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Receitas da atividade turística voltam a subir e somam valor mais elevado de sempre em março

As receitas da atividade turística somaram 1.635,85 milhões de euros em março, valor que traduz um aumento de 36,1% face a igual mês do ano passado e que estabelece um novo recorde para o terceiro mês do ano, segundo os dados divulgados esta segunda-feira, 22 de maio, pelo Banco de Portugal (BdP).

Inês de Matos
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Receitas da atividade turística voltam a subir e somam valor mais elevado de sempre em março

As receitas da atividade turística somaram 1.635,85 milhões de euros em março, valor que traduz um aumento de 36,1% face a igual mês do ano passado e que estabelece um novo recorde para o terceiro mês do ano, segundo os dados divulgados esta segunda-feira, 22 de maio, pelo Banco de Portugal (BdP).

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As receitas provenientes da atividade turística somaram 1.635,85 milhões de euros no passado mês de março, valor que traduz um aumento de 36,1% face a igual mês do ano passado e que estabelece um novo recorde para o terceiro mês do ano, indicam os dados revelados esta segunda-feira, 22 de maio, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que, em março, as receitas da atividade turística, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, ficaram 433,51 milhões de euros acima do apurado em igual mês do ano passado, quando os primeiros meses ainda tinham sido marcados pela variante Ómicron da COVID-19.

Numa comparação com o mesmo mês de 2019, que tinha sido o melhor ano de sempre em receitas turísticas até ao ano passado, as receitas cresceram 46,4%, num aumento de mais de 518 milhões de euros.

Tal como as receitas turísticas, também as importações relativas à atividade turística, que se encontram pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, apresentaram um aumento e somaram 300,67 milhões de euros, numa subida mais modesta que chegou aos 18% ou mais 45,86 milhões de euros que em igual mês de 2022.

O valor das importações do turismo continua, no entanto, abaixo do registado em março de 2019, mantendo-se 3,2% aquém dos 310,86 milhões de euros apurados no terceiro mês de 2019, o que indica que as viagens dos portugueses ao estrangeiro ainda não recuperaram para o mesmo patamar registado em março do último ano pré-pandemia.

A subir esteve ainda o saldo da rubrica Viagens e Turismo, que somou 1.335,18 milhões de euros, valor que ficou 41% acima dos 947,53 milhões de euros apurados em março de 2022, o que corresponde a um aumento de 387,65 milhões de euros.

Face a março de 2019, o saldo da rubrica Viagens e Turismo cresceu 65,6%, uma vez que no terceiro mês desse ano anterior à pandemia o valor desde indicador tinha ficado nos 806,39 milhões de euros, o que traduz um aumento de 528,79 milhões de euros.

O BdP realça que o crescimento das exportações do turismo contribuiu para o “incremento das exportações” da balança de serviços, uma vez que as “exportações de viagens e turismo totalizaram 1.636 milhões de euros, o valor mais elevado da série para um mês de março”.

Trimestre também positivo

Os dados do BdP permitem também perceber que, no primeiro trimestre do ano, as exportações do turismo somam já 4.145,3 milhões de euros, valor que fica 47,7% ou 1.338,11 milhões de euros acima do registado nos três primeiros meses de 2022.

Comparando o primeiro trimestre de 2023 com o mesmo período de 2019, a subida é ainda mais expressiva, uma vez que nos três primeiros meses do último ano pré-pandemia este indicador somou 1.876,71 milhões de euros, o que traduz um aumento de 120,9% ou de 2.268,59 milhões de euros.

No que diz respeito às importações do turismo, há também uma forte subida a assinalar, uma vez que, nos três primeiros meses de 2023, este valor soma já 890,01 milhões de euros, enquanto no mesmo período do ano passado contabilizava 666,78 milhões de euros, num aumento de 33,5% ou de 223,23 milhões de euros.

Face a período homólogo de 2019, as importações do turismo apresentam uma subida mais ligeira, que chega apenas aos 4,5% nos três primeiros meses de 2023, num crescimento de 37,93 milhões de euros face ao apurado entre janeiro e março de 2019.

No que diz respeito ao saldo da rubrica Viagens e Turismo, a situação volta a ser positiva no acumulado do ano, uma vez que este indicador soma 3.255,29 milhões de euros no primeiro trimestre, o que traduz um crescimento de 52,1% face aos 2140,41 milhões de euros que tinham sido registados nos mesmos meses de 2022.

Já numa comparação com o mesmo período pré-pandemia, o saldo da rubrica Viagens e Turismo apresenta uma evolução ainda mais positiva e cresce 60,8% ou 1.230,66 milhões de euros.

 

 

 

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Centro de Portugal aposta no turismo sustentável na Naturcyl

Durante a apresentação, realizada em Segóvia, Espanha, Anabela Freitas, vice-presidente da Turismo do Centro, deixou a certeza que a região está a “trabalhar ativamente para cumprir os objetivos de sustentabilidade e de preservação dos recursos do nosso território”.

A Turismo Centro de Portugal (TCP) participou na apresentação da 7.ª edição da Naturcyl – Feira de Ecoturismo de Castela e Leão, em Segóvia, Espanha. O evento, que decorreu esta quarta-feira, 10 de julho e em que o Centro de Portugal é o destino internacional convidado, tem como tema “Reservas da Biosfera, soluções locais para problemas globais”.

A edição deste ano da Naturcyl contará com um programa extenso e diversificado, para todos os públicos, que inclui conferências e workshops temáticos, atividades em família e ecoturismo gastronómico. O astroturismo terá também especial destaque e haverá espaço para encontros profissionais entre agentes de viagens e profissionais do setor de Turismo de Natureza.

A vice-presidente Anabela Freitas representou a TCP na sessão de apresentação do evento que se realizará de 20 a 22 de setembro juntamente com o conselheiro da Cultura, Turismo e Desporto da Junta de Castela e Leão, Gonzalo Santonja; o vice-presidente da Província de Segóvia, José María Bravo Gozalo; o presidente do município do Real Sitio de San Ildefonso, Samuel Alonso Llorente; e o diretor da Naturcyl, Carlos Sánchez.

Durante a apresentação, o ministro Gonzalo Santonja enfatizou a crescente relevância da feira, que se tem consolidado como “uma referência internacional enquanto feira especializada na observação da natureza” e que “impulsiona o aproveitamento turístico dos recursos naturais, sob critérios de sustentabilidade e respeito pelo património natural”.

Anabela Freitas destacou, por sua vez, a importância do Ecoturismo na região Centro de Portugal, assim como as práticas sustentáveis para a atividade turística. “Hoje, cada vez mais turistas desejam participar na vida das comunidades que visitam e têm a preocupação de preservar a natureza envolvente. Para a Turismo do Centro, é essencial garantir a sustentabilidade dos destinos. Estamos a trabalhar ativamente para cumprir os objetivos de sustentabilidade e de preservação dos recursos do nosso território”, sublinhou. “Espero que esta feira seja o primeiro de muitos passos conjuntos para o desenvolvimento sustentável dos territórios e das economias locais, em benefício das populações”, concluiu.

O Centro de Portugal, como destino internacional convidado, terá uma participação e notoriedade especial na feira, com um stand próprio de 27m2, onde divulgará e promoverá o vasto património da região ao nível do Turismo de Natureza.

Recorde-se que o território do Centro de Portugal inclui, parcial ou totalmente, quatro Reservas da Biosfera da UNESCO, que são o tema desta edição da feira: as Reservas da Biosfera Transfronteiriça da Meseta Ibérica, Transfronteiriça do Tejo, das Berlengas e do Paul do Boquilobo. Outros destaques da participação do Centro de Portugal serão o projeto Starlight Aldeias do Xisto, focado no astroturismo, e os Geoparques Mundiais da UNESCO, Estrela, Naturtejo, Oeste e Arouca (em parte), entre muitas outras áreas protegidas.

A Naturcyl é um evento anual que, desde a sua primeira edição, em 2018, se tem afirmado como um fórum essencial para a troca de ideias e oportunidades de negócios entre profissionais e amantes do ecoturismo e do meio rural. Na última edição, no Parque Nacional da Serra de Guadarrama, a feira atraiu 10.500 visitantes.

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Portugueses planeiam gastar mais nas férias

Segundo o Observador Cetelem, os portugueses têm, este verão, um orçamento de 1.005,57 euros para as férias de verão, o que representa um aumento de 54 euros face ao verão do ano passado, mas uma descida de 347 euros comparativamente às férias de 2019.

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Os portugueses estão a pensar nas férias e, segundo o Observador Cetelem, cerca de um quarto dos turistas nacionais planeia gastar mais neste verão, com o orçamento a chegar aos 1.005,57 euros, o que representa um aumento de 54 euros face ao verão do ano passado, mas uma descida de 347 euros comparativamente às férias de 2019.

“Os resultados do mais recente Observador Cetelem, marca comercial do grupo BNP Paribas Personal Finance, sobre as intenções para as férias de verão revelam que ¼ dos portugueses tenciona gastar mais do que no ano passado durante o período de férias de verão, enquanto 20% planeiam gastar menos e 48% o mesmo”, apurou o Observador Cetelem.

Segundo esta pesquisa, a estadia representa a maior parcela dos gastos com as férias de verão, cerca de 450 euros em média, seguida da viagem, que representa perto de 300 euros, e ainda das refeições, que devem custar cerca de 250 euros.

É nas atividades de lazer que os turistas portugueses contam gastar menos dinheiro nestas férias de verão, com o Observador Cetelem a apurar que o orçamento para este tipo de gasto ronda os 170 euros.

O estudo diz também que cerca de metade dos turistas nacionais vai utilizar o cartão crédito para pagar as despesas das férias de verão, um número inferior quando comparado com 2022 (64%).

O número de portugueses que está a planear férias fora do país também aumentou, ainda que a maioria dos turistas nacionais continuem a preferir destinos nacionais, até porque a escolha do destino também tem interferência no orçamento, o que leva a que para 49% dos portugueses o custo financeiro seja o fator com mais influência na hora de escolher o destino.

“Porém há ainda outros motivos que “pesam” na decisão: correspondência com “o tipo de férias pretendido” (27%), a” atratividade do destino” (17%) e a “recomendação de familiares e amigos” (4%)”, acrescenta o Observador Cetelem.

Depois, há ainda 8% de portugueses que afirmam que não planeiam fazer férias nos meses mais quentes do ano, apontando a falta de condições financeiras (39%) e também o facto de os preços serem mais elevados nesta altura do ano (13%).

 

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Parque Aquático de Amarante investe 2M€ em novas atrações ao celebrar 30 anos

O Monster Lotus e o Vertigem são os dois novos escorregas de assinatura que fazem agora parte do leque de atrações do Parque Aquático de Amarante, que atrai ao município mais de 220 mil pessoas por ano, número que deverá crescer, significativamente, esta temporada, depois do investimento realizado, orçado em cerca de dois milhões de euros, no ano em que celebra o seu 30º aniversário.

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Helder Silva, diretor geral do Parque Aquático revela que “um projeto desta dimensão, que celebra este ano 30 anos, tem, obrigatoriamente, que se ir renovando anualmente”, para acrescentar que “isso implica estar atento às novidades do setor e ter recursos humanos e financeiros que nos permitam investir naquilo que sentimos que são as necessidades dos nossos visitantes”, projetando uma época balnear fervorosa. As reservas já estão disponíveis, online, com preços dinâmicos, que incluem descontos que podem ir até aos 40% face ao preço de tabela.

Com 130 metros de comprimento, o Monster Lotus, um escorrega com boias triplas, ideal para partilhar aventuras com amigos e familiares, torna-se, a partir deste verão, no maior escorrega do Parque Aquático de Amarante, prometendo descidas hilariantes repletas de diversão. Já os mais destemidos poderão optar por uma experiência em queda livre, feita em velocidade foguete, no Vertigem, com 15 metros de altura. A estas novidades, juntam-se, ainda, aumentos significativos de áreas verdes, mais espaços de restauração e uma nova zona de solário bem como uma aposta rigorosa na animação diária do parque nortenho, num investimento próximo dos dois milhões de euros.

No ano em que celebra 30 anos de vida, o Parque Aquático de Amarante, atualmente com mais de 20 atrações, incluindo sete piscinas, estima receber um número diário de visitantes próximo dos três mil. O balanço destas décadas, segundo o diretor-geral, é “francamente positivo”, destacando a trilogia – inovação, social e económico – como os principais aliados do sucesso alcançado.

“Desde o início que mostramos ser inovadores, primeiro pelo conceito e, depois, pelo espírito audacioso que sempre tivemos, com a aposta em novidades distintivas, que fazem deste parque uma referência além-fronteiras”, defende o responsável que avança que “somos um elemento criador de emprego e formação, sobretudo junto das camadas mais jovens, e um dos principais impulsionadores da sustentabilidade na região, adotando medidas que vão ao encontro das preocupações ambientais e que promovam a inclusão social”, afirma Helder Silva.

No que respeita ao impacto económico, os efeitos são, também, visíveis, com um crescimento significativo do número de visitantes por temporada. “Há meros seis anos, teríamos cerca de 140 mil visitantes, enquanto atualmente temos mais de 220 mil por temporada”, que se estende até 15 de setembro, continua o responsável, que destaca a construção da piscina de ondas e o alargamento realizado, em 2019, como os investimentos principais para a reputação atual do Parque Aquático de Amarante, que o colocam ao lado de outros parques de renome na Europa.

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Vhils inaugura novo mural em Bruxelas com apoio do Turismo de Portugal

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, contou com o apoio do Turismo de Portugal e é o mais recente exemplo de como a arte urbana por ser um atrativo turístico

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O artista e pintor português Vhils inaugurou um novo mural em Bruxelas, que contou com o apoio do Turismo de Portugal, naquele que é o mais recente exemplo do apoio que o instituto tem vindo a dar à arte e à arte urbana nacionais, como “forma de reforçar a visibilidade e a diferenciação do país”.

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, retrata um rosto feminino que, nas palavras do artista, contempla o futuro da Europa e a sua diversidade, fruto de várias revoluções democráticas, incluindo a portuguesa revolução dos cravos.

“Este projeto em particular eleva aspetos relevantes da identidade nacional, pelo que é um projeto que nos orgulha duplamente ter apoiado”, afirma Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal.

Segundo o Turismo de Portugal, o facto de Portugal ser um país com uma “enorme diversidade histórica, cultural e artisticamente influente” permite que o turismo desempenhe um “importante papel na afirmação e divulgação internacional da arte e dos artistas portugueses em estreita ligação com a oferta turística associada ao destino Portugal”.

“O trabalho do Vhils é um excelente exemplo da arte que a todos toca, expressando nas suas obras uma reflexão particular e irreverente sobre os lugares, as memórias, a história, ou a humanização, deixando uma marca indelével na cultura urbana em Portugal e a nível mundial”, acrescenta o Turismo de Portugal, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

O turismo cultural é uma das tendências que cada vez mais atrai viajantes de todo o mundo, em busca de experiências genuínas, locais, enriquecedoras e inspiradoras, motivo pelo qual o Turismo de Portugal tem vindo a apoiar diversas iniciativas artísticas, a exemplo dos “Murais da Liberdade”, “Muro dos Oceanos”, “Portugal Manual – Curated Cultural Experiences”, ”SketchTour Portugal”, Tours Literários Portugueses e “Viagem a Portugal Revisited”, entre outras.

O Turismo de Portugal considera que “a arte urbana em Portugal tem-se destacado nos últimos anos enquanto expressão cultural vibrante e um poderoso motivo de atração turística”, uma vez que esta é uma “forma de arte que combina audácia e criatividade e que tem estado a revitalizar a cena cultural em várias cidades portuguesas, tornando-as mais atrativas para os viajantes”.

 

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‘Sorraia Fest’ reúne o melhor da Cultura Equestre

O ‘Sorraia Fest’ está de regresso, de 12 a 14 de julho, e promete levar à Reserva Natural do Cavalo Sorraia, em Alpiarça, a beleza da Arte Equestre, num dos cenários mais bonitos do Ribatejo, e que se dedica à preservação desta espécie única no nosso país.

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Este evento anual, que tem vindo a ganhar cada vez mais reconhecimento pela sua atmosfera festiva e ligação à Cultura Equestre, promete três dias de diversão e entretenimento, com provas de equitação, atividades ligadas à tradição, assim como, atividades e animações especiais para as crianças, garantindo diversão para toda a família.

Organizado e promovido pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de Alpiarça, o ‘Sorraia Fest’ conta com um programa diversificado, desde espetáculos de folclore a atuações de DJ’s e música ao vivo. Com foco principal na Arte Equestre, uma imagem de marca da cultura ribatejana, este evento terá provas equestres, picarias e demonstração de forcados, sem nunca esquecer a gastronomia local, que estará representada com degustação de vinhos, e nas tasquinhas com os pratos da cozinha e doçaria tradicionais de Alpiarça.

Nos últimos anos, o ‘Sorraia Fest’ tem crescido em popularidade, atraindo um público significativo de toda a região, tornando-se numa tradição já bem enraizada no concelho. Nesse sentido, Sónia Sanfona, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, não tem dúvidas de que “o ‘Sorraia Fest’ é a festa que celebra as tradições ribatejanas e a singularidade das nossas gentes. Traz-nos o melhor da Cultura Equestre, e ao mesmo tempo, possibilita a quem nos visita saber mais acerca desta espécie primitiva e única que é o Cavalo Sorraia, e o que tem sido feito ao longo dos anos para a mantermos e preservarmos.”

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Europa cresce a duplo dígito nas chegadas internacionais em julho e agosto

Uma recente análise da ForwardKeys, em parceria com a ETOA, revela que os meses de julho e agosto deverão ultrapassar recordes anteriores, apontando crescimentos de duplo dígito para os mercados de longo curso da Ásia-Pacífico e EUA.

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“A Europa está preparada para um verão excecional”, indica uma análise da ForwardKeys, em parceria com a European Tourism Association (ETOA), com o turismo recetivo europeu a ultrapassar recordes anteriores.

Globalmente, as chegadas internacionais à Europa, em julho e agosto, registam um crescimento anual de 12%, um pouco acima da média mundial (+11%), com esta evolução a ser impulsionada, principalmente, pelas viagens intra-regionais com um aumento de 10% em relação a 2023 e um afluxo significativo de visitantes de mercados de longo curso da Ásia-Pacífico (+11%) e dos EUA (+21%).

Segundo a ForwardKeys, os aumentos nas pesquisas de voos e nas reservas de bilhetes indicam “um forte interesse pelos destinos europeus, apesar dos efeitos persistentes dos desafios económicos globais, devido, em parte, aos grandes eventos que se realizam durante a época de verão”.

No entanto, esta incerteza económica pode refletir-se num crescimento mais rápido dos lugares em classe económica (+11%), em comparação com os bilhetes de classe premium, que se mantêm aos mesmos níveis de 2023 (+1%).

Cidades ganham ao sol e praia
A Europa Central e Oriental estão a registar o crescimento mais rápido no turismo inbound, após um período de reativação tardio devido à guerra na Ucrânia. Este verão, a região espera um aumento notável de 23% no volume de turistas em relação ao ano passado. O Norte da Europa também está no bom caminho para crescer a um ritmo mais rápido (+12%) do que os destinos do Sul da Europa (+10%), refletindo uma tendência mais ampla de recuperação em todas as sub-regiões europeias.

Os destinos urbanos estão a liderar o renascimento do turismo na Europa, ultrapassando as tradicionais férias de sol e praia, indicando a análise que cidades como Munique (+37%), que beneficia de eventos desportivos importantes este verão, estão a registar um crescimento significativo face a 2023. O padrão é equilibrado nas sub-regiões europeias, com aumentos substanciais em todo o continente incluindo Viena (+23%), Edimburgo (+19%), Madrid (+16%) e Veneza (+16%).

Embora as estadias de média duração continuem a representar a maior parte das chegadas intra-regionais (63%), as viagens curtas de uma a três noites registam o maior crescimento no período em análise, com +23%, representando 16% de todas as estadias. As viagens longas – mais de duas semanas – registam um crescimento mais modesto de +5%.

A força asiática e norte-americana
A região da Ásia-Pacífico está a começar a mostrar sinais de reativação, com um crescimento impressionante das chegadas provenientes da China (+64%) e Japão (+53%) em comparação com 2023. Embora os volumes globais ainda estejam abaixo dos níveis pré-pandémicos, as melhorias na conectividade aérea conduziram a um aumento das viagens a partir destes países.

A China, em particular, é responsável por uma parte muito maior da capacidade de lugares do que antes da pandemia (+12 p.p.), em parte devido ao facto de a conectividade entre a China e os EUA continuar a estar limitada, o que significa que as companhias aéreas chinesas estão a utilizar a sua frota de aviões de grande porte em rotas para a Europa.

As viagens com vários destinos também estão a ser procuradas pelo mercado da Ásia-Pacífico neste verão de 2024, destacando a análise da ForwardKeys os pares de cidades como Budapeste-Viena (+118%), Milão-Munique (+106%), Praga-Amesterdão (+71%) e Istambul-Atenas (+63%), refletindo a popularidade dos destinos europeus urbanos para os viajantes asiáticos que procuram combinar atividades culturais, históricas e de compras.

Eventos globais impulsionam turismo
Certo é que os eventos estão a desempenhar um papel crucial no aumento da procura turística. As chegadas à Alemanha – anfitriã do Euro 2024 – apresentam um crescimento de 19% em comparação com o mesmo período em 2023. A procura de viagens durante os Jogos Olímpicos de Paris também é superior à do ano passado, com os mercados com melhor desempenho a incluir a China (+124%), o Japão (+57%), Alemanha (+32%) e os EUA (+25%).

O efeito da digressão “Eras” da cantora Taylor Swift também é notório, revelando um aumento significativo nas chegadas em torno das datas dos concertos em comparação com o período de verão no seu conjunto – incluindo Estocolmo (+136% vs +15%), Varsóvia (+203% vs +31%) e Londres (+45% vs +12%).

Estas mudanças, ligadas a datas de eventos específicos, revelam a importância dos grandes eventos para impulsionar o crescimento, mesmo em períodos de recessão económica, uma vez que a procura continua a ser elevada para experiências “únicas na vida”. Os destinos com infraestruturas bem desenvolvidas, como estádios, salas de espetáculos ou locais de festivais, podem beneficiar significativamente desta realidade.

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Tailândia promove Amazing Beach Life Festival em julho e agosto

A Tailândia vai promover, nos meses de julho e agosto, o Amazing Beach Life Festival, iniciativa organizada pela Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) e que passa por quatro destinos de praia tailandeses.

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A Tailândia vai promover, nos meses de julho e agosto, o Amazing Beach Life Festival, iniciativa organizada pela Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) e que passa por quatro destinos de praia tailandeses.

Rayong, Phang-Nga, Phuket e Songkhla são os destinos de praia da Tailândia onde vai decorrer o Amazing Beach Life Festival, que visa “impulsionar o turismo durante a estação verde da Tailândia”.

“Este projeto destaca a visão do governo ‘Ignite Tourism Thailand’ de tornar a Tailândia num centro de turismo e eventos a nível mundial. O objetivo é atingir mais de 88 mil milhões de euros em receitas turísticas para este ano e muito mais nos próximos anos”, afirma Phonpoom Vipattipumiprates, vice-ministro do Turismo e Desporto da Tailândia.

Em Rayong, o evento vai ter lugar na praia de Laem Charoen entre 12 a 14 de julho, enquanto Phang-Nga recebe o festival entre 26 a 28 de julho. Já a praia Patong, em Phuket, é palco do Amazing Beach Life Festival entre 2 e 4 de agosto, com a iniciativa a terminar em Chalatat Beach, em Songkhla, entre 9 e 11 de agosto.

O Amazing Beach Life Festival conta com diversas atividades, com destaque para os desportos aquáticos como o Sup-Board Surfskate, concertos musicais de artistas tailandeses famosos, atuações dos principais DJ’s da Tailândia, tatuagens, festas na praia e workshops DIY, como pinturas em tabuleiros de madeira e porta-chaves.

Uma feira de arte e artesanato local, food trucks, bar de praia e artigos de moda vão também fazer parte do Amazing Beach Life Festival, que vai ainda contar com instalações artísticas e pontos de referência alusivos a cada local anfitrião.

“O objetivo do evento é estimular mais viagens entre turistas estrangeiros e tailandeses com elevado poder de compra, o que ajudará a promover os benefícios do turismo pelas comunidades locais nestes quatro destinos de praia”, acrescenta Apichai Chatchalermkit, vice-governador de Produtos e Negócios Turísticos da TAT.

O evento pretende ainda destacar o esforço da TAT na promoção de um turismo mais sustentável e responsável, motivo pelo qual o festival vai contar com decorações sustentáveis e um stand para promoção de empresas premiadas de turismo sustentável.

A entrada no Amazing Beach Life Festival é gratuita e estão disponíveis mais informações aqui.

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Aeroportos de Paris com greve a 17 de julho

O pré-aviso de greve surge a poucos dias do arranque dos Jogos Olímpicos de Paris e, além de melhores condições salariais, reclama também a contratação de pessoal para dar resposta ao aumento do fluxo de passageiros esperado durante o evento.

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Os aeroportos da capital francesa foram alvo de um pré-aviso de greve que promete paralisar a aviação em Paris no dia 17 de julho, avança a Lusa, que cita vários sindicatos da ADP, o grupo que faz a gestão aeroportuária da capital francesa.

O pré-aviso de greve foi emitido porque os trabalhadores da ADP passar a ter um incentivo salarial que já foi atribuído a outros funcionários do grupo e que tem levado a acusações de “deterioração das condições de trabalho”.

Segundo a Lusa, os sindicatos que convocaram a greve reclamam um “bónus para todos os funcionários”, um plano de contratação “massivo” de 1.000 trabalhadores e a garantia de que será possível gozar folgas durante os Jogos Olímpicos, que arrancam a 26 de julho, na capital francesa.

A Lusa lembra ainda que a greve surge pouco antes da realização da competição desportiva, que deverá levar a um considerável aumento do fluxo de passageiros aeroportuários nesse período, o que leva os trabalhadores a pedir garantias de que os serviços não vão ficar sobrecarregados e de que o esforço será recompensado.

As organizações sindicais têm vindo a pedir mais meios para organizar o trabalho durante o evento e, numa assembleia geral na passada sexta-feira, 5 de julho, quase 300 funcionários “apoiaram a decisão unânime dos sindicatos de interromper a sua participação em todas as formas de reuniões com a gestão”, disseram os sindicatos.

Em reação ao anúncio, a administração da ADP sinalizou que “esta greve não deve levar ao cancelamento de voos”.

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Lisboa é o terceiro destino mais procurado por europeus para o verão 2024

Segundo o relatório “Tendências de viagens de verão 2024” da plataforma de marketing digital para profissionais do turismo Sojern, Lisboa é o terceiro destino mais procurado por turistas europeus, o quarto por turistas da América Latina e o nono entre os turistas norte-americanos.

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A capital portuguesa está em alta e volta a ser apontada como um dos destinos mais procurados por turistas de todo o mundo para férias, com destaque para os europeus, que colocam Lisboa como o terceiro destino preferido para o verão de 2024, segundo um recente estudo da Sojern, plataforma de marketing digital para profissionais do turismo.

Segundo o relatório “Tendências de viagens de verão 2024”, Londres permanece no topo das preferências para turistas da Europa, América do Norte, Médio Oriente e África, mas Lisboa destaca-se em várias regiões, sendo mesmo o terceiro destino mais procurado por turistas europeus, o quarto por turistas da América Latina e o nono entre os turistas norte-americanos.

“Estes dados, que colocam Lisboa no TOP 10 de três dos mercados mais relevantes, sublinham a atratividade crescente da capital portuguesa entre os viajantes de todo o mundo”, considera a Sojern, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

Os dados deste relatório são confirmados por um estudo anterior, datado de fevereiro de 2024, que também indicava que “Portugal continua a ser um destino muito procurado em alguns mercados chave, com cerca de 75% das reservas de voos provenientes de 10 países”.

“A Alemanha lidera como o maior mercado emissor com 15,3%, seguida pelos Estados Unidos com 11,0%. Comparado com 2023, observa-se um aumento nas reservas de voos provenientes da Alemanha e dos Estados Unidos, refletindo uma crescente atratividade de Portugal entre os turistas destes países”, acrescenta a Sojern.

O “Travel Outlook” da Sojern mostra ainda que os viajantes para Portugal estão a planear as suas viagens com maior antecedência, com 38,53% das reservas feitas com mais de três meses de antecedência, sendo as estadias predominantemente de quatro a sete dias (34,46%) ou de oito a 14 dias (29,74%), existindo ainda um equilíbrio entre viajantes individuais (36,1%), casais (32,8%) e famílias (31,1%).

“Estas tendências indicam uma preferência por estadias mais longas e um planeamento mais cuidadoso das viagens”, considera a Sojern.

Os dados mostram também que já há “um crescimento significativo nas reservas de viagens para o período de Natal”, uma vez que se verifica um aumento de 48% no número de bilhetes emitidos em comparação com o mesmo período de 2023.

“Este aumento pode ser atribuído ao clima mais ameno de Portugal, tornando-o uma opção atrativa para turistas do norte da Europa durante os meses mais frios. A tendência de viagens distribuídas de maneira mais uniforme ao longo do ano, com picos em fevereiro, março e os meses de verão, mas com um interesse crescente no final do ano”, refere ainda a Sojern.

Segundo Jesús Ramírez Medina, Sales Director da divisão Hotéis da Sojern, os dados mais recentes mostram que “Portugal, e especialmente Lisboa, está a ganhar destaque como um destino preferencial para turistas de diversas partes do mundo”.

“O planeamento antecipado, as estadias mais longas e o aumento das reservas para o período de final de ano sublinham a atratividade contínua do país, consolidando a sua posição como um dos destinos mais desejados para 2024”, acrescenta o responsável.

 

 

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FIA Lisboa chega ao fim com 48 mil visitantes e “balanço muito positivo”

Na edição deste ano, que terminou domingo, 7 de julho, a FIA Lisboa recebeu um total de 48 mil visitantes, num crescimento de 12% relativamente à edição anterior.

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A edição de 2024 da FIA Lisboa – Feira Internacional do Artesanato chegou ao fim este domingo, 7 de julho, e mereceu um “balanço muito positivo”, uma vez que contabilizou um total de 48 mil visitantes, num crescimento de 12% relativamente à edição anterior.

“O artesanato é nossa identidade. É cultura, arte e tradição. Mas é também um sector da nossa economia com um elevado potencial de gerar receitas para os artesãos e para o turismo das suas regiões. Esse é o principal objetivo da FIA e do IEFP, que mais uma vez foi, amplamente, atingido nesta edição”, refere Carla Borges, gestora da FIA, citada num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de julho.

Segundo um inquérito realizado aos visitantes da FIA Lisboa, 87,8% dos indivíduos que visitaram o certame classificaram a sua visita como “boa” ou “muito boa”, enquanto 98,2% afirmaram que recomendariam a visita à FIA Lisboa a amigos e familiares e 94,1% manifestaram interesse em visitar a próxima edição, que vai ter lugar em 2025.

“Estes são números que, naturalmente, nos enchem de orgulho e que evidenciam a importância da FIA enquanto momento único de comunhão entre os artesãos e o grande público amante do artesanato”, acrescenta Carla Borges.

Na edição deste ano, a FIA Lisboa contou também com a participação de 30 países que estiveram representados no certame, com destaque para a Tunísia, que foi o país convidado desta edição da feira.

Nesta edição, foram ainda premiados os artesãos Catarina Tudella no “Artesanato Contemporâneo” e Fernando Rei no “Artesanato Tradicional”.

A próxima edição da FIA Lisboa vai ter lugar entre 28 de junho e 6 de julho, regressando novamente à FIL – Feira Internacional de Lisboa, no Parques das Nações, em Lisboa.

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