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Crédito: Rita Ansone

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“Onde estaríamos se houvesse uma estratégia para o mercado LGBTI+? Talvez a liderar este segmento na Europa”

A VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+ de Portugal vai marcar presença na BTL 2023. Diogo Vieira da Silva, diretor-executivo da organização, admite que o mercado LGBTI+ é dos segmentos que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos. Segundo o mesmo, “não existe nenhuma estratégia para este segmento”, que, de acordo com números de 2012, vale 8% dos gastos em atividades relacionadas com viagens e turismo na Europa, ou seja, 50 mil milhões de euros.

Victor Jorge

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“Onde estaríamos se houvesse uma estratégia para o mercado LGBTI+? Talvez a liderar este segmento na Europa”

A VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+ de Portugal vai marcar presença na BTL 2023. Diogo Vieira da Silva, diretor-executivo da organização, admite que o mercado LGBTI+ é dos segmentos que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos. Segundo o mesmo, “não existe nenhuma estratégia para este segmento”, que, de acordo com números de 2012, vale 8% dos gastos em atividades relacionadas com viagens e turismo na Europa, ou seja, 50 mil milhões de euros.

Victor Jorge
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Depois de conquistar o ‘EuroPride’ 2025, que se realiza de 14 a 21 de junho de 2025, que trará a Lisboa um milhão de visitantes e ter um impacto económico entre 100 a 250 milhões de euros, a VARIAÇÕES vai à BTL 2023 com o objetivo fazer com que os players nacionais do setor do turismo “deixem de ter receio de comunicar e ter campanhas de marketing específicas para o segmento LGBTI+”. Até porque, “só em 2019, houve mais de dois milhões de turistas LGBTI a visitar o nosso país”.

Inclusão e diversidade têm sido temas destacados no setor do turismo. Em que âmbito se insere a participação da VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+ de Portugal, enquanto parceiro para a área LGBTI+ na BTL 2023?
A VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+ de Portugal é a primeira organização de âmbito empresarial a trabalhar o segmento LGBTI+ com a perspetiva económica e de criação de mais valias. Neste sentido, e atendendo ao enorme crescimento do turismo na última década em Portugal, o segmento LGBTI+ é sem dúvida alguma o que tem mais potencial de crescimento no futuro.

A nossa participação enquadra-se no âmbito de trazer os agentes de oferta Turista LGBTI+ nacionais, que trabalham muitos deles há décadas neste segmento. Se há uns anos o faziam sozinhos e isolados de outros negócios, no presente e futuro cada vez mais agentes económicos e turístico compreendem que o segmento LGBTI+ é dos mais exigentes e lucrativos. Por isso ter uma estratégia e comunicação específica para o mesmo é importante.

Que importância tem, efetivamente, esta comunidade para o setor do turismo em Portugal?
Em 2012, segundo um estudo da GETA (associação europeia de turismo gay), o mercado gay representava na Europa 8% dos gastos em atividades relacionadas com viagens e turismo (ou seja, 50 mil milhões de euros).

Infelizmente a falta de visibilidade sobre as questões LGBTI, em geral, também são existentes no que atende a estudos de mercado sobre este segmento, nomeadamente em Portugal. Existem muito poucos estudos e os que existem habitualmente provêm do mundo académico e de iniciativa individual de alunos de mestrado e de doutoramento. Mas apesar deste facto, podemos sempre usar os dados de estudos internacionais e fazer uma analogia para o mercado português, pelo que só em 2019, houve mais de dois milhões de Turistas LGBTI a visitar o nosso país.

O mercado LGBTI+ é dos segmentos que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos

Promoção “orgulhosa”
De que forma se pode promover Portugal como destino a nível internacional junto da comunidade LGBTI+?
Em 2019, nasceu a campanha ‘Proudly Portugal’, a primeira campanha de promoção de Portugal enquanto destino LGBTI, mas que também é um agregador da oferta nacional para quem nos visita. Esta plataforma interativa permite, através do seu diretório, dar acesso aos locais que os turistas mais apreciam, bem como aos lugares emblemáticos da comunidade.

A próxima etapa passa pela reestruturação da oferta e tal só é possível com investimento. Exatamente por isso existe a intenção de renovar a campanha ‘Proudly Portugal’ e fazer com que a mesma seja um motivador de investimento estrangeiro para aumentar a oferta LGBTI+ nacional. Abrir novos projetos e negócios para o mercado LGBTI é o primeiro passo para conseguir por Lisboa o mapa de destinos do segmento. Após este feito, a atração de eventos internacionais será um sedimentar desta estratégia.

Há mercados específicos de aposta para atrair esta comunidade ou a estratégia é global?
O mercado LGBTI+ é dos segmentos que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos, muito devido à grande procura do mercado francês, norte-americano, inglês e brasileiro que são os principais mercados emissores de Turistas LGBTI+ do mundo. E é aqui que Portugal tem uma vantagem competitiva. Pois tem relações históricas, sociais e culturais com todos eles. Apenas é preciso haver visão, vontade e fazer para que Portugal seja verdadeiramente um destino para todos/as!

Quais são os mercados emissores mais interessantes para Portugal explorar?
Tanto devido à estratégia de penetração que tem havido nos últimos anos, bem como à ligação histórica que existe, os EUA e o Brasil são os mercados mais interessantes para Portugal. Mas se no primeiro vivemos o efeito de invisibilidade, por exemplo, a nossa vizinha Espanha há mais de 20 anos que se promove enquanto destino LGBTI; no segundo temos a perceção de sermos um destino tradicional e conservador.

Se conseguirmos alterar a narrativa em ambos os mercados, teremos proveitos e mais valias que facilmente nos tornarão nos destinos LGBTI+ de referência no mundo.

Em termos de países/mercados, quais são os que mais visitam Portugal? E há alguma preferência em termos de destino/região?
É inegável que o destino LGBTI+ de referência nacional é Lisboa. Tal se sucede única e exclusivamente graças à sua grande oferta para o segmento e empresários/as LGBTI+ que desenvolvem os seus negócios na cidade e região. Infelizmente não existe nenhuma estratégia para este segmento, tanto a nível autárquico como a nível da Agência Regional de Turismo. O que nos faz questionar, onde estaríamos se houvesse? Talvez a liderar este segmento na Europa.

Da mesma forma que existem equipas e estratégias para os outros segmentos turísticos, Turismo Religioso, Turismo de Desporto, Turismo Rural, etc., tem de haver equipas e estratégias para o Turismo LGBTI+

Segurança, hospitalidade e autenticidade procuram-se
O que procura a comunidade LGBTI+ num destino turístico?
A comunidade LGBTI+ é diversa, mas há fatores que são universais. Segurança, hospitalidade e autenticidade. Portugal tem estes três fatores, apenas lhe falta saber comunicar para o segmento LGBTI+.

Que destinos estão mais avançados nesta integração da comunidade LGBTI+ em termos turísticos?
Espanha, Holanda, Malta, França, Reino Unido, Alemanha, EUA, Canadá, Argentina ou Brasil, são alguns exemplos dos destinos que mais trabalham a integração do segmento LGBTI+ nas suas estratégias de turismo. Depois temos exemplos como Itália, que apesar de ser um país muito conservador a nível legal (estando nos lugares mais abaixo a nível de igualdade LGBTI+ na Europa) é dos países que mais se posiciona para este segmento na Europa e no mundo.

Que exemplos (países, campanhas, promoção, etc.) pode destacar relativamente à comunidade LGBTI+ no universo dos destinos turísticos?
A nível nacional posso destacar a campanha ‘Proudly Portugal’, a primeira campanha de promoção de Portugal enquanto destino LGBTI, mas que também é um agregador da oferta nacional para quem nos visita.

Esta plataforma interativa permite, através do seu diretório, dar acesso aos locais que os turistas mais apreciam, bem como aos lugares emblemáticos da comunidade. A próxima etapa passa pela reestruturação da oferta e tal só é possível com investimento.

Exatamente por isso existe a intenção de renovar a campanha ‘Proudly Portugal’ e fazer com que a mesma seja um motivador de investimento estrangeiro para aumentar a oferta LGBTI+ nacional. Abrir novos projetos e negócios para o mercado LGBTI é o primeiro passo para conseguir por Lisboa o mapa de destinos do segmento. Após este feito, a atração de eventos internacionais será um sedimentar desta estratégia.

A nível internacional, posso destacar a campanha do Ministério do Turismo de Israel, que juntamente com o município de Tel Aviv, realizou uma campanha multicanal celebrando uma das maiores semanas do ano para a cidade, ‘Tel Aviv Pride’. Com a reputação de ser uma das capitais gays mais proeminentes do mundo, a cidade recebeu em Junho de 2022 mais de 250.000 visitantes para o ‘Tel Aviv Pride’ – tornando-se um dos maiores festivais do orgulho gay em todo o mundo.

Para apoiar o evento, o Ministério do Turismo de Israel, juntamente com a cidade de Tel Aviv, investiu mais de 1 milhão de dólares na campanha ‘Back To Tel Aviv Pride’. Criada para aumentar a conscientização sobre a experiência única do Orgulho de Tel Aviv e reconhecer Tel Aviv como uma das maiores cidades LGBTQ + amigáveis, a campanha também impulsionará os esforços de turismo após o anúncio de Israel de que o país está descartando todos os requisitos de entrada cobiçosos.

Pode dizer-se que Portugal é “LGBTI+ friendly”? Em que aspeto?
Sim, tanto no aspeto de segurança, como de hospitalidade e de autenticidade. Mas ainda é preciso comunicar isso lá fora, isto é. Portugal ainda não é percecionado enquanto destino LGBTI+ de referência (com exceção da cidade de Lisboa). Tal se deve à falta de vontade em se promover enquanto tal e ter equipas dedicadas ao segmento LGBTI+.

Há ainda discriminação no universo turístico face à comunidade LGBTI+ em Portugal?
A discriminação infelizmente existe sempre, mas se surgir queremos que os viajantes sintam que podem e devem denunciar essa discriminação, uma vez que na lei tal já não é possível.

Que ações irão promover durante a BTL 2023?
Estão previstas ações de networking, ativação de marca, apresentação de negócios, debates, tertúlias e muita animação. Queremos apresentar a diversidade do segmento, que tanto passa pela diversão noturna, como hospedagem, tours bem como oferta mais cultural para o segmento.

O impacto turístico do evento [‘Europride 2025’] está no nível das Jornadas Mundiais da Juventude, podendo facilmente atrair até um milhão de visitantes e ter um impacto económico entre 100 a 250 milhões de euros

2025 é ano ‘EuroPride’
Lisboa vai acolher, 14 a 21 de junho de 2025, o ‘EuroPride’, considerado o maior evento de celebração do orgulho das entidades LGBTI+ na Europa. O que poderá significar este evento para Lisboa e Portugal em termos turísticos?
A vitória na conquista do ‘EuroPride’ 2025, que se irá realizar este ano na capital portuguesa, não é meramente um rastilho, mas mais a detonação, o ponto alto de uma tendência que já vinha de trás.

Lisboa já apoia a população LGBTI e seus eventos há vários anos, e isso potencio ser a cidade mais ‘Gay-Friendly’ em Portugal. Por exemplo, a vinda do Eurovisão para Portugal fez com que tanto o poder político, como os agentes económicos convencionais se aperceberam do potencial do mercado LGBTI. E foi essa consciencialização que potenciou o aumento da oferta.

O impacto turístico do evento está no nível das Jornadas Mundiais da Juventude, podendo facilmente atrair até um milhão de visitantes e ter um impacto económico entre 100 a 250 milhões de euros. Para tal basta que as instituições públicas e privadas de coordenam para organizar um evento que torna Lisboa e região no epicentro dos direitos humanos LGBTI+ na Europa.

Que ações estão previstas e programadas para o ‘EuroPride’ 2025?
Estamos a falar de um evento que, entre outras coisas, terá uma Conferência Internacional de Direitos Humanos, um Encontro de Jovens, um Encontro de Pais, etc.. Juntando entidades públicas e privadas, sociais e corporativas numa visão de um mundo cada vez mais Diverso, Equitativo e Inclusivo. Onde várias atividades culturais, empresariais e desportivas marcarão os nove dias de agenda bem como os meses antes e após o evento.

Este poderá ser um momento para Portugal provar que está na dianteira dos direitos humanos e na promoção de contextos de segurança e diversidade?
Sim, pode. Mas para tal se suceder é preciso sair-se da visão de falar para todos, para começar a comunicar para os diversos segmentos sem medo. Da mesma forma que existem equipas e estratégias para os outros segmentos turísticos, Turismo Religioso, Turismo de Desporto, Turismo Rural, etc., tem de haver equipas e estratégias para o Turismo LGBTI+, o que, infelizmente, até ao momento ainda não se concretizou.

Que apoios sentiram e tiveram para trazer este evento para Lisboa/Portugal?
A candidatura foi totalmente assegurada pelos empresários LGBTI+, nomeadamente a nível de custos e despesas. Contou com o apoio da CML, Turismo de Portugal e Governo de Portugal.

No final da BTL 2023, o que seria uma boa participação enquanto parceiro LGBTI+ da feira?
O facto de conseguirmos fazer com que os restantes players nacionais na área de Turismo, deixem de ter receio de comunicar e ter campanhas de marketing específicas para este segmento. Isso é que será a definição de uma boa participação.

 

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Sindicato pede que seja travada “imediatamente” privatização da Azores Airlines

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) pediu ao Governo Regional dos Açores para que “pare imediatamente” a privatização da Azores Airlines, depois de o júri do concurso ter manifestado reservas sobre o único concorrente.

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Num comunicado, a estrutura sindical lembrou que “o júri constituído para avaliar o processo de privatização da Azores Airlines entregou, na passada sexta-feira (5 de abril), o relatório final sobre o processo”, tendo mantido “a sua posição já expressa no relatório preliminar”.

Ou seja, destacou, “manteve apenas um dos consórcios que concorreram” e mesmo esse “não apresenta as mínimas condições para garantir a continuidade da operação da companhia”.

O Sitava recordou também que “o presidente do júri foi ainda mais longe”, admitindo “reservas quanto à capacidade financeira do consórcio para garantir a viabilidade futura da companhia”.

O sindicato considera, assim, que “entregar a companhia a esta entidade seria um verdadeiro desastre”.

“Parece-nos, pois, óbvio que com a entrega deste relatório e principalmente com o seu resultado, este processo terá que parar imediatamente”, destacou, indicando: “a traumática experiência por que passámos deve servir de exemplo para não voltar a repetir”.

“Ao Governo Regional voltamos agora a apelar para que pare imediatamente o processo”, salientou o sindicato, defendendo que “reconhecer um erro e inverter a trajetória não fragiliza o Governo”.

O júri do concurso público da privatização da Azores Airlines manteve a decisão de aceitar apenas um concorrente no relatório final, mas admitiu reservas quanto à capacidade do consórcio Newtour/MS Aviation em assegurar a viabilidade da companhia.

“Entregámos o relatório final. Esse relatório final, no essencial, mantém o que já estava no relatório preliminar”, declarou o presidente do júri, Augusto Mateus, numa conferência de imprensa no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, na semana passada.

O júri manteve a nota que tinha sido atribuída à Newtour/MS Aviation (46,69), único concorrente admitido, e que foi contestada pelo consórcio aquando da apresentação do relatório intercalar, em outubro de 2023.

“No caderno de encargos, a positiva começa com nota de 25 e nota máxima é 100. A nota que atribuímos à proposta é 46,69. Percebe-se que 46,69 está mais próximo de 25 do que de 100. Não é uma nota muito expressiva. Chamamos à atenção para isso”, afirmou.

O caderno de encargos da privatização da Azores Airlines prevê uma alienação no “mínimo” de 51% e no “máximo” de 85% do capital social da companhia.

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Desbloquear Potencial de Revenue: Sinergia da Integração do Price Seeker e XLR8 RMS na Otimização de Receita Hoteleira

A integração exemplar do Price Seeker e da XLR8 destaca-se pela sua inovação

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A Paraty Tech, prestadora de referência de soluções inovadoras para revenue management no setor hoteleiro, tem o prazer de anunciar a integração do seu Rate Shopper, Price Seeker, com o RMS da XLR8, um poderoso Revenue Management System (RMS) desenvolvido para se tornar num Assistente Estratégico Hoteleiro, fornecendo uma solução verdadeiramente interativa para alcançar ótimos resultados de revenue. Esta colaboração estratégica marca um avanço significativo na otimização de receitas, oferecendo aos hotéis um controlo incomparável dos seus canais de distribuição e uma análise criteriosa da sua concorrência.

O Price Seeker, conhecido pela sua tecnologia avançada e perspicaz, que permite monitorizar e analisar em tempo real os preços dos concorrentes em todos os canais de distribuição, integra-se agora de forma exímia ao XLR8 RMS. Esta integração permite que os hotéis ajustem dinamicamente as estratégias de preços, capitalizem as oportunidades de revenue e mantenham uma vantagem competitiva no dinâmico mercado hoteleiro dos dias de hoje.

“Estamos muito entusiasmados por revelar a integração entre o Price Seeker e a XLR8, duas soluções que nasceram de necessidades internas, e agora permitem aos hotéis ter uma solução abrangente para melhorar as suas capacidades de revenue management, ao mesmo tempo que tornam a vida dos hoteleiros mais fácil e impulsionam os resultados”, disse Sara Evans, Growth & Partnerships Manager na XLR8.

De acordo com Cindy Johansson, Project & Sales Manager do Price Seeker, “esta integração permite que os hotéis otimizem a distribuição aumentando a automação e concentrando esforços nos canais certos, ao mesmo tempo em que obtêm informações importantes sobre as estratégias de preços dos concorrentes, gerando, ao final do dia, maior receita e lucro”.

Os principais recursos e benefícios da integração entre o Price Seeker e o XLR8 RMS incluem:

  • Canais de distribuição selecionados pelo utilizador: a nossa plataforma oferece aos utilizadores a flexibilidade de escolher canais de distribuição que se alinhem com as suas preferências e objetivos.
  • Identificar outras estratégias, como programas de fidelização ou disponibilidade do último quarto.
  • Configuração personalizada para ocupações variadas: Os clientes podem adaptar suas configurações de acordo com diversos requisitos de ocupação, garantindo uma experiência personalizada que responda a necessidades específicas.
  • Abordagens estratégicas de mercado: Os utilizadores têm a opção de selecionar e monitorar domínios específicos, permitindo-lhes controlar as estratégias de preços e otimizar o seu posicionamento no mercado.
  • Análise comparativa de paridade de tarifas, com ênfase nas OTAs: Realizamos comparações minuciosas de paridade de tarifas, focando particularmente nas agências de viagens online (OTAs), para garantir a competitividade e aumentar a presença no mercado.

A integração exemplar do Price Seeker e da XLR8 destaca-se pela sua inovação, conferindo-lhe propósito e significado, e reforçando o compromisso de ambas as empresas em fornecer soluções inovadoras aos hotéis para lidar com as complexidades do revenue management na indústria hoteleira.

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Transportes

United cancela Faro

Depois de em outubro de 2023 ter anunciado vir a ser a única companhia aérea americana a voar diretamente para Faro, a partir de Nova Iorque/Newark, a United Airlines cancelou esta rota.

Victor Jorge

A United Airlines cancelou a operação que iria iniciar a 24 de maio de 2024 ate 23 de setembro de 2024, e que ligaria Faro diretamente a Nova Iorque/Newark, com quatro voos semanais realizados com recurso a um Boeing 757-200.

De acordo com a United, estas alterações resultam do facto de a Federal Aviation Administration (FAA, Administração Federal da Aviação) ter interrompido “algumas atividades de certificação”.

Esta operação faria com que a United se tornasse na única companhia aérea americana a voar diretamente para Faro, a partir de Nova Iorque/Newark.

Segundo informações que correm na imprensa norte-americana, a United não eliminou totalmente a rota, confirmando que está a “adiar a operação para o próximo verão”.

“No total, esta operação iria representar cerca de 25 mil lugares ida e volta distribuídos por 130 voos”, refere Pedro Castro, diretor da SkyExpert, empresa de consultoria em aviação, aeroportos e turismo, considerando que ”isto é uma gota no oceano de voos e de lugares à partida de Faro,  mas é uma gota cujo cancelamento representa um enorme balde de água fria por tudo aquilo que esta rota e esta companhia traziam para a região”.

“Se havia necessidade de cortar algum voo operado pelos Boeing 757 devido à crise com os 737 MAX e com as entregas destes aparelhos que já afetou a Ryanair, a United poderia, por exemplo, ter optado por cancelar o segundo voo diário entre Nova Iorque e o Porto. No entanto, preferiu cancelar este novo destino. Isto corresponde ao comportamento típico das companhias: em caso de dúvida, preferem consolidar o que já existe do que abrir novos destinos que requerem uma duplicação dos recursos e investimento”, salienta Pedro Castro.

“Os turistas americanos têm tido um desenvolvimento notável no Algarve, mas sem um acesso aéreo direto e sem escalas, o seu crescimento torna-se mais difícil. Ter uma companhia americana a voar seria ainda melhor pelo domínio que têm do mercado e das vendas nos Estados Unidos”, frisa o diretor da SkyExpert.

E Pedro Castro termina: “se eu fosse o diretor do Turismo do Algarve, tentaria aliciar a Azores Airlines a aumentar, prolongar e/ou acertar os horários dos novos voos Faro-Ponta Delgada para ligarem com os voos de Ponta Delgada para o aeroporto de JFK; em segundo lugar, no próximo Inverno, a United vai lançar o seu voo Nova Iorque-Marraquexe com o Boeing 767 e apenas três vezes por semana. Tradicionalmente, os voos Toronto-Faro da Air Transat já existem há anos e começaram por transportar seniores e golfistas à procura de temperaturas amenas para passar o Inverno. Esta poderia ser uma oportunidade que poderia dar bem mais jeito ao Turismo do Algarve para combater a sua sazonalidade”.

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Turismo

Novo SET: “Uma ótima escolha”, diz a CTP

Numa pequena nota de imprensa, a Confederação do Turismo de Portugal congratula-se com a nomeação de Pedro Machado para a Secretaria de Estado do Turismo.

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De acordo com Francisco Calheiro, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), a nomeação de Pedro Machado “é uma ótima escolha para secretário de Estado do Turismo”.

Numa breve nota de imprensa, a CTP congratula-se com o facto de o turismo voltar a ter uma Secretaria de Estado exclusiva no âmbito da orgânica do XXIV Governo, algo que tinha deixado de existir no anterior Executivo.

Para o presidente da CTP, Pedro Machado “é uma ótima escolha do primeiro-ministro e do ministro da Economia para secretário de Estado do Turismo. Pedro Machado irá seguramente exercer bem as suas funções, já que conhece em profundidade a atividade turística, os seus problemas e desafios, graças aos cargos que exerceu no setor, pelo que irá com certeza dar a máxima atenção ao turismo e aos vários temas estratégicos que lhe estão subjacentes”, conclui Francisco Calheiros.

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Destinos

Turismo representará 11,4% da economia global em 2034

De acordo com as contas feitas pelo WTTC, o impacto do turismo no PIB global deverá ultrapassar os 10 biliões de euros em 2024. Dentro de 10 anos o peso deverá aumentar para 15 biliões de euros.

Victor Jorge

O World Travel & Tourism Council (WTTC) prevê um ano recorde para o turismo em 2024, com a contribuição económica global do setor a atingir um máximo histórico de 11,1 triliões de dólares (cerca de 10,2 biliões de euros), avança o Economic Impact Research (EIR) do organismo, indicando ainda que que as viagens e turismo contribuirão com mais 770 mil milhões de dólares (perto de 710 mil milhões de euros) em relação ao seu recorde anterior, reforçando a sua autoridade como uma potência económica global, gerando um em cada 10 dólares em todo o mundo.

À medida que o setor global ultrapassa a sua prosperidade pré-pandémica, o WTTC espera que 142 dos 185 países analisados ultrapassem os anteriores recordes nacionais.

Em parceria com a Oxford Economic, o mais recente EIR do WTTC mostra um setor repleto de oportunidades, que sustenta quase 348 milhões de empregos a nível mundial, representando um aumento de mais de 13,6 milhões de empregos em comparação com seu ponto mais alto em 2019.

Segundo a análise, os gastos dos visitantes internacionais aproximam-se do pico de 2019, atingindo 1,89 triliões de dólares (cerca de 1,7 biliões de euros), enquanto os turistas domésticos devem gastar mais do que em qualquer ano já registado, atingindo 5,4 triliões de dólares, ou seja, quase 5 biliões de euros.

Uma recuperação (in)esperada e rápida
“Apesar das incertezas económicas e dos abalos geopolíticos, o setor do turismo está a prosperar, tendo sido injetados quase 10 triliões de dólares (mais de 9,2 biliões de euros), igualando o máximo pré-pandémico, mostrando a sua resiliência e provando o seu papel fundamental na economia global”, refere o WTTC.

Representando 9,1% do PIB global, o equivalente a pouco mais de 9,9 triliões de dólares (cerca de 9,1 biliões de euros), em 2023, o peso do turismo foi o maior desde 2019, ficando apenas 4% atrás do registo desse ano.

O setor também reforçou a sua força de trabalho em mais 27,4 milhões de pessoas, elevando o total para quase 330 milhões de empregos em todo o mundo.

As despesas internacionais aumentaram 33,1%, atingindo 1,63 triliões de dólares (cerca de 1,5 biliões de euros), acentuando a recuperação para muitos países em todo o mundo, com as despesas domésticas a aumentarem mais de 18%, atingindo quase 5 triliões de dólares (mais de 4,6 biliões de euros).

E se 2023 foi um ano de transição, 2024 parece vir a ser um ano de confirmação, indicando o WTTC que este crescimento ocorre apesar de dois dos maiores mercados de turismo do mundo estarem a ficar para trás em termos de gastos de visitantes internacionais, com os EUA e a China a registarem um retorno muito mais lento dos gastos de turistas internacionais.

No ano passado, nos EUA, os gastos dos visitantes internacionais permaneceram mais de um quarto abaixo do pico de 2019, enquanto os gastos dos visitantes da China permaneceram quase 60% abaixo.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, salienta que, “embora exista o pano de fundo da incerteza, o setor das viagens e turismo continua a ser uma potência económica global”.

“Não se trata apenas de bater recordes, já não estamos a falar de uma recuperação – esta é uma história em que o setor está de volta ao seu melhor após alguns anos difíceis, proporcionando um impulso económico significativo a países de todo o mundo e apoiando milhões de empregos”, refere ainda Julia Simpson.

Contudo, a responsável máximo pelo WTTC admite que “há um risco: precisamos que os governos dos EUA e da China apoiem os seus setores nacionais das viagens e turismo. Os EUA e a China continuarão a sofrer, enquanto outros países estão a assistir a um regresso muito mais rápido dos visitantes internacionais”, termina.

Uma década de crescimento
Olhando para a frente, o WTTC prevê um futuro promissor para a próxima década, caracterizado por um crescimento robusto e oportunidades de carreira sem paralelo.

Até 2034, o setor irá impulsionar a economia global com uns impressionantes 16 triliões de dólares (perto de 15 biliões de euros), representando 11,4% de todo o panorama económico mundial.

Além do impulso económico, a indústria das viagens e turismo está também destinada a contribuir fortemente para a criação de emprego, dando emprego a 449 milhões de pessoas em todo o mundo. Cerca de 12,2% da força de trabalho estará ao serviço deste setor.

As contas do Economic Impact Research (EIR) do WTTC revelam ainda que mais de três quartos dos países analisados deverão ultrapassar o ponto alto de 2019, em termos de contribuição para o PIB.

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Turismo

Pedro Machado é o novo secretário de Estado do Turismo

Após 10 anos à frente dos destinos da Turismo do Centro, Pedro Machado é o novo secretário de Estado do Turismo do XXIV Governo de Portugal.

Victor Jorge

Após algumas horas de espera, foi publicada a lista dos secretários de Estado que compõem o XXIV Governo, com Pedro Machado, ex-presidente da Região de Turismo do Centro de Portugal, a ser nomeado secretário de Estado do Turismo.

Licenciado em Filosofia, Mestre em Ciências de Educação, na Área de Especialização – Psicologia Educacional, Doutorando em Património Alimentar: Culturas e Identidades, bem como em Turismo, Pedro Machado foi presidente da Entidade Regional do Turismo do Centro de Portugal entre 2013 e 2023.

Desde do término das funções como presidente da Turismo do Centro, Pedro Machado manteve-se à frente da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal, cargo que acumulava desde 2007 com a presidência da ERT.

Nascido a 27 de novembro de 1966, do curriculum de Pedro Machado fazem ainda parte passagens pelo Conselho Geral do Instituto Politécnico de Coimbra (desde 2021); Membro Cooptado da Escola Superior de Turismo e Hotelaria, Guarda Politécnica (desde 2018); Personalidade Convidada do Conselho Consultivo do Instituto Superior de Ciências Empresariais e Turismo (desde 2018); Membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Viseu (desde 2017); Membro Cooptado do Departamento de Gestão, Economia e Turismo da Universidade de Aveiro (desde 2017); Presidente da Assembleia Geral da Centro de Portugal Film Commission e Presidente da Assembleia Geral da iNature.

Na última entevista que deu ao jornal Publituris, Pedro Machado destacava o legado deixado ao longo destes últimos anos: “A marca Centro de Portugal”.

Leia a última entrevista concedida por Pedro Machado ao jornal Publituris por altura da FITUR 2023.

A tomada de posse dos 41 secretários de Estado do XXIV Governo de Portugal está marcada para 5 de abril, a partir das 18h00, no Palácio da Ajuda.

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Foto: Depositphotos.com

Alojamento

Portugal acompanha crescimento das reservas feitas nas plataformas online de alojamento e é 5.º em 2023

De acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Eurostat, as plataformas online de reservas de alojamento foram responsáveis por mais de 678 milhões de noites, em 2023. Portugal aparece em 5.º lugar, com mais de 37,5 milhões de reservas.

Victor Jorge

Das 678,6 milhões de noites reservadas em plataformas online de alojamento como, por exemplo, a Airbnb, Booking, Expedia ou TripAdvisor, Portugal apresenta 37,5 milhões de reservas, no ano 2023, segundo os números apresentados pelo Eurostat, o que significa mais cerca de 4,3 milhões face às 33,2 milhões de noites de 2022.

Com os dados referentes ao quarto trimestre de 2023 (outubro, novembro e dezembro) ainda não disponibilizados pelo Eurostat, nos primeiros nove meses de 2023 Portugal surge com 30,5 milhões de noites reservadas, com 27,2 milhões no continente, pouco mais de 1,1 milhão nos Açores e 2,2 milhões na Madeira.

No continente, e no acumulado dos primeiros nove meses de 2023, a Área Metropolitana de Lisboa (AML) aparece em primeiro lugar, com perto de 9 milhões de noites reservadas em alojamento realizadas em plataformas online, seguindo-se o Algarve com 8,6 milhões, o Norte com 6,5 milhões, o Centro com 2,3 milhões, finalmente, o Alentejo com pouco mais de 744 mil.

Recorde-se que, em 2022, Portugal registou 33,2 milhões de noites reservadas nestas plataformas, sendo que em Portugal Continental se registaram 29,8 milhões de reservas, na Madeira 2,3 milhões e nos Açores quase 1,1 milhões.

Por regiões, em 2002, Lisboa surgia na liderança com 10,1 milhões, seguindo-se o Algarve com 9,1 milhões, o Norte com 7,2 milhões, o Centro com 2,6 milhões, e o Alentejo com pouco mais de 811 mil.

Contas feitas às reservas efetuadas por residente e não residentes, a balança cai, claramente, para os não residentes que realizaram perto de 33 milhões de reservas, em 2023, com os residentes a ficar com a menor fatia, pouco mais de 4,9 milhões.

O mês mais forte para estas reservas em Portugal é agosto, mês em que, em 2023, se registaram mais de 6,4 milhões de reservas, seguindo-se o mês de julho com 5,7 milhões, setembro com 4,1 milhões, junho com 3,5 milhões. O mês mais fraco aparenta ser janeiro com pouco mais de 1,3 milhões de reservas.

Portugal acompanha crescimento
Como já referido, na Europa as reservas efetuadas em plataformas online de alojamento somaram 678,6 milhões de noites, representando um aumento de 13,8% face às 596,5 milhões de 2022.

Os valores mensais das estadias reservadas através destas plataformas excederam o ano anterior em 11 dos 12 meses, com o último trimestre de 2023 a registar aumentos superiores a 20%. Concretamente, em outubro, registaram-se 55,3 milhões de dormidas em alojamentos reservados através de plataformas online, mais 21,9% do que em outubro de 2022. Em novembro, registaram-se 31,8 milhões de dormidas (+20,0% em relação a novembro de 2022), e em dezembro 45,3 milhões (+25,8% em relação a dezembro de 2022).

Entre os países com mais reservas neste tipo de plataformas, em 2023, a liderança pertence à França com mais de 152 milhões de reservas, seguindo-se a Espanha com 132 milhões, Itália com pouco mais de 100 milhões, Alemanha com 46 milhões, aparecendo Portugal em 5.º lugar.

Foto: Depositphotos.com
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Destinos

Conteúdos turísticos preferidos dos portugueses nas redes sociais estão a Norte, Açores e Alentejo

Com as redes sociais a revelarem-se cada vez mais como plataformas onde os turistas procuram conteúdos, o recente estudo da Marktest destaca, em Portugal, o Norte, Açores e Alentejo, sendo que a nível internacional a Europa Ocidental é a mais pesquisada.

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De acordo com um estudo produzido pela Marktest – “Turismo e Redes Sociais” – o Norte de Portugal é a zona do país sobre a qual os portugueses mais gostam de ver conteúdos turísticos nas redes sociais, com a região a ser identificada por 67,5% dos utilizadores de redes sociais com idade entre os 25 e os 64 anos.

Nas posições seguintes deste ranking de conteúdos turísticos regionais preferidos pelos portugueses nas redes sociais surgem o arquipélago dos Açores, indicado por 61% dos inquiridos, e a região do Alentejo, apontada por 57% dos portugueses com redes sociais.

Fora do país, a Europa Ocidental é, com larga distância, a zona do globo sobre a qual os portugueses mais gostam de ver conteúdos turísticos, com mais de dois terços de referências entre os inquiridos neste estudo.

A América do Sul é a segunda zona mais indicada pelos inquiridos, somando perto de 45% de menções, ficando o pódio de conteúdos turísticos internacionais preferidos pelos portugueses nas redes sociais completo com a Ásia e a América do Norte, ex aqueo.

Além dos conteúdos produzidos pelas próprias regiões para se promoverem como destino turístico, o estudo procurou também perceber qual o grau de agrado dos utilizadores de redes sociais sobre conteúdos que a sua rede de amigos ou contactos partilha nas redes sobre as suas próprias experiências de viagens. E a conclusão deixa pouca margem para dúvidas: o grau médio de agrado é de 7,1, numa escala de 0 a 10.

Outra conclusão clara do estudo é a convicção da larga maioria dos inquiridos (74%) de que as redes sociais têm um efeito positivo na imagem e reputação dos destinos turísticos.

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Aviação

Korean Air compra 33 aviões A350 à Airbus

A companhia aérea Korean Air comprou 33 aviões A350, naquela que é a primeira encomenda da companhia de bandeira sul-coreana para o modelo mais inovador do grupo europeu Airbus, fabricado maioritariamente com materiais compósitos.

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A Airbus informou, em comunicado, que a “encomenda firme” efetuada pela Korean Air é constituída por 27 aviões A350-1000, a versão com maior capacidade, sendo que os restantes seis aviões são do modelo A350-900.

O diretor de operações e segurança da transportadora sul-coreana, Jason Yoo, disse estar confiante de que a entrada do A350 na sua frota “irá melhorar a eficiência das suas operações e prestar um melhor serviço aos seus clientes”.

O A350 está equipado com motores a jato Rolls-Royce de última geração e são fabricados em 70% com materiais avançados, nomeadamente compósitos, titânio e alumínio, para o tornar mais leve. Isto permite-lhe reduzir o consumo de combustível em cerca de 25% em comparação com a geração anterior de aviões para voos intercontinentais. O seu alcance vai até 9.700 milhas náuticas, ou seja, 18.000 quilómetros.

A versão A350-900 pode transportar 330 passageiros numa configuração normal de três classes. Na versão A350-1000, o número de lugares aumenta para 400.

Até ao final de fevereiro, a Airbus tinha vendido 1.240 unidades a 59 clientes em todo o mundo.

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Aviação

UE proíbe Southwind Airlines de voar na Europa devido a ligações à Rússia

A União Europeia (UE) proibiu a Southwind Airlines, da Turquia, de operar voos em espaço europeu. A decisão foi tomada na sequência da descoberta de alegadas ligações entre a Rússia e a transportadora turca.

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A União Europeia (UE) decidiu proibir a Southwind Airlines de operar voos dentro do espaço europeu devido a alegadas ligações à Rússia, tendo notificado os respetivos Estados-Membros, medida que impediu os aviões da transportadora de entrar e/ou sair do espaço aéreo da UE.

A companhia aérea, cuja denominação jurídica é Cortex Havacilik Ve Turizm Ticaret, foi incluída, segundo o aeroTELEGRAPH, na lista de operadores de países terceiros (TCO) aprovados pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) com a sua denominação jurídica. De acordo com a lista, o certificado de operador aéreo (AOC) da companhia aérea, TR-025, é turco.

Recorde-se que a 25 de março, a Traficom, Agência Finlandesa de Transportes e Comunicações, emitiu um comunicado em que afirmava que a Southwind Airlines tinha solicitado autorização para efetuar voos para a Finlândia. No entanto, a agência informou os representantes da transportadora de que esta não seria autorizada a efetuar voos para a Finlândia.

A agência finlandesa citou o Regulamento de Sanções da UE, o Regulamento (UE) n.º 833/2014 do Conselho, como a razão pela qual a Southwind Airlines está proibida de voar para a UE. Jarkko Saarimäki, diretor-geral da Traficom, acrescentou que “a propriedade substancial e o controlo efetivo da Southwind Airlines não estavam nas mãos de entidades ou indivíduos turcos. Em vez disso, a companhia aérea era efetivamente controlada por indivíduos russos”.

Como resultado da notificação da UE aos seus Estados-Membros sobre a proibição, a companhia aérea teve de alterar imediatamente a forma como encaminha as suas aeronaves nos voos entre o Egito e a Rússia.

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