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Meliá Hotels International
Hotelaria

Meliá Hotels International acrescenta dois novos hotéis no México ao portefólio

A marca Gran Meliá abrirá o seu primeiro hotel no México, na Riviera Nayarit. Já a marca ME by Meliá aposta num segundo hotel no país, em Guadalajara.

A Meliá Hotels International passará a contar com dois novos hotéis no México. A marca Gran Meliá Hotels & Resorts abrirá o primeiro hotel no México, enquanto a ME by Meliá abrirá o segundo hotel no país.

A marca de luxo Gran Meliá vai inaugurar o novo hotel em Rivera Nayarit. Localizado à beira do Oceano Pacífico, a 70 quilómetros do aeroporto, o futuro Gran Meliá em Rivera Nayarit irá oferecer 180 quartos e suítes, além de “todas as comodidades necessárias para uma experiência de puro luxo”, como o grupo assegura em comunicado.

Após a abertura do ME Cabo Hotel, o segundo hotel da marca ME by Meliá no México estará localizado em Guadalajara e será a primeira unidade hoteleira urbana da marca no país. O ME Guadalajara vai disponibilizar 150 quartos e suítes, além de espaços como uma piscina no rooftop. Em linha com outros hotéis ME, o grupo explica que “o ME Guadalajara irá também oferecer uma ampla variedade de experiências gastronómicas”.

A Meliá Hotels International justifica o investimento destas novas aberturas no México com o facto de o “país viver um período de crescimento e desenvolvimento turístico em todos os seus destinos, tanto urbanos como de resort”. Como explica, “o país superou em 2022 o número de turistas internacionais recebidos em 2019”, sendo o “destino preferencial para viajantes dos Estados Unidos, Canadá e outros países das Américas, como a Colômbia”.

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hotel Martinhal Cascais
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Elegant Group vende hotel Martinhal Cascais à Onyria

O grupo justifica a decisão com o facto de pretender focar-se “na diversificação e novos negócios em Portugal”.

A família Pinto Coelho, anterior proprietária do hotel Martinhal Cascais e proprietária das marcas Onyria Golf Resorts, Onyria Quinta da Marinha Hotel e Onyria Quinta da Marinha Golf, contactou a família Stern, detentora do Elegant Group, para adquirir o hotel e voltar a integrá-lo na sua carteira de negócios na Quinta da Marinha.

Chitra e Roman Stern aceitaram a oferta de compra no passado mês de outubro, sendo que a entrega da propriedade terá lugar a 8 de janeiro de 2023. Em comunicado, os responsáveis pelo Elegant Group asseguram que o Martinhal Cascais “continuará a ser um cinco estrelas de topo, onde colaboradores e hóspedes serão tratados com o maior respeito e cuidado”.

A família Pinto Coelho é proprietária do campo de golfe desde 1985 e do hotel da Quinta da Marinha desde 1999. Por essa razão, a família Stern afirma em comunicado que “tendo em mente as outras propriedades e negócios do grupo Onyria na Quinta da Marinha, este hotel faz todo o sentido para o portefólio da marca”.

Numa nota final, o Elegant Group afirma que “continuará a procurar outras oportunidades para a marca Martinhal, bem como outros projetos imobiliários em Portugal”, assegurando que “não tem planos para vender as outras propriedades”.

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Distribuição

Solférias reforça aposta no destino Egito para o Verão 2023

Com voo direto já programado a partir do Porto com destino a Hurghada, a Solférias reforça o compromisso de antecipar o lançamento da sua programação para o Verão de 2023.

Reforçando o seu compromisso de antecipar o lançamento da sua programação para os diversos destinos e principais épocas de viagem para viajantes nacionais, a Solférias continua a disponibilizar a sua programação para o Verão de 2023, desta vez com o lançamento da sua programação especial para Hurghada, no Egito.

Segundo a Solférias, “este destino tem vindo a ganhar nos últimos anos, uma nova relevância nas preferências dos portugueses no momento de elegerem o seu destino para as suas férias de Verão”.

Assim, para o Verão 2023, está já programado um voo direto Porto / Hurghada, com partidas às segundas-feiras, de 5 de junho a 11 de setembro, com preços a partir de 1.065 euros por pessoa, para 7 noites em regime de tudo incluído.

Para além deste primeiro voo especial, a Solférias mantem uma oferta alargada de programas para o Egito, incluindo estadias em Sharm El Sheikh, combinados Cairo com praia ou cruzeiros no Nilo de 3 e 4 noites.

Em comunicado, a Solférias diz “manter a convicção que esta antecipação da oferta vai aumentar ainda mais a capacidade dos agentes de viagem, em responder à crescente procura dos viajantes nacionais em reservar as suas férias atempadamente, reforçando o seu compromisso de continuar a apresentar as melhores ofertas para os melhores destinos, com a maior segurança e com os preços mais competitivos”.

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Transportes

TAP regressa aos lucros no 3.º trimestre do ano

A TAP obteve, no terceiro trimestre de 2022, lucros superiores a 111 milhões de euros face aos prejuízos de 134 milhões de igual período de 2021. O resultado operacional também registou uma melhoria e passou de 46 milhões negativos para 141 milhões positivos.

A TAP obteve um resultado líquido positivo de 111,3 milhões de euros no terceiro trimestre de 2022, correspondendo a uma subida de 182,8% face aos 134,5 milhões de euros negativos registados em igual período de 2021, referindo a companhia que estes números foram “impulsionados por fortes resultados operacionais e efeitos positivos da implementação da política de cobertura cambial”.

Em termos de receitas operacionais, a TAP revela, em comunicado, que atingiu 1.118 milhões de euros, mais 152,2% que no terceiro trimestre do ano transato, período em que registou 443,7 milhões de euros, excedendo, assim, os níveis pré-crise em 7,5%.

Em termos de EBIT (resultados operacionais), a companhia aérea nacional obteve 141 milhões de euros, correspondendo a uma subida de 187%, enquanto o EBITDA passou de 65,5 milhões de euros para 268,5% milhões de euros, ou seja, uma subida de quase 203%.

Em comunicado, Christine Ourmières-Widener, Chief Executive Officer da TAP, refere que a companhia está “a confirmar a solidez do seu desempenho no terceiro trimestre, com todas as métricas financeiras acima dos níveis pré-crise, apesar do aumento dos custos de combustível”.

Para o quarto e último trimestre do ano, a CEO da TAP salienta que “a procura mantém-se bastante forte, suportando as expectativas de um bom resultado acumulado até final do ano”.

Já para 2023, Christine Ourmières-Widener admite que “a visibilidade é, no entanto, ainda limitada e, atendendo às incertezas da atual conjuntura, é cada vez mais crucial que mantenhamos o foco no nosso plano estratégico, o qual tem, até agora, provado ser eficaz”.

Assim, refere que os próximos passos decisivos a tomar são: “levar a cabo discussões produtivas com os nossos parceiros laborais para a criação de Acordos Coletivos de Trabalho mais modernos, melhorar as nossas operações e a qualidade do nosso serviço com o envolvimento de todos os stakeholders, a constante negociação de todos os nossos contratos com terceiros e a cuidada preparação do próximo ano”.

Ainda relativamente ao terceiro trimestre de 2022, o número de passageiros transportados duplicou, em comparação com o mesmo período de 2021, atingindo 85% dos níveis do terceiro trimestre de 2019. Adicionalmente, durante este período, a TAP operou uma vez e meia o número de voos do terceiro trimestre de 2021, ou 81% das partidas do terceiro trimestre de 2019.

Quanto aos custos com combustível, a TAP refere que estes triplicaram, “aumentando em 269,9 milhões de euros numa base anual para 371,9 milhões de euros”, frisando a companhia que. “apesar de ter gerado um efeito positivo de 15,9 milhões de euros, a estratégia de cobertura apenas conseguiu reduzir de forma marginal o efeito dos preços de mercado do jet fuel mais elevados, que contribuíram com 153 milhões de euros para o aumento do custo com combustível”.

Durantes o terceiro trimestre, a TAP transportou 4,320 milhões de passageiros, mais 2.214 milhões que em igual período de 2021, correspondendo a uma subida de 105,1%

Já no que diz respeito ao acumulado do ano, até 30 de setembro de 2022, as receitas operacionais atingiram 2.440,1 milhões de euros, mais 195,1% do que nos primeiros nove meses de 2021. Juntamente com o maior nível de atividade (ASK aumentou em 135%), também os custos operacionais recorrentes registaram um aumento significativo de 79% para 2.286 milhões de euros, resultando num EBIT recorrente positivo de 154,1 milhões de euros, um aumento de 104,7 milhões de euros, ou 3,1 vezes o montante no mesmo período de 2019, que até agora foi, para a TAP, o melhor ano em termos de desempenho financeiro.

Nos nove meses de 2022, os números avançados pela TAP revelam que a companhia transportou 10,144 milhões de passageiros. Isto significa um crescimento de 195,9% face aos 3,428 milhões de passageiros transportados nos primeiros nove meses de 2021.

De referir que a frota atual da TAP é constituída por 22 A330 (19 neo e 3 ceo), 23 A321 neo, 26 A320 ceo, 5 A319 ceo e mais 20 aeronaves regionais (5 ATR e 15 Embraer).

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Destinos

BdP prevê continuação do “crescimento expressivo” nas receitas turísticas de setembro

O Banco de Portugal (BdP) estima uma subida de 69% nas receitas turísticas face a igual mês de 2021 e de 115% em comparação com setembro de 2019.

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As receitas turísticas deverão ter mantido, em setembro, uma tendência de “crescimento expressivo”, segundo o Banco de Portugal (BdP), que estima uma subida de 69% face a igual mês de 2021.

De acordo com uma nota do BdP, além das receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, também as importações do turismo, que resultam dos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, deverão ter subido acentuadamente em setembro, num aumento de 30%.

“Em setembro de 2022, o indicador preliminar das viagens e turismo aponta para um crescimento expressivo das exportações e das importações face a setembro de 2021, em linha com as evoluções registadas em agosto”, refere o Banco de Portugal (BdP) na informação divulgada.

Os valores de setembro situam-se também acima dos registados em 2019, o último ano antes da pandemia da COVID-19, com as exportações a corresponderem a 115% e as importações a 121% dos respetivos valores observados no mesmo mês de 2019.

No acumulado até setembro, também existem notícias positivas, uma vez que as exportações e importações superam igualmente os valores observados em igual período de 2019, correspondendo a 114% e 106% do valor registado em mês homólogo de 2019.

“Esta informação baseia-se num conjunto mais restrito de informação, predominantemente de cartões bancários, e não substitui as séries históricas de exportações e importações de viagens e turismo publicadas no BPstat”, acrescenta o BdP.

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Transportes

Associação das Companhias Aéreas da África Austral vai ser liderada pelo diretor-geral da LAM

João Carlos Pó Jorge, diretor-geral da LAM, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA) e vai liderar a associação nos próximos 12 meses.

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O diretor-geral das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), João Carlos Pó Jorge, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA), liderando a associação nos próximos 12 meses.

De acordo com a Lusa, além de João Carlos Pó Jorge, também Elmar Conradie, diretor-executivo da Safair, foi eleito vice-presidente da associação, cargo que vai desempenhar ao longo do próximo ano.

O “fornecimento confiável de combustível” é, atualmente, o maior desafio para as companhias aéreas africanas, motivo pelo qual foi já apontado como a principal prioridade da AASA, a par das restrições e da quebra abrupta do negócio devido à COVID-19.

A revisão de políticas e regulamentos dos diferentes estados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) faz ainda parte da lista de temas a abordar no novo mandato da AASA.

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Transportes

Ryanair torna viagens mais fáceis para cliente com deficiências

Através desta parceria, pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair passam a estar preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas

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A Ryanair juntou-se à rede de Hidden Disabilities Sunflower, reconhecendo a Sunflower Lanyards – um símbolo globalmente reconhecido de deficiência não visível. Esta nova iniciativa faz parte do contínuo foco na experiência do cliente da companhia aérea, permitindo aos pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair apoiar ainda mais os clientes, tornando as viagens mais fáceis e mais acessíveis para todos.

Com mais de 1,5 milhões de clientes da Ryanair que requerem assistência especial todos os anos, a companhia aérea, com o apoio da Hidden Disabilities Sunflower, desenvolveu e entregou um programa de formação anual, de forma a ajudar as suas equipas a obter uma compreensão mais profunda das deficiências não visíveis.

Assim, a tripulação da Ryanair, baseada em 90 bases, “está pronta a apoiar os utilizadores desta organização com uma oferta de ajuda, compreensão ou simplesmente mais tempo”, refere a companhia aérea, em comunicado.

Tracy Kennedy, diretora de Customer Service da Ryanair, refere que a companhia transporta “mais de 165 milhões de passageiros por ano, com mais de 1,5 milhões a necessitarem de assistência especial”, salientando que através do reconhecimento da Sunflower Lanyards, é possível “às 17.000 pessoas nas nossas 90 bases de tripulação um melhor apoio aos nossos clientes com deficiências não visíveis”.

A responsável frisa ainda que, “após o lançamento da formação abrangente ‘Hidden Disabilities’ este Verão, estamos extremamente orgulhosos de que os nossos pilotos, tripulação e equipas de apoio estejam agora totalmente preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas”.

Já Tristan Casson-Rennie, Diretor Regional, Irlanda & Irlanda do Norte da Hidden Disabilities Sunflower, congratula-se com o facto da Ryanair ter aderido à rede global de ‘Hidden Disabilities Sunflower’. “Passageiros com deficiências não visíveis podem voar para 36 países sabendo que serão apoiados pela tripulação da Ryanair em 228 aeroportos”, diz Casson-Rennie, concluindo ainda que “as viagens estão a tornar-se mais acessíveis para pessoas com deficiência, alargando as oportunidades de exploração, trabalho e diversão”.

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Transportes

Aviação civil chinesa perde 14,6 mil milhões de euros até setembro

As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, o que se deve à redução da operação devido à COVID-19 mas também ao aumento do preço do combustível.

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As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, perdas que, segundo a Lusa, se devem às medidas de prevenção epidémica vigentes no país, no âmbito da estratégia ‘zero covid’.

Segundo a Lusa, que cita o portal de informação económica Yicai, as perdas foram especialmente acentuadas nas quatro maiores empresas chinesas do setor, concretamente Air China, China Eastern, Hainan Airlines e China Southern, que somaram perto de 90% das perdas, enquanto a Spring Airlines, principal companhia aérea low cost chinesa e que tinha sido a única a apresentar lucros nos três primeiros trimestres de 2021, também apresentou prejuízo.

“As perdas da indústria ultrapassaram o total somado de 2021 e 2020. Este ano é o pior de sempre para a aviação civil da China”, disse o analista Lin Zhijie, citado pelo portal Yicai.

De acordo com o especialista, este ano, o setor da aviação civil chinês operou apenas a 50% de 2019, enquanto no ano passado foi registada uma operação de cerca de 70% dos níveis de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19.

Além da diminuição da operação, as companhias aéreas chinesas estão ainda a lidar com o aumento dos preços dos combustíveis, que subiu 75% em termos homólogos, o que significa um custo extra de cerca de 40.000 milhões de yuans (5.530 milhões de euros) para as empresas do setor.

O portal Yicai lembra que, este ano, cerca de uma dezena de companhias aéreas chinesas e subsidiárias declararam insolvência, numa tendência que se deverá agravar no futuro.

Recorde-se que, devido à pandemia, a Administração de Aviação Civil da China foi obrigada a apoiar as companhias aéreas e, ainda no primeiro semestre de 2022, realizou injeções de capital na Air China, China Eastern, China Southern e no maior grupo de aeroportos do país, a Capital Airports Holdings.

A Administração de Aviação Civil da China estendeu mesmo as linhas de crédito de apoio às companhias aéreas e abriu uma nova, no valor de 150.000 milhões de yuans (20.731 milhões de euros), que se junta à que já existia e que tem um valor de 65.600 milhões de yuans (9.067 milhões de euros), sendo esta última também destinada ao apoio aos aeroportos do país.

Recorde-se que a China adoptou uma política de zero casos de COVID-19, o que leva a confinamentos rigorosos e à suspensão dos voos sempre que seja detectado um surto da doença, o que ajuda a explicar a difícil situação económica das transportadoras chinesas.

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Air France-KLM assume interesse na TAP

O interesse é assumido pelo presidente executivo da Air France-KLM, Ben Smith, que diz que, “se as circunstâncias forem as adequadas”, o grupo vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP.

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O presidente executivo do Grupo Air France-KLM, Ben Smith, assumiu que o grupo de aviação franco-holandês está interessado numa parceria ou aquisição de capital da TAP, “se as circunstâncias forem as adequadas”.

“Estamos interessados”, afirmou o responsável, durante a apresentação de resultados da Air France-KLM do terceiro trimestre de 2022, em que o grupo de aviação obteve receitas de 8112 milhões de euros e um lucro de 460 milhões de euros.

Segundo Ben Smith, o Grupo Air France-KLM vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP, com vista a uma parceria ou aquisição de capital, quando for aberto o processo de reprivatização da companhia aérea de bandeira nacional.

“A consolidação é um factor-chave para nós, especialmente na Europa”, acrescentou o presidente executivo da Air France-KLM, explicando que o grupo de aviação tem “estudado durante vários anos” o mercado da Península Ibérica.

Recorde-se que, além do interesse manifestado na TAP, a Air France-KLM está atualmente em conversações para entrar no capital da ITA, companhia aérea italiana que veio substituir a Alitalia.

A Reuters adianta que o grupo franco-holandês terá apresentado uma proposta de 350 milhões por 50% do capital da ITA, mais uma ação, de modo a garantir a maioria do capital.

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Transportes

Iberia estima capacidade 105% acima de 2019 no início de 2023

No último trimestre de 2022, a Iberia conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

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A Iberia estima que, no primeiro trimestre de 2023, seja possível aumentar em 105% a capacidade oferecida face a igual período de 2019, antes da pandemia da COVID-19, o que será possível graças aos novos aviões que a companhia aérea espanhola se prepara para receber.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado da Iberia, no último trimestre de 2022, a companhia aérea conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

No comunicado citado pela Lusa, a Iberia sublinha que já restabeleceu toda a sua rede de voos e destinos na América Latina, está a crescer nos Estados Unidos, com a rota para Dallas, e terá uma maior implantação em várias rotas da sua rede de curto e médio curso em Espanha e na Europa.

Em Espanha, a transportadora conta mesmo disponibilizar, este inverno, uma maior capacidade do que acontecia em 2019 nas redes de curta distância e médio curso, nomeadamente em destinos de negócios mas também lazer.

“Em Espanha, a Iberia reforça a sua posição na Air Bridge, e recupera todas as frequências que operava antes da pandemia”, informa a companhia aérea no comunicado divulgado.

E também na América Latina a Iberia já recuperou a totalidade da rede que tinha antes da pandemia da COVID-19, meta que foi atingida com a retoma dos voos para o Rio de Janeiro e Caracas, que eram os únicos que ainda não tinham sido retomados e que a Iberia voltou a operar este fim-de-semana, ambos com três frequências por semana.

No total, a Iberia conta, este inverno, com cerca de 260 voos semanais, a maioria dos quais são diários e ligam a Europa a 18 destinos em 16 países da América Latina.

A Iberia destaca ainda a recuperação nos EUA, que conta este inverno com um aumento de capacidade em comparação com 2019, já que a companhia aérea vai disponibilizar 589.000 lugares nas rotas norte-americanas, o que representa um aumento de 15% face a 2019, e cerca de 2.000 voos, mais 21% do que no inverno pré-pandemia.

A Iberia vai também manter a rota para Dallas, nos EUA, ao longo de todo o ano e, em dezembro, passa a operar no terminal 8 do aeroporto JFK, em Nova Iorque, EUA.

Na Europa, a companhia aérea destaca ainda os crescimentos em Itália (Roma e Milão), França (Paris), Suíça (Genebra) e Portugal, onde a rota para o Funchal funcionará durante todo o inverno, concluiu.

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