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Turismo internacional atinge 97% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre

As chegadas de turistas internacionais atingiram 97% dos níveis pré-pandémicos no primeiro trimestre de 2024, revelando a UN Tourism que mais de 285 milhões de turistas viajaram globalmente em janeiro-março, cerca de 20% mais do que no primeiro trimestre de 2023.

Victor Jorge
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Turismo internacional atinge 97% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre

As chegadas de turistas internacionais atingiram 97% dos níveis pré-pandémicos no primeiro trimestre de 2024, revelando a UN Tourism que mais de 285 milhões de turistas viajaram globalmente em janeiro-março, cerca de 20% mais do que no primeiro trimestre de 2023.

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Mais de 285 milhões de turistas realizaram viagens internacionais no primeiro trimestre de 2024, correspondendo a uma subida de 20% face a igual período de 2023 e representando 97% dos níveis pré-pandemia.

Recorde-se que, em 2023, as chegadas de turistas internacionais recuperaram 96% dos níveis de 2019, enquanto as receitas de exportação do turismo permaneceram em 97% e o PIB direto do turismo atingiu os mesmos níveis de 2019.

A projeção da UN Tourism para 2024 aponta para uma recuperação total do turismo internacional, com as chegadas a crescer 2% acima dos níveis de 2019.

Por regiões, a Europa – maior região de destino do mundo – ultrapassou pela primeira vez os níveis pré-pandémicos num trimestre (+1% em relação ao 1.º trimestre de 2019), registando 120 milhões de turistas internacionais nos primeiros três meses do ano, apoiados por uma forte procura intra-regional.

Já o Médio Oriente registou o crescimento mais forte, com as chegadas internacionais a excederem em 36% os níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre de 2024, ou 4% acima do 1.º trimestre de 2023. Esta evolução segue-se a um desempenho “extraordinário” em 2023, quando o Médio Oriente se tornou a primeira região do mundo a recuperar os números anteriores à pandemia (+22%).

Enquanto as Américas praticamente recuperaram os números anteriores à pandemia neste primeiro trimestre, com as chegadas a atingirem 99% dos níveis de 2019, a região de África recebeu mais 5% de turistas internacionais no primeiro trimestre de 2024 do que no primeiro trimestre de 2019 e mais 13% do que no primeiro trimestre de 2023.

Por fim, na Ásia-Pacífico o turismo internacional está a registar uma rápida recuperação, com as chegadas a atingirem 82% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre de 2024, após uma recuperação de 65% no ano de 2023.

Relativamente a estes números, o Secretário-Geral da UN Tourism, Zurab Pololikashvili, refere que “a recuperação do setor é uma notícia muito bem-vinda para as nossas economias e para os meios de subsistência de milhões de pessoas. No entanto, recorda também a necessidade de garantir políticas de turismo e gestão de destinos adequadas, com o objetivo de promover a sustentabilidade e a inclusão, abordando simultaneamente as externalidades e o impacto do sector nos recursos e nas comunidades”.

Por sub-regiões, o Norte de África registou o melhor desempenho no primeiro trimestre de 2024, com mais 23% de chegadas internacionais do que antes da pandemia, seguido da América Central (+15%), das Caraíbas e da Europa Ocidental (ambas +7%). O sul da Europa mediterrânica excedeu em 1% os níveis anteriores à pandemia, enquanto a América do Sul atingiu praticamente os níveis de 2019. O Norte da Europa recuperou 98% dos níveis anteriores à pandemia, enquanto a África Subsariana e a América do Norte recuperaram 95%.

Quanto às receitas do turismo internacional, estas atingiram 1,380 biliões de euros, em 2023, o que significa uma recuperação completa dos níveis pré-pandémicos em termos nominais, mas 97% em termos reais, ajustados pela inflação.

Por regiões, a Europa gerou as receitas mais elevadas em 2023, com os destinos a ganharem 607 mil milhões de euros, excedendo os níveis pré-pandémicos em 7% em termos reais. As receitas no Médio Oriente subiram 33 % acima dos níveis de 2019. As Américas recuperaram 96% das suas receitas pré-pandémicas em 2023 e a África 95%. A Ásia-Pacífico obtiveram 78% das suas receitas pré-crise, um resultado notável quando comparado com a recuperação de 65% das chegadas no ano passado.

O total das receitas de exportação do turismo internacional, incluindo receitas e transporte de passageiros, atingiu 1,560 biliões de euros, em 2023, cerca de 96% dos níveis pré-pandémicos em termos reais. O PIB direto do turismo recuperou os níveis pré-pandémicos, atingindo um valor estimado ligeiramente acima dos 3 biliões de euros, em 2023, equivalente a 3% do PIB mundial.

Segundo a UN Tourism, foram vários os destinos que obtiveram resultados notáveis em termos de receitas no primeiro trimestre de 2024, em comparação com os níveis de 2019, com base nos dados disponíveis, incluindo a Sérvia (+127%), a Turquia (+82%), o Paquistão (+72%), a Tanzânia (+62%), Portugal (+61%), a Roménia (+57%), o Japão (+53%), a Mongólia (+50%), as Maurícias (+46%) e Marrocos (+44%).

De referir que, segundo o mais recente Índice de Confiança do Turismo das Nações Unidas, as perspectivas são positivas para a próxima época de verão, com uma pontuação de 130 para o período de maio-agosto de 2024 (numa escala de 0 a 200), refletindo um sentimento mais otimista do que no início deste ano. Cerca de 62% dos especialistas em turismo que participaram no inquérito de confiança expressaram expectativas melhores (53%) ou muito melhores (9%) para este período de quatro meses, que abrange a época de verão do Hemisfério Norte, enquanto 31% preveem um desempenho semelhante ao de 2023.

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ALPN manifesta preocupação face à insegurança na cidade do Porto em carta aberta à MAI

A ALPN – Associação Alojamento Local Porto e Norte manifesta preocupação em relação à insegurança que se tem verificado na cidade, numa carta aberta dirigida à ministra da Administração Interna (MAI), Margarida Blasco.

A Associação Alojamento Local Porto e Norte (ALPN) “está profundamente preocupada com a crescente crise de segurança que assola o país e, em particular, a cidade do Porto”, tendo nesse sentido, dirigido uma carta aberta à ministra da Administração Interna.

Face aos mais recentes relatos e notícias vindas a público que denunciam crimes, furtos, roubos, assaltos, violações e um aumento generalizado da violência, que “têm trazido para a sociedade civil um sentimento de insegurança no presente e sobre o que poderá acontecer no futuro próximo”, a associação escreve que “temos tomado conhecimento de pessoas que têm receio de sair à rua porque já foram assaltadas, outras impedidas de se deslocarem livremente com medo de serem a próxima vítima, vários negócios vítimas de vandalismo e com receio de serem tomados de assalto, turistas que são espancados em plena luz do dia, viaturas com vidros partidos que foram assaltadas a qualquer hora do dia ou da noite, assaltos a residências e até a espaços de acolhimento turístico, já para não falar do sentimento de medo na vida noturna na cidade que tem vindo a aumentar de há algum tempo a esta parte, sem que se vejam medidas de contenção efetiva”.

Refere ainda a ALPN que “os nossos associados e os hóspedes a quem prestamos o nosso serviço de alojamento turístico estão receosos e, a manter-se esta situação, corremos o risco sério de ver diminuído o interesse pelo nosso país, quando temos vindo a assistir, impávidos e serenos, à descida no ranking dos países mais seguros – já descemos do 3º lugar para o 7º num espaço de dois anos”.

A associação consta, na carta aberta assinada pelo seu presidente, David Almeida, que “existe falta de presença e/ou eficácia no policiamento de toda a cidade, mas principalmente nas zonas mais sensíveis e movimentadas, tendo já diversas entidades denunciado que é totalmente insuficiente e ineficaz no combate que é necessário e urgente levar a cabo no momento”, para avançar que “uma das razões do sucesso e atratividade do nosso país para os turistas se deve à perceção de segurança, à simpatia das pessoas e ao saber bem receber”. No entanto, com toda esta instabilidade, rapidamente, deixaremos de ser o país seguro que todos gostamos de transmitir a quem nos visita ou tenciona visitar”.

Neste sentido, a ALPN apela à ministra da Administração Interna, Margarida Blasco, “a que não permita que estas ameaças à tranquilidade, à segurança e à liberdade de pessoas e bens, prossigam”, concluindo que “estamos disponíveis, dentro da razoabilidade e proporcionalidade com que possamos contribuir, para que sejam adotadas medidas como o policiamento de proximidade, segurança e vigilância de ruas, recurso a guardas noturnos, que possam surtir efeitos, mais ou menos imediatos, para o bem de todos”.

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Sonhando promove famtour a Hurghada

Os agentes de viagens estão convidados a inscrever-se na famtour que o operador turístico está a promover para Hurghada (Egito), de 21 a 28 deste mês de junho. Atenção, as inscrições estão limitadas a 18 agentes de viagens.

O operador turístico Sonhando está a convidar os agentes de viagens para uma famtour a Hurghada com saída de Lisboa no dia 21 de junho às 23h05, e regresso às 18h45 (horas locais) para chegar à capital portuguesa às 23h00. O alojamento é em duplo.

Para esta viagem de familiarização com o destino, o agente de viagens terá de pagar as taxas de aeroporto, no valor de 320 euros e necessita de ter passaporte em vigor. As inscrições são limitadas a 18 agentes de viagens.

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Proveitos do alojamento turístico crescem menos em abril

Os proveitos do alojamento turístico voltaram a crescer em abril, ainda que a um ritmo mais baixo do que vinha a acontecer, o que, segundo o INE, se deve ao facto de, este ano, a Páscoa se ter assinalado em março, motivando a desaceleração das dormidas de residentes no quarto mês do ano.

Os proveitos do alojamento turístico voltaram a crescer em abril, ainda que a um ritmo mais baixo do que vinha a acontecer, confirmam os dados revelados esta sexta-feira, 14 de junho, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo os dados do INE, em abril, os proveitos totais do alojamento turístico somaram 508,8 milhões de euros, o que traduz um crescimento de 3,4% face a abril de 2023, enquanto os proveitos de aposento chegaram aos 383,7 milhões de euros, apresentando uma subida de 2,8% comparativamente a abril do ano passado.

O comunicado do INE que acompanha os números diz que, “após dois meses em aceleração, o crescimento dos proveitos totais e de aposento abrandou” em abril, já que, em março, se tinham registado aumentos a dois dígitos em ambos os indicadores, com os proveitos totais a apresentarem uma subida de 20,1%, enquanto os proveitos por aposento tinham crescido 21,1%.

No entanto, é preciso lembrar que, este ano, a Páscoa se assinalou ainda em março, enquanto em 2023 tinha sido festejada no mês de abril, o que pode ajudar a explicar as descidas nos proveitos e também nos hóspedes e dormidas, já que, em abril, foram contabilizados 2,6 milhões de hóspedes, menos 3,6% face a abril do ano passado, e 6,6 milhões de dormidas, decréscimo de 4,2% face a mês homólogo de 2023.

“Importa assinalar que estes resultados foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito do período de férias associado à Páscoa, que no ano anterior se concentrou em abril, enquanto este ano se repartiu entre março e abril”, alerta o INE, na informação divulgada.

Por regiões, o INE diz que foi a Grande Lisboa que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos, representando 34,0% dos proveitos totais e 36,4% dos proveitos de aposento, seguindo-se o Algarve, que representou 21,9% e 20,0%, respetivamente, enquanto o Norte ficou na terceira posição, concentrando 16,4% dos proveitos totais e
17,0% dos proveitos de aposento.

Os dados de abril também trouxeram notícias negativas, uma vez que, assinala o INE, “depois de mais de 3 anos sem registo de variações negativas, os proveitos totais e de aposento apresentaram decréscimos em algumas regiões”, com destaque para o Alentejo, onde estes indicadores caíram 6,4% nos proveitos totais e 6,6% nos de aposento, e também para o Algarve, onde as descidas foram de 6,1% e 4,4%, pela mesma ordem.

Já os maiores aumentos ocorreram na RA Açores, onde os proveitos totais aumentaram 15,3% e os proveitos de aposento subiram 18,2%, seguindo-se a RA Madeira, com subidas de 11,6% e 10,6%, respetivamente, enquanto o Oeste e Vale do Tejo registou aumentos de 10,2% e 6,4%, pela mesma ordem.

Os dados do INE dizem ainda que os três segmentos de alojamento apresentaram subidas nos proveitos em abril, com a hotelaria a apresentar aumentos de 3,1% e 2,6% nos proveitos totais e de aposento, respetivamente, tendo sido este o segmento que mais proveitos concentrou, representando 86,9% e 85,1% dos proveitos totais e de aposento.

Já as unidades de alojamento local, que representaram 9,4% e 11,2% dos proveitos totais e de aposento, respetivamente, tiveram aumentos de 6,7% e 5,3%, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação, que concentrou 3,7% dos proveitos totais e 3,8% dos de
aposento, registou aumentos de 2,9% e 1,3%, respetivamente.

Em abril, rendimento médio por quarto disponível  – RevPAR – atingiu os 62,7 euros, o que representa um decréscimo em termos homólogos de 0,5% e que se segue à subida de 14,5% que este indicador tinha registado em março.

Por regiões, voltou a ser na Grande Lisboa que o RevPAR apresentou o valor mais elevado, atingindo os 111,7 euros, seguindo-se a RA Madeira, onde o rendimento médio por quarto disponível foi de 81,6 euros.

Ainda assim, os maiores crescimentos do RevPAR ocorreram nas Regiões Autónomas da Madeira (+9,3%) e dos Açores (+6,2%), enquanto os maiores decréscimos se verificaram no Centro (-7,7%) e no Alentejo (-7,2%).

“Em abril, este indicador cresceu 0,8% na hotelaria (+15,9% em março). No alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação, registaram-se decréscimos de, respetivamente, 4,5% e 3,4% (+5,4% e +33,7%, em março, pela mesma ordem)”, acrescenta o INE.

Já o rendimento médio por quarto ocupado (ADR), chegou aos 109,3 euros no conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o que traduz um aumento de 4,3% e que se segue à subida de 11,4% em março que tinha sido apurada em março.

A Grande Lisboa voltou a destacar-se com o valor mais elevado de ADR, que chegou aos 148,9 euros, seguida do Alentejo (106,2 euros) e da RA Madeira (104,5 euros),  com o INE a realçar que “todas as regiões registaram crescimentos neste indicador”, sendo a
Península de Setúbal a única exceção, com uma descida de 3,3%. Já os maiores aumentos no ADR ocorreram nas Regiões Autónomas dos Açores (+8,7%) e da Madeira (+8,1%).

Em abril, o ADR cresceu ainda 4,3% na hotelaria, depois de ter subido 12,1% em março, e 3,4% no alojamento local, que também tinha registado uma subida superior em março, que chegou aos 5,2%. Já o  turismo no espaço rural e de habitação apresentou um crescimento de 10,7%, mais próximo da subida de 15,7% registada em março.

O INE diz ainda que 61,8% das dormidas de abril se concentraram em 10 municípios nacionais, com destaque para Lisboa, que  concentrou 20,9% do total de dormidas, atingindo 1,4 milhões, num aumento de 1,0%.

Na capital, as dormidas de residentes cresceram 2,4%, com o INE a considerar que este resultado contraria “a trajetória de decréscimo dos últimos três meses”, ainda que as dormidas de não residentes tenham apresentado um crescimento mais modesto de 0,7%.

“Entre os principais, Lisboa foi o único município em que as dormidas de residentes evoluíram mais favoravelmente do que as dormidas de não residentes. Este município concentrou cerca de ¼ do total de dormidas de não residentes em abril”, destaca o INE, que refere também que “Albufeira foi o segundo município em que se registaram mais dormidas”, num total de 645,7 mil dormidas, ainda que tenha sido também aquele que registou o decréscimo mais expressivo, com uma descida de 13,5%.

“Para este decréscimo contribuíram as evoluções negativas das dormidas de residentes (-25,3%) e de não residentes (-10,8%)”, acrescenta o INE, que diz que, no Porto, as dormidas chegaram às 533,4 mil, numa descida de 0,5%, enquanto no Funchal foram contabilizadas 526,6 mil dormidas, depois de uma diminuição de 0,1%.

O INE destaca ainda, entre os 10 principais municípios, Ponta Delgada com a cidade que obteve o maior crescimento (+7,3%), para o qual contribuíram as evoluções positivas das dormidas de residentes (+0,9%) e, sobretudo, as de não residentes (+13,3%), “contrariando a trajetória do total das dormidas em Portugal em ambos os mercados”.

Dormidas de não residentes ditam maiores proveitos no acumulado

Contudo, o INE diz que, no acumulado desde o início do ano, foram registadas subidas de 10,6% nos proveitos totais e de 10,3% nos de aposento, somando 1,4 mil milhões de euros e 1,1 mil milhões de euros, respetivamente, o que se deveu ao aumento das dormidas dos não residentes, que aumentaram 5,4%, enquanto as dos residentes caíram 1,7% face a período homólogo de 2023.

Nos primeiros quatro meses do ano, as dormidas nos alojamento turísticos nacionais subiram 3,2%, ultrapassando os 20 milhões de dormidas, com destaque para as dormidas dos não residentes que somaram mais de 14 milhões, enquanto os residentes foram responsáveis por 5,9 milhões de dormidas.

No período acumulado de janeiro a abril de 2024, o RevPAR das unidades de alojamento turístico nacionais atingiu os 45,8 euros, o que traduz uma subida de 4,9% face a período homólogo do ano passado, enquanto o ADR chegou aos 95,4 euros, crescendo 6,7% face aos primeiros quatro meses de 2023.

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Emirates abre nova rota para Madagascar via Seychelles

A nova rota da Emirates começa a ser operada a 3 de setembro e conta com quatro voos por semana via Seychelles, numa operação que deverá impulsionar as viagens de lazer e de negócios para Madagascar.

A Emirates vai abrir, a 3 de setembro, uma nova rota para Madagascar que conta com escala nas Seychelles e que vai contar com quatro voos por semana, informou a companhia aérea do Dubai, em comunicado.

De acordo com a Emirates, a nova rota vai oferecer “mais opções de ligação para os viajantes e impulsionando as viagens de lazer e de negócios para o país”, até porque os horários dos voos foram “programados para otimizar as ligações de e para pontos-chave na Europa, no Extremo Oriente, na Ásia Ocidental e no Médio Oriente/GCC”.

“O turismo é um pilar fundamental na economia de Madagáscar, contribuindo para a criação de milhares de oportunidades de emprego e, assim, apoiar o objetivo do país de servir um milhão de turistas até 2028. A nova rota da Emirates irá proporcionar ligação a mais de 140 pontos da sua rede global, contribuindo para a estratégia do Ministério do Turismo em diversificar os mercados-alvo e apresentar aos viajantes internacionais as muitas atrações naturais da ilha”, explica a Emirates, na informação divulgada.

No âmbito da abertura desta rota, acrescenta a companhia aérea, a Emirates está também a negociar com a Air Madagáscar “a oferta de mais ligações globais para promover o turismo e o comércio” no destino.

“Madagáscar tem sido historicamente mal servida, apesar da crescente apetência dos viajantes por experiências autênticas de ecoturismo. A Emirates compreende a importância de oferecer aos seus passageiros ligações eficientes e experiências de viagem de excelência. Estamos confiantes de que este novo serviço terá um impacto positivo no aumento da conetividade de Madagáscar, oferecendo mais oportunidades aos viajantes para descobrirem a joia escondida que é Madagáscar, para além de abrir novas oportunidades de negócio internacionais”, afirma Adnan Kazim, vice-presidente e diretor Comercial da Emirates.

A rota Dubai-Antananarivo vai ser operada às terças, quintas, sábados e domingos, num avião Boeing 777-300ER, com oito suítes de Primeira Classe, 42 lugares em Classe Executiva e 310 lugares em Económica, partindo do Dubai pelas 08h55 para chegar a Male, nas Seychelles, às 13h35, estando a chegada a Madagascar prevista para as 16h50.

Em sentido contrário, os voos partem de Antananarivo, capital de Madagascar, às 18h35, chegando a Male às 22h20, de onde volta a partir às 23h50 com destino ao Dubai, aterrando às 04h20 do dia seguinte.

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Marca Bestravel continua expansão e abre nova agência de viagens no Alto do Lumiar

A rede de agências de viagens Bestravel continua a sua expansão, tendo aberto, recentemente, uma nova loja em Lisboa, mais propriamente na Avenida David Mourão Ferreira, nº 36B (Alto do Lumiar), sob a direção de Natacha Abreu.

Segundo Ricardo Teles, diretor Operacional da Bestravel, “depois de Belas, trata-se de mais um reforço da marca na zona da Grande Lisboa e, numa região central da capital, que é de extrema importância para nós”, realçando que “estamos certos de que será um sucesso e mais um passo forte de implementação e reconhecimento da nossa marca, especialmente num ano em que assinalamos a renovação do prémio Marca nº.1 Escolha do Consumidor e a distinção, pela primeira vez, como Marca 5 Estrelas.”

Por sua vez, Natacha Abreu, diretora da nova agência, assegura que “estamos totalmente empenhados em oferecer um serviço personalizado e de elevada qualidade na área das viagens”.

Fundada em 2003, a Bestravel é uma marca que aposta na inovação nas várias áreas do seu negócio procurando sempre garantir a sustentabilidade e crescimento do mesmo, e também, a maior rede de agências de viagens em regime franchising. Com esta nova abertura a rede contará com mais uma loja estrategicamente instalada na zona da Grande Lisboa, atingindo as 47 agências de viagens.

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“Community Conscious Travel” é nova campanha global do WTTC

“Community Conscious Travel” é a mais recente campanha global do WTTC para aumentar a conscientização e inspirar ações para proteger o delicado equilíbrio entre a qualidade de vida dos residentes, a experiência do viajante e o meio ambiente dos destinos que amamos.

“Juntos, pretendemos ajudar a garantir que as comunidades compreendem o impacto social positivo que as viagens e turismo podem ter e aproveitar esse poder para prosperar e crescer de forma sustentável”, destaca o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).

Esta campanha mundial pretende educar os viajantes sobre como podem beneficiar de uma experiência mais autêntica fazendo pequenas mudanças, como viajar na temporada baixa, ao mesmo tempo que lembra o impacto social genuinamente positivo que as viagens e turismo responsáveis ​​podem ter nas comunidades, na cultura e no património, quando bem feitas.

O “Community Conscious Travel” mostra, por outro lado, como a colaboração entre os sectores público e privado pode levar a mudanças positivas, e apelando ao sector em geral para que partilhe conhecimentos e soluções replicáveis.

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PR de Cabo Verde admite que “país perde muito com a situação” do transporte aéreo interilhas

Numa mensagem publicada na rede social Facebook, José Maria Neves fez alusão às “dificuldades de mobilidade entre as ilhas”, admitindo que também é vítima destes problemas e que espera que o Governo encontre uma solução em breve.

O Presidente da República de Cabo Verde, José Maria Neves, admitiu esta quarta-feira, 12 de junho, que “o país perde muito com a situação dos transportes” aéreos interilhas e espera que, em breve, o Governo consiga pôr termo à “crise que se vive no setor”.

Numa mensagem publicada na rede social Facebook, e que é citada pela Lusa, José Maria Neves fez alusão às “dificuldades de mobilidade entre as ilhas” e relatou as queixas que lhe têm chegado por parte dos empresários, turistas, profissionais liberais, população em geral e alguns estrangeiros.

No entanto, o Presidente da República de Cabo Verde admitiu que também ele é vítima dos problemas vividos no transporte aéreo entre as ilhas do arquipélago, o que tem tido “impactos muito negativos” na agenda de José Maria Neves.

O mais recente caso conhecido e que afetou o Presidente da República de Cabo Verde aconteceu na passada segunda-feira, 10 de junho, quando José Maria Neves deveria ter assistido a um jogo de futebol em que participava a seleção cabo-verdiana, mas ficou retido na Praia.

Na sua mensagem publicada no Facebook, José Maria Neves lembrou que tem demonstrado a sua “preocupação” face a este tema por várias vezes, o que levou a que apresentasse “sempre que possível, ao Governo, as apreensões, assim como propostas”.

“Mesmo publicamente, venho falando do assunto”, acrescentou, admitindo compreender a “complexidade da questão, num país arquipélago e oceânico”, apesar de esperar que as propostas apresentadas pelo Governo entrem em vigor rapidamente.

A Lusa lembra que o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, anunciou há um mês que o país vai passar a contar com uma nova empresa de transporte aéreo interilhas, que será 100% estatal e vai ter mais aviões para, até final do ano, resolver a crise nos voos domésticos em Cabo Verde.

A nova proposta surgiu depois da TICV, subsidiária da Bestfly, ter passado por vários problemas devido à falta de aviões, o que levou a empresa a abandonar o arquipélago em abril deste ano.

Desde a saída da TICV, as ligações interilhas em Cabo Verde têm vindo a ser asseguradas pela TACV, o  que levou a uma melhoria no serviço mas que ainda não é suficiente, já que as queixas sobre falhas na operação se mantêm.

 

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Plataforma social e de viagens para 50+ chega a Portugal

Chama-se Freebird Club, um clube social de viagens e de intercâmbio cultural dedicada a pessoas com mais de 50 anos, e já aterrou no mercado português.

Fundada na Irlanda, a plataforma proporciona aos seus membros a oportunidade de viajar, conhecer pessoas novas e desfrutar de experiências sociais enriquecedoras, através de viagens. Com a chegada a Portugal, pretende promover ainda mais a inclusão social e digital dos adultos mais velhos, criando uma comunidade genuína, diversificada e inclusiva.

A história do Freebird Club remonta a 2014, na Irlanda, quando Peter Mangan começou a alugar a sua casa de campo a viajantes de várias partes do mundo, deixando os hóspedes aos cuidados do seu pai reformado, Owen. Com o aumento de visitantes da mesma faixa etária, Owen começou a organizar jantares e noites animadas nos “pubs” locais, passeios turísticos e jogos de golfe. Estes encontros fomentaram amizades internacionais e inspiraram Peter a criar uma plataforma que replicasse estas experiências em larga escala, e assim, nasceu o Freebird Club.

Trata-se de uma comunidade social onde pessoas mais velhas, com espírito jovem, podem conectar-se, planear viagens conjuntas, organizar encontros, reservar estadias em casas de família e participar em eventos sociais e culturais.

Peter Mangan, CEO e fundador do Freebird Club explica que “à medida que as pessoas envelhecem, é frequente sentirem-se mais isoladas, com oportunidades de viagem limitadas ou com restrições financeiras. Muitas gostariam de viajar, mas não têm oportunidade de o fazer, talvez porque não têm alguém com quem ir, ou a confiança necessária para irem sozinhas. Ao prestarmos os nossos serviços a este grupo etário, pretendemos responder a estes desafios e proporcionar um ambiente de apoio onde estes adultos possam explorar o seu lado mais jovem, realizar as suas aspirações de viagem e, mais importante ainda, criar novas amizades e ligações.”

Com o relançamento de uma nova versão da plataforma no verão de 2023, após a pandemia, o “Freebird 2.0” tem demonstrado uma forte adesão inicial e, nesta nova fase, pretende atrair e enriquecer a vida de muitos novos membros em Portugal, proporcionando um espaço onde as pessoas com mais de 50 anos que gostam de viajar podem partilhar histórias e experiências, explorar novos destinos e construir relações, tanto online como pessoalmente, dependendo da sua preferência.

Com o apoio financeiro da Fundação AGEAS, a plataforma espera criar um verdadeiro caso de sucesso em Portugal, oferecendo uma experiência segura, acolhedora e divertida aos “Freebirds” de perto e de longe.

Para se registar, basta aceder o website do Freebird Club, fornecer informações pessoais básicas, incluindo nome, e-mail, e confirmar que tem mais de 50 anos de idade, preencher o perfil pessoal com os interesses e preferências de viagem, seguir os passos para verificar a identidade (o que inclui o carregamento de um documento de identificação com fotografia), pagar uma taxa de adesão nominal, e guardar que o perfil seja revisto e aprovado. Uma vez aprovado, pode ligar-se e interagir com outros membros, partilhar dicas de viagem, organizar encontros e reservar estadias em casas de família.

 

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Qatar Airways e China Southern Airlines anunciam codeshare e MoU para melhorar opções de viagem entre a China e o Qatar

O novo acordo de codeshare e MoU vão aproveitar a nova rota que a China Southern Airlines lançou entre Doha e Guangzhou, prevendo também melhorias na colaboração ao nível da carga e dos programas de passageiro frequente de ambas as companhias aéreas.

A Qatar Airways e a China Southern Airlines estabeleceram um novo acordo de codeshare e um Memorando de Entendimento (MoU) para melhorar as opções de viagem entre a China e o Qatar.

O novo acordo de codeshare e MoU vão aproveitar a nova rota que a China Southern Airlines lançou entre Doha e Guangzhou, prevendo também melhorias na colaboração ao nível da carga e dos programas de passageiro frequente de ambas as companhias aéreas.

“Como parte de nossa parceria robusta com a China Southern Airlines, a Qatar Airways está aproveitando o sucesso da nova rota de Doha para Guangzhou, que foi lançada em abril deste ano, para oferecer mais opções aos passageiros de ambas as companhias aéreas”, afirma Badr Mohammed Al-Meer, CEO do Grupo Qatar Airways.

Já Han Wensheng, CEO da China Southern Air Holding Company Limited, revela que, no futuro, a transportadora chinesa pretende aprofundar ainda mais a “cooperação com a Qatar Airways”, de forma a oferecer “vantagens complementares” e com vista à realização de um trabalho conjunto com o objetivo de oferecer “experiências de viagem mais confortáveis ​​e convenientes” aos seus passageiros.

No que diz respeito aos programas de passageiro frequente de ambas as companhias aéreas, este alargar da parceria prevê também que os passageiros possam gastar e acumular milhas em voos da Qatar Airways e da China Southern, bem como noutros benefícios, seja o acesso a salas VIP ou outras ofertas de aeroporto.

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Cabo Verde Investment Forum vem a Portugal

O fórum Cabo Verde Investment, que se tem afirmado como o maior evento promocional do país, vai ter uma edição em Portugal, foi anunciado no Sal. No entanto, a página oficial do evento avança que será em novembro deste ano, em Lisboa.

Este ano, após a edição na ilha do Sal (dias 12 e 13 de junho), o Cabo Verde Investment Forum será realizado em Boston no próximo mês, em setembro no Brasil e, posteriormente, em Portugal. A garantia foi dada por José Almada, presidente da Cabo Verde Trade Invest, entidade que organiza o evento promovido pelo governo.

“Para além das edições nacionais, este ano nós vamos ter a oportunidade de internacionalização do evento, após o Sal, nós estaremos no próximo mês em Boston, em setembro teremos uma outra edição em São Paulo, e também teremos o Cabo Verde Investment Forum em Portugal”, disse, citado pela imprensa local. O turismo, como pilar económico maior de Cabo Verde, tem ocupado papel de destaque tanto nas palestras como nos encontros de negócios.

Partilhar as estratégias de desenvolvimento do governo e o estado do ambiente de negócios e da economia; promover oportunidades de investimento em sectores prioritários e emergentes; mobilizar recursos financeiros para a implementação de projetos, através da identificação de instrumentos financeiros disponíveis aos investidores; encorajar o estabelecimento de parcerias, conectando empresários que tenham projetos de investimento em Cabo Verde com potenciais investidores e financiadores; e demonstrar aos investidores não-residentes o potencial e os benefícios de investir em Cabo Verde, e o seu papel como a “Plataforma do Atlântico Médio para a economia mundial”, são os propósitos do evento, que conta com sessões plenárias, sessões temáticas (oportunidades de investimento) e encontros de negócios.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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