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Transportes

“Há conversas no sentido de virmos a abrir um escritório em Portugal”, António Pinto da Silva

Apesar de ter iniciado funções como diretor comercial da Mundomar Cruzeiros para Portugal pouco antes da pandemia, António Pinto da Silva faz um balanço positivo do percurso da empresa que representa várias companhias de cruzeiros em território nacional e, em entrevista ao Publituris, revela que, em 2022, a Mundomar Cruzeiros já cresceu a três dígitos e tem planos para continuar a crescer.

Inês de Matos
Transportes

“Há conversas no sentido de virmos a abrir um escritório em Portugal”, António Pinto da Silva

Apesar de ter iniciado funções como diretor comercial da Mundomar Cruzeiros para Portugal pouco antes da pandemia, António Pinto da Silva faz um balanço positivo do percurso da empresa que representa várias companhias de cruzeiros em território nacional e, em entrevista ao Publituris, revela que, em 2022, a Mundomar Cruzeiros já cresceu a três dígitos e tem planos para continuar a crescer.

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Depois da pandemia, os cruzeiros estão em plena recuperação e os resultados da Mundomar Cruzeiros em Portugal dizem precisamente isso: no ano passado, a empresa que representa várias companhias de cruzeiros em território nacional registou um crescimento a três dígitos, o que prova que o mercado nacional ainda tinha espaço para continuar a crescer.

Por isso, a Mundomar Cruzeiros está já a pensar em abrir um escritório em Portugal, de forma a reforçar a aposta no mercado nacional, disse, em entrevista ao Publituris, o diretor comercial da Mundomar Cruzeiros em Portugal, António Pinto da Silva, numa conversa que abordou ainda o estado do mercado de cruzeiros em Portugal, as dificuldades dos agentes de viagens em vender este produto e os destaques da programação das companhias representadas pela empresa para 2023.

A Mundomar Cruzeiros chegou a Portugal antes da pandemia. Como foi representar a Mundomar em Portugal nestes anos atípicos?
É verdade. Fui convidado pela Mundomar Cruzeiros em setembro de 2019. Apesar de já existir havia 15 anos, a Mundomar não tinha um trabalho direto com o mercado nacional. Por isso, o meu primeiro trabalho passou por negociar contratos e pela atualização de websites. Criámos websites em português para as nossas principais representadas, a Princess Cruises e a Cunard, e fui eu que fiz esse trabalho de tradução.

Quando as coisas estavam a arrancar, em março de 2020, já com tudo a andar e com brochuras feitas, as coisas complicaram-se porque chegou a pandemia e tivemos de ficar em casa. Os cruzeiros pararam e, infelizmente para nós, o que esteve mais na berra foi o Diamond Princess, no Japão, que passou muito nas notícias porque tinha tripulação portuguesa. Felizmente, o pior já passou e já temos o mesmo navio no Japão. Ou seja, as coisas deram a volta.

Mas o facto de termos ficado parados também nos ajudou na formação. Conseguimos criar cursos e, através do Teams ou Zoom, dar algumas formações e chegar ao agente de viagens.

As visitas aos navios são uma ferramenta maravilhosa para a formação dos agentes e também isso parou com a pandemia. Apesar de outras companhias já terem começado, nós só agora estamos a retomar estas visitas, que são uma oportunidade de mostrar o que temos para oferecer nas companhias que representamos.

Qualquer agente que vá ao nosso site percebe que temos uma oferta, entre fluviais e marítimos, de mais de 10 mil cruzeiros. É um leque muito grande, somos, talvez, quem tem a maior oferta em sistema

O meu trabalho passou ainda pela tradução de newsletters, que nos ajudam a ter contacto com o produto e comunicar ofertas. Recentemente, voltámos ainda a lançar notas da imprensa.

Isto tem tido um ganho de oportunidade. Partimos de números insignificantes em 2019, demos um pulo de três dígitos e continuamos a crescer nessa base. Por isso, em janeiro contratámos uma pessoa de língua portuguesa para o nosso call center para atender as agências portuguesas e tirar dúvidas porque as reservas podem ser feitas através do nosso B2B.

Apesar da pandemia e de todos esses desafios, o balanço é positivo?
Com certeza, os números dizem isso e espero que continuem a dizer. Há, inclusive, conversas no sentido de virmos a abrir um escritório em Portugal. Não sei se será ainda este ano, mas é algo que está em perspetiva para podermos crescer e ter uma equipa mais numerosa.

Isso quer dizer que o mercado português ainda tinha espaço para a Mundomar Cruzeiros?
Sim, somos International Sales Agent (ISA) de muitas companhias, o que quer dizer que a representação não é exclusiva e que o agente pode comprar noutros fornecedores. Mas, neste momento, somos Global Sales Agent (GSA) e temos exclusividade na Princess Cruises e Cunard. Em paralelo, temos outras opções fortes, com bastante procura, como a Norwegian Cruise Line (NCL) e a CroisiEurope, a maior companhia fluvial europeia, que tem 56 navios na Europa, seis dos quais no Douro.

Temos produto e qualquer agente que vá ao nosso site percebe que temos uma oferta, entre fluviais e marítimos, de mais de 10 mil cruzeiros. É um leque muito grande, somos, talvez, quem tem a maior oferta em sistema.

Quantas companhias representa, no total, a Mundomar em Portugal?
Além da Princess, Cunard, NCL e CroisiEurope, também representamos a Silversea, a Regent Seven Seas e a P&O Cruises. Nos fluviais, também temos a AmaWaterWays ou a Crucemundo. Esse leque de mais de 10 mil cruzeiros em oferta no nosso website representa, em termos marítimos e fluviais, umas 15 companhias.

Quando entrei foi para estar presente e ajudar o agente de viagens a vender. Não tenho metas pré-estabelecidas nem budgets a atingir

Relação com o trade
A simplicidade do online ajuda a que os agentes tenham maior facilidade na venda ou ainda há a ideia de que vender cruzeiros é difícil?
A ideia de que é difícil vender cruzeiros não é em função do sistema, é em função do produto. Quando um cliente entra numa agência de viagens e diz que quer um cruzeiro, o agente tem de ter algum conhecimento, noção do produto e das companhias para poder oferecer, com garantia e segurança, aquilo que o cliente deseja porque há produto para todos os gostos e bolsos. A dificuldade está em conhecer o produto e nem tanto na utilização dos sistemas. Mas é evidente que um sistema simples torna tudo mais fácil.

Os agentes de viagens portugueses já têm esse conhecimento?
O mercado está bastante recetivo. Isso acontece em função de duas companhias de base italiana que criaram embarques à partida de Lisboa. Apesar de não serem o ano inteiro e de normalmente serem mais extensos que os semanais, o que também os torna mais caros, a verdade é que embarcar em casa é bom e isso tornou o mercado mais recetivo.

Também me lembro de uma experiência única e que também fez muita diferença, que foi o facto da Pullmantur ter colocado um navio a fazer embarques semanais em Lisboa, de abril a outubro. Isso aconteceu há vários anos, nessa altura, estava na Abreu e lembro-me que tivemos uma fatia muito grande de vendas. Só no Mundo Abreu, vendemos 600 passageiros para esses embarques.

Foi uma experiência importante que trouxe ao mercado marinheiros de primeira viagem porque era um produto barato, em Tudo Incluído e era cómodo. Por exemplo, os clientes do Norte chegavam a Santa Apolónia e só tinham de atravessar a rua para embarcar e os de Lisboa só tinham de chegar ao cais, era facílimo e veio ajudar a que muita gente tivesse conhecimento, pela primeira vez, do que é o produto cruzeiro. Isso fez com que o mercado crescesse.

O que tem feito a Mundomar Cruzeiros para dar a conhecer as companhias que representa?
Acreditamos que a forma mais rápida de chegar ao agente de viagens é com a nossa comunicação e newsletters. Procuramos, em função do produto, fazer algumas por semana. Por isso é que, desde o início, trabalhamos muito para termos uma base de dados coerente e atualizada.

Depois, temos outras formas de comunicar. No nosso site, qualquer agente logado no B2B tem acesso a flyers promocionais para colocar na montra, que são impressos com o logotipo da agência. Além disso, temos uma marca branca que permite que o agente de viagens receba as nossas newsletters, faça o forward para o cliente que, depois, ao clicar na newsletter, abre um site como se fosse da própria agência, não aparece nada da Mundomar Cruzeiros. Ou seja, é como se cada agência tivesse o seu próprio site com o nosso produto e pudesse mandá-lo para o cliente.

Expetativas e destaques para 2023
2022 trouxe alguma recuperação aos cruzeiros, depois dos anos da COVID-19. Como correu 2022 para a Mundomar Cruzeiros?
Sim, comparando 2022 com 2019, posso dizer que, no ano passado, tivemos um crescimento muito bom, que ficou acima dos três dígitos.

No ano passado, praticamente triplicámos os números de 2019 e, este ano, já estamos a duplicar os números de 2022. Portanto, as coisas estão a entrar por bom caminho e ainda vamos vender muito 2023 e 2024

E como estão a correr as vendas para este ano?
Estamos ainda a vender Alasca, Mediterrâneo e Ilhas Britânicas.

Apesar do mercado e dos clientes repetentes saberem que, regra geral, devem comprar mais cedo para terem um maior benefício, seja a melhor localização de cabine ou os melhores preços, a verdade é que ainda há clientes que reservam ‘last minute’. Efetivamente, estamos ainda a vender cruzeiros para julho, agosto e setembro. E ainda bem que estamos, quantos mais vierem, melhor e os números vão crescendo. Mas também já estamos a vender 2024.

Quais são os principais destaques na Mundomar Cruzeiros este ano?
São os produtos que estamos a vender mais, como o Mediterrâneo na Princess, desde Barcelona, Civitavecchia ou Atenas.

No Mediterrâneo, a Princess não faz o back-to-back, faz, por exemplo, Barcelona a Civitavecchia, depois, Civitavecchia a Atenas e Atenas a Barcelona e, para fazer o Mediterrâneo completo, podem-se unir os três cruzeiros, numa viagem de 21 dias. A vantagem é que a companhia tem muita tripulação portuguesa, o que dá mais facilidade aos portugueses.

Na Cunard, também temos Mediterrâneo, mas o destaque vai para os transatlânticos e voltas ao mundo, porque é uma companhia de luxo. Enquanto a Princess Cruises é uma companhia premium, a Cunard é de luxo e, no próximo ano, vai ter um quarto navio, o Queen Anne.

Depois, temos a NCL, que é muito fácil de vender e vai ter vários navios em Lisboa. O novo Norwegian Viva virá a Lisboa, assim como o Norwegian Epic, que vai fazer aqui o inverno.

E temos os cruzeiros fluviais. A CroisiEurope está em bom ritmo, vamos ter uma partida exclusiva a 2 de agosto, no Danúbio, para o mercado português e espanhol. É um fretamento da Mundomar, onde vamos ter um produto diferenciado. As vendas estão a correr mais ou menos porque o produto fluvial ainda não está bem encaixado na mentalidade dos portugueses e não se vende na quantidade que gostaríamos. É direcionado para clientes com maior idade, não é para famílias porque não há cabines duplas ou triplas, apesar de, principalmente em agosto, haver essa possibilidade porque a companhia faz ofertas dois por um, permitindo que um casal possa viajar com os filhos pagando apenas uma cabine e há alguns rios com essas promoções.

Mas é, de facto, um produto diferente, a grande vantagem é o facto do navio ficar atracado na cidade, onde, normalmente, dorme, permitindo que as pessoas possam conhecer a cidade, usando o navio como hotel.

A Mundomar Cruzeiros tem metas para 2023 no número de passageiros?
Não, quando entrei foi para estar presente e ajudar o agente de viagens a vender. Não tenho metas pré-estabelecidas nem budgets a atingir. Penso que estão contentes com o meu desempenho, eu também estou contente com o mercado.  Mas é evidente que queremos continuar a crescer e, se estamos a pensar em abrir escritórios em Portugal, é sinal que ainda podemos crescer mais e espero poder vir a formar algumas pessoas para dar continuidade a esse trabalho.

No ano passado, praticamente triplicámos os números de 2019 e, este ano, já estamos a duplicar os números de 2022. Portanto, as coisas estão a entrar por bom caminho e ainda vamos vender muito 2023 e 2024. Se conseguirmos penetrar um pouco mais no mercado, vamos continuar a crescer nestes moldes.

O produto fluvial ainda não está bem encaixado na mentalidade dos portugueses e não se vende na quantidade que gostaríamos

Futuro
Tem receio que esses planos sejam afetados pela deterioração da situação económica mundial?
Não sou economista, apesar de ser licenciado em Gestão de Empresas, mas acredito que tudo vai ser ultrapassado. A guerra veio trazer alguns dissabores e a subida do preço do petróleo veio dificultar a operação. A CroisiEurope, por exemplo, no ano passado criou um suplemento de combustível mas, entretanto, as coisas acalmaram e o preço do petróleo baixou. Portanto, acredito que os bolsos e as pessoas se adaptam às situações e as companhias continuam a encomendar navios. No nosso caso, temos um navio a chegar em 2024, o Sun Princess, e temos mais dois em construção para 2025 e 2026, todos movidos a GNL.

Se tivesse de traçar um desejo para o futuro, na Mundomar Cruzeiros ou ao nível do mercado português, o que gostaria de ver concretizado?
Espero que, quando passar a pasta, a Mundomar Cruzeiros esteja consolidada em Portugal e que as companhias que representamos, principalmente a Princess Cruises, Cunard, CroisiEurope e NCL, que são as que nos dão maior movimento, também estivessem consolidadas no mercado português. E gostaria que o agente de viagens se lembrasse, quando um cliente pede um cruzeiro, do Pinto da Silva e da Mundomar Cruzeiros.

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Vietnam Airlines abre nova rota para ligar Hanoi e Phnom Penh

A nova rota da Vietnam Airlines entre Hanói e Phnom Penh arranca a 27 de outubro, com quatro voos por semana entre as duas capitais.

Publituris

A Vietnam Airlines vai abrir, a 27 de outubro, uma nova rota que vai passar a ligar Hanói, capital do Vietname, a Phnom Penh, capital do Camboja, de forma a dar resposta ao crescimento da procura turística por voos entre os dois países.

A nova rota da Vietnam Airlines, avança o portal VNExpress, vai contar com quatro voos por semana, às segundas, quartas, sextas e domingos, sendo operada num avião Airbus A321.

De acordo com a informação avançada, os novos voos pretendem dar resposta à forte procura turística de voos entre o Vietname e o Camboja, que aumentou depois da COVID-19.

O portal portal VNExpress avança que, nos primeiros seis meses de 2024, o Camboja tornou-se no mercado emissor de  turistas para o Vietname que apresenta um maior crescimento, num aumento que chega aos 396% desde a pandemia, seguindo-se a Índia e a Indonésia, cujos crescimentos chegam aos 312% e 177%, respetivamente.

 

 

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Aeroportos nacionais mantiveram tendência de crescimento em maio

Os aeroportos nacionais receberam, em maio, 6,5 milhões de passageiros e 22,3 mil aeronaves, números que traduziram aumentos de +6,3% e +2,8%, respetivamente, e que mantiveram a tendência de crescimento que se vinha a verificar desde o início do ano, segundo o INE.

Inês de Matos

Os aeroportos nacionais receberam, em maio, 6,5 milhões de passageiros e 22,3 mil aeronaves em voos comerciais, números que traduziram aumentos de +6,3% e +2,8%, respetivamente, e que mantiveram a tendência de crescimento que se vinha a verificar desde o início do ano, indicam os dados divulgados esta segunda-feira, 15 de julho, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

“No início de 2024 continuaram a verificar-se máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos nacionais. Em maio de 2024, registou-se o desembarque médio diário de 106,4 mil passageiros, valor superior em 6,2% ao registado em maio de 2023 (100,2 mil)”, lê-se no comunicado divulgado pelo INE.

Entre os passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais, 82,4% corresponderam a tráfego internacional, num total de 2,7 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 6,3%, sendo a maioria destes passageiros proveniente do continente europeu (69,9%), numa subida de 5,3% face a maio de 2023.

O INE diz ainda que “o continente americano foi a segunda principal origem” dos passageiros internacionais desembarcados em Portugal em maio, concentrando 8,8% do total de passageiros desembarcados (+9,7%).

No que diz respeito aos passageiros embarcados, 82,0% corresponderam a tráfego internacional, num de 2,6 milhões de passageiros e com um aumento de 6,7%, sendo que, destes passageiros, 70,4% tinham como principal destino aeroportos no
continente europeu, o que evidencia um crescimento de 5,4% face a maio de 2023.

Tal como nos passageiros desembarcados, acrescenta o INE, também nos embarcados “os aeroportos no continente americano foram o segundo principal destino”, correspondendo a 8,1% do total e com um crescimento de 13,9%.

Passageiros crescem 5,1% desde o início do ano

Os dados do INE mostram também que, desde o início do ano, o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais tem continuado a crescer e subiu já 5,1% face ao mesmo período de 2023, somando 26,174 milhões, com destaque para o aeroporto de Lisboa.

Segundo o INE, o aeroporto de Lisboa movimentou 52,0% do total de passageiros nos primeiros cinco meses do ano, o que representa 13,6 milhões de passageiros e traduz uma subida de 5,6% comparativamente ao mesmo período de 2023.

Já o aeroporto do Porto concentrou 22,8% do total de passageiros movimentados, cerca de seis milhões de passageiros, o que representa um crescimento de 5,6% face ao mesmo período do ano passado, enquanto o aeroporto de Faro registou ainda um aumento de 2,6% no movimento de passageiros, totalizando 3,2 milhões.

Por nacionalidades de passageiros, o INE destaca o Reino Unido, que foi o “principal país de origem e de destino dos voos”, considerando o volume de passageiros desembarcados e embarcados em voos internacionais nos primeiros cinco meses de 2024.

Segundo o INE, o mercado britânico apresentou um crescimento de 2,4% no número de passageiros desembarcados e de 2,8% nos passageiros embarcados, face aos cinco primeiros meses de 2023.

Em sentido contrário, acrescenta o INE, esteve a França, que registou decréscimos no número de passageiros desembarcados (-2,1%) e embarcados (-2,4%), ocupando a segunda posição deste ranking, no qual se seguem a Espanha, a Alemanha e a Itália.

 

 

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Turkish Airlines abre nova rota para Turim

A nova rota da Turkish Airlines para Turim, o 9.º destino da companhia aérea turca em Itália, arrancou na passada quarta-feira, 10 de julho, e conta com voos diários.

Publituris

A Turkish Airlines abriu uma nova rota entre Istambul e Turim, em Itália, na passada quarta-feira, 10 de julho, destino que passa a ser o nono operado pela companhia aérea turca no país e o 349.º em todo o mundo.

Segundo um comunicado publicado no website da companhia aérea, a nova rota para Turim conta com voos diários, que partem de Istambul pelas 07h15 às segundas, terças, quintas e sábados, chegando a Turim às 09h20, enquanto em sentido contrário as partidas da cidade italiana são às 10h15 para chegar a Istambul às 14h10.

Já nas quartas, sextas e domingos, os voos da Turkish Airlines partem de Istambul às 17h00 e chegam a Turim pelas 19h05, enquanto a viagem de regresso à Turquia tem partida marcada para as 20h00, chegando à Istambul pelas 23h55.

“Estamos felizes por adicionar Turim à nossa extensa rede de voos como o nosso 349.º destino. Ao reforçar os nossos laços com Itália com a nossa nona presença, os passageiros do noroeste de Itália poderão desfrutar da rede de voos incomparável da nossa companhia aérea durante as suas viagens, enquanto os nossos passageiros de todo o mundo terão a oportunidade de experimentar as maravilhas de Turim”, congratula-se Bilal Ekşi, CEO da Turkish Airlines.

Localizada no norte de Itália, a cidade de Turim é famosa pela história e pela arquitetura barroca, sendo também um importante polo para a indústria automobilística, o que torna esta cidade um destino de turismo de lazer e negócios.

 

 

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LAM reprograma voos devido a revisão de avião Boeing 737-700

A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique anunciou a revisão pontual do avião Boeing 737-700, o maior da frota da companhia aérea moçambicana, o que vai levar à reprogramação de alguns voos.

Publituris

A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique informou que, devido à revisão pontual do avião Boeing 737-700, o maior da frota da companhia aérea moçambicana, vai ter de reprogramar alguns voos.

“Devido a este facto, que se traduz na redução da capacidade de frota, alguns voos da companhia estão a ser reprogramados”, refere a LAM num comunicado enviado Lusa e divulgado este sábado, 13 de julho.

A transportadora, que opera para 12 destinos domésticos e voa também para Joanesburgo, Dar-Es-Salaam, Harare, Lusaca, Cidade do Cabo e Lisboa, lamenta os “inconvenientes que as reprogramações de voos estão a causar”.

 

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47% das opiniões sobre companhias aéreas nas redes sociais são negativas

Uma análise da Onclusive mostra que 47% dos posts nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são negativos. Em contrapartida, somente 37% são positivos.

Publituris

Quase metade (47%) dos posts publicados nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são críticas ou negativos, enquanto 37% são positivos. Os restantes são neutros, consistindo em imagens e vídeos de aeroportos, voos, aviões e notícias imparciais sobre companhias aéreas, revela uma análise recente da Onclusive.

O tópico mais discutido é a bagagem, com uma quantidade significativa de comentários negativos sobre bagagem perdida ou danificada e as taxas adicionais de bagagem extra impostos por algumas companhias aéreas. A gestão e as respostas do serviço de apoio ao cliente também são objeto de críticas.

Os comentários positivos, embora menos frequentes, destacam iniciativas das companhias aéreas, tais como alterações de políticas que permitem que permite aos passageiros levar um animal de estimação e uma mala de mão de tamanho normal para a cabina.

O segundo tópico mais discutido é o comportamento das tripulações de voo e dos passageiros. Estas conversas incluem comentários negativos sobre a simpatia dos membros da tripulação, comentários positivos sobre a forma como lidam passageiros difíceis e comentários sobre o mau comportamento conduta ou agressividade de outros passageiros.

Os consumidores partilham frequentemente as suas experiências negativas nas redes sociais, especialmente se sentirem que não obtiveram respostas satisfatórias do pessoal ou do serviço de apoio ao cliente.

Independentemente da companhia aérea, a qualidade da comida e o conforto dos assentos são os principais tópicos de discussão, tornando-os os serviços mais comentados nas redes sociais, ultrapassando o entretenimento a bordo.

Os clientes das companhias aéreas também comentam, frequentemente, os serviços adicionais ou opcionais pelos quais pagaram um suplemento. Este tópico é o 10.º mais discutido, aparecendo, igualmente, as salas de espera nos aeroportos. Os clientes discutem vários aspetos, como o conforto, design, limpeza e a frustração de não ter acesso, apesar de terem um cartão de membro.

O segundo serviço mais comentado é o WiFi a bordo. À medida que as companhias aéreas vão instalando gradualmente o WiFi nas suas frotas, as ofertas de acesso gratuito a aplicações de mensagens estão a receber recções muito positivas.

O terceiro serviço mais discutido é a seleção de lugares. Este serviço é particularmente importante para as famílias que pretendem sentar-se juntas e passageiros que desejam adicionar um assento conforto ou duplo.

Muitas mensagens também envolvem pedidos de reembolso ou reclamações sobre o mau funcionamento do website relacionado com a seleção de lugares.

Já do lado das companhias aéreas, nas publicações e entrevistas, são abordados frequentemente temas diretamente relacionados com os principais acontecimentos recentes no setor, com especial destaque para a segurança e proteção.

A reputação das companhias aéreas está intimamente ligada à fiabilidade das suas aeronaves e dos seus fabricantes.

As companhias aéreas e os seus fornecedores estão a centrar-se cada vez mais na sustentabilidade nas suas comunicações, com indicações de medidas para eliminar os plásticos de utilização única e o alumínio de utilização única a bordo até 2025 ou a compra e utilização de combustível de aviação sustentável (SAF).

“A sustentabilidade tornou-se um importante critério de classificação para as companhias aéreas, a par da qualidade do serviço e do conforto”, destaca a análise da Onclusive.

“Há uma diferença notável entre as prioridades dos clientes expressas nas redes sociais e os tópicos que as companhias aéreas discutem nas suas plataformas sociais. Os clientes destacam as suas necessidades e preocupações, procurando respostas atempadas, enquanto as companhias aéreas se concentram nas mensagens de marca e atualizações operacionais”, diz ainda a Onclusive.

Ao alinhar as estratégias de marketing e comunicação com as prioridades dos clientes, as companhias aéreas podem promover ligações mais fortes, dando a consultora como exemplo a abordagem a questões frequentemente discutidas como opções de reserva flexíveis ou perda de bagagem com conteúdo claro e informativo que criam confiança e lealdade. “Colmatar esta lacuna aumenta a satisfação do cliente e proporciona uma vantagem competitiva”.

Do lado da cobertura realizada pelos órgãos de comunicação social, o destaque, nos últimos 12 meses, vai claramente para as questões relacionadas com a proteção e segurança. A informação financeira (lucros, ganhos, preços das ações) é o terceiro tipo de conteúdos mais publicados.

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Air France-KLM e SAS estabelecem acordos de codeshare e interline

Os acordos de codeshare e interline entram em vigor a 1 de setembro, quando a SAS se junta à SkyTeam, a aliança de companhias aéreas a que também pertence a Air France-KLM.

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A Air France-KLM e a SAS assinaram acordos de codeshare e interline que abrangem os voos da Air France, da KLM e da SAS, e que entram em vigor a 1 de setembro, quando a SAS se junta à SkyTeam, a aliança de companhias aéreas a que também pertence a Air France-KLM.

Segundo um comunicado da Air France-KLM, estes acordos também abrangem os benefícios recíprocos dos programas de fidelização, concretamente o Flying Blue e EuroBonus.

O acordo de codeshare abrange vários destinos europeus, com os passageiros da Air France-KLM a passarem a ter acesso a 33 destinos no norte da Europa além dos hubs da SAS em Copenhaga, Oslo e Estocolmo, enquanto os passageiros da companhia aérea escandinava passam a ter acesso a 33 destinos na Europa além dos hubs da Air France e da KLM – respetivamente, nos aeroportos de Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol.

“Além disso, num futuro próximo, serão adicionados ao acordo destinos intercontinentais”, acrescenta a Air France-KLM, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 12 de julho.

Já o acordo interline vai cobrir a rede europeia das companhias Air France, KLM e SAS, “oferecendo aos clientes opções de viagem distendidas”, explica-se ainda no comunicado divulgado.

Os membros do Flying Blue e do EuroBonus, os programas de fidelização da Air France-KLM e SAS, respetivamente, também ganham algumas vantagens, passando a ser possível “acumular e gastar Milhas/Pontos em todos os voos operados a partir de 1 de setembro de 2024”.

“Os membros elegíveis do EuroBonus poderão ainda desfrutar dos serviços e benefícios da SkyTeam, incluindo o SkyPriority e os acessos aos lounges”, refere ainda o comunicado da Air France-KLM.

Segundo Angus Clarke, diretor Comercial (CCO) da Air France-KLM, “estes acordos marcam um passo importante rumo a uma cooperação comercial próxima entre a Air France, a KLM e a SAS”, que vai oferece aos passageiros das três companhias aéreas “uma ampla gama de destinos europeus e serviços de alta qualidade”.

“Estamos desejosos de desenvolver ainda mais este relacionamento e fortalecer a nossa posição na região escandinava”, acrescenta o responsável da Air France-KLM, citado no comunicado divulgado.

Já Paul Verhagen, diretor Comercial (CCO) da SAS, mostra-se satisfeito pelos acordos alcançados com a Air France-KLM, futura parceira da SAS na aliança SkyTeam, uma vez que estes vão aumentar a “conectividade e oferecendo maiores benefícios” aos passageiros da SAS.

A Air France e a KLM operam até 200 voos semanais entre os seus hubs – nos aeroportos de Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol – e os hubs da SAS em Copenhaga, Oslo e Estocolmo, enquanto a SAS opera até 44 voos semanais para Paris-CDG de Copenhaga, Oslo e Estocolmo, e 65 para o aeroporto de Amesterdão-Schiphol.

Os voos no âmbito deste codeshare e interline arrancam a 1 de setembro, mas já podem ser adquiridos nos websites das três companhias aéreas.

 

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Delta Air Lines anuncia parceria com a Riyadh Air e quer abrir voos para a Arábia Saudita

O acordo prevê a abertura de uma rota da Delta Air Lines desde os EUA para a capital saudita, além de outras colaborações, nomeadamente ao nível de interline e codeshare, para aumentar a conectividade no Médio Oriente.

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A Delta Air Lines estabeleceu uma parceria com Riyadh Air, uma nova companhia aérea com sede em Riade, capital da Arábia Saudita, e conta vir a abrir voos para o país, avança a companhia aérea norte-americana, num comunicado publicado no seu website.

De acordo com a informação divulgada, este acordo prevê a abertura de uma rota da Delta Air Lines desde os EUA para a capital saudita, além de outras colaborações, nomeadamente ao nível de interline e codeshare, para aumentar a conectividade no Médio Oriente.

“Esta parceria com a Riyadh Air irá promover a missão da Delta de conectar o mundo e abrir uma gama de novas opções, benefícios e destinos para os nossos clientes que viajam de e para o Reino da Arábia Saudita”, afirma Ed Bastian, presidente-executivo da Delta Air Lines.

O acordo entre as duas companhias aéreas está, contudo, ainda sujeito a aprovações regulatórias, mas poderá evoluir para uma joint venture, o que motivaria colaboração também ao nível do planeamento e crescimento da rede no Médio Oriente.

Recorde-se que a Riyadh Air é uma nova companhia aérea saudita, que deverá iniciar operações em 2025 e que vai contar com uma operação local.

 

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Aviação

Azul lança concurso fotográfico para assinalar 15.º aniversário

As inscrições para este concurso fotográfico, que inclui cinco diferentes categorias e pretende “celebrar a trajetória da Azul por meio de fotografias que capturem momentos especiais e marcantes”, já se encontram a decorrer.

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A Azul lançou um concurso de fotografia para assinalar o 15.º aniversário da companhia aérea, iniciativa que tem como objetivo “celebrar a trajetória da Azul por meio de fotografias que capturem momentos especiais e marcantes”, informou a transportadora brasileira, em comunicado.

As inscrições para este concurso fotográfico, que inclui cinco diferentes categorias, já se encontram a decorrer e podem ser realizadas aqui, com a Azul a explicar que a iniciativa “oferece uma plataforma para que spotters, clientes, amantes da marca e tripulantes da Azul possam exibir o seu talento e criatividade”.

Aviação regional, fotografias de aeronaves da Azul, operação e tripulantes, experiência do cliente e 15 anos da Azul são as categorias do concurso fotográfico lançado pela companhia aérea brasileira.

As fotografias vencedoras vão ser publicadas num livro comemorativo dos 15 anos da Azul e os seus autores recebem outras recompensas exclusivas, como uma visita ao Hangar de Viracopos, um almoço com executivos da Azul, a participação das fotografias numa exposição e convites para o lançamento do livro.

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Américo Muchanga é o novo presidente da LAM

Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous, que liderava a companhia aérea moçambicana de forma interina desde fevereiro.

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A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique passou a ser liderada por Américo Muchanga, que foi escolhido pelo Conselho de Administração para novo presidente da companhia aérea moçambicana.

Segundo a Lusa, que cita um comunicado da transportadora aérea de Moçambique, Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique, cargo que ocupava desde fevereiro de 2022, e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous.

A Lusa recorda que Theunis Christian de Klerk Crous ocupava as funções de presidente da LAM de forma interina desde fevereiro passado, no seguimento do afastamento de João Carlos Pó Jorge e do processo de reestruturação da empresa, que está a cargo da Fly Modern Ark (FMA), empresa sul-africana contratada para recuperar a LAM.

Com a chegada da FMA à LAM, o que acontece desde abril do ano passado, a transportadora moçambicana tem vindo a passar por um processo de reestruturação, que se segue a vários anos de problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos.

Desde a entrada da FMA na companhia aérea, foram descobertos esquemas de desvio de dinheiro, que estão a ser investigados pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) de Moçambique.

A LAM opera 12 destinos no mercado doméstico, a nível regional voa regularmente para Joanesburgo, Dar-Es-Salaam, Harare, Lusaca, e Cidade do Cabo, sendo Lisboa o único destino intercontinental da companhia aérea moçambicana.

 

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ARAC denuncia “concorrência desleal de operadores não regulamentados” no aluguer de autocaravanas

A ARAC diz que, nos últimos anos, têm surgido plataformas que disponibilizam autocaravanas particulares, “frequentemente sem respeitar a legislação que regulamenta esta atividade”, o que pode prejudicar os consumidores e a imagem do país enquanto destino turístico de excelência.

Inês de Matos

A Associação Nacional dos Locadores de Veículos (ARAC) veio esta terça-feira, 9 de julho, alertar os consumidores e denunciar a existência de “concorrência desleal de operadores não regulamentados” no aluguer de autocaravanas, o que afeta negativamente as empresas que cumprem a lei e pode prejudicar “a reputação de Portugal como um destino turístico de prestígio”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação que representa o rent-a-car em Portugal, em cuja legislação está inserida a regulação das autocaravanas, lembra existe “um conjunto de obrigações para garantir a legalidade, a proteção dos consumidores e a transparência contratual” no aluguer destes veículos.

“No entanto, nos últimos anos, têm surgido várias plataformas de aluguer que disponibilizam autocaravanas pertencentes a particulares, frequentemente sem respeitar a legislação que regulamenta esta atividade. Estes veículos, muitas vezes com um grande número de anos de uso, não cumprem os requisitos legais necessários e operam num quadro legal e fiscal pouco claro, prejudicando os consumidores que os utilizam”, lamenta a associação.

A ARAC diz que tem vindo a denunciar esta situação às “autoridades competentes”, ainda que, até ao momento, não tenham existido “resultados eficazes”, numa situação que a associação diz que “prejudica os consumidores” e a reputação do país.

“Dado o crescimento turístico em Portugal, é fundamental que as entidades públicas relacionadas com a mobilidade, o turismo e as autoridades policiais e fiscais atuem de forma coordenada para resolver este problema. Esta situação não só prejudica os consumidores, como também afeta negativamente a reputação de Portugal como um destino turístico de prestígio”, defende a ARAC.

A associação concorda que a “atividade de aluguer de autocaravanas em Portugal apresenta um potencial significativo de crescimento e desenvolvimento” mas defende que “é essencial assegurar que este crescimento seja sustentável e regulamentado, de forma a proteger os consumidores e manter a reputação de Portugal como um destino
turístico de excelência”.

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