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Turismo do Porto dá a conhecer projecto de financiamento

O Turismo do Porto e Norte de Portugal e a Turismo Capital (Turismo de Portugal) apresentam ao Norte do país o novo fundo de capital de risco – FCR Dinamização Turística. A iniciativa vai decorrer no próximo dia 27 pelas 15 horas, no Hotel Sheraton do Porto. A iniciativa tem como objectivo dar a conhecer… Continue reading Turismo do Porto dá a conhecer projecto de financiamento

Susana Leitão
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Turismo do Porto dá a conhecer projecto de financiamento

O Turismo do Porto e Norte de Portugal e a Turismo Capital (Turismo de Portugal) apresentam ao Norte do país o novo fundo de capital de risco – FCR Dinamização Turística. A iniciativa vai decorrer no próximo dia 27 pelas 15 horas, no Hotel Sheraton do Porto. A iniciativa tem como objectivo dar a conhecer… Continue reading Turismo do Porto dá a conhecer projecto de financiamento

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Susana Leitão
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O Turismo do Porto e Norte de Portugal e a Turismo Capital (Turismo de Portugal) apresentam ao Norte do país o novo fundo de capital de risco – FCR Dinamização Turística. A iniciativa vai decorrer no próximo dia 27 pelas 15 horas, no Hotel Sheraton do Porto. A iniciativa tem como objectivo dar a conhecer aos empresários de turismo da região este instrumento de financiamento no valor de 50 milhões euros.

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Meeting Industry

AHRESP traz tema da digitalização a Lisboa

“Digitalizar sem desumanizar” num setor que é feito de pessoas para pessoas é o mote de mais uma conferência promovida pela AHRESP, que terá lugar no Fórum Picoas, em Lisboa, no próximo dia 27 de maio.

A Conferência ‘Transição digital: Digitalizar sem desumanizar’, pretende lembrar, segundo a Associação, que a digitalização é um meio e não um fim em si, e destacar as enormes potencialidades, assim como as tendências da revolução digital no Turismo, mas também avisar para os seus riscos e ajudar a conhecer e desmistificar conceitos e soluções tecnológicas disponíveis.

Na abertura está já garantida a presença de Tiago Quaresma, vice-presidente da AHRESP; Diogo Moura, vereador da Câmara Municipal de Lisboa e Francisco Calheiros, Presidente da Confederação do Turismo Português e ainda de Mário Campolargo, secretário de Estado da Modernização Administrativa, que entrará com uma mensagem à distância.

 

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Hotelaria

Vantagens para clientes da Small Portuguese Hotels na Rede Expressos

A Small Portuguese Hotels junta-se à Rede Expressos para oferecer vantagens aos mais de 250 mil clientes do programa RFlex nas suas reservas num alojamento da cadeia hoteleira.

Nesta iniciativa com a Rede Expressosa Small Portuguese Hotels, diz e nota de imprensa, que pretende reforçar o seu compromisso de mostrar o melhor que Portugal tem para oferecer, com conteúdos originais, parcerias relevantes e diversas ofertas.

Por cada reserva efetuada num dos hotéis Small Portuguese Hotels, os clientes RFlex recebem diretamente benefícios com esta parceria, para além do desconto adicional de 5% nessa mesma estada, como vantagem da reserva através da plataforma da cadeia hoteleira.

A Small Portuguese Hotels conta, atualmente, com 140 pequenos hotéis independentes, de três a cinco estrelas, de norte a sul do país e ilhas.

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Destinos

Receitas turísticas de março já ultrapassaram período pré-pandemia

As receitas provenientes da atividade turística somaram 1.176,00 milhões de euros em março, valor que traduz um aumento de 5,3% face a igual mês de 2019, de acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 18 de maio, pelo Banco de Portugal (BdP).

As receitas provenientes da atividade turística somaram 1.176,00 milhões de euros em março, valor que traduz um aumento de 5,3% face a igual mês de 2019, o último ano antes da chegada da pandemia, quando este indicador tinha ficado nos 1.117,25 milhões de euros, de acordo com os dados revelados esta quarta-feira, 18 de maio, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os valores divulgados pelo BdP indicam que, face a março de 2021, o crescimento das receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, foi bem mais expressivo, uma vez que, em mês homólogo do ano passado, o país estava ainda a sair do segundo confinamento, pelo que o crescimento foi de 343,2% face aos 265,34 milhões de euros apurados em março do ano passado.

Em comparação com março de 2020, ano em que a COVID-19 chegou a Portugal e obrigou ao primeiro confinamento a partir de meados desse mês, o crescimento das receitas turísticas chega aos 93,9%, já que o montante apurado nessa altura tinha sido de 606,48 milhões de euros.

Apesar das notícias positivas nas receitas turísticas, março ainda não trouxe um crescimento das importações do turismo, que se encontram pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, uma vez que este indicador somou 264,81 milhões de euros, o que traduz uma descida de 14,8% face aos 310,86 milhões de euros apurados em março de 2019.

Apesar disso, o valor das importações do turismo ultrapassou os dois últimos anos, ficando 56,1% acima dos 169,66 milhões de euros apurados em março de 2020 e 89,3% acima dos 139,91 milhões de euros relativos a março de 2021.

Já o saldo da rubrica ‘Viagens e Turismo’ somou, em março, 911,19 milhões de euros, valor que também traduz um aumento de cerca de 13% face aos 806,39 milhões de euros apurados em igual mês do último ano antes da pandemia.

Em comparação com março de 2020 e 2021, o crescimento do saldo das ‘Viagens e Turismo’ é ainda mais expressivo, traduzindo aumentos de 108,6% face aos 436,82 milhões de euros de mês homólogo de 2020, e 626,5% na comparação com os 125,43 milhões de euros de março de 2021.

“As exportações e as importações de viagens e turismo cresceram, em termos homólogos, respetivamente, 343,2% e 89,3%, permitindo que o excedente desta rubrica aumentasse 786 milhões de euros. As exportações superaram em 5% o valor de março de 2019, enquanto as importações se situaram 15% abaixo do valor observado nesse mês”, resume o BdP, no comunicado divulgado.

No acumulado dos três primeiros meses de 2022, as receitas turísticas somam já 2.725,88 milhões de euros, valor que fica 223,1% acima do apurado em igual período do ano passado e que traduz um aumento de 6,8% face ao acumulado dos três primeiros meses de 2020.

Em relação ao primeiro trimestre de 2019, quando o valor acumulado das receitas turísticas tinha sido de 2.876,71 milhões de euros, continua, no entanto, a registar-se uma descida de 5,2%.

Já no que diz respeito às importações, no acumulado dos três primeiros meses o montante é de 696,78 milhões de euros, valor que fica 18,2% abaixo de igual período pré-pandemia, quando chegava aos 852,08 milhões de euros. Face ao acumulado de 2020 e de 2021, o resultado é, no entanto, distinto, já que traduz uma redução de 7,2% face aos 747,19 milhões de euros de 2020 e um aumento de 46,4% face aos 373,49 milhões de euros de igual período de 2021.

No que diz respeito ao acumulado do saldo desta rubrica, o valor está nos 2.029,1 milhões de euros, o que indica que, face a igual período de 2019, também houve um aumento, ainda que tenha sido de apenas 0,2%, para 2.024,63 milhões de euros. Face ao acumulado do primeiro trimestre de 2020 e 2021, o aumento foi de 12,4% e 331,6%, respetivamente.

 

Sobre o autorInês de Matos

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Destinos

OMT promove digitalização de um milhão de PME do turismo

Promovido pela Organização Mundial do Turismo (OMT), o programa “Digital Futures” será desenvolvido em três anos, e vai envolver pelo menos um milhão de PME do setor.

A OMT acaba de anunciar o lançamento do programa “Digital Futures”, projetado para acelerar a adoção de novas tecnologias nas pequenas e médias empresas (PME) do turismo.

Desenvolvida em colaboração com algumas das principais empresas de tecnologia, finanças e negócios do mundo, como a Mastercard, a iniciativa é focada nas PME, que representam 80% de todas as empresas do turismo.

A OMT visa alcançar pelo menos um milhão de PME deste setor durante a vigência do programa, fornecendo-lhes os conhecimentos fundamentais necessários para aproveitar o poder das tecnologias novas e emergentes.

O secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, lembra que “as pequenas empresas são a espinha dorsal do turismo”, dai a necessidade deste programa que “as ajudará a se recuperar dos impactos da pandemia e impulsionar o setor, através inovação e novas tecnologias.”

A fim de fornecer às PME orientações e ferramentas personalizadas, o programa é construído sobre uma Ferramenta de Diagnóstico de Prontidão Digital que compara as PME em cinco dimensões digitais principais – Conectividade, Crescimento dos Negócios, Comércio Eletrónico, Big Data e Análise e Pagamentos e Segurança.

O evento de lançamento, que decorreu em Madrid, contou com a presença de cerca de 200 participantes, incluindo os embaixadores em Espanha dos Estados Membros da OMT, bem como agências de investimento e promoção e as próprias PME.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Destinos

Turismo de luxo recupera na Europa após pandemia

As vendas geradas pelo turismo de luxo na Europa podem atingir 520 mil milhões de euros entre 2030 e 2035, diz a Aliança Europeia das Indústrias Culturais e Criativas (ECCIA), que adianta este segmento é responsável por entre quatro mil milhões e seis mil milhões de euros de receitas em Portugal.

Com a retoma do turismo, a Aliança Europeia das Indústrias Culturais e Criativas (ECCIA) estima que os gastos gerados pelos turistas de alto poder aquisitivo podem triplicar para 520 mil milhões de euros entre 2030 e 2035. Até agora, as vendas para este tipo de turista estão entre 130 mil milhões e 170 mil milhões de euros, concentrando 22% das receitas geradas pelo turismo em geral.

De acordo com os empregadores europeus, o aumento dos gastos turísticos terá a ver com uma melhoria em infraestrutura, sustentabilidade e educação. “As marcas de luxo europeias geram 70% das vendas do mercado, representando 10% das exportações europeias e 4% do Produto Interno Bruto (PIB) do continente, com vendas até 800 mil milhões de euros”, explicou a ECCIA em comunicado.

Em alguns países como Itália, França, Espanha e Reino Unido, o segmento de turismo de luxo gera entre 20.000 milhões de euros e 35.000 milhões de euros. Em outros países, como a Grécia, a incidência do turismo de luxo é mais relevante e gera até 7% do PIB do país.

França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido, geram 75% das receitas deste segmento. Espanha, por exemplo gera entre 20 mil milhões e 25 mil milhões de euros com o com turismo de luxo, enquanto o Reino Unido coloca a sua receita desse segmento entre 30 mil milhões e 35 mil milhões de euros.

Além desses países, a Suíça gera entre cinco mil milhões e 10 mil milhões graças ao turismo de luxo; Grécia até 10 mil milhões de euros; e Portugal entre quatro mil milhões e seis mil milhões de euros. O resto da Europa gera aproximadamente nove mil milhões de euros.

“Os turistas, que estão a aumentar a sua curiosidade e atenção à sustentabilidade, estão a mostrar interesse em novos destinos como a Croácia, Eslovénia, Portugal e os países nórdicos”, detalha o estudo, que estima uma perda de mais de 70 mil milhões de euros causada pelo impacto da pandemia e restrições de viagem.

Só em 2020, as perdas geradas pela queda do turismo devido às restrições da pandemia ficaram entre 65 mil milhões de euros e 75 mil milhões de euros. Mesmo assim, “o turismo de luxo finalmente dá sinais de recuperação”, acrescenta Claudia D’Arpizio, diretora de moda e luxo da Bain&Company.

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Transportes

Costa Cruzeiros renova programa de fidelidade e lança C|Club

O programa de fidelidade da Costa Cruzeiros passou a chamar-se C|Club e, segundo a companhia de cruzeiros, divide-se agora em cinco níveis, com benefícios para os membros que são ainda mais atrativos.

A Costa Cruzeiros redesenhou e transformou o seu programa de fidelidade, que passou a chamar-se C|Club e que, segundo a companhia de cruzeiros, divide-se agora em cinco níveis, com benefícios para os membros que são ainda mais atrativos.

Com a reformulação, o programa de fidelidade da Costa Cruzeiros passou a incluir o nível Azul, para membros que nunca tenham realizado antes um cruzeiro; Bronze para quem acumular entre um a 5.000 pontos; Prata para pontos entre os 5.001 e os 30.000; Ouro para quem acumular entre 30.001 e 140.000 pontos; e ainda o novo nível Platina para quem tiver mais de 140.001 pontos.

“O mecanismo de acumulação de pontos simplificou-se, com novas regras que permitem crescer rapidamente no clube: os passageiros ganham pontos por cada noite de cruzeiro com base na categoria da cabine escolhida e pontos adicionais com base na tarifa que compraram (“All Inclusive” ou “Super All Inclusive”), voos reservados com a Costa e gastos a bordo dos navios ou no My Costa, o website que permite aos passageiros personalizar o seu cruzeiro antes da partida”, explica a companhia de cruzeiros.

Os membros do programa de fidelidade da Costa Cruzeiros podem usufruir dos benefícios em qualquer etapa da experiência na companhia, seja no processo de reserva, que disponibiliza descontos até 20% em muitos cruzeiros; antes da partida, através da aquisição My Explorations, que oferecem um desconto de 25% em excursões adicionais; ou a bordo, já que há um desconto até 50% numa lista de produtos e serviços. No regresso a casa, os membros do programa podem ainda desfrutar de um desconto de 10% na compra do  próximo cruzeiro.

“As vantagens mais valorizadas da versão anterior mantêm-se, enquanto outras foram introduzidas, como a possibilidade de reserva antecipada do restaurante para jantar, novas ofertas de fim de cruzeiro e cartões de cabine personalizados. Outros benefícios foram reforçados, como o desconto especial de 25% em degustações de vinhos combinadas com menus no restaurante Archipélago, um espetáculo renovado do C|Club com artistas sempre diferentes, ou uma garrafa de espumante de boas-vindas na cabine”, acrescenta a companhia.

O programa conta também com promoções exclusivas e confidenciais que permitirão aos membros adquirir pontos extra através de simples atividades, como “atualizar os seus dados e descarregar a app”.

O C|Club conta ainda com a C Magazine, uma revista dedicada ao clube que está disponível em versão impressa e digital e que, tal como o programa, também foi completamente redesenhada, passando a contar com “imagens e conteúdos ainda mais inovadores”.

“Além disso, foi criada uma área especial no website da Costa Cruzeiros que permite ficar a par das ofertas, promoções disponíveis e pontuação e nível de cada um”, indica também a Costa Cruzeiros na informação divulgada.

O novo programa de fidelidade da Costa Cruzeiros foi lançado no cruzeiro C|Club, a bordo do Costa Fascinosa, uma viagem especial que, segundo a companhia de cruzeiros, contou com um “itinerário único e inédito”, que consistiu em 15 dias de viagem pelos Açores, com paragens também na Madeira, Lisboa, Málaga e Cádis.

 

 

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Transportes

LATAM Airlines promove formação sobre pedidos online de grupo

A formação da LATAM Airlines decorre em formato de webinar, no dia 24 de maio, a partir das 15h00.

A LATAM Airlines vai promover, a 24 de maio, uma formação para agentes de viagens sobre como realizar pedidos online de grupos, iniciativa que decorre a partir das 15h00, informou a companhia aérea em comunicado.

“Vamos mostrar como pedir acesso à ferramenta de grupos, simular casos práticos de como solicitar grupos com a LATAM e esclarecer todas as suas duvidas”, indica a companhia aérea na nota divulgada.

A formação decorre a partir das 15h00 (hora de Portugal), em formato de webinar, e vai ter uma duração aproximada de uma hora. Os interessados em assistir, devem realizar a inscrição aqui.

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Transportes

Azul retoma serviço de bordo em voos domésticos a 22 de maio

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19.

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

“A Azul, seguindo liberação da Anvisa, retomará no próximo dia 22 uma das estrelas de sua experiência, o serviço de bordo com snacks e bebidas à vontade e sem custo adicional”, indica a companhia aérea.

De acordo com a companhia aérea, o serviço de bordo vai ser ajustado ao horário dos voos, uma vez que vão estar disponíveis diferentes ementas, consoante o voo decorra de manhã, à tarde ou no período noturno.

Além do serviço de bordo, a Azul também retomou recentemente a oferta de atividades para os mais pequenos no Espaço Kids, assim como a disponibilização de duches no Lounge Azul, ambos localizados na área internacional do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

“A flexibilização das restrições sanitárias determinadas pela Anvisa passa a permitir esses serviços, porém, a obrigatoriedade do uso de máscaras nos voos se mantem”, indica a companhia aérea brasileira.

Para a Azul, este regresso à normalidade no serviço de bordo, assim como nas atividades infantis e duches, é possível graças “à ampla cobertura vacinal e à diminuição dos casos de COVID-19 no Brasil e no mundo”.

“Estávamos ansiosos para poder retomar o nosso tradicional e tão querido serviço de bordo, uma marca inigualável da Experiência Azul, e de que os nossos clientes tanto sentiam falta. Implementaremos as medidas já a partir do dia 22, tornando a jornada de cada cliente única e especial”, destaca Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

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Aviação

TACV vai reforçar operação de Portugal a partir de 04 de julho

A companhia aérea cabo-verdiana TACV anunciou que vai passar para um total de sete o número de voos semanais que opera do arquipélago para Portugal, a partir de 04 de julho: três da Praia, dois do Sal e dois de S. Vicente.

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Em comunicado, citado pela Lusa, a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) anuncia que vai aumentar a partir daquela data para três ligações semanais (atualmente são duas) as ligações entre Praia e Lisboa, realizando-se às quartas, sextas e domingos, com regresso à capital cabo-verdiana às segundas, quintas e sábados.

Com este reforço a TACV passa também a voar da ilha do Sal para Lisboa às quartas e sábados (atualmente há uma ligação por semana) e regresso às segundas e sextas, e de São Vicente para a capital portuguesa às segundas e quintas (um voo atualmente por semana) e regresso à ilha cabo-verdiana às quartas e domingos, já com recurso ao Boeing 737-700 fornecido pela angolana TAAG em regime de ‘leasing’.

“A TACV – Cabo Verde Airlines vem, gradualmente, ajustando a operação com base na evolução da pandemia da covid-19 e a recuperação dos mercados emissores”, lê-se no comunicado da companhia, referindo ainda que “já está a operar com tripulação mista, tripulação angolana e cabo-verdiana”, mas o objetivo é “operar com tripulação 100% cabo-verdiana no início do mês de junho”.

Conforme refere notícia da Agência Lusa, a presidente do conselho de administração da TACV, Sara Pires, disse esta segunda-feira, no parlamento, que a companhia está em processo para contratar um avião para retomar as operações ainda este ano para Boston, Brasil e Paris.

Num balanço aos quase cinco meses da retoma das operações, a executiva disse que têm estado a decorrer num bom ritmo, com uma “excelente taxa de ocupação” na rota de e para a Praia, com média de 80%.

Em relação aos voos de e para São Vicente, avançou que têm tido uma taxa de ocupação média à volta de 75%, considerada boa, mas o mesmo já não se pode dizer para o Sal, entre 45% e 50%.

Sara Pires justificou essa baixa taxa com o facto de Sal, que começou em fevereiro, ser um mercado turístico e não da “saudade”, mas garantiu que já há um operador turístico que comprou os voos de verão, como forma de rentabilizar a rota aérea.

Refira-se que Portugal é, atualmente, o único país de destino da TACV desde que retomou a operação, já de novo nas mãos do Estado cabo-verdiano, em dezembro de 2021, apenas com um avião e duas ligações semanais entre a Praia e Lisboa.

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Destinos

IATA reforça apelo para fim das restrições na Ásia-Pacífico

A IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19, “há uma reação positiva imediata dos viajantes”.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) voltou esta terça-feira, 17 de maio, a insistir no apelo para o fim das restrições às viagens na Ásia-Pacífico, de forma a acelerar a recuperação turística na região.

Num comunicado enviado à imprensa, a IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19 “há uma reação positiva imediata dos viajantes”, pelo que, alerta a associação, o levantamento das medidas ainda em vigor deve ser rápido, até porque há “empregos em jogo e as pessoas querem viajar”.

Segundo a IATA, em março, a procura internacional de passageiros na região Ásia-Pacífico atingiu 17% dos níveis pré-COVID, depois de ter ficado abaixo de 10% na maior parte dos últimos dois anos, o que, mesmo assim, continua muito abaixo da média do resto do mundo.

“Isso está muito abaixo da tendência global, onde os mercados recuperaram para 60% dos níveis pré-crise. O atraso é por causa das restrições do governo. Quanto mais cedo elas forem levantadas, mais cedo assistiremos a uma recuperação no setor de viagens e turismo na região, com todos os benefícios económicos que isso trará”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Desta forma, a IATA insiste para que os Governos dos países da Ásia-Pacífico levantem todas as restrições que ainda estão em vigor, a exemplo das limitações para viajantes vacinados, da remoção da obrigação de teste ou quarentena para viajantes não vacinados e que sejam provenientes de zonas onde existem altos níveis de imunidade e da suspensão do uso obrigatório de máscara facial nas viagens aéreas em países onde o seu uso já não seja obrigatório em locais fechados e transportes públicos.

“Apoiar e, mais importante, acelerar a recuperação exigirá toda uma abordagem da indústria e do governo. As companhias aéreas estão a trazer de volta os voos. Os aeroportos precisam de ser capazes de lidar com a procura. E os governos precisam ser capazes de processar as autorizações de segurança e outra documentação com eficiência”, considera Willie Walsh.

Como exemplo de países asiáticos que vivem realidades distintas, Willie Walsh aponta a China e o Japão, o primeiro dos quais continua totalmente fechado ao turismo, enquanto o segundo já voltou a permitir viagens aéreas internacionais, ainda que, segundo a IATA, não tenha um plano claro para a reabertura do país, numa lacuna que deve ser colmatada.

“É preciso fazer mais para facilitar ainda mais as restrições de viagem, começando com o levantamento da quarentena para todos os viajantes vacinados e removendo o teste de chegada no aeroporto e o limite diário de chegada. Exorto o governo do Japão a dar passos mais ousados ​​para a recuperação e abertura das fronteiras do país”, acrescentou Walsh.

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