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Tráfego aéreo volta a recuperar em outubro e chega a 74,2% dos níveis de 2019

O tráfego aéreo global voltou a recuperar em outubro e aumentou 44,6% face a igual mês de 2021, ficando a 74,2% dos níveis registados em outubro de 2019, segundo os mais recentes dados da IATA.

Inês de Matos

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Tráfego aéreo volta a recuperar em outubro e chega a 74,2% dos níveis de 2019

O tráfego aéreo global voltou a recuperar em outubro e aumentou 44,6% face a igual mês de 2021, ficando a 74,2% dos níveis registados em outubro de 2019, segundo os mais recentes dados da IATA.

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O tráfego aéreo global voltou a recuperar em outubro e aumentou 44,6% face a igual mês de 2021, ficando a 74,2% dos níveis registados em outubro de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

De acordo com os dados revelados pela IATA na passada quinta-feira, 1 de dezembro, em outubro, o tráfego doméstico desceu 0,8% face a igual período do ano passado, o que se deveu ao facto da China continuar a adotar fortes restrições à COVID-19, o que levou a que o crescimento de outros mercados tornasse menos expressivos os números globais.

Face a outubro de 2019, o tráfego doméstico chegou, no entanto, a 77,9% dos níveis registados, com a IATA a adiantar que as “reservas domésticas futuras permanecem em cerca de 70% do nível pré-pandémico”.

Já o tráfego internacional subiu 102,4% face a outubro do ano passado, ficando a 72,1% dos níveis registados em mês homólogo de 2019, o que foi impulsionado pelo forte crescimento de todos os mercados, com especial destaque para a região da Ásia-Pacífico.

No caso das viagens internacionais, adianta a IATA, as reservas antecipadas “aumentaram para cerca de 75% dos níveis pré-pandémicos, após a reabertura anunciada por várias economias asiáticas”.

“Tradicionalmente, em outubro, estamos na temporada de viagens mais lenta no Hemisfério Norte, por isso é muito reconfortante ver que a procura e que as reservas antecipadas continuam tão fortes. É um bom presságio para a próxima temporada de inverno e para uma recuperação contínua”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que, em outubro, o tráfego aéreo internacional mais aumentou, num crescimento de 440,4% face a igual mês do ano passado, que foi mesmo o mais elevado registado entre todas as regiões no último ano, ainda que a IATA chame a atenção para o facto deste crescimento ter por base os números muito baixos de 2021. Nesta região, a capacidade cresceu também 165,6%, enquanto o load factor aumentou 39,5 pontos percentuais, para 77,7%.

No Médio Oriente, o crescimento registado em outubro foi também forte e chegou aos 114,7% face a igual mês do ano passado, enquanto a capacidade subiu 55,7% e o load factor cresceu 21,8 pontos percentuais, para 79,5%.

Na América do Norte o crescimento do tráfego de outubro foi de 106,8% face ao mesmo mês do ano passado, enquanto a capacidade registou uma subida de 54,1% e o load factor aumentou 21,4 pontos percentuais, fixando-se nos 83,8%.

Na América Latina, por sua vez, outubro trouxe um crescimento de 85,3% no tráfego aéreo face ao mesmo mês do ano passado, enquanto a capacidade subiu 66,6% e o load factor aumentou 8,7 pontos percentuais, para 86,0%, o mais alto entre todas as regiões.

Em África, o crescimento do tráfego aéreo de outubro chegou aos 84,5% em comparação com outubro do ano passado e a capacidade subiu 46,9%, enquanto o load factor cresceu 14,5 pontos percentuais, para 71,3%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

Já na Europa o crescimento registado em outubro foi o mais baixo entre todas as regiões e chegou apenas aos 60,8% em comparação com outubro de 2021, ainda que, nesta região, o tráfego aéreo internacional já viesse a crescer há mais tempo. Em outubro, capacidade na Europa subiu ainda 34,7% e o load factor aumentou 13,8 pontos percentuais, para 84,8%, afirmando-se como o segundo mais elevado entre todas as regiões do mundo.

“As pessoas estão desfrutando da liberdade de viajar e as empresas reconhecem a importância do transporte aéreo para seu sucesso”, acrescenta Willie Walsh, sublinhando que, a mais recente pesquisa da IATA com líderes empresariais, indica que 84% destes responsáveis não se imaginam a fazer negócios internacionais “sem acesso uma rede de transporte aéreo” e 89% acreditam mesmo que “estar perto de um aeroporto com conexões globais lhes dá uma vantagem competitiva”.

“Os governos precisam prestar atenção à mensagem de que as viagens aéreas são fundamentais para a forma como vivemos e trabalhamos. Essa realidade deve orientar as políticas para permitir que a aviação opere da maneira mais eficiente possível, ao mesmo tempo em que apoia as metas de emissões líquidas zero da indústria para 2050”, conclui o responsável da IATA.

 

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Autocaravanismo continua a “acelerar” em Portugal

Depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, o autocaravanismo continua em alta e revela expetativas positivas para o futuro, ainda que Maria Liquito, country manager da Yescapa para Portugal, preveja que, em 2023, o maior aumento seja nas viagens mais curtas, assim como nas escapadelas de fim-de-semana.

Inês de Matos

A pandemia da COVID-19 veio definitivamente colocar o autocaravanismo nos planos de férias dos portugueses e dos estrangeiros que visitam Portugal e, este último verão, provou que, mesmo com a pandemia a perder força, este tipo de turismo continua em alta. Como diz ao Publituris Maria Liquito, country manager da Yescapa para Portugal, empresa que funciona como o Airbnb das autocaravanas e que disponibiliza um portal que intermedeia a oferta e procura, o último verão veio provar isso mesmo, uma vez que voltou a superar as expetativas da Yescapa. “Verificamos uma maior procura do que oferta, o que fez com que tivéssemos uma taxa de ocupação a rondar os 87% no verão. Durante este período tivemos mais de 3950 viagens realizadas em Portugal, o que demonstra o incremento da prática e a aceleração do negócio em Portugal”, revela a responsável.

Maria Liquito diz mesmo que a Yescapa observou “um crescimento ainda mais acentuado após a pandemia”, o que leva a responsável a considerar que a tendência de procura se mantém, uma vez que este também é um tipo de férias com um menor impacto ambiental. “A COVID-19, para além de ter aumentado o interesse por experimentar este tipo de viagem, fez igualmente com que as pessoas refletissem no impacto que as viagens podem representar no meio ambiente. Tal fez com que surgissem mais viajantes em busca de roteiros locais, impulsionando a economia local, e diminuindo a pegada ecológica nas suas viagens. Nesta medida, o autocaravanismo saiu beneficiado”, explica, indicando que a maior parte das autocaravanas disponibilizadas através da Yescapa está equipada com painéis solares.

Com um público cada vez mais jovem, por norma entre os 30-45 anos de idade, o autocaravanismo tem também atraído muitos estrangeiros, com a country manager da Yescapa a revelar que, além dos alemães, franceses e espanhóis, que já estavam no “topo da procura por Portugal como destino para viajar em autocaravana”, também no mercado italiano se tem registado um “aumento” da procura por autocaravanismo em Portugal. E nem no inverno as expectativas da Yescapa esmorecem, uma vez que, explica a responsável, “Portugal é um país com um clima ameno, com sol até durante o inverno e onde as temperaturas se mantêm positivas em praticamente todo o país”.

Por isso, Maria Liquito acredita que a procura se vai manter em alta também na época baixa, até porque muitos estrangeiros, “principalmente os alemães e franceses, escolhem Portugal para viajar durante o inverno dado que o clima é bastante atrativo”. Por outro lado, acrescenta, “o autocaravanismo permite viajar em todas as estações do ano, dado que os veículos possuem ar condicionado e aquecimento, possibilitando descobrir diferentes destinos propícios a cada uma das estações”.

Confiança em alta para 2023

As expectativas positivas da Yescapa abrangem também este ano, apesar do aumento do custo de vida e da incerteza provocada pela inflação e também pela guerra na Ucrânia, com Maria Liquito a afirmar que “cada vez mais as pessoas procuram escapadelas para fugir à rotina diária, para recarregar energias, conhecer um novo destino, viajar mais por Portugal e conhecer o próprio país”, motivo pelo qual a empresa acredita que “a procura pelo autocaravanismo continuará a aumentar”.

De acordo com a responsável, entre as principais vantagens do autocaravanismo, está também a possibilidade de “realizar férias de uma forma mais económica e adaptada a cada orçamento”, uma vez que oferece “total liberdade ao juntar o meio de transporte com dormida e refeições no veículo”. Ainda assim, Maria Liquito acredita que se possam notar algumas tendências, como um “aumento de viagens mais curtas, de três a quatro dias, escapadelas de fim-de-semana e fins-de-semana prolongados”, tendências que, acrescenta a responsável, já tinham “vindo a aumentar significativamente nos últimos anos”.

Mas a country manager da Yescapa também acredita que o autocaravanismo deverá enfrentar alguns desafios no próximo ano, desde logo ao nível da oferta de veículos, uma vez que, com a pandemia, aumentou a procura por autocaravanas mas a sua produção sofreu atrasos significativos, o que leva a que, em alguns modelos, exista “mais de um ano de espera (alguns podem mesmo ir até mesmo aos dois anos de espera)”. Desafio deverá também ser o aumento do combustível e do custo de vida que, segundo a responsável, poderão afetar “a tomada a de decisão das pessoas na hora de viajar”.

Já quanto aos preços do aluguer das viaturas, a responsável da Yescapa explica que “as taxas de serviço e seguro poderão vir a sofrer alterações em função dos custos do serviço e da evolução do contexto atual”, ainda que, na Yescapa, o maior custo seja relativo ao aluguer da autocaravana, o que é definido pelo proprietário que está a alugar a autocaravana. Segundo Maria Liquito, esse valor é definido pelo próprio proprietário, que “tem total liberdade” para definir o valor a cobrar, ainda que a equipa da Yescapa tenha a missão de aconselhar e acompanhar a decisão. No entanto, a responsável não tem dúvidas em afirmar que, “face ao incremento da procura por esta forma de viajar, aumentaram, consequentemente, os valores aplicados pelos proprietários”.

Além destes desafios, Maria Liquito aponta ainda o artigo 50-A do Código da Estrada, que entrou em vigor em 2021, limitando a atividade do autocaravanismo em território nacional e levando a pedidos diversos para a sua alteração, algo que ainda não aconteceu. “O artigo 50-A do Código da Estrada permanece inalterado, infelizmente”, lamenta a responsável.

Tem uma autocaravana e quer rentabilizá-la? Inscreva-se na Yescapa

A Yescapa funciona como uma plataforma que aproxima quem tem autocaravanas para alugar e quem procura este tipo de veículos para férias. No entanto, indica Maria Liquito, no que diz respeito a veículos de lazer, a procura é sempre superior à oferta, principalmente durante o período do verão, uma vez que “Portugal é um país com um clima atrativo”. Por isso, a Yescapa está a encorajar todos os proprietários de autocaravanas a alugarem o seu veículo enquanto não o utilizam, até porque esta é uma forma de “rentabilizar o custo de manutenção” da autocaravana e que permite, ao mesmo tempo, que “mais viajantes descubram o autocaravanismo ou possam experimentar um veículo antes de adquirirem a própria autocaravana”, até porque, na Yescapa, cerca de 15% das reservas são feitas como teste, antes do cliente adquirir o seu próprio veículo. E o processo para alugar autocaravanas através da Yescapa é rápido e intuitivo, bastando que os proprietários se inscrevam na plataforma, em yescapa.pt, e criem o seu próprio anúncio. Em contrapartida, a equipa da Yescapa fornece acompanhamento aos proprietários “em todos os momentos, desde a criação do anúncio até à gestão dos alugueres”, conclui Maria Liquito.

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Novo navio de cruzeiro da Regent Seven Seas Cruises já flutua

O Seven Seas Grandeur vai ser entregue à companhia de cruzeiros em novembro e já completou a cerimónia de flutuação.

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O Seven Seas Grandeur, novo navio de cruzeiro da companhia Regent Seven Seas Cruises, já foi submetido à cerimónia de flutuação, devendo ser entregue à companhia de cruzeiros no próximo mês de novembro.

O navio, que vai ter capacidade para 746 passageiros, está a ser construído nos estaleiros navais de Fincantieri, em Ancona, Itália, e vai contar com uma das maiores proporções de tripulantes por passageiro, além de interiores “particularmente sofisticados, com toda a atenção à experiência dos hóspedes”.

Com 55 mil toneladas de arqueação bruta, o Seven Seas Grandeur é um navio gémeo do Seven Seas Explorer e do Seven Seas Splendor, que também foram construídos pelos estaleiros de Fincantieri.

Segundo Andrea DeMarco, presidente da Regent Seven Seas Cruises, o novo navio está a revelar-se muito popular entre os clientes da companhia de cruzeiros, motivo pelo qual a Regent Seven Seas Cruises foi obrigada a criar uma “navegação adicional para sua temporada inaugural”.

“A incrível recepção do Seven Seas Grandeur é uma prova não apenas da forte procura por cruzeiros de luxo, mas também da posição da Regent como líder neste segmento com todos os luxos incluídos, hospitalidade inigualável e espaço incomparável no mar”, afirma o responsável, citado num comunicado publicado no website da companhia de cruzeiros.

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Emirates é a companhia aérea com melhor reputação em Portugal

Pelo segundo ano consecutivo, a Emirates classificou-se em primeiro lugar enquanto companhia aérea com melhor reputação em Portugal no RepScore 2023, relatório da OnStrategy, que destaca as melhores marcas do país.

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Pelo segundo ano consecutivo, a Emirates classificou-se em primeiro lugar enquanto companhia aérea com melhor reputação em Portugal no RepScore 2023, relatório anual conduzido pela OnStrategy, que analisa mais de 2.000 empresas em Portugal e destaca as melhores marcas do país.

“Estamos muito felizes por sermos reconhecidos mais uma vez pelos nossos produtos e serviços líderes da indústria. Obrigado aos nossos passageiros por terem sempre optado por voar melhor connosco. Os passageiros permanecem no centro de tudo o que fazemos e esperamos continuar a oferecer experiências de viagem inigualáveis e a ligar Portugal ao mundo através do Dubai”, congratula-se David Quito, country manager da Emirates em Portugal.

Os prémios foram entregues na passada segunda-feira, 30 de janeiro, numa cerimónia que teve lugar no Hotel Ritz Four Seasons, em Lisboa, e que contou com a presença de David Quito, que recebeu o prémio entregue à Emirates.

Este ano, o relatório RepScore foi elaborado com base num inquérito aplicado a 50,000 cidadãos portugueses, focando no posicionamento da marca, na reputação, e na forma como os clientes veem as empresas nacionais e internacionais.

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Transavia lança nova campanha sob o mote “Os destinos que lhe dizem mais por menos”

A Transavia lançou uma nova campanha de media em Portugal, sob o mote “Os destinos que lhe dizem mais por menos”, que oferece tarifas desde 31 euros para voos de ida e que vai estar em vigor até 2 de abril.

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A Transavia lançou uma nova campanha de media em Portugal, sob o mote “Os destinos que lhe dizem mais por menos”, que oferece tarifas desde 31 euros para voos de ida e que vai estar em vigor até 2 de abril.

A nova campanha da Transavia, companhia aérea low cost do Grupo Air France/KLM, arrancou esta semana e inclui cartazes, cartazes digitais em centros comerciais, banners digitais e anúncios na imprensa local, redes sociais e plataformas de vídeo online, tendo sido desenvolvida pela agência Marcel do Grupo Publicis.

O vídeo da nova campanha da Transavia já está disponível para visualização online aqui.

 

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Costa Serena inicia cruzeiros na Ásia em junho

O Costa Serena vai oferecer trinta cruzeiros na Ásia em 2023, incluindo seis cruzeiros dedicados ao mercado sul-coreano, que têm lugar em junho, e vinte e quatro cruzeiros para o mercado de Taiwan, entre julho e setembro.

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A Costa Cruzeiros anunciou que, entre junho e setembro, o navio Costa Serena vai voltar a realizar cruzeiros na Ásia, realizando um programa de cruzeiros charter, em colaboração com parceiros asiáticos locais.

De acordo com a companhia de cruzeiros, os acordos comerciais para esta operação já foram assinados numa cerimónia que decorreu no Dubai, a bordo do Costa Toscana, navio que está colocado no Golfo Pérsico durante o inverno de 2022/23, e que contou com a presença de Mario Zanetti, Presidente da Costa Cruzeiros, Roberto Alberti, SVP & Chief Commercial Officer da Costa Cruzeiros, e representantes dos dez parceiros locais.

“O reinício do Costa Serena, em funcionamento antes do previsto, é mais uma confirmação da crescente valorização da Costa Cruzeiros em todos os mercados globais em que operamos”, afirma Mario Zanetti, considerando que os cruzeiros a bordo do Costa Serena representam “um sinal importante para a recuperação da indústria na Ásia”.

No total, o Costa Serena vai oferecer trinta viagens de cruzeiros na Ásia em 2023, incluindo seis cruzeiros dedicados ao mercado sul-coreano, que têm lugar em junho, e vinte e quatro cruzeiros para o mercado de Taiwan, entre julho e setembro.

Os itinerários têm quatro a sete dias de duração e visitam vários destinos no leste asiático, a exemplo do Japão, estando planeadas saídas dos portos de Busan, Sokcho e Pohang, na Coreia do Sul, e Keelung, em Taiwan.

Recorde-se que o Costa Serena é um navio de bandeira italiana construído pela Fincantieri e que entrou em funcionamento em 2007, conta com uma arqueação bruta de 114.000 toneladas e pode acomodar até 3.780 passageiros.

 

 

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Tráfego de janeiro da Ryanair sobe 69% e chega aos 11,8 milhões de passageiros

No acumulado dos últimos 12 meses, a Ryanair contabiliza já 165,3 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 111% face a igual período do ano anterior.

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A Ryanair transportou 11,8 milhões de passageiros em janeiro, valor que traduz um aumento de 69% face a igual mês de 2022, quando a companhia aérea low cost tinha transportado sete milhões de passageiros.

Num comunicado enviado à imprensa, a Ryanair lembra que o tráfego de janeiro de 2022 ainda foi prejudicado pela COVID-19, nomeadamente pela variante Ómicron, e pelas restrições à viagens que foram adotadas no seguimento da pandemia.

Em janeiro, a Ryanair obteve também um load factor de 91% nos 68,200 voos operados pela companhia aérea, valor que ficou 12% acima de janeiro de 2022, quando o load factor dos voos da Ryanair tinha sido de 79%.

No acumulado dos últimos 12 meses, a Ryanair contabiliza já 165,3 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 111% face a igual período do ano anterior, enquanto o load factor acumulado chegou aos 93%, também 12% acima do registado anteriormente.

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Nova edição: Dossier de companhias aéreas, Soltour Travel Partners e Turismo do Centro

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA. Além do dossier, publicamos um artigo sobre a Soltour Travel Partners, uma entrevista com o presidente da Turismo do Centro e outra com o diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo.

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A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA, que arranca já a 27 de março e se prolonga até 26 de outubro.

Conheça as novidades previstas para Portugal para o próximo verão IATA e saiba também quais são as previsões das transportadoras aéreas para 2023, ano que promete trazer de volta a capacidade que ainda estava por repor devido à pandemia da COVID-19.

Nesta edição, publicamos também um artigo sobre a Soltour Travel Partners na secção de Distribuição, no qual o delegado Luís Alexandrino revela que o objetivo do operador passa por oferecer às agências portuguesas um portefólio mais amplo e não só de destinos de ‘Sol & Praia’.

Leia também o especial sobre o Turismo do Centro, em que Pedro Machado, presidente da entidade regional de turismo, faz um balanço sobre o seu mandato, que está a terminar, e fala sobre a importância do mercado espanhol, que a região quer continuar a captar, naquele que é um dos motivos que levaram a Turismo do Centro a associar-se ao lançamento da primeira Estratégia do Turismo Transfronteiriço 2022-2023, que foi apresentada na FITUR 2023.

Nesta edição, publicamos ainda uma entrevista com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo, que defende que “a tecnologia [no setor do turismo] deve ser o facilitador e não a finalidade”.

A nova edição do Publituris volta ainda a divulgar os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Além do check-in, esta edição conta também com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Helena Pimentel (docente do ISG), Nuno Abranja (diretor do Departamento de Turismo do ISCE e CEO da consultora OMelhorDoTurismo) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente de Sistemas de Transporte no ISCE).

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Edição digital: Dossier de companhias aéreas, Soltour Travel Partners e Turismo do Centro

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA. Além do dossier, publicamos um artigo sobre a Soltour Travel Partners, uma entrevista com o presidente da Turismo do Centro e outra com o diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo.

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A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA, que arranca já a 27 de março e se prolonga até 26 de outubro.

Conheça as novidades previstas para Portugal para o próximo verão IATA e saiba também quais são as previsões das transportadoras aéreas para 2023, ano que promete trazer de volta a capacidade que ainda estava por repor devido à pandemia da COVID-19.

Nesta edição, publicamos também um artigo sobre a Soltour Travel Partners na secção de Distribuição, no qual o delegado Luís Alexandrino revela que o objetivo do operador passa por oferecer às agências portuguesas um portefólio mais amplo e não só de destinos de ‘Sol & Praia’.

Leia também o especial sobre o Turismo do Centro, em que Pedro Machado, presidente da entidade regional de turismo, faz um balanço sobre o seu mandato, que está a terminar, e fala sobre a importância do mercado espanhol, que a região quer continuar a captar, naquele que é um dos motivos que levaram a Turismo do Centro a associar-se ao lançamento da primeira Estratégia do Turismo Transfronteiriço 2022-2023, que foi apresentada na FITUR 2023.

Nesta edição, publicamos ainda uma entrevista com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo, que defende que “a tecnologia [no setor do turismo] deve ser o facilitador e não a finalidade”.

A nova edição do Publituris volta ainda a divulgar os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Além do check-in, esta edição conta também com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Helena Pimentel (docente do ISG), Nuno Abranja (diretor do Departamento de Turismo do ISCE e CEO da consultora OMelhorDoTurismo) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente de Sistemas de Transporte no ISCE).

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Porto de Lisboa recebe conferência internacional sobre sustentabilidade e inovação em ano de aniversário

A conferência internacional GreenPort Congress & Cruise, que vai abordar a sustentabilidade e a inovação no setor, vai decorrer entre 18 e 20 de outubro, no Porto de Lisboa.

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O Porto de Lisboa, que está a comemorar o seu 135.º aniversário, vai ser palco, entre 18 e 20 de outubro, da conferência internacional GreenPort Congress & Cruise, que vai abordar a sustentabilidade e a inovação no setor.

“Acolher o GreenPort Congress & Cruise em Lisboa é uma oportunidade única de olhar o futuro dos portos e do shipping em matéria de sustentabilidade e inovação, reunindo players internacionais para discutir e partilhar boas práticas em áreas emergentes e mostrar a experiência nacional na transição para um ecossistema portuário mais verde, digitalizado e descarbonizado”, considera Carlos Correia, presidente do Conselho de Administração do Porto de Lisboa.

A conferência, cujo anfitrião foi anunciado esta semana pelo diretor executivo da Mercator Media, Andrew Webster, vai cobrir várias temáticas, incluindo as Alterações Climáticas, o Green Bunkering, os recursos renováveis Offshore, a Eficiência Energética, a Gestão de Resíduos e a Economia Circular. Terão ainda lugar na agenda tópicos como os Portos Neutros em Carbono, o Crescimento Azul, a Digitalização e a Inovação, além de Desenvolvimento das Infraestruturas, abrangendo os segmentos de carga e cruzeiros.

“O objetivo da GreenPort Congress & Cruise passa por impulsionar os portos e terminais a reduzirem a sua pegada de carbono, reforçando o compromisso no combate às alterações climáticas e investindo na transição energética e digital, fatores fulcrais para o seu sucesso no futuro”, acrescenta o Porto de Lisboa, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 2 de fevereiro.

A realização deste evento em Lisboa surge integrada nas comemorações dos 135 anos da infraestrutura portuária enquanto importante Gateway Atlântico para a Europa.

“Aguardamos com expectativa a importante visão e o conhecimento que o Porto de Lisboa trará para a conferência”, afirma Andrew Webster, que lançou o repto ao Porto de Lisboa para acolher a iniciativa, de forma a transmitir “as suas experiências e avanços atuais, no âmbito da sustentabilidade”.

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AirHelp diz que Portugal foi dos países europeus mais afetados por perturbações de voos em 2022

Segundo a AirHelp, em 2022, houve 63 mil voos com algum tipo de perturbação em território nacional, que afetaram mais de nove mil passageiros.

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Portugal foi um dos países europeus mais afetados por perturbações de voos em 2022, avança a AirHelp, empresa de defesa dos direitos dos passageiros aéreos, que diz que, no ano passado, houve 63 mil voos com algum tipo de perturbação em território nacional, que afetaram mais de nove mil passageiros.

“De acordo com a análise realizada pela AirHelp, dos países europeus com maior tráfego aéreo, Portugal é dos que apresenta uma maior taxa de voos atrasados e de passageiros afetados. Só em 2022, mais de 63 mil voos sofreram algum tipo de perturbação – cancelamento ou atrasos – afetando mais de 9 milhões de passageiros, dos mais de 26 milhões que viajaram a partir de Portugal (34%)”, lê-se num comunicado da empresa, que estima que 650 mil passageiros sejam elegíveis para a obtenção de compensação, segundo o Regulamento CE 261/2004.

Por aeroportos, foi em Lisboa que se verificou o maior número de perturbações, com 39% dos voos afetados, seguindo-se o Aeródromo do Corvo, nos Açores, onde as perturbações afetaram 32% dos voos, e o Aeroporto da Madeira e o das Flores, ambos com 28% dos voos afetados.

No entanto, o país da Europa com maior número de passageiros afetados foi o Reino Unido, onde mais de 32 milhões de viajantes sofreram perturbações, o que significa que 35% do total de passageiros que voaram a partir do Reino Unido passaram por problemas nos voos.

Depois do Reino Unido, o país europeu com maior número de perturbações foi a Alemanha, com 26 milhões de passageiros a sofrerem perturbações nos seus voos, seguindo-se a Turquia, onde mais de 22 milhões de viajantes foram afetados (32%), colocando o país em terceiro lugar na lista em análise.

A AirHelp sublinha, contudo, que foi na Holanda que se registou a maior taxa de atrasos e cancelamentos, com 34% dos voos e mais de 11 milhões de pessoas afetadas, enquanto o Reino Unido e a Irlanda foram o segundo e terceiro países europeus, respetivamente, com a maior taxa de voos atrasados ou cancelados.

“O ano de 2022 não foi um bom ano para os passageiros aéreos. O verão, em particular, demonstrou que os aeroportos e as companhias aéreas não estavam preparados para o aumento das viagens aéreas após a pandemia”, afirma Pedro Miguel Madaleno, advogado da AirHelp especialista em direito dos passageiros aéreos, prevendo que a tendência se mantenha em 2023.

A nível global, a AirHelp diz ainda que, em 2022, “um em cada três passageiros viu o seu voo descolar fora do horário previsto e só nos meses de junho e julho mais de 40% dos viajantes sofreram problemas nos seus voos”.

 

 

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