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Colômbia inova nas estratégias turísticas para recuperar

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por: liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

Carolina Morgado
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Colômbia inova nas estratégias turísticas para recuperar

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por: liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

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Europa: Recuperação turística vai ser lenta, particularmente nas viagens organizadas
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Antes da pandemia a Colômbia estava a desfrutar da sua melhor época turística”, segundo a presidente da ProColombia, Flávia Santoro. Em 2019, o destino recebeu 4,5 milhões de turistas estrangeiros. “Foi um resultado histórico para o nosso país, o que permitiu consolidar o setor como fundamental para a economia colombiana, representando 4,3% do PIB nesse ano, enquanto no que respeita à conetividade internacional conseguimos 17 novas rotas”.

Mas chegou a pandemia, e a responsável, que falava em videoconferência no XIII Fórum do Turismo Portugal-América Latina, organizado pelo IPDAL (Instituto para a Promoção da América Latina e Caraíbas), em Lisboa, e que teve precisamente a Colômbia como pais convidado, Flávia Santoro reconhece, “teve as suas consequências”, mas “conscientes do imenso potencial do país, de tudo o que conseguimos, e cada um dos seus destinos turísticos únicos, pensamos que a Colômbia está a desenhar todo um plano de recuperação focado nos esforços e em mudanças inovadoras, mas também facilitando a conetividade dos viajantes aéreas, fortalecendo a confiança  nos nossos turistas internacionais para visitarem os nossos destinos de forma segura”

Olhos postos na retoma
Nessa medida, destacou Flávia Santoro, “vamos apostar com muita determinação em várias linhas estratégicas: liderar a reabertura da conetividade, posicionar a Colômbia como um líder híbrido na América Latina, promover o país, e estamos a fazê-lo numa perspetiva de regiões turísticas, posicionar a Colômbia como destino número um na região em termos de sustentabilidade, manter essa transição do sistema de comercialização B2C, e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas”.

A presidente da ProColombia realçou ainda que, em matéria de capacitação “decidimos migrar o nosso programa de formação exportadora para um formato virtual possibilitando a formação de mais de 21 mil empresários do nosso país”.

Assim, os olhos estão postos na recuperação turística. Já em 2021, com o início da retoma a Colômbia alcançou dois milhões de visitantes estrangeiros e mais de três mil milhões de dólares em divisas, o que representou uma recuperação de 50% em relação aos resultados de 2019 nos dois indicadores”, deu conta a responsável.

Além disso, em matéria de conetividade, nos anos 2020 e 2021 “abrimos 35 novas rotas, para dizer que duplicámos o número alcançado em 2019”, realçou, para acrescentar que, no que se refere a toda a reativação do MICE “decidimos lançar eventos híbridos e presenciais. Desde fevereiro de 2020 traçámos um propósito: reter e reprogramar os eventos de dimensão internacional, e evitar cancelamentos”. Em 2020 o país conseguiu reter 75% dos eventos que estavam programados, ou seja, 250. Para 2021 foram captadas 90 realizações provenientes de 18 países.

Em 2022, apesar da pandemia, a Colômbia está “quase a igualar os recordes de 2019, um ano que foi histórico para o turismo no país”, sublinhou Santoro.

A responsável deu nota que, até maio deste ano o destino contabilizou 1,594 milhões de chegadas de turistas estrangeiros, o que representa um aumento de 240% comparativamente ao mesmo período do ano anterior. No que toca à conetividade, já registou mais de 1.220 frequências semanais, com uma oferta total de 211.600 lugares, ou seja, um incremento de 6%, sendo 91 dessas rotas aéreas diretas.

Deste modo, a presidente da ProColombia sublinha que “o setor turístico colombiano tem demonstrado a sua imensa resiliência, a sua capacidade de adaptação e tenacidade, por isso, estou segura, vai-nos levar a um novo nível”.

Sustentabilidade e biodiversidade
A nova estratégia de promoção da Colômbia assenta nas seis regiões turísticas que o destino oferece, projeto planeado em parceria com tour operadores, empresas, entidades regionais e entidades governamentais da indústria turística, uma vez que o país pretende ter “uma oferta mais organizada, sustentável e mais competitiva”.

Conscientes do imenso potencial do país, de tudo o que conseguimos, e cada um dos seus destinos turísticos únicos, pensamos que a Colômbia está a desenhar todo um plano de recuperação focado nos esforços e em mudanças inovadoras”

As seis regiões são: as Grandes Caraíbas Colombianas, o Pacífico Colombiano, os Andes Ocidentais Colombianos, os Andes Orientais Colombianos, o Maciço (uma grande oferta de arqueologia, história, e culturas vivas) e o Amazónia-Orinoquá (o grande coração verde da Colômbia, repleta de biodiversidade).

Para Flávia Santoro, a Colômbia tem muito para oferecer em matéria de sustentabilidade, porque “é o país mais biodiverso do mundo por metro quadrado, mas também somos um destino líder em diversidade de borboletas e orquídeas, somos o segundo em diversidade de plantas, terceiro em répteis, e quarto no mundo em maior diversidade de mamíferos. Além disso, estamos entre os 15 países a nível mundial com maior área de cobertura vegetal”.

Ter tudo isso, segundo a Santoro “temos que ser responsáveis. Assumimos essa responsabilidade com compromisso e atos concretos. Por essa razão colocamos em marcha políticas em favor da sustentabilidade e da conservação. A Colômbia avança com pessoas firmes nesse sentido”.

A responsável esclareceu ainda, neste âmbito, que o seu país conta com 1.327 áreas protegidas que equivalem a 30% do território nacional. Por outro lado, a ProColombia está a acompanhar o Ministério do Comércio, Indústria e Turismo na implementação da política de turismo sustentável, sendo um dos 12 países mundiais a contar com medidas concretas nesse sentido.

Mas há mais, “A Colômbia foi um dos primeiros países do mundo a ubir.se para a condição do futuro no turismo, uma condição criada por organizações internacionais como a Greens Destinations. Essa condição proporciona parâmetros para construir uma indústria turística mais sustentável, que proteja os destinos e as pessoas que dependem desta atividade”.

A presidente da ProColombia declarou ainda na sua intervenção dirigida aos empresários portugueses ligados ao turismo, que “estamos plenamente conscientes que a sustentabilidade já não é uma tendência, mas uma exigência em todos os setores”.

No que respeita à diversificação da oferta, o objetivo daquela entidade passa por acompanhar os empresários no seu processo de adaptação âs novas tendências mundiais e de um novo perfil dos viajantes, que “gostam de ter experiências sustentáveis, em destinos responsáveis, e que contemplam um impacto nas comunidades locais”.

Para finalizar a sua intervenção, Flávia Santoro afirmou que a ProColombia “está comprometida e encaminhada em concentrar a Colômbia em destino número um em sustentabilidade na região. Esta é, precisamente, uma das seis apostas estratégicas que visam posicionar o nosso país como destino de alta qualidade, com experiências turísticas baseadas na observação ambiental e de exaltação na riqueza cultural e natural”.

 

NÚMEROS

4,3%
do PIB em 2019, + de 4,5 milhões de turistas estrangeiros, e um total de 17 novas rotas aéreas

+ de 2 milhões
de visitantes internacionais em 2021, + de 3 mil milhões de dólares em divisas, recuperação de 50% face a 2019 e 35 novas rotas aéreas

1,590 milhões
Até maio de 2022, + de 1,590 milhões de chegadas internacionais, aumento de 240% face ao mesmo período do ano anterior, + de 1.220 frequências semanais com uma de 211.600 lugares, que corresponde a subida de 6%

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Royal Air Maroc volta a voar para o Porto a 9 de dezembro

A companhia aérea de bandeira marroquina retoma a operação para o Porto a 9 de dezembro, com dois voos por semana, depois de um interregno de mais de dois anos devido à pandemia da COVID-19.

A Royal Air Maroc vai voltar a voar para o Porto a partir de 9 de dezembro, retomando a rota que liga a cidade Invicta a Casablanca, em Marrocos, que tinha sido abandonada na sequência da pandemia da COVID-19.

A informação foi avançada pelo CEO da companhia aérea, Abdelhamid Addou, numa conferência de imprensa em Madrid, na passada quinta-feira, durante a qual a Royal Air Maroc anunciou também o lançamento de uma nova rota entre Sevilha-Tânger-Casablanca, assim como o regresso das ligações entre Tenerife e Casablanca, que também tinha sido suspensa com a pandemia.

No caso do Porto, os voos da Royal Air Maroc regressam a 9 de dezembro, contando com duas ligações aéreas por semana, realizadas às segundas e sextas-feiras, com destino a Casablanca, onde se localiza o hub da companhia aérea marroquina.

Já a nova rota Sevilha-Tânger-Casablanca, que a companhia aérea marroquina vai abrir a 4 de dezembro, também vai disponibilizar duas frequências semanais, às sextas-feiras e domingos.

No caso da rota Tenerife-Casablanca, que tal como a operação do Porto também é retomada a 9 de dezembro, vão estar disponíveis igualmente dois voos por semana, às quintas-feiras e sábados.

“Com a retoma do tráfego aéreo, a Royal Air Maroc está a apostar no reforço da sua oferta para se afirmar como um player de referência no turismo marroquino e como uma das principais companhias do nosso continente”, afirmou Abdelhamid Addou, CEO da Royal Air Maroc, durante a conferência de imprensa em Madrid.

De acordo com o responsável, além do continente africano, a companhia aérea pretende também reforçar a sua posição nos principais mercados emissores de turismo, a exemplo de Espanha e França.

 

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Grupo MSC desiste de comprar a Ita Airways

O Grupo MSC retirou a proposta para adquirir o capital da companhia aérea italiana Ita Airways, que nasceu em 2021, depois da insolvência e liquidação da Alitalia.

O Grupo MSC retirou a proposta para adquirir o capital da companhia aérea italiana Ita Airways, que nasceu em 2021, depois da insolvência e liquidação da Alitalia.

De acordo com a Lusa, o grupo marítimo, a que pertence a MSC Cruzeiros, informou em comunicado a desistência do negócio, explicando que já tinha informado “as autoridades competentes que não tem mais interesse em participar na privatização da Ita Airways”.

A desistência da compra da Ita Airways deve-se ao facto de o Grupo MSC não entender “as condições atuais do procedimento”, optando, assim, por retirar a proposta que tinha sido apresentada.

A Lusa recorda que, em outubro, o executivo de Giorgia Meloni já tinha interrompido as negociações com um consórcio formado pelas companhias aéreas Delta e Air France e pelo fundo americano Certares.

No entanto, as negociações com o Grupo MSC e com a Lufthansa continuaram, tendo mesmo chegado a ser apresentada uma proposta que previa a aquisição de 80% do capital da Ita Airways, ficando o Grupo MSC com 60% da companhia aérea italiana e a Lufthansa com os restantes 20%.

Recorde-se que a Ita Airways foi fundada em outubro de 2021, depois da liquidação da Alitalia, cuja situação financeira, que já era difícil antes da pandemia da COVID-19, se ter tornado insustentável e ter ditado a criação da nova companhia aérea.

O Ministério da Economia de Itália é, atualmente, o único acionista da Ita Airways.

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Foto: José C. Castillo

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Turismo de Portugal ganha prémio na InTur pelo compromisso com o turismo interior

Na 25.ª edição da InTur, Feira Internacional de Turismo Interior, o Turismo de Portugal ganhou um prémio pelo “firme compromisso com o turismo interior em todas as suas facetas”.

O Turismo de Portugal foi um dos vencedores dos prémios da InTur, por ocasião da celebração do 25º aniversário do evento, revelando a organização do prémio se deveu ao “firme compromisso com o turismo interior em todas as suas facetas” pela entidade liderada por Luís Araújo.

A InTur voltou a ser uma plataforma de negócios para profissionais e um instrumento de divulgação para destinos, empresas e grupos que participaram no evento, estando representados na “Intur Viajeros” mais de 1.200 destinos.

A oferta de exposição da InTur cresceu 26% em relação à edição anterior, e uma parte significativa deste aumento correspondeu, segundo a organização, a Portugal, com a incorporação de novos expositores que “vieram à feira pela primeira vez – regiões, municípios e empresas privadas – que se juntaram aos destinos habituais durante anos”, explica Alberto Alonso, diretor-geral de Feria de Valladolid, em comunicado.

Porto e Norte, região Centro, Lisboa, Oeste, Guarda, Tras-os-Montes, comunidade do Alto Tâmega, Loulé, Barcelos, comunidade do Douro, Sabrosa, Maia, Gondomar, Rota da Bairrada, Inature, Alto Alentejo, Vila de Rei, Museu Téxteis, Resente, São Brás de Alportel, Felgueiras, Portogalegre, a marca de garantia Amêndoa coberta de Moncorvo, a empresa de sinalização turística Floema e Bezerreira com Vida foram os participantes portugueses na 25.ª edição da InTur, Feira Internacional de Turismo Interior, que se realizou de 17 a 20 de novembro, em Valladolid, Espanha.

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Crédito: Cacio Murilo – MTur

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Embratur destaca locais para nómadas digitais

Com os nómadas digitais a constituírem uma das mais recentes tendências atuais do “novo” turista, a Embratur dá a conhecer alguns dos locais mais procurados no Brasil.

Com os nómadas digitais a constituírem uma das mais recentes tendências atuais em vários países, a Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo – divulga os locais mais procurados por este “novo” tipo de turista no Brasil.

No Brasil, estabeleceram-se regras para a concessão de visto e autorização de residência temporária para imigrantes sem relação de trabalho estabelecida no Brasil e cuja atividade profissional possa ser desenvolvida de forma remota pelo prazo de até um ano, prorrogável por igual período.

Entre os destinos mais procurados pelos nómadas digitais no Brasil estão João Pessoa, cidade portuária e capital do estado de Paraíba.

Localizada no ponto mais oriental do Brasil, João Pessoa está no topo da lista das cidades mais bem preparadas do Brasil para receber os nómadas digitais, dada o custo de vida, as atrações que oferece e a velocidade de conexão com a internet. Considerada um destino turístico tranquilo, a cidade possui condições geográficas privilegiadas dada a sua proximidade a Natal, Recife e Campina Grande.

Destaque, também, para São Paulo, uma das maiores potências em história, economia, cultura e turismo, classificada como a cidade mais cosmopolita do Brasil, seguida de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, conhecida como Ilha da Magia. Florianópolis divide-se em duas partes: uma ilha costeira e a pequena península continental que formam a cidade. Com cerca de 100 praias, a região é perfeita para quem gosta de desportos aquáticos, com a forte influência dos colonizadores portugueses a ser identificável na arquitetura, culinária e nas manifestações culturais e religiosas.

De referir que o registo, com a emissão de Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM), é obrigatório para o imigrante portador de visto temporário ou titular de autorização de residência temporária. O imigrante que ingressar no Brasil, portador de visto temporário, deverá solicitar o registo em qualquer unidade da Polícia Federal no prazo de 90 dias após a chegada no país.

O imigrante que obtiver a autorização de residência temporária no Brasil terá o prazo de 30 dias, após a publicação do deferimento, para solicitar o registo na unidade da Polícia Federal de seu domicílio.

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Emirates começa a introduzir nova classe Premium Economy na frota A380

A nova cabina Premium Economy da Emirates vai oferecer “lugares luxuosos, mais espaço para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta de muitas companhias aéreas de Classe Executiva”, segundo a companhia aérea.

A Emirates deu início ao programa que prevê a renovação e introdução da nova classe de bordo Premium Economy na sua frota de aviões A380, alterações que vão chegar a 67 aviões A380 e a 53 B777 da Emirates e que deverão estar concluídas no prazo de dois anos.

De acordo com um comunicado da companhia aérea do Dubai, “este projeto ambicioso representa um investimento multibilionário para assegurar que os passageiros voem melhor nos próximos anos”.

Até 23 de maio de 2024, a Emirates conta ter todos os 67 aviões A380 destinados ao programa de reequipamento de volta ao serviço, seguindo-se, posteriormente, intervenções em 53 aparelhos Boeing 777, num trabalho que deverá estar concluído até março de 2025 e que vai levar a nova classe de bordo a um total de 120 aviões da Emirates.

O primeiro avião A380 da Emirates a ser sujeito à renovação e reequipamento já se encontra no Centro de Engenharia da Emirates, onde, “durante os próximos dias e 24 horas por dia, equipas de engenheiros e técnicos desmontarão todo o interior da cabina”, que será posteriormente montado “numa sequência cuidadosamente planeada e testada”.

Depois da renovação, que vai até implicar mudanças nas Shower Spa da Emirates, o avião vai passar a contar com 56 lugares em Premium Economy, o que obriga a retirar 88 assentos Economy da parte da frente do avião.

Mas a renovação chega também às cabines de executiva e primeira classe, localizadas no primeiro andar do aparelho, cujos assentos vão ser igualmente substituídos por outros mais recentes, sendo que também as alcatifas e pavimentos das cabines dos aviões serão substituídos antes da reinstalação dos novos assentos.

Depois deste primeiro avião, a Emirates tem já prevista a renovação do próximo aparelho para 1 de dezembro, uma vez que, à medida que o programa vai avançando, os engenheiros da companhia aérea vão poder trabalhar em dois aviões em simultâneo.

“Isto significa que, a cada oito dias, um avião será imobilizado e transportado para a Emirates Engineering para reequipamento”, indica a Emirates, num comunicado divulgado esta terça-feira, 22 de novembro.

A nova cabina Premium Economy da Emirates vai oferecer “lugares luxuosos, mais espaço para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta de muitas companhias aéreas de Classe Executiva” e que, atualmente, está apenas disponível nos aparelhos A380 que realizam as rotas de Londres, Paris e Sydney.

Até final de março de 2023, a Emirates conta ter também a Premium Economy nas rotas para Nova Iorque JFK, São Francisco, Melbourne, Auckland e Singapura.

 

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Americanos consideram várias opções para voar mais barato

São várias as possibilidades que os americanos equacionam para obter voos mais baratos. Desde viajar de pé, não ter acesso a casas de banho ou sujeitar-se a diversos ‘stopovers’, se o desconto for adequado, estes são alguns dos “sacrifícios” que os viajantes estão dispostos fazer.

Uma recente pesquisa realizada pela WayAway, motor de busca de viagens, revela que a maioria dos americanos consideraria diversas opções para obter viagens de avião mais baratas. Entre as opções estão viajar de pé, não ter acesso às casas de banho ou realizar cinco ‘stopovers’, tudo para ter voos mais baratos no próximo ‘Black Friday’, dia que inaugura a temporada de compras natalícias com significativas promoções e que tem início um dia depois do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, ou seja, no dia seguinte à quarta quinta-feira do mês de novembro.

Com os preços dos voos a subir, a pesquisa conclui que os viajantes procuram preços mais baixos, revelando que 8,6% estaria disposto a voar de pé se obtivessem um desconto entre 5 a 10%. Já 30,8% consideraria esta opção se o desconto fosse de 20 a 30% e 31,6% admite esta possibilidade se a promoção chegasse aos 50%. Já 29% não consideraria qualquer dessas possibilidades de desconto.

No que diz respeito à opção de viajar sem acesso às casas de banho, 8,7% dos inquiridos consideraria essa hipótese se o desconto fosse de 5 a 10%, sendo que 23% optaria por um voo com esta limitação se o desconto chegasse aos 20 a 30%. Já 29,2% admite voar caso o desconto fosse de 50%, enquanto 39% não considera voar com estas limitações nos voos.

Finalmente, no que diz respeito aos ‘stopovers’, 4,6% considera essa possibilidade se o desconto chegasse aos 10%, subindo para 18% em descontos entre os 20 a 30%. Já 35,4% optaria por este tipo de voos, caso o desconto atingisse os 50%, enquanto 42% não optaria por esta possibilidade.

Janis Dzenis, porta-voz da WayAway, diz-se “surpreendida com a quantidade de americanos que estão dispostos a enfrentar alguns inconvenientes realmente sérios para obter preços com desconto”, considerando que “não podemos deixar de nos perguntar se isso reflete os atuais altos preços dos bilhetes ou se sempre foi esse o caso”.

Dzenis refere, contudo, que existem opções mais fáceis de economizar nos voos. Em primeiro lugar, “ser flexível com as datas”, frisando que “escolher um dia da semana em vez de um fim de semana pode ser a chave”. Em segundo lugar, “reservar com antecedência, especialmente ao escolher os destinos mais procurados”. E, finalmente, “assinar um plano de assinatura pago para obter reembolso de até 7% em todas as ofertas de viagens”.

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Madeira estreia-se nos World Cruise Awards e é o melhor destino de cruzeiros da Europa

A Madeira foi considerada o melhor destino de cruzeiros da Europa nos World Cruise Awards, prémio que foi atribuído à região portuguesa na primeira vez em que a Madeira foi nomeada para estes galardões.

A Madeira foi considerada o melhor destino de cruzeiros da Europa nos World Cruise Awards, prémio que foi atribuído à região portuguesa na primeira vez em que a Madeira foi nomeada para estes galardões.

“A Madeira é a grande vencedora dos prémios ‘World Cruise Awards’ na categoria de Melhor Destino Europeu de Cruzeiros. Na primeira vez em que foi nomeada, de forma espontânea pela organização do concurso, a Região Autónoma ganhou esta categoria”, indica a APRAM – Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira, em comunicado.

Segundo a APRAM, este prémio foi atribuído à Madeira pelo “trabalho contínuo desenvolvido ao longo dos últimos anos”, nomeadamente durante a pandemia, que obrigou “a uma constante reinvenção e adaptação para responder às novas exigências do mercado”.

As normas de segurança e comodidade que foram criadas para que a Madeira pudesse continuar a atrair as companhias de cruzeiros durante a pandemia, assim como  a nova assinatura ´Your Safe Port’, adotada em 2021, ou as várias campanhas de marketing digital pesaram na atribuição deste prémio.

A APRAM diz que estas medidas permitiram reforçar a “relação de proximidade com as várias companhias marítimas e parceiros do setor”, o que ditou os bons resultados que a Madeira tem alcançado e que são demonstrados “pelas escalas conseguidas este ano, que demonstram que a Madeira é um destino consolidado e reconhecido”.

“Recorde-se que entre janeiro e outubro de 2022 os Portos da Madeira receberam 227 escalas e mais de 250 mil passageiros. Em 2021, e no total ano, foram registadas 125 escalas e um movimento de 117 289 passageiros”, acrescenta a APRAM.

Além das medidas adotadas, a APRAM procedeu também a um “forte investimento efetuado no Porto do Funchal”, que superou os seis milhões de euros e permitiu “a construção do novo terminal no cais 6, a substituição dos cabeços de amarração do cais sul, a par do reforço do manto de proteção do Porto do Funchal”.

Para Rui Barreto, secretário Regional da Economia da Madeira, esta distinção vem “reconhecer, premiar e celebrar a excelência no setor global de cruzeiros. É, por isso, o reconhecimento do trabalho realizado na Região nos últimos anos em prol do turismo de cruzeiros, que tem permitido à Madeira ocupar um lugar de destaque a nível nacional no que se refere ao número de escalas, assim como de passageiros”.

Rui Barreto relembra que “o porto do Funchal foi o primeiro porto a nível nacional a abrir após a COVID, para receber navios de cruzeiro, depois de estarem reunidas todas as condições em termos de equipamento e infraestruturas, de forma a garantir que era uma porta de entrada segura”.

Já Paula Cabaço, presidente do Conselho de Administração da APRAM, afirma que o prémio é “um grande orgulho” para toda a região e reflete “o sucesso da nova estratégia levada a cabo pelos Portos da Madeira na sequência da COVID, reconstruindo a confiança dos turistas de cruzeiros, estimulando a procura e mantendo a Região no topo das preferências do turismo de cruzeiro europeu”.

“O nosso destino tem-se afirmado pela sua unicidade, pela sua qualidade e pela sua capacidade de renovação, num mercado que é, como sabemos, altamente exigente e competitivo”, acrescenta Paula Cabaço, considerando que a distinção como melhor destino de cruzeiros da Europa vai “trazer frutos bastante positivos para o futuro que se avizinha”.

Recorde-se que os ‘World Cruise Awards’ foram atribuídos, pela primeira vez, no ano passado, num evento que é considerado “irmão” dos ‘World Travel Awards’, que são considerados os “óscares do turismo” e onde a Madeira já conquistou por oito vezes o galardão de “Melhor Destino Insular da Europa” e, por sete vezes, o de “Melhor Destino Insular do Mundo”.

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Alentejo e Porto e Norte promovem-se no Brasil

O roadshow tem como palco as duas maiores cidades do Brasil – São Paulo e Rio de Janeiro – e tem como objetivo apresentar a oferta turística das regiões e promover a captação de investimento.

As Agências de Promoção do Alentejo e do Porto e Norte de Portugal promovem um roadshow pelas duas maiores cidades do Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro, para apresentar a oferta turística das regiões e promover a captação de investimento.

Esta missão decorre até 25 de novembro e conta com a presença de representantes do setor, 14 empresas e sete elementos institucionais e insere-se na iniciativa Invest in Alentejo, da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo.

A realização deste roadshow pretende recuperar o posicionamento da região do Alentejo no mercado brasileiro, através da apresentação da renovada oferta turística do Alentejo, cimentada na exclusividade e sustentabilidade, junto dos novos operadores e agentes.

Para além dos eventos, a agenda do roadshow é composta por diversas reuniões e ações de formação com as agências de viagens fortemente enraizadas no mercado brasileiro, como a Abreu, Teresa Perez, TGK Travel e Agaxtur. Estes momentos centram-se no reforço das relações existentes e no diversificar da oferta de programas turísticos dedicados ao Alentejo neste mercado.

“É importante, senão mesmo vital, investir para recuperar um mercado que tem uma tripla importância para o destino Alentejo. Importante pelo volume que já representou e pode voltar a representar para a região, pelo facto de nos visitar em contraciclo, contribuindo para a atenuação da sazonalidade, e importante pelo gasto médio diário efetuado por turista, que ronda o dobro do valor despendido por um turista europeu,” considera Vitor Silva, presidente da Turismo do Alentejo-ERT e da Direção da ARPTA.

“O turismo é um eixo de elevada importância para o Alentejo e um dos principais setores exportadores da Região, tendo registado, nos últimos anos, um crescimento notável nas várias componentes de oferta. No entanto, ainda persistem alguns problemas relacionados com a situação de quebra de alguns mercados em virtude da pandemia. Entendemos que a estratégia de promoção externa da ADRAL para a região, através da iniciativa Invest in Alentejo, representa um grande contributo para a vitalidade e crescimento do setor turístico, tal como tem sido para outros setores estratégicos do Alentejo,” reforça João Maria Grilo, Presidente da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo.

De referir que, em 2019, o Brasil era o segundo mercado externo mais relevante em termos de investimento, mas perdeu essa força devido à pandemia e à crise económica que tem abalado o Brasil.

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Agências portuguesas já têm acesso ao NDC da Qantas através da Travelport

A Travelport explica que o acesso ao conteúdo NDC da Qantas é realizado através do Travelport+, que disponibiliza a Qantas Distribution Platform.

A Travelport anunciou que Portugal é um dos 52 países da região da Ásia-Pacífico e da Europa, Médio Oriente e África que passaram a ter acesso ao conteúdo NDC da companhia aérea Qantas.

De acordo com um comunicado da empresa de tecnologia para agências de viagens, o acesso ao conteúdo da Qantas é realizado através do Travelport+, que disponibiliza a Qantas Distribution Platform, que inclui também os voos domésticos da companhia aérea australiana.

“A Travelport fornecerá o conteúdo Qantas NDC, através da Qantas Distribution Platform, para agências de viagens localizadas em um total de 68 países em todo o mundo até o final de 2022 através do Travelport REST/ful JSON API e do Smartpoint, com um conjunto abrangente de recursos”, explica o comunicado da Travelport.

Com esta novidade, os agentes de viagens podem procurar ofertas personalizadas da Qantas Distribution Platform, colocar em espera as reservas na Qantas Distribution Platform, que podem ser liquidadas posteriormente, assim como “modificar, anular, reembolsar ou reemitir um bilhete NDC, incluindo a troca de bilhetes não utilizados”, sendo ainda possível proceder à alteração automática da programação das filas de espera e “dividir e trabalhar reservas com múltiplos passageiros”.

Até final de janeiro de 2023, vai ser ainda possível “marcar assentos”, numa nova funcionalidade que se junta à possibilidade de marcar refeições e serviços especiais para passageiros com deficiência física.

“A Travelport também está tornando o conteúdo NDC mais amigável ao adicionar a possibilidade de combinar diferentes famílias tarifárias e introduzir um novo feed de dados NDC para simplificar a sincronização de informações NDC nos sistemas intermediários e administrativos da agência”, explica a empresa de tecnologia.

Para terem acesso ao conteúdo NDC da Qantas, através da Qantas Distribution Platform e do Travelport+, as agências de viagens devem ser participantes do Qantas Channel.

“Os nossos parceiros tecnológicos desempenham um papel fundamental para garantir que os agentes de viagens possam aceder ao conteúdo dinâmico, os recursos, as características e os benefícios da Qantas Distribution Platform. Estamos muito satisfeitos que a Travelport esteja a tornar a Qantas Distribution Platform acessível a mais agências de viagens em todo o mundo”, afirma Igor Kwiatkowski, Gerente Executivo de Vendas e Distribuição Global da Qantas.

Já Damian Hickey, Vice-Presidente Global & Chefe Global de Companhias Aéreas Parceiras da Travelport, destaca a importância desta parceria com  a Quantas, que ajudou a solidificar a posição de liderança da Travelport em NDC.

“À medida que continuamos a expandir e oferecer acesso simplificado ao conteúdo da Qantas NDC para mais clientes de nossas agências em toda a APAC e EMEA, estamos acelerando ainda mais nossa estratégia de conteúdo de múltiplas fontes com a Travelport+”, acrescenta o responsável da Travelport.

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Terminal de Cruzeiros de Lisboa eleito o melhor da Europa

Inaugurado em 2017, esta é a primeira vez que o Terminal de Cruzeiros de Lisboa recebe o prémio de Melhor Terminal de Cruzeiros da Europa, atribuído pelos World Cruise Awards.

O Terminal de Cruzeiros de Lisboa conquistou, pela primeira vez, o prémio de Melhor Terminal de Cruzeiros da Europa, atribuído pelos World Cruise Awards.

António Caracol, administrador do Porto de Lisboa, considera que esta distinção vem “destacar as excecionais condições que Lisboa dispõe para acolher navios e passageiros de cruzeiro com exigências cada vez maiores, prestando, assim, um serviço de excelência a quem visita a capital portuguesa”.

O responsável salienta ainda que o prémio vem numa fase em que a Administração do Porto de Lisboa (APL) está a desenvolver “um conjunto de ações no âmbito da estratégia de valorização e qualificação da indústria de cruzeiros na cidade, nomeadamente ao nível da sustentabilidade”, acreditando o mesmo que Lisboa – como porto e destino de cruzeiros – “garante uma resposta sustentável aos desafios presentes e futuros”.

A concorrer para este prémio, estiveram, juntamente com o Terminal de Cruzeiros de Lisboa, os terminais de Civitavecchia (Amesterdão), Limassol (Málaga), Barcelona, Kiel, Mónaco, Oslo, Rostock-Warnemunde, Portsmouth, Valletta e Zadar.

Inaugurado em 2017, o Terminal de Cruzeiros de Lisboa, projeto da autoria do arquiteto Carrilho da Graça, e que contou com um investimento de 28 milhões de euros, tem uma área de 13.800 m2 e um cais com 1.490 metros de comprimento com capacidade para receber navios de vários tipos e dimensões com um calado até 12 metros.

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