recorde-se que o From Start-to-Table arrancou em 2018 e, desde então, já acelerou mais de 90 projetos, recebeu mais de 400 candidaturas, de mais de 30 países, tendo a última edição registado a maior participação de equipas internacionais, já que um dos vencedores até foi
um empreendedor cipriota, com a startup Blend.

 

 

 

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Voos a 10€? “Não vamos ver esses preços nos próximos anos”, diz Michael O’Leary

O presidente executivo da Ryanair culpa a invasão da Rússia à Ucrânia pela subida do preço do combustível, que está a levar a um aumento dos preços dos bilhetes aéreos, inclusive nas companhias aéreas de baixo custo.

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O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, afirmou esta quinta-feira, 11 de agosto, que o tempo dos preços baixos na aviação está a terminar devido ao aumento do combustível, considerando mesmo que a época dos voos a 10 euros acabou e não deverá regressar tão cedo.

“Acho que não haverá voos a 10 euros, porque os preços do petróleo estão muito mais altos, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. Acho que não vamos ver esses preços nos próximos anos”, afirmou o responsável, em entrevista à BBC Radio 4.

Michael O’Leary acrescentou que as tarifas médias dos bilhetes na Ryanair deverão aumentar cerca de 10 euros, para 50 euros por trajeto, ao longo dos próximos cinco anos, num aumento que não deverá, no entanto, ser um problema para as companhias aéreas de baixo custo.

Para Michael O’Leary, mesmo com as atuais restrições orçamentais, muito por culpa da inflação, a procura por viagens aéreas deverá continuar, o que o leva a acredita que, mesmo com um aumento de preços, as companhias aéreas low cost vão “sair-se bem”.

Na mesma entrevista, o presidente executivo da Ryanair criticou ainda os efeitos do ‘Brexit’, que levou a uma redução do número de trabalhadores europeus no Reino Unido, correspondendo a centenas de milhares de empregos.

 

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AirHelp lança ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos”

Novo guia contém toda a informação necessária para a obtenção de reembolsos ou compensações, bem como outros cuidados a que os passageiros têm direito em caso de atraso ou cancelamento do voo.

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A AirHelp, empresa de defesa dos passageiros do transporte aéreo, lançou o ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos”, ferramenta que contém toda a informação necessária para a obtenção de reembolsos ou compensações, bem como outros cuidados a que os passageiros têm direito em caso de atraso ou cancelamento do voo.

“Criámos o ‘Guia dos Direitos dos Passageiros Aéreos’ porque a maioria dos viajantes não está consciente e não conhece os seus direitos. O nosso objetivo é informar as pessoas dos seus direitos e ajudar a reivindicá-los”, afirma Pedro Miguel Madaleno, Advogado da AirHelp, citado num comunicado enviado à imprensa.

O guia lançado pela AirHelp explica como o Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho Europeu se aplica na defesa dos direitos dos passageiros, já se trata de uma das legislações mais completas a nível mundial.

O guia aborda também os direitos dos passageiros em caso de bagagem danificada, atrasada ou perdida; explica as diferenças entre reembolso e compensação, “ajudando a perceber qual se aplica e em que condições”; e apresenta ainda um separador sobre os direitos dos passageiros aéreos em caso de Covid-19.

O ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos’ já está disponível para consulta online ou para download e pode ser acedido aqui.

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Soltrópico lança charters de réveillon para o Brasil com Natal como novidade

Operador turístico vai realizar dois voos charters para o Brasil no réveillon, um dos quais com destino a Salvador da Bahia, com partida a 27 de dezembro, e outro para Natal, que se estreia na programação da Soltrópico e que vai ter partida no dia 28.

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A Soltrópico vai disponibilizar dois voos charter para o Brasil no réveillon, concretamente para Salvador da Bahia e para a cidade de Natal, naquela que será a primeira vez que o operador turístico programa um voo charter para a capital do Rio Grande do Norte.

Num comunicado enviado à imprensa, a Soltrópico revela que ambos os voos vão contar com partida de Lisboa, com a ligação para a capital bahiana a partir no dia 27 de dezembro e o regresso a decorrer a 3 de janeiro, enquanto o voo para Natal tem partida a 28 de dezembro e regresso no dia 4 de janeiro.

“Lançámos a operação charter para o réveillon para Salvador da Bahia em 2017 e desde então é um dos principais destinos da programação de fim-de-ano da Soltrópico, sempre com bons níveis de procura. Com a retoma da confiança, sendo o Brasil um destino de eleição dos portugueses, na Soltrópico decidimos este ano também apostar, pela primeira vez, noutro destino brasileiro, Natal. Acreditamos que o destino tem potencial para se tornar uma referência no mercado nacional e no portfolio da Soltrópico”, explica Sandro Lopes, diretor de Vendas da Soltrópico.

Os preços começam nos 1780 euros para o charter com destino a Salvador da Bahia, num pacote que inclui sete noites de alojamento, em quarto duplo, APA, no hote de quatro estrelas Vila Galé Salvador, ainda que estejam disponíveis vários outros hotéis, incluindo de cinco estrelas, com preços mais elevados.

Para Natal, os preços são desde 2.633 euros por pessoa, também para sete noites de alojamento em quarto duplo, em Tudo Incluído, no hotel de cinco estrelas Vila Galé Touros, cujo preço inclui também a festa de réveillon.

Em ambos os casos, os voos são operados pela SATA Azores Airlines, com partida de Lisboa, com direito a um volume de bagagem de porão, e os preços já incluem também transferes, seguro de viagem, taxas de hotelaria e aeroportuárias. Em ambos os voos, é também possível reservar lugares em classe executiva.

 

 

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Iberia aumenta oferta para Lisboa e mantém aposta no Funchal no próximo inverno

A Iberia revela que, na Europa, “vai expandir os seus serviços em várias cidades como Milão, Roma, Lisboa, Bruxelas, Bordéus e Genebra, e vai continuar a aposta no Funchal e na Madeira”. Apesar disso, é no México que reside a grande aposta da companhia.

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A Iberia já divulgou o seu plano de voos para o inverno, que prevê igualar a capacidade oferecida pré-pandemia, ainda que na Europa esteja previsto um reforço para várias cidades, a exemplo de Lisboa e do Funchal, na Madeira, onde a companhia aérea garante que vai manter a sua aposta. Apesar disso, é no México que reside o grande destaque da transportadora para a próxima temporada.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 10 de agosto, a Iberia revela que, na Europa, “vai expandir os seus serviços em várias cidades como Milão, Roma, Lisboa, Bruxelas, Bordéus e Genebra, e vai continuar a aposta no Funchal e na Madeira, destinos perfeitos durante todo o ano”.

A companhia aérea espanhola, que integra o IAG Group, grupo de aviação que inclui também a British Airways, revela que vai aumentar as “rotas em Espanha e na Europa, o que permitirá também aos passageiros a ligação a mais de uma centena de cidades europeias”.

Em Espanha, a companhia aérea tem previsto “um programa de voos focado no tráfego de negócios e nas Ilhas Baleares e Canárias”, através da Iberia, Iberia Express e Iberia Regional/Air Nostrum, estando também previsto o regresso dos voos Madrid-Barcelona Air Shuttle, com 87 frequências semanais e até 15 voos diários em cada sentido.

No entanto, a grande novidade da Iberia para o próximo inverno é a aposta no México, para onde a companhia aérea vai passar a disponibilizar cerca de 300 mil lugares e mais quatro frequências semanais, num total de 21 voos por semana.

A Cidade do México, capital mexicana, será mesmo a metrópole na rede da Iberia com maior número de ligações aéreas, já que vai contar com três voos diários desde Madrid, uma vez que, explica a transportadora, o México é um “mercado estratégico” para a companhia aérea, pelo que o aumento de oferta para a capital mexicana pretende reforçar a sua “liderança na América Latina”.

A Iberia lembra ainda o acordo de codeshare que estabeleceu recentemente com a Viva Aerobus no México e que oferece voos para 19 outras cidades no México, permitindo um aumento de operação que, segundo a transportadora espanhola, “favorecerá o fluxo de viajantes e melhorará a conectividade entre os dois lados do Atlântico”.

Guadalajara, Cancún, Monterrey, Veracruz, Mérida, Tampico, Puerto Vallarta, Los Cabos, Tuxtla Gutiérrez , Tijuana, Hermosillo, Oaxaca, Huatulco, Torreón, Puerto Escondido, Ciudad Juárez, La Paz, Chetumal e Mazatlán são algumas das cidades mexicanas que passaram a estar disponíveis para os passageiros da Iberia através deste acordo de codeshare.

Para a Cidade do México, os voos são operados em aviões Airbus A-350/900, que são 35% mais eficientes no consumo de combustível e têm capacidade para 348 passageiros, partindo de Madrid pelas 13h05 para chegar à capital mexicana às 18h30. O segundo voo diário parte da capital espanhola às 16h40 e chega à Cidade do México às 22h15, enquanto o terceiro e último voos diário parte de Madrid pelas 23h55 e chega à capital do México às 05h15.

Em sentido contrário, os voos partem da capital mexicana pelas 00h05 e chegam a Madrid às 17h45, enquanto o segundo voo tem partida às 13h00 e chega a Madrid às 06h20, e o terceiro voo diário parte da Cidade do México às 20h15 e chega à capital espanhola pelas 13h55, sempre em horários locais.

A nível internacional, a Iberia diz que também está a planear disponibilizar a mesma capacidade que oferecia antes da pandemia da COVID-19, até porque já retomou as duas últimas rotas que ainda estavam paradas na América Latina, concretamente para o Rio de Janeiro, no Brasil, e Caracas, na Venezuela.

 

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Mercado alemão recupera níveis pré-pandémicos até 2024, aponta GlobalData

A GlobalData estima que, daqui a dois anos, cerca de 117,9 milhões de alemães já tenham voltado a procurar o transporte aéreo para viajar, ultrapassando os 116,1 milhões contabilizados em 2019.

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O mercado alemão já está de regresso às viagens internacionais e, até 2024, deverá recuperar para níveis pré-pandémicos, avança a GlobalData, que estima que, daqui a dois anos, cerca de 117,9 milhões de alemães já tenham voltado a procurar o transporte aéreo para viajar.

O número de 117,9 milhões de turistas alemães que devem voltar a viajar para fora do país até 2024 ultrapassa mesmo o total de 2019, quando eram 116,1 milhões os alemães que tinham viajado para fora do país.

Os dados divulgados esta semana pela GlobalDalta constam do relatório ‘Alemanha Source Tourism Insight, 2022 Update’, que analisa a recuperação do turismo na Alemanha, depois dos anos de quebra de 2020 e 2021, quando as restrições devido à COVID-19 e a falta de confiança dos consumidores levou a procura turística dos alemães para mínimos históricos.

“A pandemia da COVID-19 teve um enorme impacto nas viagens internacionais da Alemanha. Os números do turismo de outbound encolheram para uma fração do que eram em 2019, registrando um declínio anual de 64,5%, de 116,1 milhões de viajantes em 2019 para 41,2 milhões em 2020, antes de um declínio adicional em 2021 para 40,4 milhões”, resume Megan Cross, analista de viagens e turismo da GlobalData.

No entanto, com a melhoria da situação pandémica e o consequente alívio das restrições relacionadas com a COVID-19, a confiança dos consumidores alemães parece estar de regresso, o que permite perspetivas “muito mais brilhantes” para os próximos anos, numa recuperação que, segundo Megan Cross, deverá funcionar com um “impulso” para turismo mundial, já que o mercado alemão é “um importante mercado de origem no cenário global.”

Apesar de estar a assistir a uma recuperação do mercado alemão, a GlobalData alerta para algumas tendências que se começam a identificar neste mercado, nomeadamente no que diz respeito aos preços, que têm vindo a subir, o que está a levar os turistas alemães, que por norma sempre procuraram soluções de férias económicas, a escolher voos mais baratos. Neste sentido, diz a GlobalData, 55% dos entrevistados neste relatório procura companhias aéreas low cost, a exemplo da Ryanair, easyJet, Eurowings, Air Berlin, TUIfly e Condor.

“Muitos viajantes europeus interessados ​​em manter os seus planos de férias podem simplesmente reduzir o valor que gastam em produtos e serviços antes e durante a viagem. Por exemplo, os viajantes que geralmente ficam em hotéis de média gama, agora devem escolher formas económicas de alojamento para manter os custos baixos. Isso certamente ajudará as empresas que já têm como alvo os viajantes com orçamento limitado”, acrescenta Megan Cross.

Tendência é também o recurso a agências de viagens online para reservar as férias, com mais de um quarto dos entrevistados (29%) a revelar que normalmente é esta a escolha para reservar as viagens, enquanto 16% diz preferir a reserva direta e 15% opta por reservar com um agente de viagens presencial na loja.

Já os motivos para a viagem prendem-se, na maior parte dos casos, com visitas a amigos e familiares, com 29% dos inquiridos a apontar esse como o principal motivo da viagem, enquanto no outro extremo da escala o motivo menos apontado foi as férias gastronómicas, o que a GlobalData diz que poderá ainda estar relacionado com o receio da pandemia, já que apenas 17% dos alemães disse não estar preocupado com a COVID-19.

Quanto a destinos, a Áustria, pela proximidade, disponibilidade de ligações e ligação histórica entre os dois países, parece ser o destino preferido, ainda nos últimos anos a Áustria tenha visto o número de turistas alemães cair drasticamente, passando de 14,4 milhões de turistas alemães em 2019 para 8,6 milhões em 2020 e 5,8 milhões em 2021.

Contudo, até 2024, as perspetivas da GlobalData são positivas, uma vez que se espera que o país volte a ver um aumento do número de  turistas alemães, chegando aos 14,5 milhões de alemães nos dois próximos anos.

“A falta de turistas alemães durante a pandemia impactou muitos países, especialmente na Europa. Destinos que podem responder às necessidades específicas dos alemães vão ver os seus prazos de recuperação encurtados nos próximos anos”, conclui analista de viagens e turismo da GlobalData..

 

 

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Estação de comboios de Viana do Castelo vai ser transformada em hotel mas mantém serviços

Fonte da IP adiantou à Lusa que “o projeto propõe a criação de 41 quartos no edifício de passageiros e de 15 quartos no antigo armazém de materiais, resultando num total de 56 quartos com capacidade total de 112 utentes”.

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O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo disse esta terça-feira, 9 de agosto, que a estação de comboios da cidade, construída no século XIX, vai ser transformada em hotel por um investidor local e que o projeto está em fase de licenciamento, de acordo com informação adiantada pela agência Lusa.

Em declarações aos jornalistas, no final da reunião camarária de terça-feira, durante a qual foi questionado sobre o projeto, pela bancada do PSD e da CDU, Luís Nobre adiantou que “a Infraestruturas de Portugal (IP), proprietária do imóvel, entendeu dar uso a um espaço que está devoluto há mais de uma década”.

O autarca socialista garantiu que as funções e serviços atualmente a funcionar na estação de caminhos-de-ferro “não vão desaparecer, mas serão transferidos para outro local”.

“A bilheteira, o bar e outros serviços, vão manter-se. Não podia ser de outra forma. Ninguém ia fazer um investimento de 90 milhões de euros na modernização da Linha do Minho para depois prejudicar esse investimento”, sustentou.

Segundo Luís Nobre, o empresário, que já tem uma unidade hoteleira na cidade, “propôs à IP a refuncionalização do edifício em unidade hoteleira, tendo concretizado essa intenção, sendo que, “posteriormente, o município foi informado do projeto”.

“O município concorda. Faz sentido refuncionalizar aquele imóvel histórico, desde que se garanta e, foi dada essa segurança, que as atuais funções da estação não são prejudicadas. No fundo, trata-se de uma valorização de um edifício que passará a ter uma função dinamizadora, não só da atividade hoteleira, mas também das sinergias que vai criar e na revitalização de toda a envolvente”, especificou.

Contrato de subconcessão da IP celebrado com a Turilima

A agência Lusa contactou a IP relativamente ao contrato de cedência do imóvel e das características do investimento em causa, sendo que esta sublinhou que “o serviço de transporte ferroviário não vai sofrer alterações e a área destinada aos passageiros vai ser beneficiada”.

“Os serviços ferroviários serão mantidos, embora relocalizados em diversas zonas do piso 0 do edifício de passageiros e antigas instalações sanitárias, nomeadamente as bilheteiras e salas de apoio, a sala de estar e sala de refeições para o pessoal da CP, a sala de telecomunicações, a sala de comando, a sala do inspetor e, o espaço para a vigilância humana”, especificou a fonte da IP.

A mesma fonte adiantou que a IP “celebrou um contrato de subconcessão com a Turilima – Empreendimentos Turísticos do Vale do Lima SA, que prevê a construção de um hotel ocupando parcialmente três edifícios da estação de Viana do Castelo”.

“O projeto propõe a criação de 41 quartos no edifício de passageiros e de 15 quartos no antigo armazém de materiais, resultando num total de 56 quartos com capacidade total de 112 utentes”.

A Lusa tentou, sem sucesso, falar com a administração da Turilima, a empresa que detém os hotéis Axis de Viana do Castelo, de Ofir, em Esposende, no distrito de Braga, entre outros empreendimentos.

Antigo edifício dos CTT na mira para unidades de habitação

Após a reunião camarária, o autarca adiantou que “o município tem estado a acompanhar o processo de licenciamento [da estação de comboios de Viana do Castelo], juntamente com a Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN)”.

“O projeto inicial está a ser alterado porque inicialmente previa algumas alterações ao nível da cobertura. A DRCN e a Câmara entenderam que não podiam ser efetuadas. O objetivo é manter a fachada e as características históricas do imóvel”, referiu.

Luís Nobre adiantou que “as unidades hoteleiras criadas em contexto histórico são temáticas e apelam à memória, às experiências da cidade onde se instalam”.

“Neste caso há um elemento muito forte que é toda a mística da atividade ferroviária no concelho e, naquele local em concreto, que se vai perpetuar”.

Questionado sobre o montante do investimento, Luís Nobre disse desconhecer o mesmo, adiantando apenas que a nova unidade hoteleira “terá sempre que ter mais de 40 quartos, caso contrário não será sustentável”.

“A cidade precisa daquele espaço revitalizado, com dinâmicas que atraiam novos visitantes”, frisou.

O autarca adiantou existir uma “manifestação de interesse de um empresário de Viana do Castelo para a aquisição do edifício dos CTT, na principal avenida da cidade.

O investidor, que já contribuiu em regeneração urbana na mesma avenida, pretende transformar o imóvel dos CTT para unidades de habitação.

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Sindicatos desconvocam greve depois de acordo com a ANA

Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

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Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

“Após várias horas de negociações, numa reunião que teve ontem [terça-feira] início nas instalações da DGERT e culminou hoje, 10 de agosto, o SINTAC [Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil] e SQAC [Sindicato dos Quadros da Aviação Comercial] chegaram a acordo com a ANA/VINCI”, lê-se num comunicado do SINTAC, que é citado pela Lusa.

De acordo com o sindicato, o acordo permitiu desconvocar a greve, depois de ter sido “possível encontrar uma posição de consenso entre as partes”, que concordaram quanto à necessidade de haver um reforço dos recursos humanos nas áreas operacionais das infraestruturas  aeroportuárias.

“Do acordo resultou uma clara abertura para fazer face à escassez de RH nas áreas operacionais, um aumento salarial intercalar e a negociação de um AE (acordo de empresa), os dois últimos a concretizar através de mediação da DGERT”, explica o sindicato, que revela que, nesse sentido, vão decorrer, a 14 de setembro, reuniões para fazer um levantamento dos trabalhadores necessários e iniciar o processo de recrutamento.

Apesar do entendimento, os sindicatos dizem que este foi o “acordo possível”, até porque, acrescenta o comunicado enviado à Lusa, vêm aí “tempos difíceis”, pelo que a “empresa – ANA/VINCI – terá de que fazer repercutir nos salários dos trabalhadores a inflação galopante e os seus próprios resultados, que se adivinham muito bons”.

Entretanto, o SINTAC lançou um novo pré-aviso de greve, desta vez abrangendo os trabalhadores da Portway (detida pela ANA) dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, para 26, 27 e 28 de agosto.

“Em causa está a política de RH [recursos humanos] assumida ao longo dos últimos anos pela Portway, empresa detida pelo Grupo VINCI, de confronto e desvalorização dos trabalhadores por via de consecutivos incumprimentos do Acordo de Empresa, confrontação disciplinar, ausência de atualizações salariais, deturpação das avaliações de desempenho que evitam as progressões salariais e má-fé nas negociações”, indicou o sindicato, em comunicado.

 

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