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TAP eleita companhia aérea europeia líder para África e América do Sul nos WTA

A TAP foi eleita como a companhia aérea europeia líder para África e para a América do Sul na última gala europeia dos World Travel Awards (WTA), que foram entregues no passado sábado, 1 de outubro, em Maiorca, Espanha.

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TAP eleita companhia aérea europeia líder para África e América do Sul nos WTA

A TAP foi eleita como a companhia aérea europeia líder para África e para a América do Sul na última gala europeia dos World Travel Awards (WTA), que foram entregues no passado sábado, 1 de outubro, em Maiorca, Espanha.

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A TAP foi eleita como a companhia aérea europeia líder para África e para a América do Sul na última gala europeia dos World Travel Awards (WTA), que foram entregues no passado sábado, 1 de outubro, em Maiorca, Espanha.

“Estas distinções internacionais, referentes a mercados muito importantes para a companhia, são o reconhecimento de um forte trabalho de recuperação que todos na TAP têm vindo a realizar. Além de serem um incentivo, ajudam-nos também a definir e a melhorar continuamente o serviço de excelência que pretendemos oferecer aos nossos clientes, assente na simpatia e na arte de bem receber portuguesas”, afirma Christine Ourmières-Widener, presidente Executiva da TAP.

A eleição da TAP como companhia aérea europeia líder para África e América do Sul resultou de um processo de votação online, que contou com a participação de profissionais da área de turismo e viagens, designadamente agentes de viagens, operadores e organizações de turismo, oriundos de mais de 100 países, bem como pelo público em geral.

Os prémios conquistados pela TAP vêm juntar-se a várias outras distinções que a companhia aérea de bandeira nacional alcançou já em edições passadas dos WTA, que premiaram a TAP como companhia aérea europeia líder para África e companhia aérea europeia líder para a América do Sul ininterruptamente entre 2014 e 2021.

“A TAP foi ainda considerada Companhia Aérea Líder Mundial para África em 2011, 2012, 2018, 2019, 2020 e 2021, bem como Companhia Aérea Líder Mundial para a América do Sul em 2009, 2010, 2011, 2012, 2018, 2019, 2020 e 2021”, acrescenta a transportadora.

Já a Revista de Bordo da TAP, a UP, que foi descontinuada devido à pandemia, foi considerada a Revista de Bordo Líder na Europa entre 2015 e 2020, e Líder Mundial entre 2018 e 2020.

Considerados os Óscares do Turismo, os WTA são entregues desde 1993, com o objetivo de reconhecer, premiar e celebrar a excelência em todos os setores de atividade da indústria global de viagens e turismo.

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Nova plataforma cidadã defende Aeroporto de Beja como “complemento” ao de Lisboa

Uma nova plataforma cidadã constituída em prol do Aeroporto de Beja vai entregar um documento à comissão técnica independente sobre o novo aeroporto de Lisboa que defende a infraestrutura alentejana como “solução sustentável” para o país.

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“Nenhum alentejano diz que o Aeroporto de Beja é para substituir o de Lisboa”, mas que “tem condições para ser o complemento do Aeroporto de Lisboa, através da ferrovia”, salientou Manuel Valadas, da comissão dinamizadora da plataforma cidadã Sim ao Aeroporto Internacional de Beja.

A nova plataforma é apresentada publicamente esta sexta-feira, 27 de janeiro, na Casa do Alentejo, em Lisboa, às 11:30, e junta representantes de vários movimentos em defesa do Alentejo, tendo o apoio técnico de diversos especialistas.

Em comunicado, os promotores da iniciativa revelaram que vão elaborar um memorando estratégico para entregar à Comissão Técnica Independente que é responsável pela análise estratégica e multidisciplinar do novo aeroporto de Lisboa.

Este memorando, que vai ser entregue à comissão até final deste mês, será “sobre a necessidade de incluir a utilização do Aeroporto Internacional de Beja como a solução sustentável e resiliente” para “responder às necessidades aeroportuárias do país”.

Segundo Manuel Valadas, o objetivo da iniciativa “é criar condições para que o Aeroporto de Beja funcione”.

“E, neste documento que vamos entregar, dizemos como isso vai ser feito e o que é que pretendemos que isto represente para a região do Alentejo e para o país”, acrescentou.

Este responsável disse ainda que o Aeroporto de Beja deve ser “um elo de desenvolvimento estratégico para a região”, nomeadamente como “plataforma para os negócios, para as exportações, para as pessoas e para as empresas da região”.

Para tal, Manuel Valadas pediu também o “apoio das câmaras municipais da região, do tecido empresarial e, fundamentalmente, das pessoas”.

“Porque a cidadania tem de fazer o seu trabalho e o Alentejo tem de ser capaz de trabalhar em conjunto”, defendeu.

No comunicado, a plataforma deixou alguns dos argumentos em prol da utilização do aeroporto da cidade alentejana, nomeadamente o facto de se tratar de um equipamento já construído e “sem restrições de expansão”.

A infraestrutura está “preparada para tráfegos aéreos de passageiros e mercadorias, de médio e longo curso”, disse, acrescentando que está oficialmente reconhecida como um dos quatro aeroportos situados em Portugal continental e “tem a vantagem de reunir as condições de exploração imediata”.

O Aeroporto de Beja “possui condições geográficas e capacidade para servir diretamente uma ampla região do Alentejo e Espanha, como complementarmente os Aeroportos de Faro e Lisboa, face à sua eminente saturação”, elencou também a plataforma de cidadãos, entre outras vantagens enumeradas.

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Voos internos em Cabo Verde com aumento homólogo superior a 33% em dezembro

Os voos domésticos em Cabo Verde movimentaram quase 24.100 passageiros em dezembro, um aumento homólogo superior a 33%, segundo dados da Agência de Aviação Civil (AAC).

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De acordo com informação da agência que regula o setor em Cabo Verde, em dezembro registou-se um movimento global de 48.188 passageiros em voos domésticos, em embarques e desembarques, nos quatro aeroportos internacionais e três aeródromos do país. Como cada passageiro é contado no embarque e no desembarque (aeroportos diferentes), trata-se de um movimento equivalente a 24.094 passageiros em voos domésticos num mês.

Este movimento compara com os 36.073 passageiros em dezembro de 2021 (+33,6%), período ainda afetado pelas restrições impostas face à covid-19, e com o recorde (desde o início da pandemia) de quase 30.000 em agosto de 2022.

Em dezembro de 2019, antes da pandemia de covid-19, 71.425 passageiros foram transportados nos voos domésticos no arquipélago.

No mês passado foram contabilizados ainda 902 voos domésticos em Cabo Verde, contra os 707 em dezembro de 2021.

Os voos domésticos eram operados desde 17 de maio de 2021 apenas pela angolana BestFly, em regime de concessão emergencial de seis meses atribuída pelo Governo cabo-verdiano. A partir de 24 de outubro, a BestFly passou a operar apenas com a Transportes Interilhas de Cabo Verde (TICV, companhia que adquiriu em julho de 2021), terminando o regime de concessão emergencial.

O grupo angolano BestFly comprou há mais de um ano 70% do capital social da TICV aos espanhóis da Binter, ficando os restantes 30% com o Estado cabo-verdiano, e concentrou as ligações aéreas domésticas apenas na TICV, que não operava voos comerciais desde 16 de maio de 2021.

Em 2020, os voos domésticos em Cabo Verde, operados então apenas pela TICV, movimentaram cerca de 125 mil passageiros, menos 286 mil (-230%) face ao ano anterior, face às restrições impostas pela pandemia de covid-19, e em 2021 subiu para 143.876 passageiros.

Os passageiros das ligações aéreas domésticas em Cabo Verde atingiram em 2017 o recorde de quase 465 mil (movimento total de 929.595 embarques e desembarques), com mais de 10.200 voos.

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Prejuízos da Boeing aumentam 17,44 % em 2022

Com prejuízos há quatro anos, a subida de 7% na faturação, para mais de 66 mil milhões de dólares (cerca de 60 mil milhões de euros) não foi suficiente para a Boeing sair da zona vermelha nos que diz respeito aos prejuízos.

Victor Jorge

A Boeing anunciou que no exercício de 2022 aumentou os prejuízos em 17,44% para 4.935 milhões de dólares (cerca de 4.531 milhões de euros).

O construtor aeronáutico norte-americano mantém os prejuízos há quatro anos, primeiro com os problemas nos aviões 737 MAX, depois com a crise económica causada pela pandemia de covid-19, que ainda afeta a empresa, já que hesitou em aumentar a produção à espera que a cadeia de fornecimento estivesse estabilizada.

Em comunicado, a empresa revela que teve uma faturação anual acumulada de 66.608 milhões de dólares, mais 7% em relação a 2021.

O presidente executivo da Boeing, Dave Calhoun, considerou que 2022 foi um “ano importante” na recuperação da empresa.

“A procura em toda a nossa carteira é sólida e seguimos focados em impulsionar a estabilidade nas nossas operações e na cadeia de fornecimento para cumprir os nossos compromissos em 2023 e nos anos seguintes”, acrescentou.

A companhia está a produzir 31 aparelhos do modelo 737 por mês e conta aumentar essa produção para 50 unidades mensais em 2025 e 2026.

No quarto trimestre, o mais seguido pelos analistas de Wall Street, a companhia teve perdas de 634 milhões de dólares (581 milhões de euros), o que representa uma redução de 84,69% em relação ao mesmo período de 2021.

As receitas entre outubro e dezembro alcançaram 19.980 milhões de dólares, mais 35,06% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados não foram bem recebidos na bolsa e as ações da Boeing recuavam 2,35% nas operações eletrónicas antes da abertura de Wall Street.

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TAP lança promoção para a Madeira

Os voos de ida-e-volta para a Madeira têm um preço a partir de 49 euros, com a promoção da TAP a contemplar, igualmente, voos para os Açores, com preços a partir de 59 euros.

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A TAP lançou uma campanha promocional com voos de ida-e-volta para a Madeira a partir de 49 euros, em reservas realizadas até ao dia 1 de fevereiro e viagens até 31 de março.

Com a mesma validade e períodos de viagem, esta promoção da TAP contempla também os Açores, com viagens de ida-e-volta para Ponta Delgada e Terceira disponíveis a partir de 59 euros.

Esta promoção aplica-se tanto à partida de Portugal continental como das ilhas.

Em comunicado, a TAP refere que “estimula assim os seus clientes a explorarem as regiões autónomas e a usufruírem de alguns dos locais mais belos de Portugal”.

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Aeroporto de Munique e Lufthansa expandem parceria

O Aeroporto de Munique e a Lufthansa reforçaram a parceria estratégica para tornar a infraestrutura aeroportuária num hub de transporte intermodal, sempre com a sustentabilidade, inovação, digitalização em mente.

Victor Jorge

O Aeroporto de Munique (Alemanha) e a Lufthansa reforçaram a parceria estratégica, com as duas companhias a assinar uma Carta de Intenção com o objetivo de intensificar e continuar o desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária de Munique.

Na Carta de Intenção, ambas as partes comprometem-se a partilhar a estratégia de sustentabilidade para expandir o Aeroporto de Munique como um hub de transporte intermodal, com a expansão da infraestrutura baseada nas necessidades e com a promoção da digitalização e inovação nas operações. Isto inclui projetos como o operação inteligente de passageiros e processos automatizados de handling, a fim de tornar a experiência de viagem dos passageiros mais agradável e eficiente.

Para se manterem competitivas a longo prazo, ambas as organizações estão a impulsionar o cumprimento das suas metas de sustentabilidade para que todo o campus do Aeroporto de Munique seja beneficiado. O compromisso com as respetivas metas de clima e sustentabilidade é uma componente central da Carta de Intenção.

Jost Lammers, CEO do Aeroporto de Munique, refere que “atravessámos tempos difíceis devido à pandemia juntamente com a Lufthansa e voltaremos a ter a mesma força que nos caracterizava. Com os objetivos partilhados em termos de sustentabilidade, inovação, digitalização e a melhoria persistente do Aeroporto de Munique como um hub premium, continuaremos com sucesso esta parceria estratégica”.

Do lado da Lufthansa, Stefan Kreuzpaintner, CCO da Lufthansa Airlines, salienta que a “parceria com o Aeroporto de Munique pode ser descrita como única. Juntos iremos continuar a liderar e ultrapassar os desafios na indústria da aviação”. O executivo da companhia aérea alemã refere ainda que “a sustentabilidade é um dos temas chave, incluindo ligações ferroviárias – não só para chegar rápida e convenientemente ao aeroporto -, mas também para a mitigação vital para a contribuição climática”.

Albert Füracker, ministro das Finanças da Baviera e chaiman do Conselho de Supervisão da Flughafen München GmbH, frisa que “a sustentabilidade é um tema importante para o futuro da aviação. Já em 2016, acordámos que o Aeroporto de Munique terá uma operação CO2 neutra no máximo até 2030. Estamos a trabalhar para esse ambicioso objetivo climático com medidas muito abrangentes e estamos no bom caminho para atingi-lo”.

Refira-se que a parceria entre o Aeroporto de Munique e a Lufthansa para construir e expandir o tráfego no aeroporto iniciou-se no final da década de 1990. Com a construção e operação conjuntas do Terminal 2, aberto em 2023, as duas companhias lançaram um modelo de cooperação único na Europa, colocando o Aeroporto de Munique como um dos hubs mais eficientes na aviação global.

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Conselho Regional do Centro defende novo aeroporto a norte do rio Tejo

O Conselho Regional do Centro entende que é a localização a norte do Tejo é a que “melhor serve” os interesses do país e da região, além de ser “uma solução mais sustentável”.

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O Conselho Regional do Centro (CRC) defendeu a localização de um novo aeroporto “a norte do rio Tejo” por ser a que “melhor serve” os interesses do país e da região. “Tudo indica que a localização a norte do rio Tejo é aquela que melhor serve os interesses nacionais e regionais, evidenciando vantagens comparativas face às restantes soluções em estudo”, afirmou o CRC, numa moção aprovada por unanimidade numa reunião realizada em Coimbra, na sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

O organismo regional liderado por João Paulo Fernandes, presidente da Câmara Municipal do Fundão, destacou a importância de “uma localização de excelência face à proximidade a acessibilidades rodoviárias”, como a A1, a A23, a A13 e a A15, bem como ferroviárias.

Neste ponto o autarca realçou “as concordâncias com o novo traçado de alta velocidade, Linha do Norte, Linha da Beira Alta e Linha da Beira Baixa”, além de que a localização recomendada “pode colocar o novo aeroporto próximo de um maior número de sedes de municípios, sem com isso se afastar mais de 30 minutos de Lisboa, podendo alcançar cerca de 4,5 milhões de pessoas num raio de 75 minutos”.

Por outro lado, a solução preconizada pelo Conselho Regional do Centro contribui “decisivamente para elevar os índices de coesão territorial do país”, ao permitir a construção do aeroporto “mais próximo, em termos relativos, das NUT III de mais baixa densidade” demográfica.

O CRC entende ainda que a localização a norte do Tejo é “uma solução mais sustentável”, constituindo-se o novo aeroporto como “investimento que pode minimizar o impacto financeiro para o país”, beneficiando de “uma visão de longo prazo”.

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Emirates alarga operação na China

Depois de ter anunciado um aumento das frequências para Hong Kong, com um serviço diário sem escalas a partir do seu hub no Dubai, a Emirates expande as operações na China.

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A Emirates vai expandir as suas operações na China antes do arranque do Novo Ano Lunar – a passagem de ano chinesa – em resposta à forte procura de viagens, aumentando assim as suas ligações, retomando os voos para Xangai, Guangzhou e Pequim.

Para Xangai e a partir de 20 de janeiro, a Emirates retoma o serviço com dois voos por semana, aumentando gradualmente para serviço diário a partir de 1 de março. Os voos serão efetuados com um Airbus, não efetuando o EK302 qualquer escala. A380. Já o EK303 irá fazer uma breve paragem em Bangkok. A operação aumentará para quatro voos semanais a partir de 2 de fevereiro de 2023, realizados pelo Boeing 777-300ER com três classes.

Durante este período, o voo EK302 da Emirates partirá do Dubai às 03h45, com chegada a Xangai às 15h40. O voo de regresso partirá às 17h40 e chegará a Bangkok às 21h45, descolando da capital tailandesa às 23h20 e chegando ao Dubai às 03h20 do dia seguinte.

A partir do dia 1 de março de 2023, a Emirates reforçará a sua rota Dubai-Xangai com um serviço diário sem escalas. O EK304 partirá do Dubai às 09h15 e chegará a Xangai às 21h05. O regresso será operado pelo EK303, que sairá de Xangai às 23h00 e chegará ao Dubai às 05h20 do dia seguinte.

Para Guangzhou, a Emirates regressa com voos diários a partir de 1 de fevereiro de 2023, estando, atualmente, a operar um voo direto do Dubai para Guangzhou com o EK362, e de regresso, com escala em Bangkok com o EK363, quatro vezes por semana.

A partir do primeiro dia de fevereiro de 2023, a companhia aérea aumentará os voos entre o Dubai e Guangzhou com os voos EK362/EK363, operando com voos diários sem escalas, com o emblemático A380. O voo da Emirates EK362 irá partir do Dubai às 10h45 e chegará a Guangzhou às 21h45. O voo de regresso EK363 partirá de Guangzhou às 00h15 e chegará ao Dubai às 05h15.

Já para Pequim, a ligação diária será retomada a partir de 15 de março de 2023, realizada por um avião Boeing 777-300ER com três classes, com um serviço diário sem escalas a partir do Dubai. O EK308 partirá do Dubai às 10h50 e chegará a Pequim às 22h20. O voo de regresso, efetuado pelo EK307, irá partir de Pequim às 00h40, chegando ao Dubai às 05h00.

Com os novos voos agora anunciados, a Emirates aumenta as suas operações no mercado chinês para 21 voos semanais, proporcionando maior escolha e flexibilidade, tanto para passageiros de negócios como de lazer, e contribuindo para a recuperação do turismo na China.

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CEO da Ryanair coloca TAP no IAG e ITA na Lufthansa

Para o CEO da Ryanair, o futuro da aviação comercial na Europa passa por uma consolidação. Assim, Michael O’Leary antevê a compra da TAP pelo grupo IAG e da ITA pela Lufthansa. Ao site alemão Airliners.de, o líder da companhia aérea lowcost antecipa ainda uma subida no preço das viagens para este verão.

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Numa entrevista ao site alemão Airliners.de, o CEO da Ryanair, Michael O’Leary antecipa que o grupo Lufthansa deverá comprar a ITA – companhia aérea que sucede à extinta Alitalia – depois do grupo alemão ter realizado uma oferta de cerca de 300 milhões de euros por 40% do capital, prevendo que “o processo estará fechado dentro de três a quatro meses”.

Com essa movimentação, O’Leary acredita que a TAP será adquirida pelo International Airlines Group (IAG) – que integra a British Airways, Iberia, Vueling, Aer Lingus e Level – não antecipando timings para esta operação.

Além disso, o CEO da Ryanair acredita, igualmente, que haverá outras movimentações no mercado, com a easyJet a ser integrada no IAG ou na Air France – KLM, com a Lufthansa a juntar a húngara Wizz Air ao seu portfólio de marcas.

Com isto, O’Leary está certo de que “haverá uma consolidação no mercado da aviação comercial na Europa”.

Já no que diz respeito aos preços das viagens, o CEO da Ryanair volta a repetir que estes deverão aumentar. “Penso que as pessoas temem que os preços dos bilhetes subam no verão”, admitindo que “vão”. O’Leary espera que as tarifas médias para voos de curta distância na Europa aumentem numa percentagem de um dígito.

Como razões, Michael O’Leary refere que as capacidades no mercado europeu de tráfego aéreo ainda são “limitadas” e, embora refira que a Ryanair já esteja a voar mais do que antes da pandemia, companhias aéreas rivais como easyJet, British Airways e Lufthansa ainda estão aquém das operações de 2019.

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Emirates retoma serviço diário sem paragens entre o Dubai e Hong Kong

A Emirates vai servir um dos principais destinos da Ásia com 14 voos semanais operados pelo A380.

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A Emirates vai aumentar as frequências para Hong Kong com um serviço diário sem escalas a partir do seu hub no Dubai, passando, a partir de 29 de março, a operar 14 voos semanais para Hong Kong, complementando o seu atual voo diário via Bangkok.

A retoma do serviço oferecerá mais capacidade, escolha e flexibilidade aos passageiros, uma vez que a companhia aérea continua a expandir as suas operações globais de acordo com a procura sustentada de viagens internacionais.

Operado por um Airbus A380, o voo EK380 da Emirates partirá do Dubai às 10h45 e chegará a Hong Kong às 22h00. O voo de regresso EK381 partirá de Hong Kong às 00h35 e chegará ao Dubai às 05h00.

Ao retomar o voo Dubai-Hong Kong EK380/EK381, a Emirates refere, em comunicado, estar a “responder à crescente procura da rota e a oferecer aos passageiros a opção de voar sem paragens ou interromper as suas viagens em Bangkok”.

A Emirates salienta ainda que a experiência do A380 “continua a ser muito procurada pelos passageiros, pelas suas cabines espaçosas e confortáveis e pelos produtos da marca que oferecem aos passageiros as melhores experiências no céu como o caso do Lounge, das suites de Primeira Classe e do Shower Spa”.

Atualmente a Emirates utiliza o A380 para 40 destinos do mundo, incluindo Londres Heathrow, Sydney e Houston, passando a servir 50 destinos até ao final deste verão.

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Recuperação dos aeroportos mais rápida na América do Norte. Europa com ventos desfavoráveis por causa do Reino Unido, prevê DBRS

A recuperação dos aeroportos mundiais não se encaminha para um trajeto linear. Enquanto a situação na América do Norte parece voltar a uma “maior normalidade” em 2023, a Europa sofrerá os impactos de uma conjuntura económica instável no Reino Unido.

Victor Jorge

À medida que as restrições relativamente às viagens diminuíram em 2022, o volume de passageiros aumentou consideravelmente em comparação com 2021. A agência de notação DBRS Morningstar publicou uma análise em que prevê que a “recuperação do volume de passageiros continue em 2023”. No entanto, refere que “a trajetória de crescimento pode variar entre as regiões, dependendo das perspectivas económicas de cada região” e de outros fatores.

A pressão inflacionária na Europa e no Reino Unido é “especialmente assustadora”, admite a DBRS Morningstar, referindo que “já está a causar interrupções nos setores da educação, transporte e armazenamento”, frisando que, “se as interrupções persistirem e aumentarem de frequência em 2023, poderão afetar negativamente as operações do aeroporto”.

Com o cenário macroeconómico na América do Norte a ser um pouco mais positivo em 2023, a DBRS Morningstar acredita que a procura por viagens aéreas deve “permanecer relativamente resiliente em 2023” e o tráfego de passageiros deve continuar no caminho da “recuperação total”.

Em geral, a agência de notação financeira refere que o grande segmento do mercado doméstico nos EUA proporcionará “mais estabilidade” e “mitigará” quaisquer fatores globais que possam afetar negativamente o tráfego de passageiros em 2023. Além disso, os aeroportos dos EUA tiveram maior apoio financeiro do governo federal, o que ajudou a manter suas finanças capacidade, resiliência e competitividade.

Já relativamente à Europa, a DBRS Morningstar afirma que “existem fatores regionais mais desafiadores” que podem prejudicar as perspectivas dos aeroportos europeus. Dada a recuperação desigual em toda a região, alguns aeroportos podem enfrentar “mais pressão financeira” do que outros, devido a certos fatores regionais em andamento que provavelmente não diminuirão materialmente em 2023.

Cenário norte-americano
Os aeroportos canadianos registaram uma forte recuperação no volume total de tráfego de passageiros em 2022 com o levantamento de restrições de viagem na maioria das regiões, admitindo a DBRS Morningstar que, em caso de recessão, a duração e a magnitude será “curta e ligeira”, seguida de crescimento moderado, regressando no final de 2023 e em 2024. Assim, é esperado que o atual cenário macroeconómico de linha de base no Canadá tenha um “impacto material” no desempenho financeiro dos aeroportos canadianos e que o volume de passageiros deve “continuar o caminho para a recuperação total”.

Já nos EUA, o volume total de passageiros nos aeroportos também aumentou significativamente em 2022, atingindo 88% do nível de 2019 (nos primeiros 10 meses de 2022), de acordo com o Bureau of Transportation Statistics.

O cenário macroeconómico básico para os EUA da agência de notação é semelhante ao do Canadá. No entanto, ao contrário dos aeroportos canadianos, os aeroportos dos EUA receberam ajuda económica significativa durante a pandemia do governo federal. A Lei CARES, firmada a 27 de março de 2020, deu 10 mil milhões de dólares em fundos para apoiar os aeroportos elegíveis nos EUA. A Lei CARES também aumentou a contribuição federal para 100% para o Programa de Melhorias Aeroportuárias, o que permitiu que projetos críticos de segurança e capacidade continuassem conforme planeado, independentemente das condições financeiras dos aeroportos.

A DBRS Morningstar crê, assim que “os significativos esforços de alívio económico colocaram os aeroportos dos EUA numa vantagem financeira maior do que os aeroportos canadianos, enquanto continuam a melhorar a sua infraestrutura para manter e/ou aumentar a competitividade nos últimos dois anos”.

Além disso, os aeroportos dos EUA devem permanecer relativamente resilientes por causa de um grande segmento de mercado doméstico (representou mais de 75% do volume total de passageiros nos EUA em 2019), o que mitiga o risco de quaisquer mudanças futuras nas restrições de viagens internacionais e reduz a exposição a fatores económicos globais.

Reino Unido estagnado
Passando para a Europa, os aeroportos do Reino Unido também exibiram uma forte recuperação no volume de passageiros em 2022. Nos primeiros 11 meses de 2022, o volume total de passageiros foi de 74% dos níveis de 2019. O crescimento do volume de passageiros mês a mês (variação percentual em relação ao mesmo mês em 2019) continuou a apresentar uma tendência positiva e, no final de outubro de 2022, estava em 85% dos níveis de 2019 antes de cair para 83% dos níveis de 2019 em novembro de 2022.

“É improvável vermos a mesma magnitude de crescimento do volume de passageiros em 2023”, frisa a agência de notação na análise publicada. Contudo, a procura reprimida (que levou a um aumento acentuado no volume de passageiros no início de 2022) parece ter diminuído no final do ano. Além disso, a trajetória de crescimento em 2023 também pode ser afetada por diversos fatores em andamento.

Primeiro, o cenário de linha de base projeta que a economia do Reino Unido encolherá em 2023 com um crescimento do PIB de -1%. A taxa de desemprego também deve aumentar para 4,5% em 2023, de 3,8% em 2022. Além disso, de acordo com o Office for National Statistics, a inflação do Reino Unido permanece elevada em 10,5% em dezembro de 2022 (ligeiramente abaixo de 10,7% em novembro de 2022). Portanto, a atual condição macroeconómica pode afetar “negativamente” a procura por viagens aéreas.

Em segundo lugar, uma “disputa prolongada sobre o pagamento do setor público” (como resultado da crise do custo de vida) pode causar graves interrupções nas operações do aeroporto que podem diminuir a procura por viagens aéreas durante os períodos de pico, pois os passageiros podem adiar as suas viagens ou procurar transporte alternativo que não é afetado pela ação de protesto.

Além disso, as atuais perspectivas macroeconómicas noutras partes da Europa podem reduzir a procura por viagens no segmento de mercado da UE, que historicamente contribui significativamente para o volume total de passageiros nos aeroportos do Reino Unido.

Por fim, o impacto total do “Brexit” no tráfego de passageiros no segmento de mercado da UE permanece “incerto”, uma vez que o volume de passageiros permaneceu gravemente reduzido durante 2020–21 devido à pandemia. No entanto, “foi relatado que a saída do Reino Unido da UE causou desafios laborais que afetaram muitas indústrias, incluindo o setor aeroportuário”, frisa a DBRS Morningstar, admitindo que, tal situação, “pode ter contribuído para a escassez de pessoal nos aeroportos do Reino Unido durante o verão de 2022, o que resultou na limitação do número de voos diários para aliviar o congestionamento e os atrasos”.

E a restante Europa?
De acordo com o EUROCONTROL, a Airports Council International (ACI) Europe estima em dois mil milhões os passageiros em 2022, 425 milhões a menos do que em 2019. O EURCONTROL observa que a “recuperação continua desigual em toda a Europa”, conforme indicado pelo número médio de voos diários. Além disso, observa que o mercado alemão foi um dos mais lentos a recuperar em 2022. A média de voos diários dos aeroportos de Frankfurt e Munique foi de 74% e 68% dos níveis de 2019, respetivamente. Em contraste, a média de voos diários dos aeroportos de Amsterdão, Paris Charles de Gaulle e Adolfo Suárez Madrid-Barajas foi superior a 80% do nível de 2019.

A recuperação desigual também pode ser observada em termos de volume de passageiros. Os dados do volume de passageiros sugerem que a recuperação em França e em Espanha (ambos em mais de 80% dos níveis de passageiros de 2019 no final de setembro de 2022) estão à frente da Alemanha (cerca de 73% do nível de 2019 no final de setembro de 2022). “Apesar da recuperação da região em 2022, há uma série de desafios pela frente”, destaca a DRBR Morningstar.

A ACI Europe reviu, recentemente, a sua previsão e agora projeta que a recuperação total do volume de passageiros não será alcançada até 2025 (revista a partir de 2024), projetando uma trajetória de crescimento mais lenta durante o horizonte de previsão (2023–27) do que o esperado anteriormente, como resultado “do risco geopolítico em curso, deterioração das perspectivas macroeconómicas, tarifas aéreas mais altas, capacidade restrita e custos regulatórios mais altos”. A ACI Europe projeta, também, que o volume de passageiros em 2023 será de 91% dos níveis de 2019.

Por isso, a DBRS Morningstar prevê “mais mudanças nas políticas de transporte em relação à transição para emissões líquidas zero até 2050”, referindo que “mudanças políticas como o Fit for 55 da UE – pacote de propostas para tornar o clima, energia, uso da terra, transporte e tributação da UE para políticas adequadas para reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa em pelo menos 55% até 2030 – provavelmente apresentarão desafios adicionais para o setor de aviação que podem aumentar o custo das viagens aéreas no futuro”.

Recorde-se que, como parte do Fit for 55, o regulador da UE exige que todos os voos (sejam aeronaves da UE ou não), partindo de aeroportos europeus, usem combustível de aviação sustentável (SAF) começando com uma meta de 2% (percentagem de SAF em todos os voos) em 2025 e aumentar gradualmente para níveis mais elevados nas próximas décadas.

Assim, a DBRS Morningstar conclui que a recuperação das viagens aéreas continue nos aeroportos canadianos. No entanto, o limitado apoio financeiro do governo federal nos últimos dois anos “reduzirá a capacidade financeira dos aeroportos canadianos de assumir quaisquer programas significativos de capital financiados por dívida”.

Já nos EUA, os aeroportos devem permanecer “relativamente resilientes”, apesar do menor crescimento económico projetado em 2023. “Fatores regionais desafiadores na Europa, no entanto, podem afetar negativamente os aeroportos, alguns mais do que outros, em 2023”, termina a análise da DBRS Morningstar.

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