Edição digital
Assine já
PUB
Destinos

Futuroscope investe 300M€ para se tornar num resort à escala europeia em 10 anos

Localizado em Poitiers, o mais antigo parque de diversões francês lançou, em 2021, um ambicioso plano de investimento para se tornar num resort à escala europeia num prazo de 10 anos, ao abrigo do qual vão ser investidos 300 milhões de euros.

Inês de Matos
Destinos

Futuroscope investe 300M€ para se tornar num resort à escala europeia em 10 anos

Localizado em Poitiers, o mais antigo parque de diversões francês lançou, em 2021, um ambicioso plano de investimento para se tornar num resort à escala europeia num prazo de 10 anos, ao abrigo do qual vão ser investidos 300 milhões de euros.

Inês de Matos
Sobre o autor
Inês de Matos
Artigos relacionados
Bruxelas abre investigação a ajuda estatal alemã de 6 MM€ à Lufthansa na pandemia
Aviação
The Verse: o novo aparthotel a abrir portas na Rua de São Bento em Lisboa
Alojamento
FIA Lisboa chega ao fim com 48 mil visitantes e “balanço muito positivo”
Destinos
Autarca de Lisboa insiste na subida da taxa turística para ter “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”
Alojamento
Costa Cruzeiros lança novos itinerários no Japão e sudeste asiático para o inverno 2025-26
Transportes
TAP lança promoção para assinalar 60.º aniversário de voos para a Madeira
Aviação
Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas” abre em fevereiro de 2025
Destinos
INE confirma que atividade turística superou níveis de 2019 no ano passado
Alojamento
“As tecnologias e aplicações que estão já disponíveis são muitas, mas ainda muito pouco expressivas em relação ao que aí vem”
Tecnologia
CEO da Iberia mostra interesse na TAP e espera aprovação da compra da Air Europa
Aviação

O Station Cosmos, o primeiro hotel temático do Futuroscope, abriu em maio de 2022 e foi investimento que deu início ao plano que prevê tornar o primeiro parque de diversões de França, inaugurado em 1987, ainda antes do Parc Astérix e da Disneyland Paris, que abriram em 1989 e 1992, respetivamente, num resort à escala europeia no prazo de 10 anos.

A nova unidade de quatro estrelas, que veio aumentar o número de hotéis do Futuroscope para 12, foi concebida de forma a recriar uma estação galática, contando, por isso, com uma decoração futurista, inspirada no universo da ficção científica e da alta tecnologia.

Com 76 quartos decorados como cabines de uma nave espacial, que podem acolher entre uma a quatro pessoas, o Station Cosmos é uma unidade direcionada para famílias, que se localiza junto à entrada do Futuroscope e que conta com o restaurante Space Loop, inspirado numa montanha-russa, além do Bar dos Pilotos, com terraço panorâmico.

Apesar de ter sido o primeiro hotel temático do Futuroscope e o primeiro investimento ao abrigo do novo plano de 300 milhões de euros, o Station Cosmos não é a única novidade do Futuroscope, uma vez que, em julho de 2022, foi inaugurada a nova atração “Caçadores de Tornados”, que convida os visitantes a seguirem uma equipa de caçadores de tornados e a viverem todas as emoções associadas a este fenómeno meteorológico a bordo numa nave especial. A ajudar a tornar o conceito real estão várias inovações tecnológicas, como efeitos especiais, de vento forte que é gerado através de oito ventoinhas no teto, pirotecnia, decorações móveis, bem como da presença de uma viatura 4×4 real no cenário.

Apesar de ainda não ter um ano, a nova atração “Caçadores de Tornados” já foi distinguida e ganhou mesmo o prémio de “Melhor atração do mundo”, num título atribuído pela TEA – Theme Entertainment Association, provando que as atrações do Futuroscope são únicas.

Novidades também em 2023
Mas o plano de investimento do Futuroscope não se esgota nas novidades apresentadas no ano passado, uma vez que também em 2023 há novas atrações e mais um hotel.

Quanto a novas atrações, destaque para a “Étincelle, a Maldição da Opala Negra”, inaugurada a 4 de fevereiro e que se baseia nos super-heróis franceses. Esta atração brinda os visitantes com um espetáculo de luz e música, além de um vídeo-mapping que recria um museu e por cujos corredores os visitantes são guiados por Alice, a guia do museu, que os levará numa aventura repleta de reviravoltas e humor, onde não vão faltar efeitos especiais como água, fumo ou jatos de vento. Composta por tecnologia 4K e 3D, além de um espetáculo laser, esta atração custou 2,8 milhões de euros e é a mais recente aposta do parque para atrair visitantes.

No que diz respeito ao alojamento, o Futuroscope pretende inaugurar, em julho de 2023, uma nova unidade hoteleira, o Hotel Ecolodgee. Composto por 120 alojamentos individuais, ao estilo de bungalows, com áreas de 35 metros quadrados e que podem acomodar quatro ou cinco pessoas, o Hotel Ecolodgee vai ser a 13.ª unidade de alojamento do Futuroscope, disponibilizando também terraço com vista para o lago central desta unidade, que vai oferecer ainda recepção, sala de eventos para 100 pessoas, bar e outras instalações técnicas. Já o pequeno-almoço vai ser servido nos quartos do Hotel Ecolodgee, uma vez que não está prevista a criação de qualquer restaurante neste hotel.

Além das áreas cobertas, o Hotel Ecolodgee vai também contar com uma área exterior com 14 mil árvores, dispostas em torno do lago central cuja dimensão se aproxima de um hectare.

Outros motivos de interesse
O Futuroscope aposta em novas atrações a cada ano, no entanto, muitas das atrações do espaço tornaram-se ex-libris do parque, a exemplo das atrações “Dança com os Robots”, “A Viagem Extraordinária” ou da “A máquina do tempo dos Rabbids”.

A atração “Dança com os Robots” é uma das mais icónicas do Futuroscope, uma vez que convida aos visitantes a sentarem-se na palma da mão de um robot que realiza uma coreografia electro-pop, ao som do famoso DJ Solveig.

Destaque merece também a atração “A máquina do tempo dos Rabbids”, que leva os visitantes a bordo de um comboio com efeitos especiais e que viaja no tempo, desde a era dos romanos até à conquista do espaço, numa viagem repleta de animação e humor, com a companhia de irrequietos coelhos que também têm um papel a desempenhar.

Levar os visitantes a viajar é também o objetivo da “Viagem Extraordinária”, inaugurada em 2017, depois de um investimento de 12,5 milhões de euros e que se inspira na obra de Júlio Verne, “Volta ao Mundo em 80 dias”, para levar os visitantes numa viagem à volta do mundo. Esta viagem é, no entanto, realizada em frente a um ecrã de grandes dimensões, onde diferentes partes do mundo vão surgindo diante dos nossos olhos, enquanto o local onde estamos sentados nos dá a sensação de estarmos a voar. É uma experiência realmente imersiva e também foi eleita, em 2017, a Melhor Atração Europeia, nos Paksmania Awards.

No total, o Futuroscope disponibiliza mais de 40 atrações e, a cada ano, recebe perto de dois milhões de visitantes, totalizando já mais de 60 milhões de visitas desde a sua abertura.

Novidades 2023

“Étincelle, a Maldição da Opala Negra” – Inaugurada a 4 de fevereiro de 2023, depois de um investimento de 2,8 milhões de euros, esta é a mais recente atração do Futuroscope e baseia-se nos super-heróis franceses, com o apoio de tecnologia 4K e 3D.

Hotel Ecolodgee – Em julho de 2023, o Futuroscope vai inaugurar mais uma unidade de alojamento, o Hotel Ecolodgee, uma unidade em contacto com a natureza, composta por 120 unidades de alojamento individual e que conta com um lago central com um hectare de área.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Artigos relacionados
Bruxelas abre investigação a ajuda estatal alemã de 6 MM€ à Lufthansa na pandemia
Aviação
The Verse: o novo aparthotel a abrir portas na Rua de São Bento em Lisboa
Alojamento
FIA Lisboa chega ao fim com 48 mil visitantes e “balanço muito positivo”
Destinos
Autarca de Lisboa insiste na subida da taxa turística para ter “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”
Alojamento
Costa Cruzeiros lança novos itinerários no Japão e sudeste asiático para o inverno 2025-26
Transportes
TAP lança promoção para assinalar 60.º aniversário de voos para a Madeira
Aviação
Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas” abre em fevereiro de 2025
Destinos
INE confirma que atividade turística superou níveis de 2019 no ano passado
Alojamento
“As tecnologias e aplicações que estão já disponíveis são muitas, mas ainda muito pouco expressivas em relação ao que aí vem”
Tecnologia
CEO da Iberia mostra interesse na TAP e espera aprovação da compra da Air Europa
Aviação
PUB
Destinos

FIA Lisboa chega ao fim com 48 mil visitantes e “balanço muito positivo”

Na edição deste ano, que terminou domingo, 7 de julho, a FIA Lisboa recebeu um total de 48 mil visitantes, num crescimento de 12% relativamente à edição anterior.

A edição de 2024 da FIA Lisboa – Feira Internacional do Artesanato chegou ao fim este domingo, 7 de julho, e mereceu um “balanço muito positivo”, uma vez que contabilizou um total de 48 mil visitantes, num crescimento de 12% relativamente à edição anterior.

“O artesanato é nossa identidade. É cultura, arte e tradição. Mas é também um sector da nossa economia com um elevado potencial de gerar receitas para os artesãos e para o turismo das suas regiões. Esse é o principal objetivo da FIA e do IEFP, que mais uma vez foi, amplamente, atingido nesta edição”, refere Carla Borges, gestora da FIA, citada num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de julho.

Segundo um inquérito realizado aos visitantes da FIA Lisboa, 87,8% dos indivíduos que visitaram o certame classificaram a sua visita como “boa” ou “muito boa”, enquanto 98,2% afirmaram que recomendariam a visita à FIA Lisboa a amigos e familiares e 94,1% manifestaram interesse em visitar a próxima edição, que vai ter lugar em 2025.

“Estes são números que, naturalmente, nos enchem de orgulho e que evidenciam a importância da FIA enquanto momento único de comunhão entre os artesãos e o grande público amante do artesanato”, acrescenta Carla Borges.

Na edição deste ano, a FIA Lisboa contou também com a participação de 30 países que estiveram representados no certame, com destaque para a Tunísia, que foi o país convidado desta edição da feira.

Nesta edição, foram ainda premiados os artesãos Catarina Tudella no “Artesanato Contemporâneo” e Fernando Rei no “Artesanato Tradicional”.

A próxima edição da FIA Lisboa vai ter lugar entre 28 de junho e 6 de julho, regressando novamente à FIL – Feira Internacional de Lisboa, no Parques das Nações, em Lisboa.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Autarca de Lisboa insiste na subida da taxa turística para ter “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, de forma a financiar mais equipamentos de cultura, a exemplo do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, voltou esta segunda-feira, 8 de julho, a insistir na subida do valor da taxa turística cobrada sobre as dormidas em Lisboa, defendendo que o montante arrecadado será investido em “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”.

“Se a cidade vir o valor do turismo, seja em melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura, então o turismo vale mesmo a pena, ele é visível”, disse Carlos Moedas, durante a cerimónia de assinatura do contrato de concessão para criação do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”.

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, dando como exemplo o novo “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística para a sua concretização.

“Quando eu digo que quero aumentar a taxa turística é exatamente para ter mais cultura, mais equipamentos de cultura, é para maior limpeza da cidade, é para ter espaços mais verdes”, insistiu o presidente da Câmara, em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia.

Carlos Moedas mostrou-se, desta forma, indiferente às criticas da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), que são contra o aumento da taxa para o dobro do valor cobrado atualmente.

Além de permitir uma maior aposta na limpeza da cidade e na cultura, Carlos Moedas vincou ainda, segundo a Lusa, que esta medida permite “baixar os impostos aos lisboetas”, lembrando que o turismo corresponde a quase 20% da economia da cidade e 25% do emprego, garantindo, por isso, que a ideia “não é diminuir o turismo, mas apostar também em outras áreas”.

“Temos trabalhado com o Turismo de Lisboa para pensar novas centralidades, […], nós temos mais ou menos 35.000 turistas [diários] que entram na nossa cidade e esses 35.000 normalmente vão exatamente para os mesmos sítios, vão para as mesmas partes da cidade e aquilo que nós temos de conseguir é novas centralidades, como é o caso daquilo que estamos aqui a fazer”, acrescentou o autarca lisboeta.

Presente na cerimónia esteve também Vitor Costa,  diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa, que sublinhou que o importante é que a “qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”.

Os turistas, quando vão a determinada cidade, também têm o seu peso, a sua interferência, e a nós o que nos preocupa no setor do turismo é que haja recursos para que os turistas tenham maior ligação com a cidade e que a qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”, disse o responsável, considerando que “é bom para os turistas, mas é também, sobretudo, bom para os residentes”.

Relativamente aos receios manifestados por algumas entidades de que o aumento da taxa faça diminuir o número de turistas, Vítor Costa disse não partilhar desta visão e acredita que tal não vai acontecer.

“Já tivemos experiência de quando a taxa foi introduzida, com um euro, quando ela passou para dois euros, e isso não teve nenhum impacto. Este movimento de requalificação, da maior qualidade do turismo em Lisboa tem-se verificado”, argumentou.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas” abre em fevereiro de 2025

O Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas”, novo polo cultural e turístico que vai abrir as Gares Marítimas do Porto de Lisboa ao turismo, tem inauguração prevista para fevereiro de 2025.

O Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas”, novo polo cultural e turístico que vai abrir as Gares Marítimas do Porto de Lisboa ao turismo, tem inauguração prevista para fevereiro de 2025, informaram os promotores do projeto.

“Localizado na Gare Marítima de Alcântara, este Centro Interpretativo irá proporcionar ao visitante extensa informação ao longo de nove salas do piso 0, bem como a possibilidade de visita aos murais de Almada Negreiros na Gare Marítima de Alcântara e na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos”, lê-se num comunicado conjunto da Administração do Porto de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa e Associação Turismo de Lisboa.

Este novo espaço cultural vai permitir o acesso às pinturas murais de Almada Negreiros, o maior conjunto de pintura mural do século XX, ficando integrado na oferta do eixo Alcântara-Belém e focando-se nos 14 painéis de pintura mural das Gares pintados por Almada Negreiros, seis dos quais na Gare Marítima Rocha do Conde de Óbidos e oito painéis na Gare Marítima de Alcântara, assim como “na importância da construção das Gares Marítimas e no papel histórico e social do Porto de Lisboa desde os anos 40 até aos dias de hoje”.

No piso 0 da are Marítima de Alcântara, os visitantes vão poder “conhecer o contexto de construção e decoração dos Terminais de Navegação, a relação entre o arquiteto Pardal Monteiro e o artista Almada Negreiros, os estudos de Almada Negreiros para as pinturas murais nas Gares Marítimas e os diferentes momentos políticos e históricos que atravessaram o funcionamento das Gares, incluindo a II Guerra Mundial, a emigração, as partidas para a Guerra Colonial e o processo de descolonização com o regresso dos portugueses das ex-colónias”.

O contexto da encomenda das obras ao artista e a polémica gerada à época com o resultado final, distante dos objetivos propagandísticos da ditadura, são também temas destes centro interpretativo, que expõe ainda a “presença artística de Almada Negreiros na cidade de Lisboa, bem como a sua documentação sobre as Gares Marítimas, nomeadamente depoimentos, entrevistas, notas, fotografias e reproduções de obras e documentos”.

O novo Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas” vai contar ainda com restaurante, concebido e decorado de forma a integrar-se perfeitamente no seu ambiente, e, durante os próximos meses, os visitantes poderão ainda assistir, ao vivo, ao processo de restauro dos murais, financiado pelo World Monuments Fund.

Já a coordenação de conteúdos do Centro Interpretativo está a cargo de Mariana Pinto dos Santos, historiadora da arte e curadora independente e investigadora do Instituto de História da Arte da NOVA Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.

O projeto contou com a colaboração da família de Almada Negreiros, do Centro de Estudos e Documentação Almada Negreiros – Sarah Affonso (NOVA FCSH), do Instituto de História da Arte da NOVA FCSH, do Laboratório HERCULES, da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, da Fundação Calouste Gulbenkian, da RTP, do Arquivo Municipal de Lisboa e do Museu Nacional de Arte Antiga.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Madeira e TAP assinalam 60.º aniversário dos voos entre Lisboa e a região

Além do aniversário da abertura dos voos da TAP entre Lisboa e a Madeira, a região está também a comemorar os 60 anos da inauguração do Aeroporto da Madeira.

A Associação de Promoção da Madeira (AP-Madeira) e a TAP estão a assinalar esta segunda-feira, 8 de julho, o 60.º aniversário da abertura dos voos entre Lisboa e a região, efeméride que está a ser assinalada com um celebração no Aeroporto de Lisboa e ofertas especiais para os passageiros a bordo.

“A companhia portuguesa fez a primeira ligação para o Aeroporto de Santa Catarina naquele ano de 1964, utilizando um avião “Lockheed L- 1049G Super Constellation” (operado pela TAP, de 1955 a 1967), pilotado pelo Comandante Pereira, que inauguraria a pista madeirense (na altura com 1.600 metro de comprimento), ao aterrar pelas 11h24”, recorda a AP-Madeira.

Além dos 60 anos da abertura dos voos entre Lisboa e a Madeira, a região está também a comemorar os 60 anos da inauguração do Aeroporto da Madeira, que foi construído na zona de Santa Catarina, em Santa Cruz, após estudos técnicos sobre a sua localização.

O aniversário foi assinalado com uma cerimónia invocativa no Aeroporto de Lisboa, que contou com uma área decorada para o efeito na zona das partidas da infraestrutura aeroportuária, onde houve bolo e bebidas para os passageiros, que receberam ainda algumas ofertas alusivas à ocasião.

O voos de regresso a Lisboa também assinalou o aniversário dos 60 anos desde a abertura dos voos da TAP para a Madeira, tendo os passageiros sido igualmente presenteados com algumas ofertas alusivas à celebração.

“A construção desta infraestrutura foi essencial para o desenvolvimento da Região, já que abriu a Madeira ao mundo e permitiu que o mundo tivesse uma outra porta de entrada à ilha, até então limitada ao Porto do Funchal”, recorda Eduardo Jesus,  secretário Regional de Economia, Turismo e Cultura e presidente da AP-Madeira.

Segundo o responsável, a “TAP desempenhou um papel preponderante nas ligações a Portugal continental e a outras paragens na Europa e no Mundo, sendo que, atualmente, continua a ser um importante parceiro da Região no que respeita a conectividade aérea”.

“Celebrar o 60.º aniversário do primeiro voo entre Lisboa e Funchal é celebrar uma relação entre a Região e a TAP, que tem sido fundamental e que se pretende continuamente reforçada”, conclui Eduardo Jesus.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Transportes em queda provocam descida na constituição de novas empresas no 1.º semestre

Nos primeiros seis meses do ano, o número de empresas constituídas desceu 3,0%, num total de 27 263 novas empresas, com o setor dos Transportes a liderar a descida verificada.

Inês de Matos

O setor dos Transportes foi o grande responsável pela descida verificada na constituição de novas empresas no primeiro semestre do ano, apurou o relatório Business by Data da Informa D&B.

De acordo com esta pesquisa, divulgada esta sexta-feira, 5 de julho, nos primeiros seis meses do ano o número de empresas constituídas desceu 3,0%, num total de 27 263 novas empresas, com o setor dos Transportes a liderar a descida verificada.

“Depois do aumento acentuado nos últimos anos, a atividade do Transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros cai pelo 7º mês consecutivo, sendo responsável por grande parte da descida do semestre (-899; -32% constituições de empresas)”, lê-se na informação divulgada.

Tal como os Transportes, também o setor das Atividades imobiliárias está em queda há quatro semestres consecutivos, “com menos 179 constituições de empresas (-6,7% constituições) do que no período homólogo”.

Em sentido contrário encontra-se a Construção de edifícios (residenciais e não residenciais), que foi “a atividade com o maior número de constituições de novas empresas no semestre (2 049 constituições de empresas), registando igualmente o maior crescimento face ao semestre homologo (+188; +10% constituições de empresas)”.

“Além da Construção (+258; +8,3% constituições), os setores dos Serviços gerais (+118; +3,0% constituições), Tecnologias da informação e comunicação (+85; +5,1% constituições) e Retalho (+77; +3,1% constituições) contrariam também a tendência geral e registam um aumento no número de constituições de empresas”, refere ainda o comunicado da Informa D&B.

Insolvências aumentam e Transportes lideram encerramentos

Nos primeiros seis meses do ano, também o número de insolvências aumentou, subindo 11% face ao primeiro semestre do ano anterior, num total de 1 074, o que representa um aumento de 110 processos de insolvência.

“Este aumento não é transversal a todos os setores, estando maioritariamente concentrado nas Indústrias de Têxtil e Moda. No acumulado do semestre, este subsetor registou 196 empresas em insolvência (+110; +128% processos de insolvência)”, explica a Informa D&B.

Já os encerramentos desceram 5,3% no primeiro semestre do ano, num total de 6 022 empresas, mas subiram no acumulado dos últimos 12 meses, num aumento de 0,9% ou mais 137 encerramentos face aos 12 meses anteriores, atingindo um total de 15 020 empresas.

No caso dos encerramentos, o destaque volta a ir para o setor dos Transportes, com a atividade de Transporte Ocasional de Passageiros a liderar nesta indicar, com um aumento de 41% face aos 12 meses anteriores.

“A atividade do Transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros é, também nos encerramentos, a principal responsável pelo aumento dos últimos 12 meses, registando neste período 477 encerramentos, o que corresponde a um aumento de 41% face aos 12 meses anteriores (+139 encerramentos)”, refere a Informa D&B.

Nos restantes setores e também nos últimos 12 meses, destaca-se o aumento do número de encerramentos de empresas nos Serviços empresariais (+9,0%; +192 encerramentos) e no Alojamento e restauração (+4,7%; +78 encerramentos).

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Destinos

Valladolid recebe 6ª edição da FINE entre 5 e 6 de março de 2025

A 6ª Edição da FINE – Feira Internacional de Enoturismo vai decorrer entre 5 e 6 de março de 2025, com o certame a regressar à cidade espanhola de Valladolid

Publituris

A 6ª Edição da FINE – Feira Internacional de Enoturismo vai decorrer entre 5 e 6 de março de 2025, com o certame a regressar à cidade espanhola de Valladolid, informou a Feria de Valladolid, em comunicado.

Dirigida exclusivamente a profissionais, a FINE oferece aos participantes a “oportunidade de participar num mercado internacional onde se encontram adegas emblemáticas, hotéis e rotas do vinho para apresentar os seus produtos, propostas e inovações para a temporada de 2025”, indica a organização do certame.

Durante a FINE, volta a decorrer um mercado de contratação, que no ano passado contou com a participação de 140 adegas, rotas e hotéis e 84 compradores que operam em 23 países.

A agenda do FINE inclui ainda um programa de conferências, mesas redondas e workshops em que especialistas mundiais analisam as tendências do enoturismo.

Mais informações aqui.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Tailândia cresce 35% em visitantes internacionais até 30 de junho

O governo tailandês pretende receber 36,7 milhões de visitantes estrangeiros em 2024, aproximando-se do recorde de quase 40 milhões de turistas internacionais em 2019, antes da pandemia.

Publituris

Entre janeiro e 30 de junho, a Tailândia recebeu um total de 17,5 milhões de visitantes, número que traduz um aumento de 35% face ao ano passado, segundo o ministro do Turismo e Desporto da Tailândia, Sermsak Pongpanich.

De acordo com o portal NationThailand, os mais de 17,5 milhões de turistas internacionais que a Tailândia recebeu desde o início do ano geraram receitas de cerca de 21 mil milhões de euros no país.

Por mercados, o destaque foi para a China, que voltou a ser o principal mercado internacional emissor de turistas para a Tailândia, com perto de 3,5 milhões de turistas, seguindo-se a Malásia com outros cerca de 2,5 milhões de turistas e a Coreia do Sul, que contabilizou cerca de 935 mil turistas.

A Rússia (920.989), o Laos (618.782), Taiwan (533.280), os Estados Unidos (507.251), o Vietname (501.895) e o Reino Unido (485.093) são os restantes mercados internacionais que maior número de turistas enviaram para a Tailândia até 30 de junho.

Segundo o governante tailandês, o início das férias de verão na Europa e as celebrações do orgulho gay, em junho, ajudam a explicar o forte incremente de turistas externos que o país tem vivido nos últimos meses.

Além disso, também a isenção de vistos para turistas da China, Índia, Taiwan e Cazaquistão, juntamente com o aumento dos voos para estes países, ajudaram a aumentar a facilidade de viajar para a Tailândia e atraíram potenciais visitantes.

Recorde-se que o governo tailandês pretende receber 36,7 milhões de visitantes estrangeiros em 2024, aproximando-se do recorde de quase 40 milhões que visitaram o país em 2019, antes da pandemia.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Anneaux JO Troca

Aviação

Air France estima perda de 180M€ devido a Jogos Olímpicos de Paris

A existência de multidões em Paris, assim como um expectável aumento de preços nos hotéis e restaurantes da capital francesa durante os Jogos Olímpicos de 2024, estão a afastar os turistas da cidade e a ditar uma perda de receita para a Air France.

Publituris

A Air France estima uma perda de 180 milhões de euros devido aos Jogos Olímpicos de Paris 2024, competição desportiva que arranca a 26 de julho na capital francesa e que está a afastar os turistas da cidade de Paris e do país.

Segundo a EuroNews, a Air France está a assistir a uma diminuição das reservas aéreas para o período dos Jogos Olímpicos de 2024, uma vez que os turistas estão a adiar as suas viagens, já que se espera que, durante o decorrer da competição, além de grandes multidões, também os hotéis e restaurantes da capital francesa aumentem os preços.

A EuroNews diz que as reservas da Air France para Paris estão “significativamente mais baixas do que outras principais cidades europeias”, chegando mesmo a serem “decepcionantes” durante o decorrer dos Jogos Olímpicos.

Por isso, entre junho e agosto, a Air France estima que as vendas do grupo caiam entre 160 e 180 milhões de euros, uma vez que os mercados internacionais, assim como os turistas franceses, estão a evitar as viagens para Paris.

“Os mercados internacionais estão a evitar significativamente Paris. As viagens entre a cidade e outros destinos também estão abaixo da média habitual de junho-agosto, já que os residentes em França parecem estar a adiar as suas férias para depois dos Jogos Olímpicos ou a considerar planos de viagem alternativos”, indica a Air France, num comunicado divulgado pela EuroNews.

A Air France diz, no entanto, esperar que “as viagens de e para França se normalizem após os Jogos Olímpicos, com níveis encorajadores de procura projetados para o final de agosto e o mês de setembro”.

Recorde-se que as previsões da Air France têm vindo a ser alteradas à medida que a data de arranque dos Jogos Olímpicos de Paris se aproxima, uma vez que, no início de junho, a companhia aérea ainda se mostrava otimista quanto ao número de reservas para esse período, esperando mesmo que a procura de verão de 2024 regressasse aos níveis pré-pandemia.

Além dos Jogos Olímpicos de Paris, também as eleições em França parecem estar a ter impacto na procura por viagens aéreas, com a EuroNews a revelar que a turbulência causada pelo ato eleitoral também está a ser apontada como uma das razões pelas quais os visitantes planeiam manter-se afastados de Paris.

Recorde-se que a segunda volta das eleições francesas está marcada para este domingo, 7 de julho, o que poderá voltar a ditar novos protestos e motins após os resultados finais das eleições, o que também tem diminuído as esperanças de um bom desempenho turístico da capital francesa.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Posto de Turismo de Odemira reabre em nova localização

O Posto de Turismo de Odemira reabriu ao público com nova localização, num espaço moderno, apelativo e interativo, com acesso Wi-Fi. As novas instalações situam-se agora na Zona Ribeirinha de Odemira, mais propriamente, na Travessa da Quinta da Estrela, nº 3, de terça-feira a sábado, no horário 09h00/13h00 e 14h00/17h00.

Publituris

Com o objetivo de prestar um melhor serviço de atendimento e potenciar a oferta turística do concelho, o município decidiu promover a relocalização do Posto de Turismo de Odemira para novas instalações na Zona Ribeirinha. O Posto de Turismo de Odemira funciona agora na Travessa da Quinta da Estrela, nº 3, de terça-feira a sábado, no horário 09h00/13h00 e 14h00/17h00, e com os contactos 283 320 986 / [email protected].

A reconfiguração do Posto de Turismo de Odemira segue a linha de investimentos municipais que incidiram na construção do novo Posto de Turismo do Almograve, remodelação dos espaços de Zambujeira do Mar e Vila Nova de Milfontes e reabertura do Posto de Turismo de Santa Clara-a-Velha, numa estratégia de valorização do território e de qualificação dos serviços turísticos, com vista à afirmação de Odemira como destino de qualidade.

Aproveitando a época alta de verão, a abertura do novo Posto de Turismo aconteceu esta terça-feira, dia 2 de julho, assinalada com a visita do presidente da Câmara Municipal, Hélder Guerreiro, e membros do executivo.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Cabo Verde quer posicionar-se como plataforma no turismo e no hub aéreo

O primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, afirmou que o país tem “elevado potencial” para se posicionar como plataforma no turismo, no hub aéreo, na praça financeira e na economia digital, oferecendo bens e serviços para África e ao resto do mundo.

Publituris

Ulisses Correia e Silva fez essas observações na cerimónia de abertura do fórum “Cabo Verde Investment Forum 2024 Boston (CVI F2024 Boston)”, organizado pela Cabo Verde TradeInvest (CVTI), que reuniu parceiros internacionais, decisores, empreendedores e executivos.

“A localização e a proximidade geopolítica na Tri África, Europa e Estados Unidos da América são fatores relevantes de Cabo Verde”, disse, citado pela Inforpress, apontando a ligação do país com a União Europeia, com a construção desde 1998, de uma economia baseada na ligação escudo cabo-verdiano ao euro.

Mencionou ainda, de acordo com a mesma fonte, face à localização estratégica, a ligação do país com a comunidade da CEDEAO, um espaço de intervenção regional de Cabo Verde em África, assim como a ligação à Comunidade dos Países da Língua Portuguesa, um espaço de confluência linguística com forte potencial de crescimento económico.

Cabo Verde como um pequeno país, realçou o chefe do Governo, “está consciente que a sua pequenez no mercado interno pode e deve ser ultrapassada com atração e investimento direto com a diáspora, com condições atrativas de financiamento externo para o estado e as empresas e com acesso ao mercado externo para exportação de bens e serviços com valor acrescentado nacional incluindo o turismo”.

Neste sentido, conforme avançou a Inforpress, o chefe do governo defendeu que Cabo Verde está aberto ao mundo e que o objetivo é reforçar a inserção do país em espaços dinâmicos que permitam o acesso e atração de investimento marcados pela tecnologia, conhecimento e segurança, visando acelerar o crescimento económico e assegurar a sustentabilidade.

“Um outro objetivo estratégico é tornar Cabo Verde mais resiliente e menos exposto a choques externos económicos, ambientais, climáticos e pandémicos e reduzir os riscos. A alta prioridade do Governo é a implementação de políticas governativas e investimentos aéreos, conectividades aéreas e marítima, transição energética, estratégica de água, ação climática e saúde”, apontou.

Ainda durante o evento, o primeiro-ministro destacou que o turismo continuará a desenvolver-se como o setor mais dinâmico do país, alegando a existência de um aumento da procura externa e salientado que o desafio é aumentar as ofertas e criar condições para responder à procura crescente a partir do mês de outubro com os voos low cost e easyJet.

Neste sentido apontou a necessidade de trazer turistas norte-americanos a Cabo Verde e anunciou que até ao final do ano a companhia aérea cabo-verdiana irá retomar voos para os EUA, apesar de apelar a uma maior cooperação com as companhias aéreas norte-americanas para atrair os turistas americanos

No seu discurso, Ulisses Correia e Silva fez um retrato do país exposto a graves crises durante a covid-19 e a invasão da Rússia à Ucrânia. “O turismo teve uma forte quebra em 2020 e 2021, mas recuperamos no ano passado, registamos mais de um milhão de turistas e as perspetivas para este ano são boas”, disse.

Para o chefe do executivo, de acordo ainda com a notícia da Inforpress, o bom desempenho do país inspira confiança, pelo que só tem a oferecer aos investidores estabilidade macroeconómica, estabilidade política e social, boa governança e instituições que funcionam com base na lei, baixo nível de corrupção, elevado nível de liberdade económica e bons incentivos ao investimento.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2024 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.