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“Portugal cresceu acima da média mundial”

Em entrevista ao Publituris, o director-executivo da Organização Mundial de Turismo, Márcio Favilla, fala das potencialidades do destino Portugal.

Tiago da Cunha Esteves
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“Portugal cresceu acima da média mundial”

Em entrevista ao Publituris, o director-executivo da Organização Mundial de Turismo, Márcio Favilla, fala das potencialidades do destino Portugal.

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O director-executivo da Organização Mundial de Turismo (OMT), Márcio Favilla, destacou na BTL 2012 que “o gasto médio do turista em Portugal é o mais elevado da Europa”, acrescentando que o Pais cresceu, em 2011, acima da média mundial.”É importante ressaltar que Portugal teve um desempenho ainda superior à média europeia, em termos de chegadas de turistas estrangeiros. Foi uma performance muito boa, que se reflectiu ainda no aumento dos gastos dos estrangeiros, também em média superior à média mundial”, afirmou, em entrevista ao Publituris.

Leia o artigo completo na edição impressa desta semana.

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Restauração e hotelaria mantém perspetivas positivas de contratação até ao final do ano

O setor apresenta uma Projeção para a Criação Líquida de Emprego de +31%, um valor que decresce sete pontos percentuais quando comparado com o trimestre passado.

Os empregadores nacionais mantêm perspetivas de criação de emprego “muito positivas para o último trimestre deste ano”, de acordo os dados do ManpowerGroup Employment Outlook Survey, disponibilizados por comunicado.

No estudo aponta-se que, “apesar dos desafios decorrentes do conflito na Ucrânia, do aumento da inflação e da crescente incerteza económica, a procura por trabalhadores permanece em níveis elevados”: 41% dos empregadores nacionais afirmam ter intenções de aumentar as equipas, ao passo que 42% acreditam que vão manter o número de colaboradores que têm neste momento. Apenas 14% anteveem a diminuição da força de trabalho.

Desta forma, os dados do ManpowerGroup Employment Outlook Survey apontam para uma Projeção para a Criação Líquida de Emprego de +31%, para o quarto trimestre de 2022. O valor, já ajustado sazonalmente, “traduz-se numa estabilidade relativa face ao último trimestre, com menos um ponto percentual, e num aumento considerável de 19 pontos percentuais, quando comparado com o período homólogo de 2021”.

Como os dados indicam, “Portugal é, na verdade, o segundo país na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África) com um maior aumento anual deste valor”.

“Apesar da incerteza económica e geopolítica, as intenções de contratação dos empregadores portugueses continuam fortes e a luta pelo talento acentuada. A retoma pós-pandémica tem suportado o crescimento do PIB, face a 2021, e impulsionado as contratações, com a taxa de desemprego a fixar-se nos 5,9%, no passado mês de julho, e o número de inscritos no IEFP a atingir o valor mais baixo de sempre”, afirma Rui Teixeira, diretor-geral do ManpowerGroup Portugal.

O profissional indica ainda que, “não obstante, começamos a observar sinais de uma possível inversão de tendência, com uma redução na contribuição da procura interna para a evolução do PIB, neste 2º trimestre, fruto de um menor crescimento do consumo privado e do investimento, com um peso crescente do turismo. Assim, a continuidade do conflito na Ucrânia, o aumento da inflação, que a nível nacional está já acima da média da zona Euro, e a subida nas taxas de juro, representam novas preocupações para os empresários e exigem um acompanhamento atento da economia nacional, e das medidas de apoio que o Governo está a lançar, por forma a avaliar o impacto definitivo nas empresas portuguesas e na sua capacidade de criação de emprego.”

Setor do comércio grossista e retalhista apresenta as projeções mais otimistas

Os empregadores de dez dos 11 setores analisados esperam aumentar as suas equipas no final deste ano. No entanto, este otimismo nas contratações mostra alguns sinais de abrandamento em seis setores, que reduzem as suas projeções face ao trimestre passado.

O setor do comércio grossista e retalhista é o que apresenta as perspetivas mais positivas, com uma projeção de +46%, o valor mais elevado observado neste setor desde que o ManpowerGroup começou a realizar este estudo em Portugal, em 2016. Este setor apresenta também o crescimento mais acentuado face ao trimestre anterior, com mais 17 pontos percentuais, bem como um aumento considerável, de 33 pontos percentuais, quando comparamos com o mesmo período do ano passado.

É também esperada uma atividade de contratação elevada no setor industrial, com uma projeção próspera de +34%, em crescimento de três pontos percentuais, relativamente ao trimestre anterior.

O mesmo otimismo é igualmente observado no setor das tecnologias de informação, telecomunicações, comunicação e media, que avança com uma Projeção de +33%. No entanto, na comparação com o trimestre passado, regista-se uma diminuição considerável nas intenções de contratação deste setor, com menos 13 pontos percentuais. O mesmo comportamento é observado no setor das outras atividades de produção, que apresenta uma projeção de +32%, mas em queda de cinco pontos percentuais face ao trimestre anterior.

Já os setores da Restauração e Hotelaria e da Banca, Finanças, Seguros e Imobiliário apresentam projeções de +31% e +25%, respetivamente, valores que decrescem em sete e 18 pontos percentuais, respetivamente, quando comparados com o trimestre passado.

Também a Construção e as Outras Atividades de Serviços avançam perspetivas animadoras em relação ao aumento das suas equipas, com uma Projeção de +23%, ainda que este último setor revele uma diminuição considerável de 16 pontos percentuais, face ao trimestre anterior.

Por fim, os setores com as perspetivas menos otimistas, mas ainda assim positivas, são a Produção Primária (atividades agrícola, mineira ou de recolha de resíduos), com +21%, e a Educação, Saúde, Trabalho Social e Governamental, com +20%.

Projeções mais ambiciosas concentram-se na área do Grande Porto

Todas as regiões de Portugal apresentam previsões favoráveis quanto à evolução das contratações no último trimestre de 2022, ainda que apenas uma evolua positivamente face ao trimestre anterior.

A zona do Grande Porto apresenta a Projeção para a Criação Líquida de Emprego mais otimista, com um valor de +40%, sendo a única região com uma evolução positiva desde o último trimestre, com mais três pontos percentuais.

Na região Sul, também se observa uma projeção próspera de +32%, que apesar de diminuir em 7 pontos percentuais face ao trimestre passado, representa o maior aumento relativamente ao período homólogo do ano passado, com uma variação de 24 pontos percentuais.

Já na área da Grande Lisboa, os empregadores estão igualmente otimistas, avançando uma Projeção de +26%, valor que traduz, no entanto, uma redução de 7 pontos percentuais relativamente à previsão do terceiro trimestre.

Seguem-se a Região Centro, com +20%, e a Região Norte, com uma previsão de +18%, menos 7 pontos percentuais que no trimestre passado.

Empresas de maior dimensão mantêm as intenções de contratação mais acentuadas

Todas as categorias de empresas inquiridas, independentemente da sua dimensão, preveem aumentar a força de trabalho até ao final do ano.

As grandes empresas avançam a perspetiva mais próspera relativamente às contratações, com uma projeção de +38% – um aumento moderado de cinco pontos percentuais face ao trimestre anterior. Seguem-se as pequenas empresas e as microempresas, com projeção de +30% e +26%, respetivamente, em relativa estabilidade face ao trimestre passado.

Por fim, as empresas de média dimensão e as microempresas apresentam uma projeção de +26% e + 25%, respetivamente.

Intenções de contratação a nível global diminuem, mas continuam fortes

Tal como em Portugal, a Projeção para a Criação Líquida de Emprego a nível global sofreu um ligeiro decréscimo, com o valor a permanecer nos +30%, menos três pontos percentuais do que no trimestre passado.

Dos 41 países inquiridos, 39 apresentam perspetivas de contratação positivas, mas 23 revelam um abrandamento face ao trimestre anterior.

O Brasil, a Índia e a Costa Rica são os países que apresentam uma projeção mais otimista, de +56%, +54% e +52%, respetivamente. A nível europeu, a França e a Suécia mostram as intenções mais elevadas, com +34%, sendo que Portugal é o quinto país da tabela.

Já no que refere às previsões menos ambiciosas, o destaque vai para a Hungria, com uma projeção negativa de -5%, seguida pela Grécia, com -3%.

O estudo trimestral do ManpowerGroup entrevistou mais de 40.000 empregadores, em 41 países e territórios, em julho de 2022, 555 dos quais em Portugal.

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Turismo de Portugal aproxima-se mais do mercado francês com workshop em Paris

O Turismo de Portugal e as sete Agências Regionais de Promoção Turística promovem, no próximo dia 29 de setembro, um workshop B2b em Paris, com o objetivo de permitir a venda do destino Portugal através de uma aproximação mais direta entre as empresas nacionais e o trade local.

A ação, que terá lugar no Etoile Saint Honoré Center, na capital francesa, deverá contar com cerca de 40 agentes económicos nacionais, entre unidades e grupos hoteleiros e DMC que já trabalham ou têm interesse no mercado francês.  Relativamente ao trade francês foram identificados OTs, AVs, Media especializada, num total de aproximadamente 130 buyers e 30 vip’s.

Este workshop, segundo Jean-Pierre Pinheiro, coordenador do Turismo de Portugal em França, permitirá aos profissionais franceses redescobrir o destino ao mesmo tempo que conhecem muitos prestadores de serviços portugueses.

Em entrevista ao jornal francês da especialidade, L’Echo Touristique, Jean-Pierre Pinheiro, sublinhou que, para Portugal, “alguns mercados reiniciaram mais rapidamente do que outros; o mercado francês é um dos que reagiram muito bem”, para acrescentar que o mesmo vale para as operações, e “não só recuperamos uma grande maioria das ligações aéreas entre França e Portugal, como também temos novidades. Estou a pensar em particular em Paris-Açores ou em várias linhas diretas que não existiam, para destinos um pouco menos servidos, como o Algarve ou a Madeira. Não vieram por conta própria, trabalhamos duro para isso, mas estamos felizes, começou bem”.

Aquele responsável lembrou que “jáá faz algum tempo que organizamos um workshop desta envergadura no mercado francês, o que é muito importante para Portugal, pois é o terceiro mercado de origem. Sentimos uma necessidade real das empresas de turismo portuguesas de voltarem a conectar com o mercado francês porque é um mercado que responde bem, o que permite também a alguns profissionais compensar a ausência de determinados clientes que ainda não regressaram”. Para além disso, historicamente Portugal esteve sempre presente em feiras como a IFTM.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Turismo marroquino a caminho da recuperação

Depois de uma longa espera, o verão de 2022 terá finalmente sido o verdadeiro ponto de partida para a recuperação do turismo em Marrocos.

As receitas e o número de chegadas durante os primeiros 7 meses, e mais particularmente junho e julho, mostram um relativo retorno ao nível pré-Covid.

Os últimos números oficiais atestam que mais de 3,2 milhões de turistas visitaram o país durante os meses de junho e julho de 2022, incluindo 2 milhões em julho, ou 65%. Este fluxo traduziu-se no registo de 3,8 milhões de dormidas no mesmo período.

O turismo marroquino conseguiu recuperar todas as chegadas registadas no mesmo período de 2019, ou seja, antes da pandemia. Para Marrocos e os profissionais do setor, a recuperação já não é uma esperança frágil, mas uma realidade tangível no terreno, uma vez que o destino está a recuperar gradualmente a sua atratividade, apesar de um ligeiro aumento do preço dos bilhetes de avião.

Em termos de receitas cambiais, o setor gerou 27,3 mil milhões de dirhams (MMDH) durante o primeiro semestre de 2022, ou seja, uma taxa de recuperação de 81% de 2019, face ao encerramento das fronteiras durante as primeiras cinco semanas deste ano. Só o mês de junho representa aproximadamente 25% dessas receitas.

Quanto ao primeiro semestre de 2022, o número de chegadas foi de 3,4 milhões de turistas, quatro vezes mais do que em 2021, e 61% do número de turistas que visitaram Marrocos no mesmo período de 2019. Contando com as chegadas de turistas em julho, o país contou com um total de 5,4 milhões de entradas nos primeiros sete meses do ano.

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Turismo de Portugal e Fundação Saramago lançam plataforma digital dedicada ao Turismo Literário

No âmbito do projeto “Viagem a Portugal Revisited”, o Turismo de Portugal lançou uma plataforma digital através da qual é possível conhecer os itinerários de turismo literário inspirados na obra de José Saramago.

Publituris

O Turismo de Portugal e a Fundação Saramago lançaram esta segunda-feira, 12 de setembro, a plataforma digital www.viagemaportugalrevisited.pt, dedicada ao projeto “Viagem a Portugal Revisited” e através da qual é possível os itinerários de turismo literário inspirados na obra de José Saramago “Viagem a Portugal”.

Esta plataforma, cujo lançamento decorreu na Biblioteca Palácio Galveias, no âmbito das comemorações do centenário de José Saramago, vai promover “Portugal como destino de Turismo Literário”, com base num conjunto de itinerários recriados por autores contemporâneos nacionais e internacionais.

José Luís Peixoto foi um dos escritores contemporâneos que aceitaram o desafio de recriar os roteiros de Saramago, com o Turismo de Portugal a explicar que este autor “foi convidado a revisitar seis destes locais e assumiu o papel de anfitrião de cinco autores internacionais que reinterpretam os roteiros originais: Adriana Lisboa (Brasil), Ondjaki (Angola), Maaza Mengiste (EUA), Laura Restrepo (Espanha) e Leila Slimani (França)”.

“Em cada local revisitado, os autores escreveram sobre esse destino, criando textos originais que são complementados com vídeos, fotografias e roteiros atuais em diferentes “paisagens literárias” no território”, acrescenta o Turismo de Portugal, indicando que os 12 locais de revisitação identificados são Guimarães/Citânia de Briteiros, Bragança, Vila Real, Guarda/Pinhel/Cidadelhe, Coimbra, Tomar/Constância, Mafra, Setúbal, Évora/Montemor-o-Novo, Beja, Alcoutim e Lagos.

Através da nova plataforma, que está disponível em português, espanhol e inglês, os itinerários podem ser descobertos de forma interativa e dinâmica, usando mapas 3D com a tecnologia Google Earth.

O Turismo de Portugal garante ainda que vai promover a nova plataforma Viagem a Portugal Revisited” em mercados estratégicos como Reino Unido, Espanha, Brasil e Estados Unidos da América.

“Este é um projeto enquadrado na estratégia que o Turismo de Portugal tem vindo a desenvolver no contexto do Turismo Literário, promovendo experiências inovadoras que possam comunicar o património literário da língua portuguesa, promover as visitas ao longo de todo o ano e em todo o território, através de rotas e paisagens literárias associadas a escritores e obras literárias de referência”, acrescenta o Turismo de Portugal.

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Alojamento

Aqua Village Health Resort & Spa assinala 6.º aniversário com novo programa

Unidade de cinco estrelas em Oliveira do Hospital está a comemorar o 6.º aniversário com o lançamento de um novo programa, denominado “Pleno…bem-estar!”, cujos preços começam nos 720 euros para duas pessoas.

Publituris

O Aqua Village Health Resort & Spa, unidade de cinco estrelas em Oliveira do Hospital, está a comemorar o seu 6.º aniversário, data que serve de mote ao lançamento do “Pleno…bem-estar!”, um novo programa para uma escapadinha a dois, que inclui alojamento de sexta-feira a domingo.

De acordo com Francisco Cruz, diretor da unidade, este novo programa pretende “proporcionar fins de semana retemperadores, numa altura em que se vive sem tempo para aproveitar” o que de melhor o país tem para oferecer.

Com o lançamento do “Pleno…bem-estar!”, o Aqua Village Health Resort & Spa quer apostar “numa nova perspetiva de férias de luxo à beira-rio, na região Centro de Portugal, onde é possível fazer uma escapadinha a dois, num local onde existe tudo o que é necessário para desfrutar de uns dias únicos”, acrescenta o responsável.

Além do alojamento de sexta-feira a domingo, este programa, cujos preços começam nos 720 euros para duas pessoas, inclui também cocktail de boas-vindas, pequeno-almoço, circuito de Spa (piscinas de água quente, sauna, banho turco e ginásio), jantar de sexta-feira e sábado com menu de degustação de três pratos e harmonização de vinhos, assim como a possibilidade de atividades de stand up paddle, kayak e bicicletas e, em caso de disponibilidade, saída tardia no domingo.

Os clientes do Aqua Village Health Resort & Spa podem ainda adicionar outras atividades ao programa pré-definido, a exemplo de tratamentos no Spa Sensations.

O Aqua Village Health Resort & Spa conta com 29 apartamentos, de tipologias T1 e T2, além de uma suite presidencial, assim como com três piscinas exterior, interior e semicoberta, Spa com diversos tratamentos e estruturas suspensas na árvores e que foram adaptadas para a realização de massagens.

 

 

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Transportes

Costa: País vai conhecer decisão definitiva sobre o novo aeroporto só em 2023

“Já não estamos muito longe de poder ter um entendimento sobre a metodologia que deve ser seguida para que o país possa chegar, em final de 2023, em condições de poder tomar uma decisão definitiva sobre este tema que se arrasta a um número excessivo de anos”, afirmou o Primeiro-Ministro, António Costa, sobre o novo aeroporto de Lisboa.

Em entrevista à TVI/CNN Portugal, esta segunda-feira, o Chefe do Executivo lembrou que “tenho tido contactos com novo líder do PSD. Acho que não estaremos muito distantes de podermos fixarmo-nos sobre uma metodologia para a realização da avaliação ambiental estratégica que é necessária entre as diferentes soluções possíveis”, mas escusou-se a apontar quais nem onde”.

Questionado sobre se vão ser estudadas novas localizações para além de algumas já conhecidas, António Costa disse não querer “perturbar o diálogo que tem decorrido de uma forma serena com o dr. Luís Montenegro e espero que continue a seguir”.

O Primeiro-Ministro referiu ainda que vai ser feita a avaliação ambiental estratégica às alternativas que tanto ele como Montenegro entendam que devem ser sujeitas a essa avaliação. “E depois da avaliação ambiental estratégica concluída se tomará uma decisão final”, apontou.

Segundo Costa, “ a decisão nunca foi tomada definitivamente, porque nunca se estabeleceu um grau de consenso suficiente, para acrescentar que tem insistido, desde a campanha eleitoral de 2015, que os grandes projetos de obras públicas, devem merecer o apoio de pelo menos dois terços dos partidos representados na Assembleia da República”, porque “não são obras deste Governo, são obras que o Estado faz para pelo menos décadas”.

Entretanto, O Chefe do Governo voltou a insistir que “vou fazer as alternativas que nós e o PSD entendermos que devem ser sujeitas à avaliação ambiental estratégica”.

 

 

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“O que nos distingue não é o autocarro, mas o serviço de excelência que procuramos dar ao cliente”

Depois de dois anos em suspenso devido à pandemia, a DP Tours Plus já está a operar em pleno, oferecendo tours e transferes de excelência. Em entrevista ao Publituris, Diamantino Pereira, fundador e diretor-geral da empresa, faz um balanço positivo do arranque e revela os planos para o futuro, que, apesar dos desafios, passam pelo crescimento.

Inês de Matos

Nascida em janeiro de 2020, a DP Tours Plus não teve vida fácil nos primeiros meses. À pandemia e à paragem da atividade turística, juntou-se a falta de apoios, fazendo com que o arranque desta empresa de tours e transferes, que foi fundada e é dirigida por Diamantino Pereira, profissional bem conhecido do trade turístico nacional, só começasse verdadeiramente a operar em abril/maio deste ano.

Apesar do início conturbado, a espera por melhores dias compensou e, atualmente, DP Tours Plus está já a pensar em adquirir mais viaturas para conseguir dar resposta aos diversos pedidos, isto apesar dos desafios que também o mercado dos tours e transferes enfrenta, com destaque para o aumento do preço do combustível. Depois, há a velha questão do aeroporto de Lisboa, que também para estes profissionais há muito deixou de ter condições, o que leva o responsável a pedir “rapidez” na decisão sobre o futuro aeroporto.

O que é a DP Tours Plus, quando nasceu e como sobreviveu a empresa à pandemia da COVID-19?
Desde logo, quero explicar que o nome DP Tours Plus tem este ‘Plus’ porque queremos dar aos clientes em serviço extra, um serviço suplementar e distinto.

Nascemos mal, lançámos a empresa em janeiro de 2020, na FITUR, e, logo em março, levámos com a COVID-19 e estivemos parados dois anos.

Foram dois anos com as viaturas paradas, com custos fixos e não tivemos apoios nenhuns porque éramos uma empresa muito recente. Por isso, foram dois anos muito difíceis.

Mas, apesar das dificuldades, não vendemos nem trocámos veículos e esperámos que surgisse uma nova oportunidade, o que aconteceu agora, em abril e maio, em que já posso dizer que as coisas estão a correr bem.

Que serviços disponibiliza a DP Tour Plus?
Somos uma empresa de transportes. Não somos DMC, somos uma empresa de transportes B2B puro e os nossos clientes-alvo são as agências de viagens, DMC e hotéis. Fazemos muitos serviços para hotéis.

Portanto, não somos um DMC e não vendemos diretamente ao público, ao contrário do que, por vezes, o mercado pensa.

Quanto aos serviços, fazemos tours e transferes. Estamos a especializar-nos muito em alguns tours, nomeadamente em três, que são: Portugal com Santiago de Compostela, num tour de 10 dias; Portugal e Andaluzia; e temos também muitos tours que começam em Portugal e terminam em Espanha ou vice-versa. Estes são os tours em que somos especialistas.

Além destes, que são também aqueles que vendemos mais, criámos três tours que ainda não têm grande procura porque ainda não são conhecidos mas que foram criados em consequência de viagens de inspeção. São tours que fogem um pouco do resto que fazemos, um é sobre as raízes do povo judeu em Portugal, num tour de seis dias; outro é a EN2 – não é um tour original, a estada já lá está, mas fui lá experimentar e escolher os melhores locais para realizar paragens, para alojamento e para viver algumas experiências. Depois, temos ainda um tour dos Templários, que explora a história dos Templários em Portugal, além de Tomar e Almourol.

Temos um catálogo com alguns tours definidos e, depois, também fazemos tours à medida do cliente. Ou seja, se um DMC nos pedir, por exemplo, um tour em Marrocos, também fazemos.

Fazemos igualmente transferes – o grosso do negócio são os tours, mas também fazemos transferes, principalmente para a hotelaria.

Mas queria deixar claro que somos transportistas, não somos um DMC.

Esta empresa não é um hobby. É uma empresa séria, profissional, não é apenas uma coisa para estar entretido, ao contrário do que uma parte do setor possa pensar”


Porque optou pela área dos tours e transferes quando pensou em criar a sua própria empresa?
É um negócio que conheço. Fui admitido na Agência Abreu, como guia, com 25 anos. Trabalhei como guia durante muitos anos, até me convidarem para ficar no escritório. Estive quase 40 anos na Abreu e uma das funções que tinha eram as excursões de autocarro. Adquiri todo um ‘know how’ que me permite, hoje, saber do negócio, saber o que o cliente quer e permite-me antever e antecipar alguns problemas, o que acaba por contribuir para que possamos dar um melhor serviço porque conseguimos pensar em pormenores que escapam a muita gente. Por exemplo, devido ao facto de não termos condições no aeroporto de Lisboa, arranjámos umas placas de dimensões maiores para que os clientes nos vejam quando chegam. E funciona, felizmente não tenho ‘no shows’, mas é um detalhe de que só quem já conhece este mundo se lembra.

A escolha desta área de negócio foi intuitiva, atendendo à experiência que já tinha em autocarros?
Quando pensei em criar a empresa, pensei em dois ou três negócios, porque me sentia com capacidade para continuar a trabalhar. Este negócio foi um pouco intuitivo, porque é aquilo que honestamente sei fazer. Também fiz muitos charters, creio que foram centenas, mas não tinha capacidade para criar um operador, é preciso uma grande capacidade financeira. Os charters são muito caros e o risco é muito grande e, por isso, foi uma ideia que ficou logo de parte e percebi que aquilo que, de facto, está no meu ADN são os autocarros.

Mas esta empresa não é um hobby. É uma empresa séria, profissional, não é apenas uma coisa para estar entretido, ao contrário do que uma parte do setor possa pensar. Quando decidi avançar com este projeto foi com muita convicção e, agora, o objetivo é que o negócio cresça.

Enquanto empresa de transportes B2B, têm parcerias com DMC´s, agências e hotéis?
Sim, temos várias parcerias. Não nego que o facto de ter estado muitos anos no mercado – primeiro na Abreu e, depois, na Ávoris -, é uma vantagem, consegui angariar muitas amizades e, acima de tudo, muita confiança. Aquilo que sempre caracterizou a minha atuação foi a honestidade. Ao longo da minha carreira profissional, sempre fiz bons negócios sem mentir ou enganar, sempre fiz negócios com transparência e honestidade. Por isso, conquistei essa imagem no mercado e as pessoas associam a minha pessoa a essa imagem, o que acaba por ser uma mais-valia e uma responsabilidade muito grande.

Queremos diversificar e sentimos necessidade de ter, pelo menos, uma viatura de 26/28 lugares e outra de 45/48 lugares. Este é o nosso propósito a médio prazo”


Serviço e viaturas
Que tipo de viaturas tem a DP Tours Plus?
Neste momento, temos três Mercedes Sprinter de 15 lugares e uma de nove, e temos motoristas próprios. Ou seja, estamos especializados em serviços para pequenos grupos, de 10, 12 e até um máximo de 15 pessoas. Mas queremos diversificar e sentimos necessidade de ter, pelo menos, uma viatura de 26/28 lugares e outra de 45/48 lugares. Este é o nosso propósito a médio prazo, porque já houve algumas situações em que não conseguimos corresponder aos pedidos porque não tínhamos capacidade, embora estejamos associados a um ‘pool’ que tem viaturas maiores e às quais podemos recorrer, mas que não são nossas.

Os tours da DP Tours Plus contam com serviço de guia?
Sim, temos uma seleção de guias – quatro ou cinco – que não trabalham exclusivamente para nós. Hoje em dia, há muito poucas empresas em Portugal com guias efetivos. Nós também não temos, mas trabalhamos com uma seleção de guias que conheço muito bem e que são excelentes.

Que características têm as vossas viaturas, nomeadamente em termos de conforto e mais-valias para os passageiros? Têm, por exemplo, internet Wi-Fi?
A Mercedes Sprinter é uma viatura que tem a carroçaria feita em Portugal e isso permite-nos dizer aquilo que queremos, ou seja, é como fazer um fato à medida. Introduzimos uma série de upgrades que não são estandardizados. Por exemplo, na versão original, o frigorifico tem capacidade de 20 litros, nós aumentámos para 65 litros. Além disso, o degrau não baixava até ao chão, o que poderia ser complicado para pessoas com dificuldade de locomoção e pedimos para que assim fosse.

No caso da internet, também temos Wi-Fi a bordo e que funciona. Mas não é só, os bancos também se podem movimentar lateralmente, a bagageira tem maior capacidade – até porque trabalhamos muito com o mercado brasileiro, que vem duas ou três semanas de férias para a Europa e costuma trazer muita bagagem. Como tivemos oportunidade de ajudar a desenhar o veículo, aumentámos 20% a 25% a bagageira.

Depois, são veículos automáticos que são, de facto, muito cómodos e seguros e, por isso, posso dizer que não vamos mudar de marca, estamos muito satisfeitos, são veículos excelentes.

O conforto das viaturas também contribui para a diferenciação do serviço?
Não me parece que seja por aí, em Portugal há muitas empresas com muito bons veículos. Quando temos autocarros, ficamos viciados e damos por nós a olhar para os veículos da concorrência e, por isso, tenho noção de que há muita qualidade e, embora os nossos sejam veículos muito evoluídos, não é isso que diferencia o serviço.

Então o que é que diferencia o serviço da DP Tours Plus?
A diferença está no próprio serviço e na confiança que existe entre nós e os clientes. Para dar um exemplo, no nosso profile, está o meu número de telefone pessoal e quando dizemos que temos assistência 24h, é mesmo 24h. O meu telefone está sempre ligado e os clientes sabem disso, como também sabem que temos backups, e isso é importante porque os autocarros avariam, há acidentes e estamos muito bem preparados para responder a qualquer problema.

Portanto, esta confiança é muito importante e, depois, também é fundamental que exista cordialidade. O nosso lema é “we are professional and friendly” e é isso que procuramos dar aos nossos clientes. Temos de ser cordiais e humildes, as pessoas que trabalham connosco sabem que temos uma política de tolerância zero, ou seja, o cliente tem sempre de ser bem tratado, se não os tratamos bem corremos risco de abrir falência.

Por isso, a grande diferença não está no autocarro e é preciso ver que o nosso cliente não é o passageiro, é o DMC ou a agência que nos enviou esse passageiro. Portanto, quando prestamos um bom serviço, fidelizamos um cliente para nós e para a agência. E isso também é muito gratificante. Lutamos para fazer o melhor e para o cliente ficar satisfeito, oferecendo um bom produto, um bom atendimento e um bom pós-venda. O que nos distingue não é o autocarro, mas o serviço de excelência que procuramos dar ao cliente.

Perspetivas e desafios
No início desta entrevista disse que o arranque da DP Tours Plus foi complicado devido à pandemia, mas que, agora, já existe procura. Como está a correr o negócio?
Em relação ao verão, estamos bem. Quanto ao inverno, prefiro esperar, não posso dizer como vai correr porque ainda não temos histórico.

O que posso dizer é que o verão está a correr muito bem, até um pouco melhor do que eram as nossas expectativas, o que também nos dá algum alento de que, pelo menos, possamos enfrentar o inverno com aquilo que fizemos no verão. Para quem viveu as dificuldades dos últimos dois anos, posso dizer que estamos satisfeitos.

É muito difícil quando começamos de novo, é preciso começar a ganhar tração, mas posso dizer que as coisas estão a correr bastante bem e que estamos a lutar para que também o inverno possa correr bem. Não estamos à espera de que as coisas aconteçam e, por isso, já estamos a trabalhar no inverno para termos uma temporada aceitável.

É muito difícil quando começamos de novo, é preciso começar a ganhar tração, mas posso dizer que as coisas estão a correr bastante bem e que estamos a lutar para que também o inverno possa correr bem”


Ao nível de mercados, quais são os que estão a registar maior procura pelos serviços da DP Tours Plus?
Todas as empresas têm mercados preferenciais e os nossos são aqueles onde tenho algumas raízes, nomeadamente na América Latina. Trabalhei muitos anos na Argentina, Chile, México, Colômbia, Uruguai e Bolívia. Depois, também temos o Brasil, que é um excelente mercado para nós, assim como a Argentina e o Uruguai. Às vezes é preciso conhecer os mercados para os conseguirmos trabalhar e, felizmente, fruto da minha experiência e de ter trabalhado muitos anos com esses mercados, adquiri algum ‘know how’ e sei como tratar esses clientes.

Além desses mercados, há outro que também trabalhamos muito bem, que é o mercado espanhol.

Não teve cancelamentos desses mercados da América Latina, nomeadamente do Brasil, devido à guerra na Ucrânia?
No início, houve o receio de que o facto da guerra ser na Europa pudesse levar alguns mercados, como o brasileiro, a terem receio de vir para a Europa. Eu próprio ouvi os comentários e também, até certo ponto, pensei que isso pudesse acontecer, mas agora posso dizer que estava completamente enganado.

Na DP Tours Plus, não tivemos problemas de cancelamentos e, ainda esta semana estivemos em Évora com um grupo e 80% eram brasileiros. É um mercado que trabalhamos bem.

Mas a guerra está a trazer também outros problemas, nomeadamente inflação e aumento dos custos. No caso da DP Tours Plus, este aumento de custos vai ser um problema?
Já está a ser um problema. A maioria das empresas de transportes já está a pagar mais 30% ou 40% no combustível e não estamos a refletir esses aumentos nos preços finais. Portanto, é um problema que nos afeta imenso, admito que alguns transportistas tenham força para refletir na conta final esse aumento, mas também conheço muitos que não e eu sou um deles.

Como é que se consegue gerir uma empresa de transportes com o combustível a aumentar semanalmente?
É muito complicado. Há seis meses, um litro de gasóleo custava 1,30 euros e, agora, custa 2,23 euros. Ou seja, quando enchemos o depósito de uma sprinter custa 130 euros e não há crédito.

Admito que a maioria das empresas não está a refletir na fatura final estes aumentos, nós, por exemplo, não temos essa capacidade mas, se esta tendência se mantiver, mais cedo ou mais tarde, isso vai ter de acontecer.

Tenho a esperança que a guerra acabe rápido e que o preço dos combustíveis volte a normalizar mas, se a subida se mantiver, não conseguimos manter os preços. Ou temos capacidade de refletir isso na conta do cliente – o que também nos vai prejudicar porque o preço final fica mais alto e o cliente, depois, já não quer – ou esta subida não será suportável por muito tempo. Mantenho a esperança que a guerra acabe antes do inverno e que o gasóleo possa descer.

Aeroporto
Outro problema, que é, aliás, uma questão que se arrasta há décadas, é o aeroporto de Lisboa e, há poucas semanas, foi proposta a solução de dois aeroportos – Montijo e Alcochete. Como vê esta hipótese, poderia ser a solução que o setor do turismo precisa?
Acerca dessa proposta de dois aeroportos, nem faço comentários porque penso que foi um absurdo. Mas o certo é que, nesta questão do aeroporto, andamos atrasados 50 anos.

Acho que a melhor solução seria Alcochete, porque seria um aeroporto para o futuro. Mas, acima de tudo, o que peço, assim como o setor do turismo, é que seja rápido.

O problema da Portela é que só dá para metade dos passageiros. Para as pessoas que vêm de fora do espaço Schengen, e nós temos muitos clientes brasileiros, é um problema porque são horas de espera. Posso dar um exemplo, há pouco tempo tive um grupo de 13 pessoas que chegou a Lisboa e, depois, fez um tour pela Andaluzia. Era um grupo que vinha de Salvador, no Brasil, e estava previsto chegar às 11h00, mas o voo até chegou antes, às 10h35. Sabe a que horas os clientes saíram do aeroporto? Às 18h10, e ainda fomos para Córdoba, em Espanha, onde só chegámos às 03h30.

Portanto, acho sinceramente que as pessoas que andam a protelar esta decisão nunca viveram estes problemas. O nosso prazo de validade já terminou e acho que as pessoas que decidem não têm essa noção.

E Beja, qual é a sua opinião sobre a utilização deste aeroporto em complemento de Lisboa?
Há cerca de cinco anos fiz uma inspeção ao Aeroporto de Beja com outros operadores e não nos convenceu. Não há autoestrada, não há comboio, não tem condições nenhumas.

As condições do aeroporto até são boas e, apesar de ser pequeno, o aeroporto funciona. O problema é a distância a que está de Lisboa, além da concorrência, como se explicaria que uns voos partissem de Lisboa e outros de Beja? Nessa altura, estava na operação turística e percebi que um operador que colocasse um charter em Beja só venderia quando os charters que partissem da Portela estivessem cheios e é preciso ver que o risco de um charter é muito grande.

Portanto, estamos atrasados e não temos grande alternativa à construção do aeroporto em Alcochete. O que gostaria era que fosse rápido porque estamos muito carentes.

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Costa Cruzeiros: Luigi Stefannelli vai dirigir também o mercado francês

O diretor geral da Costa Cruzeiros para Espanha e Portugal, Luigi Stefannelli, vai coordenar também o mercado francês.

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Para além das suas atuais responsabilidades, que desempenha desde 2019, o executivo passa, assim, a liderar não só o terceiro, mas também o segundo mercado mais importante para a companhia de cruzeiros.

Sob a liderança de Luigi Stefanelli, a equipa francesa vai estar fortemente empenhada em manter a França como o segundo maior mercado da Europa para a Costa Cruzeiros, assegurando trabalhar em estreita colaboração com agentes de viagens e parceiros estratégicos.

Luigi Stefanelli conta com mais de 10 anos de experiência na indústria de cruzeiros. Ingressou na sede da Costa Cruzeiros em Génova no departamento de Revenue Management em 2011. No início de 2013, foi nomeado diretor de desenvolvimento de negócios, estratégia de preços e gestão de receitas da empresa na Ásia, e em 2015, assume o cargo de diretor geral para a Áustria e Suíça para ambas as empresas do Grupo Costa, Costa Cruzeiros e Aida Cruises, responsabilidade que posteriormente foi alargada à República Checa, Eslováquia, Eslovénia e Hungria, assumindo o cargo de diretor geral da Europa Central, antes de dar o salto para a Península Ibérica.

 

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Allianz Partners reforça parceria com a OMT

O objetivo desta parceria passa por continuar a promover o turismo seguro, responsável e acessível.

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A Allianz Partners acaba de reforçar a sua parceria com a Organização Mundial de Turismo (OMT) como membro afiliado, com o objetivo de continuar a promover o turismo seguro, responsável e acessível.

De acordo com o último “Travel Summit”, organizado pela Allianz Partners, os viajantes estão cada vez mais preocupados com o seu impacto no meio ambiente e procuram opções sustentáveis na hora de viajar. Entre os destaques deste encontro, cuidar do planeta tornou-se uma prioridade para muitas pessoas, que tomam decisões mais éticas, sustentáveis e ecológicas quando viajam. Tudo isso destaca a importância de promover um turismo seguro e que respeite o meio ambiente, e é uma das razões pelas quais a Allianz Partners assina o Memorando de Entendimento com a OMT como membro da rede de afiliados.

O acordo com a OMT confirma o desejo das duas entidades de continuar a colaborar nas seguintes áreas: promoção de valores para um turismo sustentável, inclusivo e acessível; a transformação digital do turismo, a educação e a formação em turismo e a partilha de conhecimentos entre os principais agentes do setor do turismo.

Miguel Mello do Rego, CEO da Allianz Partners Portugal, acredita que “a parceria com a OMT é a combinação perfeita para juntos fortalecermos o nosso compromisso sustentável na área das viagens e do turismo em geral”. O responsável pela seguradora em Portugal avança ainda, em comunicado, que o objetivo é “oferecer soluções e, acima de tudo, confiança aos viajantes, que agora podem voltar a viajar mais conscientes do seu impacto no meio ambiente”.

Ion Vilcu, diretor do Departamento de Membros Afiliados da OMT, afirma, por sua vez, que “a cooperação com os membros afiliados, como a Allianz Partners, é um dos objetivos da nossa organização”, reforçando que “questões como o desenvolvimento do turismo sustentável e acessível, a educação e a formação no turismo são algumas das prioridades da OMT”.

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8 milhões de passageiros afetados por cancelamentos e greves nos aeroportos elegíveis para compensação

Os cancelamentos e greves ocorridas nos voos de e para a Europa ao longo do mês de maio de 2022 fazem com que oito milhões de passageiros sejam elegíveis para receberem compensações financeiras que poderão ir até aos 600 euros.

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Segundo informação avançada pela SchengenVisaInfo.com, cerca de oito milhões de passageiros que viajaram de e para a Europa ao longo do mês de maio de 2022 são elegíveis para receberem uma compensação no valor de 600 euros por causa das disrupções que aconteceram nos aeroportos (greves e cancelamentos).

As companhias aéreas mais visadas por esta situação são a easyJet com 26.088 ocorrências, seguida da Turkish Airlines (22.490) e Lufthansa (17.021), enquanto no que diz respeito aos países o destaque vai para o Reino Unido que registou mais de 30.000 disrupções em voos, seguido da Alemanha e Espanha com 24.169 e 23.256 voos, respetivamente.

Relativamente aos aeroportos mais afetados, a liderança pertence a Gatwick (Reino Unido) com 6.760 voos, seguido de Frankfurt (Alemanha) com 6.415 voos e Istambul Ataturk (Turquia) com 6.015 voos.

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