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APG Portugal passa a representar a Blue Ribbon Bags

A APG Portugal passou a representar a Blue Ribbon Bags em território nacional, empresa que “rastreia e agiliza o retorno de bagagem de avião atrasada nas primeiras 96 horas a partir da chegada do voo de destino”.

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A APG Portugal passou a representar a Blue Ribbon Bags em território nacional, empresa que “rastreia e agiliza o retorno de bagagem de avião atrasada nas primeiras 96 horas a partir da chegada do voo de destino”.

“Não se trata de um seguro de viagem, mas tão somente de um serviço de proteção de bagagem”, indica a APG Portugal, explicando que este serviço tem um custo de quatro euros por pessoa, em voos de ida e volta, independentemente do número de escalas.

Com o serviço da Blue Ribbon Bags, os clientes recebem “atualizações automáticas por e-mail/SMS sempre que houver uma alteração no status da sua mala extraviada”, explica a APG Portugal.

O serviço da Blue Ribbon Bags todas as malas “despachadas” no aeroporto, incluindo “check-in” de última hora na porta de embarque, estando disponível em todos os voos de todas as companhias aéreas em todo o mundo.

Caso a bagagem não seja localizada no espaço de 96 horas, a Blue Ribbon Bags assegura ao cliente uma compensação de 1000 dólares, como parte da sua Garantia de Satisfação.

O serviço da Blue Ribbon Bags dispensa comprovativos de recibos ou conteúdo de bagagem e os pagamentos são garantidos mesmo que as malas sejam devolvidas após o período de 96 horas.

Com sede em Nova Iorque, EUA, a Blue Ribbon Bags é líder mundial nos serviços de bagagem atrasada e comercializa o seu produto através dos principais canais de distribuição em mais de 90 países, sendo também parceira dos principais fornecedores e revendedores de viagens mundiais.

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Brasil recebeu 182 mil turistas portugueses em 2023

No ano passado, o número de turistas portugueses que visitou o Brasil aumentou 21% face ao ano anterior, colocando Portugal na sétima posição entre os principais mercados externos emissores de turistas para o Brasil, segundo Marcelo Freixo, presidente da Embratur.

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No ano passado, o Brasil recebeu 182 mil turistas portugueses, número que traduz um aumento de 21% face ao ano passado, segundo Marcelo Freixo, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional de Turismo.

De acordo com declarações do responsável à Lusa, Portugal foi o sétimo mercado emissor de turistas para o Brasil no ano passado, depois da Argentina (1,9 milhões de visitantes), Estados Unidos (668 mil), Chile (458,5 mil), Paraguai (424,5 mil), Uruguai (334,7 mil) e França (187,5 mil).

Os turistas internacionais foram responsáveis por receitas de 6,42 mil milhões de euros no Brasil, o que representa um novo recorde para o país e um crescimento anual de 41%, ficando este valor 1,5% acima do registado em 2014, ano em que o Brasil recebeu o Campeonato do Mundo de Futebol e que tinha sido o mais elevado registado na história do turismo brasileiro.

“Conseguimos um número muito surpreendente, até para nós mesmos”, sublinhou Marcelo Freixo, considerando que a entrada de Lula da Silva na presidência foi um dos fatores determinantes para os valores recordes.

De acordo com Marcelo Freixo, a nova conjuntura política no Brasil “foi muito favorável” para o trabalho da Embratur, pois representou o regresso do “Brasil da democracia, da sustentabilidade, o Brasil da cultura”.

“Era o Brasil que o mundo sentia saudade”, acrescentou o presidente da Embratur.

Recorde-se que o Brasil pretende chegar aos 10 milhões de turistas estrangeiros em quatro anos, depois de em 2023 ter acolhido quase seis milhões, mais 62,7% do que o registado em 2022.

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Governo aprova quadro de medidas para reduzir consumo de água no Algarve

O Governo espera que, com a resolução agora aprovada, seja possível “ultrapassar as necessidades essenciais da época do verão e terminar o ano de 2024 com reservas para 2025”.

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O Governo aprovou esta quinta-feira, 8 de fevereiro, em Conselho de Ministros, uma resolução que define o quadro de medidas de carácter temporário para reduzir os consumos e racionalizar a utilização dos recursos hídricos na região do Algarve.

Com este quadro de medidas, o Governo espera que seja possível “ultrapassar as necessidades essenciais da época do verão e terminar o ano de 2024 com reservas para 2025”.

“Para além de medidas estruturais que se encontram em curso, a implementação de medidas de resposta imediata que minimizem os efeitos da conjuntura de seca é essencial face à situação de seca prolongada na região do Algarve que tem vindo a agravar a situação de escassez hídrica da região”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.

No Algarve, a capacidade das albufeiras encontra-se a um nível de 25%, comparado com os 45% do ano passado pela mesma altura, o que está a ameaçar o abastecimento regional.

Recorde-se que o Governo anunciou, a 19 de janeiro, cortes no consumo de água no Algarve devido à seca que se tem vindo a agravar na região, prevendo-se uma redução de 25% na agricultura e de 15% no setor urbano, que inclui o turismo.

Na altura, o ministro do Ambiente e Ação Climática, Duarte Cordeiro, explicava que o corte decidido não vai provocar “restrição ao desenvolvimento da atividade” turística, esperando-se que exista apenas um “condicionamento relativamente à eficiência hídrica e poupança de água”.

A necessidade de impor cortes de água no Algarve foi decidida pela Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca que, de acordo com Duarte Cordeiro, propôs 46 medidas que estão, agora, refletidas na resolução do Conselho de Ministros.

No entanto, em janeiro, Duarte Cordeiro dizia que não estavam previstos apoios para compensar o turismo devido às restrições de água, mas o comunicado do Conselho de Ministros fala na “atribuição de apoios para as medidas extraordinárias e autoriza a realização de despesa por diversas entidades”, sem, contudo, explicitar que apoios estão previstos e para que setores.

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Porto e Norte com hotéis a 75% de ocupação no Carnaval

O facto de, este ano, o Carnaval se festejar a 13 de fevereiro, ou seja, colado ao Dia dos Namorados está a ajudar a aumentar a taxa de ocupação para a próxima semana na região do Porto e Norte de Portugal.

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A taxa de ocupação das unidades de alojamento turístico na região do Porto e Norte de Portugal para o Carnaval ronda os 75%, avança o Observador, que cita fonte oficial da entidade regional de turismo.

“A ocupação hoteleira, ainda sem os dados totalmente compilados, porque as reservas nesta altura são muito de ‘last minute’ (última hora), apontam para uma ocupação hoteleira média no destino a rondar os 75%, o que poderemos considerar que são números interessantes“, refere a fonte citada.

O facto de, este ano, o Carnaval se festejar a 13 de fevereiro, ou seja, colado ao Dia dos Namorados está a ajudar a aumentar a taxa de ocupação para a próxima semana na região do Porto e Norte de Portugal.

“Alguns turistas nacionais e de mercados de proximidade, aproveitam para tirar uns dias de descanso e dinamizar a atividade turística”, explicou a fonte do TPNP citada na notícia original.

Luís Pedro Martins, presidente da TPNP, mostra-se “novamente animado e com grande expectativa” face às previsões para o Carnaval, assim como para o ano de 2024, que o responsável espera que possa correr como 2023, em que a região fechou o ano com 6,9 milhões de hóspedes, mais 15% do que em 2022, e 13,3 milhões de dormidas, o maior crescimento nacional (14,9%).

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Só metade dos turistas chineses planeia visitar a Europa em 2024

Um recente estudo da European Travel Commission (ETC) apurou que apenas 57% dos turistas chineses contam viajar para a Europa neste ano, o que representa uma forte queda relativamente ao ano passado, quando 71% dos turistas oriundos da China contavam visitar território europeu.

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A recuperação turística do mercado chinês está atrasada e assim deverá continuar em 2024, pelo menos na Europa, prevê um estudo da European Travel Commission (ETC), que apurou que apenas 57% dos turistas chineses contam viajar para a Europa neste ano.

O estudo da ETC nota que a percentagem de turistas chineses que conta viajar para a Europa este ano sofreu uma queda drástica relativamente à edição do ano passado, quando 71% dos turistas oriundos da China contavam visitar território europeu.

Um dos motivos apontados para a descida da intenção dos turistas chineses em visita a Europa é o facto destes turistas estarem, neste momento, a viajar mais pelos destinos asiáticos, uma vez que vários países desta região do mundo flexibilizaram os requisitos para a atribuição de vistos, a exemplo da Tailândia .

A menor disponibilidade financeira e poucos dias de férias disponíveis também ajudam a explicar a redução das intenções dos turistas chineses em viajarem para a Europa, este ano.

Recorde-se que a China era um mercado vital para vários destinos europeus antes da COVID-19, a exemplo do Reino Unido e Países Baixos, mas tem assistido a uma tímida recuperação desde a reabertura pós-pandemia.

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Depois da Alemanha, o destino preferido dos alemães é Espanha

Num inquérito feito pela alemã Stiftung für Zukunftsfragen, os resultados apontam para uma diminuição na escolha do mercado doméstico, embora continue na liderança, e uma preferência clara por Espanha.

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A Stiftung für Zukunftsfragen (Fundação para os Estudos do Futuro, numa tradução literal) foi perceber, recentemente, o sentimento dos alemães para as próximas férias de verão. Embora a Alemanha continue a ser o principal destino de viagem dos alemães, representando 37% das principais viagens de férias, a quota de mercado diminuiu em três pontos percentuais (p.p.). Na Alemanha, a maioria dos turistas, 5,8% de todos os viajantes, viaja para a Baviera (-2,2%), enquanto 5,7% (-0,3%) são atraídos para Mecklenburg-Vorpommern. Seguiram-se a Baixa Saxónia com 4,9% (+1,1%), Baden-Württemberg com 4,2% (+0,4%) e Schleswig-Holstein com 3,3% (-1,3%).

Já quanto aos mercados externos, a análise conclui que Espanha, Itália e Escandinávia estão entre os países que registaram ganhos.

A análise, que se baseia num inquérito representativo a 3.000 pessoas com 18 anos ou mais na Alemanha, revela que a Espanha tem uma quota de mercado de 9% (+0,9% em relação a 2022) e a Itália de 7% (+0,5%). A Escandinávia atrai pouco menos de 5% (+1%) dos visitantes alemães, seguida da Turquia com 4,6% (-0,7%), Áustria com 3,2% (+0,4%) e da Grécia com 3% (-1,2%).

Viagens de longa distância ainda abaixo do valor de 2019
Segundo a mesma análise, 16,4% dos inquiridos foram atraídos para lugares distantes, representando mais 3 p.p. do que em 2022, mas ainda um pouco menos de 1% do que em 2019. A Ásia-Extremo Oriente tem a maior quota com 3,5% (+1,3%), à frente da América do Norte com 2,6% (+0,2%) e do Norte de África com 2,3% (+0,1%). O Médio Oriente representou 1,4% (+0,4%), enquanto a América Central e as Caraíbas atraíram 1,3% dos turistas alemães em 2023 (+0,2%).

De um modo geral, os números da Stiftung für Zukunftsfragen diferem significativamente dos da DRV e dos analistas de mercado da Travel Data + Analytics (TDA). Isto aplica-se, em particular, a destinos como a Turquia e Grécia, que registam um desempenho significativamente melhor neste último. Isto deve-se provavelmente, em grande parte, ao facto de a DRV e a TDA apenas analisarem as reservas efetuadas através de agências de viagens e operadores turísticos, enquanto este inquérito também inclui viagens auto-organizadas. Em países como a Turquia, a percentagem de turistas que reservam viagens organizadas é significativamente mais elevada do que em Itália ou na Escandinávia, por exemplo.

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Cuba prevê crescimento do turismo em 2024

O ministro do Turismo de Cuba, Juan Carlos García assume que a ilha não desiste do objetivo de ultrapassar a barreira dos três milhões de visitantes, para o que é fundamental aumentar a conectividade aérea.

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Cuba experimentou um aumento na atividade turística em 2023 e planeia crescer neste setor em 2024, declarou o ministro do Turismo, Juan Carlos García, ao programa de rádio e televisão Mesa Redonda, tendo destacado que o destino caribenho recebeu 2.436.980 visitantes o ano passado, o que significa um crescimento de mais de 800 mil turistas em relação a 2022.

Para crescer ainda mais e chegar à meta prevista dos três milhões de turistas estrangeiros, o governante diz que é fundamental aumentar a conectividade aérea, bem como diversificar os mercados, enfrentar as campanhas mediáticas de descrédito contra a ilha, melhorar os serviços, ampliar as opções e oferecer facilidades e incentivos aos cubanos residentes no exterior, em correspondência com a política do país de estreitar os laços com os seus compatriotas no exterior, entre outros ações.

Cuba está otimista apesar do complicado cenário que representa o bloqueio dos Estados Unidos – afirmou – e destacou que a política unilateral de Washington e a inclusão arbitrária da ilha na lista de países patrocinadores do terrorismo afetam significativamente a atividade turística.

Apesar desta situação, o destino pretende crescer em 2024, e estima-se a reconexão alcançada em 2023 com 32 países através de 50 companhias aéreas.

Explicou que o Canadá encabeça a lista de mercados emissores, seguido pelos cubanos residentes no exterior, pela Rússia e pelos Estados Unidos mesmo com as limitações do bloqueio.

García afirmou que também é crescente a chegada de visitantes europeus, liderados por Espanha, Portugal e Alemanha.

Além disso, aumentam as chegadas de países latino-americanos como Colômbia, Brasil, Venezuela, Argentina, Peru, Bolívia e trabalha-se para recuperar o mercado mexicano, tradicional na ilha e com amplas perspectivas, observou, para acrescentar que outros países como a Turquia e a Polónia consolidaram-se como mercados emissores.

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Via navegável do Douro movimentou mais de 1,2 milhões passageiros e iguala o ano de 2019

A Via Navegável do Douro (VND), através dos diferentes operadores marítimos turísticos movimentou, em 2023, mais de 1,2 milhões passageiros e ainda igualou o ano de 2019.

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Após o período pandémico, a Via Navegável do Douro (VND) continua seu trajeto de retoma. Assim, no diz respeito aos movimentos de navios de passageiros, o ano de 2023 registou aumentos comparativamente a 2022, nas diferentes tipologias, “o que significa que o setor continua a contribuir para uma dinâmica e execução cada vez com menor sazonalidade e com dispersão territorial ao longo dos quase 210 km de extensão”, de acordo com números divulgados pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), que gere a VND.

Se no registado em navios hotel, com passageiros maioritariamente estrangeiros, o aumento foi de quase 20% num total próximo de 107 mil passageiros, nos designados cruzeiros de um dia – que efetuam operações nas eclusas de navegação – o aumento foi menor (mais de 3%), com um movimento de cerca de 170 mil passageiros, indica o comunicado.

Relativamente às escalas de navegação que se efetuaram numa mesma albufeira ou no estuário, o aumento foi de cerca de 11%, com um movimento de 958.438 passageiros. Neste caso, de acordo com a APDL, a atividade já deixou de se centrar apenas no estuário e nas grandes áreas urbanas do Porto/Gaia, mas outros locais já perspectivam dinâmicas muito interessantes. Zonas como a Entre-os-Rios, Bitetos, Escamarão, Pala, Porto Antigo, Caldas de Arêgos, Régua, Folgosa, Foz do Távora, Ferrão, Sabrosa, Pinhão, São Xisto, Foz do Sabor, Pocinho e Barca D’Alva, detêm já vários operadores fluviais a operar.

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Viana do Castelo também adota taxa turística a partir de agosto

De acordo com o regulamento publicado esta terça-feira, 6 de fevereiro, em Diário da República, a taxa turística de Viana do Castelo vai custar 1,5 euros entre maio e outubro, ou seja, na época alta, e um euro durante o período de menor procura turística.

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A Câmara Municipal de Viana do Castelo vai começar a cobrar, a partir de agosto, uma taxa turística às dormidas nos estabelecimentos de alojamento turístico do concelho.

De acordo com o Público, que cita o regulamento publicado terça-feira, 6 de fevereiro, em Diário da República, esta taxa turística vai ter o valor de 1,5 euros durante a época alta, ou seja, entre maio e outubro, e de um euro durante os períodos de menor procura turística, concretamente de novembro a abril.

O regulamento prevê que esta taxa de dormida seja cobrada por “hóspede, com idade superior a 16 anos, e por noite, até um máximo de cinco noites seguidas por pessoa e por estadia, em qualquer tipologia de alojamento nos empreendimentos turísticos e nos estabelecimentos de alojamento local, como tal considerados nos respectivos regimes jurídicos, situados no concelho de Viana do Castelo”.

Os hóspedes convidados pela autarquia ou que se desloquem a Viana do Castelo por motivos de saúde, assim como os portadores de deficiência com incapacidade igual ou superior a 60% e outros que, por razões de conflito e deslocados dos seus países de origem, residem temporariamente em Portugal, ficam isentos do pagamento desta taxa.

O pagamento da taxa deverá ser realizado no início da estadia, “numa única prestação, mediante a obrigatoriedade de emissão de factura-recibo, em nome da pessoa, singular ou coletiva, que efetuou a reserva, com referência expressa à sua não sujeição a IVA”.

No regulamento, a autarquia de Viana do Castelo justifica a adoção desta taxa turística com “o aumento significativo do número de estabelecimentos de alojamento local”, que passou de oito unidades em 2014 para 408 unidades em 2021, e que foi acompanhado também pelo crescimento dos hóspedes e dormidas.

“As estatísticas demonstram um crescimento significativo nos últimos anos, nomeadamente, no que se refere ao número de hóspedes e dormidas que, no período de 2014 a 2019, registou um aumento de 84% e 92 %”, lê-se no documento.

A taxa turística entra em vigor 180 depois depois da publicação do seu regulamento em Diário da República, o que deverá acontecer apenas em agosto.

 

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Turismo internacional movimentou recorde de 6,9 mil milhões de dólares na economia brasileira em 2023

Este resultado foi maior do que em 2014, ano do Mundial de Futebol, além de superar a meta estabelecida no Plano Nacional de Turismo do Brasil.

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Os estrangeiros em viagem no Brasil nunca gastaram tanto dinheiro como em 2023. Dados divulgados pelo Banco Central (BC) mostram que foram gastos 6,9 mil milhões de dólares em viagens de turistas internacionais no país o ano passado.

O valor é 39% superior ao verificado no ano anterior, e novo recorde. Por outro lado, o gasto de brasileiros no exterior aumentou 19% e somou 14,5 mil milhões de dólares, também um recorde desde 2019.

Refira-se que as receitas turísticas deixadas por turistas estrangeiros na economia brasileira em 2023 superou em 32,5% a meta estabelecida no Plano Nacional de Turismo que era de um acréscimo de 8,58%.

Em comparação com anos anteriores, o resultado é 1,5% maior que a quantia arrecadada em 2014, ano do Mundial de Futebol que teve lugar no país, quando os visitantes estrangeiros deixaram 6,8 mil milhões de dólares, enquanto em 2022, os gastos atingiram os 4,9 mil milhões.

Recorde-se que a ONU Turismo divulgou, também que o Brasil é o país da América do Sul que mais arrecadou dinheiro de turistas estrangeiros. No ranking mundial, o destino está na 14ª posição entre os países que mais cresceram em receitas turística após a pandemia da covid-19, com 15% de aumento.

A marca histórica dá-se no ano de retoma do turismo. Em 2023, o Brasil acolheu seis milhões de visitantes internacionais. O patamar ficou 3% acima do estimado pela agência especializada da ONU. Além disso, o número de entradas internacionais de 2023 corresponde a 93% das entradas de 2019, último ano pré-pandemia.

A Argentina manteve-se como principal país emissor de turistas para o Brasil, com 1,9 milhões de visitantes (32% do total). Em seguida estão os Estados Unidos, com 668,5 mil (11%); Chile, com 458,5 mil (7,7%); Paraguai, com 424,5 mil (7,1%), e Uruguai, com 334,7 mil (5,6%). A França é o principal país emissor da Europa e aparece na sexta posição, com 187,5 mil turistas (3,1%), seguida de Portugal, com 158,5 mil (3%). Alemanha com 158,5 mil (2,6%), Reino Unido com 130,2 mil (2,2%) e Itália com 129,4 mil (2,2%) completam o Top 10.

O recorde em divisas e a retoma no número de turistas internacionais devem-se, entre outros fatores, a uma série de ações da Embratur, incluindo o aumento da conectividade. Nesse caso, tanto em 2019 como em 2023 a quantidade de voos oferecidos pelas companhias aéreas ficou em 64,8 mil. O número é 40% mais do que o de 2022, quando a oferta foi de 46,2 mil.

 

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Edifício do Castelo de Vizela vai ser requalificado para servir o turismo e a cultura

Foi lançada a primeira pedra da obra de recuperação e requalificação do edifício do Castelo de Vizela, que vai custar 2,5 milhões de euros, prevendo-se um prazo de 550 dias para a sua conclusão.

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Trata-se de uma obra que, segundo a Câmara Municipal de Vizela, vem no seguimento do RUS – Plano de Ação – Regeneração Urbana Sustentável, um projeto de um edifício com relevo histórico, dando-lhe a dignidade que merece e com o objetivo de que passe novamente para a fruição de todos os vizelenses e visitantes.

Este majestoso edifício, conhecido como “Castelo”, foi construído no início do século, por volta de 1905, a mando do médico e político Armindo de Freitas Ribeiro de Faria, com o objetivo de aí se virem a estabelecer os Paços do Concelho.

A recuperação e reabilitação deste edifício tem como objetivo dar continuidade à política de regeneração urbana implementada por este executivo autárquico, assim como continuar a aposta na vertente cultural de forma transversal, através da recuperação do património cultural, em especial naquilo que faz parte da identidade do concelho de Vizela.

A requalificação do edifício do Castelo revela ainda a forte aposta na recuperação do património histórico, reabilitando um edifício centenário, recuperando o imóvel nas suas características físicas tradicionais e transformando e adaptando o seu interior para atividades culturais, indica a Câmara Municipal.

Segundo o presidente da autarquia, Victor Hugo Salgado, citado pela imprensa local, a requalificação do edifício do Castelo de Vizela assume-se como uma “âncora” tendo em vista o incremento do turismo do concelho, “atividade económica extremamente importante e que pode ser decisiva, em tempos de dificuldades, para as empresas” locais.

Entre outras valências, fará parte do projeto a criação do Museu da Mota, que contará com cerca de dois mil modelos nacionais e internacionais. “É um espólio único, uma coleção das mais importantes da Europa que poderá ser vista na parte de trás do castelo, e será uma âncora para o turismo do nosso concelho”.

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