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Lisboa espera 500 participantes na conferência Running Remote

Lisboa vai ser palco, a 25 e 26 de abril, da conferência Running Remote, o maior evento mundial dedicado ao trabalho remoto, que deverá trazer até à capital portuguesa “meio milhar de especialistas e entusiastas no tema”.

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Lisboa espera 500 participantes na conferência Running Remote

Lisboa vai ser palco, a 25 e 26 de abril, da conferência Running Remote, o maior evento mundial dedicado ao trabalho remoto, que deverá trazer até à capital portuguesa “meio milhar de especialistas e entusiastas no tema”.

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A cidade de Lisboa vai ser palco, a 25 e 26 de abril, da conferência Running Remote, considerada o maior evento mundial totalmente focado no trabalho
remoto, que deverá trazer até à capital portuguesa cerca de “meio milhar de especialistas e entusiastas no tema”.

O evento, que vai decorrer em formato presencial e virtual, vai decorrer no SUD Lisboa e deverá contar com a participação de “representantes de todos os continentes”, que vão marcar presença neste encontro para “aprender e partilhar as melhores estratégias de trabalho remoto, cultura empresarial, gestão de equipas e muito mais”.

A conferência Running Remote deverá contar com “altos executivos, fundadores e vice-presidentes e direções de recursos humanos de empresas que já são remotas ou híbridas”, a exemplo de David Allen, criador do GTD (Get Things Done); Q Hamiraini, Global Head of Work Anywhere do Airbnb; Brian Elliott, líder do
Future Forum e SVP do Slack; Lara Propsero, Global director of Learning da Microsoft; Eimear Marrinan, Senior Director of Culture do Hubspot; Annie Dean,  Modern Work Designer & Evangelist da Atlassian; e Sunaina Lobo, Chief HR & People Officer at Marqeta. A lista completa de intervenientes está disponível aqui.

A cultura da empresa, contratar e integrar, comunicação, motivação e interação, colaboração ou change management são alguns dos temas que vão estar em destaque nesta conferência. O programa completo do evento pode ser consultado aqui.

O evento é patrocinado pela Time Doctor, Clearworld, Lano, Slite, Swift, Safetywing, Blueback Global, WebWork and Fox Hire,Globalization Partners, Almanac, and WorkMotion.

Todas as restantes informações sobre a conferência, incluindo a aquisição de bilhetes, pode ser consultada aqui.

 

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Lisboa e Funchal entre os destinos mais populares neste verão

Embora com registos diferentes, Lisboa e Funchal estão entre as cidades mais populares para o verão de 2024. Lisboa desce 0,3 pontos percentuais (p.p.), enquanto o Funchal sobe 0,14 p.p..

Entre as cidades mais populares para este verão de 2024 (pesquisa de voos para os meses de julho e agosto), segundo análise da ForwardKeys, contam-se Lisboa e Funchal.

Lisboa, com uma quota de 2%, cai, contudo, quando comparado o período em análise de 2024 com os mesmos meses de 2023, registando uma quebra de 0,3 pontos percentuais (p.p.). Já o Funchal está entre as cidades que mais crescem, quando analisado o aumento de popularidade, com um crescimento de 0,14 p.p. face a igual período do ano passado.

Se no primeiro caso, o ranking das cidades mais pesquisadas é liderado por Londres, com um aumento de 1,9 p.p., a restante listagem revela comportamentos díspares. Paris, em 2.º lugar, cresce 0,5 p.p. face aos meses de julho e agosto de 2023, mantendo-se Barcelona, em 3.º lugar, com registo igual. O Top 10 é composto ainda por Istambul, Roma, Atenas, Lisboa, Madrid, Milão e Palma de Maiorca.

No ranking das cidades com aumento de pesquisa para julho e agosto de 2024 a liderança pertence a Tenerife (+0,41 p.p.), seguida de Izmir (+0,25 p.p.) e Reiquiavique (+0,21 p.p.). Funchal surge em 5.º lugar, com +0,14 p.p., depois de Munique (+0,15 p.p.), mas antes de Tbilissi (+0,09 p.p.), Malta e Tirana (+0,07 p.p.), Nice (+0,06 p.p) e Yerevan (+0,03 p.p).

A análise dos dados de emissão de bilhetes para viagens para destinos urbanos europeus em julho e agosto de 2024 revela uma mudança nas preferências dos consumidores para destinos naturais (+19%) e urbanos (+14%) em detrimento dos tradicionais destinos de sol e praia (+8%). Esta situação reflete-se a nível sub-regional, uma vez que o crescimento anual das chegadas internacionais à Europa Central e Oriental (+25%), à Europa Ocidental (+15%) e à Europa do Norte (+13%) ultrapassa o dos destinos do Sul da Europa (+11%).

Já as viagens de saída da Europa também estão a revelar tendências claras, com um crescimento anual nas viagens intra-europeias (+14%) e de longo curso para uma gama diversificada de mercados asiáticos (+16%). Os dados relativos aos bilhetes para julho e agosto indicam que os viajantes europeus estão a optar cada vez mais por se aventurar mais longe para explorar as paisagens e culturas de Pequim (+132%) em particular, bem como Osaka (+66%), Banguecoque (+21%), Colombo (+21%) e Kuala Lumpur (+14%). Estes destinos beneficiam, segundo a ForwardKeys, de vários fatores, incluindo a melhoria da conectividade, a isenção de vistos para os europeus que entram na China e a taxa de câmbio favorável entre o euro e o iene. O crescimento moderado da procura nos mercados americanos de Chicago (+14%) e Miami (+9%) também é notável.

Olivier Ponti, diretor de Informações e Marketing da ForwardKeys, admite que, de um modo geral, “o panorama é positivo para os destinos de todo o mundo que pretendem atrair o lucrativo turismo europeu nos próximos anos. Com a perturbação da procura e das reservas causada pela pandemia de COVID-19 já pertencente ao passado, a época de verão de 2024 parece suscetível de estabelecer uma nova referência para as viagens europeias, tanto na região como fora dela”.

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7 etapas de um roteiro para afastar o excesso de turismo dos destinos

O excesso de turismo é uma questão fundamental para a gestão sustentável dos destinos. Lidar com o problema começa com a medição de sete dimensões-chave, que, de acordo com a Mabrian e a Phocuswright, contribuem decisivamente para lançar as bases de uma estratégia sustentável duradoura, baseada na inteligência de dados.

É crucial combater o excesso de turismo, uma vez que 61% dos viajantes evitaram destinos devido a este fenómeno no ano passado. Para tal, os destinos devem utilizar uma abordagem holística e baseada em dados para equilibrar os recursos locais, o bem-estar da comunidade e o crescimento do turismo. Esta é uma das conclusões do livro branco “A Roadmap to Move Destinations Away from Overtourism”, desenvolvido pela Mabrian, em colaboração com a Phocuswright.

Lançado antes do evento Phocuswright Europe em Barcelona (10-12 de junho), este livro branco tem como objetivo incluir o excesso de turismo em discussões mais amplas sobre a gestão sustentável dos destinos. Destaca a necessidade de uma análise e planeamento inovadores, utilizando indicadores-chave de desempenho integral e ferramentas baseadas em dados. O relatório utiliza os dados dos estudos da Mabrian e da Phocuswright para explorar a forma como as várias dimensões da sustentabilidade se traduzem em indicadores úteis para o planeamento de destinos.

Os sete indicadores propostos interagem entre si e podem ser aplicados a diferentes conjuntos de objetivos, dependendo das condições específicas de cada destino.

Distribuição das despesas dos turistas: Para além de medir as despesas por visitante e por categoria, é fundamental compreender a sua distribuição. Um destino menos afetado pelo overtourism tende a ter uma distribuição mais uniforme das despesas pelo seu território, o que beneficia tanto a sua economia como o bem-estar local.

Em última análise, trata-se de capitalizar as preferências dos viajantes, uma vez que a investigação da Phocuswright indica que entre metade e dois terços dos viajantes querem que as suas despesas apoiem as comunidades que visitam.

Pegada de carbono – emissões de CO2: A redução das emissões de CO2 é crucial para minimizar o impacto ambiental das viagens, especialmente porque o transporte aéreo é responsável por 55% da pegada de carbono do setor do turismo (Relatório da Travel Foundation). A análise das emissões de CO2 ao longo do tempo, por mercado de origem e por visitante, bem como o rácio entre as despesas dos viajantes e as emissões geradas, pode ajudar os destinos a orientarem-se para segmentos com melhores rácios de despesas/emissões.

Concentração da oferta turística: A densidade e a pressão humana são normalmente associadas ao turismo excessivo e não à sustentabilidade, mas existe uma disparidade na perceção dos viajantes. De acordo com os dados da Phocuswright, enquanto 43-61% dos viajantes evitaram destinos no ano passado devido a preocupações com a sustentabilidade, apenas 13-21% consideram sustentável visitar destinos menos concorridos. Compreender o agrupamento de alojamentos e atrações é crucial tanto para o conforto dos viajantes como para o bem-estar da comunidade.

Perceção da sustentabilidade do turismo: Uma abordagem sustentável eficaz ao turismo excessivo implica alinhar a elaboração de políticas com o seu impacto nos habitantes locais e nos visitantes para atenuar o que a Phocuswright designa por “dissonância da sustentabilidade” – o fosso entre a intenção de viajar de forma sustentável e as escolhas efetivas dos viajantes. As mensagens direcionadas e as estratégias de envolvimento desempenham um papel central na formação das perceções da sustentabilidade do turismo.

Diversificação motivacional: Quanto mais os destinos dependem de algumas atividades ou atrações, maior será a probabilidade de dependerem de certos segmentos de viajantes, o que limita o crescimento potencial e restringe os mercados de origem, e tende a suportar áreas turísticas mais densas e uma procura sazonal mais forte, o que é suscetível de resultar em excesso de turismo. Este índice pondera a variedade de fatores que atraem visitantes a um destino, correlacionando-os com tipos de alojamento e duração da estadia.

Dependência das origens: Quanto menor for a dependência de mercados de origem específicos (sobretudo de longo curso), mais sustentável é o destino, uma vez que reduz a pegada de carbono do transporte. A dependência de certos mercados de origem também pode ser um fator de aceleração para o excesso de turismo em zonas específicas ou durante momentos específicos do ano, criando a sensação de uma pressão humana demasiado elevada para os habitantes locais nalguns períodos. Esta dependência também reduz a possibilidade de desenvolver novos produtos turísticos para diversificar a procura nos mercados, locais e épocas do ano. O índice combina a capacidade aérea, a procura de alojamento categorizada por distância e mercados de origem, e como os viajantes estão distribuídos pela geografia do destino.

Sazonalidade: Muitos destinos têm estado a trabalhar há muitos anos para vencer a sazonalidade e assegurar um fluxo constante de viajantes ao longo do ano, uma tarefa difícil se a diversificação motivacional for baixa e a dependência das origens for elevada.

Vencer a sazonalidade tem implicações positivas em muitos dos índices acima mencionados, e também contribui positivamente para reduzir o excesso de turismo. A redução da sazonalidade melhora a qualidade de vida dos habitantes locais, criando melhores condições de trabalho, uma economia mais estável e bem distribuída e reduz a pressão sobre os serviços e recursos locais. Este índice não só se centra na análise da procura de voos e de alojamento num determinado período de tempo, mas também as despesas e o custo das estadias.

Assim, conclui a análise da Mabrian e Phocuswright, “a superação do excesso de turismo só será possível se forem abordadas todas as dimensões deste fenómeno, e olhar para além dele, lançando-as para um setor que atinja a sustentabilidade, mantendo-se rentável”.

“A rentabilidade é e será, no final, o teste do tempo para o futuro do setor das viagens. A sustentabilidade e a rentabilidade são duas faces da mesma moeda, cunhada com base numa metodologia centrada em dados, mensurável e orientada para objetivos que permite políticas para um crescimento mais equitativo, justo e simétrico, crescimento mais distribuído, justo e simétrico, suportável no tempo”.

Madeline List, analista sénior da Phocuswright, assinala que “uma estratégia sustentável bem-sucedida e consistente envolve a formulação de boas práticas, mas a sua operacionalização de forma expedita.”

Já Carlos Cendra, Partner & Chief Marketing and Communications Officer da Mabrian., considera que a implementação de medidas eficazes contra o overtourism implica “uma abordagem transparente, honesta e centrada nos dados do impacto do turismo nos destinos, com base num modelo holístico capaz de criar um equilíbrio duradouro que beneficie as empresas, os habitantes locais e os visitantes, preservando simultaneamente o ambiente”.

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Turismo da ONU quer integração da biodiversidade nas políticas nacionais do setor

Embora 95% das políticas nacionais de turismo reconheçam a natureza como um bem primário para o setor, muitas vezes faltam planos detalhados para práticas de gestão sustentável, revela um novo relatório do Turismo da ONU.

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O relatório “A Integração da Biodiversidade nas Políticas Nacionais de Turismo”, que acaba de ser publicado pelo Turismo da ONU, explora a intrínseca relação entre os dois setores, que engloba a diversidade dentro das espécies, entre espécies e de ecossistemas. Avalia como 80 políticas nacionais de turismo incorporam valores de biodiversidade e visa aprofundar a compreensão das referências à biodiversidade nessas políticas.

O documento compreende quatro subsecções detalhadas que examinam a integração da biodiversidade nas narrativas e declarações políticas, programas estratégicos e compromissos de monitorização. Ao fornecer informações sobre a amplitude e profundidade dos atuais esforços de integração, serve, segundo o Turismo da ONU, como um recurso valioso para os decisores políticos, as partes interessadas e a comunidade global, apelando a novas ações para um futuro sustentável.

O Secretário-Geral da organização, Zurab Pololikashvili, afirma que, “como guardiões dos recursos naturais da Terra, é crucial que promovamos uma relação harmoniosa entre o turismo e o ambiente”, para acentuar que esta publicação não só destaca a interdependência da biodiversidade e do turismo, como também sublinha o papel essencial que políticas bem integradas desempenham na garantia de um futuro sustentável para todos.

Este novo relatório surge como parte dos compromissos assumidos na Conferência da ONU sobre Biodiversidade COP-15, realizada em Montreal em dezembro de 2022, onde foi adotado o histórico Plano de Biodiversidade. Além disso, o relatório complementa a publicação recentemente lançada “Nature Positive Travel & Tourism Action” amplificando o impulso para práticas ambientalmente responsáveis ​​no setor do turismo.

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Rio Grande do Sul precisará de 1 bilião de reais para recuperar turismo

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, afirmou, que serão necessários cerca de um bilião de reais para recuperar o setor turístico do estado assolado pela tragédia das chuvas torrenciais, e voltou a defender a reedição de um benefício federal semelhante ao programa de emergência de manutenção do emprego e da receita, lançado em 2020 para minimizar os prejuízos económicos decorrentes da pandemia da covid-19.

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Em reunião com o ministro do Turismo, Celso Sabino, e o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o governador afirmou, conforme avança a imprensa brasileira, que o turismo é um dos temas que preocupa, por ser uma atividade que o estado tem vocação e que envolve muitos empregos em áreas atingidas pelas fortes chuvas.

Leite mencionou que, embora o Ministério do Turismo tenha decidido libertar 100 milhões de reais via Fungetur, além de mais 100 milhões em seguida, ainda serão necessários mais recursos. “Em conversa com o trade turístico, vemos a necessidade de chegar até 1 bilião de reais”, afirmou o governador.

O Fungetur, um fundo especial de empréstimo vinculado ao Ministério do Turismo, possui taxas de juros atrativas, com carência de até cinco anos e prazo de pagamento de até 12 anos. Para o Rio Grande do Sul, esses prazos foram ampliados e os pagamentos dos financiamentos foram suspensos por seis meses, conforme informado pelo ministro Celso Sabino.

O objetivo é socorrer os empreendedores; proprietários de pousadas, bares, restaurantes e hotéis; transportadores, operadores turísticos e agentes de viagens” cujas atividades tenham sido afetadas pelas consequências dos recentes eventos climáticos extremos.

O ministro Sabino explicou que foi editada uma portaria inédita para que os recursos do Fungetur sejam usados exclusivamente no Rio Grande do Sul. O objetivo é socorrer os empreendedores; proprietários de pousadas, bares, restaurantes e hotéis; transportadores, operadores turísticos e agentes de viagens” cujas atividades tenham sido afetadas pelas consequências dos recentes eventos climáticos extremos. “Todos os que adquiriram financiamento através do Fungetur terão mais seis meses de fôlego”, acrescentou.

Durante a reunião, Leite também defendeu a criação de um benefício de emergência para manutenção de empregos e receita, similar ao concedido durante a pandemia. Argumentou que esta medida é fundamental para evitar demissões em massa no setor turístico, impactado pelas estradas bloqueadas e o principal aeroporto do estado inoperante.

Estas medidas, segundo o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leite, visam apoiar os empregadores a custear parte dos salários dos empregados de empresas afetadas, e uma forma “rápida e ágil” de evitar demissões enquanto o setor turístico se reestrutura.

Além disso, propôs a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para artigos da linha branca, reduzindo os custos de renovação de equipamentos em restaurantes, hotéis e pousadas.

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Portugal leva 20 empresas à maior feira de turismo da China

Depois da participação na ITB China, que decorre entre 27 e 31 de maio, o Turismo de Portugal vai promover um roadshow por Pequim, Cantão e Macau que deverá reunir mais de 200 empresas chinesas e motivar encontros com os principais parceiros da operação turística.

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Portugal está presente na ITB China, a maior feira de turismo da China, que decorre entre 27 e 31 de maio, e na qual o país está representado por uma delegação de 20 empresas, liderada pelo Turismo de Portugal.

Num comunicado enviado à imprensa, o Turismo de Portugal explica que a participação na ITB China visa “explorar oportunidades de cooperação entre as entidades turísticas dos dois países, fomentar a cooperação na área da formação de estudantes e a capacitação de profissionais de turismo e incentivar as empresas locais a investirem na indústria do Turismo, em Portugal”.

“Trata-se efetivamente de um mercado emissor com uma importância estratégica, não só pela sua dimensão, mas também pela história que nos une. O turismo desempenha um papel fulcral no aprofundar das relações bilaterais e na prossecução de um maior equilíbrio da balança comercial de Portugal com a China”, afirma Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, lembrando que esta ação coincide com o 45.º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e China.

Além da participação na feira, a ocasião vai ser também aproveitada para celebrar contratos com empresas locais para o lançamento de campanhas de marketing para promoção de Portugal em toda a China, dando ainda origem a um roadshow que vai passar por Pequim, Cantão e Macau, e que deverá reunir mais de 200 empresas chinesas e motivar encontros com CEO dos principais parceiros da operação turística.

A participação do Turismo de Portugal na ITB China, assim como a realização do roadshow em Pequim, Cantão e Macau, já tinham sido revelados no início de abril por Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal. (https://www.publituris.pt/2024/04/02/turismo-de-portugal-retoma-promocao-na-china-e-promove-roadshow-no-final-de-maio)

Recorde-se que a China é o maior mercado de turismo outbound do mundo, motivo pelo qual é encarado de forma estratégica, até porque continua a ser um mercado com um elevado potencial para Portugal, uma vez que, entre janeiro e fevereiro de 2024, foi o 17.º mercado turístico da procura externa para o destino Portugal aferido pelo indicador dormidas (quota 1,3%) e ocupou o 14.º lugar no indicador hóspedes (quota 2,1%) totalizando 37,1 mil.

 

 

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Região de Lisboa promove-se na maior feira de turismo da Galiza

Na Turexpo Galicia, que decorre entre 30 de maio e 2 de junho, a região de turismo nacional participa com um stand próprio, de 25m2, no qual vão ser promovidos os “destinos e recursos junto do mercado espanhol”.

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A Região de Lisboa vai participar, entre 30 de maio e 2 de junho, na Turexpo Galicia, a maior feira de turismo da Galiza, em Espanha, na qual a região de turismo nacional participa com um stand próprio, de 25m2, no qual vão ser promovidos os “destinos e recursos junto do mercado espanhol”.

“Sendo a Turexpo Galicia uma montra daquilo que melhor a Região de Lisboa tem para oferecer, os visitantes terão a oportunidade de conhecer em detalhe todas as atrações e experiências a usufruir. Além da presença institucional da ERT-RL, os municípios de Mafra e Vila Franca de Xira terão igualmente uma participação ativa”, indica a Região de Lisboa, num comunicado enviado à imprensa.

Segundo Carla Salsinha, presidente da ERT-RL, “a Turexpo Galicia é um ponto de encontro excecional para partilhar e descobrir” o que o presente e o futuro reservam ao setor do turismo, pelo que esta presença representa uma “oportunidade para reforçar” o posicionamento da Região de Lisboa e “incentivar” os turistas a visitarem esta região portuguesa.

Além desta feira na Galiza, a Região de Lisboa está empenha na promoção no mercado espanhol e, por isso, já esteve presente em diversas feiras de renome, como a FITUR, em Madrid, a Navartur, em Pamplona, a B-Travel, em Barcelona, e a Expovacaciones, em Bilbao, contando vir ainda a participar, entre 14 e 17 de novembro, na INTUR – Feira Internacional do Turismo de Interior.

Recorde-se que a Turexpo Galicia recebeu,  no ano passado, 102.689 visitantes, e insere-se numa proposta multissectorial – Feira Internacional ABANCA – Semana Verde da Galiza, que regista uma procura elevada por parte do público.

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Oferta hoteleira de Moçambique aumenta no primeiro trimestre

No primeiro trimestre do ano, Moçambique assistiu à entrada em funcionamento de 66 empreendimentos, dos quais 28 de alojamento, 33 de restauração e bebidas e cinco agências de viagens, o que corresponde a um aumento de 57,1% face ao mesmo período de 2023.

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Até março, Moçambique assistiu à abertura de 66 novos empreendimentos ligados à restauração e turismo, o que ditou um aumento de 414 quartos na hotelaria, avança a Lusa, que cita dados divulgados esta sexta-feira, 24 de março, pelo governo moçambicano.

Segundo um relatório de execução orçamental do Ministério da Economia e Finanças de Moçambique, no primeiro trimestre de 2024, o investimento privado mais do que triplicou face ao ano passado, somando 18,7 milhões de euros, o que ditou também o aumento dos postos de trabalho criados, que chegou aos 559 face aos 470 gerados no mesmo período do ano passado.

O relatório diz que, neste período, “entraram em funcionamento 66 empreendimentos contra 42 empreendimentos do primeiro trimestre de 2023, dos quais 28 de alojamento, 33 de restauração e bebidas e cinco agências de viagens, o que corresponde a um aumento de 57,1%”.

“As aberturas incrementaram a capacidade com 414 quartos contra 323 do primeiro trimestre de 2023, o que representa um crescimento de 28,2%”, lê-se ainda no relatório a que a Lusa teve acesso.

O aumento do investimento chega numa altura em que também o número de turistas está a aumentar em Moçambique, o que se deve à isenção de vistos decretada no ano passado para  países de baixo risco, o que levou à emissão de quase 30 mil vistos de fronteira ainda em 2023.

No relatório de execução orçamental do último trimestre de 2023, o governo moçambicano recorda que “foi criada uma plataforma para requisição de vistos ‘online’ e a isenção de vistos de turismo e negócios para uma lista de países de baixo risco”, num total de 29 Estados, o que “resultou na emissão de 28.963 vistos solicitados por visitantes”, até dezembro.

“A medida vem tornando Moçambique mais competitivo e facilitando o acesso de potenciais investidores ao país”, é ainda referido no documento citado pela Lusa.

A Lusa recorda também que o governo moçambicano já tinha afirmado no relatório de execução orçamental do terceiro trimestre do ano passado que a decisão de facilitar e isentar de vistos turistas de países de baixo risco fez aumentar o número de visitas ao país em 34% nos primeiros 90 dias de implementação da medida.

O Governo estima uma “despesa média” por cada visitante em 110 dólares e o tempo médio de visita de quatro dias, pelo que cada visitante representa 440 dólares “de novos fundos” para a economia.

“O aumento de visitantes ao país em virtude desta medida representa um crescimento do setor e um efeito multiplicador na economia moçambicana”, acrescenta-se no relatório sobre a execução orçamental no terceiro trimestre.

O Governo moçambicano já tinha avançado, em agosto de 2023, que mais de 13.000 cidadãos estrangeiros entraram em Moçambique ao abrigo da medida de isenção de vistos introduzida em maio, a grande maioria turistas, incluindo de Portugal.

De acordo com dados avançados pela ministra da Cultura e do Turismo, Eldevina Materula, dessas isenções, com vistos concedidos na fronteira, “mais de 10.000” entraram em Moçambique “com o propósito de turismo e os restantes três mil em negócios”.

“Este é um sinal claro que as medidas tomadas pelo Governo estão a surtir efeitos na dinamização do nosso setor. Com estas medidas, temos claramente um novo padrão de turistas, sendo que as nacionalidades americana, britânica, portuguesa, chinesa e alemã se destacam como as cinco principais entradas em Moçambique”, afirmou a governante, em agosto.

Recorde-se que Moçambique introduziu em dezembro de 2022 o Visto Eletrónico (e-Visa) e, no dia 1 de maio, entrou em vigor a isenção de vistos para cidadãos de 29 países, tendo sido ainda revista a medida de concessão de vistos de investimentos para períodos mais alargados aos cidadãos estrangeiros que detenham investimento em Moçambique, simplificando os requisitos de atribuição.

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Governo dos Açores cria grupo de trabalho para revisão do Plano Ordenamento Turístico da região

Um grupo de trabalho, com a missão de coordenar todo o processo de revisão do Plano Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores-POTRAA, e liderado por Rui Coutinho Pereira, técnico superior da Direção Regional do Turismo, acaba de ser criado.

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Um despacho, que acaba de ser publicado no Jornal Oficial dos Açores, revela que o Governo Regional constituiu um grupo de trabalho para coordenar a revisão do Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma (POTRAA), que será presidido por Rui Coutinho Pereira, técnico superior da Direção Regional do Turismo.

Considerando a aprovação do Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores – Horizonte 2030 [PEMTA2030], “mostra-se, agora, necessário reiniciar o processo de revisão do Plano Ordenamento Turístico da Região”, daí a constituição deste grupo de trabalho, de âmbito técnico, com a missão de coordenar este processo “no que diz respeito à organização procedimental, orientação dos consultores, caso existam, e da equipa técnica, acompanhamento da execução contratual, preparação e organização de reuniões e outros eventos, entre outras tarefas necessárias para a boa prossecução do presente procedimento”, indica o documento.

De acordo com o Governo Regional, importa “territorializar a nova visão, missão e objetivos estratégicos para o turismo dos Açores, plasmados no PEMTA2030, numa perspectiva de qualificação dos ativos identitários e qualificadores da experiência turística e de promoção dos produtos estratégicos definidos, tendo por base a sustentabilidade do destino turístico e, quando possível, a assunção da sua capacidade regenerativa”.

Pretende-se a implementação, nas nove ilhas dos Açores, de um “instrumento de planeamento e gestão territorial do setor do turismo, inovador e eficaz, na linha do que de melhor se faz noutros destinos turísticos internacionais sustentáveis”, contribuindo para a “salvaguarda e valorização dos recursos naturais, ambientais e paisagísticos”, segundo o despacho.

 

 

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Mais de 82 mil turistas portugueses visitaram o Brasil em quatro meses

Nos primeiros quatro meses deste ano 82.164 turistas portugueses visitaram o Brasil, o que corresponde a uma subida de 13,8% face ao mesmo período de 2023. No ranking dos mercados emissores Portugal posiciona-se em 7º lugar, o segundo europeu, atrás da França.

Os dados mais recentes da Embratur revelam que dos 2,9 milhões de turistas estrangeiros que visitaram o Brasil, de janeiro a abril deste ano, considerada a terceira melhor marca da história do destino, 1.070.545 são argentinos, mesmo assim, com uma quebra do 11,1% quando comparado com os primeiros quatro meses do ano anterior, enquanto na segunda posição são estão os chilenos (258.523), mercado que mais cresceu em termos percentuais (+32,2%).

Os Estados Unidos, com 251.419 turistas (+9%) foi o terceiro país emissor para o Brasil no período analisado, seguindo-se o Paraguai 217.392 (+9,8%) e o Uruguai 199.316 (+13,8%).

No ranking da Embratur, o primeiro mercado europeu é o francês, (84.468 turistas – 25,5%) colocado na sexta posição. Depois é que vem o mercado português Portugal 82.164 (+13,8%), que ultrapassou o alemão 75.025 (+15,7%), o britânico 65.994 (+15%), e o italiano, com 55.165 turistas (+18,5%), a fechar o top 10.

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Centro de Portugal é o Destino Internacional Protagonista da Naturcyl 2024 em Espanha

A oferta de ecoturismo e de turismo de natureza do Centro de Portugal vai estar em destaque na Naturcyl 2024, em Espanha, uma vez que a região acaba de ser eleita, pela organização da Feira de Ecoturismo de Castela e Leão o Destino Internacional Protagonista.

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O Centro de Portugal vai ser o primeiro Destino Internacional Protagonista da edição de 2024 da Naturcyl, evento de referência na promoção do ecoturismo que se realiza em Espanha, de 20 a 22 de setembro. O anúncio foi feito pela organização, que destaca “as muitas maravilhas que esconde este território”.

A Feira de Ecoturismo de Castela e Leão é um evento anual que, desde a sua primeira edição, em 2018, se tem afirmado como um fórum essencial para a troca de ideias e oportunidades de negócios entre profissionais e amantes do ecoturismo e do meio rural. Na última edição, a feira atraiu 10.500 visitantes.

A grande novidade deste ano é a eleição de um Destino Internacional Protagonista. A escolha recaiu no Centro de Portugal, que terá assim uma participação e notoriedade especial na feira. A Turismo Centro de Portugal estará presente na Naturcyl com um stand próprio de 27m2, onde divulgará e promoverá o vastíssimo património natural da região. Além disso, participará nas jornadas de comercialização de Turismo de Natureza (B2B) que ocorrerão em paralelo.

Um dos motivos que levou a que o Centro de Portugal tenha sido o preferido foi a grande diversidade da oferta de turismo de natureza da região, que inclui os Geoparques da UNESCO Estrela, Naturtejo e Oeste, os Parques Naturais do Tejo Internacional, da Serra da Estrela e do Douro Internacional, bem como as reservas da Malcata e da Faia Brava, entre muitas outras áreas protegidas. Além disso, possui duas Cartas Europeias de Turismo Sustentável: as Montanhas Mágicas e as Terras do Lince.

De acordo com Raul Almeida, presidente da Turismo Centro de Portugal, Espanha é um mercado estratégico para a região, “pela proximidade – é o principal emissor de turistas para a região – e por receber mais de 80 milhões de turistas por ano”, referindo ainda que “em Espanha, como no Centro de Portugal, tem havido um grande aumento da procura pelo turismo de natureza e pelo mundo rural, produtos turísticos que estão na génese da Naturcyl. Por isso, foi com grande satisfação que recebemos a informação de que o nosso território será o primeiro Destino Internacional Protagonista da feira”.

O responsável regional acredita que este facto “é uma oportunidade de ouro para promovermos a oferta de ecoturismo existente na região e para consolidarmos a nossa identidade territorial enquanto destino de Turismo de Natureza”.

 

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