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Estudo da Mastercard coloca Portugal como o oitavo destino turístico preferido dos europeus para 2023

O estudo do Mastercard Economic Institute concluiu que tanto as viagens de lazer como as de negócios já recuperaram e estão a crescer acima do registado no ano passado, o que traz boas perspectivas a Portugal.

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Estudo da Mastercard coloca Portugal como o oitavo destino turístico preferido dos europeus para 2023

O estudo do Mastercard Economic Institute concluiu que tanto as viagens de lazer como as de negócios já recuperaram e estão a crescer acima do registado no ano passado, o que traz boas perspectivas a Portugal.

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Portugal é o oitavo destino preferido dos turistas europeus para 2023, apurou o estudo Travel Industry Trends 2023, recentemente divulgado pelo Mastercard Economic Institute, que concluiu que os turistas europeus estão a optar por destinos de proximidade.

“Portugal posiciona-se como o oitavo destino turístico no Top dos 10 destinos preferidos pelos Europeus, de acordo com dados de Janeiro e Fevereiro deste ano, superando os Países Baixos, a Suécia e a Irlanda. O Reino Unido e a Espanha surgem no primeiro e segundo lugar, respetivamente, e os Estados Unidos são o único país não europeu a integrar o ranking”, aponta o estudo, que foi divulgado esta quarta-feira, 24 de maio.

O estudo do Mastercard Economic Institute concluiu que tanto as viagens de lazer como as de negócios já recuperaram e estão a crescer acima do registado no ano passado, sendo que, no caso das viagens de negócios, a recuperação “aconteceu, sobretudo, a partir do segundo semestre de 2022 e até ao início de 2023, altura em que superaram os voos de lazer, nas regiões que privilegiaram o regresso ao “escritório””.

Já as viagens de lazer mantiveram “uma trajetória robusta de crescimento, com um aumento de 25% em relação ao ano anterior”, acrescenta o estudo, que reúne informações sobre o estado global das viagens e tem em consideração as alterações dos cenários económicos e a crescente procura dos consumidores.

Entre as principais conclusões deste estudo está também o facto de os turistas continuarem a dar prioridade às experiências, registando-se mesmo um “crescimento da procura por experiências mais exclusivas”.

“O estudo mostra que os turistas europeus estão a desembarcar em destinos menos conhecidos em busca de imersão cultural e viagens mais sustentáveis. Esta tendência deve-se, por um lado, ao regresso a algum nível de conforto pré-pandemia, mas também à influência das redes sociais”, justifica o estudo.

Em Portugal e de acordo com o Mastercard Economic Institute, a procura por experiências mais do que duplicou (151,6%) em relação a 2019 e aumentou 45,3% comparando março de 2023 com o ano anterior, numa tendência contrária aos gastos com a compra de bens, que registaram um crescimento inferior, de 68% comparando com 2019 e 35% em termos homólogos.

Mas a degradação das condições económicas também tem tido impacto nas escolhas dos turistas, que estão a optar cada vez mais por companhia aéreas low cost para as suas viagens.

Este estudo procurou ainda avaliar o impacto da reabertura da China na indústria das viagens e turismo global, concluindo que o regresso do mercado chinês ao panorama mundial vai ter um “impacto positivo no turismo de experiências”.

“Em 2019, as viagens da China continental representaram 16% de todos os gastos globais com viagens e transporte e em março de 2023, os gastos com experiências já atingiam os 93% das que existiam em 2019.  E são vários os países que estão a beneficiar desta abertura, incluindo Portugal”, acrescenta o estudo.

No caso de Lisboa, por exemplo, os gastos dos turistas chineses com a compra de bens cresceram 57,5% em março de 2023 face a igual período de 2019, enquanto os gastos com experiências mais do que duplicaram (196%) e os gastos no segmento do Luxo aumentaram 74%.

“O desejo de viajar volta a impulsionar o crescimento europeu em 2023, depois da recuperação a que assistimos no ano passado”, salienta Natalia Lechmanova, Economista Sénior do Mastercard Economic Institute, sublinhando que a “Europa continua a ser um dos principais destinos globais para turistas de todo o mundo”.

O relatório completo das tendências da indústria de viagens para 2023 pode ser consultado aqui.

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Ano turístico vai ser melhor do que em 2023, mesmo com menor procura interna

O Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, prevê que o atual ano turístico vai ser melhor do que o de 2023, apesar de uma pequena baixa na procura por parte dos portugueses.

Victor Jorge

“Há aqui um conjunto de fatores que se conjugam e que vão garantir a perspetiva que temos de este ano ser um ano turístico melhor ainda que o ano de 2023”, disse Pedro Machado à agência Lusa, à margem de uma visita à Marina de Portimão.

Mesmo assim, o governante deu conta da “preocupação” manifestada pelos empresários do setor turístico algarvio quanto a “algum abaixamento da procura, sobretudo do mercado interno, do mercado nacional”.

Apesar desta “relativa baixa de procura” que se está a sentir neste momento, o governante acredita que “os mercados internacionais estão a reagir muito positivamente” e referiu dados sobre a evolução do turismo em junho obtidos na segunda-feira, que indicam o forte crescimento no setor.

Segundo Pedro Machado, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos da América são, neste momento, os países mais importantes para o turismo português, tendo ultrapassado a Espanha e a França e outros países mais próximos.

“Significa que há hoje uma apetência maior para estes mercados de longa distância”, concluiu o secretário de Estado do Turismo, acrescentando que Portugal está a “reforçar” as ligações aéreas com países como o México, a Coreia do Sul e o Egito.

Por outro lado, o responsável governamental congratulou-se por os consumos de água terem “vindo a baixar 12 a 13%, o que considera ser “a meta que tinha sido estabelecida” pelo Governo

Referindo-se a dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pedro Machado defendeu que o consumo de água tem estado a ser “ajustado”, tanto na agricultura como no setor urbano, que considera ser prioritário, e onde está incluído o setor turístico.

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Victor Jorge

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Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra toma posse

Promover a participação e o envolvimento dos agentes turísticos no desenvolvimento integrado e sustentável do concelho e contribuir para a valorização da oferta turística e a consequente promoção do destino Sesimbra são alguns dos objetivos do Conselho Municipal do Turismo, que acaba de tomar posse.

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Com funções exclusivamente consultivas, o Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra, que acaba de tomar posse e realizou a sua primeira reunião, envolve 26 entidades, que têm como caminho comum a evolução da situação turística do município.

“O importante é que possamos ter um espaço onde possamos apontar os caminhos para as soluções de um turismo que se quer cada vez melhor, mais sustentável e de qualidade para o concelho de Sesimbra”, adiantou o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Francisco Jesus, citado em notícia publicada na página oficial da autarquia.

A criação do Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra é, segundo Argentina Marques, vereadora do Turismo, “um pontapé de saída para termos uma estratégia comum com todas as entidades que estão neste território de Sesimbra e nesta Área Metropolitana de Lisboa”.

A Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa considera que a valorização e promoção da oferta turística de Sesimbra é fundamental para a região. A presidente da ERT-Região de Lisboa, Carla Salsinha, defende ainda que o Conselho Municipal do Turismo “vai ser seguramente um dos motores de qualificação do turismo de Sesimbra”, na medida em que pode ajudar a definir a estratégia “de como é que Sesimbra se quer afirmar no contexto dos 18 municípios da região de Lisboa”.

O Conselho Municipal de Turismo de Sesimbra volta a reunir a 4 de setembro para o início dos trabalhos e estudo das diversas matérias relacionadas com as estratégias para o desenvolvimento do turismo do concelho.

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Turismo europeu com novos máximos, com Portugal em destaque

Segundo a análise mais recente da European Travel Commission (ETC), as chegadas e dormidas ultrapassaram os números de 2019 no primeiro semestre de 2019. Portugal aparece destacado, indicando ainda a ETC que os turistas deverão gastar mais 800 mil milhões de euros, em 2024 à medida que os planos dos viajantes estão cada vez mais diversificados.

Victor Jorge

O setor do turismo na Europa continua no trilho da recuperação no segundo trimestre de 2024, com as chegadas internacionais a crescerem 6% face a igual período de 2019, enquanto as dormidas registam uma evolução de 7% face a igual período do ano pré-pandemia, sendo que relativamente ao período homólogo de 2023 os incrementos são ainda mais assinaláveis: +12% 1 10%, respetivamente.

Na última edição do relatório trimestral da ETC, os dados indicam que tanto os destinos tradicionais como os não tradicionais do Sul da Europa e do Mediterrâneo continuam a ser as escolhas mais populares para os turistas na Europa. Registaram-se aumentos notáveis nas chegadas, em comparação com os níveis de 2019, em destinos menos conhecidos, como Sérvia (+40%) e Bulgária (+29%), bem como em destinos favoritos de longa data incluindo Malta (+37%), Portugal (+26%) e Turquia (+22%), considerando a comissão que “o sucesso contínuo destes destinos deve-se, em parte, à sua oferta comum de experiências e a condições climatéricas geralmente favoráveis”.

Os países nórdicos também revelam uma atração crescente, com as dormidas de estrangeiros a aumentarem na Dinamarca (+38%), Noruega (+18%) e Suécia (+9%), revelando “um sucesso crescente fora do Sul da Europa e em destinos relativamente mais caros”.

Em contrapartida, a região do Báltico continua a debater-se com dificuldades, com a Letónia (-24%), a Estónia (-16%) e a Lituânia (-15%) a registarem ainda chegadas internacionais muito abaixo de 2019.

Miguel Sanz, Ppesidente do ETC, considera ser “encorajador ver a crescente diversificação do panorama do turismo europeu neste trimestre”. O responsável pela ETC, cargo que já foi ocupado pelo português Luís Araújo, refere ainda que “este facto beneficia tanto os destinos emergentes como os pontos de interesse estabelecidos que podem potencialmente enfrentar uma sobrelotação. Além disso, o aumento do número de turistas em zonas menos conhecidas ajudará as pequenas empresas que ainda estão a recuperar da pandemia ou que se debatem com o aumento dos custos operacionais devido ao atual contexto económico”.

Custos e pessoal dificultam recuperação
Contudo, nem tudo são boas notícias, já que são vários os desafios que o setor das viagens enfrenta. Os profissionais do turismo ouvidos pela ETC referem como principais problemas o aumento dos custos de alojamento, das operações comerciais e dos voos, bem como a escassez de pessoal. Apesar do seu impacto contínuo, estes desafios diminuíram em comparação com o trimestre anterior.

Com os aumentos dos custos das empresas a conduzirem a um aumento geral das despesas de viagem, a ETC prevê que os visitantes gastem 800,5 mil milhões de euros na Europa este ano, mais 13,7% do que no ano passado. Esta evolução resulta do aumento dos preços de exploração, do regresso de turistas com despesas elevadas da região da Ásia-Pacífico e da forte procura de eventos e de viagens combinadas de negócios e lazer. O setor do alojamento, por sua vez, beneficiou especialmente no primeiro semestre do ano, com uma subida de 5,4% nas receitas por quarto disponível e de 1,8% nas taxas de ocupação.

Os aumentos mais significativos nos gastos dos viajantes, no acumulado do ano, registam-se em Espanha (25%), Grécia (25%), Itália (20%) e França (16%). Outros países, como a Croácia, a Bulgária e a Roménia, esperam ver estadias médias mais longas em 2024 do que no ano anterior, o que também resultará num aumento das receitas do turismo.

Diversificação como impulsionadora do turismo europeu
O relatório identifica uma diversificação crescente do turismo europeu, com os destinos emergentes e os mercados emissores a aumentarem a sua quota de mercado. Entre os fatores que contribuem para esta tendência contam-se “a procura de destinos não tradicionais com uma boa relação qualidade/preço, o regresso dos viajantes da região Ásia-Pacífico e a crescente disponibilidade de viagens de comboio”, refere a ETC.

Embora os EUA continuem a ser o mercado emissor de longo curso com melhor desempenho, regista-se um aumento notável dos mercados da Ásia Oriental, especialmente da China. “As cidades europeias estão a revelar-se particularmente atraentes para os visitantes chineses, uma vez que se espera que a China se torne o mercado emissor de destinos urbanos com crescimento mais rápido em 2025, ultrapassando os EUA”.

Verifica-se também um aumento do número de viajantes que optam por viagens fora de época e por destinos menos conhecidos, impulsionados pela procura de uma boa relação qualidade/preço e de experiências únicas e autênticas. Em particular, a Albânia e o Montenegro registaram um aumento notável da quota de mercado, com um aumento de 86% e 31%, respetivamente, desde 2019.

O crescente interesse em viajar fora dos circuitos habituais também se reflete nas pesquisas online para viagens na Europa, que destacaram o apelo dos cenários naturais das ilhas, como a Madeira, em Portugal, e Magerøya, na Noruega, com ambos os destinos a registarem um aumento correspondente nas chegadas e nas dormidas.

A sustentabilidade foi um dos principais fatores de reputação positiva para os destinos neste trimestre, enquanto o discurso mais negativo se centrou nos impactos sociais e ambientais da sobrelotação nos locais de turismo tradicionais.

Ao mesmo tempo, o aumento da capacidade ferroviária está a abrir a porta aos viajantes para explorarem novas experiências e destinos. A empresa ferroviária nacional da Alemanha – Deutsche Bahn -, por exemplo, registou um aumento de 21% nas rotas internacionais entre 2019 e 2023, beneficiando principalmente os países vizinhos. Os serviços do Eurostar regressaram aos níveis de passageiros anteriores à pandemia e o operador ferroviário espanhol Renfe informou ter vendido 500 mil bilhetes nos seis meses seguintes ao lançamento da sua linha internacional para França.

De referir que estes três operadores têm planos para aumentar a capacidade nos próximos anos, o que realça a importância crescente dos caminhos-de-ferro no turismo europeu.

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Centro de Portugal aposta no turismo sustentável na Naturcyl

Durante a apresentação, realizada em Segóvia, Espanha, Anabela Freitas, vice-presidente da Turismo do Centro, deixou a certeza que a região está a “trabalhar ativamente para cumprir os objetivos de sustentabilidade e de preservação dos recursos do nosso território”.

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A Turismo Centro de Portugal (TCP) participou na apresentação da 7.ª edição da Naturcyl – Feira de Ecoturismo de Castela e Leão, em Segóvia, Espanha. O evento, que decorreu esta quarta-feira, 10 de julho e em que o Centro de Portugal é o destino internacional convidado, tem como tema “Reservas da Biosfera, soluções locais para problemas globais”.

A edição deste ano da Naturcyl contará com um programa extenso e diversificado, para todos os públicos, que inclui conferências e workshops temáticos, atividades em família e ecoturismo gastronómico. O astroturismo terá também especial destaque e haverá espaço para encontros profissionais entre agentes de viagens e profissionais do setor de Turismo de Natureza.

A vice-presidente Anabela Freitas representou a TCP na sessão de apresentação do evento que se realizará de 20 a 22 de setembro juntamente com o conselheiro da Cultura, Turismo e Desporto da Junta de Castela e Leão, Gonzalo Santonja; o vice-presidente da Província de Segóvia, José María Bravo Gozalo; o presidente do município do Real Sitio de San Ildefonso, Samuel Alonso Llorente; e o diretor da Naturcyl, Carlos Sánchez.

Durante a apresentação, o ministro Gonzalo Santonja enfatizou a crescente relevância da feira, que se tem consolidado como “uma referência internacional enquanto feira especializada na observação da natureza” e que “impulsiona o aproveitamento turístico dos recursos naturais, sob critérios de sustentabilidade e respeito pelo património natural”.

Anabela Freitas destacou, por sua vez, a importância do Ecoturismo na região Centro de Portugal, assim como as práticas sustentáveis para a atividade turística. “Hoje, cada vez mais turistas desejam participar na vida das comunidades que visitam e têm a preocupação de preservar a natureza envolvente. Para a Turismo do Centro, é essencial garantir a sustentabilidade dos destinos. Estamos a trabalhar ativamente para cumprir os objetivos de sustentabilidade e de preservação dos recursos do nosso território”, sublinhou. “Espero que esta feira seja o primeiro de muitos passos conjuntos para o desenvolvimento sustentável dos territórios e das economias locais, em benefício das populações”, concluiu.

O Centro de Portugal, como destino internacional convidado, terá uma participação e notoriedade especial na feira, com um stand próprio de 27m2, onde divulgará e promoverá o vasto património da região ao nível do Turismo de Natureza.

Recorde-se que o território do Centro de Portugal inclui, parcial ou totalmente, quatro Reservas da Biosfera da UNESCO, que são o tema desta edição da feira: as Reservas da Biosfera Transfronteiriça da Meseta Ibérica, Transfronteiriça do Tejo, das Berlengas e do Paul do Boquilobo. Outros destaques da participação do Centro de Portugal serão o projeto Starlight Aldeias do Xisto, focado no astroturismo, e os Geoparques Mundiais da UNESCO, Estrela, Naturtejo, Oeste e Arouca (em parte), entre muitas outras áreas protegidas.

A Naturcyl é um evento anual que, desde a sua primeira edição, em 2018, se tem afirmado como um fórum essencial para a troca de ideias e oportunidades de negócios entre profissionais e amantes do ecoturismo e do meio rural. Na última edição, no Parque Nacional da Serra de Guadarrama, a feira atraiu 10.500 visitantes.

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Portugueses planeiam gastar mais nas férias

Segundo o Observador Cetelem, os portugueses têm, este verão, um orçamento de 1.005,57 euros para as férias de verão, o que representa um aumento de 54 euros face ao verão do ano passado, mas uma descida de 347 euros comparativamente às férias de 2019.

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Os portugueses estão a pensar nas férias e, segundo o Observador Cetelem, cerca de um quarto dos turistas nacionais planeia gastar mais neste verão, com o orçamento a chegar aos 1.005,57 euros, o que representa um aumento de 54 euros face ao verão do ano passado, mas uma descida de 347 euros comparativamente às férias de 2019.

“Os resultados do mais recente Observador Cetelem, marca comercial do grupo BNP Paribas Personal Finance, sobre as intenções para as férias de verão revelam que ¼ dos portugueses tenciona gastar mais do que no ano passado durante o período de férias de verão, enquanto 20% planeiam gastar menos e 48% o mesmo”, apurou o Observador Cetelem.

Segundo esta pesquisa, a estadia representa a maior parcela dos gastos com as férias de verão, cerca de 450 euros em média, seguida da viagem, que representa perto de 300 euros, e ainda das refeições, que devem custar cerca de 250 euros.

É nas atividades de lazer que os turistas portugueses contam gastar menos dinheiro nestas férias de verão, com o Observador Cetelem a apurar que o orçamento para este tipo de gasto ronda os 170 euros.

O estudo diz também que cerca de metade dos turistas nacionais vai utilizar o cartão crédito para pagar as despesas das férias de verão, um número inferior quando comparado com 2022 (64%).

O número de portugueses que está a planear férias fora do país também aumentou, ainda que a maioria dos turistas nacionais continuem a preferir destinos nacionais, até porque a escolha do destino também tem interferência no orçamento, o que leva a que para 49% dos portugueses o custo financeiro seja o fator com mais influência na hora de escolher o destino.

“Porém há ainda outros motivos que “pesam” na decisão: correspondência com “o tipo de férias pretendido” (27%), a” atratividade do destino” (17%) e a “recomendação de familiares e amigos” (4%)”, acrescenta o Observador Cetelem.

Depois, há ainda 8% de portugueses que afirmam que não planeiam fazer férias nos meses mais quentes do ano, apontando a falta de condições financeiras (39%) e também o facto de os preços serem mais elevados nesta altura do ano (13%).

 

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Parque Aquático de Amarante investe 2M€ em novas atrações ao celebrar 30 anos

O Monster Lotus e o Vertigem são os dois novos escorregas de assinatura que fazem agora parte do leque de atrações do Parque Aquático de Amarante, que atrai ao município mais de 220 mil pessoas por ano, número que deverá crescer, significativamente, esta temporada, depois do investimento realizado, orçado em cerca de dois milhões de euros, no ano em que celebra o seu 30º aniversário.

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Helder Silva, diretor geral do Parque Aquático revela que “um projeto desta dimensão, que celebra este ano 30 anos, tem, obrigatoriamente, que se ir renovando anualmente”, para acrescentar que “isso implica estar atento às novidades do setor e ter recursos humanos e financeiros que nos permitam investir naquilo que sentimos que são as necessidades dos nossos visitantes”, projetando uma época balnear fervorosa. As reservas já estão disponíveis, online, com preços dinâmicos, que incluem descontos que podem ir até aos 40% face ao preço de tabela.

Com 130 metros de comprimento, o Monster Lotus, um escorrega com boias triplas, ideal para partilhar aventuras com amigos e familiares, torna-se, a partir deste verão, no maior escorrega do Parque Aquático de Amarante, prometendo descidas hilariantes repletas de diversão. Já os mais destemidos poderão optar por uma experiência em queda livre, feita em velocidade foguete, no Vertigem, com 15 metros de altura. A estas novidades, juntam-se, ainda, aumentos significativos de áreas verdes, mais espaços de restauração e uma nova zona de solário bem como uma aposta rigorosa na animação diária do parque nortenho, num investimento próximo dos dois milhões de euros.

No ano em que celebra 30 anos de vida, o Parque Aquático de Amarante, atualmente com mais de 20 atrações, incluindo sete piscinas, estima receber um número diário de visitantes próximo dos três mil. O balanço destas décadas, segundo o diretor-geral, é “francamente positivo”, destacando a trilogia – inovação, social e económico – como os principais aliados do sucesso alcançado.

“Desde o início que mostramos ser inovadores, primeiro pelo conceito e, depois, pelo espírito audacioso que sempre tivemos, com a aposta em novidades distintivas, que fazem deste parque uma referência além-fronteiras”, defende o responsável que avança que “somos um elemento criador de emprego e formação, sobretudo junto das camadas mais jovens, e um dos principais impulsionadores da sustentabilidade na região, adotando medidas que vão ao encontro das preocupações ambientais e que promovam a inclusão social”, afirma Helder Silva.

No que respeita ao impacto económico, os efeitos são, também, visíveis, com um crescimento significativo do número de visitantes por temporada. “Há meros seis anos, teríamos cerca de 140 mil visitantes, enquanto atualmente temos mais de 220 mil por temporada”, que se estende até 15 de setembro, continua o responsável, que destaca a construção da piscina de ondas e o alargamento realizado, em 2019, como os investimentos principais para a reputação atual do Parque Aquático de Amarante, que o colocam ao lado de outros parques de renome na Europa.

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Vhils inaugura novo mural em Bruxelas com apoio do Turismo de Portugal

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, contou com o apoio do Turismo de Portugal e é o mais recente exemplo de como a arte urbana por ser um atrativo turístico

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O artista e pintor português Vhils inaugurou um novo mural em Bruxelas, que contou com o apoio do Turismo de Portugal, naquele que é o mais recente exemplo do apoio que o instituto tem vindo a dar à arte e à arte urbana nacionais, como “forma de reforçar a visibilidade e a diferenciação do país”.

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, retrata um rosto feminino que, nas palavras do artista, contempla o futuro da Europa e a sua diversidade, fruto de várias revoluções democráticas, incluindo a portuguesa revolução dos cravos.

“Este projeto em particular eleva aspetos relevantes da identidade nacional, pelo que é um projeto que nos orgulha duplamente ter apoiado”, afirma Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal.

Segundo o Turismo de Portugal, o facto de Portugal ser um país com uma “enorme diversidade histórica, cultural e artisticamente influente” permite que o turismo desempenhe um “importante papel na afirmação e divulgação internacional da arte e dos artistas portugueses em estreita ligação com a oferta turística associada ao destino Portugal”.

“O trabalho do Vhils é um excelente exemplo da arte que a todos toca, expressando nas suas obras uma reflexão particular e irreverente sobre os lugares, as memórias, a história, ou a humanização, deixando uma marca indelével na cultura urbana em Portugal e a nível mundial”, acrescenta o Turismo de Portugal, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

O turismo cultural é uma das tendências que cada vez mais atrai viajantes de todo o mundo, em busca de experiências genuínas, locais, enriquecedoras e inspiradoras, motivo pelo qual o Turismo de Portugal tem vindo a apoiar diversas iniciativas artísticas, a exemplo dos “Murais da Liberdade”, “Muro dos Oceanos”, “Portugal Manual – Curated Cultural Experiences”, ”SketchTour Portugal”, Tours Literários Portugueses e “Viagem a Portugal Revisited”, entre outras.

O Turismo de Portugal considera que “a arte urbana em Portugal tem-se destacado nos últimos anos enquanto expressão cultural vibrante e um poderoso motivo de atração turística”, uma vez que esta é uma “forma de arte que combina audácia e criatividade e que tem estado a revitalizar a cena cultural em várias cidades portuguesas, tornando-as mais atrativas para os viajantes”.

 

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‘Sorraia Fest’ reúne o melhor da Cultura Equestre

O ‘Sorraia Fest’ está de regresso, de 12 a 14 de julho, e promete levar à Reserva Natural do Cavalo Sorraia, em Alpiarça, a beleza da Arte Equestre, num dos cenários mais bonitos do Ribatejo, e que se dedica à preservação desta espécie única no nosso país.

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Este evento anual, que tem vindo a ganhar cada vez mais reconhecimento pela sua atmosfera festiva e ligação à Cultura Equestre, promete três dias de diversão e entretenimento, com provas de equitação, atividades ligadas à tradição, assim como, atividades e animações especiais para as crianças, garantindo diversão para toda a família.

Organizado e promovido pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de Alpiarça, o ‘Sorraia Fest’ conta com um programa diversificado, desde espetáculos de folclore a atuações de DJ’s e música ao vivo. Com foco principal na Arte Equestre, uma imagem de marca da cultura ribatejana, este evento terá provas equestres, picarias e demonstração de forcados, sem nunca esquecer a gastronomia local, que estará representada com degustação de vinhos, e nas tasquinhas com os pratos da cozinha e doçaria tradicionais de Alpiarça.

Nos últimos anos, o ‘Sorraia Fest’ tem crescido em popularidade, atraindo um público significativo de toda a região, tornando-se numa tradição já bem enraizada no concelho. Nesse sentido, Sónia Sanfona, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, não tem dúvidas de que “o ‘Sorraia Fest’ é a festa que celebra as tradições ribatejanas e a singularidade das nossas gentes. Traz-nos o melhor da Cultura Equestre, e ao mesmo tempo, possibilita a quem nos visita saber mais acerca desta espécie primitiva e única que é o Cavalo Sorraia, e o que tem sido feito ao longo dos anos para a mantermos e preservarmos.”

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Europa cresce a duplo dígito nas chegadas internacionais em julho e agosto

Uma recente análise da ForwardKeys, em parceria com a ETOA, revela que os meses de julho e agosto deverão ultrapassar recordes anteriores, apontando crescimentos de duplo dígito para os mercados de longo curso da Ásia-Pacífico e EUA.

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“A Europa está preparada para um verão excecional”, indica uma análise da ForwardKeys, em parceria com a European Tourism Association (ETOA), com o turismo recetivo europeu a ultrapassar recordes anteriores.

Globalmente, as chegadas internacionais à Europa, em julho e agosto, registam um crescimento anual de 12%, um pouco acima da média mundial (+11%), com esta evolução a ser impulsionada, principalmente, pelas viagens intra-regionais com um aumento de 10% em relação a 2023 e um afluxo significativo de visitantes de mercados de longo curso da Ásia-Pacífico (+11%) e dos EUA (+21%).

Segundo a ForwardKeys, os aumentos nas pesquisas de voos e nas reservas de bilhetes indicam “um forte interesse pelos destinos europeus, apesar dos efeitos persistentes dos desafios económicos globais, devido, em parte, aos grandes eventos que se realizam durante a época de verão”.

No entanto, esta incerteza económica pode refletir-se num crescimento mais rápido dos lugares em classe económica (+11%), em comparação com os bilhetes de classe premium, que se mantêm aos mesmos níveis de 2023 (+1%).

Cidades ganham ao sol e praia
A Europa Central e Oriental estão a registar o crescimento mais rápido no turismo inbound, após um período de reativação tardio devido à guerra na Ucrânia. Este verão, a região espera um aumento notável de 23% no volume de turistas em relação ao ano passado. O Norte da Europa também está no bom caminho para crescer a um ritmo mais rápido (+12%) do que os destinos do Sul da Europa (+10%), refletindo uma tendência mais ampla de recuperação em todas as sub-regiões europeias.

Os destinos urbanos estão a liderar o renascimento do turismo na Europa, ultrapassando as tradicionais férias de sol e praia, indicando a análise que cidades como Munique (+37%), que beneficia de eventos desportivos importantes este verão, estão a registar um crescimento significativo face a 2023. O padrão é equilibrado nas sub-regiões europeias, com aumentos substanciais em todo o continente incluindo Viena (+23%), Edimburgo (+19%), Madrid (+16%) e Veneza (+16%).

Embora as estadias de média duração continuem a representar a maior parte das chegadas intra-regionais (63%), as viagens curtas de uma a três noites registam o maior crescimento no período em análise, com +23%, representando 16% de todas as estadias. As viagens longas – mais de duas semanas – registam um crescimento mais modesto de +5%.

A força asiática e norte-americana
A região da Ásia-Pacífico está a começar a mostrar sinais de reativação, com um crescimento impressionante das chegadas provenientes da China (+64%) e Japão (+53%) em comparação com 2023. Embora os volumes globais ainda estejam abaixo dos níveis pré-pandémicos, as melhorias na conectividade aérea conduziram a um aumento das viagens a partir destes países.

A China, em particular, é responsável por uma parte muito maior da capacidade de lugares do que antes da pandemia (+12 p.p.), em parte devido ao facto de a conectividade entre a China e os EUA continuar a estar limitada, o que significa que as companhias aéreas chinesas estão a utilizar a sua frota de aviões de grande porte em rotas para a Europa.

As viagens com vários destinos também estão a ser procuradas pelo mercado da Ásia-Pacífico neste verão de 2024, destacando a análise da ForwardKeys os pares de cidades como Budapeste-Viena (+118%), Milão-Munique (+106%), Praga-Amesterdão (+71%) e Istambul-Atenas (+63%), refletindo a popularidade dos destinos europeus urbanos para os viajantes asiáticos que procuram combinar atividades culturais, históricas e de compras.

Eventos globais impulsionam turismo
Certo é que os eventos estão a desempenhar um papel crucial no aumento da procura turística. As chegadas à Alemanha – anfitriã do Euro 2024 – apresentam um crescimento de 19% em comparação com o mesmo período em 2023. A procura de viagens durante os Jogos Olímpicos de Paris também é superior à do ano passado, com os mercados com melhor desempenho a incluir a China (+124%), o Japão (+57%), Alemanha (+32%) e os EUA (+25%).

O efeito da digressão “Eras” da cantora Taylor Swift também é notório, revelando um aumento significativo nas chegadas em torno das datas dos concertos em comparação com o período de verão no seu conjunto – incluindo Estocolmo (+136% vs +15%), Varsóvia (+203% vs +31%) e Londres (+45% vs +12%).

Estas mudanças, ligadas a datas de eventos específicos, revelam a importância dos grandes eventos para impulsionar o crescimento, mesmo em períodos de recessão económica, uma vez que a procura continua a ser elevada para experiências “únicas na vida”. Os destinos com infraestruturas bem desenvolvidas, como estádios, salas de espetáculos ou locais de festivais, podem beneficiar significativamente desta realidade.

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Tailândia promove Amazing Beach Life Festival em julho e agosto

A Tailândia vai promover, nos meses de julho e agosto, o Amazing Beach Life Festival, iniciativa organizada pela Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) e que passa por quatro destinos de praia tailandeses.

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A Tailândia vai promover, nos meses de julho e agosto, o Amazing Beach Life Festival, iniciativa organizada pela Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) e que passa por quatro destinos de praia tailandeses.

Rayong, Phang-Nga, Phuket e Songkhla são os destinos de praia da Tailândia onde vai decorrer o Amazing Beach Life Festival, que visa “impulsionar o turismo durante a estação verde da Tailândia”.

“Este projeto destaca a visão do governo ‘Ignite Tourism Thailand’ de tornar a Tailândia num centro de turismo e eventos a nível mundial. O objetivo é atingir mais de 88 mil milhões de euros em receitas turísticas para este ano e muito mais nos próximos anos”, afirma Phonpoom Vipattipumiprates, vice-ministro do Turismo e Desporto da Tailândia.

Em Rayong, o evento vai ter lugar na praia de Laem Charoen entre 12 a 14 de julho, enquanto Phang-Nga recebe o festival entre 26 a 28 de julho. Já a praia Patong, em Phuket, é palco do Amazing Beach Life Festival entre 2 e 4 de agosto, com a iniciativa a terminar em Chalatat Beach, em Songkhla, entre 9 e 11 de agosto.

O Amazing Beach Life Festival conta com diversas atividades, com destaque para os desportos aquáticos como o Sup-Board Surfskate, concertos musicais de artistas tailandeses famosos, atuações dos principais DJ’s da Tailândia, tatuagens, festas na praia e workshops DIY, como pinturas em tabuleiros de madeira e porta-chaves.

Uma feira de arte e artesanato local, food trucks, bar de praia e artigos de moda vão também fazer parte do Amazing Beach Life Festival, que vai ainda contar com instalações artísticas e pontos de referência alusivos a cada local anfitrião.

“O objetivo do evento é estimular mais viagens entre turistas estrangeiros e tailandeses com elevado poder de compra, o que ajudará a promover os benefícios do turismo pelas comunidades locais nestes quatro destinos de praia”, acrescenta Apichai Chatchalermkit, vice-governador de Produtos e Negócios Turísticos da TAT.

O evento pretende ainda destacar o esforço da TAT na promoção de um turismo mais sustentável e responsável, motivo pelo qual o festival vai contar com decorações sustentáveis e um stand para promoção de empresas premiadas de turismo sustentável.

A entrada no Amazing Beach Life Festival é gratuita e estão disponíveis mais informações aqui.

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